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Em comemoração ao Mês da Mulher, GDF terá atividades especiais para o público feminino

No mês em que é celebrado o Dia Internacional da Mulher (8 de março), 170 ações de empoderamento, capacitação, cultura, saúde, educação, esporte e lazer promovidas pela Secretaria da Mulher (SMDF), em parceria com diversos órgãos do Governo do Distrito Federal (GDF), administrações regionais, terceiro setor e iniciativa privada, compõem o calendário Março Mais Mulher em vários pontos do DF. Atividades esportivas fazem parte da programação especialmente dedicada às mulheres | Fotos: Arquivo/SMDF “Todas as ações do GDF nascem do compromisso que temos com cada mulher do Distrito Federal — a que empreende, a que sustenta sua família, a que precisa de acolhimento, a que busca proteção e justiça” Celina Leão, vice-governadora A programação reflete várias questões fundamentais para a igualdade de gênero e o reconhecimento das contribuições das mulheres na sociedade. Entre as principais ações do mês, está a participação da SMDF no Congresso Movimente, uma iniciativa do Sebrae e GDF programada para terça (3) e quarta-feiras (4), voltada a fortalecer o empreendedorismo feminino e a independência econômica das mulheres. No segundo dia do evento, a SMDF lançará o calendário Março Mais Mulher, além de coordenar os painéis “Do talento ao lucro: transformando habilidades em negócios sustentáveis” e “Empreendedorismo rural e artesanato feminino: desafios, oportunidades e geração de renda”, direcionados a todas as mulheres interessadas. “Março é o mês em que reforçamos a luta por direitos, igualdade e respeito às mulheres”, ressalta a vice-governadora Celina Leão. “Também é o momento de reconhecer as nossas conquistas e avanços. Todas as ações do GDF nascem do compromisso que temos com cada mulher do Distrito Federal — a que empreende, a que sustenta sua família, a que precisa de acolhimento, a que busca proteção e justiça. Trabalhamos por todas elas com ações concretas que fortalecem a autonomia, ampliam a rede de atendimento e enfrentam a violência.” A Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF) recebe, na sexta-feira (6), às 17h, o desfile Tecidas de Histórias. A iniciativa transforma o espaço institucional em palco de protagonismo feminino, reunindo pessoas assistidas pelos comitês de proteção à mulher da SMDF para celebrar superação, autoestima e autonomia. “Nossa missão é garantir que cada mulher tenha acesso a acolhimento, autonomia e segurança, com políticas públicas estruturadas e permanentes” Giselle Ferreira, secretária da Mulher Nesse mesmo dia, a Secretaria de Transporte e Mobilidade (Semob-DF) promove o passeio ciclístico Giro por Elas, para bicicletas e patinetes, às 16h, na Esplanada dos Ministérios. E, no final de semana (7 e 8), o Zoológico de Brasília terá uma programação especial voltada às mulheres com entrada gratuita para todas elas. Políticas permanentes “Nossa missão é garantir que cada mulher tenha acesso a acolhimento, autonomia e segurança, com políticas públicas estruturadas e permanentes”, avalia a secretária da Mulher, Giselle Ferreira. “O Março Mais Mulher reafirma que a política para as mulheres no Distrito Federal tem planejamento, continuidade e compromisso real.” No Riacho Fundo II, o Centro Especializado de Atendimento à Mulher abre as portas no dia 20, às 10h.  Na programação também está a Casa da Mulher Brasileira itinerante, que vai prestar os atendimentos em Planaltina, no dia 26, a partir das 9h. [LEIA_TAMBEM]No local serão oferecidos serviços de saúde (como aferição de pressão arterial e vacinação), atividades de conscientização e apoio a mulheres em vulnerabilidade, com distribuição de material informativo e kits de higiene. Também estarão disponíveis serviços de embelezamento, além de ações de entretenimento e bate-papo. Para incentivar a prática de atividade física, a SMDF promove a corrida Circuito da Mulher, que tem a expectativa de reunir 6,5 mil participantes, no dia 28, na Praça do Buriti, às 17h. As inscrições gratuitas serão abertas nos próximos dias, com a distribuição de kits para as participantes. Para fechar o mês, a SMDF lança, no dia 30, o Plano Distrital de Combate à Violência Contra a Mulher, em parceria com a Secretaria de Segurança Pública (SSP-DF), e promove ainda o Congresso Realize, no Parque da Cidade. O programa desenvolve habilidades para as participantes planejarem a sua vida profissional, por meio do autoconhecimento e o desenvolvimento de competências comportamentais que gerem protagonismo e promovam a autonomia econômica.   *Com informações da Secretaria da Mulher

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Últimos blocos pós-carnavalescos agitam quatro cidades do Distrito Federal

