Resultados da pesquisa

Resultados da pesquisa

Brasília Ambiental marca presença na AgroBrasília 2026

Ler mais...

Thumbnail

Hospital de Base capacita equipes das UPAs para evitar agravamento de feridas e infecções

Uma ferida na pele pode parecer simples à primeira vista, mas, sem o cuidado adequado, pode evoluir rapidamente para infecções graves, aumentar o tempo de internação e dificultar a recuperação do paciente. Para evitar que esses casos se agravem ainda nos primeiros atendimentos, o Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF) iniciou nesta terça-feira (20), na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Planaltina, um projeto piloto de treinamento voltado às equipes assistenciais das UPAs administradas pelo Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF). A iniciativa é conduzida pela Comissão de Cuidados com a Pele do Hospital de Base e pretende ampliar o suporte às equipes que atuam nas unidades de urgência, fortalecendo a identificação precoce de feridas e o tratamento adequado logo no início do atendimento. De acordo com a enfermeira especialista em tratamento de feridas e integrante da comissão, Giselle Dias de Miranda, o projeto surgiu após a equipe identificar que muitos pacientes encaminhados pelas UPAs já chegavam ao Hospital de Base com lesões agravadas. “Percebemos que muitos pacientes chegavam das UPAs já com feridas avançadas e, muitas vezes, sem o cuidado adequado. São situações que evoluem rápido, podem causar infecções graves e acabam prolongando a internação. O que queremos é antecipar esse cuidado para que esse paciente tenha uma recuperação mais rápida e consiga sair da unidade com mais qualidade de vida”, destaca. Durante o treinamento, os profissionais receberam orientações sobre cuidados com feridas, identificação precoce de lesões em pacientes acamados, protocolos de atendimento e uso correto dos materiais disponíveis na rede. Um dos temas abordados foi o método Timers, ferramenta que ajuda os profissionais a avaliarem não apenas a lesão, mas também as condições gerais do paciente, incluindo fatores clínicos, rotina de cuidados e continuidade do tratamento após a alta. A iniciativa é conduzida pela Comissão de Cuidados com a Pele do Hospital de Base e pretende ampliar o suporte às equipes que atuam nas unidades de urgência | Foto: Divulgação/IgesDF Para o coordenador de enfermagem da UPA de Planaltina, Brenner Momente e Silva, que representou a gerência da unidade durante a ação, o treinamento fortalece a assistência prestada diariamente à população. “A gente percebe há muito tempo a necessidade de atualização constante nessa área. Recebemos diariamente pacientes idosos, acamados e pessoas mais vulneráveis a lesões de pele. A saúde muda o tempo inteiro, surgem novos protocolos e manter as equipes preparadas é essencial para garantir qualidade no atendimento”, afirma. Suporte especializado ampliado Segundo Giselle, o projeto também acompanha a mudança no perfil dos pacientes atendidos nas UPAs, que passaram a receber casos mais graves e pessoas que permanecem por períodos maiores nas unidades. Entre as situações mais frequentes estão pacientes diabéticos com feridas complexas, pessoas com problemas de circulação, pacientes em tratamento contra o câncer e vítimas de trauma que precisam de cuidados específicos com a pele. “A formação realizada em Planaltina marca apenas o início de um trabalho contínuo. A proposta é levar o treinamento para todas as UPAs administradas pelo IgesDF e retornar regularmente às unidades para discutir casos, atualizar as equipes e reforçar os cuidados. Não é uma ação pontual. É um trabalho permanente de suporte e construção conjunta”, salienta. O técnico de enfermagem Wesley de Oliveira participou da atividade e destacou a importância de aproximar teoria e prática dentro da rotina intensa das unidades. “Todos os dias, a gente recebe um paciente diferente e, muitas vezes, com feridas complexas. Participar de um treinamento assim ajuda muito no dia a dia, principalmente para agir de forma mais rápida e segura. É um aprendizado que melhora nosso trabalho e beneficia diretamente o paciente, que consegue ter uma recuperação melhor”, conta.[LEIA_TAMBEM] Além das capacitações presenciais, a Comissão de Cuidados com a Pele do Hospital de Base também trabalha no desenvolvimento de uma nova ferramenta dentro do MV, sistema utilizado para gestão das informações dos pacientes atendidos nas unidades administradas pelo IgesDF. A proposta é criar um espaço específico para que profissionais das UPAs possam acionar diretamente a equipe especializada do Hospital de Base em situações mais complexas, permitindo suporte remoto e acompanhamento mais rápido das lesões. A expectativa é que a ferramenta agilize as orientações às equipes das UPAs, reduza agravamentos e fortaleça a continuidade do cuidado dentro da rede pública de saúde.   *Com informações do IgesDF

Ler mais...

Raphael Sampaio Malinverni é nomeado chefe da Pgcons

Ler mais...

