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Escola pública do DF ganha 2º Núcleo de Inovação Educacional

A rede pública de ensino do Distrito Federal ganhou, nesta segunda-feira (16), mais um reforço na política de inovação pedagógica. A Secretaria de Educação (SEEDF) inaugurou o segundo Núcleo de Inovação do DF, instalado no Centro de Ensino Médio 804, no Recanto das Emas. O espaço amplia o uso de tecnologias na educação e viabiliza a produção de conteúdos digitais, fortalecendo a educação híbrida, que combina atividades presenciais e não presenciais. Durante a inauguração do segundo núcleo, a Secretária de Educação, Hélvia Paranaguá, anunciou que há a previsão de novas unidades | Foto: Mary Leal/SEEDF “O MEC tem se comprometido cada vez mais com esse espaço de ampliar possibilidades pedagógicas para garantir o direito de aprendizagem nas redes públicas de todo o país” Tereza Santos, diretora de Políticas e Diretrizes da Educação Básica do MEC A secretária de Educação, Hélvia Paranaguá, destacou o avanço da iniciativa e a intenção de ampliar o projeto. “Já articulamos com o MEC [Ministério da Educação] a chegada de novas unidades”, afirmou. A primeira unidade foi aberta em março de 2024, na sede da secretaria. Após dois anos, o programa avança para dentro de uma escola da rede pública, ampliando o acesso às ferramentas de inovação pedagógica. A iniciativa integra políticas públicas como o Plano Distrital de Educação, a Política Nacional de Educação Digital e o programa Horizontes Digitais. A proposta é garantir que estudantes e professores tenham acesso a metodologias ativas e ferramentas tecnológicas, com foco no protagonismo juvenil e na melhoria da aprendizagem. “O MEC tem se comprometido cada vez mais com esse espaço de ampliar possibilidades pedagógicas para garantir o direito de aprendizagem nas redes públicas de todo o país”, enfatizou a diretora de Políticas e Diretrizes da Educação Básica do MEC, Tereza Santos. Núcleos planejados [LEIA_TAMBEM]A coordenadora-geral de Ensino Médio do MEC, Valdirene Alves, avaliou como bem-sucedida a escolha de instalar o núcleo dentro do CEM 804: “Vocês acertaram quando indicaram uma escola. Os espaços, na política nacional de ensino médio, devem apoiar a implementação dos itinerários formativos”. O Distrito Federal integra a Rede de Inovação para a Educação Híbrida, iniciativa federal criada em 2022 em parceria com a Universidade Federal de Alagoas. “Em um ano e meio, conseguimos não só o planejamento, mas também o projeto e a execução das obras, e a gente sabe que não é fácil no nosso país”, pontuou o coordenador-geral da rede, Ibisem Bittencourt. Em todo o país, pontuou ele, 52 núcleos foram planejados e 47 já foram concluídos Com o novo núcleo, a expectativa é que os conteúdos produzidos passem a integrar os materiais pedagógicos da rede e as formações de professores. A estratégia também amplia o acesso à educação de qualidade, especialmente para estudantes do ensino médio noturno, e contribui para a formação de jovens preparados para os desafios da cidadania digital. *Com informações da Secretaria de Educação    

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Novos equipamentos vão agilizar diagnósticos no Hospital de Base

O Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF) lançou, nesta segunda-feira (16), o Edital nº 15/2026 para a aquisição de novos equipamentos médicos destinados ao serviço de anatomia patológica do Hospital de Base. O investimento vai ampliar a precisão e a agilidade dos exames, fundamentais para a identificação de doenças e a definição de tratamentos, fortalecendo o atendimento oferecido aos pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS). O edital tem como objeto a compra de equipamentos voltados à rotina da anatomia patológica, conforme estabelecido no Elemento Técnico nº 41/2026. A iniciativa reforça o compromisso do instituto com a excelência dos serviços prestados nas unidades de saúde sob sua gestão. Essencial no processo de identificação de doenças, especialmente em análises microscópicas de tecidos, o serviço de anatomia patológica desempenha papel estratégico na definição de tratamentos e condutas clínicas. A atualização dos equipamentos amplia a precisão dos exames, contribui para diagnósticos mais rápidos e qualifica ainda mais o atendimento ao paciente. O serviço de anatomia patológica trabalha na identificação de doenças, especialmente em análises microscópicas de tecidos | Foto: Divulgação/IgesDF Prazo para envio de propostas Com o objetivo de garantir ampla concorrência e participação de empresas especializadas, o período de recebimento das propostas será de 10 dias úteis, entre 16 e 27 de março, até as 23h55 (horário local), exclusivamente pelo endereço eletrônico emendas.propostas@igesdf.org.br. De acordo com a equipe técnica responsável pela contratação, a iniciativa busca assegurar que o hospital mantenha a capacidade de realizar cirurgias cardíacas com segurança e qualidade, garantindo o suporte especializado necessário para esses procedimentos. [LEIA_TAMBEM]O edital completo e seus anexos estão disponíveis para consulta no site do IgesDF, conforme endereço eletrônico informado no documento oficial. Serviço · Objeto: Aquisição de equipamentos médicos destinados ao serviço de anatomia patológica · Edital: nº 15/2026 · Período para envio de propostas: de 16/3/2026 a 27/3/2026 · Endereço eletrônico para envio: emendas.propostas@igesdf.org.br *Com informações do Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF)

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IgesDF abre edital para compra de 45 incubadoras neonatais

O Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF) publicou, nesta segunda-feira (16), o Edital nº 018/2026 para a aquisição de 45 incubadoras neonatais que vão reforçar a assistência a recém-nascidos prematuros e bebês que necessitam de cuidados especializados no Hospital Regional de Santa Maria (HRSM). Os equipamentos serão utilizados na Unidade de Terapia Intensiva Neonatal (UTI neonatal), em berçários e maternidades da unidade. As incubadoras garantem controle de temperatura e umidade, proteção contra infecções e monitoramento clínico contínuo, contribuindo para a segurança e o desenvolvimento dos bebês. As novas incubadoras neonatais serão usadas na UTI, nos berçários e na maternidade do HRSM | Foto: Divulgação/IgesDF [LEIA_TAMBEM]Prazo para envio de propostas O período para recebimento das propostas até as 23h55 (horário local) do dia 27 deste mês. O envio deve ser feito exclusivamente pelo portal eletrônico www.apoiocotações.com.br. “Nossa meta é seguir investindo na aquisição de equipamentos que fortaleçam o trabalho das equipes assistenciais e garantam atendimentos cada vez mais eficientes à população do Distrito Federal”, afirma a analista de Compras do IgesDF, Gerlani Pereira. O edital completo e seus anexos estão disponíveis para consulta no site oficial do IgesDF. *Com informações do IgesDF  

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Brazlândia, Planaltina, Plano Piloto e outras áreas terão suspensão de energia nesta quarta-feira (18)

Os moradores de Brazlândia, Planaltina, Plano Piloto, Ceilândia, Vicente Pires e Arapoanga devem ficar atentos: nesta quarta-feira (18), o fornecimento de energia será temporariamente interrompido em pontos específicos dessas regiões enquanto a Neoenergia realiza serviços de reforma e modernização da rede elétrica. Em Brazlândia, o desligamento ocorrerá das 9h às 15h, na QN 01. Em Arapoanga, a interrupção será das 10h às 16h, atingindo Núcleo Rural Rajadinha, Km 15, Quadra 2, Conjunto B e Núcleo Rural Sobradinho dos Melos, DF-250, km 85, Chácara 8. No Plano Piloto, o fornecimento será interrompido das 8h30 às 16h30, na CLN 308, SQN 108, SQN 308, EQN 307/308 e SGAN 608. Já na Colônia Agrícola 26 de Setembro, em Vicente Pires, o desligamento ocorrerá das 9h às 15h, Rua 1. A empresa ressalta que a interrupção é necessária para garantir a segurança das equipes durante a execução dos trabalhos e para fortalecer a confiabilidade e a qualidade do abastecimento de energia para os moradores da região.

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Novos beneficiários do DF Social têm até o dia 23 para abrir conta no BRB

A Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF) selecionou 398 novas famílias beneficiárias do programa DF Social para abrir conta no Banco de Brasília (BRB) e ter acesso ao auxílio mensal de R$ 150. Para garantir o recebimento do próximo pagamento, é necessário que o cidadão tenha a conta social (não se trata de uma conta bancária comum) aberta até as 18h do dia 23 deste mês. Para ter acesso ao benefício, é preciso abrir a conta social; antes disso, porém, a pessoa deve consultar se foi contemplada | Foto: Divulgação/Sedes-DF  Quem não abrir conta no prazo estabelecido terá que aguardar nova contemplação. ‌A abertura da conta social deve ser feita pelo aplicativo BRB Mobile. Basta seguir o passo a passo. Para saber se foi contemplado, basta fazer a consulta no site GDF Social e confirmar se seu nome está entre os beneficiários. No portal, em “Consulta DF Social”, é necessário informar CPF e data de nascimento do responsável familiar, conforme declarado no Cadastro Único. Após esse procedimento, aparece mensagem na tela informando se a pessoa está ou não na lista de contemplados. [LEIA_TAMBEM]“As famílias precisam, primeiro, consultar a contemplação”, orienta a secretária de Desenvolvimento Social, Ana Paula Marra. “Não basta abrir a conta do BRB no aplicativo, porque, se a pessoa não foi contemplada, a conta específica para receber o DF Social não vai ser habilitada para abertura. Consultou, viu que foi contemplado, então abre a conta para receber o benefício todos os meses.” O DF Social é o programa de transferência de renda do Governo do Distrito Federal (GDF) que concede R$ 150 mensais destinado às famílias de baixa renda residentes no Distrito Federal. Têm direito ao benefício os grupos com renda per capita de até meio salário mínimo inscritos no Cadastro Único, entre outros critérios. A contemplação é feita por meio de seleção automática, cruzando critérios do programa com os cadastros únicos. O crédito de R$ 150 é depositado pelo BRB sempre no primeiro dia útil de cada mês, a partir das 18h. *Com informações da Secretaria de Desenvolvimento Social

