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Metrô-DF apresenta nova proposta de acordo coletivo com avanços para os empregados e para os usuários

A Companhia do Metropolitano do Distrito Federal (Metrô-DF) apresenta uma nova proposta de acordo ao Sindicato dos Metroviários (SindMetrô-DF), no âmbito da data-base intermediária de 2026, definindo uma nova etapa das negociações referentes ao Acordo Coletivo de Trabalho (ACT 2025/2027). A medida representa um avanço nas tratativas entre as partes e reforça o compromisso da companhia com o diálogo institucional, com a valorização dos empregados e com a garantia de continuidade da prestação de um serviço público de qualidade à população. A proposta que será avaliada em assembleia visa atender às demandas dos metroviários e evitar que o serviço seja descontinuado na capital federal | Foto: Tony Oliveira/Agência Brasília O aditivo ao acordo coletivo encaminhado pelo Metrô-DF será submetido à assembleia da categoria, com data prevista para este domingo (29), e contempla um conjunto de medidas que visam atender às demandas dos metroviários. O pleito foi apresentado pelos representantes do sindicato, na última quinta-feira (26), durante uma reunião entre a categoria, a direção do Metrô-DF e o presidente da Câmara Legislativa do Distrito Federal, Wellington Luiz. "A direção da companhia está aberta às negociações e empreendendo todos os esforços para atender as necessidades dos nossos servidores" Handerson Cabral, presidente do Metrô-DF “A proposta foi baseada nas reivindicações feitas pelo sindicato dos metroviários que foram apresentadas na reunião realizada no gabinete do presidente da CLDF com a participação de representante do gabinete do deputado distrital Fábio Félix. Isso demonstra que a direção da companhia está aberta às negociações e empreendendo todos os esforços para atender as necessidades dos nossos servidores”, afirma o presidente do Metrô-DF, Handerson Cabral “Nós esperamos que, na assembleia de domingo, todos esses termos possam ser apreciados pelos servidores e colocados em votação, apresentando aos metroviários os benefícios que eles estão buscando, além de garantir a melhor prestação do serviço ao cidadão do Distrito Federal”, defende. Entre os principais pontos solicitados pela categoria, atendidos pelo Governo do Distrito Federal e constando na nova proposta encaminhada pelo Metrô-DF, está a contratação, em até 120 dias após a assinatura do acordo, de uma banca organizadora que realizará o concurso público para contratação, de aproximadamente, 290 novos servidores, além da criação de um cadastro de reserva. No mesmo prazo, será apresentado o cronograma, definitivo e final, com as fases do concurso para a efetiva contratação desses novos empregados, essencial para a recomposição do quadro de pessoal da empresa. O acordo prevê a contratação de uma banca para organizar concurso público para a categoria com cerca de 290 vagas Outra demanda incluída na proposta se refere à previsão de pagamento, em pecúnia, de horas extras e de descanso semanal remunerado para os empregados convocados em feriados e pontos facultativos, o que garante a organização operacional do sistema e a continuidade dos serviços oferecidos nestes dias. Além disso, o acordo prevê a concessão de abono a ser usufruído no dia seguinte ao dia do aniversário do empregado, caso o ele esteja de folga na escala no dia do seu aniversário. Também está sendo implementado o abono bimestral para a participação em reuniões escolares, o que visa a garantir que os metroviários possam participar mais ativamente da vida escolar de seus filhos. Ainda está prevista a criação de um programa de readaptação funcional, com foco na inclusão e no suporte a empregados com deficiência e aos que apresentem alguma restrição de saúde. [LEIA_TAMBEM]"Essas medidas foram elaboradas, em um esforço conjunto, entre a direção da companhia e o Governo do Distrito Federal, com o objetivo de atender o pleito dos metroviários e evitar a paralisação dos serviços com a deflagração de uma eventual greve", reforça o presidente da companhia. "As propostas foram construídas com base na responsabilidade fiscal, na viabilidade operacional e no respeito às normas legais, favorecendo a construção de uma solução equilibrada, responsável e sustentável para ambas as partes, além de, prioritariamente, garantir a manutenção e a prestação de nossos serviços", acrescenta Handerson Cabral. *Com informações do Metrô-DF  

