Programa Ciência em Ação leva tecnologia e inovação a Sobradinho
A Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti-DF), em parceria com o Instituto Facilita, promove o Ciência em Ação 2026, que reúne tecnologia, inovação e experiências interativas, para toda a população. A iniciativa começou na terça-feira (30/6) e vai até esta quinta-feira (2), das 13h às 21h, no estacionamento do Estádio Augustinho Lima, em Sobradinho, com uma programação gratuita voltada a crianças, jovens, estudantes, famílias e toda a comunidade. O objetivo do evento é democratizar o acesso ao conhecimento científico e tecnológico, aproximando o público das ferramentas e habilidades que fazem parte da transformação digital. Durante os três dias de programação, os visitantes poderão participar de workshops, palestras, oficina de robótica, hackathon, torneio de jogos eletrônicos, jogos de tabuleiro e uma área de games no formato free to play (livres para jogar). Evento reúne tecnologia, inovação e experiências interativas para toda a população | Foto: Divulgação/Secti-DF “A ciência e a tecnologia precisam estar cada vez mais próximas das pessoas. Quando crianças, jovens e famílias têm contato com experiências inovadoras, abrimos portas para novas possibilidades e ajudamos a formar cidadãos preparados para os desafios do futuro”, destaca o titular da Secti-DF, Rafael Vitorino. A programação foi pensada para proporcionar experiências práticas e acessíveis, incentivando a criatividade, o pensamento crítico, a colaboração e a resolução de problemas. Mais do que uma atividade de lazer, o evento cria um ambiente de descoberta, no qual participantes podem experimentar novas tecnologias e compreender como elas impactam o cotidiano. Para a Secti-DF, iniciativas como o Ciência em Ação fortalecem o ecossistema de inovação do Distrito Federal ao despertar o interesse da população pela educação científica e tecnológica, promovendo inclusão digital, aprendizado e conexão entre comunidade, escolas, profissionais e iniciativas de inovação. SERVIÇO → Ciência em Ação 2026 → Data: até quinta-feira (2) → Horário: das 13h às 21h → Local: estacionamento do Estádio Augustinho Lima, em Sobradinho → Entrada gratuita. *Com informações da Secti-DF
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Operação Sossego registra 70 infrações de trânsito em Samambaia
Na noite desta terça-feira (30/6), o Detran-DF, com o apoio da Polícia Militar (PMDF), realizou mais uma edição da operação Sossego em Samambaia. Ao todo, 140 veículos foram abordados e 70 infrações de trânsito foram registradas. Os agentes removeram ao depósito quatro motocicletas e uma bicicleta equipada com motor a combustão. Durante a ação, 34 motociclistas foram autuados por conduzir veículo com escapamento irregular, sete por falta de habilitação e quatro por CNH vencida há mais de 30 dias. Também foram registradas oito infrações por conduzir veículo com sistema de iluminação alterado, duas por dirigir sob a influência de álcool e 15 por motivos diversos. A operação Sossego é uma iniciativa que tem o objetivo de retirar de circulação as motocicletas com descarga livre ou silenciador de motor de explosão defeituoso, deficiente ou inoperante. Além disso, visa garantir a segurança viária a partir da fiscalização das condições dos veículos e dos motociclistas. De acordo com o Código de Trânsito Brasileiro (CTB), conduzir o veículo com o equipamento do sistema de iluminação alterado é uma infração grave e acarreta multa de R$ 195,23, cinco pontos na CNH e retenção do veículo para regularização. *Com informações do Detran-DF
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Empreendedores, igrejas e entidades sociais recebem documentos de regularização
Empreendedores do Distrito Federal receberam, nesta quarta-feira (1º), 44 contratos e escrituras dos programas Desenvolve-DF e Pró-DF, em cerimônia realizada na sede da Terracap. No mesmo evento, a Terracap também entregou 16 escrituras públicas para igrejas, templos religiosos, entidades de assistência social e associações, dando continuidade à política de regularização fundiária dessas instituições. Ao todo, foram formalizados 58 documentos. A entrega reforça a política de regularização fundiária e de desenvolvimento econômico conduzida pelo Governo do Distrito Federal (GDF). No Desenvolve-DF e no Pró-DF, a formalização dos contratos e escrituras amplia a segurança jurídica dos empreendedores, incentiva novos investimentos e fortalece a atividade produtiva, contribuindo para a geração de emprego, renda e desenvolvimento econômico. No total, foram formalizados 58 documentos que asseguram a regularização dos imóveis | Foto: Divulgação/Terracap “Esperamos que a partir de agora, com esse título de propriedade, vocês continuem gerando emprego, renda e desenvolvimento para a cidade. A Terracap estará sempre ao lado de quem investe e contribui para o desenvolvimento do Distrito Federal” Júlio César Reis, presidente da Terracap Já para as igrejas, templos religiosos, entidades de assistência social e associações, a regularização assegura o exercício da liberdade religiosa, proporciona estabilidade jurídica às instituições e fortalece a continuidade das atividades sociais desenvolvidas em benefício da população. Incentivos