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Evento no DF discute Teste do Pezinho e doenças raras

O Hospital da Criança de Brasília José Alencar (HCB) realizou, na última quinta-feira (25), o simpósio "Do Teste do Pezinho ao Cuidado Especializado". O evento reuniu profissionais, estudantes e especialistas em pediatria para debater a integração dos níveis de atenção no Sistema Único de Saúde (SUS) e a garantia de direitos de pacientes com condições crônicas, raras e complexas.  Simulação do teste do pezinho feita durante oficina prática no início do evento | Fotos: Maria Clara Oliveira/HCB "Em Brasília, temos o privilégio de ter um Programa de Triagem Neonatal que consegue detectar mais de 60 doenças raras logo ao nascimento. Isso faz toda a diferença, pois as crianças são encaminhadas ao tratamento especializado o mais precocemente possível" Valdenize Tiziani, diretora-executiva do HCB  A abertura oficial foi conduzida pela diretora-executiva do HCB, Valdenize Tiziani, dando início a um dia de intensa imersão científica sobre a jornada do "paciente raro". Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), doenças raras são aquelas que afetam até 65 indivíduos a cada 100 mil pessoas.  "Em Brasília, temos o privilégio de ter um Programa de Triagem Neonatal que consegue detectar mais de 60 doenças raras logo ao nascimento. Isso faz toda a diferença, pois as crianças são encaminhadas ao tratamento especializado o mais precocemente possível", explicou Tiziani. Ela ressaltou, ainda, que a suspeita precoce na triagem, a celeridade dos testes confirmatórios e a inclusão imediata nos programas de assistência são a chave para a qualidade de vida desse indivíduo. O papel da enfermagem navegadora no diagnóstico precoce A primeira mesa-redonda do evento discutiu como o fluxo correto de atendimento transforma o prognóstico de cura, habilitação e reabilitação do paciente pediátrico. O painel destacou o protagonismo da equipe de enfermagem na unidade — essencial para acolher a família e coordenar o cuidado centrado no paciente.  Alice Santana com a filha Mirela Santana, de seis meses: "Cinco dias após o diagnóstico, ela já estava recebendo a medicação. O teste do pezinho salva vidas" Mirela Santana, de apenas seis meses, ilustra a importância desse fluxo. Sua mãe, Alice Santana, realizou o teste do pezinho como parte da rotina habitual de um recém-nascido. Poucos dias depois, recebeu um chamado do Hospital de Apoio de Brasília (HAB) para uma consulta de emergência com um médico geneticista. De lá, Mirela foi imediatamente encaminhada ao HCB para testes confirmatórios de atrofia muscular espinhal (AME), uma doença genética, rara e degenerativa que afeta os neurônios motores da medula espinhal. Ao chegar ao HCB, a bebê foi acolhida por uma equipe multidisciplinar: enfermeira referência, fonoaudióloga, terapeuta ocupacional, fisioterapeuta e neuropediatra. Prontamente, a equipe assistencial acionou o Componente Especializado da Assistência Farmacêutica (Ceaf, mais conhecida como Farmácia de Alto Custo) e o Ministério da Saúde para incorporar a paciente no Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas (PCDT) da AME, habilitando-a para a terapia gênica. "Se não fosse pela proatividade deles, tudo não teria acontecido tão rápido. Cinco dias após o diagnóstico, ela já estava recebendo a medicação. Minha filha tosse e chora bem, como vocês podem notar, e ela poderia já não ter essa força pulmonar que tem hoje se houvesse demora. O teste do pezinho salva vidas", relatou a mãe.  A diretora executiva do HCB, Valdenize Tiziani: suspeita precoce na triagem, celeridade dos testes e inclusão imediata nos programas de assistência são a chave para a qualidade de vida de pacientes Conhecimento técnico e abordagem multidisciplinar no SUS O simpósio abordou os principais eixos que integram o Programa de Triagem Neonatal do Distrito Federal, incluindo estrutura laboratorial, alta complexidade e gestão em saúde. O médico hematologista pediátrico do HCB, Alexandre Antunes, abordou o manejo da doença falciforme.  "Quando os sintomas clínicos se tornam evidentes, a doença já está instalada e há perda neuronal irreversível. A triagem precoce é o nosso maior trunfo" Janaína Monteiro, coordenadora de Neurologia do HCB  Incluída nacionalmente no teste do pezinho em 2001, a condição apresentava, antes disso, uma taxa de mortalidade de até 25% em crianças menores de cinco anos por complicações. “Atualmente, com a triagem e a integração da rede de saúde, incluímos esses pacientes em programas de terapia precoce, transplantes ou mesmo terapia gênica", explicou Antunes. Complementando o painel, o coordenador do Laboratório de Pesquisa Translacional (LPT), Ricardo Camargo, debateu os avanços em hemoglobinopatias, que são um grupo de doenças genéticas que afetam a estrutura ou a produção da hemoglobina, proteína responsável pelo transporte do oxigênio no sangue. O especialista indicou a diversidade genética da população brasileira como um desafio e campo rico para a pesquisa epidemiológica. A coordenadora de Pneumologia do HCB, Luciana Monte, detalhou o cuidado na Fibrose Cística, desde a identificação até a transição para o serviço adulto. Ela destacou que todos os pacientes do HCB passam por sequenciamento genético para avaliar a elegibilidade à terapia modular, que corrige a proteína defeituosa causadora da doença. Conforme dados epidemiológicos apresentados pela especialista do Registro Brasileiro de Fibrose Cística (2023), a média de idade dos pacientes diagnosticados e incluídos em seguimento no país é de 15 anos, sendo que cerca de 70% da população afetada tem menos de 18 anos. Luciana Monte, coordenadora da Pneumologia do HCB, detalhou o cuidado na Fibrose Cística, desde a identificação até a transição para o serviço adulto No período da tarde, os debates focaram em imunodeficiências primárias, como a Síndrome da Imunodeficiência Combinada Grave (Scid). A médica alergista e imunologista Flaviane Siqueira ressaltou a necessidade de aliar tecnologia e humanização: “A triagem neonatal não é só colher a gotinha de sangue; precisamos de estrutura para acolher a família. Temos a oportunidade de fazer esse ecossistema funcionar do começo ao fim aqui no hospital”.  [LEIA_TAMBEM] A coordenadora de Neurologia do HCB, Janaína Monteiro, finalizou o bloco reforçando o panorama da AME no SUS: "Quando os sintomas clínicos se tornam evidentes, a doença já está instalada e há perda neuronal irreversível. A triagem precoce é o nosso maior trunfo." Além do referencial teórico, o simpósio promoveu o desenvolvimento de competências técnicas cruciais para a rede de saúde do DF. Foi realizada a oficina prática "Coleta do Teste do Pezinho: teoria, demonstração e simulação guiada", conduzida por Samara Paiva, enfermeira e residente de Neonatologia da Secretaria de Saúde do DF (SES-DF). A atividade demonstrou todas as etapas críticas: coleta adequada, distribuição e rastreio das amostras. A meta trabalhada pela rede é garantir que todo o processo de coleta e análise laboratorial seja concluído em até 20 dias, assegurando o tempo de resposta ideal para o início do tratamento. Ao integrar assistência, ensino e pesquisa, o Hospital da Criança de Brasília consolida um modelo de cuidado baseado no diagnóstico precoce e na humanização, pilares essenciais para transformar a jornada de famílias que convivem com o inesperado de uma doença rara.    *Com informações do HCB

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Nova sede do Caps II, no Cruzeiro, triplica capacidade e passa a atender 1,2 mil pessoas

