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Novos beneficiários do DF Social têm até o dia 23 para abrir conta no BRB
A Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF) selecionou 957 novas famílias beneficiárias do programa DF Social para abrirem conta no Banco de Brasília (BRB) e terem acesso ao auxílio mensal de R$ 150. Para garantir o recebimento do próximo pagamento, é necessário que o cidadão tenha a conta social — que não se trata de uma conta bancária comum — aberta até as 18h do dia 23. Aqueles que não abrirem a conta no prazo estabelecido terão de aguardar nova contemplação. A abertura da conta social deve ser feita pelo aplicativo BRB Mobile, seguindo o passo a passo indicado na plataforma. O DF Social é um programa de transferência de renda que concede R$ 150 mensais a famílias de baixa renda residentes no Distrito Federal | Foto: Divulgação/Sedes-DF Para saber se foi contemplado, o cidadão deve consultar o site GDF Social e confirmar se está entre os beneficiários. No portal, em Consulta DF Social, é necessário informar CPF e data de nascimento do responsável familiar, conforme declarado no Cadastro Único. Após esse procedimento, aparece uma mensagem na tela informando se a pessoa está ou não na lista de contemplados. “O DF Social é um benefício que complementa a renda da família, pagando uma conta, fazendo um pix, resolvendo situações do dia a dia. Junto com o Cartão Prato Cheio e o Cartão Gás, eles reduzem os impactos no orçamento das famílias que mais precisam”, afirmou a secretária de Desenvolvimento Social interina, Jackeline Canhedo. [LEIA_TAMBEM]O DF Social é o programa de transferência de renda do Governo do Distrito Federal (GDF) que concede R$ 150 mensais a famílias de baixa renda residentes no Distrito Federal. Têm direito ao benefício os grupos com renda per capita de até meio salário mínimo inscritos no Cadastro Único, entre outros critérios. A contemplação é feita por meio de seleção automática, com base no cruzamento de dados do programa com o Cadastro Único. O crédito é depositado pelo BRB sempre no primeiro dia útil de cada mês, a partir das 18h. *Com informações da Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF)
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Projeto Nasce uma Estrela leva acolhimento, orientação e cuidado para 50 gestantes e mães do Paranoá
Nesta sexta-feira (17), das 10h às 12h, a Praça Central do Paranoá recebe mais uma edição do programa Nasce uma Estrela, iniciativa da Secretaria de Justiça e Cidadania do Distrito Federal (Sejus-DF) que vem transformando a experiência da maternidade para milhares de mulheres. A ação integra as atividades do GDF na Sua Porta e disponibiliza 50 vagas para o curso gratuito voltado a gestantes e mães de recém-nascidos. Com mais de três mil mulheres já beneficiadas em diferentes regiões administrativas, o programa se consolida como uma importante política pública de cuidado, informação e acolhimento. Realizado semanalmente em diferentes localidades do DF, o curso reúne uma equipe multidisciplinar formada por bombeiros, doulas, enfermeiras, médicos obstetras, dentistas, pediatras e assistentes jurídicos. As mulheres que participam do Nasce uma Estrela são orientadas sobre temas como práticas sobre cuidados com o bebê e aleitamento | Fotos: Jhonatan Vieira/Sejus-DF Durante os encontros, as participantes recebem orientações práticas sobre cuidados com o bebê, aleitamento materno, prevenção de cólicas, segurança no sono, saúde emocional no pós-parto e direitos das mães. Também há demonstrações de primeiros socorros, orientações sobre desconfortos da gestação e o uso do sling — tipo de carregador de bebê que auxilia no vínculo e na mobilidade das mães. Cada participante ainda recebe uma bolsa com itens essenciais para o bebê, como roupas, fraldas, sabonetes e lenços umedecidos. As inscrições podem ser feitas previamente por meio de formulário ou diretamente no local, logo antes do início da atividade. Mais informações estão disponíveis pelo telefone (61) 98382-0271. Acompanhamento O programa é uma rede de cuidado para as mulheres grávidas e para as que acabaram de ter filhos [LEIA_TAMBEM]Como parte da evolução do programa, uma nova etapa passou a ser implementada: o acompanhamento domiciliar das participantes. A equipe realiza visitas às gestantes e puérperas, tanto durante a gravidez quanto no pós-parto, oferecendo suporte personalizado, reforçando orientações e identificando necessidades específicas de cada família. A subsecretária de Políticas para Crianças e Adolescentes, Maria do Socorro dos Santos Lucena, destaca o impacto da iniciativa. “O Nasce uma Estrela é uma rede de cuidado. A gente chega até essas mulheres com informação, escuta e acolhimento, fortalecendo a confiança delas nesse momento tão importante. Agora, com as visitas domiciliares, conseguimos estar ainda mais próximas, acompanhando de forma contínua e garantindo que nenhuma mãe se sinta sozinha.” *Com informações da Sejus-DF
