Resultados da pesquisa

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BRB aprova ajustes no processo de aumento de capital

O Banco de Brasília (BRB) aprovou ajustes no processo de aumento de capital, com o objetivo de permitir a homologação intermediária de recursos internalizados para posterior autorização do Banco Central. Poderão ser realizadas homologações parciais do aumento de capital, sem encerrar o processo, até o montante de R$ 8,8 bilhões. Esse modelo permite que os recursos aportados passem a produzir efeitos no capital do banco de forma gradual, sem prejuízo das etapas remanescentes. Adicionalmente, com o objetivo de preservar o direito de todos os acionistas, independentemente de exercerem ou não o direito de preferência, o prazo de exercício foi prorrogado até o dia 3 de junho. O banco seguirá prestando informações ao mercado em conformidade com as exigências regulatórias.   *Com informações do BRB

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Programa Lobo-Guará desperta consciência ambiental em estudantes de Taguatinga

A Polícia Militar do Distrito Federal, por meio do Programa de Educação Ambiental Lobo-Guará (Prealg), realizou, nesta semana, mais uma atividade do projeto Guardiões Ambientais na Escola Classe 12 de Taguatinga.  Estudantes da Escola Classe 12 de Taguatinga participam de atividade do projeto Guardiões Ambientais | Divulgação/PMDF Durante a ação, estudantes do 5º ano participaram de atividades educativas voltadas ao conhecimento da biodiversidade brasileira, com destaque para a importância da preservação ambiental e dos principais biomas do país. De forma dinâmica e interativa, os alunos ampliaram seus conhecimentos sobre fauna, flora, sustentabilidade e cidadania ambiental. A participação ativa e o entusiasmo das crianças evidenciaram o interesse dos estudantes pelo tema, fortalecendo desde cedo a conscientização sobre a proteção dos recursos naturais e o cuidado com o meio ambiente. O Prealg segue promovendo educação ambiental nas escolas do Distrito Federal, incentivando a formação de cidadãos mais conscientes, responsáveis e comprometidos com a preservação da natureza e o desenvolvimento sustentável. *Com informações da PMDF

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GDF pretende obter superávit de R$ 2 bilhões até o fim do ano

O Governo do Distrito Federal arrecadou R$ 13,4 bilhões no primeiro quadrimestre de 2026. No entanto, a despesa empenhada, quando um governo assume a garantia de pagamento de um produto ou serviço, chegou a R$ 15,3 bilhões. Isso significa que o resultado orçamentário neste período chegou a um déficit de R$ 1,9 bilhão. Na prática, os gastos empenhados subiram 8,19% em relação ao mesmo período do ano anterior. “Mas até dezembro vamos chegar a um superávit de R$ 2 bilhões”, prometeu o secretário de Economia do DF, Valdivino de Oliveira. Ele foi nesta quarta-feira (27) à Câmara Legislativa do DF para detalhar o relatório de avaliação das metas fiscais de janeiro a abril de 2026.  O secretário Valdivino Oliveira apresenta resultado do primeiro quadrimestre em audiência pública na Câmara Legislativa | Foto: Vinícius de Melo/SEEC-DF À frente da Secretaria de Economia há pouco mais de um mês, Valdivino destacou que as medidas de contenção de gastos anunciadas por ele já começaram a surtir efeito. Segundo ele, o resultado primário nominal das contas públicas no primeiro quadrimestre apresentou melhora significativa: a previsão inicial era de déficit de R$ 1,7 bilhão, mas o período fechou com superávit de R$ 862 milhões. Os resultados apresentados na Comissão de Economia, Orçamento e Finanças (CEOF), presidida pelo deputado Eduardo Pedrosa, mostraram algumas melhorias nas contas do GDF. Por exemplo: a meta da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) previa um resultado primário (a diferença entre as receitas e as despesas excluindo-se os gastos com o pagamento de juros da dívida pública) negativo de R$ 1,5 bilhão, mas chegou positivo ao fim deste período em R$ 373 milhões. No geral, os gestores da Seec fizeram restrições ao comportamento das contas públicas desde 2023 e alertaram, principalmente, para a necessidade de controle de gastos. O total das receitas registrado de janeiro a abril deste ano foi de R$ 13,4 bilhões, contra R$ 12,2 bilhões em 2025. “Isso significa uma variação nominal de 10,35% - ou cerca de R$ 1,2 bilhão no período”, esclareceu o secretário-executivo da Fazenda, Clidiomar Soares.  Ao lado de Valdivino, assessores destacaram melhoras nas contas do DF: “Se não tivéssemos agido rápido, o déficit poderia ter chegado a até R$ 5 bilhões até o fim deste exercício”, observou o secretário-executivo de Finanças, Orçamento e Planejamento, Ailton Ferreira Cavalcante A atenção da gestão, portanto, se voltou para os gastos. “Se não tivéssemos agido rápido, o déficit poderia ter chegado a até R$ 5 bilhões até o fim deste exercício”, comentou o secretário-executivo de Finanças, Orçamento e Planejamento, Ailton Ferreira Cavalcante. “Porém, as dificuldades ofereceram facilidades e estamos melhorando o gasto público, adotando uma política fiscal eficiente”, reforçou o subsecretário do Tesouro, José Luiz Marques Barreto. O secretário adjunto de Economia, Marcelo Alvim, reforçou: “Em 30 meses, este é o primeiro mês em que as receitas superaram as despesas”, destacou ele. Dentro das metas Alguns gastos do GDF ao longo do primeiro quadrimestre estão dentro das metas preestabelecidas. Por exemplo: a aplicação de recursos na gestão das áreas de educação e saúde estão em torno dos 21%, portanto dentro dos limites constitucionais, que é de 25% ao fim do exercício. Na saúde, o GDF investiu R$ 1,14 bilhão — o mínimo seria R$ 1,31 bilhão, registrando um déficit parcial e corrigível até dezembro. Na educação, foram aplicados 21,75%, o que também exige monitoramento. O montante da dívida corrente líquida (DCL) está no patamar de 13,22%, com ampla folga em relação ao que exige o limite estabelecido pelo Senado, de 200%. Os gastos com pessoal em relação à receita corrente líquida está em 40,45% - sendo que o limite prudencial é de 46,55%. Outros dados O ICMS é o tributo que mais contribui para a arrecadação tributária do DF. Foram R$ 4,5 bilhões no período, com alta de 11,06% em relação ao realizado no ano passado no mesmo período. Aliás, o ICMS é responsável por 46,38% de toda a receita tributária distrital. Em seguida, vêm o Imposto de Renda, com 20,31% e o ISS, como 14,06%. Das transferências correntes (da União) para o DF, o SUS foi responsável por R$ 556 milhões, numa alta de 36,6% em relação ao primeiro quadrimestre de 2025. Os fundos de participação (estados e municípios) trouxeram ao tesouro distrital R$ 649,4 milhões.  *Com informações da Seec-DF  