A programação do DF Folia 2026 está chegando ao fim. Neste último final de semana de folia, blocos vão movimentar as ruas de Água Quente, Ceilândia, Planaltina e Plano Piloto.   “Chegamos ao último fim de semana do DF Folia celebrando um Carnaval que comprovou a força da descentralização, das ações democráticas e da grande participação comunitária”, comemora o coordenador-geral do DF Folia, Dorival Brandão.  O bloco Maria Vai cas Outras é uma das atrações do pós-Carnaval deste fim de semana | Foto: Divulgação/Secec-DF Neste sábado (28), na mais nova região administrativa do DF, Água Quente, vai ter Samba Quente em frente à administração da cidade, na Quadra 1 do Condomínio Dom Francisco. A programação começa às 18h e conta com Gleison Rodrigo, Figura, Elas que Toquem e DJ Drigo.  No centro de Brasília, no Museu Nacional da República, o Canteiro do Samba vai levar a batucada ao público a partir das 17h, com Nó Cego, Banda Maria Vai Casoutras, Samba Nosso, Bloco Eduardo e Mônica, Macetada Pagodão e Elas que Toquem. O ingresso, gratuito, deve ser retirado na plataforma Sympla.  “Encerrar o DF Folia com atividades espalhadas por diferentes regiões administrativas mostra que a política cultural do Distrito Federal está comprometida com a descentralização e com o acesso democrático”   Claudio Abrantes, secretário de Cultura e Economia Criativa do DF No domingo (1º/3), a festa também começa às 17h em Planaltina, Ceilândia e Asa Sul. Em Planaltina, o Carnaval Delas estará na Praça São Sebastião, com Asé Dudu, DJ Cri$tyle, DJ Ana Ximenes e performances artísticas de poesia e drag queens. Na Praça do Cidadão, em Ceilândia, a folia começa às 15h, no Carnaflash. A programação conta com as companhias de dança Eletro Rock, Bad Boy, Over Boys, Moviment XXI, Ballet Dance e Comunidança. “Encerrar o DF Folia com atividades espalhadas por diferentes regiões administrativas mostra que a política cultural do Distrito Federal está comprometida com a descentralização e com o acesso democrático”, avalia o secretário de Cultura e Economia Criativa do DF, Claudio Abrantes.  [LEIA_TAMBEM]Confira, abaixo, a programação.  Sábado (28) Samba Quente — DF 280, Quadra 1, Condomínio Don Francisco (estacionamento em frente à Administração Regional de Água Quente), Água Quente → 18h15: Abertura com DJ → 19h: Elas que Toquem → 19h30: Gleison Rodrigo → 20h15: DJ Drigo → 20h30: Samba de Gafieira, com Sidney e Raabe → 20h45: Zamir → 21h: Figura → 21h30: DJ Drigo Canteiro do Samba/ Maratona da Ressaca — Museu Nacional, Plano Piloto → Das 17h à 1h Nó Cego Maria Vai cas Outras Bloco Eduardo e Mônica Elas que Toquem Samba Nosso Domingo (1º/3) Carnaval Delas — Praça São Sebastião, Planaltina → 15h: Abertura com DJ Nilma Naiz/ Mulher 50+ → 17h40: Poesia e arte drag com Etcétera Vibes, Lady Raio Lazer e Raquel Ely → 19h: Asé Dudu → 19h40: DJ Cri$tyle → 20h25: Grupo musical convidado → 21h10: DJ Ana Ximenes Carnaflash — Praça do Cidadão, Ceilândia → 15h: DJ B.A → 16h: DJ Duda Master → 18h: Eletro Rock → 18h30: Bad Boy → 19h: Over Boys → 19h30: Moviment XXI → 20h: Ballet Dance → 20h30: Comunidança-DF → 21h: DJ Júlio Cesar → 21h40: DJ Gil Santiago   *Com informações da Secretaria de Cultura e Economia Criativa  

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Dores causadas por trabalho repetitivo batem recorde no DF e acendem alerta para prevenção

“Debilitante.” É assim que Rosiane Matos de Sousa descreve a dor que sente há cerca de quatro meses. Recepcionista, ela passa a maior parte do dia sentada em frente ao computador. Após consulta com ortopedista e realização de exames, recebeu o diagnóstico de distúrbio osteomuscular relacionado ao trabalho (Dort), popularmente conhecido como lesão por esforço repetitivo (LER). “Eu tive três filhos de parto normal e essas dores são como se eu tivesse tido outros três. Quando ataca, eu não consigo me mover”, relata. Neste sábado (28), é celebrado o Dia Mundial de Combate ao Dort. Dados da Secretaria de Saúde (SES-DF) mostram que as notificações da condição vêm crescendo de forma acelerada. Foram 62 casos registrados em 2022. Em 2023, o número saltou para 699. Em 2024, chegou a 1.235 e, em 2025, atingiu 1.694 ocorrências, o maior volume já registrado. O Dort está diretamente relacionado às atividades profissionais e provoca dor em músculos, tendões, articulações e nervos | Fotos: Divulgação/IgesDF O Dort está diretamente relacionado às atividades profissionais e provoca dor em músculos, tendões, articulações e nervos. A principal causa é a repetição constante de movimentos associada a posturas inadequadas e falta de ergonomia no ambiente de trabalho. Entre os sintomas mais comuns estão dor persistente, formigamento, dormência, sensação de peso, rigidez, perda de força nas mãos, punhos, ombros ou coluna, além de inchaço e inflamação. A fisioterapeuta do Hospital de Base do Distrito Federal, Ronara Mangaravite, explica que o problema atinge principalmente trabalhadores que exercem funções administrativas ou permanecem longos períodos na mesma posição. “As regiões do pescoço, costas e membros superiores já são naturalmente tensionadas para sustentar a cabeça e a coluna. Quando essa tensão se soma à falta de ergonomia, o risco de desenvolver o Dort aumenta”, afirma. Prevenção começa na rotina O Dort pode ser evitado com medidas simples, como prática regular de atividade física, pausas durante o expediente e ajustes na altura da cadeira, mesa e monitor. Manter apoio adequado para braços e costas também é fundamental. “Se a pessoa passa 12 horas sentada na mesma posição, na frente de um computador, muitas vezes ela nem percebe que está inadequada. Essa repetição diária, ao longo de meses, pode lesionar qualquer pessoa” Ronara Mangaravite, fisioterapeuta “Se a pessoa passa 12 horas sentada na mesma posição, na frente de um computador, muitas vezes ela nem percebe que está inadequada. Essa repetição diária, ao longo de meses, pode lesionar qualquer pessoa”, orienta a fisioterapeuta. Quando não tratado, o problema pode evoluir para tendinites, rupturas musculares e dores crônicas. “Essas lesões são tratáveis e curáveis, mas acontecem justamente porque a pessoa não se prepara fisicamente para aquela rotina de trabalho”, completa. O tratamento envolve medicamentos, fisioterapia e exercícios de fortalecimento muscular para evitar que a dor retorne. Em casos mais graves, pode haver indicação cirúrgica. O cuidado com a saúde mental também é importante, já que o estresse contribui para o  aumento da tensão muscular. “O trabalho da fisioterapia é devolver a função para a pessoa e dar condições de trabalhar. Vamos desinflamar, alongar, fazer correções. Mas esse processo precisa ser associado a exercícios contínuos. Se a repetição voltar sem preparo, o Dort pode reaparecer”,  explica. Paciente de Dort, Rosiane Matos de Sousa afirma que a fisioterapia tem sido essencial para aliviar as crises Rosiane afirma que a fisioterapia tem sido essencial para aliviar as crises. “É o que mais me estabiliza. Sempre saio das sessões muito bem, mas quando volto a trabalhar, as dores reaparecem”, desabafa. A orientação é procurar atendimento médico ao perceber sintomas persistentes. O diagnóstico precoce evita agravamentos e permite que o tratamento seja iniciado de forma adequada. *Com informações do IgesDF