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Cães resgatados aguardam há mais de um ano por um novo lar na Zoonoses do DF; saiba como adotar

Mais de um ano depois de serem resgatados, 13 cães ainda aguardam uma nova chance de recomeçar. Nas baias da Gerência de Vigilância Ambiental de Zoonoses do Distrito Federal, eles esperam por alguém disposto a abrir a porta de casa e do coração para a adoção responsável. Saudáveis e tratados diariamente pelas equipes do Governo do Distrito Federal (GDF), os animais seguem na expectativa de encontrar um lar definitivo. São 12 machos e uma fêmea, com idades acima de 2 anos. Antônio, Farofa, Bono, Rubinho, Ginger, Pongo, Calvin, Patrick, Walter, Feliz, Rex, Bruce e Airton: cada um tem nome e ficha de apresentação, além do anseio de viver em família. Parte deles foi resgatada em uma operação realizada no ano passado na Candangolândia, quando cerca de 100 animais foram encontrados em condições insalubres na casa de uma acumuladora. Andressa Jalyne, gerente da Zoonoses: “Estamos sempre atentos cuidando da saúde desses animais, que estão prontos para serem adotados” | Foto: Joel Rodrigues/Agência Brasília Os cães receberam atendimento veterinário e seguem sob monitoramento da equipe da unidade enquanto aguardam adoção. Todos estão vacinados, vermifugados, castrados, microchipados e utilizam coleiras repelentes contra o mosquito transmissor da leishmaniose. Nas baias onde ficam hospedados, há fichas com informações sobre idade, características, histórico e eventuais tratamentos. “Existe essa parte de contribuição nas ações que chegam para nós. Não é o nosso primeiro papel, mas em algumas situações vêm animais resgatados de condições de maus tratos, como esses que temos atualmente nas nossas dependências. São animais totalmente saudáveis. Fazemos o manejo deles duas vezes ao dia e temos uma equipe de veterinários que dá uma olhada no estado geral deles. Estamos sempre atentos cuidando da saúde desses animais, que estão prontos para serem adotados”, explicou a gerente da Zoonoses, Andressa Jalyne. [LEIA_TAMBEM]Depois da adoção Experiências de quem já acolheu um pet por meio da Zoonoses mostram como a decisão pode transformar a vida de quem adotou e foi adotado. A veterinária Marília Cabral Miranda, de 49 anos, pegou a cadela Candy na unidade há cerca de 15 dias. Após o falecimento da antiga cachorrinha da família, em dezembro do ano passado, a casa ficou vazia demais, e Marília procurava uma companheira — o que encontrou em Candy, em uma história de amor à primeira vista. “Quando a vi, senti na hora, gostei da carinha dela. Assim que a soltaram, ela veio até a gente direto, nos escolheu. Hoje, quando chego em casa, ela já faz aquela festa”, contou. A cachorrinha Candy, adotada na Zoonoses há cerca de 15 dias, alegrou a rotina da família de Marília Cabral Miranda (ao centro): “A Candy sempre foi carinhosa e agora é a dona da casa, está se adaptando muito bem” | Foto: Arquivo pessoal Marília afirmou ter conhecido a Zoonoses por meio de uma amiga, que também adotou um cachorrinho pela instituição. A tutora destacou que o processo foi tranquilo e rápido, ressaltando a importância de dar uma chance aos cães adultos: “São mais fáceis de lidar e adaptar que os filhotes, especialmente para quem passa menos tempo em casa. A Candy sempre foi carinhosa e agora é a dona da casa, está se adaptando muito bem. A saúde dela é muito boa, os animais são muito bem cuidados na Zoonoses”. O bancário Rafael Sampaio, 37, também procurava uma companhia e adotou, junto ao marido, a cadelinha Pituca há cinco meses, na Zoonoses. Ele relatou a mudança positiva na rotina da família: “Ela trouxe muita alegria. Acordamos com esse serzinho pulando na gente, o passeio melhora nossos dias, nos faz muito bem sair de casa com ela, caminhar, respirar um ar fresco. Ela trouxe qualidade de vida para nossa rotina; é um prazer e não só mais uma coisa para fazer. Além disso, ela é muito disciplinada, sabe os horários e onde fazer as coisas também, mudou nossa vida. A Pituca foi a melhor escolha que já fizemos, e a gente vê claramente o retorno no carinho e na gratidão dela”. A cadela Pituca também foi adotada na Zoonoses. “Ela trouxe muita alegria, acordamos com esse serzinho pulando na gente”, conta o tutor Rafael Sampaio | Foto: Arquivo pessoal Rafael reforçou que a adaptação às vezes exige paciência, por se tratar de um novo ambiente para o animal, mas que logo eles se adaptam. “Sabemos que a responsabilidade vem junto, e a Pituca é parte da família. É triste saber o quanto esses cachorrinhos sofrem abandonados e precisam de carinho, sem um lar. E nossa adoção superou todas as expectativas, o pessoal da Zoonoses foi maravilhoso, com a vacinação, cuidados veterinários e todo zelo”, completou. Para adotar um pet na Zoonoses, é necessário ter mais de 18 anos, ser morador do Distrito Federal, apresentar documento de identificação com foto, passar por uma entrevista e assinar um termo de responsabilidade. O atendimento ocorre de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h, e os profissionais da unidade também fazem visitas guiadas para ajudar a identificar qual animal pode se adaptar melhor à rotina de cada família.

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Programa Minha Saúde leva cuidados oftalmológicos a Santa Maria

A Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF) promove mais uma edição do Programa Minha Saúde — Etapa Oftalmologia. O serviço será oferecido de quinta-feira (19) até sábado (21), das 9h às 18h, ao lado da Administração Regional de Santa Maria. O serviço será oferecido ao lado da Administração Regional de Santa Maria mediante cadastro prévio feito pela internet | Foto: Joel Rodrigues/Agência Brasília O Minha Saúde tem como objetivo a ampliação do acesso às ações de promoção, prevenção e cuidado em saúde ocular. A iniciativa é executada por meio de termo de fomento firmado entre a SES-DF e a Beneficência Hospitalar Cesário Lange (BHCL), no âmbito do Marco Regulatório das Organizações da Sociedade Civil (Mrosc). Para participar, basta fazer um cadastro prévio, através do site do programa. Programa Minha Saúde — Etapa Oftalmologia em Santa Maria Local: Ao lado da Administração Regional de Santa Maria (Quadra Central 1 - Conjunto H Lote 1)  Data: De quinta-feira (19) a sábado (21) Horário: Das 9h às 18h Cadastro prévio: www.minhasaudedf.com.br. *Com informações da Secretaria de Saúde  

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VIGILÂNCIA SANITÁRIA

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Você toma remédios de maneira correta? Veja dicas de especialistas da rede pública do DF

