DISPENSA DE LICITAÇÃO Nº 20/2025
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Estudantes, pais, professores e servidores vão avaliar ensino na rede pública do DF
A Secretaria de Educação do Distrito Federal (SEEDF) lançou, na segunda-feira (4), o Questionário de Contexto Institucional (QCI) 2026 para toda a comunidade escolar da rede pública de ensino. Estudantes, pais e/ou responsáveis, servidores das carreiras magistério e Políticas Públicas e Gestão Educacional (PPGEE) devem responder ao QCI até o dia 3 de junho, por meio do site Avalia Cebraspe. O QCI é um instrumento estratégico, vinculado à Avaliação Institucional, que faz parte do Sistema Permanente de Avaliação da Educação do DF (Sipae). O questionário irá avaliar infraestrutura, formação e atuação docente, prática pedagógica, nível socioeconômico dos estudantes, clima organizacional e educação para as relações étnico-raciais de toda a rede pública de ensino do Distrito Federal. A subsecretária de Planejamento, Acompanhamento e Avaliação da SEEDF, Francis Ferreira destacou a importância de dar a devida atenção ao formulário. “A aplicação do Questionário de Contexto Institucional 2026 é uma ação estratégica da Secretaria de Educação que fortalece a escuta da rede e qualifica a tomada de decisão com base em evidências. Mais do que um instrumento técnico, o QCI contribui diretamente para a construção do Índice de Qualidade da Educação do Distrito Federal e para o aprimoramento das políticas públicas educacionais. Por isso, o engajamento de gestores e equipes é fundamental para garantir uma participação ampla, representativa e comprometida com a melhoria contínua da educação pública.” Para dar andamento à divulgação da importância do preenchimento do QCI, a Subsecretaria de Planejamento, Acompanhamento e Avaliação (Suplav) promoveu, na última quarta-feira (29), uma reunião técnica com os servidores no auditório Neusa França, localizado na sede da pasta, com o intuito de explicar como funcionará a inserção dos dados, a pertinência da divulgação para toda a comunidade escolar, o cronograma, entre outros. A subsecretária de Planejamento, Acompanhamento e Avaliação da SEEDF, Francis Ferreira, reforçou a importância da participação no QCI 2026 | Foto: André Amendoeira, Ascom/SEEDF Quem deve participar? É importante destacar que, para o público estudantil, haverá um recorte para responder ao QCI. Apenas alunos das etapas de conclusão: 5º ano do ensino fundamental, 9º ano do ensino fundamental e 3ª série do ensino médio podem responder. Os estudantes devem utilizar o próprio CPF para responder ao questionário, e os responsáveis devem utilizar o CPF do estudante também para identificar a relação direta com a rede pública. Já o servidor da Secretaria, por exemplo, deve usar seu próprio CPF. O funcionário público que também é responsável por algum estudante responde duas vezes: como servidor e como responsável pelo aluno. O questionário demora cerca de 20 minutos para ser respondido, com de 60 a 65 questões, sendo 15 apenas de perfil. A gerente de Avaliação Institucional, Fernanda Carvalho, compara a importância do contexto a um pilar que compõe a construção do Índice de Qualidade da Educação do Distrito Federal. “O questionário abrange muitas questões que vão além do desempenho e da aprendizagem, é preciso entender o contexto em que a aprendizagem e esse desempenho acontecem. Brasília é pioneira na inclusão do contexto, normalmente os estados só colocam desempenho e fluxo”. Segundo a gerente, a avaliação é um diagnóstico para as ações. Ela explica: "Para que tenhamos políticas públicas mais efetivas e consigamos atuar realmente no foco da fragilidade, nós precisamos saber onde está essa fragilidade, e nada melhor do que escutar quem está na ponta, na sala, quem está atuando para sabermos dessa fragilidade. Então, a gente precisa dessas respostas, tanto para gerar políticas públicas, quanto para gerar nosso Índice de Qualidade de Educação do Distrito Federal, que está previsto dentro do Sipae-DF.” Cronograma 4/5 - Início das aplicações 11/5 - Primeira parcial da taxa de participação 13/5 - Dia “D” do QCI - Níveis local e intermediário 14/5 - Dia “D” do QCI - Nível central 18/5 - Segunda parcial da taxa da participação 25/5 - Terceira parcial da taxa de participação 29/5 - Quarta parcial da taxa de participação 1/6 - Ações finais de engajamento 3/6 - Final da aplicação do QCI *Com informações da Ascom/SEEDF
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DF ganha 85 ônibus novos e amplia frota
Mais 85 novos ônibus foram entregues, nesta terça-feira (5), pela governadora Celina Leão. Os veículos passam a integrar o Sistema de Transporte Público Coletivo do Distrito Federal e devem beneficiar mais de 245 mil passageiros por dia. Equipados com tecnologia de emissões Euro 6, os veículos contribuem para a redução de poluentes e para a modernização da frota em circulação nas regiões administrativas do DF. “Quando a gente fala de sustentabilidade, nós temos de ter ações práticas, como essa entrega. Hoje, nós temos a frota mais ecológica e mais nova do Brasil. Vamos continuar com os investimentos nessa área de sustentabilidade, levando Brasília a patamares de reconhecimento internacional”, afirma a chefe do Executivo. Celina Leão: "Vamos continuar com os investimentos nessa área de sustentabilidade, levando Brasília a patamares