Conheça a dupla vencedora do Concurso de Tratadores do Zoológico de Brasília
A Fundação Jardim Zoológico de Brasília (FJZB) realizou a terceira edição do TransformaZoo – Concurso de Tratadores, iniciativa voltada à valorização e ao protagonismo técnico das equipes responsáveis pelo manejo animal. O concurso premiou projetos de ambientação e de bem-estar desenvolvidos por tratadores da instituição, com foco na inovação, no enriquecimento ambiental e na melhoria da qualidade de vida dos animais. A iniciativa faz parte das estratégias institucionais da equipe da FJZB para o fortalecimento das práticas de manejo e a modernização dos recintos, alinhando-se às diretrizes de importantes referências internacionais, como a World Association of Zoos and Aquariums (Waza), a Asociación Latinoamericana de Parques Zoológicos y Acuarios (Alpza) e a Associação de Zoológicos e Aquários do Brasil (Azab). O concurso também reforça recomendações relacionadas à capacitação contínua das equipes, ampliação de projetos de enriquecimento ambiental e fortalecimento da cultura institucional de bem-estar animal. Nesta edição, os projetos envolveram intervenções nos recintos da FJZB, promovendo melhorias estruturais, diversificação de estímulos ambientais e adequações voltadas tanto ao comportamento natural das espécies quanto à experiência dos visitantes. “O concurso fortaleceu a integração entre conservação, educação ambiental, inovação institucional e bem-estar animal, contribuindo para o planejamento estratégico da instituição e para os objetivos do Plano Diretor do Zoológico para os próximos 30 anos”, explica o diretor-presidente do Zoológico de Brasília, Wallison Couto. A avaliação do concurso foi dividida entre análise técnica e votação popular. A comissão avaliadora contou com representantes da Azab, Alpza e servidores da própria fundação, incluindo integrantes da Assessoria de Comunicação (Ascom), da Superintendência de Educação e Uso Público (Sueup) e da Superintendência de Conservação (Sucop). Os participantes receberam certificação pelas atividades desenvolvidas e premiações para participarem de congressos na área de atuação profissional. A iniciativa faz parte das estratégias institucionais da equipe da FJZB para o fortalecimento das práticas de manejo e a modernização dos recintos | Fotos: Divulgação/Zoológico de Brasília Proposta vencedora O recinto das onças-pintadas George e Peter ganhou novos espaços de descanso, ampliação das áreas arenosas, diferentes tipos de substratos e estruturas elevadas que permitem aos animais explorar o ambiente de maneira mais próxima ao comportamento observado na natureza. As mudanças fazem parte do projeto Predadores Brasileiros: Força e Adaptação, vencedor da terceira edição do Concurso de Tratadores. O projeto vencedor foi idealizado pela dupla Carlos Eduardo Nunes e Estevão Cesar Soares Melo. A proposta contemplou enriquecimento alimentar, cognitivo e sensorial, além de melhorias estruturais voltadas ao bem-estar dos animais e à sensibilização ambiental do público. A dupla conquistou o prêmio TransformaZoo Ouro, com direito à participação no Congresso da Azab 2026. Segundo os tratadores, a proposta foi construída a partir da observação diária do comportamento das onças e da tentativa de aproximar o recinto das características encontradas no habitat da espécie. “Ampliamos áreas arenosas dentro do recinto, criamos novos pontos de sombra e diversificamos os substratos. Hoje eles têm regiões com areia, grama baixa, capim alto, solo mais duro e outros espaços onde podem escolher por onde transitar”, explica Estevão. O projeto também ampliou os pontos elevados do recinto, considerando o comportamento natural das onças-pintadas, que utilizam diferentes níveis de altura para observação e deslocamento. Além das intervenções estruturais, a dupla buscou estimular o comportamento ativo dos animais por meio do enriquecimento ambiental. Foram implantadas novas estruturas para alimentação, áreas de exploração e espaços voltados ao descanso e à observação do recinto. Entre as novidades implantadas está uma rede suspensa utilizada como ponto de repouso e observação. Segundo os tratadores, a estrutura rapidamente passou a ser utilizada pelos animais. “Quando abrimos o recinto já com tudo novo, a primeira coisa que eles fizeram foi deitar juntos na rede. Foi muito marcante para a gente”, relembra Estevão. O trabalho desenvolvido pela