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Mais de mil pessoas já participaram de audiências públicas nos restaurantes comunitários do DF

Um evento que se consolida como canal entre a população e o Governo do Distrito Federal (GDF). Assim pode ser definido o Papo Social com Você. A iniciativa da Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF) chegou à 8ª edição nesta quinta-feira (26) no Restaurante Comunitário do Paranoá, quando atingiu a marca de mais de mil participantes. Presidido pela própria secretária da Sedes-DF, Ana Paula Marra, o encontro tem como intuito principal abordar os serviços dos restaurantes comunitários e questões sobre o Programa Prato Cheio. Entretanto, a audiência pública também é aberta para demais questões como acolhimento a população em situação de rua, benefícios sociais e atendimentos nas unidades, entre outros. No Paranoá, os principais debates envolveram tempero das refeições, segurança nos arredores das unidades, quantidade de alimento e atendimento preferencial. “Nossa ideia tem sido ouvir o máximo de pessoas possível para que possamos ver os pontos mais recorrentes para que atuemos com prioridade, o que não quer descarta o acolhimento das demais demandas”, destacou Ana Paula Marra. “Além das equipes dos restaurantes, estamos com representantes do Cras e do Gabinete. Nosso objetivo é sempre dar o devido encaminhamento a todos os assuntos”, complementou a gestora. Presidido pela própria secretária da Sedes-DF, Ana Paula Marra, o encontro tem como intuito principal abordar os serviços dos restaurantes comunitários e questões sobre o Programa Prato Cheio | Foto:  Durante o bate-papo desta quinta-feira, a fala do aposentado Waldomiro Rocha chamou muito a atenção. Aos 86 anos e com diabetes, ele revelou o tema de sua última consulta com o médico. “Ele perguntou qual dieta eu estava fazendo. Daí respondi que frequento o restaurante comunitário há oito anos e, atualmente, faço as três refeições aqui. Na hora, ele me recomendou: ‘Continue, pois seus exames estão ótimos’”. Já a administradora de empresas Daniele Alves abordou em um assunto importante. “Eu queria dizer que estou muito feliz com a notícia do concurso público da Sedes-DF. Já estou estudando e espero que o edital seja publicado logo”, comemorou. Em resposta, a secretária ressaltou que a fase de escolha da banca organizadora está bem adiantada e, nos próximos dias, será publicada no Diário Oficial do DF. “Pessoal, nós convocamos mais de mil aprovados no concurso passado. Esse novo certame que vamos lançar vem para reforçar ainda mais nossos quadros e, consequentemente, o atendimento ao cidadão que mais precisa”, enfatizou Ana Paula Marra. A 9ª edição do Papo Social com Você será realizada na terça-feira (3), no Riacho Fundo II. Nesta mesma semana, estão previstos outros encontros no Gama e em Planaltina, com datas a confirmar.   *Com informações da Sedes-DF

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Centro Olímpico e Paralímpico de Santa Maria celebra 14 anos formando atletas e cidadãos