de reconhecimento internacional" | Fotos: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília Os veículos serão incorporados à frota da empresa Urbi, que atua na área 3 do sistema e atende Samambaia, Recanto das Emas, Riacho Fundo, Riacho Fundo II, Núcleo Bandeirante e Água Quente. Já a empresa Marechal vai operar os novos ônibus nas regiões de Águas Claras, Arniqueira, Ceilândia (P Sul), Guará, Park Way e Taguatinga Sul. “A renovação da frota é um passo importante para manter o sistema atualizado e mais eficiente. Mesmo em áreas já atendidas, a substituição por veículos mais modernos faz diferença direta na experiência do passageiro e na qualidade da operação”, afirma o diretor-executivo da Urbi, Lucas Santos. Na área de atuação da Marechal, os veículos possuem portas dos dois lados, adequados para operar no Boulevard do Túnel Rei Pelé e no corredor exclusivo da EPTG e da Epig. A medida facilita o embarque e o desembarque dos passageiros em todas as paradas do corredor Eixo Oeste. "Investir no transporte coletivo é investir diretamente na qualidade de vida da população do DF" Paulo Munhoz, diretor da Marechal "São veículos modernos, todos equipados com ar-condicionado e cinco portas, pensados para oferecer mais conforto, agilidade no embarque e desembarque e melhores condições de deslocamento para os passageiros. Investir no transporte coletivo é investir diretamente na qualidade de vida da população do DF, porque milhares de pessoas dependem desse serviço todos os dias para trabalhar, estudar e acessar a cidade”, descreve o diretor da Marechal, Paulo Munhoz. Além disso, do total, foram entregues 45 ônibus elétricos da empresa Piracicabana, que devem atender cerca de 67 mil passageiros na área 1, que inclui o Plano Piloto, Cruzeiro, Lago Norte, Varjão, Sobradinho, Planaltina e Arapoanga. Com essa ampliação, o DF se torna a maior frota elétrica entre capitais do país. Sandra Holanda ressalta que a nova frota é mais moderna e levará mais conforto e segurança à população A secretária de Transporte e Mobilidade (Semob-DF), Sandra Holanda, destacou que, dos veículos entregues nesta terça-feira, 15 já estão em circulação. Segundo ela, os demais veículos passam por etapas como emplacamento e instalação de equipamentos de monitoramento, o que também contribui para o reforço da segurança no sistema. “São ônibus com alta capacidade de monitoramento, equipados com tecnologia Euro 6, mais confortáveis e significativamente menos poluentes. Ou seja, além da mobilidade urbana, estamos falando também de saúde e de segurança pública”, afirmou. [LEIA_TAMBEM]Sandra ressaltou que o trabalho da pasta envolve não apenas a ampliação, mas também a qualificação da frota. “Não pensamos só na quantidade de veículos ou de viagens. Nosso foco é melhorar a qualidade do serviço, garantindo mais conforto e eficiência para os passageiros”, completou. A aquisição dos novos veículos faz parte da programação do GDF de renovação da frota por parte das empresas de ônibus. Na entrega desta terça-feira (5), foram investidos mais de R$ 189 milhões, sendo R$ 18 milhões oriundos da Marechal; R$ 14,2 milhões da Urbi; e R$ 157 milhões da Piracicabana (para adquirir os elétricos). Novos ônibus e meio ambiente A adoção dos novos veículos elétricos traz impactos ambientais significativos, com a redução de cerca de 615 toneladas de CO₂ por mês, o que representa mais de 7,3 mil toneladas evitadas por ano, equivalente ao plantio de mais de 120 mil árvores anualmente. Os ônibus têm emissão zero de poluentes, operação silenciosa, o que contribui para a redução do ruído urbano, ar-condicionado e piso baixo com acessibilidade total Para os usuários, os benefícios também são expressivos: os ônibus têm emissão zero de poluentes, operação silenciosa, o que contribui para a redução do ruído urbano, ar-condicionado, piso baixo com acessibilidade total e maior conforto durante as viagens. Além disso, contam com reforço na segurança, por meio de circuito fechado de TV, monitoramento em tempo real, câmeras embarcadas e sistemas de telemetria. Além de toda a tecnologia que os veículos elétricos oferecem, o presidente da Piracicabana, Joaquim Constantino Neto, destacou iniciativas voltadas para o incentivo à leitura. Segundo ele, os veículos contam com uma espécie de “biblioteca a bordo”, com livros disponíveis gratuitamente para os passageiros. As obras são abastecidas por doações da própria comunidade e também por colaboradores da empresa. Os usuários podem ler durante a viagem, levar o livro para casa e devolvê-lo posteriormente nos próprios ônibus ou em pontos de coleta, como a UnB e a Rodoviária. “A iniciativa tem boa aceitação do público, já que oferece uma opção de entretenimento acessível durante o trajeto. Não cobramos taxa, e todo o funcionamento é baseado no trabalho voluntário. No início, compramos muitos livros mas, atualmente, o acervo é mantido principalmente por doações de usuários e voluntários”, afirma Joaquim. Frota atual A frota do Sistema de Transporte Público Coletivo do Distrito Federal conta atualmente com 3.078 veículos. Desse total, as cinco operadoras somam 3.028 ônibus: a Piracicabana opera 596 veículos, com a previsão de chegada de mais 90 ônibus elétricos, a Pioneira tem 753, a Urbi, 565, a São José (BsBus), 604, e a Marechal, 510. Além disso, a Coobrataete complementa o sistema com 50 micro-ônibus.