O Centro de Atenção Psicossocial II (Caps II), ganhou nova sede, localizada na Quadra 1409 do Cruzeiro. Nesta terça-feira (1º), a governadora Celina Leão inaugurou o espaço, que funciona no antigo prédio do Tribunal Regional Eleitoral (TRE) e já está aberto ao público, com capacidade para atender a até 1,2 mil pessoas com transtornos mentais severos e sofrimento psíquico. A governadora Celina Leão destacou a importância de se cuidar da saúde mental da população e ressaltou os benefícios de uma nova sede para a região de saúde, que, até então, dividia espaço com a UBS (unidade básica de saúde) localizada na Quadra 905 Norte. Ela comentou, ainda, que outras quatro unidades de atenção psicossocial serão inauguradas no DF. Celina Leão: "O governador que não se preocupa com a saúde mental não consegue entender qual é a sociedade em que estamos vivendo" | Fotos: Tony Oliveira/Agência Brasília “A saúde mental não espera. O governador que não se preocupa com a saúde mental não consegue entender qual é a sociedade em que estamos vivendo. Saúde mental faz parte do dia a dia de todas as famílias. Eu desafio que exista uma família que não precise, hoje, de um suporte na saúde mental”, comentou.   O Caps II é o órgão diretamente responsável pelo acompanhamento especializado de pessoas em sofrimento psíquico grave ou com transtornos mentais severos e persistentes que demandam um cuidado territorial, contínuo e estritamente multiprofissional. A nova sede, agora com cinco consultórios, será responsável por atender a áreas da região central do Distrito Federal, compreendendo Asa Norte, Asa Sul, Lago Norte, Lago Sul, Varjão, Sudoeste e Octogonal, além do próprio Cruzeiro. A nova sede do Caps II terá cinco consultórios e atenderá pacientes de Asa Norte, Asa Sul, Lago Norte, Lago Sul, Varjão, Sudoeste,  Octogonal e Cruzeiro O espaço foi construído com o objetivo de proporcionar uma integração maior à rede de Atenção Primária à Saúde (unidades básicas de saúde), à rede de urgência e emergências e hospitais gerais, além da rede de assistência social (Cras, Creas) e demais políticas públicas setoriais, fortalecendo a linha de cuidado e a coelaboração de Projetos Terapêuticos Singulares (PTS). [LEIA_TAMBEM]Para a diretora regional de Atenção Secundária à Saúde, Graciele Pollyanna Mertens Mariath, responsável pela unidade, a nova sede atende a uma demanda de 9 anos de espera por um espaço próprio e pode até triplicar o atendimento, atualmente estimado em 400 pessoas. “A equipe terá consultórios prontos para receber esses pacientes, de portas abertas, além das consultas agendadas, com atendimento especializado em psiquiatria e psicologia”, explicou. Ela diz ainda que o novo Caps II contará com atividades ao longo de todo o dia e fornecerá alimentação para os pacientes.

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Inscrições para conselhos regionais de cultura do DF são prorrogadas

O Conselho de Cultura do Distrito Federal (CCDF) prorrogou o prazo de inscrições da chamada pública destinada à composição dos representantes da sociedade civil nos conselhos regionais de cultura do Distrito Federal para o triênio 2026/2029. A medida foi oficializada por meio do Edital nº 02/2026, publicado no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF) desta terça-feira (30/6). Com a alteração, as inscrições poderão ser realizadas até as 18h do dia 20 deste mês. O novo cronograma também estabelece as datas das etapas seguintes, incluindo habilitação das candidaturas, divulgação dos candidatos habilitados, período para interposição de recursos e análise dos recursos. Além da prorrogação das inscrições, o edital retifica a numeração da publicação anterior, passando de Edital nº 01/2026 para Edital nº 02/2026. A chamada pública tem como objetivo selecionar representantes da sociedade civil para integrar os conselhos regionais de cultura das regiões administrativas de Águas Claras, Arapoanga, Arniqueira, Lago Sul, Núcleo Bandeirante, Paranoá, Park Way, SIA, Sobradinho II, Taguatinga e Vicente Pires, fortalecendo a participação social nas políticas culturais do Distrito Federal.   *Com informações da Secec-DF