dupla também levou em consideração as particularidades comportamentais de George e Peter, dois irmãos que convivem juntos no recinto. “Eles convivem muito bem juntos, e nós, tratadores, conhecemos essas características porque acompanhamos os dois todos os dias. Esse contato diário permite entender o comportamento deles, perceber mudanças e colaborar para um manejo que promova o bem-estar”, explica Carlos Eduardo. O projeto vencedor foi idealizado pela dupla Carlos Eduardo Nunes e Estevão Cesar Soares Melo Para os tratadores, a profissão vai muito além da alimentação e da limpeza dos recintos. A observação constante do comportamento dos animais é fundamental para identificar necessidades, desconfortos e oportunidades de melhoria no manejo. “Ser tratador é cuidar, observar e entender o que aquele animal precisa todos os dias. A gente acompanha mudanças de comportamento e consegue perceber quando algo está diferente e atua em colaboração com a equipe para garantir o bem-estar dos animais”, completa Carlos Eduardo. Dedicação ao bem-estar animal: conheça as outras duplas vencedoras Em segundo lugar, Magno Rainier dos Santos e Maicon Douglas Santos Vieira apresentaram o projeto Verde e Água, voltado às ariranhas Saraê e Macau. A iniciativa buscou reproduzir elementos do habitat da espécie, incentivando comportamentos típicos, como exploração aquática, interação social e uso de tocas, além de contribuir para futuras ações reprodutivas do casal. A terceira colocação foi conquistada por Rogério Rodrigues de Andrade e Thaynara Albuquerque Kuhl com o projeto Os Jardineiros do Cerrado. O trabalho promoveu a ambientação do recinto das antas por meio de um consórcio com tamanduás-mirins e seriemas, ampliando a complexidade ambiental do espaço e fortalecendo a representação do bioma Cerrado. O quarto lugar ficou com Priscila Sousa da Silva e Jozeilda Gabriel Soares, responsáveis pelas melhorias no recinto do Hospital Veterinário do Zoológico de Brasília, destinado à onça-melânica e à onça-parda Kira. O projeto incluiu ações de ambientação e enriquecimento ambiental voltadas ao acolhimento e recuperação de novos animais resgatados. Na quinta colocação, Maria Gorete Leão de Souza e Ésio Garcês de Mendonça desenvolveram o projeto Casa de Criação — Extensão do Borboletário, transformando o espaço em uma experiência educativa e imersiva sobre insetos diurnos e noturnos, especialmente mariposas. Já a dupla Juraci da Rocha Pereira e Edimias Nascimento da Silva apresentou o projeto Entre Listras e Horizontes, voltado à zebra Ailin, com intervenções para a melhoria do bem-estar, ampliação das opções de forrageamento e segurança nos procedimentos de manejo. *Com informações do Zoológico de Brasília
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Blitz educativa reforça prevenção aos incêndios florestais no Riacho Fundo II
Na manhã desta sexta-feira (15), a Secretaria do Meio Ambiente do Distrito Federal (Sema-DF), com os demais órgãos que compõem o Plano de Prevenção e Combate aos Incêndios Florestais (PPCif), realizou uma blitz educativa no Riacho Fundo II com foco na prevenção aos incêndios florestais durante o período de seca. A ação promoveu abordagens educativas a motoristas e passageiros sobre os riscos da queima irregular de lixo, entulho e restos de poda, práticas consideradas entre as principais causas de incêndios no Cerrado. Além das equipes técnicas, a ação contou com a participação de estudantes do Centro de Ensino Fundamental (CEF) Lobo Guará, que auxiliaram nas abordagens e na distribuição de materiais educativos. A proposta foi fortalecer a conscientização ambiental e incentivar a participação da comunidade na prevenção aos incêndios florestais. O secretário do Meio Ambiente do DF, Rafael Santana, ressaltou a importância das ações de educação ambiental realizadas em parceria com estudantes da rede pública. “A participação das crianças e dos estudantes nessas ações educativas aproxima ainda mais a população da causa ambiental. É uma iniciativa importante, porque leva conscientização de forma leve e acessível, além de mostrar a sensibilidade do Governo do Distrito Federal com a preservação da nossa fauna, da flora e do bioma Cerrado”, comentou. A coordenadora do PPCif da Sema-DF, Carolina Schubart, reforçou a importância das ações preventivas para reduzir os riscos de incêndios florestais durante o período de estiagem. “Nosso foco é fortalecer