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GDF lança programa de bolsas de doutorado com foco em saúde pública
Com foco na saúde pública e no enfrentamento de desafios reais da população, o Governo do Distrito Federal lançou, nesta terça-feira (5), o maior programa de bolsas de doutorado da história do DF. A iniciativa, com investimento de R$ 40,4 milhões, vai financiar 35 pesquisadores e prevê que cerca de metade dos projetos seja direcionada à área da saúde. O acordo de cooperação técnica entre o Executivo local e o governo federal para viabilizar o programa foi assinado nesta terça (5) pela governadora Celina Leão. O programa vai ofertar 35 bolsas para doutores no DF, com valor mensal de R$ 19,9 mil — sendo R$ 13 mil financiados pelo CNPq e R$ 6,9 mil pela FAPDF. Ao longo de quatro anos, o investimento total será de R$ 40,4 milhões. “Hoje é um dia muito importante porque a gente acredita em pesquisa, ciência e tecnologia. O objetivo é que 50% dessas bolsas sejam direcionadas para a saúde pública. O GDF fica muito feliz com essa parceria e queremos implementar nas nossas políticas públicas tudo o que for apurado nas pesquisas dos nossos futuros doutores”, afirmou a governadora. "O GDF fica muito feliz com essa parceria e queremos implementar nas nossas políticas públicas tudo o que for apurado nas pesquisas dos nossos futuros doutores”, afirmou a governadora Celina Leão | Fotos: Renato Alves/Agência Brasília O Programa de Apoio à Fixação de Doutores no Brasil (Profix-CB) é uma parceria entre o GDF, por meio da Fundação de Apoio à Pesquisa do Distrito Federal (FAPDF), e o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq). Segundo o presidente da FAPDF, Leonardo Reisman, trata-se de um marco para a ciência no DF. “É a maior bolsa já paga aos doutores do Distrito Federal. E a gente está propondo que essas pesquisas sejam vinculadas e aplicadas a desafios reais. Parte desses projetos será direcionada à área da saúde, que concentra muitas demandas importantes”, destacou. “É a maior bolsa já paga aos doutores do Distrito Federal. E a gente está propondo que essas pesquisas sejam vinculadas e aplicadas a desafios reais. Parte desses projetos será direcionada à área da saúde, que concentra muitas demandas importantes”, destacou Leonardo Reisman, presidente da FAP-DF Além do incentivo direto aos pesquisadores, a iniciativa busca aproximar universidades, setor produtivo e poder público. “Esses doutores podem desenvolver suas pesquisas tanto nas universidades quanto dentro de empresas, o que fortalece a aplicação prática do conhecimento”, acrescentou Reisman. Retenção de talentos O programa também tem como objetivo evitar a saída de pesquisadores do país, fenômeno conhecido como “diáspora científica”. Para a diretora de cooperação institucional do CNPq, Dalila Andrade Oliveira, a iniciativa é estratégica. “Nós precisamos reter, no Brasil, os nossos pesquisadores. Muitos se formam aqui, fazem mestrado e doutorado, mas acabam deixando o país por falta de oportunidades. Esse programa surge justamente para enfrentar esse cenário e fortalecer a ciência nacional”, explicou. “Nós precisamos reter no Brasil os nossos pesquisadores. Muitos se formam aqui, fazem mestrado e doutorado, mas acabam deixando o país por falta de oportunidades", diz Dalila Andrade Oliveira, diretora do CNPq A parceria entre diferentes níveis de governo também foi destacada como essencial para o sucesso da iniciativa. “A cooperação com as fundações estaduais é fundamental, porque amplia a capilaridade do programa e fortalece o ecossistema de ciência e tecnologia no país”, completou. Parceria e impacto social O programa também conta com apoio da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), que poderá complementar as bolsas com incentivos adicionais para pesquisadores vinculados à pós-graduação. "Essa parceria entre governo federal e governo local fortalece a ciência e garante que o conhecimento produzido chegue à população”, ressalta Luiz Antônio Pessan, diretor da Capes Para o diretor de programas e bolsas da instituição, Luiz Antônio Pessan, a união entre instituições é decisiva. “É importantíssimo manter esses pesquisadores no Brasil, criando oportunidades para que continuem desenvolvendo pesquisa e inovação. Essa parceria entre governo federal e governo local fortalece a ciência e garante que o conhecimento produzido chegue à população”, afirmou.
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