SIA ganha novo estacionamento com investimento de R$ 1,4 milhão
Um novo estacionamento está sendo construído no Trecho 4 do Setor de Indústrias de Abastecimento (SIA). Com investimento na ordem de R$ 1,4 milhão, o projeto busca suprir a carência de vagas no entorno das vias IA 3 e IN 1, áreas que concentram intenso fluxo de trabalhadores e comércio ligado ao setor de inflamáveis. Ao todo, o espaço terá 295 vagas para veículos leves. A obra é executada com recursos da Administração Regional do SIA, por uma empresa especializada contratada pela Companhia Urbanizadora da Nova Capital (Novacap). O estacionamento está sendo feito em piso de bloquetes intertravados, com área total de 7.439 m², incluindo rampas acessíveis e calçadas adequadas às normas de acessibilidade vigentes. Serão 238 vagas padrão, 12 para idosos, 12 para pessoas com deficiência, 22 para motos e 11 para paraciclos. O diretor de Obras da Novacap, André Vaz, ressalta que a obra é mais uma iniciativa do GDF para oferecer conforto e segurança à população. “O estacionamento no SIA integra o conjunto de intervenções de infraestrutura urbana executadas pela Novacap, com foco na melhoria da mobilidade e na organização do espaço público”, destaca. “O projeto foi dimensionado para ampliar a capacidade de vagas na região, atendendo a uma demanda existente e contribuindo para a fluidez do tráfego local", acrescenta o diretor. A obra está em andamento desde o início de abril e já passou por limpeza, nivelamento e retirada de vegetação | Fotos: Tony Oliveira/Agência Brasília Em andamento desde o começo de abril, a obra já passou pela fase de retirada de vegetação, limpeza e nivelamento. Os próximos passos serão a terraplanagem, a construção do piso intertravado, o dimensionamento das vagas e a sinalização. A empresa responsável é a AG + Engenharia Ltda. São gerados cerca de 40 empregos diretos e indiretos. O assessor de planejamento da Administração Regional do SIA, Galeno Moura, ressalta que a intervenção tem o objetivo de melhorar a mobilidade urbana da região administrativa, que reúne mais de 5,6 mil moradores e recebe diariamente cerca de 300 mil pessoas, entre trabalhadores e clientes das 4,5 mil empresas instaladas. “Era uma área que não tinha ocupação e foi destinada ao estacionamento, que terá mais de 7 mil m², atendendo às diversas empresas que trabalham por aqui. No projeto consta que vai ser piso intertravado, que tem maior durabilidade por conta do tanto de peso que suporta”, explica. “Era uma área que não tinha ocupação e foi destinada para o estacionamento, que terá mais de 7 mil m², atendendo às diversas empresas que trabalham por aqui", ressalta Galeno Moura, assessor de planejamento da Administração Regional do SIA O empresário Guaciel da Silva, 53 anos, mantém um restaurante em frente ao novo estacionamento há mais de uma década. Ele conta que o local já era utilizado de modo irregular e, com a obra, oferecerá mais conforto aos motoristas. “O pessoal coloca os carros em cima da grama, às vezes na terra. Agora vai melhorar bastante”, diz ele, que acredita que a organização também será positiva para o comércio. “Para mim, vai trazer mais movimento. Mais pessoas circulando.” O auxiliar de serviços gerais João Paulo Rocha, 32, afirma que o espaço vai facilitar a rotina dos trabalhadores e comerciantes do Trecho 4, que, segundo ele, precisam improvisar vagas para deixar os veículos. “Vai ser bom demais, a gente vai chegar mais tranquilo, sabendo que já vai ter onde estacionar. Às vezes o carro precisa ficar na beira da pista, correndo o risco de receber uma multa ou ter um acidente”, comenta ele, que todos os dias se desloca de casa, no Sol Nascente, até o trabalho no SIA. “Vai ser bom demais, a gente vai chegar mais tranquilo, sabendo que já vai ter onde estacionar. Às vezes o carro precisa ficar na beira da pista, correndo o risco de receber uma multa ou ter um acidente”, lembra João Paulo Rocha Mobilidade Única cidade comercial do DF, o SIA engloba também os setores de Armazenamento e Abastecimento Norte (SAAN), de Oficinas Norte (SOF Norte) e o de Transportes Rodoviários e Cargas (STRC). A região administrativa foi instituída em 14 de julho de 2005 e hoje conta com mais de 5,6 mil moradores — mais que o triplo do registrado em 2021, quando havia 1.737 residentes, segundo informações da Pesquisa Distrital por Amostra de Domicílios Ampliada (Pdad-A). Diversas intervenções foram executadas na região desde 2019 pelo Governo do Distrito Federal (GDF). Uma das principais foi a construção do estacionamento para veículos de grande porte, inaugurado em dezembro de 2024, com investimento de R$ 2,2 milhões. Localizado no Trecho 1, o espaço conta com 24 vagas e mudou a rotina dos caminhoneiros que atuam no transporte de cargas na capital, trazendo mais organização e segurança para o tráfego local. Destaque também para a criação da Rota de Segurança, um trecho de 3,7 km que interliga o SIA e a Estrada Parque Taguatinga (EPTG). O trajeto foi entregue em novembro de 2021, com aporte de cerca de R$ 12 milhões, para levar mais segurança às mais de 10 mil pessoas que trabalham ou residem na região. Outras ações foram a construção e reforma de calçadas na região, a substituição de lâmpadas convencionais por luminárias de LED, e a instalação de uma tubulação de grande porte para interligar a rede de abastecimento de água do Guará à adutora instalada próximo ao viaduto da EPTG.
