Handebol masculino do CED Incra 08 estreia com vitória nos JEBs 2025
Começou, nesta segunda-feira (20), o terceiro e último bloco dos Jogos Escolares Brasileiros (JEBs) 2025, em Uberlândia (MG). As competições reúnem estudantes de 12 a 14 anos. Nesta fase final, seis modalidades são disputadas: handebol masculino e feminino, basquete masculino e feminino, karatê, ginástica artística, xadrez e wrestling. Logo na estreia, os alunos do Centro Educacional (CED) Incra 08 de Brazlândia deram um show em quadra e venceram o time do Mato Grosso do Sul por 31 a 28 no handebol masculino. Foi uma grande vitória para os estudantes da área rural, que representaram o Distrito Federal na competição. Kennedy Christian Costa: "Eu achei o jogo muito bom, um pouco difícil porque a outra equipe era forte, mas vencemos" | Fotos: Ícaro Henrique/SEEDF O aluno Kennedy Christian Costa, de 13 anos, falou sobre a estreia com vitória no primeiro jogo do time. “Eu achei o jogo muito bom, um pouco difícil porque a outra equipe era forte, mas vencemos. Agora é nos dedicarmos mais ainda e dar o nosso melhor”, disse. O técnico Filipe Cardoso elogiou o desempenho dos meninos e a performance do time oponente. “A gente já conhecia o adversário e sabia que era uma equipe muito forte. Entramos com intensidade e concentração porque sabíamos que seria um jogo difícil. No primeiro tempo, ficamos atrás no placar, mas conseguimos segurar. No segundo tempo, a defesa encaixou, o contra-ataque funcionou e viramos o jogo. Foi uma boa estreia, eles estão de parabéns”. O próximo jogo do time de handebol do DF será contra os meninos da Paraíba Agora, o time descansa e prepara-se para os próximos desafios. “A quarta-feira será de estudo para eles. Vamos assistir aos outros jogos e preparar a estratégia para enfrentar a Paraíba. Nosso objetivo é chegar à fase ouro”, completou o técnico. Panorama das primeiras disputas Ainda na primeira leva de competições do terceiro bloco do JEBs 2025, o basquete feminino do Colégio Santa Rosa, da Asa Sul, perdeu para o Espírito Santo por 46 a 43, após duas prorrogações. O time masculino também não conseguiu vencer. As equipes seguem nesta quarta-feira (22), quando disputarão novas partidas contra Sergipe e Rio Grande do Sul em busca de melhores resultados. O xadrez é uma das seis modalidades disputadas no terceiro bloco dos JEBs [LEIA_TAMBEM]Já no xadrez, o primeiro dia de competições terminou com duas vitórias, um empate e uma derrota para os estudantes do Distrito Federal. As disputas continuam ao longo da semana, com três rodadas na quarta-feira e mais uma na quinta-feira. No wrestling, os atletas tiveram ótimo desempenho e chegaram às quartas de final. O nível da disputa foi alto, com participação de atletas da seleção brasileira, mas os alunos do DF surpreenderam pela técnica. Eles seguem na disputa nesta quarta-feira nas séries finais pela série prata e bronze da competição. O chefe da delegação do Distrito Federal, José Flávio da Silva, destacou o bom início das competições. “A expectativa é grande. O Distrito Federal está em seis modalidades neste bloco, e os resultados até aqui têm sido muito bons. Estamos confiantes de que nossos estudantes vão continuar mostrando garra e conquistando medalhas para o DF”, disse. *Com informações da Secretaria de Educação
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Outubro Rosa reforça mensagem de autocuidado nas unidades de saúde do DF
O diagnóstico precoce do câncer de mama salva vidas, e o Outubro Rosa é um lembrete de que o cuidado com a saúde deve fazer parte da rotina da mulher durante todo o ano. Para reforçar essa mensagem, as comissões internas de prevenção de acidentes e de assédio (Cipas) do Hospital Regional de Santa Maria (HRSM) e da sede administrativa do Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF) promoveram, na manhã desta quarta-feira (22), ações simultâneas de conscientização, autocuidado e escuta acolhedora. Ação no Hospital Regional de Santa Maria foi realizada no hall de entrada da unidade, reunindo diversas pacientes | Foto: Alberto Ruy/IgesDF As atividades integram as iniciativas do IgesDF voltadas ao bem-estar das colaboradoras, promovendo momentos de troca, reflexão e informação. O objetivo é incentivar o conhecimento sobre o próprio corpo e reforçar a importância de buscar atendimento médico diante de qualquer sinal de alerta. No HRSM, a ação ocorreu no hall de entrada, com relatos emocionantes. Um deles foi o da colaboradora Géssica Camila Ferreira, 31 anos, técnica de enfermagem do centro obstétrico. Ela percebeu algo diferente há cerca de um ano, enquanto ainda amamentava o segundo filho. “Eu senti um caroço muito grande no peito e fui atrás de atendimento, mas foi um diagnóstico muito difícil, porque os ductos de leite cobriam o tumor e os exames não conseguiam identificar”, lembrou. “Passei por três médicos até conseguir fazer a biópsia.” Atenção constante “Cuidar de si é um ato de amor — amor próprio e amor à vida. Quando uma de nós se informa, se observa e busca ajuda, abrimos