Adesão à nova Nota Fiscal de Serviço pode ser feita até 30 de junho no DF
A Secretaria de Economia (Seec-DF) prorrogou até 30 de junho de 2026 o prazo para que contribuintes que utilizam sistemas próprios de emissão de notas fiscais (webservice) realizem a adequação à nova Nota Fiscal de Serviço Eletrônica (NFS-e) Padrão Nacional. Decisão de adiar prazo para adesão busca garantir transição mais segura ao novo modelo | Foto: Divulgação/Seec-DF "A prorrogação do prazo para adesão vai permitir que todas as empresas, desenvolvedores e profissionais da contabilidade possam concluir os ajustes necessários com maior segurança" Clidiomar Soares, secretário-executivo da Receita da Secretaria de Economia A decisão foi tomada pelo secretário-executivo da Receita da Secretaria de Economia, Clidiomar Soares, para garantir uma transição mais segura e estável para o novo modelo, que faz parte das mudanças exigidas pela Reforma Tributária. Segundo o gestor, o Governo do Distrito Federal seguirá disponibilizando o ambiente de produção da nova NFS-e levando em consideração que adequações ainda estão sendo realizadas. Ajuste e correções "O Comitê Gestor Nacional da NFS-e (CGNFS-e) ainda está propondo, por meio de notas técnicas, ajustes e correções identificados durante a fase de homologação", detalha. Outro fator considerado é que os novos campos relacionados ao Imposto sobre Bens e Serviços (IBS) e à Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS) só passarão a ser obrigatórios a partir de 1º de agosto de 2026, conforme estabelecem o Ato Conjunto RFB/CGIBS nº 1/2025 e a Resolução CGIBS nº 6/2026. [LEIA_TAMBEM] "A prorrogação do prazo para adesão vai permitir que todas as empresas, desenvolvedores e profissionais da contabilidade possam concluir os ajustes necessários com maior segurança", afirma Clidiomar Soares. "Os contribuintes terão mais tempo para atualizar seus sistemas, realizar testes e corrigir eventuais inconsistências antes da liberação do ambiente de produção", complementa. O ambiente de homologação permanece disponível para cadastro e realização de testes. Também seguem disponíveis os materiais de apoio e os canais de atendimento técnico para esclarecimento de dúvidas. *Com informações da Seec-DF
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Nova edição do catálogo Conexões e Experiências está com inscrições abertas para produtores rurais do DF
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População negra tem manhã de empoderamento em Sobradinho
Em sua segunda edição, a ação Afroconexões: Diga Não ao Racismo, contou com uma programação especial para os 76 participantes na manhã desta sexta-feira (29), no Centro de Referência de Assistência Social (Cras) Sobradinho, unidade administrada pela Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF). Idealizado para acolher e promover a autonomia da população negra, o evento contou com conversas sobre a história da população negra no Brasil, dinâmicas sobre discriminação racial e atividades que valorizaram a cultura e os direitos da população negra no Brasil. Durante o ato, foram ministradas dinâmicas sobre a ressignificação das experiências de racismo e a responsabilidade coletiva antirracista | Foto: Renato Raphael/ Sedes-DF A ideia da iniciativa surgiu durante os atendimentos na unidade, quando a equipe observou que os usuários do Cras apresentavam dificuldades no momento da autodeclaração racial. O mês de maio foi escolhido em alusão à assinatura da lei áurea, ocorrida em 13 de maio de 1888, quando foi abolida a escravidão no Brasil. O marco simboliza o momento de liberdade de trabalho, de crença e cultura da população negra. “Iniciativas como esta são fundamentais para romper com o preconceito, promovendo o resgate da identidade, a garantia de direitos e a ocupação de espaços que historicamente foram negados à população negra" Mythsuer Monsueth, assistente social do Cras Sobradinho Após o café da manhã especial, os participantes assistiram a uma apresentação de capoeira ministrada pelo Mestre Bilu, da Associação Baluarte de Capoeira. Em seguida, foram ministradas dinâmicas sobre a ressignificação das experiências de racismo e a responsabilidade coletiva antirracista. A especialista em Desenvolvimento e Assistência Social da Sedes, Loyde Cardoso, foi convidada para ministrar uma roda de conversa abordando a história da comunidade negra e o combate ao racismo. Promoção da proteção social Mythsuer Monsueth, assistente social do Cras Sobradinho, ressaltou a importância da ação comunitária para a promoção da proteção social. “Iniciativas