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Filhotes de golden retriever iniciam jornada como futuros cães-guia no DF
O Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal (CBMDF) apresentou oito novos “aspirantes” muito especiais esta semana: Duda, Delta, Dacota, Dora, Dom, Dante, Draco e Dexter — filhotes da raça golden retriever que poderão, no futuro, se tornar cães-guia. Este dia 29, a última quarta-feira de abril, marca o Dia Internacional do Cão-Guia e reforça a importância desses animais, que contribuem diretamente para a inclusão social e melhoria da qualidade de vida de pessoas com deficiência visual. A “ninhada D” nasceu no Centro de Treinamento de Cães do CBMDF, a partir de um cruzamento entre cães com familiaridade para o trabalho. Os nomes seguem uma logística de controle: como é a quarta ninhada, todos começam com a quarta letra do alfabeto. São quatro fêmeas e quatro machos, filhos da cadela Áquila e do cão Fred. Nos próximos meses, eles serão encaminhados para famílias socializadoras voluntárias, responsáveis por uma etapa essencial do processo de formação. As famílias socializadoras O processo seletivo para participar do projeto com a socialização dos filhotes avalia o ambiente e o comprometimento de todos os integrantes da casa. Entre as famílias socializadoras do programa está a da servidora pública Roseliza Honda, 51, que mora no Lago Norte e cuida do pastor alemão Argos, que está para completar 8 meses de idade. Este dia 29, a última quarta-feira de abril, marca o Dia Internacional do Cão-Guia | Fotos: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília Roseliza explica que o processo de socialização começa após o ciclo vacinal e exige exposição gradual a diferentes estímulos, sempre respeitando o tempo do animal. A rotina inclui passeios em ambientes variados, com atenção especial a locais movimentados, sons e interações com pessoas. “O papel da família é justamente esse: socializar. Levar para todos os ambientes possíveis, fazer ele viver diferentes situações. A gente vai aos poucos, leva em horários mais tranquilos no começo, adapta no metrô, shopping, consultórios e ele vai evoluindo”, relata. Apesar do avanço na aceitação dos cães-guia, a servidora aponta que ainda há desafios relacionados ao desconhecimento ou discriminação da população sobre o papel desses animais. Situações envolvendo outros tutores de pets e questionamentos sobre o acesso a estabelecimentos ainda são comuns, ainda que haja identificação — tanto dos tutores do projeto, com crachá, quanto do animal de serviço, com o lenço — além da proteção pela norma 11.126/05, regulamentada pelo Decreto 5.904/2006, conhecida como a Lei do Cão-guia, que assegura o direito de ingressar e permanecer com o animal nos veículos e nos estabelecimentos públicos e privados de uso coletivo. Mas o ponto principal ressaltado por Roseliza é o suporte oferecido pelo Corpo de Bombeiros durante todo o período de socialização, com equipes que fornecem orientação, acompanhamento técnico e custeio de despesas como alimentação do animal e cuidados veterinários, o que contribui para a adesão das famílias. A tutora temporária afirma que o maior receio de quem pensa em participar do projeto ainda é o apego ao animal. No entanto, para ela, a experiência é encarada de forma positiva. “Eu sempre falo: é como filho, a gente cria para o mundo. Vai doer quando ele for embora, claro, mas é uma dor boa. Você sabe que preparou ele para ajudar alguém que realmente precisa e eles vão fazer uma diferença muito grande na vida da pessoa”, completa. O processo seletivo para participar do projeto com a socialização dos filhotes avalia o ambiente e o comprometimento de todos os integrantes da casa Treinamento Segundo o major João Gilberto Silva Cavalcanti, à frente do projeto no CBMDF, a ação já apresenta resultados e deve ampliar o número de atendimentos nos próximos meses. Ele afirma que atualmente há 14 cães em socialização com famílias e dez deles retornam em junho para a fase de treinamento. “Desde o retorno do projeto, em agosto de 2025, já entregamos dois cães: o Bento e o Tom, que chegaram adultos por meio de doação, com um ano de idade. Após treinamento e adaptação com os usuários, hoje conduzem pessoas com deficiência visual aqui no DF. A metodologia canadense que utilizamos permite que o cão faça qualquer percurso que o usuário precise, com uma adaptação de cerca de 40 dias entre o cão e o novo tutor”, explica o militar. Os cães permanecem com as famílias socializadoras de 10 meses a um ano. Durante esse período, os animais convivem em ambiente doméstico, onde desenvolvem comportamentos básicos de socialização, adaptação a diferentes estímulos e obediência. Após esse período, retornam ao centro de treinamento, onde passam cerca de oito meses em preparação técnica específica para atuar como cães-guia, com atividades que vão desde a obediência básica até a condução em ambientes externos, lidando com obstáculos e situações do cotidiano. A metodologia aplicada, de origem canadense, foi aprendida por militares em intercâmbio internacional e permite que os cães sejam treinados para fazer qualquer trajeto necessário. Com a inauguração do Centro de Treinamento de Cães, o serviço ocupa um patamar de referência nacional na formação de cães de assistência, em um espaço que já prepara os animais para auxiliar pessoas com Transtorno do Espectro Autista (TEA) e deficientes visuais, além de promover a inclusão social e o bem-estar animal. Os animais formados no CBMDF são destinados com base em uma lista de espera e, após a entrega, a responsabilidade pelos cuidados com o animal passa a ser do usuário, embora a equipe mantenha um acompanhamento.