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GDF na Sua Porta oferece 600 vagas para castração gratuita de cães e gatos em São Sebastião

O frio da manhã não impediu que tutores chegassem cedo ao GDF na Sua Porta, em São Sebastião, nesta quarta-feira (1º), para garantir uma vaga de castração gratuita para cães e gatos. A ação da Secretaria Extraordinária de Proteção Animal (Sepan-DF) integra a programação do programa na cidade e oferece 600 vagas ao longo da semana, com distribuição de 120 senhas por dia. Nesta edição, são 180 vagas para cadelas, 180 para cachorros, 120 para gatos e 120 para gatas. O atendimento começou na segunda-feira (30) e segue até sexta-feira (4), dentro da programação do GDF na Sua Porta em São Sebastião. Nesta etapa do programa em São Sebastião, são 180 vagas para cadelas, 180 para cachorros, 120 para gatos e 120 para gatas | Fotos: Matheus Borges/Agência Brasília O cadastro é feito presencialmente, por ordem de chegada. As senhas começam a ser distribuídas às 6h. Depois, os tutores seguem para o espaço da Sepan-DF, onde fazem o agendamento e escolhem a data para levar o animal a uma das clínicas credenciadas pela secretaria. Para participar, é preciso morar no Distrito Federal, apresentar comprovante de residência e ter cadastro na plataforma CRIA. Cada CPF dá direito ao cadastro de um animal.   “Em todas as edições [do GDF na Sua Porta] nós estamos disponibilizando 600 vagas, sendo 120 vagas por dia. A população vem para o evento, fica na fila, recebe a senha e segue para o atendimento da Sepan-DF. Logo após a inscrição, a pessoa já sai daqui com o dia, o horário e a clínica onde será feita a castração”, explicou a subsecretária de Bem-Estar Animal, Joseane Araújo Feitosa Monteiro. “A população vem para o evento, fica na fila, recebe a senha e segue para o atendimento da Sepan-DF. Logo após a inscrição, a pessoa já sai daqui com o dia, o horário e a clínica onde será feita a castração” Joseane Monteiro, subsecretária de Bem-Estar Animal Desde a primeira edição do GDF na Sua Porta, a Sepan-DF ofertou 3.409 vagas de castração por meio do programa. Desse total, 1.826 cirurgias já foram feitas em clínicas credenciadas, com investimento de cerca de R$ 570 mil até o momento. A castração é uma das principais medidas de controle populacional de cães e gatos. O procedimento ajuda a evitar ninhadas indesejadas, reduz o número de animais em situação de abandono e contribui para o controle de zoonoses. Também diminui riscos de fugas, atropelamentos, brigas por território e contato com animais de rua. Além da cirurgia, o serviço inclui hemograma e anestesia intravenosa. Para tutores com inscrição ativa no Cadastro Único, o Castra DF fornece anestesia inalatória quando o médico-veterinário entende que ela é necessária. Os animais também recebem microchip, usado para cadastramento na plataforma CRIA. A castração também tem efeito direto na saúde dos animais. Em fêmeas, reduz as chances de tumores de mama e elimina o risco de piometra, uma infecção uterina grave. Em machos, diminui o risco de câncer de testículo. O procedimento ainda contribui para reduzir a transmissão de doenças como esporotricose, FIV e FeLV, ao diminuir o contato com animais não monitorados. De acordo com Joseane, a ação também atende protetores independentes e tutores que cuidam de animais resgatados das ruas. “É um processo importante para a prevenção de doenças, para diminuir fugas e para reduzir o abandono. A gente faz esse trabalho em parceria com a população, com os tutores e com os protetores dos animais”, afirmou. [LEIA_TAMBEM] Cuidados antes e depois da cirurgia Após o cadastro, o tutor precisa entrar em contato com a clínica indicada para receber as orientações pré-operatórias. No dia marcado, deve comparecer com documento de identificação com foto, comprovante de residência e cadastro ativo no CRIA. Na clínica, o tutor assina o termo de responsabilidade e autorização