como esta são fundamentais para romper com o preconceito, promovendo o resgate da identidade, a garantia de direitos e a ocupação de espaços que historicamente foram negados à população negra. A execução do Afroconexões é um compromisso ético-político de construir uma sociedade justa, equitativa e antirracista”, disse. [LEIA_TAMBEM] A equipe do Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (Senac) de Sobradinho também esteve presente, oferecendo cortes de cabelo, penteados afros e tranças; aspectos estéticos que representam a cultura negra e valorizam a identidade racial. Ao final da manhã, os participantes receberam kits de autocuidado e lembranças temáticas. “A prevenção do racismo é fundamental para garantir o respeito e a dignidade da população negra que é maioria em nosso país e grande parte das famílias vulneráveis que atendemos. Nossas equipes têm trabalhado para criar ações conjuntas para promover a igualdade racial e fortalecer a autoestima das pessoas atendidas no Cras”, enfatizou a secretária de Desenvolvimento Social, Giselle Ferreira. *Com informações da Sedes-DF
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Evento promove diálogo sobre família, dignidade e envelhecimento da população LGBTQIA+ no DF
A Secretaria de Justiça e Cidadania do Distrito Federal (Sejus-DF), em parceria com a Igreja Inclusiva Cidade do Refúgio, promove, neste sábado (30), das 9h às 12h, o evento Entre Laços e Vidas: Família e Dignidade LGBTQIA+, na própria Igreja Inclusiva Cidade do Refúgio, em Vicente Pires. A iniciativa será realizada em formato de roda de conversa e vai abordar temas como adoção, barriga solidária e envelhecimento da população LGBTQIA+, fortalecendo informação, acolhimento e cidadania. A programação contará com momentos de fala, escuta e troca de experiências entre participantes, comunidade e representantes da rede de proteção social. Entre os temas debatidos estarão os direitos assegurados pelo Supremo Tribunal Federal (STF) para adoção por pessoas LGBTQIA+, os caminhos legais para a formação familiar no Brasil e as regras previstas pelo Conselho Federal de Medicina para a gestação por substituição sem fins lucrativos. O coordenador de Políticas de Proteção e Promoção de Direitos e Cidadania LGBT (CoorLGBT) da Sejus-DF, Eduardo Fonseca, destaca que o encontro busca ampliar o acesso à informação e fortalecer vínculos comunitários. “Falar sobre família, afeto e dignidade também é falar sobre direitos humanos. O evento cria um espaço seguro de acolhimento e diálogo, onde as pessoas LGBTQIA+ podem compartilhar experiências, esclarecer dúvidas e fortalecer redes de apoio fundamentais para a garantia da cidadania”, afirma. O bate-papo aberto permitirá que os participantes compartilhem vivências e construam propostas de fortalecimento da rede local de apoio | Foto: Divulgação/Sejus-DF Outro eixo da programação será o envelhecimento LGBTQIA+, com reflexões sobre invisibilidade social, direito ao cuidado, saúde, acolhimento e fortalecimento da rede de apoio formada por familiares, comunidade e instituições. O debate também terá como base o Estatuto do Idoso e os princípios de igualdade e não discriminação. O bate-papo aberto permitirá que os participantes compartilhem vivências e construam propostas de fortalecimento da rede local de apoio, além da divulgação de serviços e orientações oferecidos pelo poder público e instituições parceiras. Para o secretário interino de Justiça e Cidadania, Jaime Santana, ações como essa fortalecem o compromisso do Governo do Distrito Federal com políticas públicas inclusivas e de promoção da dignidade humana. “Promover espaços de diálogo e acolhimento é fundamental para assegurar direitos, combater preconceitos e fortalecer políticas públicas que reconheçam e respeitem a diversidade da população LGBTQIA+”, afirma. Programação 9h20 – Bloco 1: Direito à família (adoção e barriga solidária) Adoção por pessoas LGBTQIA+ Processo de adoção no Brasil Mitos e preconceitos ainda existentes Gestação por substituição sem fins lucrativos Caminhos jurídicos para reconhecimento da filiação 10h20 – Bloco 2: Envelhecimento LGBTQIA+ Invisibilidade e riscos sociais Direito à dignidade, saúde e cuidado Importância da rede de apoio 10h50 – Intervalo 11h – Bate-papo aberto Espaço de fala e escuta Troca de experiências 11h40 – Encaminhamentos Divulgação de serviços e orientações Fortalecimento da rede local de apoio Possíveis ações futuras 12h – Encerramento Síntese Mensagem final de acolhimento *Com informações da Sejus-DF
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