Quando Eduardo Vasconcelos chegou ao Centro Olímpico e Paralímpico (COP) de Santa Maria, aos 8 anos de idade, ele buscava na natação uma forma de reabilitação. A modalidade que o levaria à Seleção Brasileira de bocha paralímpica ainda nem existia no espaço. Com o apoio dos professores e muita persistência, aquele início improvisado se transformou em uma trajetória de alto rendimento, construída dentro do equipamento público que completa 14 anos em 2026. “Eu comecei no Centro Olímpico sem saber que aquilo ali mudaria toda a minha vida. A bocha nem existia ainda, a gente não tinha material, adaptava tudo e aprendia treinando. Mas foi ali que eu me descobri como atleta e como pessoa”, relembra Eduardo, hoje integrante da Seleção Brasileira de Jovens, com títulos pan-americanos e vice-campeonato mundial individual e por equipes. Ao longo dessa trajetória, o esporte se tornou também uma ferramenta de autonomia e desenvolvimento para o atleta, que convive com paralisia cerebral e encontrou na bocha um caminho de expressão, competição e crescimento pessoal. Hoje, aos 22 anos, Eduardo representa o Brasil em competições internacionais e carrega no currículo experiências que começaram ainda na infância, dentro do COP Santa Maria. 14 anos transformando vidas Aos 22 anos, Eduardo representa o Brasil em competições internacionais e carrega no currículo experiências que começaram ainda na infância, dentro do COP Santa Maria | Foto: Divulgação/SEL-DF O Centro Olímpico e Paralímpico de Santa Maria celebra seus 14 anos como um dos principais equipamentos públicos de esporte e inclusão social do Distrito Federal. A data será comemorada com uma programação especial aberta à comunidade, reforçando o papel do espaço na promoção do acesso ao esporte, ao lazer e à formação cidadã. Atualmente, o COP Santa Maria atende a 4.788 beneficiários, a partir dos 4 anos de idade, incluindo pessoas com deficiência (PcD), idosos e públicos em situação de vulnerabilidade social. O equipamento funciona nos turnos matutino, vespertino e noturno e conta com estrutura completa, como quadras poliesportivas, ginásio, piscina, pista de atletismo, sala de lutas e espaços voltados às atividades esportivas e educativas. Coordenado pela Secretaria de Esporte e Lazer do Distrito Federal (SEL-DF), o COP Santa Maria conta com a parceria do Instituto Idecace na gestão pedagógica das atividades. O projeto desenvolve ações que vão além da prática esportiva, integrando esporte, educação e desenvolvimento humano, com foco em valores como disciplina, respeito, convivência e trabalho em equipe. “O COP Santa Maria é um exemplo claro de como o investimento em esporte público transforma vidas. A história do Eduardo representa centenas de crianças e jovens que encontram aqui não apenas uma modalidade esportiva, mas oportunidade, pertencimento e perspectiva de futuro. Quando investimos nos centros olímpicos e paralímpicos, estamos investindo em inclusão, cidadania e no desenvolvimento humano do Distrito Federal”, destaca o secretário de Esporte e Lazer, Renato Junqueira. “O COP Santa Maria é um exemplo claro de como o investimento em esporte público transforma vidas. A história do Eduardo representa centenas de crianças e jovens que encontram aqui não apenas uma modalidade esportiva, mas oportunidade, pertencimento e perspectiva de futuro. Quando investimos nos centros olímpicos e paralímpicos, estamos investindo em inclusão, cidadania e no desenvolvimento humano do Distrito Federal” Renato Junqueira, secretário de Esporte e Lazer do DF “O que celebramos nestes 14 anos vai muito além da estrutura física. Celebramos trajetórias, conquistas e sonhos que começaram dentro de um equipamento público. Nosso compromisso é seguir ampliando o acesso e fortalecendo políticas que garantam que mais histórias como essa continuem nascendo nos nossos COPs”, acrescenta o secretário. Entre as modalidades oferecidas estão futebol, atividade física orientada, basquetebol, capoterapia, dança, desenvolvimento motor I e II, futebol society, futevôlei, futsal, ginástica localizada, hidroginástica, jiu jítsu, judô, karatê, natação, projeto Futuro Campeão de Basquete, taekwondo e voleibol. Para o público do ensino especial são disponibilizadas atividades adaptadas, como bocha, hidroginástica e estimulação global, garantindo inclusão e acessibilidade às práticas esportivas. “O Centro Olímpico foi onde tudo começou para mim. Mais do que treinar, ali eu tive oportunidade de aprender, de errar, de evoluir e de acreditar que meu talento podia me levar mais longe. Foi um espaço que abriu portas e me mostrou que eu podia sonhar grande. Cada orientação e cada incentivo fizeram diferença na construção do meu futuro. Se hoje eu cheguei à Seleção Brasileira, é porque lá atrás alguém investiu em mim e no meu potencial”, narra Eduardo Vasconcelos. Para o presidente do Instituto Idecace, Wilson Cardoso, o aniversário do equipamento simboliza o alcance de uma política pública consistente. “O COP Santa Maria é um espaço de transformação. Aqui, o esporte é ferramenta de inclusão, educação e fortalecimento da comunidade. Celebrar esses 14 anos é reafirmar o compromisso com uma política pública que muda realidades”, afirma. A comemoração ocorrerá no sábado (7), das 8h às 12h, no próprio COP Santa Maria, com programação voltada às famílias e à comunidade local. Estão previstas apresentações artísticas, bolo comemorativo, pipoca e atividades recreativas, como pula-pula, piscina de bolinhas e tobogã inflável. Serviço 14º aniversário do COP Santa Maria  Data: sábado, 7 de março Horário: 8h às 12h  Local: Centro Olímpico e Paralímpico de Santa Maria – Quadra Central 3 Área Especial 4, Santa Maria Norte Realização: Secretaria de Esporte e Lazer do DF e Instituto Idecace   *Com informações da SEL-DF

