QualificaDF Móvel abre 1.266 vagas gratuitas de qualificação profissional
A Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda (Sedet-DF) abriu as inscrições para o preenchimento de 1.266 vagas gratuitas em cursos de qualificação profissional oferecidos pelo projeto QualificaDF Móvel – 7ª Etapa – 4º Ciclo. Carreta do projeto QualificaDF Móvel atende trabalhadores que buscam qualificação profissional | Foto: Divulgação/Sedet-DF A iniciativa do Governo do Distrito Federal (GDF) tem como objetivo ampliar o acesso da população à capacitação profissional, promovendo a qualificação de trabalhadores e aumentando as oportunidades de inserção e permanência no mercado de trabalho. [LEIA_TAMBEM]As inscrições devem ser realizadas exclusivamente pela internet, por meio do portal da Sedet-DF. O período de inscrição vai desta quinta-feira (11) ao dia 19, mediante o preenchimento do formulário de iInscrição do QualificaDF Móvel. O projeto oferece cursos de qualificação profissional gratuitos, contribuindo para o desenvolvimento de competências e habilidades alinhadas às demandas do mercado. A ação integra as políticas públicas do GDF voltadas para geração de emprego, renda e inclusão produtiva. Os candidatos devem acompanhar as publicações oficiais da Sedet-DF para obter informações sobre os cursos disponíveis, critérios de participação, cronograma e demais etapas do processo seletivo. Inscrições: https://app.setrab.df.gov.br/acesso Edital: clique aqui. *Com informações da Sedet-DF
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Simpósio discute a valorização da formação técnica em saúde
A Escola de Saúde Pública do Distrito Federal (ESP/DF) promove, nos dias 17 e 18 deste mês, o I Simpósio do Ensino Técnico, evento científico e institucional voltado para integração, inovação e valorização da formação técnica em saúde. Realizado no auditório da Fundação de Ensino e Pesquisa em Ciências da Saúde (Fepecs), o simpósio é aberto à comunidade e conta também com a participação de estudantes, profissionais de saúde e servidores do GDF. A gerente de ensino técnico da ESP/DF, Juliana Larissa Machado, reforça que o evento fortalece a identidade do ensino técnico como uma estratégia para o SUS. “Os estudantes do ensino técnico têm um papel fundamental na rede de atenção, e a formação merece esse espaço de debate, de produção científica e de inovação”, afirma. O simpósio fortalece a identidade do ensino técnico como uma estratégia para o SUS | Foto: Divulgação/Fepecs Ela lembra, ainda, que o simpósio é uma oportunidade para dar visibilidade ao Protec, programa de ensino técnico associado aos programas de residência, possibilitando que os profissionais compreendam a proposta pedagógica, os diferenciais e os resultados da iniciativa. Outro ponto destacado pela gerente é a aproximação entre ensino e serviço. “Um dos grandes desafios na formação em saúde é reduzir a distância entre o que se ensina e o que acontece nos serviços. O simpósio reúne docentes, instrutores, preceptores, gestores, estudantes e representantes dos conselhos profissionais, com o objetivo de promover esse espaço de debate qualificado”, ressalta. As inscrições já estão abertas e são gratuitas. Faça a inscrição e confira a programação. *Com informações da Fepecs
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Tratamento para obesidade infantojuvenil no HCB inclui indicação de canetas emagrecedoras
O Hospital da Criança de Brasília José Alencar (HCB) acompanha crianças e adolescentes diagnosticados com obesidade, doença crônica caracterizada pelo aumento de peso e que pode acarretar em diabetes, acúmulo de gordura no fígado, hipertensão e outras comorbidades. A atenção, feita de forma multidisciplinar, é voltada a pacientes que não alcançaram sucesso em outros tratamentos e precisam recorrer à Liraglutida, caneta emagrecedora autorizada pelo Ministério da Saúde para o público pediátrico. Segundo a coordenadora de Endocrinologia do HCB, Ana Cristina Bezerra, o hospital acompanha pacientes acima dos 11 anos, que apresentem comorbidade, estejam acima de 60 kg e tenham possibilidade de fazer o tratamento com Liraglutida. Como o uso das canetas é autorizado a partir dos 12 anos, a equipe inicia o acompanhamento com antecedência, para confirmar a necessidade da medicação e iniciar o uso na idade correta. Ana Cristina Bezerra esclarece que o uso da Liraglutida é indicado para pacientes a partir de 12 anos, mas lembra que o monitoramento das crianças começa antes | Foto: Maria Clara Oliveira/HCB “Começamos a triagem do paciente aos 11 anos porque, se ele conseguir melhorar a alimentação, talvez não precise usar. Começamos a prepará-lo aos 11 anos – sendo que já devia ser preparado desde