do procedimento. O animal passa pelo hemograma e, se não houver intercorrência no exame, segue para a cirurgia. O médico-veterinário Anderson de Araújo, da Sepan-DF, explica que os cuidados começam antes da data marcada para a castração. “O mais importante, após a aquisição da vaga de castração, é o correto monitoramento desse animal em todo o período pré-operatório. É preciso ficar atento à data e ao horário do agendamento e, de um a dois dias antes, começar uma preparação com redução de estresse”, orienta. Segundo o veterinário, o animal deve cumprir jejum hídrico e alimentar de cerca de 12 horas antes do procedimento. O tutor também precisa providenciar caixa de transporte, guia ou coleira, além de roupinha cirúrgica ou colar elisabetano para o pós-operatório. Depois da cirurgia, o animal é liberado com receita e orientações para o período de recuperação, que costuma durar de dez a 15 dias. “Na receita, estarão prescritos analgésico, anti-inflamatório, antibiótico e todos os cuidados com curativos. Depois desse período, o animal volta à clínica para retirada dos pontos e avaliação final”, detalhou Anderson. Serviço perto de casa Entre os tutores que enfrentaram a fila estava a dona de casa Alessandra Batista Mendes, de 49 anos, moradora de São Sebastião. Ela chegou cedo para cadastrar Lola, uma cachorrinha de 1 ano. Além da vaga para castração, Alessandra aproveitou outros atendimentos oferecidos pelo GDF na Sua Porta. “Tudo que eu estava precisando nos últimos dois anos eu estou conseguindo aqui hoje. Fiz atendimento do Cadastro Único, consegui o ID Jovem para minha filha e garanti a senha para castrar a minha cachorrinha”, contou. Para ela, a castração traz mais tranquilidade à rotina da família. “Eu só quero ela. Ela já tem o espaço dela. A castração é fundamental até para a nossa tranquilidade. Vai que uma hora ela dá uma fugidinha e arruma problema”, disse. “Cheguei cedo, com muito frio, meia no pé e touca na cabeça, mas deu certo”. Alessandra Mendes, dona de casa: “Tudo que eu estava precisando nos últimos dois anos eu estou conseguindo aqui hoje. Fiz atendimento do Cadastro Único, consegui o ID Jovem para minha filha e garanti a senha para castrar a minha cachorrinha” A balconista de drogaria Nájila Naelly Santos Machado, 27, também procurou o serviço. Protetora independente, ela conta que já cuidou de 15 gatos e que, por meio dos programas públicos de castração, conseguiu encaminhar mais de 50 gatos e mais de dez cães para o procedimento. “Eu estou achando muito bom estar aqui em São Sebastião, porque já fiz diversas ouvidorias pedindo que esse cadastro viesse para cá. Aqui tem muito animal abandonado. Eu faço esse trabalho de pegar na rua, castrar e, às vezes, devolver para o ambiente ou tentar encontrar um lar temporário”, relatou. Desta vez, Nájila buscava uma vaga para uma gata que apareceu na casa da mãe dela e teve filhotes. Pouco tempo depois, o animal engravidou novamente. “Ela a gente não adotou, mas ela adotou a gente. Então estamos fazendo o melhor possível para dar amor para ela”, afirmou. Para as próximas ações presenciais de castração, novas vagas serão disponibilizadas entre os dias 13 e 17 deste mês, na próxima edição do GDF na Sua Porta, que ainda não teve divulgado o local. O programa Criado em março deste ano, o GDF na Sua Porta foi o primeiro ato oficial da governadora Celina Leão. A iniciativa leva gabinetes móveis e serviços públicos às regiões administrativas para ouvir demandas da população e organizar respostas de diferentes órgãos do governo. O programa tem como objetivo aproximar a administração pública dos moradores, atender prioridades sociais e articular, em um mesmo local, órgãos e entidades do Governo do Distrito Federal (GDF) responsáveis por serviços de cidadania, infraestrutura, assistência social, saúde, emprego, mobilidade e orientação pública.

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