Projeto Minha Saúde entrega óculos gratuitos no Setor Comercial Sul
A população do Distrito Federal agora conta com um novo local para retirar óculos gratuitamente pelo projeto Minha Saúde – Oftalmologia. O endereço, na área central de Brasília, foi estruturado como ação complementar destinada à população que não conseguiu retirar os óculos durante os mutirões itinerantes promovidos pelo projeto. Meta é distribuir, inicialmente, 30 mil pares de óculos para quem possui receita oftalmológica válida | Foto: Sandro Araújo/Agência Saúde-DF Após cadastro online, os óculos podem ser retirados sem custos no sexto andar do Edifício Paulo Sarasate, no Setor Comercial Sul (SCS). Além de estar junto à estação de metrô Galeria, o endereço também fica próximo à Rodoviária do Plano Piloto. Os atendimentos são prestados às segundas, quartas e sextas-feiras, das 14h às 18h. Conduzido pela Beneficência Hospitalar de Cesário Lange (BHCL), o projeto da Secretaria de Saúde (SES-DF) pretende beneficiar 35 mil pessoas. Inicialmente, deverão ser entregues 30 mil óculos para quem já possui receita oftalmológica válida – emitida nos últimos 12 meses. O projeto ainda prevê a oferta de 5 mil exames de retinografia digital. Aprimoramento contínuo [LEIA_TAMBEM]A escolha da região central de Brasília é estratégica e faz parte de um processo contínuo de aprimoramento, explica a gerente do projeto, Pollyanna de Paula: “Quando escrevemos a proposta, tínhamos identificado a dificuldade de locomoção como um obstáculo, por isso definimos as ações itinerantes para a entrega dos óculos. Depois de oferecer a retirada no escritório, mais pessoas passaram a vir”. Além do novo posto físico, os beneficiários contam também com a ferramenta “Consultar Situação dos seus Óculos” no site do projeto. Para fazer a solicitação, basta preencher os dados básicos e anexar a receita médica no site. Há dois modelos e quatro cores disponíveis. A retirada pode ser feita após a confirmação, que será enviada em mensagem ao celular cadastrado. Os convocados devem apresentar documento de identificação. *Com informações da Secretaria de Saúde
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Mais 3 mil pessoas aprenderam sobre segurança viária no fim de semana
O Departamento de Trânsito esteve em 10 regiões administrativas entre sexta-feira (10) e domingo (12) para orientar pedestres, passageiros, ciclistas e demais condutores sobre a segurança viária. As ações educativas alcançaram 3 mil pessoas entre crianças, adolescentes e adultos. Na sexta-feira (10), as equipes do Detran-DF realizaram espetáculo teatral com foco na circulação segura para 130 crianças no Riacho Fundo e 130 adolescentes no Riacho Fundo II; o Café na Faixa em Samambaia com foco na travessia segura para 180 pedestres; o Bike em Dia para 150 ciclistas no Parque da Cidade; blitz em comemoração ao Aniversário da Faixa para 120 pessoas no Plano Piloto; participação dos MCs do Trânsito Seguro no evento Programa Formativo de Promotores de Segurança Cidadã com apresentação para 300 adolescentes, no Plano Piloto; e Rolê Consciente nos bares do SIA, falando sobre álcool e direção para 350 adultos. No sábado, foi realizado o Pneu Seguro para 120 pessoas em Brasília | Foto: Divulgação/Detran-DF No sábado (11), teve espetáculo teatral para 420 crianças em duas escolas de Taguatinga: Escola Classe 06 e Escola Classe 39; Ação Comunitária — Edição Gama realizada pela Secretaria de Atendimento à Comunidade (SEAC), que contou com o atendimento de 350 pessoas. Outras 330 pessoas foram alcançadas no Parque Atípico — Abril Azul 2026 — OASB/DF realizado em Águas Claras, onde houve conscientização sobre autismo e circulação viária. Ainda no sábado, foram realizados o Bike em Dia para 80 ciclistas em São Sebastião e o Pneu Seguro para 120 pessoas em Brasília. Durante as atividades, os participantes receberam orientações sobre circulação segura em via pública, comportamento adequado no interior de veículos e ao pedalar pelas ruas da cidade. No domingo (12), teve Pneu Seguro para 190 condutores que estavam na Feira do Cruzeiro e o Detran nos Parques ocorreu no Parque Olhos D’água (Asa Norte), onde os educadores de trânsito realizaram palestras sobre segurança viária para 150 pedestres, ciclistas e condutores. *Com informações do Departamento de Trânsito do Distrito Federal (Detran-DF)
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GDF recebe mais de 2 mil pedidos de acesso à informação por mês