cada vez mais as ações de prevenção e conscientização da população, principalmente em áreas ambientalmente sensíveis e de grande relevância ecológica, como a região da Granja do Ipê. O trabalho integrado entre os órgãos do PPcif é essencial para proteger o Cerrado e evitar ocorrências de incêndios florestais”, afirmou. Além das equipes técnicas, a ação contou com a participação de estudantes do Centro de Ensino Fundamental (CEF) Lobo Guará, que auxiliaram nas abordagens e na distribuição de materiais educativos | Foto: Divulgação/Sema-DF As blitzes educativas integram as ações preventivas desenvolvidas pelo PPCif antes do período mais crítico da estiagem, quando aumentam os riscos de incêndios florestais no Distrito Federal. Segundo os órgãos ambientais, grande parte das ocorrências está relacionada à ação humana, especialmente à queima irregular de resíduos em áreas urbanas e rurais. O diretor de Prevenção e Combate aos Incêndios Florestais do Brasília Ambiental, Erisom Vieira Cassimiro, destacou a importância das unidades de conservação da região e o papel da população na prevenção aos incêndios florestais. “Essa é uma região de grande importância ambiental, que abriga unidades de conservação como a do Riacho Fundo, a do Recanto das Emas e a Granja do Ipê, áreas que sofrem bastante com os incêndios florestais durante o período de seca. Por isso, esse trabalho de conscientização é fundamental para aproximar a comunidade e reforçar a importância da prevenção”, afirmou. O presidente do Brasília Ambiental, Gutemberg Gomes, destacou a importância da atuação integrada entre os órgãos do GDF e da participação dos estudantes nas ações de educação ambiental: “Essa ação é fundamental, porque une prevenção, conscientização e participação da comunidade no combate aos incêndios florestais. A presença das crianças torna esse trabalho ainda mais importante, já que elas ajudam a levar a mensagem de preservação ambiental para dentro de casa e contribuem para conscientizar a população sobre a importância de evitar queimadas e proteger o Cerrado”. O professor do Centro de Ensino Fundamental Lobo Guará, Aurélio Neres, destacou a importância da conscientização ambiental entre os estudantes durante o período de estiagem. “É fundamental trabalhar esse tema com as crianças para que elas compreendam, desde cedo, a importância da preservação ambiental e da prevenção aos incêndios florestais. Esse cuidado ajuda a proteger o meio ambiente, os animais e toda a biodiversidade do nosso Cerrado”, afirmou Aurélio Neres. A estudante do Centro de Ensino Fundamental Lobo Guará, Júlia Barbosa Lima, de 11 anos, também destacou a importância da conscientização ambiental desde a infância. “Eu acho muito importante participar dessa ação, porque, quando as crianças crescem com esse pensamento de cuidar da natureza, elas se tornam adultos mais conscientes no futuro. Além disso, os incêndios não prejudicam só o meio ambiente, mas também a nossa própria vida”, afirmou Júlia Barbosa Lima. Participaram da ação o Departamento de Estradas de Rodagem do Distrito Federal (DER-DF), Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal (CBMDF), Batalhão de Polícia Militar Ambiental (BPMA), Instituto Brasília Ambiental, Companhia de Saneamento Ambiental do Distrito Federal (Caesb), Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio). *Com informações da Secretaria do Meio Ambiente do Distrito Federal (Sema-DF)
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Circuito da Agroindústria mostra como transformar a produção de frutas em renda o ano inteiro
A Emater-DF vai apresentar na AgroBrasília 2026, que começa na terça-feira (19), um modelo em tamanho real de agroindústria de pequeno porte voltado para o processamento de frutas, capaz de transformar excedentes e produtos com menor valor comercial em novas oportunidades de renda para agricultores familiares. Mãos à obra: visitantes da AgroBrasília poderão ver de perto como funciona uma pequena fábrica de produtos à base de frutas | Foto: Divulgação/Emater-DF O Circuito Tecnológico da Agroindústria mostrará, na prática, como estruturar uma pequena fábrica para produção de polpas, geleias, doces, frutas desidratadas e outros derivados, aumentando o valor agregado da produção e ampliando o tempo de comercialização das frutas. O modelo apresentado possui capacidade para processar aproximadamente 100 quilos de frutas por dia e foi planejado