Dez horas dentro de uma creche do DF: a única UF que tem 100% das creches com tempo integral
À primeira vista, a entrada do Centro de Educação da Primeira Infância (Cepi) Flor de Magnólia, no Riacho Fundo II, pode parecer uma creche comum: colunas de ferro entrelaçadas por grades de alumínio. Mas para as 188 crianças e bebês matriculados no local, ela é muito mais do que isso: é por lá que os pequenos passam, de segunda a sexta-feira, às 7h30, para iniciar uma jornada diária de aprendizado e descobertas. Ao chegar às salas, tiram os sapatos e seguem com as tias, como as professoras são chamadas pelas crianças, para o refeitório. Entre risadas e brincadeiras animadas, é ali que é servido o café da manhã. O cardápio, elaborado por uma nutricionista da rede, é passado semanalmente às famílias. Entre os alimentos oferecidos nessa primeira refeição estão mingau, cuscuz, frutas e bolo. A rotina nas creches do DF combina alimentação balanceada, atividades pedagógicas e convivência com os colegas. Depois de fazerem a primeira refeição do dia, as crianças voltam às salas para dar início às atividades pedagógicas. Um dos momentos mais aguardados é a chamada “rodinha”. Sentados em círculo, os pequenos participam de cantigas, musicalização, conversas em grupo e contação de histórias. É ali que surgem as primeiras interações do dia e onde muitos começam a se soltar — e também onde se revela a forma como o aprendizado ocorre nas creches. Hoje, as creches já não trabalham com a lógica de fazer a criança sair dali alfabetizada. A orientação pedagógica é outra: em vez do ensino formal de letras e números, o foco está nas vivências, nas interações e em atividades lúdicas que estimulem o desenvolvimento integral dos alunos. Isso não significa que temas como cores, números e letras fiquem de fora da rotina, mas eles aparecem de forma indireta, sempre adaptados à idade de cada turma e mediados por brincadeiras, objetos, tintas, papéis, músicas e histórias. Na prática, um mesmo tema pode mobilizar toda a creche, que atende crianças de 4 meses a 4 anos, mas com propostas diferentes para cada faixa etária. O objetivo, segundo a equipe pedagógica, é fortalecer o desenvolvimento sensorial, cognitivo, motor e social. A ideia é que as experiências ajudem a formar repertório, memórias e bases mais sólidas para a etapa seguinte da vida escolar, quando começa a alfabetização propriamente dita. Hoje, as creches já não trabalham com a lógica de fazer a criança sair dali alfabetizada. A orientação pedagógica é outra: em vez do ensino formal de letras e números, o foco está nas vivências, nas interações e em atividades lúdicas que estimulem o desenvolvimento integral dos alunos | Foto: Joel Rodrigues/Agência Brasília Na sequência, logo após a “rodinha”, as atividades seguem com pintura, colagem, modelagem com massinha e jogos educativos. Ao longo da manhã, os pequenos ainda têm um intervalo para explorar o parquinho e os espaços externos da creche. É justamente nesse convívio diário, entre brincadeiras e descobertas, que muitos pais começam a perceber mudanças no comportamento dos filhos. A servidora pública Sthephanie Ribeiro matriculou a filha de 11 meses na unidade há poucas semanas e diz que a adaptação já trouxe resultados. “Foi uma decisão difícil no início, porque a gente gostaria de ficar sempre com os filhos. Mas eu percebo que ela já está mais sociável, começou a dar beijinhos e está quase andando. A convivência com outras crianças ajuda muito”, diz. Enquanto a manhã avança, “o dia letivo” segue movimentado. Depois das atividades e das brincadeiras no parquinho, chega a hora da segunda refeição: um lanche leve, geralmente uma fruta fresca. Em seguida, os pequenos voltam às atividades lúdicas, com brinquedos de montar, jogos coletivos e novas explorações pelo pátio da unidade. Segundo os pais, essas experiências ajudam a desenvolver a coordenação motora e estimulam a curiosidade das crianças. Para o empresário Rodrigo Matos, foi esse cuidado que chamou sua atenção ao matricular o filho, diagnosticado com autismo. “No começo, ficamos apreensivos. Mas logo percebemos que ele foi acolhido. Hoje ele pede para vir para a escola. A evolução é visível. Ele está mais tranquilo, mais sociável e a adaptação foi muito positiva”, relata o pai. “Até o remédio que ele toma está diminuindo por causa da convivência com a escola”, completa. É no convívio diário, entre brincadeiras e