o nascimento”, afirma Bezerra. Medicação atua como um hormônio O hormônio GLP-1, produzido no intestino humano, ajuda no esvaziamento gástrico, dando sensação de saciedade. A Liraglutida é um medicamento análogo a esse hormônio: ao gerar a saciedade, contribui para a redução da quantidade de alimento ingerido pelo paciente. “A obesidade é decorrente do excesso de calorias. É um desequilíbrio entre ingesta [ingestão de alimentos] e gasto que tem que ser trabalhado desde o aleitamento materno. A obesidade hormonal ou genética vai ser menos de 2% dos casos”, esclarece Bezerra. De uso diário, a Liraglutida é disponibilizada, no Distrito Federal, pelo Componente Especializado da Assistência Farmacêutica, popularmente chamado de Farmácia de Alto Custo. A liberação é feita após processo criterioso: além da receita médica (apenas endocrinologistas podem prescrever), uma série de exames é periciada antes que os responsáveis pelo paciente possam retirar a medicação. Os profissionais da Farmácia de Alto Custo orientam quanto à aplicação das canetas no adolescente, mas a equipe de endocrinologia do HCB tira dúvidas das famílias durante as consultas. Além da Liraglutida, alimentação saudável e prática de exercícios físicos devem ser adotadas pelos jovens pacientes Sthefany Lopes, 17 anos, faz tratamento para obesidade no HCB desde os 12; em março, iniciou o uso da Liraglutida. “Antes, só com a atividade física e a dieta, eu não estava conseguindo perder peso; eu perdia, depois voltava. Minha médica passou esse medicamento, e está dando certo”, conta. A prescrição foi uma surpresa para a família, que relacionava as canetas ao uso adulto. A tia dela, Jassuele Gonçalves, acompanha a jovem nas consultas e foi a primeira a concordar com a equipe do HCB: “Falei que é melhor fazer um tratamento para obesidade do que ela ter que fazer para outras comorbidades”. Uma vez que o tratamento com a Liraglutida é iniciado, é preciso monitorar constantemente o quadro de saúde do adolescente. A aplicação começa com doses mais baixas, para controle de eventuais efeitos colaterais (como refluxo ou náusea), e os resultados obtidos precisam ser comunicados à Farmácia de Alto Custo. “Se o paciente não estiver perdendo peso de forma adequada, a medicação vai ser suspensa. É importante que faça direito, para ter acesso”, explica Bezerra. Com esse monitoramento, a equipe identifica casos em que a Liraglutida não traz resultados e suspende o uso, buscando outra abordagem terapêutica. “É uma doença crônica, então o tratamento é crônico. O paciente vai ter que manter alimentação saudável, atividade física, para o resto da vida” Ana Cristina Bezerra, coordenadora de Endocrinologia do HCB Mesmo nos casos em que a medicação surte o efeito desejado e há a perda de peso, as famílias são alertadas de que as canetas emagrecedoras não significam uma cura para a obesidade. “É uma doença crônica, então o tratamento é crônico. O paciente vai ter que manter alimentação saudável, atividade física, para o resto da vida”, explica Bezerra. Quando iniciou o tratamento, Sthefany não gostava desses novos hábitos. Hoje, a adolescente segue à risca as orientações: faz academia e caminhada regularmente e conta que sua refeição favorita é sanduíche natural e batata-doce que come no lanche da manhã, conforme orientação profissional. “Hoje, ela entende o benefício da dieta, de tomar medicação, de fazer atividade física; com 12 anos, ela ainda não tinha esse entendimento”, explica Jassuele. A mudança no estilo de vida é monitorada pela equipe multiprofissional do HCB: médicos gastroenterologistas acompanham pacientes que tenham alterações hepáticas causadas pela obesidade, e consultas com nutricionistas e psicólogos são agendadas de acordo com as necessidades de cada um. Segundo a psicóloga Milena Lima, do HCB, a integração entre diferentes áreas da saúde é importante para entender todos os aspectos afetados pela obesidade. Um dos pontos trabalhados pela psicóloga é o emocional. “Quando pensamos na adolescência, já tem todas as mudanças que essa fase traz, então a questão da autoimagem é muito forte, e também tem outras pressões que vão acabar dificultando o próprio tratamento”, relata a profissional. A nutricionista Ana Rosa Arruda elogia a base da alimentação brasileira, com arroz, feijão e carne, mas chama a atenção para a necessidade de frutas e leguminosas na dieta A equipe de psicologia trabalha especialmente na adesão da família ao tratamento, identificando as dificuldades enfrentadas e evitando o sentimento de culpa. “Eles já chegam se sentindo muito mal pelas crianças terem chegado nessas condições. No caminho, vamos encontrando muitos percalços, porque a obesidade vai trazendo também