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DF registra mais de 28 mil intervenções arbóreas em dois meses

De janeiro até início de março, o Governo do Distrito Federal (GDF), por meio da Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil (Novacap), executou mais de 28 mil intervenções arbóreas em todo o Distrito Federal. As ações incluem podas, supressões e remoções de árvores caídas. As regiões com maior número de ocorrências foram Park Way, Gama e o Plano Piloto. As equipes atuam em regime de plantão, das 7h às 19h, tanto em dias úteis quanto nos finais de semana. Na última semana, por meio do programa GDF Presente, coordenado pela Secretaria de Governo (Segov-DF), foi feita poda de árvores na via que conecta a W2 Sul à quadra 311 Sul, em áreas adjacentes à Paróquia Nossa Senhora de Guadalupe. As equipes atuam em regime de plantão, das 7h às 19h, tanto em dias úteis quanto nos finais de semana | Fotos: Arquivo/Agência Brasília O coordenador do GDF Presente no Plano Piloto, Alexandro de Oliveira, explica que na área da igreja há dois passeios que ligam a W2 Sul até a quadra 311 Sul, que passam pelos lados direito e esquerdo da paróquia. Segundo ele, trata-se de uma região residencial que conta também com um bosque nas laterais, o que deixava o local bastante fechado e com pouca visibilidade. Essa situação gerava insegurança, principalmente para idosos e fiéis que frequentam a paróquia, sobretudo no período noturno. “Foi um pedido da comunidade e das pessoas que passam por lá. Então, o principal objetivo foi aumentar a segurança e dar mais visibilidade aos passeios, porque já tivemos casos de assaltos e até tentativa de estupro”, afirma Alexandro. O serviço contou com a parceria da administração regional do Plano Piloto com a equipe de reeducandos. Após a realização dos serviços de poda, roçagem e recolhimento de galhos e arbustos, as equipes também executaram o rastelamento da área. O local passou ainda por manutenção asfáltica e vai receber sinalização horizontal, com o objetivo de ampliar a segurança. Como funciona As regiões com maior número de ocorrências foram Park Way, Gama e o Plano Piloto A poda de árvores é uma intervenção técnica, feita apenas após vistoria presencial de engenheiros agrônomos ou técnicos florestais da Novacap. O processo começa quando o cidadão registra o pedido no Portal do Cidadão, no campo ADM 24h ou presencialmente na administração regional da cidade. Após o registro, a solicitação é encaminhada ao Departamento de Parques e Jardins (DPJ) da Novacap. Um técnico vai ao local para avaliar o estado da árvore e emitir um parecer técnico, que define se há necessidade de poda, qual tipo de intervenção será feita (limpeza, rebaixamento de copa, levantamento, entre outros) ou se o vegetal está saudável e não requer manejo no momento. Segundo a Novacap, atualmente não existe um cronograma fixo de podas. As ações seguem o fluxo de demandas registradas pela população no Portal do Cidadão, além de vistorias preventivas realizadas pela própria Novacap. Isso significa que o serviço é executado conforme as necessidades apontadas em cada solicitação e o grau de prioridade técnica identificado na vistoria. Casos com risco de queda ou acidentes recebem atendimento emergencial, enquanto as demais demandas entram na programação conforme ordem de chegada e complexidade do serviço.  

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Relatórios mensais de monitoramento da qualidade do ar: 2026

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Workshop debate diálise peritoneal como alternativa segura à hemodiálise

Desempenhando a mesma função dos rins de eliminar as toxinas do sangue, a diálise peritoneal é uma alternativa segura ao equipamento de hemodiálise, conforme foi debatido, quarta-feira (25), no Workshop de Diálise Peritoneal da Secretaria de Saúde (SES-DF). Feito por meio de um cateter flexível inserido no abdômen, esse procedimento garante maior autonomia e mais qualidade de vida ao usuário do serviço, permitindo que ele faça o tratamento em casa, não necessariamente em uma unidade de saúde.  Com a participação de profissionais da nefrologia, workshop debateu a expansão da diálise peritoneal na rede pública de saúde | Foto: Agência Saúde-DF O encontro teve como público-alvo profissionais da nefrologia do DF. Serviu como espaço estratégico para o compartilhamento de experiências bem-sucedidas, assim como para a formulação de diretrizes para expandir essa modalidade de diálise dentro da rede pública. [LEIA_TAMBEM]“A diálise peritoneal é uma modalidade de tratamento tão segura quanto a hemodiálise, mas, para esta última, existe uma fila de espera”, lembrou a nefrologista Francinara Moraes, da SES-DF. “Nosso intuito, então, é ampliar a oferta do serviço, de modo a atendermos todos que demandarem tratamento.” O encontro teve painéis de atualização técnica e discussões sobre os desafios logísticos e assistenciais para a ampliação do serviço. Entre os temas centrais, foram debatidas as novas tecnologias disponíveis, o atendimento pediátrico e as estratégias para que mais pacientes da rede possam ser beneficiados pelo método.  *Com informações da Secretaria de Saúde

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GDF Saúde amplia telemedicina com foco em prevenção

