Nova adutora reforça abastecimento de água em Planaltina e beneficia 186 mil moradores
O sistema de abastecimento de água de Planaltina ganhou um reforço importante, nesta sexta-feira (29), com a entrega da Adutora de Água Tratada Planaltina 170. A nova estrutura amplia a capacidade de distribuição na região Norte e fortalece o atendimento no eixo Sobradinho-Planaltina. O investimento de R$ 2,86 milhões beneficia cerca de 186 mil moradores. A governadora Celina Leão afirmou que a nova adutora integra um conjunto de obras de infraestrutura em Planaltina, com ações de saneamento, drenagem e pavimentação. “A gente sabe que sem água ninguém vive. Essa adutora significa que, lá na Estância Mestre D’Armas, está chegando água tratada. É a drenagem, é a água, é a infraestrutura, é o asfalto chegando, e as pessoas tendo qualidade de vida”, destacou. "A gente sabe que sem água ninguém vive. Essa adutora significa que lá na Estância Mestre D’Armas está chegando água tratada. É a drenagem, é a água, é a infraestrutura, é o asfalto chegando, e as pessoas tendo qualidade de vida”, destacou a governadora Celina Leão | Fotos: Lucio Bernardo Jr./Agência Brasília Executada pela Companhia de Saneamento Ambiental do Distrito Federal (Caesb), a obra integra as ações do Governo do Distrito Federal (GDF) voltadas à ampliação da segurança hídrica e melhoria da infraestrutura de saneamento. Segundo o presidente da companhia, Luís Antônio Reis, a interligação dos sistemas vai melhorar a distribuição de água e reforçar o abastecimento durante os períodos de estiagem. “A nova adutora interliga a Estação de Tratamento de Água de Planaltina da captação do Pipiripau à Elevatória Mestre d’Armas. Com isso, vamos atender mais de 186 mil pessoas, aumentando a resistência e a resiliência hídrica dessa população”, afirma. Modernização “A nova adutora interliga Estação de Tratamento de Água de Planaltina da captação do Pipiripau à Elevatória Mestre d’Armas. Com isso, vamos atender mais de 186 mil pessoas, aumentando a resistência e a resiliência hídrica dessa população”, lembra Luis Antônio Reis, presidente da Caesb As obras foram executadas ao longo da BR-020 e incluíram a implantação de mais de 1,3 quilômetro de tubulação em material Pead. O projeto também contou com sistemas de automação, medidores de vazão e válvulas de controle para garantir maior estabilidade operacional da rede. Entre os destaques da execução estão as travessias sob a DF-230 e a BR-020 feitas por método não destrutivo, técnica que reduz impactos no trânsito e preserva a infraestrutura urbana existente.
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Viaduto em obras no Eixão Norte terá faixas de rolamento inferiores liberadas neste domingo (31)
A Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil (Novacap), executora da obra de reforma e recuperação estrutural dos viadutos 10 e 11 do Eixo Rodoviário (DF-002) Norte, vai liberar para o trânsito de veículos as faixas de rolamento inferiores dos viadutos a partir do próximo domingo (31), após as 18h, com o fechamento do Eixão do Lazer. Já na segunda-feira (1º/6), a travessia de pedestres também sofrerá alteração. A travessia passará a ser por cima do viaduto 10, localizada mais próxima dos pontos de ônibus e das passarelas de pedestres existentes no local. Histórico da obra Os viadutos 10 e 11 do Eixo Rodoviário (DF-002) foram construídos há aproximadamente 70 anos. As obras foram iniciadas por volta de 1958 e concluídas próximo ao início da cidade de Brasília, em 1960. Nesse período de quase sete décadas, essas obras de arte especiais não receberam manutenção preventiva. Sabe-se que as estruturas de concreto armado resistem sem manutenção até por volta de 50 anos, quando longe do litoral. Portanto, é evidente a urgente necessidade de obras no local. Os viadutos 10 e 11 do Eixo Rodoviário (DF-002) foram construídos há aproximadamente 70 anos | Foto: Divulgação/Novacap A recuperação com reforço estrutural dos dois viadutos contempla e altera as normas e especificações da