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Operação Sossego combate a poluição sonora no trânsito em São Sebastião

O Departamento de Trânsito do Distrito Federal (Detran-DF) realizou, na noite desta quinta-feira (26), mais uma edição da Operação Sossego, desta vez, em São Sebastião. Durante 1h15 de operação, os agentes flagraram nove condutores com a CNH vencida há mais de 30 dias, sete inabilitados, dois dirigindo sob efeito de álcool e um conduzindo veículo em categoria diferente da permitida em sua habilitação. A fiscalização identificou, ainda, seis motocicletas com o sistema de iluminação irregular, duas motocicletas com escapamento alterado, duas placas em desacordo com as especificações do Conselho Nacional de Trânsito (Contran), um veículo com característica alterada, um farol queimado, uma infração por uso de celular ao volante, uma por desrespeito à faixa de pedestre e uma por luz de placa inoperante e três por infrações por motivos diversos. A Operação Sossego foi realizada em São Sebastião na noite de quinta-feira (26) | Foto: Divulgação/Detran-DF [LEIA_TAMBEM]Destaque da operação Durante a ação, os agentes identificaram uma motocicleta com último licenciamento pago em 2021 e débito acumulado de R$ 12.047,01, dos quais R$ 9.702,71 são referentes a multas. A Operação Sossego tem como objetivo retirar de circulação motocicletas com descarga livre ou silenciador de motor de explosão defeituoso, deficiente ou inoperante, além de coibir condutas que coloquem em risco a segurança no trânsito. *Com informações do Detran-DF  

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Doenças raras na infância: a ciência e a integralidade do cuidado pediátrico no Hospital da Criança de Brasília

