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Quadra de areia da Praça Central em Santa Maria passará por reforma

O Governo do Distrito Federal (GDF) vai reformar a quadra de areia da Praça Central da Região Administrativa de Santa Maria, localizada na QC 1. A obra será executada pela Companhia Urbanizadora da Nova Capital (Novacap) com recursos de R$ 700 mil transferidos pela administração. A intervenção consiste em uma manutenção geral que prevê a retirada e reposição da areia, nova drenagem da base, a construção de uma mureta de contenção de um metro de altura ao redor da quadra, além da reforma dos alambrados, pintura das estruturas metálicas e instalação de postes para a prática de vôlei. “Trata-se de uma praça muito procurada pela comunidade e a reforma vai melhor muito o espaço para o cidadão que vai ter um local renovado para praticar sua atividade física, aproveitar seu momento de lazer ou simplesmente passear. É o GDF levando bem-estar e qualidade de vida para as pessoas”, enfartiza o administrador de Santa Maria, Josiel França. A obra tem investimento de R$ 700 mil | Foto: Divulgação/Novacap A iniciativa foi motivada por problemas estruturais, como a ausência de drenagem e de contenção lateral, que provocavam a saída da areia e o crescimento de vegetação, além de danos visíveis no alambrado. O principal desafio técnico será a retirada da areia antiga, com tentativa de reaproveitar parte do material, embora esteja prevista a substituição de grande volume. Atualmente, o processo está em fase de liberação do empenho e aditivo contratual, e a execução deve começar no fim de outubro, com prazo estimado de 60 dias para conclusão. Durante esse período, a quadra permanecerá fechada ao público para garantir segurança e bom andamento dos trabalhos. “A ação integra o conjunto de investimentos do GDF em esporte e lazer, voltados à valorização dos espaços públicos e à melhoria da qualidade de vida da população”, destacou o presidente da Novacap, Fernando Leite. Na mesma praça, a pista de skate de Santa Maria, com cerca de 655 m², foi recentemente reformada pela Diretoria das Cidades da Novacap, recebendo novo piso em granitina, muros recuperados, corrimãos substituídos e pintura geral, o que devolveu aos praticantes um ambiente seguro e moderno para o esporte. *Com informações da Companhia Urbanizadora da Nova Capital (Novacap)

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Grafite leva cor e dá vida às passagens subterrâneas do Plano Piloto

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População idosa amplia participação no mercado de trabalho do Distrito Federal

O número de idosos no Distrito Federal segue em crescimento e vem ganhando destaque na dinâmica do mercado de trabalho. Dados da Pesquisa de Emprego e Desemprego (PED-DF), realizada pelo Instituto de Pesquisa e Estatística do Distrito Federal (IPEDF) em parceria com o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), indicam que, no biênio 2023–2024, a população com 60 anos ou mais representava pouco mais de um quinto dos habitantes em idade ativa, cerca de 523 mil pessoas. Desse total, 20% estão inseridos no mercado de trabalho, o equivalente a aproximadamente 105 mil idosos. Aumento da relação com o trabalho é indicativo de maior longevidade e ampliação das oportunidades voltadas a idosos | Foto: Divulgação/IPEDF A proporção desse grupo na força de trabalho aumentou em relação ao período anterior, passando de 19,1% para 20%. O avanço ocorre em um contexto de maior longevidade e de ampliação das oportunidades voltadas a essa faixa etária. “A pesquisa retrata um aspecto bastante relevante da condição social brasileira e regional — os idosos permanecem na estrutura produtiva, seja pela necessidade de participação social, seja pela busca de renda” Lucia Garcia, economista do Dieese Segundo a pesquisa, os idosos ocupados concentram-se principalmente no setor de serviços, responsável por mais de dois terços das vagas dessa população, seguido do comércio e reparação (16,2%). A construção civil e a indústria de transformação também mantêm participação relevante, com cerca de 6% cada. Ocupações nos setores O levantamento mostra ainda que 47,6% dos idosos ocupados são assalariados, sendo 22,8% no setor público e 24,8% no privado. Outros 29,9% atuam como autônomos, e 7,8% são empregadores. O nível de ocupação dessa população cresceu 9% entre 2022 e 2024, impulsionado principalmente pelo comércio (alta de 23,1%) e pelos serviços (8,1%). [LEIA_TAMBEM]As mulheres representam 60,2% do total de idosos no DF, embora os homens predominem entre os economicamente ativos (57,4%). Entre os inativos, que somam 418 mil pessoas, a principal razão para não trabalhar é a aposentadoria (69,9%), seguida pelos afazeres domésticos (13,8%) e por outras atividades não laborais (15,5%). A maioria (85,9%) já teve experiência anterior de trabalho, e 72% deixaram o último emprego há mais de cinco anos. A jornada média semanal da população idosa ocupada é de 39 horas, com rendimento real mensal médio de R$ 5.778. Em relação à renda dos inativos, a PED-DF aponta que o valor médio das aposentadorias foi de R$ 5.476, enquanto o das pensões alcançou R$ 3.819. “A PED retrata um aspecto bastante relevante da condição social brasileira e regional — os idosos permanecem na estrutura produtiva, seja pela necessidade de participação social, seja pela busca de renda”, avalia Lucia Garcia, técnica e economista do Dieese. “A relevância que vemos deste segmento nas esferas política, artística e intelectual, portanto, reflete um movimento mais amplo, que demanda políticas públicas e adaptação dos espaços organizacionais.” Veja o boletim.  *Com informações do IPEDF

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Reforma da Praça 21 de Abril recebe concretagem do novo PEC e calçadas novas

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