Incorporar medicamentos à rotina pode ser um desafio, tanto para pessoas que só precisam tomá-los por alguns dias quanto para aquelas que devem manter o uso ao longo de toda a vida. O problema é quando ocorrem erros que, a princípio, parecem simples, mas podem dificultar os tratamentos ou, em alguns casos, até piorar a situação. Medicamentos devem ser tomados sob indicação médica, não por orientação de outras pessoas | Foto: Matheus Oliveira/Agência Saúde-DF Veja abaixo as principais dicas para não errar na medicação.  Indicação de amigo ou parente Um dos problemas mais comuns é quando alguém da família toma um medicamento e, com boa vontade, indica aos amigos ou parentes. “As condições de saúde, ainda que tenham o mesmo nome e mesmo código CID [Classificação Internacional de Doenças], como a dor de cabeça, são únicas para cada pessoa”, explica o médico de família e comunidade Arthur Fernandes, da Secretaria de Saúde (SES-DF),  “Não é grave indicar uma dipirona para um familiar por uma dor simples, mas sim replicar esse comportamento de forma indiscriminada, principalmente envolvendo remédios controlados” Arthur Fernandes, médico de família e comunidade De acordo com ele, enquanto um paciente experimenta uma dor de cabeça como simples sinal de estresse após um dia de trabalho intenso, é possível que outro viva o mesmo problema com medo e preocupação. “Talvez ele tenha um histórico familiar de AVC [acidente vascular cerebral]”, pontua. “Na medicina de família e comunidade, chamamos essas particularidades de experiência de doença.” O problema se complica quando, segundo o médico, a recomendação de amigos ou parentes já não é mais para uma dor de cabeça, mas medicamentos que envolvem condições mais complexas, como na área de saúde mental ou reprodutiva: “Não é grave indicar uma dipirona para um familiar por uma dor simples, mas sim replicar esse comportamento de forma indiscriminada, principalmente envolvendo remédios controlados”.  Tratamento sem receita O cenário se agrava ainda mais quando a utilização do medicamento não acompanha qualquer indicação profissional. Fernandes exemplifica, citando o uso da testosterona com a expectativa de melhorar o desempenho físico ou sexual: “Tomar uma substância que foi feita para tratar certa condição sem apresentar tal condição expõe a pessoa a efeitos desnecessários e potencialmente graves, como problemas metabólicos, cardíacos ou neurológicos, além de alterações de humor e corporais”. De acordo com o médico, entre as mulheres, uma situação comum ocorre no tratamento de infecções urinárias: a paciente usa antibióticos variados por conta própria repetidas vezes, gerando resistência aos antimicrobianos. Isso acaba dificultando terapias futuras para o mesmo problema, sendo necessária a internação hospitalar para uso de antibiótico injetável. 1,3 milhão Número de mortes anuais por resistência aos microbianos, condição causada pelo exagero no uso A resistência aos antimicrobianos — capacidade de bactérias, vírus, fungos e parasitas sobreviverem aos efeitos de medicamentos como antibióticos, antifúngicos, antivirais, antimaláricos ou anti-helmínticos — é tema de ações globais de conscientização. De acordo com o Ministério da Saúde, essa condição já causa 1,3 milhão de mortes diretas por ano e pode se tornar a principal causa de óbitos no planeta até 2050. O uso exagerado de antimicrobianos e o descarte inadequado de resíduos são os principais fatores que aceleram essa resistência. Abandono de tratamento contínuo A diretora de Assistência Farmacêutica da SES-DF, Sara Ramos, relata que, com frequência, há abandono de tratamentos contínuos, embora os remédios estejam à disposição. Os motivos variam do esquecimento à autoavaliação. “Achar, por conta própria, que o medicamento não está funcionando ou que já curou o que havia de errado é um equívoco”, esclarece.  [LEIA_TAMBEM]Outro erro apontado pela farmacêutica é interromper o tratamento quando há desconforto com efeitos colaterais. “Deve-se sempre voltar ao profissional de saúde para fazer os ajustes necessários”, recomenda. Sara lembra que há condições de saúde invisíveis, como o colesterol alto, além de doenças que aparentam ter cura rápida, mas que se tornam perigosas quando há abandono do tratamento, como a tuberculose.  Acondicionamento dos medicamentos A eficácia de um remédio também depende de seu armazenamento. Banheiros são úmidos, o que pode modificar as características do produto. Na cozinha, é preciso evitar o frio das geladeiras ou a proximidade de locais quentes, como fogões, fornos e parte externa da geladeira. “Até airfryer já pode ser uma zona de calor a ser evitada, pois esquenta quando o equipamento é ligado”, indica a farmacêutica.  O ideal é optar por locais secos, arejados, protegidos da luz e, se for o caso, fora do alcance de animais domésticos e de pessoas que precisam de supervisão, como crianças ou idosos. A manutenção da embalagem original, mantendo a bula dentro da caixa ou em local fácil de ser encontrado, é outra indicação. *Com informações da Secretaria de Saúde      

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Manuais para orientar fiscalização de atividades e produtos de controle especial no DF são lançados

A Secretaria de Segurança Pública do Distrito Federal (SSP-DF) lançou, nesta segunda-feira (16), uma série de manuais didáticos com orientações sobre fiscalização de produtos e atividades de controle especial no DF. Produzidas pelo Núcleo de Controle de Atividades Especiais (Nucae), as publicações apresentam, em linguagem simples e ilustrada, as principais normas que regem setores como segurança privada, monitoramento eletrônico, comercialização de coletes balísticos e tinta spray, com o objetivo de facilitar o entendimento das regras por empresários, profissionais das áreas reguladas e pela população. Os manuais buscam ampliar a transparência e facilitar o entendimento das regras que regem atividades sujeitas ao controle da SSP-DF. Entre os temas abordados estão segurança privada em eventos, funcionamento de empresas de monitoramento e alarmes, compra e venda de coletes balísticos, comercialização de tinta spray, uso de uniformes de segurança e requisitos de segurança para instituições financeiras, incluindo os critérios para renovação de alvarás. Sandro Avelar: "Quando empresários e cidadãos compreendem melhor as normas, fortalecemos a cultura de prevenção e contribuímos para um ambiente mais seguro" | Foto: Divulgação/SSP-DF Segundo o secretário de Segurança Pública do Distrito Federal, Sandro Avelar, a iniciativa reforça o compromisso da pasta com a prevenção e a orientação do setor regulado. “Nosso objetivo é tornar a legislação mais clara e acessível para todos. Quando empresários e cidadãos compreendem melhor as normas, fortalecemos a cultura de prevenção e contribuímos para um ambiente mais seguro no Distrito Federal”, afirmou. Controle e fiscalização A fiscalização dessas atividades é realizada pela Subsecretaria de Operações Integradas da SSP-DF, por meio do Nucae, responsável pelo cadastro, controle e acompanhamento de produtos e serviços que, por lei, exigem autorização ou monitoramento do poder público por apresentarem potencial impacto na segurança da população. [LEIA_TAMBEM]De acordo com o subsecretário de Operações Integradas, coronel Carlos Melo, o material foi pensado para alcançar diferentes públicos. “Produzimos manuais objetivos e ilustrados, com linguagem simples, para que qualquer pessoa consiga entender as regras e as responsabilidades de cada atividade. Isso facilita o cumprimento da legislação e fortalece o trabalho de fiscalização”, explicou. Além de orientar empresários e profissionais que atuam nos setores regulados, os manuais têm a finalidade de informar o cidadão sobre as normas que envolvem essas atividades, ampliando o acesso às informações públicas e incentivando a participação da sociedade no acompanhamento das políticas de segurança. A expectativa da SSP-DF é que o material contribua para padronizar procedimentos, prevenir irregularidades e fortalecer a cultura de conformidade com as normas, promovendo maior segurança jurídica para os empreendedores e mais transparência nas ações de fiscalização. Confira os manuais Segurança eletrônica Segurança privada Uniformes Coletes balísticos Tinta spray Instituições financeiras *Com informações da SSP-DF  

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As praças da Candangolândia foram reformadas. Ciclovias construídas e escolas ganharam cara nova

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Manuais para orientar fiscalização de atividades e produtos de controle especial no DF são lançados

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DF LEGAL

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Park Way recebe obras viárias de infraestrutura urbana e amplia mobilidade na região

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Acompanhe a entrega de escrituras dos programas Pró-DF II e Desenvolve-DF

 

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Jovens participam de ação socioambiental na Estrutural

Equipes do Instituto Brasília Ambiental participaram, na semana passada, de mais uma etapa do Programa de Educação Ambiental (PEA). Fruto de parceria com a Agência de Desenvolvimento do Distrito Federal (Terracap) e a Engnova Engenharia e Consultoria, a iniciativa tem objetivo de fortalecer a participação comunitária e promover a sensibilização ambiental em diferentes públicos. Entre as atividades, um dos destaques foi o curso de criação e edição de vídeos, com carga horária de 20 horas, voltado aos jovens da Cidade Estrutural. A formação apresentou conhecimentos técnicos de produção audiovisual utilizando o celular. Grupo fez um passeio guiado ao Parque Nacional de Brasília, onde foram desenvolvidas atividades de aprendizado | Foto: Divulgação/Brasília Ambiental “Quando a educação ambiental chega às comunidades de forma participativa e criativa, ela transforma realidades” Celina Leão, vice-governadora Durante as aulas, os jovens aprenderam noções de filmagem, elaboração de roteiros e edição de vídeos por meio de aplicativos, desenvolvendo conteúdos que abordam a própria realidade da comunidade. Um dos temas trabalhados foi o gerenciamento de resíduos, considerado um dos principais desafios ambientais da Cidade Estrutural. Licenciamento ambiental  Os programas de educação ambiental fazem parte das condicionantes dos processos de licenciamento ambiental, sendo estruturados com a participação da comunidade onde o empreendimento está inserido. As ações são definidas a partir do Diagnóstico Socioambiental Participativo, processo durante o qual moradores apresentam demandas e sugerem iniciativas voltadas à melhoria socioambiental do território. “Os PEAs são fundamentais para aproximar o desenvolvimento urbano da responsabilidade socioambiental”, aponta o presidente do Brasília Ambiental, Rôney Nemer. ”A comunidade é diretamente afetada pelas intervenções e, por isso, é justo que haja investimento em projetos locais. Dessa forma, ampliamos o alcance da educação ambiental e fortalecemos a cultura de preservação no DF.” [LEIA_TAMBEM]Outra atividade do programa foi a entrega de 100 kits esportivos para crianças em situação de vulnerabilidade social, além de uma visita ao Parque Nacional de Brasília, proporcionando momentos de lazer, contato com a natureza e sensibilização ambiental. “Quando a educação ambiental chega às comunidades de forma participativa e criativa, ela transforma realidades”, avalia a vice-governadora Celina Leão. “Essas iniciativas despertam a consciência, criam oportunidades para os jovens e aproximam as pessoas da preservação do meio ambiente.” A educadora ambiental do instituto, Aline Barreto, reforça: “É importante que um Programa de Educação Ambiental tenha a participação da comunidade e também possa fortalecer projetos socioambientais que já existem, mas que necessitam de algum tipo de apoio”. *Com informações do Brasília Ambiental

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Qualifica DF certifica mais de 2 mil alunos em cerimônia de formatura no ginásio do Cruzeiro

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JUNTA COMERCIAL

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Inscrições para Banco de Talentos Delas são prorrogadas até 20 de março

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QualificaDF forma cerca de 2 mil alunos e ultrapassa 66,2 mil certificados entregues desde 2022