A trajetória de Jakeline Carvalho, mãe de Júlia Bonfim, de 10 meses, tem sido marcada por um percurso de incertezas. A pequena já enfrentou dias de internação e exames de nomes complexos até que os médicos do Hospital da Criança de Brasília José Alencar (HCB) chegassem ao diagnóstico de histiocitose de células de Langerhans (HCL) — doença rara que acomete cerca de 8,9 por milhão de crianças menores de 15 anos. O que inicialmente foi interpretado como dermatite neonatal comum revelou-se, meses depois, um quadro complexo que exigia intervenção imediata. Em alusão ao Dia Mundial das Doenças Raras, celebrado em 28 de fevereiro, o hospital lança luz sobre histórias como a de Jakeline e Júlia, que personificam o desafio de milhares de famílias em busca de diagnóstico e tratamento. Diagnosticada com histiocitose de células de Langerhans (HCL), a pequena Júlia Bonfim, de 10 meses, é paciente do HCB | Foto: Divulgação/HCB Os primeiros sinais de que algo incomum ocorria com Júlia surgiram logo após o nascimento, em Luís Eduardo Magalhães (BA): lesões na pele com crostas, assaduras severas e resistentes a tratamentos tópicos convencionais. A ausência de recursos avançados na cidade de origem levou a suspeitas imprecisas, que variaram de escabiose (sarna) a caxumba. A estabilização do quadro só ocorreu após a família buscar ajuda na capital federal. Elas chegaram à emergência do Hospital Materno Infantil de Brasília (Hmib) e foram transferidas para o HCB, unidade de alta complexidade da saúde do Distrito Federal, referência nacional no cuidado de crianças com doenças raras e complexas, incluindo câncer infantil, atrofia muscular espinhal (AME) e fibrose cística, que cumpre papel fundamental na oferta de meios diagnósticos precisos e no tratamento especializado a milhares de pacientes. No Hospital da Criança, a investigação voltou-se para doenças hematológicas. A HCL, que se comporta como um câncer, em Júlia apresentou-se de forma multissistêmica: atingiu pele, linfonodos, fígado e baço. O diagnóstico de uma doença rara é, para muitas famílias, o fim de uma peregrinação por respostas e o início de uma nova e complexa realidade O diagnóstico de uma doença rara é, para muitas famílias como a de Jakeline, o fim de uma peregrinação por respostas e o início de uma nova e complexa realidade. No Sistema Único de Saúde (SUS), a estruturação de políticas públicas baseadas em linhas de cuidado tem se mostrado essencial para a garantia de direitos das pessoas com doenças raras. Segundo Simone Miranda, diretora de Práticas Assistenciais do HCB, na unidade a estratégia voltada às “crianças raras” vai além do tratamento clínico, estruturando-se a partir de um ecossistema que integra suporte laboratorial de ponta ao acolhimento familiar. No cenário da saúde pública brasileira, a Organização Mundial da Saúde (OMS) e o Ministério da Saúde definem como rara a condição que afeta até 65 pessoas a cada 100 mil indivíduos. Estima-se que 13 milhões de brasileiros convivam com alguma das mais de 8 mil doenças catalogadas. O desafio é predominantemente pediátrico: 75% dos casos manifestam-se na infância, e a busca pelo diagnóstico correto pode levar, em média, de quatro a cinco anos — período crítico para intervenções capazes de alterar o prognóstico. Para a médica Renata Sandoval, coordenadora de Genética Clínica do HCB, a prática exige reconhecer padrões e excluir o comum. “Na área de saúde, somos ensinados a observar padrões. Só que existem coisas menos comuns, o que não quer dizer que não aconteçam”, afirma. Segundo a geneticista, é próprio da prática médica reconhecer padrões e conduzir o raciocínio de exclusão do que é mais comum. O médico avalia um conjunto de sinais e sintomas que levarão a hipóteses diagnósticas, para não deixar passar o que seria mais provável. A partir disso, planeja como confirmar a hipótese. “Só que, se eu sou treinada a ver o mais comum, eu não consigo reconhecer o que eu não conheço.” "Quando se inicia o tratamento de uma criança com doença rara, tendo clareza sobre seu diagnóstico, é possível instituir a linha de tratamento mais adequada e evitar complicações relacionadas à doença" Simone Miranda, diretora de Práticas Assistenciais do HCB A profissional acrescenta que essa jornada em busca de respostas pode ser dispendiosa não apenas para o paciente, submetido a inúmeros exames, mas para todo o núcleo familiar. “O grande problema é que as pessoas com doenças raras, elas são ‘órfãs’; passam, às vezes, por uma odisseia de diagnósticos, e por vários profissionais, mas por quê? Porque as pessoas, às vezes, não reconheceram aquele padrão e não planejaram um meio para confirmar aquele diagnóstico”, explica Sandoval. A rede pública de saúde do Distrito Federal consolidou-se como referência nacional ao oferecer um dos maiores programas de triagem neonatal do país, testando cerca de 50 patologias no teste do pezinho, com perspectiva de ampliação. O diagnóstico precoce é o primeiro passo para consolidar uma linha de cuidado especializada a esses pacientes. Prestes a celebrar o primeiro ano de vida da pequena Júlia, Jakeline aconselha outros pais: “Procurem um centro de referência. Tenham paciência e entreguem nas mãos certas. Eu tenho esperança”. Diagnóstico individualizado O HCB utiliza a pesquisa translacional para proporcionar resposta terapêutica mais adequada aos pacientes, realizando uma aliança entre a racionalidade clínica empregada pelos médicos à beira do leito e o rigor da pesquisa científica laboratorial. Dessa maneira, a abordagem translacional identifica a condição raiz da saúde da criança, evitando que ela seja submetida a protocolos que, mesmo avalizados mundialmente, podem não surtir o efeito esperado no tratamento de uma doença rara. “Quando se inicia o tratamento de uma criança com doença rara, tendo clareza sobre seu diagnóstico, é possível instituir a linha de tratamento mais adequada e evitar complicações relacionadas à doença”, explica Simone Miranda. “Os protocolos mundiais sugerem linhas de tratamento sequenciais, que progridem ou se modificam a partir das respostas observadas. Com o diagnóstico molecular, é possível identificar doenças com alta precisão e precocidade, e iniciar diretamente com o tratamento personalizado para a condição daquela criança.” Segundo o farmacêutico bioquímico responsável técnico pelo Biobanco do HCB, Agenor Júnior, a estratégia do Laboratório de Pesquisa Translacional (LPT) da unidade é otimizar recursos sem perder profundidade: utiliza-se desde técnicas custo-efetivas, como o PCR (teste de biologia molecular) e a citometria de fluxo, até o sequenciamento de nova geração (NGS) para casos de alta complexidade. “O diagnóstico é difícil porque a doença é rara. Muitas vezes não temos a situação pronta; usamos técnicas relacionadas à pesquisa científica para descrever um caso que é único no mundo”, explica o pesquisador. Para além da técnica, existe impacto profundo na saúde pública e na vida das famílias. Um diagnóstico preciso interrompe ciclos de tratamentos ineficazes e abre portas para terapias acionáveis — medicamentos que atacam exatamente a falha genética ou metabólica identificada. “Nada é mais angustiante do que ter um filho sem um diagnóstico específico. Quando ‘corremos atrás’ desse diagnóstico em profundidade, criamos segurança para o médico e para a família”, destaca. Jakeline Carvalho, mãe de Júlia, só conseguiu receber o diagnóstico da filha quando saiu de Luís Eduardo Magalhães (BA) e buscou ajuda na capital federal Alta complexidade O Hospital da Criança de Brasília é um centro de assistência à saúde infantil de alta complexidade, o que, no contexto da cronicidade das doenças raras, estabelece atenção às necessidades individuais de cada caso e cuidado multidisciplinar. Na unidade, o paciente que passa por tratamento em alguma das especialidades atendidas tem acesso a serviços como odontologia, psicologia, nutrição e reabilitação, entre outros, sem a necessidade de novos encaminhamentos ou regulação externa. No entanto, o componente humano sustenta a adesão ao tratamento. O momento da notícia sobre o diagnóstico é descrito por Simone Miranda como ponto de inflexão que exige equipe multidisciplinar preparada. “Saber que seu filho, que até então você imaginava que seria uma criança saudável, tem uma condição grave, complexa e para o resto da vida, é impactante. Por isso, o diagnóstico é um momento de acolhimento e conta com o apoio da psicologia e do serviço social”, destaca a diretora. [LEIA_TAMBEM]Outro importante pilar do atendimento ofertado pelo hospital é a educação em saúde. Enfermeiros de referência capacitam os cuidadores e os próprios pacientes para a continuidade do cuidado em casa. Portanto, o acompanhamento assistencial dispensado às crianças com doenças raras não termina com a alta hospitalar. “Essa linha não envolve só a criança, envolve sempre a criança e a família. O cuidado da criança com doença rara e complexa no HCB vai até a transição para o ambulatório de adulto”, explica a diretora. Essa continuidade é crucial para garantir acompanhamento ao longo da vida e minimizar lacunas no tratamento. Essa abordagem também se estende à árvore genealógica. Como cerca de 80% das doenças raras têm origem genética, a investigação realizada pelos profissionais do HCB alcança pais e irmãos do paciente, mesmo os assintomáticos. O aconselhamento genético é etapa obrigatória no fluxo de atendimento. Nesse sentido, “o diagnóstico é ampliado para toda a família. O geneticista explica de onde veio a doença, qual gene veio de cada progenitor e as chances de recorrência em futuros filhos. Isso muda a trajetória de planejamento dessa família”, afirma Miranda. As “pessoas raras” refletem a necessidade de integração dos diversos componentes do SUS, da atenção básica ao cuidado especializado, com ênfase na qualidade do diagnóstico, na articulação de serviços e na participação ativa da família, fatores essenciais para melhorar resultados em doenças de baixa prevalência, mas de alto impacto social. Os esforços do Hospital da Criança de Brasília reafirmam o papel da rede pública de saúde do DF como protagonista na atenção a condições de alta complexidade, com impacto direto na vida de milhares de crianças que, apesar da raridade de suas condições, merecem acesso digno a diagnóstico, tratamento e acompanhamento especializado. *Com informações do Hospital da Criança de Brasília (HCB)

