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Delegação do Haiti visita a Casa da Mulher Brasileira, em Ceilândia

Nesta quinta-feira (11), os representantes do governo do Haiti foram à Casa da Mulher Brasileira (CMB), equipamento da Secretaria da Mulher (SMDF), na Ceilândia, para conhecer mais de perto as instalações, a composição da equipe e o funcionamento dos programas e serviços destinados às mulheres vítimas de violência doméstica. A iniciativa acontece por meio do programa "Caminhos para a Igualdade", projeto realizado pela Agência Brasileira de Cooperação (ABC) e da ONU Mulheres, voltado para a promoção da equidade de gênero e do empoderamento feminino, nas ações de cooperação internacional do Brasil com outros países do Sul Global. A secretária da Mulher interina, Jackeline Aguiar, apresentou a política pública adotada no Distrito Federal. “É um prazer receber a visita dos representantes do governo do Haiti, aqui na Casa da Mulher Brasileira. A presença desta delegação representa muito mais do que uma visita técnica, ela simboliza a força da cooperação internacional, da troca de conhecimentos e da certeza de que os desafios enfrentados pelas mulheres ultrapassam fronteiras e exigem respostas construídas de forma coletiva”. A missão, promovida pela ABC e pela ONU Mulheres, reúne representantes de instituições haitianas para conhecer experiências brasileiras em segurança pública, justiça e proteção às mulheres | Foto: Divulgação/SMDF Funcionando 24 horas por dia, todos os dias da semana, a Casa da Mulher Brasileira é a porta de entrada da rede de proteção às mulheres em situação de violência no Distrito Federal. O espaço oferece alojamento para mulheres e seus filhos, atendimento psicossocial, escuta qualificada e encaminhamento para os serviços necessários, garantindo suporte imediato para quem precisa de ajuda. “Decidimos vir ao Brasil em razão da sua mobilização sobre o tema, da pertinência de suas leis, suas instituições e ações no enfrentamento à violência. Essa é uma oportunidade de buscarmos inspiração para aplicarmos em nosso país essa mesma política pública, aprimorando o nosso enfrentamento às violências em várias áreas, que vitimizam as mulheres haitianas”, disse o diretor de Planejamento Estratégico e Desenvolvimento (DPSD), Jean Gardy Muscadin. A missão, promovida pela ABC e pela ONU Mulheres, reúne representantes de instituições haitianas para conhecer experiências brasileiras em segurança pública, justiça e proteção às mulheres. O objetivo é fortalecer as capacidades institucionais haitianas no enfrentamento à violência baseada em gênero, por meio da troca de experiências e do compartilhamento de práticas adotadas pelo Brasil nas áreas de prevenção, atendimento e coordenação interinstitucional.   *Com informações da SMDF

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GDF investirá R$ 3,7 milhões em nova etapa de recuperação do Cerrado