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Aumento de casos de síndrome gripal exige atenção redobrada com crianças e idosos
O mês de março marcou o início de um período que preocupa muitos pais e responsáveis: a sazonalidade das infecções respiratórias virais. Tosses, corizas, dores de garganta, catarro, febre e diversos outros sintomas começam a aparecer com mais frequência nos lares, exigindo atenção redobrada com a prevenção e o cuidado. Estação atual é marcada pelo aumento das síndromes gripais, que podem ser identificadas a partir de vários sintomas | Fotos: Matheus Oliveira/Agência Saúde-DF Esse período não está associado a uma única doença, mas ao aumento das chamadas síndromes gripais (SGs). Um indivíduo é classificado com SG se apresentar uma infecção respiratória, com início nos últimos sete dias, com pelo menos dois desses sintomas: tosse, coriza, dor de garganta, congestão nasal, febre, dor de cabeça, dor no corpo e calafrio. “É bom fazer uma avaliação se a pessoa tiver febre por mais de 72 horas seguidas. Se a febre já passou por mais de 48 horas, mas retornou, também cabe uma avaliação” Camila Damasceno, médica da Secretaria de Saúde Nos casos mais graves, pode haver a evolução para a síndrome respiratória aguda grave (SRAG), que ocorre quando o paciente hospitalizado com SG apresenta agravamento, como dispneia (dificuldade de respirar), taquipneia (respiração rápida) e baixa saturação de oxigênio. Sintomas Camila Damasceno, médica e referência técnica distrital (RTD) de família e comunidade da Secretaria de Saúde (SES-DF), aponta os principais sintomas aos quais a pessoa deve ficar atenta para procurar um serviço de emergência: “Se tiver alguma dificuldade para respirar, se a respiração está acelerada ou com chiado; se a pessoa estiver muito prostrada, se sentindo muito fraca, com sensação de desmaio”. A especialista orienta sobre o cuidado com as altas temperaturas do corpo: “É bom fazer uma avaliação se a pessoa tiver febre por mais de 72 horas seguidas. Se a febre já passou por mais de 48 horas, mas retornou, também cabe uma avaliação”. Sintomas como convulsões ou confusão mental também são sinais de alerta. “Em caso de sintomas leves, o ideal é que a pessoa procure a Unidade Básica de Saúde (UBS), para que o enfermeiro ou médico avalie e oriente direito como será o tratamento”, reforça a médica. “Na presença de sinais de gravidade, a pessoa deve procurar o serviço de emergência, como uma UPA ou pronto-socorro, principalmente nos períodos em que a UBS estiver fechada.” Aumento [LEIA_TAMBEM]O alerta se intensifica diante de dados recentes. Nos últimos anos, foram notificados mais de 21 mil casos de SRAG em residentes do DF. De 2024 para 2025, houve um aumento de 25%, após um período de queda, sinalizando uma retomada da circulação viral — foram 6,5 mil casos, em 2024, e 8 mil casos, em 2025. O crescimento dos casos entre março e julho se dá, principalmente, devido ao clima mais frio e seco, que facilita a circulação de vírus e resseca as vias respiratórias, deixando o organismo mais vulnerável. Também é uma época em que as pessoas costumam ficar mais tempo em locais fechados, com pouca ventilação, facilitando a transmissão. Alguns vírus apresentam melhor sobrevivência em temperaturas mais baixas. Mudanças de temperatura e a menor exposição ao sol também podem afetar o sistema imunológico. As faixas etárias mais suscetíveis à evolução para formas graves de infecções respiratórias agudas incluem crianças menores de cinco anos e idosos, devido à imaturidade ou declínio da resposta imunológica. Prevenção e cuidados A vacinação segue como a principal estratégia para prevenir casos graves contra os vírus respiratórios e reduzir a incidência, gravidade e número de mortes. Hábitos cotidianos também são fundamentais para reduzir a transmissão, como higienizar as mãos, dar preferência a ambientes naturalmente ventilados, isolar-se em casos suspeitos, manter o ambiente limpo e evitar aglomerações em locais fechados. Veja, abaixo, as vacinas oferecidas na rede pública de saúde do Distrito Federal. Arte: SES-DF *Com informações da Secretaria de Saúde (SES-DF)
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