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Evento apresenta oportunidades profissionais no setor de energias renováveis a 200 jovens de Ceilândia

A Secretaria da Juventude do Distrito Federal (Sejuve-DF) promoveu, na última sexta-feira (27), o evento Transição Energética: O Futuro é a Sua Carreira, em parceria com a Neoenergia Brasília. A iniciativa reuniu 200 estudantes da rede pública de ensino de Ceilândia com o objetivo de apresentar oportunidades profissionais relacionadas à substituição de fontes de energia fósseis por energias renováveis, movimento essencial para a redução das emissões de gases de efeito estufa, o enfrentamento das mudanças climáticas e a promoção da sustentabilidade. Durante o encontro, foram debatidos temas como energia solar, energia eólica, inovação tecnológica e as novas profissões que estão transformando o mercado de trabalho em todo o mundo. O evento também destacou como a juventude pode se capacitar para atuar em setores estratégicos da economia verde, ampliando perspectivas de emprego e geração de renda em áreas alinhadas ao desenvolvimento sustentável. André Kubitschek: "A transição energética está revolucionando o mercado de trabalho e abrindo um caminho real para emprego, geração de renda e perspectiva de futuro" | Foto: Divulgação/Sejuve-DF “A transição energética está revolucionando o mercado de trabalho e abrindo um caminho real para emprego, geração de renda e perspectiva de futuro. Hoje, há uma alta procura por profissionais qualificados, como eletricistas e eletrotécnicos, e esse evento foi uma grande oportunidade para que esses jovens conhecessem as possibilidades que já estão surgindo nesse novo cenário”, destacou o secretário da Juventude, André Kubitschek. Para a superintendente de Relações Institucionais da Neoenergia, Juliana Pimentel, essa parceria reforça o compromisso da empresa com o desenvolvimento sustentável e com a construção de um futuro mais justo, limpo e inclusivo para o DF. [LEIA_TAMBEM]“Para a Neoenergia, investir em educação e conscientização é investir no futuro do país. A transição energética só será efetiva se as pessoas, especialmente os jovens, estiverem preparadas para protagonizar esse processo. Ao promover esse diálogo com estudantes da rede pública, mostramos que a economia verde já é uma realidade, com oportunidades concretas de formação, inovação e geração de emprego”, afirma a executiva. Um dos grandes diferenciais da programação foi a visita ao caminhão de eficiência energética, realizada simultaneamente a uma dinâmica interativa de perguntas e respostas, conduzida no auditório, proporcionando aos participantes uma experiência prática e participativa sobre o tema. *Com informações da Secretaria de Juventude  

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Detran-DF realiza Operação Sossego em São Sebastião

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Encontro reforça base científica para manejo de capivaras no DF