para atender pequenos e médios produtores, com estrutura adequada para até quatro manipuladores. A proposta contempla desde a organização dos espaços até o fluxo produtivo e as exigências sanitárias necessárias para comercialização segura dos alimentos. Produtividade “De uns anos para cá, a produção de frutas no DF tem aumentado cada vez mais, e [são] frutas de qualidade”, afirma o extensionista rural Paulo Álvares, responsável pelo circuito deste ano. “Além disso, temos a rota das frutas incentivando a implantação de novos pomares. Nos próximos anos, teremos uma alta produção de frutas in natura, e essas frutas precisam ser colocadas no mercado.” Ele explica que muitas frutas produzidas no Distrito Federal possuem alta perecibilidade, o que reduz o tempo de venda e impacta diretamente a renda do produtor: “É possível comercializar essas frutas in natura? Sim, mas, por serem sensíveis, elas perdem qualidade rapidamente. Com isso, a produção precisa ser vendida muito rápido, muitas vezes a preços baixos, reduzindo a possibilidade de ganho do produtor”. “O ideal é ter essa estrutura mínima de beneficiamento para aproveitar o alto valor agregado dessas frutas, aumentar o tempo de prateleira e utilizar aquilo que não tem valor comercial para produzir polpas, geleias, sucos e outros derivados” Paulo Álvares, extensionista rural da Emater-DF Espécies como açaí e mirtilo estão entre os exemplos de frutas que exigem maior cuidado no pós-colheita e que podem ter melhor aproveitamento quando destinadas ao beneficiamento. O modelo O modelo apresentado no circuito é baseado nos princípios de organização espacial e fluxo produtivo limpo descritos no manual Agroindústrias Rurais, da Emater-DF. A estrutura prevê áreas específicas para recepção, lavagem, processamento, armazenamento e expedição dos produtos, reduzindo riscos de contaminação e garantindo segurança alimentar. A proposta também contempla boas práticas de fabricação, controle higiênico-sanitário e separação entre áreas frias e quentes de processamento, além de orientações sobre armazenamento, rotulagem e conservação dos alimentos. O modelo inclui soluções sustentáveis para destinação de resíduos orgânicos e tratamento de efluentes. “O ideal é ter essa estrutura mínima de beneficiamento para aproveitar o alto valor agregado dessas frutas, aumentar o tempo de prateleira e utilizar aquilo que não tem valor comercial para produzir polpas, geleias, sucos e outros derivados”, explica Paulo Álvares. [LEIA_TAMBEM]A intenção da Emater-DF é mostrar que a agroindustrialização não é uma realidade distante da agricultura familiar, mas uma estratégia viável para aumentar a renda, reduzir desperdícios e ampliar mercados quando há planejamento e assistência técnica. A Emater-DF disponibiliza gratuitamente o manual Modelos de agroindústrias rurais: produtos de origem vegetal. A publicação reúne orientações técnicas sobre estrutura física, fluxo produtivo, organização dos ambientes, equipamentos e boas práticas de fabricação para agroindústrias de pequeno porte voltadas à agricultura familiar. Acesse gratuitamente o Manual Modelos de Agroindústrias Rurais – Produtos de Origem Vegetal. AgroBrasília 2026 → Data: terça-feira (19) a sábado (23), das 9h às 17h → Local: Parque Tecnológico Ivaldo Cenci — BR-251, Km 5, Brasília-DF. *Com informações da Emater-DF
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Biotic leva residentes, inovação e tecnologia para a AgroBrasília 2026
Entre os dias 19 e 23 deste mês, a Biotic S.A. marca presença na AgroBrasília 2026, transformando o Espaço AiTec em uma vitrine de soluções tecnológicas para o campo. Com foco em inteligência artificial (IA), sustentabilidade e transformação digital, o parque tecnológico do Distrito Federal conecta suas empresas residentes diretamente ao coração do agronegócio nacional. A participação da Biotic S.A. na feira também reforça a atuação integrada de instituições estratégicas do Governo do Distrito Federal (GDF). A empresa é subsidiária da Terracap, agência de desenvolvimento responsável por importantes ações voltadas ao desenvolvimento urbano, econômico e territorial do DF. A presença da Terracap e da Empresa de Regularização de Terras Rurais (ETR) amplia o diálogo entre inovação, desenvolvimento territorial, tecnologia e produção rural. Realizada no Parque Tecnológico Ivaldo Cenci, no PAD-DF, a AgroBrasília 2026 contará com um estande da