Resultados da pesquisa

Resultados da pesquisa

Encontro discute cuidado com a saúde mental de servidores

Ler mais...

Thumbnail

Hospital Regional de Taguatinga agiliza cirurgias para tratamento da doença de Chagas

O Hospital Regional de Taguatinga (HRT) realizou, nesta quinta-feira (21), dois procedimentos cirúrgicos de miotomia endoscópica peroral (Poem, sigla em inglês). A nova técnica permite recuperação clínica rápida para pacientes que sofrem de acalasia, condição na qual o esôfago perde a capacidade de empurrar o alimento e a válvula de entrada para o estômago não se abre, impedindo a alimentação. A maioria dos pacientes acometidos sofre com a doença de Chagas. "A recuperação após o Poem é significativamente mais rápida do que a cirurgia tradicional. Em geral, a alta hospitalar ocorre no mesmo dia ou em até 24 horas após o procedimento", explica a gastroenterologista do HRT Sara Cardoso Rose. Segundo a médica, essa melhora acelerada não apenas impacta a qualidade de vida, como também reduz os custos hospitalares quando comparada à operação tradicional. "É um benefício importante para o sistema público de saúde", complementa. Poem é um procedimento minimamente invasivo, realizado por endoscopia, garantindo melhor tempo de recuperação para os pacientes | Foto: Matheus Oliveira/Agência Saúde DF Procedimento Além dos especialistas na área, o procedimento conta com a participação de equipes de anestesiologia, enfermagem, radiologia e de internação. Não é realizada nenhuma incisão: tudo é feito por meio da boca, como uma endoscopia. Com uso da tecnologia, o foco é criar um pequeno túnel na parede interna do esôfago para cortar as fibras musculares que impedem a passagem adequada dos alimentos. O paciente permanece sob monitorização avançada e são realizados exames antes e depois do Poem. Até 79% dos operados conseguem beber líquidos em até 24 horas. O primeiro Poem no HRT foi realizado em 2025 e, agora, já foram 12 procedimentos do tipo somente neste ano. "Hoje, o hospital de Taguatinga é um dos poucos centros no Brasil que oferecem a tecnologia na rede pública", destaca o gastroenterologista do HRT Técio de Araújo. O Hospital de Base (HBDF) também disponibiliza o Poem. Para o especialista, o serviço é fundamental para atender a população que mais necessita, especialmente considerando a alta incidência de doença de Chagas no país. *Com informações da Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF)

Ler mais...

Debate busca fortalecer liderança feminina no DF

Ler mais...

Thumbnail

CEF Tamanduá do Gama é finalista de prêmio nacional de tecnologia social

Mais uma escola da rede pública da Secretaria de Educação (SEEDF), desta vez vinculada à Coordenação Regional de Ensino (CRE) do Gama, alcança reconhecimento nacional ao transformar as histórias da comunidade em instrumento de aprendizagem. Localizado na zona rural da região administrativa, o Centro de Ensino Fundamental (CEF) Tamanduá é finalista do 13º Prêmio de Tecnologia Social da Fundação Banco do Brasil e representa o Centro-Oeste na categoria “Certificação de Novas Tecnologias Sociais”. Turma do CEF Tamanduá elaborou o projeto de forma a abranger o cotidiano da comunidade local | Foto: Mary Leal/SEEDF O destaque veio com o projeto “Inventário: Território Ponte Alta Sul do Gama”, iniciativa que aproximou o currículo escolar da realidade vivida pelos estudantes e transformou o território em instrumento de aprendizagem. Agora, a comunidade escolar busca o apoio da população na votação popular da premiação, aberta até sexta-feira (22). Para votar,  clique aqui. “A gente quis trazer o território para além da localidade geográfica, valorizando a cultura e os saberes da população para fortalecer o aprendizado e o protagonismo estudantil” Karla Costa Silva, supervisora pedagógica do CEF Tamanduá A premiação prevê valores entre R$ 65 mil e R$ 200 mil para os projetos vencedores. O anúncio será feito no próximo dia 28, no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB).  Raízes locais Ao longo do projeto, os estudantes participaram de pesquisas de campo, entrevistas com moradores e atividades voltadas à memória, à cultura popular, ao meio ambiente e às lutas sociais da comunidade rural. Também produziram mapas, registros fotográficos, estudos sobre o solo, hortas escolares e levantamentos sobre saberes tradicionais da região. [LEIA_TAMBEM]Para Arthur Emanuel Alves, de 13 anos, aluno do 8º ano do CEF Tamanduá, o trabalho ajudou a fortalecer o sentimento de pertencimento dos jovens com o território onde vivem. “Nós fizemos mapas mostrando onde cada família vive, pesquisamos histórias da comunidade, a cultura dos nossos antepassados e também trabalhamos com a terra, as hortas e as plantações”, relata. “Teve turma que fotografou o céu da região, e outras pesquisaram plantas e saberes da comunidade. É muito legal ver o nosso trabalho sendo reconhecido em uma premiação tão importante.” A supervisora pedagógica Karla Costa Silva lembra que o projeto nasceu da necessidade de aproximar a escola das vivências da comunidade e tornar o território parte do processo de ensino. “A gente quis trazer o território para além da localidade geográfica, valorizando a cultura e os saberes da população para fortalecer o aprendizado e o protagonismo estudantil”, explica. “O conteúdo das disciplinas passou a dialogar diretamente com a realidade dos estudantes, com as vivências da comunidade e com os saberes do campo.”   *Com informações da Secretaria de Educação    

Ler mais...

Ordenar

Ordenar

Faceta do tipo

Tipo

Filtro personalizado

Faceta da marca

Marcador