Resultados da pesquisa

Resultados da pesquisa

Thumbnail

Após reforma de R$ 2 milhões, Cras é reinaugurado

O Centro de Referência de Assistência Social (Cras) da Candangolândia foi entregue à população após ser reformado completamente. Com investimento de R$ 2,067 milhões do Governo do Distrito Federal, a obra — a primeira desde a inauguração em 2008 —, a unidade ganhou substituição de piso e forro, revisão das instalações elétricas e hidráulicas, adequação dos banheiros para pessoas com deficiência e uma sala multiúso, além da renovação de portas, janelas e cobertura. Instalações foram reformadas e ampliaram o conforto e a capacidade de atendimento ao público | Fotos: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília  “A área da assistência social não precisa só de cuidados na ponta. É preciso também dar condições às pessoas que vêm a esse equipamento, que são muitas famílias” Governadora Celina Leão A governadora Celina Leão esteve na solenidade de reinauguração da unidade, nesta segunda-feira (27), e ressaltou o compromisso do GDF em qualificar e ampliar o atendimento na área socioassistencial.   “Talvez as pessoas não tenham a dimensão  do que é entregar um Cras reformado — só quem realmente precisa”, declarou. “O Cras é o espaço onde as famílias buscam o apoio do governo, principalmente aquelas que mais precisam. A área da assistência social não precisa só de cuidados na ponta. É preciso também dar condições às pessoas que vêm a esse equipamento, que são muitas famílias.” A secretária de Desenvolvimento Social interina, Jackeline Canhedo, avaliou que a reforma aprimora a qualidade de vida do servidor, o que gera melhoria no atendimento à população: “Com a reinauguração dessa unidade, a gente fortalece a política pública de assistência social aqui no Distrito Federal. O GDF busca sempre atender a quem mais precisa, e essa entrega hoje é um retrato disso”.     A chefe da pasta também citou alguns pontos da reforma: “Foram trocados os forros, colocamos ar-condicionado em todas as salas, além de bebedouro e geladeira, para poder proporcionar uma melhor qualidade de vida tanto para o servidor como para poder atender melhor a população”. A dona de casa Regiane Chaves elogiou o trabalho: “Aqui no Cras funcionam alguns grupos de atividades, e a gente estava precisando de um espaço maior para nos acolher. Essa reforma chegou em boa hora, para toda a comunidade” Moradora da Candangolândia e usuária do Cras, a dona de casa Regiane Rodrigues Chaves, de 41 anos, elogiou os trabalhos: “Toda vez que eu venho aqui, sou sempre muito bem-atendida e recebida em necessidade no momento, que é de uma ajuda”.  Para ela, a reforma está sendo fundamental: “Na sala de espera, a gente entrava pela porta e tinha pouco espaço. Às vezes estava lotado, e era necessário ficar do lado de fora. Aqui no Cras funcionam alguns grupos de atividades, e a gente estava precisando de um espaço maior para nos acolher. Essa reforma chegou em boa hora, para toda a comunidade”. Atualização dos serviços [LEIA_TAMBEM]Desde 2023, mais de 50 Cras foram reformados no DF, com investimentos que ultrapassam R$ 97 milhões, com ações em Ceilândia, Guará, Asa Sul, Brazlândia, Núcleo Bandeirante e Varjão. A modernização também trouxe melhorias no sistema de escoamento e pintura geral, garantindo mais conforto e segurança para os usuários e servidores. Somente em 2025, a unidade registrou 6.886 atendimentos, um aumento de 74% em relação ao ano anterior, o que reforça a importância de uma estrutura adequada para atender à demanda crescente. O Cras da Candangolândia mantém como principal serviço o acompanhamento pelo Serviço de Proteção e Atendimento Integral à Família (Paif), que oferece atendimentos individualizados, visitas domiciliares, orientação sobre direitos, encaminhamentos para benefícios e outras políticas públicas.    

Ler mais...

Thumbnail

Barragem de Santa Maria volta a transbordar após quatro anos e reforça segurança hídrica no DF

A Barragem de Santa Maria voltou a transbordar nesta semana, após quatro anos, e marca um momento positivo para a segurança hídrica do Distrito Federal. O transbordamento — quando o reservatório atinge sua capacidade máxima e o excedente de água ultrapassa o limite — não ocorria desde abril de 2022 e indica a recuperação consistente do manancial. Localizada no Parque Nacional de Brasília, a barragem é um dos principais reservatórios do DF e se destaca pela alta qualidade da água. O retorno do transbordamento reflete não apenas o aumento dos níveis de armazenamento, mas também maior estabilidade no abastecimento para a população. A água da Barragem de Santa Maria é clara pelo fato de o reservatório se localizar em um parque de difícil acesso ao homem | Foto: Marco Antonio Peixoto/Caesb O resultado é fruto da combinação entre a recuperação dos volumes de chuva e as ações estruturantes adotadas pela Caesb nos últimos anos, como a integração dos sistemas de abastecimento, o aumento da capacidade de produção de água e a redução de perdas na distribuição. [LEIA_TAMBEM]Essas medidas permitiram preservar o reservatório e conduzi-lo novamente à condição de transbordamento. “Santa Maria funciona como o nosso cofrinho. É uma brincadeira que a gente faz, porque o deixamos bastante cheio. A água do reservatório de Santa Maria é muito clara, muito limpa. Ele está no meio do Parque Nacional, onde não há uso humano no entorno, o que ajuda a preservar o reservatório e aumentar a resiliência do Distrito Federal”, afirma o presidente da Caesb, Luis Antonio Reis. Mesmo com volume expressivo — cerca de 61 bilhões de litros, equivalente a aproximadamente 25 mil piscinas olímpicas —, o Santa Maria possui uma bacia hidrográfica menor que a do Descoberto, o que torna sua recuperação naturalmente mais lenta. Ainda assim, o transbordamento demonstra a efetividade da gestão hídrica adotada no DF. *Com informações da Caesb  