O GDF Saúde, plano administrado pelo Instituto de Assistência à Saúde dos Servidores do Distrito Federal (Inas), anunciou, nesta sexta-feira (27), duas novidades para seus 105 mil beneficiários: a ampliação da atenção primária à saúde e a expansão da telemedicina para especialidades voltadas à saúde mental do servidor. O GDF Saúde vai expandir as especialidades em telemedicina na área psicossocial para tratar a saúde mental do servidor | Foto: Divulgação/Inas “São iniciativas importantes tanto para a saúde do plano quanto para a saúde dos usuários”, destaca Rodrigo Gonçalves, diretor-presidente da instituição. O gestor foi o convidado da live Tempo de Refletir, organizada pela Secretaria-Executiva de Valorização e Qualidade de Vida (Sequali), da Secretaria de Economia (Seec-DF). A íntegra do bate-papo, comandado pelo secretário-executivo Epitácio Júnior, está disponível no canal da pasta no YouTube. A decisão de incluir a Atenção Primária à Saúde (APS) no dia a dia do GDF Saúde é motivada pela necessidade de ofertar uma medicina mais preventiva e integral. “Os pacientes cardiopatas, diabéticos ou com outras doenças crônicas terão um médico de referência para acompanhá-los. É um ponto focal de auxílio, de orientação”, reforça Rodrigo Gonçalves. “É bom para o plano e para o beneficiário, que terá um acompanhamento passo a passo para corrigir rotas de medicamentos ou tratamentos”. "Nosso plano de saúde não visa o lucro, mas sim abraçar o beneficiário e estar com ele até o fim da vida" Rodrigo Gonçalves, diretor-presidente do Inas A APS é o primeiro nível de atenção em saúde e se caracteriza por um conjunto de ações, no âmbito individual e coletivo, que abrange a promoção e a proteção da saúde, a prevenção de agravos e, por fim, a redução de danos. Além disso, o GDF Saúde vai expandir as especialidades em telemedicina na área psicossocial para tratar a saúde mental do servidor. A prática começou a ser adotada no GDF Saúde em outubro (mês dedicado ao servidor) do ano passado. Hoje, duas empresas prestam serviço ao Inas. Como não há limitação territorial, o atendimento foi nacionalizado (por lei, o plano de saúde é restrito ao DF) e retira o paciente do ambiente hospitalar em casos mais simples. Epitácio Júnior, secretário-executivo da Sequali, lembra que a iniciativa pode reduzir a pressão sobre a Subsecretaria de Saúde (Subsaúde) da Seec-DF na gestão da qualidade de vida no trabalho, reduzindo, por exemplo, o absenteísmo. No ano passado, apenas em psicoterapia, o GDF Saúde realizou 225 mil sessões. A maioria para servidores de três áreas: saúde, educação e segurança pública, devido à responsabilidade e às especificidades do trabalho dessas categorias. Atendimentos [LEIA_TAMBEM]O GDF Saúde cresce a cada ano. Em 2021, realizou 191 mil atendimentos. Já em 2025, chegou a 1,4 milhão de atendimentos. “E em um universo amplo, que vai desde o exame mais simples a uma operação complexa”, conta Rodrigo Gonçalves. O plano — criado em outubro de 2020, durante a pandemia de covid-19 — tem uma carteira de 105 mil vidas atendidas (servidores e dependentes). Entre os prestadores de serviços (clínicas, hospitais e laboratórios), são 3 mil, diretos e indiretos. “Isso garante a suficiência de rede. Os grandes hospitais continuam nos atendendo”, reforça. O Inas tem 207 servidores e agrega à economia hospitalar do Distrito Federal mais de R$ 1,5 bilhão por ano. Dificuldades Rodrigo Gonçalves, há 16 anos empossado como auditor de controle interno do GDF, afirma que tem lidado com dificuldades, mas destaca que elas não põem em risco o GDF Saúde. “Falando da questão do atendimento, por exemplo: falhas acontecem por razões multifatoriais, mas o coração do Inas é fornecer o melhor tratamento para o servidor”, ressalta. Ele informa que algumas dessas dificuldades ocorrem, por exemplo, com o uso de órteses, próteses e outros materiais utilizados em cirurgias (OPMEs). Elas exigem a liberação de duas guias em razão do alto custo, o que demanda cotação de mercado e envolve uma tripla preocupação: atendimento ao usuário, qualidade do material e sustentabilidade financeira do plano. “Nosso plano de saúde não visa o lucro, mas sim abraçar o beneficiário e estar com ele até o fim da vida.” Rodrigo Gonçalves (à esquerda), diretor-presidente do Inas, foi o convidado desta sexta (27) da live Tempo de Refletir, organizada pela Sequali | Foto: Divulgação/Seec-DF Em relação às queixas de usuários sobre descredenciamento de prestadores de serviços, o diretor-presidente do Inas lembra que o ciclo contratual de cada empresa é, no máximo, de 60 meses, conforme a Lei nº 8.666/1993. “No final de 2025, tivemos que fazer uma renovação ampla do leque de credenciados em função desse prazo”, informa. Vários prestadores, especialmente aqueles que não tinham fluxo de beneficiários, foram descredenciados. Outros optaram por sair, e alguns não apresentaram documentos para a renovação. “Apenas 226 saíram, e a maioria de baixo fluxo, que nem faturaram”, esclarece. Conselhos Sobre as mudanças nos conselhos de gestão, Gonçalves explica que existem dois: o de Administração e o Fiscal. Este último cuida das questões contábeis e financeiras. O primeiro é responsável, entre outras funções, pela aprovação do rol de procedimentos. Ambos são preenchidos com indicações do GDF e dos beneficiários. “A recente troca de cinco conselheiros se deu por iniciativa das entidades de classe — e por razões próprias. Não teve ingerência política, só de gestão, num fluxo totalmente natural”, salienta.

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