Cerca de 2 mil pessoas receberam o certificado do QualificaDF, nesta segunda-feira (16), no Ginásio do Cruzeiro. Criado em 2022 pelo Governo do Distrito Federal (GDF) e coordenado pela Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda (Sedet-DF), o programa oferece cursos gratuitos em diversas áreas profissionais. Desde o lançamento, mais de 66,2 mil certificados foram entregues, impulsionando a geração de emprego e renda na capital. Presente na solenidade, a vice-governadora Celina Leão ressaltou o impacto da iniciativa para a criação e ocupação de postos de trabalho e a promoção da qualidade de vida para a população. “O QualificaDF é uma realidade em que, por onde a gente passa no Distrito Federal, nós temos testemunhos positivos sobre esse programa. Ele realmente cria oportunidade para quem quer aprender algo, também incentiva muito o empreendedorismo, as pessoas que têm o seu pequeno negócio. É um curso em que a gente tem muito orgulho de trabalhar”, salientou. Vice-governadora Celina Leão na formatura do QualificaDF | Foto: George Gianni/VGDF  De acordo com o secretário de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda, Thales Mendes, os cursos ofertados foram selecionados de modo estratégico. “São as 70 profissões que mais contratam no DF. Nós fizemos uma pesquisa de campo, identificamos quais eram essas profissões e, baseado na demanda de mercado, foi estruturado o programa”, afirmou.   Com a entrega dos certificados, os alunos serão direcionados a processos seletivos de empresas parceiras. “Hoje formamos aproximadamente 2 mil alunos e iniciaremos a próxima etapa já com mais de 14 mil pessoas inscritas. Esperamos chegar até o final do ano com aproximadamente 25 mil pessoas passando pelo QualificaDF, em cursos presenciais de aproximadamente três meses. É assim que, de fato, qualificamos as pessoas e geramos oportunidade”, explicou o secretário. “O QualificaDF é uma realidade em que, onde a gente passa no Distrito Federal, nós temos testemunhos positivos sobre esse programa. Ele realmente cria oportunidade para quem quer aprender algo, também incentiva muito o empreendedorismo, as pessoas que têm o seu pequeno negócio. É um curso que a gente tem muito orgulho de trabalhar” Vice-governadora Celina Leão A formatura era muito esperada por Luciano dos Santos, 50 anos, que concluiu o curso de eletricista predial em Ceilândia. Ele conta que já trabalhava na área de manutenção, mas devido à falta de conhecimento, não conseguia alcançar posições salariais melhores. “Uma empresa em que já trabalhei tinha uma classificação para mim, mas não pude assumir porque não tinha bagagem. Hoje eu tenho, graças a essa oportunidade que me deram”, revela. “Vou trabalhar na área e me profissionalizar ainda mais.”  Outra aluna feliz com a conquista é Sandra Costa, 26. Natural do Maranhão, ela chegou ao DF há oito meses e aproveitou a capacitação. “Tem muitos cursos que informam que são gratuitos, mas, chega lá, é um golpe. O QualificaDF é realmente 100% gratuito e dão todas as possibilidades para estudar: vale-transporte, alimentação, material, tudo”, observou ela, que se formou em atendente de farmácia. “Já estou à procura de um emprego, imprimi alguns currículos e com o certificado vou correr atrás mesmo.”  Com foco na inclusão social, o QualificaDF reserva vagas para pessoas com deficiência. O aluno Lucas Fernando Souza, 32, que possui deficiência física, ficou sabendo da iniciativa pela internet e escolheu o curso de recursos humanos. “Queria me qualificar em uma área que eu gosto para ter mais conhecimento e conhecer novas pessoas. Vou esperar uma vaga e pretendo me qualificar mais”, contou ele, que gostou do modelo de ensino. “Os professores são ótimos, aulas práticas maravilhosas." Qualificação gratuita Os cursos possuem carga horária total de 240 horas e contemplam áreas estratégicas como administração, comércio, serviços, saúde, indústria, tecnologia da inovação, agricultura e meio ambiente, contemplando diferentes perfis e níveis de formação. Algumas das profissões abordadas são auxiliar de cozinha, auxiliar de recursos humanos, auxiliar de secretariado, cabeleireiro, cuidador de idosos, desenvolvedor de aplicativos para Android, designer gráfico básico, garçom e barista, jardinagem e paisagismo, manicure e pedicure, manutenção de equipamentos de informática, entre outras. Luciano dos Santos: “Uma empresa em que já trabalhei tinha uma classificação para mim, mas não pude assumir porque não tinha bagagem. Hoje eu tenho, graças a essa oportunidade que me deram” | Foto: Joel Rodrigues/Agência Brasília Além da oportunidade de aprendizado, o QualificaDF também fornece vale-transporte, seguro contra acidentes pessoais, lanche diário e certificado, bem como uniforme e o Kit Educando, composto por apostila, caderno, caneta, lápis, borracha e pasta plástica com elástico. Os alunos recebem certificados, desde que tenham aproveitamento mínimo de 75% do conteúdo e frequência mínima de 80% da carga horária total. Para participar do programa, é preciso ter mais de 16 anos; ser pessoa física, brasileira nata ou naturalizada, ou estrangeira em situação regular no país; residir no DF e possuir escolaridade compatível com o curso desejado. As inscrições para os próximos ciclos são divulgadas no site da Sedet-DF.

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Manuais para orientar fiscalização de atividades e produtos de controle especial no DF são lançados

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Educação Ambiental promove formação de jovens e atividades socioambientais na Estrutural

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CED 06 de Ceilândia celebra conquistas educacionais e climatiza Teatro de Bolso

O Centro Educacional (CED) 06 de Ceilândia reuniu estudantes, professores e gestores em uma cerimônia que celebrou conquistas educacionais da unidade e marcou a entrega da climatização do tradicional Teatro de Bolso. O espaço cultural, há anos integrado às práticas pedagógicas da escola, passou a contar com novos aparelhos de ar-condicionado, ampliando as condições para atividades artísticas e culturais. Realizado na própria unidade, o evento destacou o papel da arte e da cultura na formação dos estudantes e reforçou a importância de iniciativas que complementam o ensino formal. Um dos momentos centrais da programação foi a apresentação da peça-monólogo Sinfonia do Caos, estrelada pelo diretor da escola, Jefferson Lobato. O espetáculo foi encenado no próprio Teatro de Bolso e evidenciou o potencial da linguagem artística como ferramenta pedagógica e espaço de reflexão dentro do ambiente escolar. Durante a cerimônia, a secretária de Educação do Distrito Federal, professora Hélvia Paranaguá, ressaltou o ambiente educacional da unidade e a importância de uma formação que ultrapasse os limites dos conteúdos curriculares tradicionais. “Você sente que aqui há quem esteja disposto a aprender. Não apenas os componentes curriculares, mas também arte, cultura, respeito, aprender para a vida”, afirmou. A gestora também destacou o papel da escola pública e dos educadores na transformação social. “Todos nós passamos pela escola. E hoje estamos aqui, pessoas que escolheram o magistério como profissão de vida. É a única profissão que transforma vidas”, declarou. A estrada como metáfora da vida Comunidade escolar do CED 06 de Ceilândia participa de cerimônia que celebrou conquistas educacionais da unidade e marcou a entrega da climatização do tradicional Teatro de Bolso | Foto: Felipe de Noronha/Ascom SEEDF A apresentação do monólogo foi um dos momentos mais marcantes da cerimônia. Na encenação, o protagonista é um andarilho de passado conturbado que percorre a estrada em busca de sentido para a própria existência. Ao longo do espetáculo, a trajetória do personagem se constrói como metáfora para os caminhos da vida, refletindo sobre escolhas, aprendizados e transformações pessoais. A performance foi acompanhada em silêncio e com atenção pelo público, formado por estudantes, professores e membros da comunidade escolar. A apresentação também marcou a primeira atividade cultural realizada no Teatro de Bolso após a instalação dos novos aparelhos de ar-condicionado, entregues pela Coordenação Regional de Ensino (CRE) de Ceilândia. Formação integral para além do currículo À frente da gestão da escola há cerca de 15 anos, o diretor Jefferson Lobato destacou que o trabalho pedagógico da unidade busca integrar diferentes dimensões do aprendizado, combinando ensino formal, arte e práticas culturais no cotidiano escolar. Segundo ele, essa abordagem contribui diretamente para o desenvolvimento da comunicação, da confiança e da autonomia dos estudantes. “Os alunos chegam aqui com muita timidez e dificuldade de interação. Assistem a uma peça, começam a se arriscar e, quando chegam ao terceiro ano, saem daqui supercomunicativos. Há um desenvolvimento claro. Tudo isso se complementa com a matemática, a física, com o ensino formal, gerando uma formação completa”, explicou. Para o gestor, a integração entre arte, esporte e currículo fortalece o projeto pedagógico da escola. “As coisas precisam ser complementares. Unir o esporte, a arte e o currículo é fundamental”, completou. A cerimônia também contou com a presença de estudantes que participaram do programa de intercâmbio Pontes para o Mundo, iniciativa que levou alunos da rede pública do Distrito Federal para uma experiência educacional no Reino Unido. Durante o evento, os intercambistas realizaram uma homenagem à secretária de Educação em reconhecimento às oportunidades proporcionadas pelo programa.   *Com informações da SEEDF

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Formada primeira turma em letramento racial para servidores da assistência social

A Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF), em parceria com a Escola de Governo do Distrito Federal (Egov), realizou, entre os dias 9 e 13 de março, a primeira edição do curso “Letramento Racial para a Proteção Social”. Voltada exclusivamente a servidores da pasta, a iniciativa teve como objetivo capacitar os profissionais para compreender, reconhecer e lidar com questões étnico-raciais no contexto do atendimento socioassistencial. "A atuação da Sedes é central na redução das desigualdades sociais e na promoção da cidadania. Para que esse trabalho seja verdadeiramente inclusivo, é fundamental adotar uma abordagem consciente e permanente de combate ao racismo no cotidiano dos serviços", destacou a secretária de Desenvolvimento Social, Ana Paula Marra. A formação reuniu servidores dos centros de referência da assistência social (Cras/Creas), dos  entros de convivência (Cecon), das unidades de acolhimento e também da gestão da secretaria. Loyde Cardoso, instrutora do curso e assessora da Subsecretaria de Assistência Social da Sedes, destacou os principais temas abordados durante o curso. “Apresentamos desde a construção histórica das vulnerabilidades sociais e materiais que marcam a população atendida pela assistência, até a formação das relações raciais no Brasil. Também aprofundamos discussões sobre branquitude, dinâmicas de poder e os efeitos dessas estruturas no acesso a direitos e políticas públicas”, explicou Loyde. A formação reuniu servidores dos centros de referência da assistência social (Cras/Creas), dos centros de convivência (Cecon), das unidades de acolhimento e também da gestão da secretaria | Foto: Simone Avancini/Egov-DF Segundo a instrutora, a expectativa é que uma nova turma seja ofertada já no mês de maio. Com carga horária total de 20 horas, a primeira formação foi oferecida na modalidade presencial na Egov, combinando aulas expositivas e oficinas teórico-práticas. A metodologia adotada incentiva debates, reflexões coletivas e atividades práticas, promovendo uma imersão crítica e aplicada ao cotidiano dos serviços. Práticas antirracistas O portal  da Sedes disponibiliza um protocolo para promoção da equidade racial nos serviços socioassistenciais. Trata-se de um documento pioneiro no DF que reúne orientações para garantir a equidade racial no atendimento à população negra que utiliza o Sistema Único de Assistência Social (Suas) no Distrito Federal. Além disso, o dispositivo apresenta orientações para tratamento e denúncia dos casos de racismo, tanto entre servidores quanto por usuários dos serviços, além de evitar práticas discriminatórias dentro da unidade e considerar o critério raça como fator para planejamento das ações. No Distrito Federal, de acordo com os dados do Cadastro Único de agosto/2025, mais de 75% das pessoas inscritas se consideram negras. “O primeiro passo é o reconhecimento de que o racismo existe. Muitas vezes, no dia a dia, as pessoas tentam dar outros nomes para determinadas situações e acabam não identificando que se trata, de fato, de racismo”, enfatiza Loyde Cardoso. Por isso, explica a servidora da Sedes, o letramento racial é importante para todos, inclusive para os próprios profissionais da assistência social, que muitas vezes também são pessoas negras e vivem essas questões no cotidiano. “A partir desse reconhecimento, o próximo passo é refletir sobre o papel de cada profissional dentro dessas relações e como a estrutura dos serviços pode contribuir para a superação das desigualdades raciais”, finaliza. *Com informações da Secretaria de Desenvolvimento Social do Distrito Federal (Sedes-DF)

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Autoescolas são regulamentadas por meio de credenciamento

O Departamento de Trânsito do Distrito Federal (Detran-DF) publicou, no Diário Oficial desta segunda-feira (16), a Instrução nº 104, de 13 de março de 2026, que regulamenta o credenciamento de autoescolas, com atuação no âmbito do DF, para ministrar cursos teóricos e aulas práticas de direção veicular. “A publicação dessa Instrução é de extrema importância para dirimir dúvidas e adequar o processo de credenciamento de autoescolas às novas regras estabelecidas pela Resolução no Conselho Nacional de Trânsito que alterou os procedimentos de aprendizagem, habilitação, expedição de documentos de condutores e, principalmente, às mudanças no processo de formação do candidato à obtenção da CNH”, esclarece o diretor-geral, Marcu Bellini. De acordo com a norma, as autoescolas podem solicitar o credenciamento para cursos teóricos, aulas práticas ou ambos os serviços. Para isso, será exigido infraestrutura física com acessibilidade para todas as modalidades e salas de aula compatíveis com o número de candidatos, nos casos de cursos teóricos realizados na modalidade presencial. Na modalidade à distância, os cursos teóricos de obtenção da Carteira Nacional de Habilitação (CNH), de instrutor de trânsito e os especializados – transporte coletivo de passageiros, de escolares, de produto perigoso, de emergência, de carga indivisível e remunerado de mercadorias com uso de motocicletas – podem acontecer em encontros síncronos (tempo coincidente) ou assíncronos (tempos diversos).  Já o curso de reciclagem de condutores só pode ser oferecido em encontros síncronos, ou seja, o processo de ensino e aprendizagem pode se dar com aluno e instrutor em lugares diversos, porém em tempo coincidente. De acordo com a norma, as autoescolas podem solicitar o credenciamento para cursos teóricos, aulas práticas ou ambos os serviços | Foto: Divulgação/Detran-DF Aulas práticas Para o credenciamento de aulas práticas de direção veicular, a autoescola deve vincular pelo menos um veículo por categoria que pretende ministrar as aulas e um instrutor de trânsito. O veículo utilizado nas aulas práticas poderá ser disponibilizado pelo instrutor de trânsito, pela autoescola ou pelo próprio candidato, desde que atenda aos requisitos técnicos de identificação e adaptação definidos pelo Conselho Nacional de Trânsito (Contran). Vale destacar que o veículo precisa estar dotado de equipamentos obrigatórios de segurança, apresentando condições de circulação previstas na legislação vigente, além da regularidade documental e outras exigências constantes na Instrução nº 104/2026, como a capacidade de acomodação de dois passageiros — quando o veículo for utilizado em exames de direção veicular — e do condutor (candidato) e idade máxima para o veículo na categoria aprendizagem, por exemplo. Credenciamento Para solicitar o credenciamento, a autoescola deve preencher o requerimento junto ao Detran-DF, disponível no Portal de Serviços (portal.detran.df.gov.br), incluindo toda a documentação exigida, que passará por uma análise de qualificação técnica quanto à verificação dos pré-requisitos estabelecidos na legislação. Além disso, as instalações físicas indicadas no requerimento passarão por uma vistoria de conformidade pela equipe técnica do Detran-DF. Só depois da manifestação conclusiva da área técnica, o credenciamento será formalizado por meio da assinatura do termo de credenciamento pelo diretor-geral da autarquia e publicação do extrato do termo de credenciamento no DODF. Mais informações podem ser acessadas nesta Instrução nº 104/2026 do Detran-DF. *Com informações do Departamento de Trânsito do Distrito Federal (Detran-DF)

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De reencontros a serviços essenciais: Ouvidoria do DF transforma vidas com escuta ativa

Imagine sua filha receber um diagnóstico difícil, de uma doença rara e sem cura. Agora imagine que a qualidade de vida dela pode melhorar muito com acesso a um medicamento específico, importado, caro, mas que é distribuído gratuitamente pela Secretaria de Saúde do DF. Esse é um resumo da história de Wanderson Nogueira Santos, servidor da Procuradoria-Geral do DF há quase duas décadas, mas na história contada aqui um pai e cidadão que encontrou na rede de ouvidorias do Governo do Distrito Federal um alívio para sua angústia. Casado com Gisele e pai de Maria Eduarda e Maria Heloísa, Wanderson convive com um desafio diário: o tratamento da fibrose cística de sua filha caçula. Segundo o Ministério da Saúde, a fibrose cística (ou mucoviscidose) é uma doença genética crônica, autossômica recessiva, que causa a produção de muco espesso, bloqueando vias respiratórias e ductos pancreáticos. Afeta pulmões e pâncreas, causando infecções recorrentes e má absorção de nutrientes. Diagnosticada pelo Teste do Pezinho e confirmada pelo Teste do Suor, requer tratamento contínuo. A notícia boa é que a pequena Maria Heloísa, de 8 anos, teve sua vida transformada em 2004 com a chegada de um medicamento revolucionário. “Não é a cura, mas uma tecnologia de ponta capaz de ‘consertar’ o gene defeituoso, permitindo que ela respire sem dificuldades, ganhe peso e corra com uma energia que impressiona a família”, explica Wanderson. No entanto, o acesso a essa inovação tem um custo altíssimo e depende exclusivamente do fornecimento pela Farmácia de Alto Custo da Secretaria de Saúde. Para Wanderson, o papel das ouvidorias vai além de receber reclamações, é um meio para otimizar a entrega e garantir que o remédio chegue a quem precisa | Foto: Acervo pessoal Quando o medicamento atrasa, o coração dos pais aperta. A interrupção do tratamento pode significar o retrocesso de conquistas valiosas e o retorno ao tempo das internações. É nesse cenário de incerteza que Wanderson recorre a uma ouvidoria do GDF. Com escuta atenta e encaminhamento das demandas, o canal tem contribuído para que o fornecimento do medicamento seja regularizado, garantindo continuidade ao tratamento e mais tranquilidade para a família. Para Wanderson, o papel das ouvidorias vai além de receber reclamações, é um meio para otimizar a entrega e garantir que o remédio chegue a quem precisa. “Sempre tivemos uma experiência positiva. Às vezes a resposta não sana todas as dúvidas na hora, mas a gente sempre sabe que tem alguém do outro lado respondendo”, destaca.  “A história de Maria Heloísa é um exemplo real de como a escuta qualificada pode salvar vidas. Quando o cidadão utiliza a Ouvidoria, aciona uma rede que trabalha para dar transparência ao processo e agilizar soluções que impactam famílias inteiras, além de contribuir para o melhor planejamento de entregas à sociedade”, destaca o controlador-geral do DF, Daniel Lima. Hoje, ver Maria Heloísa correr e respirar livremente é o maior prêmio para Wanderson. E saber que existe um canal aberto e humano para ouvir suas necessidades é o que traz a segurança necessária para continuar essa jornada. Seja para solicitar iluminação pública ou para garantir um medicamento de alta tecnologia. Espaço de gratidão Foi o que aconteceu quando uma mensagem enviada por um ex-aluno mobilizou a equipe da Ouvidoria da Secretaria de Educação do Distrito Federal. Bruno José Santos escreveu para agradecer uma professora que havia marcado profundamente sua trajetória escolar. Valeni Valéria Marçal de Aguiar lecionava na Escola Classe 45 de Taguatinga quando os dois se conheceram. Naquele período, Bruno enfrentava dificuldades e chegou a ser ridicularizado por colegas. Na professora ele encontrou algo diferente. Mais do que ensinar conteúdos, ela ensinou respeito e confiança. Décadas depois, o gesto ainda ecoava. A equipe da ouvidoria decidiu transformar a mensagem em encontro e organizou o reencontro entre o ex-aluno e a professora, hoje aposentada. “A Ouvidoria não existe apenas para ouvir o que não vai bem, ela serve para garantir que nada e nem ninguém seja esquecido pelo sistema. Seu impacto positivo começa no acolhimento, ao dar voz ao cidadão, a Ouvidoria assevera dignidade, garantindo que ele não seja apenas um número de protocolo, mas alguém cujos direitos são respeitados”, afirma a ouvidora Evelyne Queiroz. Valeni recebeu a homenagem com emoção. “Estou lisonjeada com esse reconhecimento. Lecionei por 31 anos em escolas públicas e sempre busquei ensinar não apenas o conteúdo das aulas, mas valores para que os alunos se tornassem boas pessoas”, disse. "Trabalhamos, essencialmente, com histórias reais. Cada manifestação que recebemos nas ouvidorias é um relato, um ponto de vista e, muitas vezes, um conflito que pede escuta para se transformar em solução. Ver o impacto de um medicamento na vida da Maria Heloísa ou a gratidão de um cidadão nos recorda que o nosso papel vai muito além da burocracia; nós somos a ponte que garante a dignidade e o fôlego de cada dia para a nossa população", afirma Daniela Pacheco, ouvidora-geral do DF. Celebrado em 16 de março, o Dia da Ouvidoria é um momento de reconhecer a importância desse instrumento de participação social e de construção de políticas públicas mais adequadas às necessidades da população. Para utilizar as ouvidorias do GDF é simples: o acesso pode ser por meio do participa.df.gov.br, pelo telefone 162 (de segunda a sexta-feira das 7h às 21h. Sábado, domingo e feriados das 8h às 18h. Ligação gratuita para telefone fixo e celular) ou presencialmente. Independente do tema, o cidadão pode buscar qualquer ouvidoria para fazer o seu registro. * Com informações da Controladoria-Geral do Distrito Federal