muitas questões emocionais”, relata Lima. O tratamento psicológico também aborda os hábitos alimentares da família, já que a cultura brasileira tende a incluir a comida em todas as comemorações e momentos marcantes. A forma de lidar com a comida no Brasil, por outro lado, contribui para outra medida que precisa ser tomada no controle da obesidade: a alimentação saudável. [LEIA_TAMBEM]De acordo com a nutricionista do HCB, Ana Rosa Arruda, o cardápio brasileiro, tradicionalmente iniciado pelo arroz com feijão, é bastante saudável e gera proteína de alto valor biológico. Arruda ressalta, no entanto, que é importante ir além dessa combinação: “É preciso ter não só os macronutrientes, como o arroz, o feijão e a carne, mas também vitaminas e minerais como as saladas, as verduras cozidas”. Responsável por tratar crianças e adolescentes com obesidade, ela orienta quanto a mudanças na rotina alimentar das famílias para combater a desnutrição. “Eles pensam que a nutrição vai falar só sobre o excesso, sobre reduzir, e aí vamos partir para outro critério: o de acrescentar. O que está faltando? É a fruta? Quantas frutas você come ao dia? Falamos da desnutrição invisível, porque, a olho nu, nunca pensamos que esse paciente está desnutrido”, explica. Embora um adolescente com obesidade seja acompanhado com mais atenção, várias orientações são comuns para toda a população. Confira medidas que devem ser tomadas para uma vida mais saudável: Fazer de cinco a seis refeições por dia, com cerca de três horas de intervalo entre elas; Incluir saladas e verduras cozidas na dieta; Evitar alimentos ultraprocessados, dando preferência a alimentos naturais; Manter a hidratação adequada; Praticar atividade física regularmente; Durante os primeiros meses de vida, estimular o aleitamento materno, para manter uma alimentação saudável desde o nascimento. *Com informações do HCB
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Águas Claras e Ceilândia terão ação de acolhimento à população em situação de rua nesta sexta (12)
Nesta sexta-feira (12), a partir das 9h, o Governo do Distrito Federal (GDF) fará a oferta de acolhimento e assistência social a pessoas que estão instaladas em 17 endereços distintos em Águas Claras e Ceilândia. Coordenada pela Casa Civil, a ação envolve as secretarias de Desenvolvimento Social (Sedes-DF), de Saúde (SES-DF), de Educação (SEEDF), de Segurança Pública (SSP-DF), de Proteção da Ordem Urbanística (DF Legal), de Justiça e Cidadania (Sejus-DF) e de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda (Sedet-DF), bem como o Serviço de Limpeza Urbana (SLU), a Novacap, a Codhab, o Detran-DF, a Polícia Militar, a Polícia Civil, o Corpo de Bombeiros Militar e o Conselho Tutelar. Um dos serviços oferecidos é o transporte de itens a locais indicados pelas pessoas abordadas | Foto: Agência Brasília As pessoas em situação de rua receberão a oferta de diversos serviços de saúde, educação e assistência social, além de orientação sobre cuidados com animais domésticos e benefícios como deslocamento interestadual. Também será oferecido um auxílio excepcional de R$ 600 a quem não tiver condições de pagar aluguel. Igualmente estarão disponíveis vagas em abrigos, programas de qualificação profissional – como o RenovaDF – e cadastro para unidades habitacionais. Após o atendimento, a DF Legal fará o desmonte das estruturas das pessoas em situação de rua e o transporte dos pertences ao local regular indicado pelo ocupante. Em último caso, o governo levará os objetos pessoais ao depósito da pasta (SIA Trecho 4, lotes 1380/1420), para retirada em até 60 dias, sem qualquer custo para o responsável. No decorrer da semana, as secretarias atuaram em abordagens sociais e atendimentos prévios, mapeando o público em foco e suas demandas. Veja, abaixo, os pontos de ação desta sexta-feira. Águas Claras → Área verde entre a linha do metrô e o Colégio Leonardo da Vinci → Rua 25 Sul → Avenida Boulevard Sul, entre as ruas 21 Sul e 20 Sul → Rua 21, próximo à Praça Quero-Quero → Praça da Caesb, próximo ao Parque Ecológico de Águas Claras → Avenida Boulevard Norte, entre as ruas 16 e Buriti → Avenida Boulevard, próximo à Estação Arniqueiras → Avenida das Araucárias 4530, marquise da Artes Claras → Cruzamento das ruas Ipê Amarelo e 07 com a Avenida Boulevard Sul → Quadra 301, Praça das Gaivotas → Quadra 301, Alameda Gravatá, próximo ao Fornassa → Quadra 301, Conjunto A, Avenida Parque Águas Claras 695 → Avenida Flamboyant Norte, lateral do Condomínio Top Life Ceilândia → Extensão da QNN 11 → QNN 13 → QNN 3, em frente aos conjuntos O e P, cerca do metrô → QNN 1/3, Bloco D, lojas 3 e 4. *Com informações da DF Legal
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