Thumbnail

Comunicação não violenta fortalece liderança e contribui para atendimento mais humanizado no SUS

A construção de ambientes mais seguros, colaborativos e humanizados foi o foco do sétimo encontro da 5ª edição do Programa de Desenvolvimento de Liderança (PDL) do Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF), realizado nesta quarta-feira (20). Com a palestra “Comunicação não violenta na liderança: construindo ambientes de confiança”, gestores e assessores refletiram sobre como a escuta ativa, a empatia e a qualidade das relações profissionais impactam diretamente o atendimento prestado aos pacientes nas unidades assistenciais do Sistema Único de Saúde (SUS).    Participantes da 5ª edição do Programa de Desenvolvimento de Liderança (PDL) do IgesDF | Fotos: Divulgação/IgesDF "Quando você começa a aplicar a técnica da comunicação não violenta, você tem um ganho na equipe, constrói um ambiente mais seguro e, consequentemente, vai ter uma equipe com maior performance" Ronaldo Silvestre da Costa, assessor técnico da CPLAM e membro da CAC    A formação foi conduzida por Ronaldo Silvestre da Costa, assessor técnico da Coordenação de Planejamento e Monitoramento de Contratações (CPLAM) e membro da Comissão de Avaliação do Contrato de Gestão (CAC). Durante o encontro, ele destacou que a comunicação não violenta vai além das relações internas e reflete diretamente na assistência oferecida à população. "Quando você começa a aplicar a técnica da comunicação não violenta, você tem um ganho na equipe, constrói um ambiente mais seguro e, consequentemente, vai ter uma equipe com maior performance. Isso reflete na ponta, em um atendimento com mais qualidade e uma escuta mais ativa do próprio paciente que busca os nossos serviços", afirma. Segundo Ronaldo, um dos principais desafios das organizações está na qualidade das relações interpessoais. Ele ressaltou que, muitas vezes, equipes tecnicamente qualificadas deixam de alcançar melhores resultados devido a falhas de comunicação e dificuldades no relacionamento entre os profissionais. "Às vezes, temos profissionais muito bons tecnicamente, mas as relações não estão boas. A liderança precisa identificar e trabalhar essas questões para fortalecer o time e melhorar a performance", explica.   No encontro foi abordada a importância da escuta ativa, da linguagem positiva, da validação de sentimentos e da criação de espaços seguros para diálogo  Ao longo da palestra, foram desenvolvidas atividades práticas que incentivaram os participantes a refletir sobre autenticidade, clareza na comunicação e construção de vínculos de confiança dentro das equipes. O palestrante também abordou a importância da escuta ativa, da linguagem positiva, da validação de sentimentos e da criação de espaços seguros para diálogo. "Muitas vezes, colocamos máscaras nos ambientes em que estamos. Precisamos refletir sobre que tipo de ambiente estamos construindo e se existe confiança dentro da instituição", destaca Ronaldo.  Observação sem julgamento [LEIA_TAMBEM]O debate também trouxe reflexões sobre liderança baseada em acolhimento, e não em medo. Ronaldo lembrou que, frequentemente, profissionais deixam empresas, equipes ou projetos não pelo trabalho em si, mas pela forma como são tratados no dia a dia. Durante o encontro, foram apresentados princípios da Comunicação Não Violenta (CNV), como observação sem julgamento, empatia, escuta ativa e expressão respeitosa de sentimentos e necessidades. A metodologia busca transformar a comunicação por meio do diálogo construtivo e da compreensão mútua, fortalecendo relações profissionais mais saudáveis. Para o palestrante, iniciativas como o PDL representam um investimento direto no desenvolvimento humano dos colaboradores e na melhoria contínua dos serviços prestados pelo IgesDF. “O programa traz esse aspecto da formação. É uma pausa para refletir, compartilhar experiências e entender como boas práticas de comunicação podem melhorar nosso trabalho, dar mais fluidez aos processos e fortalecer a assistência prestada nas unidades”, conclui. Oportunidade de rever atitudes A analista executiva da assessoria de comunicação (Ascom) do instituto, Anna Beatriz Vieira, ressaltou que o momento gerou um ótima oportunidade para rever ações e atitudes do dia a dia. "O PDL nos cria cenários onde podemos acompanhar as experiências de outros setores e levá-las para nossa realidade", comenta.  "Capacitar os gestores nesse tema contribui diretamente para o desenvolvimento de equipes mais engajadas, para a melhoria do clima organizacional e para uma cultura institucional pautada na empatia e no respeito" Tatiana Marra, chefe do NUCDC O Programa de Desenvolvimento de Liderança promove encontros periódicos voltados para o fortalecimento das competências de liderança no IgesDF, estimulando o desenvolvimento humano, a melhoria das relações interpessoais e a construção de uma cultura organizacional mais acolhedora e eficiente. A iniciativa é desenvolvida pela Superintendência de Pessoas, por meio do Núcleo de Cultura, Desenvolvimento e Comunicação Interna (NUCDC), e integra as ações voltadas ao fortalecimento das lideranças da instituição. "Promover espaços de diálogo sobre comunicação não violenta é essencial para o fortalecimento das lideranças e para a construção de relações de trabalho mais saudáveis, respeitosas e colaborativas. Capacitar os gestores nesse tema contribui diretamente para o desenvolvimento de equipes mais engajadas, para a melhoria do clima organizacional e para uma cultura institucional pautada na empatia e no respeito", completa a chefe do NUCDC, Tatiana Marra. *Com informaçõs da IgesDF  

Ler mais...

Ordenar

Ordenar

Faceta do tipo

Tipo

Filtro personalizado

Faceta da marca

Marcador