descobertas, que muitos pais começam a perceber mudanças no comportamento dos filhos | Foto: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília Chegou a hora do almoço Por volta das 11h, o movimento no refeitório recomeça. É hora do almoço. O cardápio, também planejado por nutricionista da rede, inclui pratos balanceados, como arroz, feijão, carnes ou frango, além de legumes e verduras. Os bebês mais novos fazem a refeição nas próprias salas, acomodados em cadeirinhas apropriadas. Já as crianças maiores seguem para o refeitório, onde mesas e cadeiras foram pensadas para o tamanho de cada faixa etária. Depois de uma manhã cheia de atividades, chega o momento de desacelerar. É a hora do descanso. O período de sono costuma se estender até 13h30. Ao acordarem, as crianças passam por uma nova rotina de cuidados. Penteiam o cabelo, tomam banho e se preparam para as atividades da tarde. Em seguida, é servida a quarta refeição, com frutas, biscoitos ou lanches leves. O restante da tarde costuma ser marcado por atividades mais livres e recreativas, muitas vezes ao ar livre. Rodas de música, jogos coletivos e brincadeiras com bola ajudam a manter o ritmo até o fim do dia. Por volta das 16h acontece a última refeição: o jantar. Depois da alimentação, as equipes organizam a higienização das crianças, trocam roupas quando necessário e registram na agenda escolar as atividades do dia para compartilhar com as famílias. A partir das 17h, os portões começam a abrir novamente. Pais e responsáveis chegam para buscar os filhos, que aos poucos deixam a creche depois de mais um dia de aprendizado, brincadeiras e convivência. Dez horas nas creches do DF A cena se repete em todas as creches públicas do Distrito Federal. Atualmente, a rede pública e as parcerias com instituições privadas atendem crianças em regime integral, sendo a capital federal a única UF que tem 100% das creches com essa carga horária. Ao todo, a rede do DF tem 41.741 vagas e 36.402 crianças já matriculadas, fora as que estão encaminhadas às creches. Ao todo, são 73 Centros de Educação da Primeira Infância (Cepis), estruturas construídas ou administradas pelo Governo do Distrito Federal (GDF), além de 72 instituições parceiras, 133 unidades particulares atendidas pelo Cartão Creche e duas escolas da rede pública distrital. Segundo a ex-secretária de Educação do Distrito Federal, Hélvia Paranaguá, o atendimento nas creches faz parte do processo educacional das crianças desde os primeiros anos de vida. “Durante muito tempo a creche foi vista apenas como assistencialismo, mas desde a Constituição de 1988 e a LDB [Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional] ela passou a ser educação. É ali que a criança começa a ser estimulada, conviver com outras crianças e aprender a socializar”, afirma. De acordo com a ex-secretária, o investimento na ampliação da rede permitiu expandir o acesso das famílias ao atendimento em tempo integral. Desde 2019, o Governo do Distrito Federal construiu 28 Cepis, dos quais mais de 20 já foram oficialmente inaugurados. “Esse estímulo e esse cuidado são fundamentais nessa fase da vida. A criança fica bem assistida, aprende, evolui e a família pode trabalhar com tranquilidade”, acrescenta Hélvia Paranaguá. Todas as creches vinculadas ao órgão funcionam em período integral de 10 horas diárias e dispõem de cinco refeições por dia: café da manhã, lanche da manhã, almoço, lanche da tarde e jantar. Para a ex-secretária, o modelo também tem impacto social. “Na creche em tempo integral, a criança tem cinco refeições. Ela aprende mais, está mais protegida e vai para casa bem alimentada”, afirma. A diretora do Cepi Flor de Magnólia, Tatiane Maria de Jesus, conta ainda que as equipes acompanham diariamente a evolução de cada aluno. “Existe uma observação contínua. Temos um diário de bordo onde são registradas as atividades e o desenvolvimento das crianças. Assim conseguimos acompanhar o progresso e compartilhar essas informações com os pais.” Expansão da rede A ampliação da rede de creches tem sido uma das estratégias para ampliar o acesso ao atendimento na primeira infância no Distrito Federal. Em 2019, a fila de espera por uma vaga em creche era de 24 mil crianças. Nesses sete anos, o GDF construiu 27 Cepis distribuídos pelas regiões administrativas — além de ampliar a lista de creches conveniadas. Com isso, hoje, há mais vagas abertas do que crianças aguardando.