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Hospital de Santa Maria reforça atuação farmacêutica nos cuidados paliativos

Segurança no uso de medicamentos, alívio de sintomas e mais qualidade de vida estiveram no centro de uma capacitação realizada com farmacêuticos do Hospital Regional de Santa Maria (HRSM), unidade administrada pelo Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF), nesta quarta-feira (27). O treinamento reforçou o papel desses profissionais na assistência multiprofissional e no cuidado centrado nas necessidades de pacientes em cuidados paliativos. Com o tema “Atuação do Farmacêutico nos Cuidados Paliativos”, o encontro reuniu profissionais da assistência para discutir práticas mais humanizadas, seguras e voltadas às necessidades individuais dos pacientes, além de promover atualização técnica e troca de experiências sobre a atuação farmacêutica em situações de maior complexidade clínica e emocional. A palestra foi conduzida pela farmacêutica Priscilla Tavares, que ressaltou a importância da assistência medicamentosa em contextos de maior complexidade clínica e emocional. “O especialista tem papel essencial na segurança do paciente, principalmente em situações mais sensíveis, em que o manejo adequado dos medicamentos impacta diretamente na qualidade de vida”, afirma. Durante o treinamento, foram abordados temas como individualização terapêutica, prevenção de interações medicamentosas, redução segura da dose ou suspensão de medicamentos, realizada de forma planejada e supervisionada, além da construção de planos terapêuticos alinhados às necessidades e ao conforto dos pacientes. Com o tema “Atuação do Farmacêutico nos Cuidados Paliativos”, o encontro reuniu profissionais da assistência para discutir práticas mais humanizadas, seguras e voltadas às necessidades individuais dos pacientes | Foto: Divulgação/IgesDF Segundo Priscilla, os cuidados paliativos vão além do controle da dor e dos sintomas físicos. “Ele envolve escuta, acolhimento e decisões que respeitem a individualidade e a dignidade de cada paciente”, explica. O chefe do serviço de farmácia clínica do HRSM, Thales Teódulo, destaca que iniciativas como essa fortalecem a participação do farmacêutico dentro da equipe multiprofissional. “Essa atuação também é nossa. Precisamos estar presentes na ponta, participando junto à equipe multiprofissional e contribuindo para uma assistência cada vez mais segura e de qualidade”, afirma. A médica paliativista do HRSM, Brunna Rezende, também reforçou o impacto da assistência farmacêutica no cuidado aos pacientes. “Os farmacêuticos têm a capacidade de melhorar sintomas, proporcionar mais conforto e até influenciar positivamente no processo de recuperação do paciente”, pontua. Quem também aprovou a iniciativa foi a farmacêutica clínica Vanessa Lima. “O tema foi extremamente enriquecedor. A palestrante conseguiu aprofundar o assunto de forma clara, prática e muito acessível, abordando diferentes aspectos dos cuidados paliativos”, comenta. A iniciativa foi organizada por áreas ligadas à educação permanente e à gestão do conhecimento do IgesDF. *Com informações do Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF)

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