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Projeto de lei do novo Plano de Transporte e Mobilidade do DF é debatido em audiência pública

O planejamento de obras e ações de mobilidade urbana para o GDF executar nos próximos 10 anos vai se chamar Plano Diretor de Transporte e Mobilidade Sustentável do Distrito Federal (PDTM). O documento surgiu da unificação de dois trabalhos realizados em conjunto, a atualização do Plano Diretor de Transporte Urbano (PDTU) e a elaboração do Plano de Mobilidade Urbana Sustentável (PMUS). Previsto para ser encaminhado para deliberação da Câmara Legislativa no segundo semestre deste ano, o projeto segue sendo debatido com a população do DF. O trabalho é conduzido por uma equipe de técnicos da Secretaria de Transporte e Mobilidade (Semob-DF) e do Labtrans da Universidade Federal de Santa Catarina.  O relatório das obras e a minuta do projeto de lei que cria o novo plano foram apresentados na 4ª Audiência Pública, realizada neste sábado (28), no auditório do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT). 6,2 mil número de propostas até agora analisadas De acordo com o secretário de Transporte e Mobilidade do DF, Zeno Gonçalves, o projeto está sendo debatido com a população em todas as fases do trabalho, e passará por mais uma audiência pública no mês de abril. “Teremos a 5ª Audiência Pública, atendendo à solicitação do Ministério Público, para que a população tenha mais tempo de analisar e opinar sobre o projeto. Até o momento, já foram consolidadas cerca de 6,2 mil propostas populares que recebemos nas quatro audiências realizadas, nas 70 oficinas regionais, reuniões virtuais e consulta pública online, além das reuniões com representantes de órgãos e entidades do DF”, destacou o secretário. Novos cenários Devido ao número de propostas enviadas pela população, mais dois cenários de obras foram acrescentados aos 5 pré-existentes | Foto: Divulgação/Semob-DF A engenheira do Labtrans, Fernanda Malon, explicou que todas as manifestações apresentadas são consideradas na elaboração do projeto. Com as propostas populares, os técnicos tiveram que aumentar de cinco para sete cenários de obras, após a realização da audiência pública anterior. “São dois novos cenários. O cenário 6 aponta para a implantação de mais faixas exclusivas para ônibus, mantendo os principais eixos e aproveitando as vias já existentes, e o cenário 7 inclui novas obras metroviárias e BRTs, além das previstas nos outros cenários”, explicou a engenheira. Segundo ela, o cenário 7 exige muito investimento. “São trechos de BRT de Planaltina para o Plano Piloto e também no Eixo Leste, chegando até São Sebastião, com uma faixa exclusiva desde o Tororó, e, para o Eixo Oeste, mantém um trem regional que vem de Águas Lindas de Goiás até a rodoferroviária. A implantação de BRT na EPTG e a implantação do Metrô linha 2, que começaria no Eixo Monumental indo até a rodoferroviária, desce até a EPNB até o Recanto das Emas, depois até o Gama e Santa Maria, fazendo a integração com o BRT já existente”. Gestão participativa Fernanda Azevedo defendeu a criação de câmaras regionalizadas, "para que as necessidades reais de cada localidade sejam ouvidas" O projeto do PDTM é apontado como um grande avanço em relação ao PDTU de 2011. O plano prevê prazos e a conexão com leis orçamentárias, de forma que haja recursos para a execução das obras. Também prevê a gestão participativa com diversos mecanismos de interação social. Além de plataformas digitais de gestão e transparência, está prevista a criação do Sistema de Informações Sobre Mobilidade e Transporte, de caráter público e digital, destinado à integração, padronização e disponibilização de informações referentes a todos os modos de transporte do DF. Um dos mecanismos mais debatidos é o Órgão Gestor de Transporte e Mobilidade do Distrito Federal, que deverá ser criado por lei específica com a missão de regular e fiscalizar o transporte e mobilidade do DF. Será um órgão deliberativo e está prevista a participação popular com 50% dos membros. Além de apoiar a proposta de ampliar essa participação popular, apresentada por vários participantes da audiência, a secretária da Comissão de Transporte e Mobilidade Urbana da Câmara Legislativa, Fernanda Azevedo, defendeu que as câmaras técnicas deste órgão sejam regionalizadas. “Já que não se previram os conselhos locais, como tem no PDOT, e como são muitas regiões administrativas, então que todas essas regiões sejam representadas em câmaras regionalizadas, para que as necessidades reais de cada localidade sejam ouvidas e que haja uma escuta qualificada da população”, disse. A próxima audiência pública do PDTU deve ser realizada no mês de abril. Ficou decidido que, até o próximo encontro, todas as sugestões que forem apresentadas deverão ser analisadas e consolidadas pela equipe técnica. O relatório final será apresentado e debatido na 5ª Audiência Pública e publicado no site do PDTU. *Com informações da Semob-DF  