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Investimentos de R$ 78,1 milhões modernizam delegacias do DF e ampliam segurança e atendimento à população
Quem procura as delegacias do Distrito Federal já percebe mudanças que vão além da estrutura física. Hoje, ao chegar a uma unidade da Polícia Civil, a população encontra instalações modernas, atendimento reservado e mais segurança — medidas que, segundo o delegado-geral adjunto Saulo Lopes, fazem diferença no acolhimento à comunidade. “As novas delegacias separam as áreas de atendimento, custódia e trabalho interno. Contam com espaços específicos para a Polícia Militar e têm ambientes voltados ao acolhimento de mulheres e crianças vítimas de violência, com salas reservadas e estrutura adequada para um atendimento mais sensível”, explica o delegado-geral. Essas melhorias são resultado de um conjunto de investimentos que, entre 2019 e 2025, somaram R$ 78,1 milhões. Segundo Saulo Lopes, a principal obra foi a construção do novo Instituto Médico Legal (IML), no Plano Piloto, com investimento de cerca de R$ 47,4 milhões. Entre 2019 e 2025, o GDF investiu R$ 78,1 milhões nas delegacias do Distrito Federal, resultando em instalações modernas e atendimento mais reservado | Fotos: Tony Oliveira/Agência Brasília “Além da estrutura moderna, o principal ganho foi a humanização do atendimento. Antes, havia uma única entrada para vítimas, autores de crimes e familiares. Hoje, os acessos são separados, garantindo mais segurança e respeito às pessoas”, afirma. Atendimento ampliado No período, também foi construída a 35ª Delegacia de Polícia, em Sobradinho II, erguida do zero com investimento de R$ 10,5 milhões. Outras seis delegacias passaram por reforma: a Delegacia Especial de Atendimento à Mulher (Deam I), na Asa Sul; a 17ª DP, em Taguatinga Norte; a 9ª DP, no Lago Norte; a 10ª DP, no Lago Sul; o posto policial do aeroporto; e a Divisão de Operações Aéreas (DOA/Depate). “A Polícia Civil tem hoje 31 delegacias espalhadas pelo DF, além de unidades especializadas, que ampliam a capacidade de atendimento e aproximam a polícia da comunidade”, aponta o delegado-geral. O montante investido também possibilitou a criação da Deam II e do IML em Ceilândia, ambos ao lado da 15ª DP Os investimentos também resultaram na criação de três Núcleos de Atendimento à Mulher (Nuiam) — na 29ª DP, no Riacho Fundo; na 38ª DP, em Vicente Pires; e na 11ª DP, no Núcleo Bandeirante —, além da requalificação do Instituto de Pesquisa de DNA Forense (IPDNA). “Outro avanço importante é a delegacia eletrônica, que permite o registro de ocorrências pela internet. O DF foi pioneiro no registro de casos de violência doméstica online, com a solicitação de medidas protetivas, sem que a vítima precise sair de casa”, ressalta. [LEIA_TAMBEM]Saulo Lopes também destaca as melhorias no Complexo Regional da Ceilândia, com a criação da Deam II e do IML na região, ambos ao lado da 15ª DP: “A descentralização dos serviços facilitou o acesso da população, que antes precisava se deslocar até a área central de Brasília. Isso representa um avanço importante, especialmente para regiões com grande número de moradores”. Segundo o delegado-geral, há ainda obras em andamento para este ano. “Já foi assinada a ordem de serviço, pelo governador Ibaneis Rocha, para a construção da nova sede da 12ª DP, em Taguatinga, com investimento superior a R$ 15 milhões. Também estamos em fase de contratação de uma nova sede para a Divisão de Operações Especiais, com valor semelhante, e de uma nova policlínica, com investimento estimado em R$ 34 milhões, no Complexo da Polícia Civil, na Asa Sul”, detalha. Além dos investimentos em estrutura, desde 2019 o DF voltou a contar com delegacias que funcionam 24 horas por dia, o que contribuiu para que Brasília fosse eleita, em 2024, a segunda capital mais segura do país, segundo o Atlas da Violência.