econômicos Com esta nova etapa, o GDF ultrapassa a marca de 1,8 mil contratos e escrituras formalizados, resultado do trabalho desenvolvido pela Terracap em parceria com a Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda (Sedet-DF) para reduzir o passivo histórico desses programas e dar mais eficiência à gestão dos incentivos econômicos. Os 44 documentos entregues contemplam empreendimentos localizados no Guará (13), Ceilândia (10), Taguatinga (5), Gama (4), Samambaia (3), Santa Maria (3), Sobradinho (2), Recanto das Emas (2) e Núcleo Bandeirante (2). Durante a cerimônia, o presidente da Terracap, Júlio César Reis, declarou às pessoas beneficiadas: “Esperamos que a partir de agora, com esse título de propriedade, vocês continuem gerando emprego, renda e desenvolvimento para a cidade. Que possam crescer e voltar à Terracap não para receber uma escritura de incentivo econômico, mas para buscar uma área maior e ampliar seus negócios. A Terracap estará sempre ao lado de quem investe e contribui para o desenvolvimento do Distrito Federal”. O titular da Sedet-DF, Thales Mendes, ressaltou: “Muitas dessas empresas foram sacrificadas por programas que não funcionaram como deveriam. O que estamos fazendo hoje é oferecer segurança jurídica para que todos tenham condições de empreender. Nenhum Estado prospera sem empresas produzindo, gerando empregos, renda e arrecadação. É essa parceria entre o setor produtivo e o poder público que queremos fortalecer”. Programa Igreja Legal [LEIA_TAMBEM]A cerimônia também marcou a entrega de 16 escrituras públicas para igrejas, templos religiosos, entidades de assistência social e associações que ocupam áreas públicas de forma histórica. A iniciativa, que faz parte da política de regularização prevista na Lei Complementar nº 806/2009, ganhou maior agilidade a partir da criação do programa Igreja Legal, lançado em 2019 pelo GDF e pela Terracap para facilitar a regularização fundiária de instituições instaladas até 22 de dezembro de 2016 e que permanecem exercendo suas atividades nos imóveis. “Nenhum planejamento urbano consegue prever todas as demandas de uma cidade”, lembrou o presidente da Terracap. “Na construção de Brasília, não foram destinados espaços suficientes para as instituições religiosas, um problema que permaneceu por muitos anos. Com o programa Igreja Legal, estamos corrigindo esse passivo histórico e garantindo segurança jurídica para instituições que exercem um papel social fundamental.” Representando a governadora Celina Leão, a mãe dela, Maria Célia Leão, afirmou que a regularização concretiza o trabalho realizado pelas instituições ao longo dos anos: “Há pessoas que sonham, mas esses sonhos só se tornam realidade quando encontram quem esteja disposto a ajudar. Vocês ocuparam esses espaços, trabalharam e prestaram serviços importantes à sociedade. Hoje recebem um documento que garante segurança jurídica para continuarem contribuindo para a grandeza do Distrito Federal”. Catedral Militar Rainha da Paz é uma das instituições já beneficiadas pela regularização | Foto: Arquivo Agência Brasília Atualmente, o Igreja Legal oferece duas modalidades de regularização: a Escritura Pública de Compra e Venda, com possibilidade de parcelamento em até 360 meses, sem juros e atualização anual pelo IPCA; e a Concessão de Direito Real de Uso (CDRU), que também pode ocorrer por meio do sistema de retribuição em moeda social para entidades que desenvolvem atividades voltadas à população em situação de vulnerabilidade. Desde 2019, a Diretoria Colegiada da Terracap já aprovou a regularização de mais de 600 imóveis ocupados por igrejas e entidades assistenciais, por meio de escrituras públicas, concessões de direito real de uso e concessões com retribuição em moeda social. Entre as instituições já beneficiadas estão a Catedral Militar Rainha da Paz, o Templo Espiritualista Umbandista É Tempo de Unir (Teuto) e o Lar dos Velhinhos Bezerra de Menezes. *Com informações da Terracap
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Pesquisa registra melhora na aprendizagem de estudantes após restrição a celulares
Mais atenção durante as aulas, estudantes mais participativos e um ambiente escolar mais favorável ao ensino e à aprendizagem. Esses são alguns dos resultados observados nas escolas públicas do Distrito Federal após a implementação da Lei nº 15.100/2025, que regulamenta o uso de aparelhos eletrônicos portáteis nas instituições de educação básica. Os dados são de uma pesquisa exclusiva da Secretaria de Educação do Distrito Federal (SEE-DF), realizada entre 25 de março e 10 de abril de 2026. O levantamento ouviu 4.033 integrantes da comunidade escolar e aponta avanços na aprendizagem, no comportamento dos estudantes, no engajamento em sala de aula e na convivência entre os alunos após a implementação da legislação. Entre os profissionais da educação, 78,3% avaliaram positivamente o maior envolvimento nas atividades escolares, melhoria na socialização e fortalecimento da convivência nas unidades de ensino do DF | Foto: Felipe de Noronha / SEE-DF A pesquisa mostra que 85% dos professores participantes perceberam melhora na aprendizagem dos estudantes desde a entrada em vigor da legislação. Desse total, 45% identificaram contribuição