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Neste domingo (12), Águas Claras recebe ação de acolhimento à população em situação de rua 

O Governo do Distrito Federal (GDF) fará, neste domingo (12), a oferta de acolhimento e assistência social a pessoas instaladas em 13 endereços distintos em Águas Claras. A ação tem início previsto para as 9h. Caso solicitado, transporte de itens pessoais a outro local também será feito pelas equipes de acolhimento | Foto: Agência Brasília   A iniciativa, coordenada pela Casa Civil, envolve as secretarias de Desenvolvimento Social (Sedes-DF), de Saúde (SES-DF), de Educação (SEEDF), de Segurança Pública (SSP-DF), de Proteção da Ordem Urbanística (DF Legal), de Justiça e Cidadania (Sejus-DF) e de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda (Sedet-DF), bem como o Serviço de Limpeza Urbana (SLU), a Novacap, a Codhab, o Detran-DF, a Polícia Militar, a Polícia Civil, o Corpo de Bombeiros Militar e o Conselho Tutelar.   A DF Legal fará o desmonte das estruturas das pessoas em situação de rua e o transporte dos pertences ao local regular indicado pelo ocupante. Em último caso, o governo levará os objetos pessoais ao depósito da pasta (SIA Trecho 4, lotes 1.380/1.420), para retirada em até 60 dias, sem qualquer custo para o responsável. As pessoas em situação de rua também serão encaminhadas para atendimento da Sedes-DF.   No decorrer de toda a semana, os órgãos envolvidos na ação de acolhimento atuaram em abordagens sociais e atendimentos prévios, mapeando o público que será atendido e suas demandas.   Veja abaixo os pontos de ação programados para este domingo em Águas Claras. ⇒ Área verde entre a linha do metrô e o Colégio Leonardo da Vinci ⇒ Rua 25 Sul  ⇒ Av. Boulevard Sul, entre as ruas 21 Sul e 20 Sul  ⇒ Rua 21, próximo à Praça Quero-Quer ⇒ Praça da Caesb, próximo ao Parque Ecológico de Águas Claras ⇒ Av. Boulevard Norte, entre as ruas 16 e Buriti  ⇒ Av. Boulevard, próximo à Estação Arniqueiras ⇒ Avenida das Araucárias nº 4.530, marquise da Artes Claras  ⇒ Cruzamento das ruas Ipê Amarelo e 07 com Av. Boulevard Sul ⇒ Quadra 301, Praça das Gaivotas ⇒ Quadra 301, Alameda Gravatá – próximo ao restaurante Fornassa ⇒ Quadra 301, Conjunto A, Av. Parque Águas Claras nº 695 ⇒ Avenida Flamboyant Norte, lateral do condomínio Top Life.   *Com informações da DF Legal

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Mobilização arrecada doações para mulheres em tratamento oncológico

A mobilização de colaboradores em torno de uma causa sensível e necessária resultou na entrega de doações nesta sexta-feira (10), no Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF), reforçando o compromisso do Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF) com o cuidado que ultrapassa os limites da assistência. A ação integra a campanha solidária Mulheres que Ajudam Mulheres, realizada ao longo do mês de março em alusão ao Dia Internacional da Mulher. Conduzida pelo Núcleo de Cultura, Desenvolvimento e Comunicação Interna (NUCDC), vinculado à Gerência de Desenvolvimento Humano (Gedeh), a iniciativa teve como foco estimular a empatia, o cuidado coletivo e a responsabilidade social. O resultado foi uma adesão significativa de colaboradores das unidades PO700, DIEP, SIA e Hospital Regional de Santa Maria (HRSM), que contribuíram com produtos de higiene pessoal, como creme dental, escova de dentes, sabonetes, shampoo, condicionador, hidratante labial e toalhas, além de itens destinados ao bazar solidário da entidade. Colaboradores contribuíram com produtos de higiene pessoal, como creme dental, escova de dentes, sabonetes, shampoo, condicionador, hidratante labial e toalhas, além de itens destinados ao bazar solidário da entidade | Foto: Divulgação/IgesDF A entrega das doações ocorreu na tenda rosa da Rede Feminina de Combate ao Câncer, instalada no jardim do hospital. A ação foi conduzida pela analista do NUCDC e idealizadora do projeto, a psicóloga do IgesDF, Dúlcila Galvão, e recebida pelo representante da instituição, Tiago Ângelo. Mais do que a arrecadação de itens, a campanha evidenciou o papel do cuidado ampliado na construção de uma assistência mais humana e conectada com as necessidades da população. “Iniciativas como essa traduzem, na prática, valores fundamentais do Instituto, como a excelência no cuidado ao paciente e o respeito à dignidade da pessoa humana. Quando ampliamos esse cuidado para além da assistência direta e alcançamos a comunidade, fortalecemos uma cultura organizacional mais empática, humana e socialmente responsável”, destaca Dúlcila. Para o presidente do IgesDF, Cleber Monteiro, ações como essa também refletem o compromisso institucional com uma atuação que ultrapassa os limites das unidades de saúde. “Quando iniciativas como essa mobilizam nossos colaboradores, mostramos que o cuidado no IgesDF vai além da assistência e se traduz em compromisso com a sociedade. Esse é o tipo de cultura que queremos fortalecer todos os dias”, ressalta.   *Com informações do IgesDF