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Semana começa com mais de 400 vagas de emprego disponíveis nas agências do trabalhador
As agências do trabalhador do Distrito Federal estão com 427 oportunidades disponíveis nesta segunda-feira (6). O maior salário é de R$ 3,6 mil, em vaga para técnico de segurança do trabalho em Águas Claras, com exigência de experiência e ensino médio completo. Em relação à demanda, o destaque é o setor varejista. Há 110 vagas para repositor de mercadorias, 60 para operador de caixa, 40 para açougueiro, 40 para atendente de lanchonete, 40 para fiscal de prevenção de perdas, 30 para balconista, 20 para frentista, entre outras. Os salários partem de R$ 1.621. [LEIA_TAMBEM]Para pessoas com deficiência (PcD), são reservadas seis vagas de auxiliar administrativo e três de operador de telemarketing ativo em Taguatinga, com remuneração de R$ 1.750. Todos os postos oferecem benefícios. Para participar dos processos seletivos, basta cadastrar o currículo no aplicativo da Carteira de Trabalho Digital (CTPS) ou procurar uma das 16 agências do trabalhador, das 8h às 17h. Mesmo que nenhuma das oportunidades do dia seja atrativa, o cadastro permanece ativo para futuras seleções, já que o sistema cruza os dados dos candidatos com o perfil buscado pelas empresas. Empregadores e empreendedores que desejem ofertar vagas ou utilizar o espaço das agências para entrevistas podem se cadastrar presencialmente nas unidades ou pelo e-mail gcv@sedet.df.gov.br. Também é possível utilizar o Canal do Empregador, no site da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda (Sedet-DF).
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Dia da Mulher leva serviços gratuitos a mulheres vulneráveis nesta terça (7)
A Defensoria Pública do Distrito Federal (DPDF) realizará, nesta terça-feira (7), a 33ª edição do projeto Dia da Mulher. Realizado sempre na primeira terça-feira útil de cada mês, das 8h às 14h, o projeto ocorre no Nuclão da DPDF, localizado no Setor Comercial Norte, Quadra 1, Edifício Rossi Esplanada Business, próximo ao Hospital Regional da Asa Norte (Hran). Ao longo das edições, a ação já ultrapassou a marca de 63,4 mil atendimentos, evidenciando seu impacto social e a crescente procura pelos serviços ofertados. Presença assídua no projeto, a aposentada Sônia Maria dos Santos, de 69 anos, afirma que “o Dia da Mulher é um momento de acolhimento e união que tem transformado a realidade de mulheres em situação de vulnerabilidade, garantindo dignidade, respeito e atenção”. “A DPDF sempre manteve as portas abertas para o público feminino, e essa iniciativa realmente faz a diferença”, completa a moradora de Taguatinga. Em 32 edições, o Dia da Mulher da Defensoria Pública do Distrito Federal ultrapassou os 63,4 mil atendimentos | Foto: Divulgação/DPDF Atendimento integrado e acolhimento O projeto Dia da Mulher oferece, em um único espaço, uma rede integrada de serviços. Durante a ação, as participantes têm acesso a atendimento jurídico gratuito, orientações assistenciais, serviços de saúde e suporte em demandas habitacionais, entre outros atendimentos essenciais. A iniciativa também permite que as mulheres levem seus filhos para usufruir da brinquedoteca enquanto recebem atendimento, garantindo acolhimento integral às famílias. A proposta contribui diretamente para enfrentar desafios como desigualdade de renda, violência doméstica, discriminação de gênero e dificuldade de acesso a serviços básicos. A ação reforça a missão constitucional da DPDF de garantir assistência jurídica integral e gratuita às pessoas em situação de vulnerabilidade, promovendo cidadania, dignidade e inclusão social no DF. Para mais informações, a população pode entrar em contato com a Central de Relacionamento com os Cidadãos (CRC) pelo telefone 129, de segunda a sexta-feira (dias úteis), das 9h às 17h. Para ligações de fora do DF, o atendimento é realizado pelo número (61) 3465-8200. Serviços oferecidos Defensoria Pública do Distrito Federal . Requerimento de passe livre para mulheres vítimas de violência; . Exames de DNA gratuitos; . Mediação e conciliação; . Orientação jurídica; . Iniciais de Família; . Iniciais de Saúde; . Atendimento psicossocial (Suap). [LEIA_TAMBEM]Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF) . Serviços socioassistenciais, por meio do Cras. Rota do Bem . Bazar de doação de roupas e sapatos. Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) . Emissão de carteiras de identidade; . Atendimento psicossocial às mulheres vítimas de violência doméstica. Integracor Medicina Cardiovascular . Consulta com médico cardiologista. Sesc/DF . Exame citopatológico; . Odontologia (limpeza, restauração e extração simples). Instituto Sabin . Distribuição de vouchers para exames laboratoriais. Escola Nacional de Acupuntura (Enac) . Auriculoterapia; . Ventosaterapia. Secretaria de Saúde (SES-DF) . Multivacinação. Escola de Barbeiro Roberto Ramos . Corte de cabelo masculino e barba. Centro Universitário de Brasília (Ceub) . Consulta com médica ginecologista. Políticas sociais do Governo do Distrito Federal (GDF) . Distribuição de alimentos; . 150 kits de higiene. Secretaria de Cultura e Economia Criativa (Secec-DF) . Ingressos para o cinema (Cine Brasília). Imeb . Distribuição de voucher para realização de mamografia; . Bioimpedância; . Aferição de pressão arterial. Secretaria da Pessoa com Deficiência (SEPD-DF) . Cadastro da pessoa com deficiência; . Carteira de identificação da pessoa com Transtorno do Espectro Autista (TEA); . Solicitação do cartão de identificação da pessoa com deficiência; . Orientações para concessão de passe livre – PCD; . Orientações para concessão de Benefício de Prestação Continuada (BPC). Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda (Sedet-DF) . Vagas de emprego; . Cesta do Trabalhador; . Atendimento ao empregador; . CTPS Digital; . Inscrições e orientações para os cursos ofertados pela Sedet – GDF; . Programa Prospera (microcrédito); . Seguro-desemprego; . Orientação profissional. Novacap . Distribuição de vasos de plantas. Odontogroup . Distribuição de kits de escovação. Kamila Assunção . Design de sobrancelhas. Enfermagem Estética e Terapias Integrativas — Teresa Cristina . Aferição de pressão arterial; . Teste de oximetria; . Saturação de oxigênio. Espaço de Beleza Eveline Fernandes . Detox facial. BRB Mobilidade . Cadastro no BRB Mobilidade; . Solicitação e cobrança de 2ª via do Cartão Mobilidade. Neoenergia Brasília . Esclarecimento de dúvidas; . Solicitações de serviços; . Aula de energia. Companhia de Desenvolvimento Habitacional do Distrito Federal (Codhab) . Regularização e inscrição. Secretaria de Economia (Seec-DF) . Emissões de IPTU/TLP, IPVA e ISS Autônomo; . Certidões, informações e consultas sobre os serviços da Receita do DF e parcelamentos. Secretaria da Mulher (SMDF) . Doação de absorventes íntimos; . Orientações a mulheres vítimas de violência; . Esclarecimentos em relação às diversidades etária, étnico-racial, LGBTQIA+ e mães atípicas. Senac . Cadastro no Programa Senac – Cursos de Gratuidade; . Voucher para análise capilar, higienização dos fios, nutrição e modelagem em parceria com produtos L’Oréal. Sistema Fibra . Oficina de orientação sobre saúde alimentar. Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios — Coordenadoria da Mulher em Situação de Violência Doméstica e Familiar . Prevenção e enfrentamento da violência doméstica contra a mulher; . Atendimentos psicossociais de orientação e sensibilização. UDF . Atendimento em Direito Previdenciário; . Atendimentos e orientações relacionados ao INSS e ao BPC/Loas. Secretaria de Justiça e Cidadania (Sejus-DF) . Acolhimento e apoio psicossocial às vítimas de violência e seus familiares. Associação dos Analistas e dos Demais Servidores da Defensoria Pública do Distrito Federal (AASDPDF) . Brindes para as mulheres. Escola de Psicanálise de Brasília . Atendimento com psicanalistas; . Orientação psicológica; . Oficina de cartaz. Caixa Econômica Federal . Consulta; . Desbloqueio dos aplicativos Caixa Tem e FGTS; . Emissão de boletos; . Emissão de cartão social, poupança e conta corrente; . Consulta PIS e FGTS; . Renegociação de dívida. Estúdio Bioessence . Avaliação de diástase abdominal e orientações de fisioterapia. Caesb . Distribuição de água potável. Secretaria de Educação (SEEDF) . Cartão Creche; . Cartão Material Escolar. Secretaria de Turismo (Setur-DF) . Emissão de Carteira do Artesão e Trabalho Manual. Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF) . Prevenção e orientação às mulheres vítimas de violência doméstica. Instituto Brasal . Distribuição de refrigerantes. *Com informações da Defensoria Pública do Distrito Federal (DPDF)
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