Garantir o direito de acesso à informação no Distrito Federal vai muito além de responder pedidos feitos pela população. O aniversário da Lei de Acesso à Informação no DF (Lei nº 4.990/2012), que entrou em vigor em 12 de abril de 2013, destaca uma atuação contínua, técnica e muitas vezes silenciosa. Os dados demonstram o reflexo do trabalho do Governo do Distrito Federal (GDF) para facilitar a participação da população, por meio da Lei de Acesso à Informação (LAI). Entre 2022 e 2025, o Distrito Federal registrou crescimento de 251% nos pedidos de acesso à informação, passando de 7.759 solicitações em 2022 para 27.256 em 2025, de acordo com dados do Painel de Transparência Passiva do DF. Isso representa mais de 2 mil solicitações por mês. É importante destacar que em dezembro de 2021 foi lançado o Participa DF, que unificou os pedidos de acesso à informação e de ouvidoria em um endereço com um só login e trazendo muitas facilidades no uso do sistema. Além do aumento expressivo na demanda, a administração pública vem respondendo de forma mais ágil: o tempo médio de atendimento caiu de 12 para nove dias, o que representa o uso de apenas 45% do prazo máximo previsto em lei, demonstrando maior eficiência no atendimento ao cidadão. Esse trabalho de bastidores é realizado por servidores públicos. Ao receber um pedido de acesso à informação, qualquer unidade do órgão ou entidade pode ser acionada para responder à questão, que muitas vezes pode ter relação com sua área. Para garantir a organização desse trabalho dentro do órgão, temos as Autoridades de Monitoramento da Lei de Acesso à Informação, figuras centrais na consolidação da transparência pública no DF. Na transparência ativa, o governo disponibiliza proativamente informações de interesse público | Foto: Divulgação/CGDF As autoridades são servidores designados pela alta gestão de cada órgão que atuam para garantir o cumprimento da legislação, orientar servidores, acompanhar indicadores de transparência e recomendar melhorias nos processos internos. Ab-Diel Nunes de Andrade, chefe de Transparência e Controle Social da Controladoria da Saúde, explica que em 2025 foram mais de 2.500 solicitações de Lei de Acesso à Informação, mais de 75 mil informações via ouvidoria. “É um desafio porque a gente tem que atender muitas solicitações. Porém, é uma grande satisfação, um grande prazer saber que a informação que sai da Secretaria de Saúde (SES-DF) está chegando à população e, sobretudo, a população que está utilizando a transparência da Secretaria de Saúde, que isso é fundamental para o controle social”. Pedidos de acesso à informação Na transparência ativa, o governo disponibiliza proativamente informações de interesse público. Quando essas informações não estão disponibilizadas, o cidadão pode solicitar por meio de um pedido de acesso à informação (transparência passiva). Pela Lei de Acesso à Informação, o cidadão não precisa apresentar justificativa para solicitar dados públicos, reforçando que o acesso à informação é um direito de todos. Mas o trabalho não se resume apenas a responder às solicitações. Há um grande incentivo para que dados e informações já estejam disponíveis para evitar a necessidade de novas solicitações. “Um bom exemplo disso foi a época da pandemia. A Controladoria-Geral do DF construiu o Portal Covid-19 em tempo recorde e reuniu todos os dados, que foram sendo melhorados ao longo do tempo como número de vagas em hospitais, comorbidades, atendimentos, recuperações e falecimentos. Foi um cenário novo, que pegou a todo o mundo de surpresa, mas o GDF demonstrou que transparência ativa ajuda a salvar vidas”, destacou o controlador-geral do DF, Daniel Lima. “Quando a gente tem uma transparência passiva eficiente, uma ativa eficiente, a gente consegue materializar o compromisso do governo como um todo com o cidadão. Porque não tem como fazer controle social sem uma transparência eficaz, sem uma transparência eficiente que, de fato, atende ao cidadão”, explica Ab-Diel. “Um bom exemplo disso foi a época da pandemia. A Controladoria-Geral do DF construiu o Portal Covid-19 em tempo recorde e reuniu todos os dados, que foram sendo melhorados ao longo do tempo como número de vagas em hospitais, comorbidades, atendimentos, recuperações e falecimentos. Foi um cenário novo, que pegou a todo o mundo de surpresa, mas o GDF demonstrou que transparência ativa ajuda a salvar vidas” Daniel Lima, controlador-geral do DF Ações como essas levaram o Distrito Federal a ser considerado diamante em transparência pública nacionalmente, na avaliação da Associação dos Membros dos Tribunais de Contas do Brasil (Atricon), destacando a transparência, acessibilidade e integridade da gestão. “Aos 13 anos, a LAI se consolida como instrumento estruturante da gestão pública. No Distrito Federal, essa maturidade é reconhecida internacionalmente, com nível ótimo no índice da Transparência Internacional. O resultado reflete o trabalho conjunto da CGDF, das autoridades de monitoramento e dos servidores. Mais do que cumprir a lei, o DF consolidou a transparência como valor de Estado e compromisso permanente com a sociedade”, destaca Rejane Vaz, agente de Monitoramento da Lei de Acesso à Informação e subcontroladora de Transparência e Controle Social da CGDF. Valorizando o trabalho dos agentes de monitoramento da LAI, Ab-Diel ressalta: “Eu assumo dizer que a transparência pública é fundamental, porque só através da transparência você consegue de fato mensurar o crescimento de um órgão público. É nesse processo de crescimento, de transformação, de aprimoramento, que a transparência se torna algo fundamental, porque é a partir dessa transparência que nós conseguimos enxergar um futuro melhor”. *Com informações da CGDF
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