época, modificando-os para as normas vigentes, tornando ambos os viadutos mais modernos. Originalmente projetados para suportar cargas de até 36 toneladas, conforme o “trem-tipo” da década de 1950/60, após a recuperação passarão a suportar 45 toneladas, garantindo maior segurança e adequação às exigências atuais. A obra foi iniciada em junho de 2024, com orçamento inicial de R$ 13,5 milhões. Logo no início, em inspeção minuciosa, foram verificadas diversas anomalias constatadas dentro das estruturas. Era uma situação muito pior do que a prevista e que se podia ver externamente, com patologias graves na estrutura de concreto armado dos dois viadutos, que estavam em estado iminente de colapso estrutural, ou seja, tal qual ocorreu com o viaduto da Galeria dos Estados. Foi solicitado apoio da Defesa Civil do DF, que, junto com os corpos técnicos da contratada e da Novacap, decidiram interditá-los imediatamente por motivo de segurança pública. Desta forma, foi necessária a formalização de aditivo ao contrato, incluindo serviços que não haviam sido previstos e ampliando o prazo de execução, com o valor investido nos serviços reajustado para R$ 24,3 milhões e o prazo de conclusão total da obra previsto para meados de 2026. Arte: Novacap A atuação antecipada da Novacap nestes viadutos foi estratégica para prevenir acidentes futuros, garantindo a estabilidade das estruturas antes mesmo de outras manutenções previstas na região. O foco da companhia é sempre assegurar a durabilidade do patrimônio público e a segurança dos usuários que trafegam pelo local. A obra encontra-se em fase de conclusão. No viaduto 10, os serviços de concretagem estão praticamente finalizados, restando apenas a execução dos guarda-rodas e o acabamento, com pintura dos pilares e da laje inferior. O viaduto 11 apresenta estágio semelhante, com os serviços de acabamento nos pilares e na laje inferior. O prazo para conclusão total é julho de 2026. Programa de Manutenção de Obras de Artes Especiais (OAEs) Em fevereiro de 2019, o Governo do Distrito Federal anunciou a instituição de grupo técnico para vistoriar os mais de 700 viadutos da capital federal e disseminar a cultura da manutenção. Além de engenheiros e técnicos do GDF, o grupo técnico é composto por especialistas de diversas entidades da sociedade civil e estudantes de instituições universitárias. Desde a queda do viaduto do Eixão, em fevereiro de 2018, já foram vistoriados 160 viadutos, incluindo todos do relatório do Tribunal de Contas do Distrito Federal (TCDF). A Secretaria de Obras e Infraestrutura, a Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil (Novacap) e o Departamento de Estradas de Rodagem do Distrito Federal (DER-DF) seguem atuando na inspeção e elaboração de projetos de recuperação de pontes e viadutos dentro de seus limites operacionais e considerando as limitações de orçamento e pessoal. *Com informações da Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil (Novacap)
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Servidores do SLU participam de atividade sobre separação correta de resíduos
O Serviço de Limpeza Urbana (SLU) participou de um ciclo de visitas técnicas promovido pela Assessoria de Gestão Sustentável (AGS) do Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT), com o objetivo de orientar servidores, membros e colaboradores terceirizados sobre a separação correta dos resíduos e a importância da destinação adequada dos materiais recicláveis. Em série de encontros, servidores do SLU e do MPDFT conversam sobre temas como coleta seletiva, reaproveitamento de resíduos e redução de impactos ambientais | Fotos: Divulgação/MPDFT Realizados entre abril e maio, os encontros ocorreram na sede e nas unidades descentralizadas do MPDFT. Os servidores do SLU levaram informações práticas sobre coleta seletiva, reaproveitamento de resíduos, redução de impactos ambientais e responsabilidade compartilhada entre instituições públicas, trabalhadores e cidadãos. “Quando falamos em resíduos, precisamos compreender que