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IgesDF reabre edital para contratação de empresa de transporte de pacientes

O Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF) republicou o Edital nº 02/2026 para contratar empresa especializada em transporte de pacientes entre unidades de saúde da rede pública. O serviço inclui Transporte Sanitário Coletivo (vans), ambulâncias de suporte básico e avançado, para remoções inter-hospitalares e entre unidades da rede, incluindo atendimento a adultos, crianças e recém-nascidos. A republicação atende a uma aprovação do Tribunal de Contas do Distrito Federal (TCDF). Os veículos deverão ser devidamente equipados com insumos, acessórios necessários à manutenção da vida e equipamentos de salvamento, com disponibilização de equipes multiprofissionais qualificadas e certificadas, além de bases operacionais e central de regulação própria, para atendimento ininterrupto. O transporte inter-hospitalar de alta complexidade (tipo D) é destinado ao atendimento de pacientes críticos, com quadros clínicos instáveis ou com risco iminente de instabilização, demandando cuidados intensivos e contínuos. Já o transporte de suporte básico (tipo B), é voltado a pacientes estáveis, não críticos, que necessitam de complementação diagnóstica, transferência para leitos de enfermaria ou alta hospitalar em condições que impeçam o deslocamento por meios próprios. Para atender os pacientes pediátricos e neonatais, haverá disponibilização de ambulâncias do tipo D equipadas especificamente para o atendimento neonatal, bem como a inclusão de ambulâncias dos tipos D e B adaptadas para o transporte pediátrico, com bebê-conforto ou cadeirinha de transporte veicular e demais dispositivos e equipamentos compatíveis com as especificidades desse público. O transporte inter-hospitalar de alta complexidade (Tipo D) é destinado ao atendimento de pacientes críticos, com quadros clínicos instáveis ou com risco iminente de instabilização, demandando cuidados intensivos e contínuos | Foto: Divulgação/IgesDF A contratação é atividade estratégica de suporte às ações de saúde, com impacto direto na prevenção, diagnóstico, tratamento e alívio de sintomas de diversas patologias. Como participar Empresas interessadas podem consultar todos os detalhes técnicos, critérios de participação e requisitos do processo nos documentos oficiais disponíveis no site do Instituto. O prazo para envio de propostas está aberto do dia 6 ao dia 10 de abril de 2026. Segundo a equipe técnica responsável, a medida busca assegurar que as unidades mantenham a capacidade de ofertar serviços pelo Sistema Único de Saúde (SUS), uma vez que se trata de atividade estratégica de suporte às ações de saúde, com impacto direto na prevenção, diagnóstico, tratamento e alívio de sintomas de diversas patologias, assegurando a mobilidade segura e adequada dos pacientes. O edital completo, elemento técnico e os anexos estão disponíveis no site oficial do IgesDF. Serviço Objeto: contratação de empresa especializada na remoção externa de pacientes Edital: nº 02/2026 Período para envio de propostas: de 6 a 10 de abril de 2026 Portal eletrônico: http://www.apoiocotacoes.com.br *Com informações do Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF)

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HCB usa abordagem lúdica para reforçar medidas de segurança do paciente

O cuidado com a segurança do paciente é uma constante no Hospital da Criança de Brasília José Alencar (HCB). Entre as diferentes ações para garantir que todos os funcionários estejam comprometidos com as condutas corretas no atendimento, a equipe do Núcleo de Segurança do Paciente acompanha de perto as áreas assistenciais, verifica o cumprimento das normas e realiza treinamentos periódicos. “Temos o Plano Institucional de Segurança do Paciente e prevemos ações voltadas a reforçar, junto aos funcionários, quais são as práticas adotadas para tornar o cuidado mais seguro”, explica a gerente de Qualidade e Segurança do Paciente do HCB, Laise Moreira. Em março, um desses momentos educativos adotou uma abordagem lúdica para engajar a equipe. Ao longo de uma semana, um carrinho percorreu diferentes alas do hospital, levando peões, dados e a oportunidade de relembrar conhecimentos. Era o PitStop da Segurança do Paciente: uma parada obrigatória para reforçar normas do HCB relativas à higienização das mãos, identificação correta e medicação segura, entre outras. “Fizemos jogo de tabuleiro e campo minado; por meio deles, trouxemos perguntas para que o próprio funcionário consiga responder como se aplicam essas boas práticas. Conforme eles vão jogando e brincando, essas informações são reforçadas”, relata Moreira. O PitStop da Segurança do Paciente ajudou a reforçar, de forma lúdica, as normas relativas à higienização das mãos, identificação correta e medicação segura | Foto: Divulgação/HCB Organizado pelo Núcleo de Segurança do Paciente do HCB, o PitStop foi direcionado a toda a equipe envolvida no cuidado com as crianças. Ágil, permitiu a participação dos profissionais sem impactar a rotina de atendimentos. A metodologia escolhida estimulou a competição saudável, em que os times ajudavam uns aos outros, garantindo que os pacientes sejam sempre os maiores vencedores. “Esse tipo de treinamento acrescenta muito para a gente, enquanto profissionais. É uma forma mais leve e gostosa de aprendermos”, afirma a enfermeira Karen Costa. Atuando como rotineira do transplante de medula óssea, ela destacou o fato de o campo minado trazer perguntas relativas a outros setores do hospital: “É importante, porque são áreas em que não tenho conhecimento tão aprofundado; com esse tipo de atividade, a gente revisita conteúdos que, há muito tempo, não vejo”. [LEIA_TAMBEM]Para a assistente social Elísia Ferreira, os jogos foram uma maneira divertida de integrar colegas com funções diferentes e aprender com as questões direcionadas a eles: “Como eu sou da equipe multidisciplinar, aprendo muita coisa do dia a dia da equipe que está lidando cotidianamente com o paciente”. Segundo Laise Moreira, estimular os profissionais a responder sobre temas que não fazem parte de suas atividades diárias é relevante no contexto assistencial, já que a movimentação entre áreas é bastante dinâmica. Além disso, como as equipes se integram ao longo do tratamento, o cuidado com uma mesma criança passa por diferentes setores. “Quando falamos da jornada do paciente dentro da instituição, vemos que algumas etapas do protocolo de cirurgia segura, por exemplo, não são específicas do centro cirúrgico. Há etapas realizadas na unidade de internação, na UTI e no ambulatório”, reforça a gerente. Ela acrescenta que, embora a atividade tenha sido realizada pontualmente, o HCB segue com outros treinamentos, alcançando quem não pôde participar do PitStop: “Existe, no hospital, toda uma parte educacional voltada para as metas de segurança, por meio de ensino a distância e presencial. Esses jogos e campanhas vêm como um reforço”. *Com informações do Hospital da Criança de Brasília José Alencar (HCB)

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