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Prestação de contas destaca mais de 6,9 mil capacitações e avanço da assistência no IgesDF

A qualificação contínua das equipes e a ampliação da produção cirúrgica marcaram a segunda parte da prestação de contas do Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF). Em audiência pública realizada nesta sexta-feira (10), na Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF), o Instituto apresentou resultados que incluem mais de 6,9 mil participações em capacitações e aumento de 9,6% no número de cirurgias realizadas. Nesta etapa, foram apresentados os resultados nas áreas de gestão financeira, gestão de pessoas, ensino, pesquisa e assistência. Compuseram a mesa a presidente da Comissão de Saúde da CLDF, deputada distrital Dayse Amarílio, o presidente do IgesDF, Cleber Monteiro, e o presidente do Conselho de Saúde, Domingos de Brito. A apresentação começou com o gerente financeiro Fabiano Batista, que detalhou os resultados da área e as estratégias adotadas para fortalecer o controle dos recursos e dar mais previsibilidade à execução orçamentária. Em seguida, a gerente-geral de pessoas substituta, Alana Mioranza, apresentou um panorama da força de trabalho no Instituto. O foco esteve na gestão do quadro de pessoal e nos indicadores de acompanhamento. Entre os dados, está a manutenção do percentual de cargos de livre nomeação abaixo do limite estabelecido. Na sequência, a Diretoria de Inovação, Ensino e Pesquisa (Diep) detalhou as ações de qualificação profissional e produção científica. O gerente de ensino, Paulo Estevão, destacou o fortalecimento das atividades educacionais e o papel da instituição na formação de profissionais da saúde. Os dados evidenciam a ampliação da formação na rede de saúde administrada pelo IgesDF. Foram mais de 6,9 mil participações em capacitações, distribuídas em 113 temas, além de programas de aperfeiçoamento e desenvolvimento de estudos em diversas áreas da saúde. Nesta etapa, foram apresentados os resultados nas áreas de gestão financeira, gestão de pessoas, ensino, pesquisa e assistência | Foto: Divulgação/IgesDF Também foram apresentados avanços na formação acadêmica, com 7.510 estudantes vinculados a instituições conveniadas. O número reforça o papel do IgesDF como campo de ensino e pesquisa no Distrito Federal. Encerrando as exposições, o diretor de Atenção à Saúde, Edson Gonçalves, apresentou os resultados assistenciais dos hospitais e das unidades de pronto atendimento (UPAs). Entre os destaques está a otimização dos centros cirúrgicos, com aumento global de 9,6% no número de procedimentos realizados entre 2024 e 2025. O diretor também destacou o papel da telemedicina na organização do fluxo assistencial, especialmente na pediatria. A estratégia tem contribuído para dar mais agilidade ao atendimento e reduzir a sobrecarga nas unidades. “O controle da sazonalidade, especialmente neste período do ano, tem sido mais estruturado em comparação ao ano anterior. A telemedicina, especialmente na pediatria, tem ajudado a organizar o fluxo e dar mais vazão aos atendimentos de menor complexidade, contribuindo para o funcionamento da rede”, explica. Durante a audiência, a deputada Dayse Amarílio destacou o compromisso dos gestores com a continuidade dos serviços. Ela também reforçou a importância de avanços estruturais para os trabalhadores da saúde, como a implementação do plano de cargos e salários e a recomposição salarial. Ao final, o presidente do IgesDF, Cleber Monteiro, ressaltou a importância do diálogo institucional e da presença ativa na rede. “Estamos atentos às demandas dos servidores e sempre disponíveis para prestar esclarecimentos. Nosso compromisso é estar presente, ouvir quem está na ponta e transformar essas demandas em melhorias concretas para a rede”, afirma. Cleber Monteiro também reforçou o impacto da telemedicina na rede pública do Distrito Federal. “Todas as UPAs já contam com teleconsulta, e quatro unidades também oferecem teleatendimento pediátrico. É uma experiência muito positiva, que amplia o acesso, organiza o fluxo e deve impactar diretamente na redução do tempo de espera”, destaca. Ao encerrar, o presidente destacou a importância da presença ativa nas unidades. “Eu nunca acreditei em trabalhar dentro de gabinete. Estou diariamente nas unidades, visitando hospitais e UPAs, ouvindo os profissionais. São eles que vivenciam a realidade e ajudam a construir soluções mais efetivas”, conclui.   *Com informações do IgesDF