Ler mais...

Blitz educativa orienta população do Park Way sobre prevenção de incêndios florestais

Ler mais...

Thumbnail

Procura por teleconsulta nas UPAs cresce e já soma mais de 21 mil atendimentos

Com o aumento de casos de gripe, tosse, febre e dor de garganta, cresce também a procura por atendimento nas unidades de pronto atendimento (UPAs) do DF. Para reduzir a espera e dar mais rapidez ao atendimento, o Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF) tem ampliado o uso da teleconsulta para pacientes com quadros leves. Sistema de teleconsulta já está disponível nas 13 unidades de pronto atendimento do DF | Foto: Divulgação/IgesDF Na prática, pacientes sem sinais de urgência, classificados com pulseira verde, podem ser atendidos por vídeo dentro da própria unidade, com apoio da equipe de enfermagem. A medida agiliza a orientação médica e permite que os profissionais presenciais concentrem esforços nos casos mais graves. Todas as 13 UPAs do DF já contam com teleconsulta, e quatro delas — Sobradinho, Ceilândia 1, Recanto das Emas e São Sebastião — têm o atendimento por vídeo chamada também em pediatria. Desde a implantação, em maio de 2025, até o início deste mês, já foram prestados 21.467 atendimentos por teleconsulta nas UPAs do DF. Desse total, 364 foram pediátricos, cuja teleconsulta só começou no final de janeiro deste ano, evidenciando a ampliação progressiva do serviço também para o público infantil. Como funciona a teleconsulta Após a triagem e a classificação de risco, pacientes com menor gravidade podem optar pela teleconsulta. Antes do atendimento, é apresentado um termo de consentimento ao paciente ou responsável. Em seguida, a pessoa é encaminhada para uma sala específica dentro da própria UPA, onde é realizada a consulta por vídeo com o médico. Durante todo o processo, a equipe de enfermagem permanece no local para dar suporte e auxiliar no encaminhamento, quando necessário. O modelo tem se mostrado resolutivo. Já foram emitidas 12.614 prescrições de medicamentos, além de 6.569 solicitações de exames laboratoriais e 2.893 de exames de imagem por meio da teleconsulta. “Com a teleconsulta, conseguimos dar mais agilidade aos casos de menor gravidade e garantir prioridade aos pacientes mais urgentes, com segurança e qualidade assistencial” Cleber Monteiro, presidente do IgesDF Apenas 12,1% dos atendimentos precisaram ser convertidos para consulta presencial, geralmente quando havia necessidade de exame físico, com retaguarda médica disponível na própria unidade. Eficiência ampliada “Ao direcionar os casos leves para um atendimento mais rápido, conseguimos liberar as equipes para focar nos pacientes com maior gravidade, tornando a assistência mais eficiente como um todo”, explica o diretor de Atenção à Saúde do IgesDF, Edson Gonçalves. As UPAs que somam maior volume de teleconsultas são as do Gama (4.877 atendimentos), Ceilândia II (4.724) e Vicente Pires (4.322). Entre os principais motivos da procura estão síndromes respiratórias, diarreia, gastroenterite e febre — quadros comuns de baixa gravidade, mas que aumentam a demanda nas unidades, especialmente em períodos de mudança de clima. [LEIA_TAMBEM]“A teleconsulta é uma estratégia importante para organizar o atendimento nas UPAs, especialmente em períodos de maior procura”, reforça o presidente do IgesDF, Cleber Monteiro. “Com ela, conseguimos dar mais agilidade aos casos de menor gravidade e garantir prioridade aos pacientes mais urgentes, com segurança e qualidade assistencial.” Atendimento nas UPAs do DF As UPAs funcionam 24 horas por dia e atendem casos de urgência e emergência de média complexidade. O acesso é feito por meio da classificação de risco, que define a prioridade conforme a gravidade do paciente, e não pela ordem de chegada. Com a teleconsulta, parte dos casos leves passa a seguir um caminho mais rápido, o que ajuda a reduzir o tempo de espera e torna o atendimento mais eficiente para toda a população.   *Com informações do IgesDF

Ler mais...

Ordenar

Ordenar

Faceta do tipo

Tipo

Filtro personalizado

Faceta da marca

Marcador