caminho para muitas outras fazerem o mesmo” Márcia Lemos, chefe do Núcleo de Mobilidade do HRSM Apesar das dificuldades, Géssica sempre manteve o hábito de se observar, e reforça que esse foi um fator essencial para a descoberta: “Eu sempre me cuidei, sempre me toquei. O que me chamou atenção foi o tamanho do caroço. Mesmo assim, o diagnóstico não foi rápido. Então, sentir qualquer mudança já é motivo para procurar ajuda”. Presidente da Cipa e chefe do Núcleo de Mobilidade (Numob) do hospital, Márcia Darlene Lemos reforçou: “Mais do que falar sobre o câncer de mama, queremos lembrar as mulheres de que elas não estão sozinhas. Cuidar de si é um ato de amor — amor próprio e amor à vida. Quando uma de nós se informa, se observa e busca ajuda, abrimos caminho para muitas outras fazerem o mesmo”. Além dos depoimentos, a ação contou com uma conversa conduzida pela mastologista do IgesDF Gabriela Feitosa, que alertou sobre a importância da mamografia a partir dos 40 anos e destacou a influência de hábitos saudáveis na redução do risco da doença. Tem cura Na unidade administrativa do IgesDF, o encontro contou com a palestra da chefe da Mastologia do Hospital de Base (HBDF), Mayra Teixeira, que ressaltou a importância do diagnóstico precoce como o principal aliado na cura do câncer de mama. [LEIA_TAMBEM]A palestra foi um momento de instrução e troca de conhecimento, com muitas perguntas das colaboradoras sobre a frequência dos exames, os hábitos que podem influenciar no surgimento da doença e os principais sinais de alerta. O foco principal foi a importância do autocuidado e do conhecimento sobre o próprio corpo. A mastologista alertou que, na população em geral, cerca de 10% a 12% das mulheres terão câncer de mama, doença que, conforme apontam pesquisas recentes, está sendo diagnosticada cada vez mais cedo. Entre 25% e 30% dos casos são detectados em mulheres com menos de 50 anos, e a estimativa é que 74 mil novos casos de câncer de mama sejam registrados no Brasil em 2025. Mayra Teixeira pontuou que a maioria dos casos pode ser tratada com sucesso quando identificada nos estágios iniciais, com uma taxa de cura de até 95%. “Durante muito tempo o câncer foi visto como uma condenação”, analisa. Hoje, felizmente, temos uma nova conversa sobre cura”. Segundo o presidente da Cipa da sede administrativa do IgesDF, Elton Cardoso, o Outubro Rosa é um momento essencial para divulgar informações e naturalizar o tema. “No IgesDF, onde temos um grande número de colaboradoras, promover esse alerta também é um trabalho de gestão, que demonstra cuidado com a saúde e o bem-estar de quem faz parte da instituição”, enfatiza. *Com informações do IgesDF
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GDF usa tecnologia de ponta para desobstruir bocas de lobo e garantir o bom funcionamento de sistema de drenagem
Mesmo que os alagamentos sejam visíveis e causem transtornos à população, o trabalho para evitá-los ocorre “nos bastidores” das cidades. No Distrito Federal, a Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil (Novacap) utiliza tecnologia de ponta para limpar e desobstruir as bocas de lobo, o que garante o funcionamento das redes de drenagem e evita alagamentos durante as chuvas. Esse serviço é executado com caminhões chamados ultra vacall. O equipamento combina dois sistemas — hidrojateamento e sucção a vácuo — com o objetivo de desobstruir bocas de lobo e galerias, além de remover resíduos que podem causar alagamentos no período chuvoso. O GDF usa tecnologia de ponta para desobstruir as bocas de lobo, garantindo o correto funcionamento das redes de drenagem | Fotos: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília “É um serviço com tecnologia diferente de tudo que existe no mercado hoje. Outros estados têm equipamentos, mas não com a mesma potência dos nossos caminhões. O equipamento faz o jateamento da rede, empurrando o resíduo para a boca de lobo e, depois, succiona tudo com a bomba de vácuo”, explica Dyennifer Koga, gerente de licitações e contratos do consórcio GNN, que presta serviços terceirizados para a Novacap. [LEIA_TAMBEM]Após a limpeza, um robô percorre a rede pluvial registrando imagens e vídeos. O equipamento identifica trincas, rachaduras e até ligações clandestinas de esgoto, apontando os pontos que precisam de reparo. “Os equipamentos são diferenciados. O robô de inspeção faz o mapeamento de forma totalmente automatizada e temos um software para analisar esses dados. Com base nesse levantamento, a equipe repassa as informações à Novacap, que toma as medidas cabíveis”, completa Dyennifer. O trabalho segue um cronograma definido pela companhia para atender todas as regiões administrativas e garantir que estejam preparadas para o período de chuvas. Segundo a representante do consórcio, neste momento há equipes em Taguatinga, Asa Sul e Asa Norte, além de times de prontidão para emergências em todo o DF, atuando em situações críticas durante o período chuvoso. “É importante que a população entenda a relevância do serviço. Se jogarem lixo