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Agências do trabalhador disponibilizam quase 700 vagas de emprego nesta terça (17)

As agências do trabalhador do Distrito Federal oferecem, nesta terça-feira (17), 698 vagas para quem procura um emprego. As oportunidades contemplam candidatos de diferentes níveis de escolaridade, com e sem experiência. Os salários chegam a R$ 3,8 mil. O posto com maior remuneração, R$ 3,8 mil, é o de mecânico de motor a diesel, no Setor Habitacional Vicente Pires. Há uma vaga disponível para candidatos com ensino fundamental completo. É preciso ter experiência na função. [LEIA_TAMBEM]Outro cargo destaca-se pelo número de oportunidades oferecidas: são 40 vagas para açougueiro. É preciso ter ensino fundamental completo. O salário é de R$ 1,7 mil mais benefícios. Para participar dos processos seletivos, basta cadastrar o currículo no aplicativo da Carteira de Trabalho Digital (CTPS) ou ir a uma das 16 agências do trabalhador, das 8h às 17h, durante a semana. Mesmo que nenhuma das oportunidades do dia seja atraente ao candidato, o cadastro vale para oportunidades futuras, já que o sistema cruza dados dos concorrentes com o perfil que as empresas procuram. Empregadores e empreendedores que desejem ofertar vagas ou utilizar o espaço das agências do trabalhador para as entrevistas podem se cadastrar pessoalmente nas unidades ou pelo e-mail gcv@sedet.df.gov.br. Pode ser utilizado, ainda, o Canal do Empregador, no site da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda (Sedet-DF).

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Detran-DF regulamenta o credenciamento de autoescolas

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OperaDF: programa possibilitou aumento de 70,6% nas cirurgias feitas pela rede pública

Lançado no ano passado para acelerar as cirurgias eletivas, o programa OperaDF possibilitou um aumento de 70,6% no total de procedimentos feitos pela rede pública de saúde do Distrito Federal. Em números absolutos, isso significa 9.792 cirurgias a mais. O governador Ibaneis Rocha ressaltou que essa ampliação é fruto da parceria com o Legislativo, que tem ajudado no custeio do programa com verba de emendas parlamentares. “No ano passado, o [deputado federal] Rafael Prudente destinou, juntamente com os demais deputados do DF, R$ 150 milhões que foram injetados diretamente na Saúde, o que possibilitou que a gente ampliasse o número de cirurgias no Distrito Federal”, apontou o chefe do Executivo. “Para se ter ideia dos resultados, entre setembro de 2024 e janeiro de 2025, foram feitas 13.865 cirurgias. De setembro de 2025 a janeiro de 2026, nós tivemos 23.657 feitas tanto na rede pública, que ampliou a sua capacidade com a contratação de plantões extras de anestesistas, quanto na rede privada, que foi contratualizada”, acrescentou Ibaneis Rocha. Para conseguir esse aumento, o programa firmou parceria com nove hospitais da rede particular e, segundo o secretário de Saúde, Juracy Lacerda, contratou mais de 10,8 mil plantões extras na rede pública. “A ideia é você tirar essa sobrecarga de cirurgias de menor complexidade dos nossos hospitais para que eles sejam fortalecidos em cirurgias de maior complexidade”, explicou Lacerda. “E é justamente essa dinâmica que nos permitiu conseguir avançar nos números. Então, isso prova que essa união dos servidores e o matriciamento dos nossos processos possibilitam a gente fazer uma entrega maior.” O programa OperaDF possibilitou um aumento de 70,6% no total de procedimentos da rede pública de saúde. O governador Ibaneis Rocha ressaltou que essa ampliação é fruto da parceria com o Legislativo | Foto: Renato Alves/Agência Brasília Oftalmologia O OperaDF já atende cirurgias de diversas especialidades. A partir de agora, terá procedimentos também na área oftalmológica. “Vão ser investidos mais R$ 22 milhões, com grande parte desses recursos sendo destinados às cirurgias oftalmológicas. Serão, aproximadamente, 6,5 mil cirurgias que serão realizadas já nesses próximos meses”, destacou o governador. “Já tem tempo que a gente trabalha para viabilizar esses recursos, tem muita gente aguardando a cirurgia de catarata, que é o maior volume represado da Secretaria de Saúde, e a gente fica feliz agora de conseguir os recursos necessários para fazer mais de 6,5 mil cirurgias. Acho que, com isso, a gente consegue zerar essa fila e melhorar a saúde das pessoas”, reforçou o deputado Rafael Prudente.

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Plano Piloto abre chamamento público para feirantes em três feiras livres da região

A Administração Regional do Plano Piloto abriu chamamento público para credenciamento de feirantes interessados em comercializar produtos em três feiras livres da região: EQS 206/207, SQN 411 e Noroeste. A iniciativa busca regularizar o funcionamento desses espaços, organizar o uso do espaço público e fortalecer a economia local, ampliando oportunidades para pequenos produtores e comerciantes. O processo de credenciamento é voltado para pessoas físicas que desejam atuar como feirantes e comercializar produtos diretamente para a população. Entre os segmentos contemplados estão produtores rurais, vendedores de hortifrutigranjeiros, derivados de leite, artesanato, alimentos para consumo imediato e produtos manufaturados. Além de estimular a produção local, a regularização das feiras também contribui para oferecer à comunidade produtos frescos e de qualidade, provenientes principalmente de pequenas propriedades rurais do Distrito Federal e da Região Integrada de Desenvolvimento do DF e Entorno (Ride). Aberto credenciamento para feirantes interessados em comercializar produtos em três feiras livres da região: EQS 206/207, SQN 411 e Noroeste  | Fotos: Divulgação/Administração do Plano Piloto O edital prevê vagas nas seguintes feiras do Plano Piloto: • Feira da EQS 206/207 (quarta-feira): 50 vagas • Feira da SQN 411 (sábado): 20 vagas • Feira do Noroeste (domingo): 50 vagas As bancas terão dimensões de 3 m x 3 m, organizadas de forma a garantir melhor circulação do público e dos feirantes. Como participar [LEIA_TAMBEM]Os interessados devem comparecer presencialmente à Administração Regional do Plano Piloto para realizar o credenciamento e entregar a documentação exigida no edital. A sede fica no Setor Bancário Norte, Quadra 02, Bloco K, 2º Subsolo — Edifício Wagner O prazo para entrega da documentação vai de 16 a 27 de março. Após esse período, os documentos serão analisados por uma comissão designada pela administração regional. Caso o número de interessados ultrapasse o total de vagas disponíveis, poderá ser realizado sorteio para formação de cadastro reserva. Cronograma do processo • Divulgação do edital: até 13 de março • Entrega da documentação: 16 a 27 de março • Análise dos documentos: até 3 de abril • Resultado preliminar: 6 de abril • Prazo para recursos: até 8 de abril • Resultado final: até 17 de abril • Prazo final para pagamento: 23 de abril  O chamamento público contempla produtores rurais, vendedores de hortifrutigranjeiros, derivados de leite, artesanato, alimentos para consumo imediato e produtos manufaturados Documentos necessários Para participar do chamamento, os interessados deverão apresentar: • Requerimento de credenciamento • Foto 3x4 • Documento de identidade (RG ou CNH) e CPF • Comprovante de residência • Certificado de reservista ou dispensa militar (para homens) • Certidões negativas criminais da Justiça do DF • Certidões negativas criminais da Justiça Federal • Certidão negativa de débitos com a Fazenda Pública do DF • Certidão negativa de débitos com a Fazenda Pública Federal • Comprovante de quitação eleitoral • Declaração de que não possui autorização de uso de área pública no DF • Declaração de que não ocupa cargo ou função pública • Declaração de Imposto de Renda ou declaração de isento • CNPJ (quando houver) • Produtores rurais também deverão apresentar Cadastro de Produtor Rural Funcionamento das feiras As feiras funcionarão das 7h às 13h, com montagem das bancas antes do início das atividades e desmontagem até uma hora após o encerramento. Os feirantes autorizados pagarão um preço público mensal de R$ 2,87 por m² ocupado, conforme definido na regulamentação vigente.  O edital completo e os anexos com os formulários e declarações necessárias estão disponíveis para consulta e download nos links abaixo: Edital completo Anexo I — Credenciamento — Feiras livres Anexo II — Vagas por categoria — Feiras livres Anexo III — Declaração de isenção de imposto de renda Anexo IV - Declaração negativa de ocupação de área pública — Feiras livres Anexo V — Declaração negativa de ocupação de cargo, emprego ou função pública — Feiras livres *Com informações da Administração Regional do Plano Piloto