significativa da medida para o desempenho escolar, enquanto 40% apontaram melhorias parciais, associadas ao aumento da atenção, do foco e da participação nas atividades pedagógicas. Para a secretária de Educação do Distrito Federal, Iêdes Braga, os resultados demonstram que a medida tem cumprido seu propósito de fortalecer o ambiente escolar sem abrir mão do uso pedagógico das tecnologias. "Os dados mostram que a escola voltou a ocupar, ainda mais, seu papel como espaço de aprendizagem, convivência e desenvolvimento. O uso consciente da tecnologia continua sendo incentivado, mas dentro de uma perspectiva pedagógica. Ao reduzir as distrações em sala de aula, percebemos estudantes mais atentos, participativos e envolvidos com o processo de ensino e aprendizagem. É um avanço construído com o compromisso das equipes escolares, das famílias e dos próprios estudantes", destacou a secretária. "Os dados mostram que a escola voltou a ocupar, ainda mais, seu papel como espaço de aprendizagem, convivência e desenvolvimento. O uso consciente da tecnologia continua sendo incentivado, mas dentro de uma perspectiva pedagógica" Iêdes Braga, secretária de Educação Os reflexos também foram percebidos no comportamento dos alunos. Entre os profissionais da educação consultados, 78,3% avaliaram positivamente as mudanças observadas após a implementação da lei, destacando maior envolvimento nas atividades escolares, melhoria na socialização e fortalecimento da convivência nas unidades de ensino. Outro dado relevante é o aumento do engajamento em sala de aula. 75,7% dos profissionais identificaram impactos positivos na participação dos estudantes após a redução das distrações provocadas pelos aparelhos eletrônicos. Além disso, 32,3% perceberam melhora significativa na atenção dos alunos, refletida em maior concentração durante as aulas e melhor aproveitamento das atividades propostas pelos professores. Convivência fortalecida A pesquisa também evidencia ganhos nas relações interpessoais dentro das escolas. Para 46,7% dos profissionais, a restrição ao uso dos celulares contribuiu significativamente para melhorar a convivência entre os estudantes. Outros 36,3% apontaram avanços parciais, indicando maior diálogo, fortalecimento dos vínculos e ampliação das interações presenciais nos momentos de convivência. No Centro de Ensino Médio Asa Norte (Cean), uma das escolas da rede pública do Distrito Federal, os resultados já fazem parte da rotina. Segundo o diretor da unidade, Claudinei de Oliveira, a mudança foi percebida desde as primeiras semanas de implementação da medida. "A diferença é visível no dia a dia da escola. Os estudantes passaram a interagir mais entre si, os intervalos voltaram a ser espaços de convivência e, em sala de aula, os professores relatam maior atenção e participação. A escola ganhou um ambiente mais propício ao aprendizado, sem perder de vista o uso da tecnologia como ferramenta educacional quando necessário."[LEIA_TAMBEM] Avaliação positiva O levantamento reuniu as percepções de 1.888 estudantes, 1.665 familiares, 362 professores e 118 gestores escolares, totalizando 4.033 respondentes. O objetivo foi avaliar os impactos da Lei nº 15.100/2025 no cotidiano das unidades escolares da rede pública do Distrito Federal. Os resultados também demonstram ampla aprovação da medida entre os profissionais da educação. 73,9% dos respondentes da rede pública classificaram a implementação da legislação como eficiente ou muito eficiente, reforçando a percepção de que a iniciativa tem contribuído para qualificar o ambiente escolar. Para apoiar as unidades de ensino durante esse processo, a Secretaria de Educação desenvolveu o material "O Celular na Escola: Modo Aprendizagem", com orientações voltadas para o uso responsável das tecnologias digitais e para o fortalecimento de práticas pedagógicas alinhadas à legislação. Os resultados da pesquisa reforçam que a regulamentação do uso de celulares vai além da organização da rotina escolar. Na percepção da comunidade escolar, a medida tem favorecido melhores condições para o ensino, ampliado a participação dos estudantes nas atividades pedagógicas e fortalecido a convivência no ambiente educativo, consolidando uma cultura de aprendizagem cada vez mais centrada na interação, na atenção e no desenvolvimento integral dos alunos. Pesquisa nacional Na terça-feira (30), a secretária de Educação, Iêdes Braga, participou do lançamento de uma pesquisa nacional sobre o primeiro ano de implementação da Lei nº 15.100/2025, que regulamenta o uso de aparelhos celulares nas instituições de ensino. Realizado no auditório do Ministério da Educação (MEC), o evento reuniu representantes do ministério, do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), do Instituto Alana e de redes estaduais de educação. Representando o Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed), a secretária lembrou que o debate sobre o uso dos dispositivos eletrônicos nas escolas está diretamente relacionado à formação integral dos estudantes e ressaltou que a restrição ao uso do aparelho não deve ser entendida como um fim em si mesma, mas como parte de um processo de fortalecimento da convivência escolar. *Com informações da SEE-DF
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