muitos materiais ainda possuem valor econômico e potencial de reaproveitamento. Por isso, a separação correta é fundamental para reduzir impactos ambientais, sanitários e sociais relacionados ao descarte inadequado” Allyson Silva, gerente de Educação Ambiental do SLU Durante as atividades, o gerente de Educação Ambiental do SLU, Allyson Silva, destacou que a separação correta começa no local onde o resíduo é gerado e tem impacto direto em toda a cadeia da reciclagem. “Quando falamos em resíduos, precisamos compreender que muitos materiais ainda possuem valor econômico e potencial de reaproveitamento. Por isso, a separação correta é fundamental para reduzir impactos ambientais, sanitários e sociais relacionados ao descarte inadequado”, afirmou. Segundo o presidente do SLU, Luiz Felipe Carvalho, a atuação em órgãos públicos é estratégica. “Essas ações ampliam a consciência ambiental em ambientes com grande circulação de pessoas e fortalecem a coleta seletiva na origem. Quando os resíduos são separados corretamente, as cooperativas recebem materiais com maior qualidade, o que melhora o aproveitamento, reduz rejeitos e contribui para a geração de trabalho e renda”, afirmou. De acordo com a assessora de sustentabilidade do MPDFT, Rafaela Sol, as visitas tiveram como foco orientar as unidades sobre as formas adequadas de descarte dos resíduos gerados, além de esclarecer responsabilidades no processo de gestão e fortalecer a integração entre os setores descentralizados. “A iniciativa buscou aproximar as unidades da Assessoria de Gestão Sustentável, criando um canal permanente de diálogo, esclarecimento de dúvidas e aprimoramento dos fluxos internos”, destacou. Educação ambiental Nas visitas, o SLU contribuiu com orientações sobre a diferença entre resíduos secos, orgânicos e recicláveis, além da forma correta de identificação de lixeiras e contêineres. Também foram abordados temas como redução do uso de copos descartáveis, consumo consciente e reaproveitamento de materiais orgânicos, como a borra de café. Na série de encontros, servidores discutiram desde a coleta nas salas até a separação e destinação final dos resíduos recicláveis As ações também detalharam os fluxos de gerenciamento de resíduos no MPDFT, desde a coleta nas salas até a destinação final pelas cooperativas habilitadas. A proposta é garantir que os resíduos recicláveis sejam separados com mais qualidade, aumentando o potencial de reaproveitamento e reduzindo o volume encaminhado de forma inadequada para a disposição final. Responsabilidade compartilhada [LEIA_TAMBEM] Além das orientações técnicas, os encontros promoveram reflexões sobre responsabilidade compartilhada na gestão de resíduos. O conceito envolve a participação de todos os atores da cadeia: cidadãos, instituições públicas, empresas, cooperativas, trabalhadores terceirizados e poder público. No encontro realizado na sede do MPDFT, Júlio Campos Alvarenga, representante do SLU, também destacou a importância da separação correta para reduzir os impactos ambientais e os custos do sistema público de destinação final. Segundo ele, grande parte dos materiais encaminhados aos aterros sanitários poderia ser reciclada ou reaproveitada caso fosse separada adequadamente ainda na origem. A iniciativa também contou com distribuição de materiais informativos e momentos de diálogo com os participantes, permitindo o esclarecimento de dúvidas sobre descarte correto, coleta seletiva e práticas sustentáveis no cotidiano institucional. * Com informações do MPDFT
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Mais de R$ 33 milhões serão destinados a obras no Mestre D’Armas e na Rajadinha