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Bicicleta devolvida e conflito resolvido: o lado humano das ouvidorias do DF

Quando saiu do hospital, ainda com o corpo dolorido pelo atropelamento, ele pensava em apenas uma coisa: a bicicleta. Era antiga, marcada pelo uso e pelo tempo. Para muita gente seria apenas um objeto gasto. Para ele era tudo. Era o meio de se deslocar pela cidade e também a ferramenta que tornava possível trabalhar. Durante os dias em que ficou internado, a bicicleta havia sido recolhida ao depósito do Detran-DF. Quando recebeu alta, percebeu que recuperar aquilo que era seu não seria simples. Não tinha nota fiscal. Não tinha documentos. Não tinha quase nada além da lembrança do acidente e da certeza de que aquela bicicleta lhe pertencia. Mesmo com dores, caminhou quilômetros até chegar a uma ouvidoria. Ali, pela primeira vez desde o acidente, alguém parou para ouvir sua história. A ouvidora Ana Carolina e a servidora Nagla Veras perceberam que aquele caso não cabia apenas dentro de um procedimento administrativo. Para devolver a bicicleta ao dono, seria necessário reconstruir uma história que não estava registrada em papéis. Começou então um trabalho paciente. Telefonemas, consultas a registros do Corpo de Bombeiros, buscas em boletins de ocorrência e conversas com diferentes unidades até que as peças do quebra-cabeça começassem a se encaixar. “Pela lei, o desafio era grande, mas pela humanidade era impossível não agir”, lembram. Durante as buscas, receberam a informação que, caso houvesse documentação oficial comprovando o acidente e o recolhimento da bicicleta seria possível autorizar a liberação. Então, foi iniciada a busca pelo boletim de ocorrência ou registro de atendimento dos bombeiros. Celebrado em 16 de março, o Dia da Ouvidoria é um momento de reconhecer a importância desse instrumento de participação social e de construção de políticas públicas mais adequadas às necessidades da população. Desde o ano 2000, as ouvidorias do Distrito Federal já registraram mais de 2,5 milhões de manifestações | Foto: Divulgação A articulação seguiu entre a Ouvidoria e a Diretoria de Policiamento e Fiscalização de Trânsito do Detran-DF. Aos poucos, a narrativa do acidente foi ganhando forma documental. Quando a liberação foi autorizada, o reencontro aconteceu sem cerimônia. A bicicleta estava ali, simples como sempre foi. “Era uma bicicleta com as marcas do tempo. Para o mundo talvez não valesse muito. Para ele, era o seu mundo”, conta Ana Carolina Oliveira de Almeida. Ele saiu devagar, ainda machucado, empurrando a bicicleta com cuidado. No rosto havia um sorriso discreto de quem ainda sentia as dores do acidente e também aquelas que a vida deixa. Histórias como essa ajudam a entender o que acontece todos os dias nas ouvidorias do Distrito Federal. Desde o ano 2000, as ouvidorias do Distrito Federal já registraram mais de 2,5 milhões de manifestações. Para a ouvidora-geral do Distrito Federal, Daniela Pacheco, é nesse contato direto com as pessoas que o trabalho ganha sentido. “Por trás de cada manifestação existe uma pessoa e uma história. Muitas vezes, antes de qualquer solução, o que ela mais precisa é ser ouvida”. No veículo Nem todas as histórias chegam em silêncio. Algumas chegam carregadas de indignação. Foi o caso de um cidadão que procurou a Ouvidoria da Secretaria de Atendimento à Comunidade após ter a CNH recolhida durante uma blitz na noite anterior. Ele chegou visivelmente nervoso e convencido de que havia sido tratado de forma injusta. Antes de qualquer consulta ao sistema ou explicação técnica, a ouvidora Zoraia Carla Cardoso percebeu que aquele momento exigia algo mais simples. Era preciso ouvir. Um copo de água, alguns minutos de conversa e comentários leves sobre a sala ajudaram a reduzir a tensão. Aos poucos, a indignação perdeu força. Somente depois veio a explicação técnica. Zoraia explicou como funciona a legislação nos casos de recusa ao teste do bafômetro. Ao compreender a regra, o cidadão percebeu que o agente de trânsito havia apenas cumprido o dever legal. Ele saiu dali sem registrar denúncia e com uma nova percepção sobre o ocorrido. “Aquele homem percebeu que o desconhecimento da lei era o seu maior adversário. A informação correta mudou completamente a percepção dele sobre o ocorrido”, recorda a ouvidora. As ouvidorias também são lugar de reconhecimento. Para utilizar as ouvidorias do GDF é simples: o acesso pode ser por meio do participa.df.gov.br, pelo telefone 162 (de segunda a sexta-feira das 7h às 21h. Sábado, domingo e feriados das 8h às 18h. Ligação gratuita para telefone fixo e celular) ou presencialmente. Independente do tema, o cidadão pode buscar qualquer ouvidoria para fazer o seu registro. *Com informações da Controladoria-Geral do Distrito Federal (CGDF)

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Park Way recebe obras viárias, de infraestrutura urbana e amplia mobilidade na região. E vem aí a primeira creche

Região residencial ao sul do Distrito Federal, o Park Way passa por intervenções que modernizam a infraestrutura e reorganizam a mobilidade local. Obras de recuperação asfáltica em quadras residenciais, com investimento superior a R$ 3 milhões, e a duplicação da via marginal da Estrada Parque Dom Bosco ampliam a fluidez para cerca de 15 mil motoristas. A construção de mais de 9 quilômetros de ciclovia entre o Park Way e o Gama fortalece a mobilidade ativa e beneficia milhares de usuários diariamente. As ações também incluem urbanização de áreas degradadas e novos equipamentos públicos. Espaços antes utilizados para descarte irregular foram transformados em jardins e áreas verdes, e está prevista a construção de um Centro de Educação da Primeira Infância no Núcleo Rural Vargem Bonita. Com obras concluídas e em execução, o Park Way avança na qualificação urbana e na ampliação da qualidade de vida dos moradores.

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Força-tarefa na UBS 5 de Taguatinga atende cerca de 160 mulheres

Mais de 50 profissionais da Unidade Básica de Saúde (UBS) 5 de Taguatinga reuniram-se, no sábado (14), em uma força-tarefa de assistência integral à saúde feminina. A ação multidisciplinar ofertou exames preventivos, métodos contraceptivos de longa duração (Larc), práticas integrativas e assistência odontológica. Cerca de 160 mulheres foram atendidas.  Mulheres que participaram da ação conjunta tiveram acesso a diferentes tipos de procedimentos de saúde | Foto: Matheus Oliveira/Agência Saúde-DF Segundo o gerente da unidade, Pablo Randel, a integração das diversas categorias profissionais permitiu uma abordagem holística, transcendendo a consulta clínica tradicional. “A ação visou a fortalecer o vínculo entre a equipe multiprofissional e a comunidade, celebrando o Mês da Mulher com foco em resolutividade e humanização”, afirmou.  Entre as pacientes, cerca de 100 fizeram inserção ou retirada de implantes subdérmicos (Implanon) e dispositivos intrauterinos (DIU). A assistência em saúde bucal, por sua vez, contabilizou 250 procedimentos, além das orientações em grupo e da distribuição de kits odontológicos. [LEIA_TAMBEM]A prevenção a infecções sexualmente transmissíveis (ISTs) foi facilitada pela oferta de testes rápidos e o aconselhamento em atendimentos individuais e palestras educativas. Já o rastreamento oncológico contemplou tanto o exame Papanicolau quanto o de colposcopia, que permitem, respectivamente, a coleta de células para análise laboratorial e a visualização ampliada do colo do útero. Com o apoio da Secretaria da Mulher (SMDF), a iniciativa ainda beneficiou a comunidade com sessões de auriculoterapia, práticas de dança e momentos de autocuidado e beleza. Além do atendimento clínico, foram oferecidas orientações jurídicas, kits de higiene e absorventes.   *Com informações da Secretaria de Saúde