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Pacientes com Parkinson recebem atendimento especializado no Hospital de Base

Edson Roberto Campos percebeu os primeiros tremores nas mãos aos 58 anos, quando passou a ter dificuldade para segurar o celular. Diante dos sinais, procurou um neurologista que, após identificar sintomas como alterações no caminhar, tremores em repouso (geralmente de um lado do corpo), rigidez e lentidão de movimentos, suspeitou da doença de Parkinson já na primeira consulta. O paciente está entre as pessoas acompanhadas no Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF), unidade administrada pelo Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF). Atualmente, o serviço presta assistência a uma média de 30 pacientes por semana. O Parkinson é uma doença neurodegenerativa que não tem cura e compromete a coordenação motora e os movimentos do corpo, sendo causada pela degeneração de neurônios. Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), mais de 8,5 milhões de pessoas no mundo têm a doença, que costuma começar a se manifestar aos 60 anos. O chefe da Neurologia do HBDF, André Ferreira, destaca que existem sintomas que podem ser percebidos até antes das disfunções motoras. “As manifestações iniciais do Parkinson costumam incluir constipação crônica, depressão, perda do olfato e transtorno comportamental do sono REM, condição em que o paciente externaliza fisicamente os sonhos, podendo se debater durante o sono e até machucar quem está ao lado. Na maioria dos casos, esses sinais surgem antes dos sintomas motores e podem indicar o início da doença”, explica. A condição de Edson Ramos ficou mais controlada após o acompanhamentro no HBDF | Foto: Divulgação/IgesDF Segundo o médico, apesar desses sinais prévios, o diagnóstico geralmente acontece apenas após o surgimento das alterações motoras, por serem mais perceptíveis no dia a dia. “A família costuma notar quando o idoso passa a ter dificuldade para abotoar uma camisa, começa a andar mais devagar ou adota uma postura mais curvada. Muitas vezes, são os familiares que incentivam a procura por atendimento especializado”, avalia. Neste sábado (11), é comemorado o Dia Mundial de Conscientização da Doença de Parkinson. A data busca trazer atenção para a condição e reforçar a importância do diagnóstico precoce, que depende da identificação de sintomas. Vivendo com a doença O tratamento da doença de Parkinson consiste no alívio e controle dos sintomas, melhorando a qualidade de vida dos pacientes. Edson conta que, desde que começou o acompanhamento com os médicos especialistas do HBDF, sua condição ficou mais controlada. "É uma doença que vai aprisionando o seu corpo, você sente dificuldade de se movimentar, e tudo que vai fazer é lento. Afeta também a autoestima, já que as pessoas te olham quando você começa a tremer. Você se sente preso dentro do seu próprio corpo", relata. O neurologista destaca que, além da medicação, atividades físicas, fonoaudiologia e fisioterapias de readequação de equilíbrio, postura e marcha também fazem parte do tratamento. "A limitação física do Parkinson causa um dilema muito grande aos pacientes, já que muitos, no início da doença, estão com a função cognitiva intacta, e ela impacta diretamente as atividades diárias. Quanto mais precoce se começam a tratar os sintomas, melhor a qualidade de vida do paciente", completa. Em caso de suspeita da doença, a recomendação é buscar avaliação profissional em uma unidade básica de saúde (UBS). Após essa avaliação inicial, se houver indicação, o paciente é inserido no sistema de regulação da Secretaria de Saúde (SES-DF) e encaminhado para atendimento especializado.   *Com informações do IgesDF

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