1ª Corrida do Bope une segurança pública e esporte em percurso noturno
A noite deste sábado (16) foi marcada pelo espírito de superação e integração cívico-militar. O estacionamento do Batalhão de Operações Especiais (Bope), no Setor Policial Sul, foi palco da largada da 1ª Corrida do Bope. A prova noturna desafiou os cerca de 3.000 participantes em um percurso de 6,2 km, e contou com uma temática repleta de símbolos ligados à caveira que é marca registrada da tropa de elite. Na largada, a governadora Celina Leão homenageou a categoria dos corredores: “O Bope é para quem escolheu o caminho mais difícil. Esses homens e mulheres são submetidos a grandes testes, porque eles precisam estar preparados” | Fotos: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília “Eu tenho convicção de que excelência é fazer o básico bem-feito. Nós queremos entregar um produto de qualidade e de excelência, que é a característica do do Batalhão de Operações Especiais” Tenente-coronel Zairo de Souza e Silva, comandante do Bope A governadora Celina Leão marcou presença na largada da corrida e exaltou a resiliência dos policiais: “O Bope não é para qualquer um. O Bope é para quem escolheu o caminho mais difícil. É para quem tem sangue nos olhos, é para quem quer estar lá no topo do topo. Esses homens e mulheres são submetidos a grandes testes, porque eles precisam estar preparados”. Dos 189 policiais do Bope, 18 são mulheres. A corrida, que contou com atrações musicais e um food truck nas imediações, também serviu como espaço de celebração. "Comemoramos 217 anos da PMDF em 13 de maio”, lembrou o comandante-geral da Polícia Militar do DF (PMDF), coronel Rômulo Palhares. “É a data de aniversário da nossa corporação e o fim da escravatura no nosso país”. Todos os participantes que finalizaram o percurso receberam uma medalha. A organização foi elogiada pelo comandante do Bope, tenente-coronel Zairo de Souza e Silva, que agradeceu o empenho da equipe: “Eu tenho convicção de que excelência é fazer o básico bem-feito. Nós queremos entregar um produto de qualidade e de excelência, que é a característica do Caveira, que é a característica do Batalhão de Operações Especiais: ser assertivo, ser eficiente na construção de uma sociedade mais segura”. Aproximação com a sociedade A policial militar Franciele Castro veio de São Paulo para acompanhar a corrida: “A gente precisa investir nessas atuações de esporte junto com segurança pública para unir a comunidade com a segurança” Um dos objetivos da corrida foi quebrar barreiras entre a tropa especializada e a população, o que atraiu até mesmo pessoas de fora do DF, como a militar Franciele de Souza Castro, moradora de São Paulo (SP) que veio a Brasília especificamente para o evento. [LEIA_TAMBEM]“A gente precisa investir nessas atuações de esporte junto com segurança pública para unir a comunidade com a segurança, para tirar aquela imagem muitas vezes deturpada da segurança pública, de que a gente é muito truculento, muito bravo, é até insensível”, avaliou. Esse senso de pertencimento alcançou civis de todas as idades e níveis de preparo físico. O analista de TI Paulo Oliveira escolheu a prova do Bope para a estreia em corridas, após cinco meses de treinamento. “É muito importante, porque abraça a comunidade local e traz esse senso de coletividade, que eu acho que é importante ainda mais na questão do esporte, que abraça diversos tipos de pessoas, de diferentes estilos”, enfatizou.
Ler mais...
GDF celebra Dia do Gari com ações de cuidado, atrações culturais e sorteios
Ler mais...
Famílias e escola se unem em manhã de integração e cidadania no Itapoã
Ler mais...
UBS 3 de Sobradinho promove força-tarefa com exames, contraceptivos e prevenção
Neste sábado (16), a Unidade Básica de Saúde (UBS) 3 de Sobradinho, localizada na Nova Colina, promoveu uma força-tarefa com diversos serviços de saúde voltados à família. A ação ofereceu exame preventivo, inserção de dispositivo intrauterino (DIU) e implante subdérmico contraceptivo liberador de etonogestrel (implanon), testes rápidos, além de cadastro para exames, como mamografia, e inserção na lista de cirurgias de laqueadura e vasectomia. Louise Soares, enfermeira da família da UBS 3 de Sobradinho: “O sábado é mais abrangente para muitas pessoas que trabalham no meio da semana” | Fotos: Matheus Oliveira/Agência Saúde-DF O objetivo foi ampliar o acesso aos cuidados de saúde, especialmente para pessoas que têm dificuldade de buscar atendimento durante a semana. “O sábado é mais abrangente para muitas pessoas que trabalham no meio da semana”, explicou a enfermeira da família da unidade, Louise Soares. “É um dia em que a unidade se dedica só a esses serviços, então podemos dar uma atenção dedicada aos pacientes”. Alessandra Batista, de 42 anos, reforçou a colocação da enfermeira: “Achei ótima a ação. Fui avisada ontem que ia ter a força-tarefa. Hoje, fiz a prevenção e testes rápidos. Acho importante ser no final de semana para quem trabalha, porque durante a semana é muito difícil”. Implanon Contraceptivo Implanon, de longa duração, apresentou grande procura na unidade de saúde Um dos destaques da iniciativa foi a inserção do implanon, método contraceptivo de longa duração que tem apresentado alta procura na unidade. Ao longo da ação, a equipe se organizou para fazer o procedimento em até 30 mulheres. “O implanon é uma excelente opção de contracepção”, explicou a enfermeira Juliana Lemos. “Muitas pacientes têm elogiado e relatado que o implante é menos incômodo e a inserção e a eficácia são muito boas.” [LEIA_TAMBEM]Denise Soares, 41, optou pelo método após investigação médica. “Estava realizando os exames para colocar o DIU, porque sentia muita cólica e sangramento”, contou. “Investigando, descobri uma endometriose. Então, me explicaram que era um bom método e pode tratar as cólicas muito intensas”. Após o procedimento, que durou cerca de cinco minutos, Denise aprovou a experiência: “Maravilhoso, não senti nada”. Atualmente, o implanon é ofertado a meninas e mulheres de 14 a 49 anos e segue alguns critérios de prioridade, como grupos de maior vulnerabilidade social, indígenas, imigrantes, refugiadas, privadas de liberdade, profissionais do sexo e residentes em áreas rurais. Também estão incluídas mulheres com condições de saúde específicas, como HIV/Aids, tuberculose multirresistente, endometriose profunda, entre outros. “Hoje, o implanon também nos auxilia a controlar a busca pela fila de laqueadura”, enfatizou a enfermeira Louise Soares. Maria Clara Damasceno, 21 anos, escolheu esse dispositivo após experiências com outros métodos aos quais não se adaptou. “Eu usei o DIU por um tempo, mas senti muitos efeitos colaterais, cólica, sangramento, e ele saiu do lugar umas três vezes; então, optei por trocar por ele”, disse. *Com informações da Secretaria de Saúde
Ler mais...