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Estudantes do programa Pontes para o Mundo falam sobre experiência no Reino Unido

Em uma tarde marcada por emoção, apresentações culturais e encontros simbólicos, estudantes do Centro Educacional (CED) 06 de Ceilândia que participaram da primeira edição do programa Pontes para o Mundo prepararam uma homenagem para a secretária de Educação do Distrito Federal, Hélvia Paranaguá. A iniciativa partiu dos próprios intercambistas, que organizaram um momento especial de agradecimento pelas oportunidades proporcionadas pelo programa de intercâmbio internacional, responsável por levar estudantes da rede pública para uma experiência educacional no Reino Unido. Durante o encontro, os jovens entregaram flores à secretária e compartilharam relatos sobre as transformações vividas durante o período de estudos no exterior. Para Isabelle Neris, de 17 anos, estudante do terceiro ano do ensino médio, a homenagem foi uma forma de expressar a gratidão por uma experiência que ampliou horizontes acadêmicos e pessoais. “Planejamos essa homenagem porque o que a secretária Hélvia fez por nós foi muito importante e temos muita gratidão. Preparamos uma surpresa, um buquê de flores, e nós cinco [intercambistas] apresentaremos uma carta de agradecimento a ela”, contou a estudante. Estudantes que participaram do Pontes para o Mundo ao lado da professora de inglês Fernanda Santos, que incentivou a inscrição dos alunos no programa de intercâmbio internacional | Fotos: Felipe de Noronha/Ascom SEEDF Construindo pontes de transformação Os participantes do programa destacaram que a experiência internacional representou um marco em suas trajetórias escolares e pessoais, contribuindo para o fortalecimento da autonomia, da confiança e das perspectivas de futuro. Um dos estudantes, Enzo Cardoso, relatou que a vivência em colleges britânicos ampliou sua visão de mundo e reforçou sua segurança em relação ao domínio da língua inglesa. “Essa experiência foi muito importante na questão cultural. Antes da viagem eu não sabia muito bem o que faria no futuro. Hoje tenho mais perspectiva. Eu também era mais tímido e não confiava no meu inglês; agora sou mais confiante e sinto que estou mais fluente”, afirmou. Entre os relatos, o sentimento foi o de que a oportunidade representou a realização de um sonho que, para muitos, parecia distante. “Foi a melhor coisa que aconteceu na minha vida. Desde criança eu sonhava em fazer intercâmbio, sempre planejei, mas pelas condições parecia impossível. Graças a Deus o governo conseguiu oferecer isso para a gente. Eu cresci muito, aprendi muita coisa e sou muito grata pela oportunidade”, destacou Isabelle. Intercambistas do CED 06 de Ceilândia homenageiam a secretária de Educação, Hélvia Paranaguá, durante encontro na unidade escolar Uma jornada para o protagonismo O programa Pontes para o Mundo levou 100 estudantes da rede pública do segundo ano do ensino médio para uma experiência educacional e cultural em instituições de ensino do Reino Unido. No CED 06 de Ceilândia, cinco alunos foram selecionados para participar da iniciativa, resultado de um trabalho pedagógico consistente e do incentivo constante de professores da unidade escolar. A professora de inglês Fernanda Santos foi apontada pelos estudantes como uma das principais incentivadoras para a inscrição no processo seletivo do intercâmbio. Para a educadora, o sucesso dos alunos reflete o esforço individual aliado ao apoio da comunidade escolar. “Eu sempre digo que o mérito é todo deles. Eu apenas fui uma facilitadora, alguém que estava ali para orientar e ajudar no processo. A conquista é deles, fruto do esforço e da dedicação. Nosso papel como educadores é impulsionar os alunos”, afirmou. A homenagem ocorreu durante uma cerimônia promovida pela escola para celebrar conquistas educacionais da comunidade escolar, reforçando o papel da educação pública como espaço de transformação social e ampliação de oportunidades para estudantes da rede. *Com informações da SEEDF

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Praças da Candangolândia foram completamente reformadas; ciclovias construídas e escolas ganharam cara nova

É impossível não perceber a modernização pela qual a Candangolândia passou desde 2019. As praças da cidade são a prova disso. A Praça dos Estados, ao lado da Epia, recebeu espaços de esporte e lazer, como uma quadra de vôlei de areia. Já a Praça do Bosque ganhou novas churrasqueiras, campo de grama sintética e pista de skate. A Praça da Bíblia, após a reconstrução, tornou-se um ponto de encontro para eventos culturais. Outro ponto indispensável em um passeio pela cidade é a Feira Permanente da Candangolândia, que recebeu manutenção no telhado, além de pintura, nova rede elétrica, novo sistema de esgoto e melhorias no piso e nos banheiros. Já a Escola Classe 01 ganhou uma quadra novinha, e o Centro de Ensino Infantil inaugurou nova cozinha e depósitos. Um pacote de obras aguardado há décadas que finalmente chegou para beneficiar os moradores da região.

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Boletos da Taxa de Fiscalização e da Cobrança pelo Uso de Recursos Hídricos estão disponíveis

Desde domingo (15), usuários de recursos hídricos no Distrito Federal podem emitir, no site da Agência Reguladora de Águas e Saneamento (Adasa), os boletos da Taxa de Fiscalização pelo Uso de Recursos Hídricos para não prestadores de serviços públicos (TFU-NP) e da Cobrança pelo Uso de Recursos Hídricos (CBRH). Arte: Divulgação/Adasa​​ Os valores cobrados neste exercício são calculados com base no volume autorizado no ano anterior. Isso significa que, se a outorga foi concedida em 2025, o pagamento deve ser feito agora em 2026. Cada usuário deve emitir os boletos referentes a cada interferência registrada em seu nome e verificar se ela se enquadra na TFU-NP, na CBRH ou em ambas.  Prazos e parcelamento O valor anual pode ser pago em cota única ou parcelado em até quatro vezes mensais. Para valores acima de R$ 400, o sistema permite o parcelamento, desde que cada parcela tenha valor mínimo de R$ 100. Nesse caso, o usuário precisa emitir os quatro boletos de uma só vez. A primeira parcela ou cota única vence em 15 de abril deste ano. As demais vencem em 15 de maio (segunda parcela), 15 de junho (terceira parcela) e 15 de julho (quarta parcela). TFU-NP Atividades agrícolas e industriais são as que mais utilizam a água como insumo A TFU-NP é destinada a usuários com potencial de provocar maiores impactos, quantitativos ou qualitativos, sobre a disponibilidade de recursos hídricos. Isso inclui usos relacionados à captação superficial ou subterrânea de água e ao lançamento de efluentes. Em linhas gerais, a taxa alcança cerca de 20% dos usuários que captam 80% da água utilizada no DF. Entre os públicos alcançados estão setores como agricultura e indústria, que utilizam a água como insumo em suas atividades produtivas e, por isso, demandam grandes volumes do recurso. A taxa não se aplica aos usuários que fazem captações de água para determinados usos isentos, pequenos produtores de canais coletivos de irrigação voltados à promoção da produção rural sustentável, usos que não envolvam o consumo direto da água — como lazer, pesca e navegação — e lançamentos de esgotos considerados física, química e biologicamente insignificantes CBRH [LEIA_TAMBEM]Já a CBRH é um instrumento de gestão e valorização da água, previsto na Lei Federal nº 9.433/1997 e na Lei Distrital nº 2.725/2001, que instituíram, respectivamente, as políticas nacional e distrital de recursos hídricos. A cobrança é direcionada aos grandes usuários de recursos hídricos. Os valores são calculados com base nos mecanismos propostos pelos Comitês de Bacias Hidrográficas (CBHs) do DF e aprovados pelo Conselho de Recursos Hídricos do DF (CRH/DF). A arrecadação da CBRH, realizada pela Adasa conforme previsto na Resolução CRH/DF nº 03/2024, tem como objetivo permitir um aporte financeiro para a recuperação das bacias hidrográficas. Os valores arrecadados são repassados aos comitês que aplicarão os recursos nas bacias em que foram gerados. A Adasa não envia boletos por e-mail nem pelos Correios. A emissão é de responsabilidade do próprio usuário e deve ser feita exclusivamente pelo site oficial da agência. Em caso de dúvidas, o atendimento está disponível pelo telefone (61) 3961-4943 e pelo e-mail cobranca@adasa.df.gov.br. *Com informações da Adasa

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Trecho de ligação da Quarta Avenida do Sudoeste com a Epig passa por pavimentação

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De cidade-dormitório a polo de serviços, Riacho Fundo II recebe investimento em saúde, educação e mobilidade

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Boletim de Conjuntura do DF do terceiro trimestre de 2025 será divulgado nesta terça (17)

O Instituto de Pesquisa e Estatística do Distrito Federal (IPEDF) apresentará, nesta terça-feira (17), às 10h, ao vivo, em seu canal do YouTube, o Boletim de Conjuntura do DF referente ao terceiro trimestre de 2025. O material traz uma análise detalhada dos principais indicadores econômicos, com dados que mostram o desempenho da economia do Distrito Federal em comparação aos cenários local, nacional e internacional. Serviço Boletim de Conjuntura do DF - 3º trimestre de 2025 Data: terça-feira (17) Horário: 10h Acompanhe pelo YouTube Mais informações: comunicacao@ipe.df.gov.br   *Com informações do IPEDF

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Ceilândia avança na mobilidade urbana com mais de 110 km de calçadas construídas

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