A governadora Celina Leão assinou, nesta sexta-feira (29), ordens de serviço para o início de duas obras de infraestrutura em Planaltina: a implantação da infraestrutura urbana do Setor Habitacional Mestre D’Armas e a pavimentação do acesso à Rajadinha, dentro do programa Caminho das Escolas. Juntas, as intervenções somam mais de R$ 33 milhões em investimentos. A chefe do Executivo afirmou que as intervenções autorizadas nesta sexta-feira nasceram de uma demanda direta da comunidade, após os transtornos causados pela chuva na região. “Estive aqui no momento de muita dificuldade, durante uma enchente no Mestre D’Armas. A partir daquela visita, vimos que só um projeto grande de drenagem resolveria a situação. Hoje, damos a ordem de serviço para essa obra e avançamos também com esgoto, asfalto e água potável. É a infraestrutura chegando e trazendo mais qualidade de vida para as pessoas”, destacou Celina Leão. Celina Leão: "É a infraestrutura chegando e trazendo mais qualidade de vida para as pessoas" | Fotos: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília Infraestrutura urbana No Setor Habitacional Mestre D’Armas, as obras de infraestrutura serão no Lote 1. O investimento é de R$ 21,9 milhões e contempla uma área de 138,39 hectares, abrangendo as áreas 1, 2, 3 e 4 do setor. Segundo o secretário de Obras e Infraestrutura, Valter Casimiro, as intervenções levam dignidade, segurança, mobilidade e melhores condições de vida para a população. 138,39 hectares Área do Setor Habitacional Mestre D’Armas que receberá obras de infraestrutura “Estamos executando todo o sistema de captação de águas pluviais do Setor Mestre D’Armas, além da infraestrutura de drenagem, pavimentação das vias, implantação de meios-fios e calçadas, sinalização, preparando a região para crescer de forma organizada, segura e com mais qualidade urbana para os moradores”, ressalta. A empresa responsável pela execução da obra é a Hytec Construções Terraplenagem e Incorporações Ltda. Acesso pavimentado A assinatura da ordem de serviço também autorizou a pavimentação do acesso à Rajadinha. A obra faz parte do programa Caminho das Escolas e contará com investimento de R$ 11,4 milhões, provenientes da Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico (Cide). Para o presidente do Departamento de Estradas de Rodagem (DER), Fauzi Nacfur Júnior, o acesso facilitará o deslocamento da comunidade escolar. “Eles vão deixar de conviver com poeira e lama. Isto significa conforto, segurança e mais qualidade para cada estudante”, destaca. Os serviços serão executados ao longo de quase sete quilômetros de via e incluem terraplenagem, drenagem, pavimentação asfáltica, sinalização horizontal e vertical, além de obras complementares e implantação do Plano de Gerenciamento de Resíduos Sólidos (PGRS). A obra será executada pela empresa Costa Brava Projetos e Construções e deve gerar cerca de 60 empregos. A expectativa é beneficiar aproximadamente 150 alunos da instituição de ensino localizada na região e mais de 30 mil motoristas que utilizam a via diariamente. Alan Morais comemora que a obra trará mais segurança e qualidade de vida para a comunidade [LEIA_TAMBEM]Morador da região e síndico do Condomínio Sarandi, o autônomo Alan Morais vê nas obras uma resposta esperada há anos pela comunidade. Para ele, o investimento precisa garantir não apenas a captação das águas pluviais, mas também o escoamento adequado e a proteção das margens do córrego. “A gente tem medo da grande quantidade de água que chega ao condomínio e pode piorar uma situação que já vem sendo agravada ao longo dos anos. Se a obra for completa, com drenagem, contenção das margens e melhoria do escoamento, vai trazer mais segurança e qualidade de vida para todos”, afirmou. O medo da chuva faz parte da rotina de muitas famílias da Estância Planaltina, como é o caso de Rafael Silva. Ele lembra que a água que desce da parte alta do Mestre D’Armas se concentra nas áreas mais baixas, como a própria Estância e o Condomínio Sarandi. “Quando começa uma chuva, as pessoas já ficam com medo, porque já houve desabamento de casa e risco para as famílias. Com a captação das águas pluviais e a retenção feita na parte superior, o volume de água que chega até aqui diminui. Isso desafoga a Estância Planaltina e o Sarandi e permite que os moradores durmam com mais tranquilidade”, disse.
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