Biotic no Espaço AiTec, voltado à apresentação de residentes, soluções tecnológicas e iniciativas de inovação aplicadas ao agronegócio. A programação contará com palestras, debates, workshops e podcasts sobre tecnologia, sustentabilidade e transformação digital no campo. Realizada no Parque Tecnológico Ivaldo Cenci, no PAD-DF, a AgroBrasília 2026 contará com um estande da Biotic no Espaço AiTec | Fotos: Divulgação/Biotic Com o tema “Agro de Resultado”, a AgroBrasília 2026 reunirá produtores, pesquisadores, estudantes, empresas e instituições de todo o país. Em 2025, a feira registrou 188 mil visitantes e movimentou R$ 5,1 bilhões em negócios, consolidando-se como um dos principais eventos do agronegócio nacional. A feira também contará com nove circuitos tecnológicos voltados à apresentação de soluções para ampliar a produção de forma sustentável no campo. As atividades serão conduzidas pela Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater-DF), reforçando o caráter técnico, inovador e formativo da programação. “A participação da Biotic na AgroBrasília reforça o compromisso do parque tecnológico em conectar inovação, pesquisa, empreendedorismo e desenvolvimento sustentável. Estar presente em um dos maiores eventos do agronegócio do país é uma oportunidade de apresentar soluções desenvolvidas no Distrito Federal e fortalecer o ecossistema de tecnologia e inovação aplicado ao agro”, destaca Gustavo Dias Henrique, presidente da Biotic S.A. Tecnologia, inovação e inteligência artificial em pauta No dia 21, às 10h, a Biotic S.A. participa do painel “Brasília: O Novo Hub das Deep Techs”, que integra a programação da AgroBrasília 2026. O debate reunirá representantes de instituições estratégicas do ecossistema de inovação do Distrito Federal para discutir o protagonismo de Brasília no desenvolvimento de tecnologias de base científica. Ainda no dia 21 de maio, das 11h às 12h, a Biotic promove o painel “Ecossistema Biotic: conexões, tecnologia e futuro”, apresentando iniciativas, residentes e soluções voltadas ao fortalecimento do ecossistema de inovação e empreendedorismo tecnológico do Distrito Federal. Com o tema “Agro de Resultado”, a AgroBrasília 2026 reunirá produtores, pesquisadores, estudantes, empresas e instituições de todo o país A programação da AgroBrasília também contará com podcasts realizados no Espaço AiTec, com transmissão ao vivo pelo canal oficial da feira no YouTube. No dia 21, às 16h, a Biotic participará de um dos episódios da programação oficial. No dia 22, das 10h às 12h, o Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT), residente da Biotic S.A., realizará palestra voltada à inovação e tecnologia aplicada ao agronegócio. Já às 14h, o podcast do IPT contará com a participação de representantes da instituição, integrando a programação oficial da AgroBrasília 2026. Também no dia 22, das 14h40 às 15h30, a Br.ino promoverá workshop voltado para professores, abordando inovação, tecnologia e educação aplicada. Espaço para startups e residentes da Biotic O estande da Biotic no Espaço AiTec contará com a participação de residentes e parceiros do ecossistema de inovação do parque tecnológico, entre eles Spinenergia, Instituto Multiplicidades, Instituto de Pesquisas Tecnológicas, Polus, Peptidus, Serpro e Krilltech, apresentando soluções voltadas à inovação, tecnologia e desenvolvimento sustentável no agronegócio. [LEIA_TAMBEM] O objetivo é aproximar o público das soluções desenvolvidas no Distrito Federal, fortalecendo conexões entre ciência, empreendedorismo, tecnologia e agronegócio. A proposta é apresentar iniciativas voltadas à transformação digital no campo, inteligência artificial, sustentabilidade, produtividade e desenvolvimento de tecnologias de impacto para o setor agropecuário. Serviço AgroBrasília 2026 Data: 19 a 23 deste mês Horário: 8h30 às 18h Local: Parque Tecnológico Ivaldo Cenci Endereço: BR-251, Km 5, PAD-DF Entrada gratuita Participação da Biotic: Espaço AiTec Programação Biotic Terça-feira (19) 14h — Abertura oficial da AgroBrasília 2026 Quinta (21) 10h — Painel “Brasília: O Novo Hub das Deep Techs” 11h às 12h — Painel “Ecossistema Biotic: conexões, tecnologia e futuro” 16h — Participação da Biotic no podcast da AgroBrasília Sexta (22) 10h às 12h — Palestra do IPT 14h — Podcast do IPT 14h40 às 15h30 — Workshop Br.ino. *Com informações do Biotic
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