nas ruas depois da limpeza, as bocas de lobo entopem novamente. O trabalho é contínuo, mas com a colaboração de todos fica mais rápido e é possível atender mais áreas”, afirma Dyennifer. Esforço coletivo José Humberto de Souza mora na QNL há 53 anos e acredita que esse trabalho do governo tem ajudado a evitar alagamentos nas ruas. “É importante que o governo se preocupe com as bocas de lobo, porque, se não estiverem limpas, a água não consegue escoar. Esse trabalho depende tanto da população, para não jogar lixo, quanto do governo”, ressalta o aposentado. Nancy Nascimento também mora na QNL e valoriza o trabalho da Novacap. “Temos árvores que soltam muitas folhas. Quando a chuva vem, a água leva tudo pelos becos. Graças à limpeza das bocas de lobo, os riscos de alagamentos são diminuídos. A gente se esforça para manter a rua organizada, e muitos vizinhos colaboram, mas ainda há quem jogue lixo nas ruas”, diz a dona de casa. Morador de Taguatinga, José Humberto de Souza elogia o trabalho de desobstrução da rede de drenagem: "É importante que o governo se preocupe com as bocas de lobo, porque, se não estiverem limpas, a água não consegue escoar" Balanço Na última semana, em Ceilândia, foram limpas e desobstruídas 37 bocas de lobo na Avenida Leste, uma das principais vias da região. Na QNM 27, a galeria de águas pluviais também recebeu limpeza. Além disso, foram feitas podas de árvores na mesma quadra e na Via O-4, em Ceilândia Norte. Até agora, os trabalhos já retiraram mais de 150 toneladas de entulho e resíduos de locais como o canteiro central da Avenida Hélio Prates e das quadras EQNN 03/05, EQNM 23/25, EQNM 21/23 e QNM 28. Além da limpeza, a Novacap continua ampliando e readequando os sistemas de drenagem em áreas com sobrecarga durante as chuvas. Segundo a companhia, as principais frentes de trabalho incluem Asa Norte, Asa Sul e Lago Sul, onde foram feitas ampliações da rede pluvial e instaladas novas captações para melhorar o escoamento da água em locais que costumam registrar acúmulo.
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Projeto de Lei Complementar estabelece novas normas e garantias para donos de trailers e quiosques no DF
Nessa terça-feira (21), a Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF) aprovou o Projeto de Lei Complementar nº 68 de 2025, de iniciativa do Poder Executivo, que estabelece novos critérios para o exercício da atividade de quiosques e trailers no Distrito Federal. A aprovação do texto se deu por unanimidade, com 20 votos a favor, nenhum contra e sem abstenção. Agora, o projeto seguirá para sanção do governador Ibaneis Rocha. “Foi uma proposta construída com a participação de representantes da categoria, e acolhemos pontos apresentados pelos quiosqueiros. São garantias que valorizam e dão segurança jurídica e dignidade para esses trabalhadores”, informa o secretário de Governo, José Humberto Pires de Araújo. A legislação aprovada atualiza norma publicada há 15 anos e inova ao trazer garantias aos trabalhadores de quiosques e trailers, como o direito de transferência e o de sucessão para permissão de uso. Outra novidade, a lei prevê que o plano de ocupação para instalação dos mobiliários deve obedecer ao Plano Diretor de Ordenamento Territorial (Pdot) e ao Plano de Preservação do Conjunto Urbanístico de Brasília (Ppcub), e será elaborado pelas administrações regionais em suas respectivas áreas. A legislação aprovada atualiza norma publicada há 15 anos e inova ao trazer garantias aos trabalhadores de quiosques e trailers, como o direito de transferência e o de sucessão para permissão de uso | Foto: Arquivo/Agência Brasília Os planos de ocupação deverão especificar as atividades econômicas de comercialização de produtos ou de prestação de serviços permitidas para cada quiosque e trailer, e a metragem máxima, a altura, a padronização e a área adjacente. Segundo a proposta, a instalação dos quiosques deve obedecer a projeto de arquitetura elaborado e aprovado pelo Poder Executivo, nos termos do regulamento. É possível haver mais de um projeto padrão, considerando as atividades a serem desempenhadas e as especificidades de cada região administrativa. A lei manteve que os quiosques localizados na área do Ppcub não podem ultrapassar 15 m². Nas regiões administrativas que não fazem parte do Ppcub, a dimensão dos mobiliários será disposta conforme previsto no plano de ocupação. A proposição estabelece ser vedada a outorga de mais de uma permissão ou uma autorização para o mesmo Cadastro de Pessoa Física (CPF) ou Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica (CNPJ). Quanto à utilização da área pública, deve ser precedida de licitação, e o prazo máximo do contrato é de 15 anos, podendo ser prorrogado por igual período. É assegurado o direito de preferência ao licitante que comprovar a ocupação da área-objeto da licitação até 1º de janeiro de 2019. A lei tem o prazo de 90 dias para entrar em vigor. *Com informações da Secretaria de Governo (Segov-DF)
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