O Governo do Distrito Federal (GDF) vai investir R$ 3.714.090,63 na execução do projeto Recupera Cerrado II, nova etapa das ações de recuperação do Cerrado iniciadas em 2019. A iniciativa será executada em regime de mútua cooperação com o Instituto Rede Terra, organização da sociedade civil selecionada por meio de chamamento público, e será integralmente custeada com recursos do Fundo Único do Meio Ambiente do Distrito Federal (Funam-DF). Desde 2019, o GDF realizou ações de recuperação do Cerrado em aproximadamente 390 hectares de áreas públicas, localizadas em unidades de conservação e áreas de preservação permanente. Diferente de outros biomas, o Cerrado exige o acompanhamento contínuo após o plantio. Isso se deve aos longos períodos de estiagem, que chegam a se estender por quase seis meses do ano, além dos desafios dos incêndios florestais e, no caso do DF, a forte pressão antrópica em algumas áreas públicas, além da predação pela fauna silvestre — como as capivaras. Para a governadora Celina Leão, a recuperação do Cerrado representa um compromisso com as próximas gerações e com a construção de um Distrito Federal mais sustentável. “Quem planta uma árvore está sempre olhando para o futuro. É um gesto que demonstra sensibilidade com a causa ambiental e responsabilidade com as próximas gerações. Com o Recupera Cerrado II, estamos garantindo que esse trabalho tenha continuidade, fortalecendo a preservação do nosso bioma, protegendo os recursos hídricos e promovendo mais qualidade de vida para a população”, afirma Celina Leão. As ações serão desenvolvidas ao longo de 18 meses em parques, unidades de conservação e áreas de preservação permanente localizadas nas orlas do Lago Paranoá. Diferente de outros biomas, o Cerrado exige o acompanhamento contínuo após o plantio | Foto: Divulgação/Sema-DF Entre as metas previstas estão a manutenção das áreas plantadas desde 2019, além do plantio de novas 20 mil mudas nativas de grande porte, com altura entre um e dois metros, para preenchimento de falhas, e a semeadura direta de 2,6 toneladas de sementes nativas de árvores, arbustos e capim do Cerrado em 218 hectares. Durante a execução do projeto, as equipes em campo atuarão no controle de espécies exóticas invasoras, no controle de pragas, no coroamento das mudas, na adubação de cobertura e na irrigação sistemática durante os períodos de seca. De acordo com o secretário do Meio Ambiente, Rafael Santana, as ações têm potencial para gerar benefícios ambientais e sociais. “A ampliação da cobertura vegetal contribui para a redução das ilhas de calor, o aumento da umidade do ar e a mitigação dos efeitos das mudanças climáticas no Distrito Federal. A recomposição da vegetação nas margens das bacias hidrográficas também favorece a proteção da qualidade da água e a recarga do Lago Paranoá, além de auxiliar na manutenção da fauna nativa”, argumenta o secretário. A iniciativa é um reforço do alinhamento do GDF com as políticas públicas de enfrentamento às mudanças climáticas. A recomposição da vegetação nativa em áreas estratégicas contribui para o sequestro de carbono, a regulação do microclima e o aumento da resiliência ambiental frente a eventos extremos, como secas prolongadas e incêndios florestais. Dessa forma, o Recupera Cerrado II amplia seu alcance para além da recuperação ecológica, consolidando-se como uma medida concreta de mitigação e adaptação às mudanças do clima, em sintonia com os benefícios ambientais já observados no projeto *Com informações da Secretaria do Meio Ambiente do Distrito Federal (Sema-DF)  

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Encontro destaca ações que fortalecem agroindústrias e agregam valor à produção rural do DF

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Agências do trabalhador fecham a semana com 489 vagas de emprego disponíveis

As agências do trabalhador do Distrito Federal oferecem, nesta sexta-feira (12), 489 vagas para quem procura um emprego. As oportunidades contemplam candidatos de diferentes níveis de escolaridade, com e sem experiência. Os salários chegam a R$ 3,2 mil. O posto com a maior remuneração é o de mecânico de manutenção de máquinas industriais, em Ceilândia, com uma vaga aberta. É exigida experiência na área e ensino médio completo. Em relação à demanda, o posto com o maior número de vagas é o de repositor de mercadorias, com 115 oportunidades abertas. Não é exigida experiência prévia. O salário oferecido chega a R$ 1,7 mil, além de benefícios. Outro cargo que se destaca pela quantidade de vagas é o de operador de caixa, com 105 chances, também não é exigido experiência. O salário oferecido é de  R$ 1,7 mil, além de benefícios. Para participar dos processos seletivos, basta cadastrar o currículo no aplicativo da Carteira de Trabalho Digital (CTPS) ou ir a uma das 16 agências do trabalhador, das 8h às 17h, durante a semana. Mesmo que nenhuma das chances do dia seja atraente ao candidato, o cadastro vale para oportunidades futuras, já que o sistema cruza dados dos concorrentes com o perfil que as empresas procuram. Empregadores e empreendedores que desejem ofertar vagas ou utilizar o espaço das agências do trabalhador para as entrevistas podem se cadastrar pessoalmente nas unidades ou pelo e-mail gcv@sedet.df.gov.br. Pode ser utilizado, ainda, o Canal do Empregador, no site da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda (Sedet).

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