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Trabalho realizado na horta comunitária do Creas Ceilândia é reconhecido com moção de louvor

A horta comunitária do Centro de Referência Especializado de Assistência Social (Creas) de Ceilândia recebeu, na sexta-feira (27), uma moção de louvor pelos serviços prestados à cidade e sua população. A homenagem foi realizada durante sessão solene no Sesc Ceilândia, em comemoração aos 55 anos da cidade. Gerida pela Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF), a unidade criou o projeto em 2021 com o objetivo de atender pessoas em processo de saída das ruas, trabalhando a autoestima e o senso de pertencimento na sociedade, por meio do plantio e cultivo de alimentos. Atualmente, o projeto conta com mais de 30 participantes que, uma vez por semana, às quintas-feiras, realizam o trabalho comunitário. O projeto Hortas Comunitárias no Creas Ceilândia conta com 30 participantes que semanalmente colhem e distribuiem frutas, verduras e hortaliças para a comunidade | Fotos: Divulgação/Sedes-DF Além das frutas, verduras e hortaliças que são colhidas e distribuídas para a comunidade, a iniciativa gera resultados na vida dos frequentadores. Os participantes são acompanhados e aqueles que comparecem regularmente são direcionados para programas de capacitação e para vagas de emprego por meio da Secretaria de Desenvolvimento Econômico Trabalho e Renda (Sedet-DF), conforme disponibilidade de vagas. "Temos exemplos de pessoas que começaram a ajudar na horta, aos poucos foram superando a situação de rua e agora têm um lugar para morar, têm seu emprego e constituíram uma família" Roberto Lopes Homrich, idealizador do projeto Hortas Comunitárias “É muito satisfatório quando eles chegam para participar, o semblante deles muda e, com o passar do tempo, eles fazem novas amizades. Temos exemplos de pessoas que começaram a ajudar na horta, aos poucos foram superando a situação de rua e agora têm um lugar para morar, têm seu emprego e constituíram uma família. O mais importante, para nós, é ver a mudança na vida deles”, revela o especialista em direito e idealizador do projeto, Roberto Lopes Homrich. A secretária adjunta de Desenvolvimento Social, Jackeline Canhedo, reforça que “a horta comunitária do Creas Ceilândia mostra, na prática, como o cuidado, o vínculo e as oportunidades podem transformar vidas. Esse reconhecimento reforça a importância de iniciativas que promovem dignidade, autonomia e inclusão para pessoas em situação de rua.” Creas O Creas é uma unidade pública que atende pessoas e famílias que estão passando por situações de violência ou violação de direitos.  O Distrito Federal conta com 15 Creas organizados por territórios, incluindo o Creas da Diversidade, voltado especificamente para atender situações de discriminação por orientação sexual, identidade de gênero, raça, etnia ou religiosidade. *Com informações da Sedes-DF

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Veja a mensagem de renúncia de Ibaneis Rocha encaminhada à Câmara Legislativa

O governador Ibaneis Rocha formalizou a renúncia ao cargo por meio de mensagem enviada à Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF), conforme previsto na legislação. O documento comunica oficialmente a saída do chefe do Executivo e dá início ao processo de transição de governo. Leia a mensagem na íntegra:    

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