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Moradores de Vicente Pires têm até quinta (30) para regularizar imóveis pela Terracap
Moradores das ruas 3, 5, 8 e 10 do Trecho 2 de Vicente Pires têm até quinta-feira (30) para apresentar proposta de compra no âmbito do Edital nº 03/2026 da Agência de Desenvolvimento do Distrito Federal (Terracap). Após esse prazo, não será mais possível participar desta etapa da venda direta. O edital pode ser acessado no site da empresa pública. Proprietários de imóveis nas ruas 3, 5, 8 e 10 do Trecho 2 de Vicente Pires têm até quinta (30) para apresentar proposta de compra à Terracap | Foto: Divulgação/Terracap Confira os condomínios contemplados nesta etapa: Residencial Fênix (Chácara 185), Residencial Palmeiras (Chácara 184), Porto Vitória Residencial (Chácara 102), Residencial Recanto Mineiro (Chácara 101/1), Residencial Cezzane (Chácara 101), Residencial Via Nobre (Chácara 89), Condomínio Eldorado (Chácara 179), Residencial JK (Chácara 179), Residencial Porto das Vitórias (Chácara 179), Residencial Morada Nova (Chácaras 179 e 179B), Residencial Ipê (Chácara 179/1), Residencial Lua Cheia (Chácara 182), Residencial Portinary (Chácara 181), Residencial Porto Belo (Chácara 90), Residencial Athenas (Chácara 180), Residencial Capri (Chácara 183), Residencial Alphaville (Chácara 177), Residencial Cândido Portinari (Chácara 88A), Residencial Girassóis (Chácara 176), Residencial Portinari (Chácara 88B) e Residencial Metropolitan (Chácara 178). A adesão pode ser feita pelo site ou aplicativo da Terracap. Quem preferir atendimento presencial pode comparecer à sede da empresa (SAM, Bloco F, atrás do anexo do Palácio do Buriti) até as 19h de quinta (30). O edital marca o início da venda direta de 738 imóveis residenciais no Trecho 2 de Vicente Pires, uma das maiores ações de regularização fundiária do Distrito Federal. A iniciativa permite que ocupantes transformem a posse em propriedade regular, com escritura e segurança jurídica. Desde 2019, Vicente Pires recebeu cerca de R$ 500 milhões em investimentos em infraestrutura, incluindo drenagem, pavimentação, iluminação e sinalização Condições e desconto Os valores dos terrenos partem de aproximadamente R$ 42 mil para lotes de 125,73 m². Quem optar pelo pagamento à vista tem 25% de desconto sobre o valor final. Também é possível parcelar em até 360 meses (30 anos), com taxa de juros de 0,2% ao mês. Uso do FGTS e inclusão social [LEIA_TAMBEM]Os interessados podem utilizar o FGTS na aquisição, desde que indiquem essa opção no momento da proposta. O edital também prevê a possibilidade de enquadramento em Regularização Fundiária de Interesse Social (Reurb-S) para famílias que atendam aos critérios legais, com possibilidade de regularização por doação. Investimentos na região Desde 2019, Vicente Pires recebeu cerca de R$ 500 milhões em investimentos em infraestrutura, incluindo drenagem, pavimentação, iluminação e sinalização. Os trechos 1 e 3 já foram regularizados, e agora os trechos 2 e 4 avançam com a incorporação ao patrimônio da Terracap. A proposta deve ser enviada até 30 de abril, pelo site ou aplicativo da Terracap, no menu: Serviços → Regularização – Venda Direta, ou presencialmente na sede da empresa até as 19h. Mais informações estão disponíveis no site da Terracap, pelo chat online ou pelo telefone (61) 3350-2222. *Com informações da Terracap
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Monumentos do Gama passam por restauração
O Gama vive um importante momento de valorização da sua história e identidade. A administração regional tem intensificado as ações de restauração dos monumentos que fazem parte da memória da cidade, reconhecendo que cada um deles carrega histórias únicas que merecem ser preservadas. Mais do que estruturas físicas, esses monumentos representam a trajetória, a cultura e os sentimentos de toda a comunidade. Por isso, o cuidado com esses espaços vai além da manutenção: é um compromisso com o respeito ao passado e com a construção de um futuro ainda mais valorizado. *Com informações da Administração Regional do Gama
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