O 1º Workshop sobre Febre Maculosa no Contexto de Saúde Única, nesta sexta-feira (27), na Universidade Católica de Brasília (UCB), marcou um avanço importante na integração entre ciência, gestão ambiental e saúde pública no Distrito Federal. O encontro reuniu especialistas, pesquisadores e representantes do poder público para discutir estratégias de prevenção e vigilância da febre maculosa sob a perspectiva da Saúde Única. O evento integra o projeto estruturante de monitoramento, identificação e manejo de capivaras e carrapatos no DF, conhecido como Capivaras DF, que é uma parceria entre o Instituto Brasília Ambiental, a Secretaria do Meio Ambiente (Sema-DF), a Secretaria de Saúde (Ses-DF) e a Universidade Católica de Brasília. A finalidade do trabalho conjunto é entender melhor as dinâmicas de capivaras e carrapatos no DF, de forma a trazer informações sólidas à população, bem como estratégias de ação. A vice-governadora do Distrito Federal, Celina Leão, destacou a importância da atuação conjunta entre diferentes áreas do governo: “Quando trabalhamos sob a perspectiva da Saúde Única, fortalecemos a prevenção, protegemos a população e cuidamos do nosso meio ambiente de forma responsável e estratégica”. O presidente do Instituto Brasília Ambiental, Rôney Nemer, ressaltou o papel da ciência no apoio à tomada de decisões: “O projeto é fundamental para orientar decisões técnicas e garantir o manejo adequado da fauna, sempre com responsabilidade ambiental e foco na saúde pública”. O evento integra o projeto estruturante de monitoramento, identificação e manejo de capivaras e carrapatos no DF | Foto: Divulgação/Brasília Ambiental O auditor fiscal da Superintendência de Unidades de Conservação, Biodiversidade e Água (Sucon) do Brasília Ambiental, Fernando Medeiros, que integra a Comissão de Gestão da Parceria, ressaltou o fomento à pesquisa proporcionado pela iniciativa. “O workshop faz parte desse termo de colaboração que o Brasília Ambiental lançou justamente para fomentar essa pesquisa. Então, o Instituto lançou o edital, e a Universidade Católica de Brasília venceu. O estudo busca entender se há superpopulação de capivaras, qual o risco de disseminação da doença e as soluções de manejo mais adequadas. Ao final, teremos subsídios técnicos para avaliar medidas como barreiras físicas, esterilização ou outras estratégias de manejo”, explicou. Estrutura do projeto De acordo com a coordenadora geral do projeto pela UCB, Morgana Bruna, a iniciativa conta com uma estrutura multidisciplinar que integra pesquisa acadêmica e gestão pública. “O projeto reúne coordenação geral e coordenadores de eixo, bolsistas do projeto tanto os de apoio técnico quanto os de iniciação científica e voluntários. Também contamos com representantes dos órgãos que fazem a gestão desse projeto, como o Brasília Ambiental, a Secretaria de Saúde e a Secretaria do Meio Ambiente, que participam do conselho responsável pelo acompanhamento governamental do projeto”, esclareceu. Contribuição científica O professor e pesquisador da Universidade Federal de Goiás (UFG) e da Escola de Veterinária e Zootecnia (EVZ), Felipe Krawczack — que atua como pesquisador de suporte desde a concepção do projeto —, destacou o papel do workshop no fortalecimento do conhecimento técnico. “O objetivo do workshop foi falar sobre a febre maculosa brasileira no contexto de Saúde Única, contribuir com o projeto e esclarecer dúvidas de pesquisadores, professores, alunos e profissionais da Secretaria de Saúde do DF, da Secretaria do Meio Ambiente e do Brasília Ambiental. Discutimos o que é a febre maculosa, como ela é transmitida, como é feito o diagnóstico e quando devemos nos preocupar, para levar informação correta à sociedade. Também debatemos a interpretação dos diagnósticos como ferramenta para fortalecer a prevenção e a vigilância dessa doença que envolve o carrapato, a capivara e uma bactéria com potencial de transmissão para a saúde humana”, concluiu.   *Com informações do Brasília Ambiental

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Workshop reforça base científica para manejo de capivaras no DF

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Ceilândia intensifica manutenção de vias em período chuvoso

A Administração Regional de Ceilândia, em parceria com a Novacap, segue intensificando a manutenção de vias na cidade. Somente nesta sexta-feira (27), as equipes aplicaram aproximadamente oito toneladas de massa asfáltica em pontos estratégicos, reforçando a mobilidade urbana e a segurança de motoristas e pedestres. Ao longo da semana, as frentes de trabalho contemplaram a via marginal da BR-070, que dá acesso ao Condomínio Privê Ceilândia; as quadras EQNN 1/3, 22 e 24, em Ceilândia Norte; EQNM 5/7 e 8/10, em Ceilândia Sul; vias 05 a 09 do Setor O; via da QNQ 4/5; e vias do P1 ao P4, no P Sul. Para garantir maior durabilidade do serviço, foi utilizada massa asfáltica apropriada para condições climáticas adversas, além de equipamentos como rolo compressor e caminhão térmico, que asseguram a aplicação adequada do material. Ao longo de cinco dias, aproximadamente 20 toneladas de massa asfáltica foram usadas para recuperar vias de Ceilândia | Foto: Divulgação/Administração de Ceilândia Prioridade Com o aumento das chuvas nos últimos dias, a demanda por reparos emergenciais cresceu significativamente. Segundo a Administração Regional de Ceilândia, a prioridade tem sido atender as vias principais de grande circulação, seguidas pelas vias secundárias e internas dos conjuntos habitacionais, conforme a disponibilidade de material e equipamentos fornecidos pela Novacap. [LEIA_TAMBEM]O administrador regional da cidade, Dilson Resende, destacou a importância da força-tarefa. “Com o período chuvoso, as demandas aumentam e nossa prioridade é atender situações emergenciais para assegurar mais segurança e melhor mobilidade nas vias da cidade. Estamos trabalhando diariamente, conforme a disponibilidade de material e equipamentos, para garantir respostas rápidas à população”, afirmou. Melhorias Além da recuperação asfáltica, outros serviços foram executados na cidade. Na QNO 17, na expansão do Setor O, foi realizada a desobstrução de passagem de águas pluviais, medida essencial para evitar alagamentos. Já na EQNP 28/32, no Setor P Sul, houve roçagem mecanizada, e, na Praça Pública da QNO 20, também na expansão do Setor O, foram feitos serviços de limpeza, capina e roçagem. A administração regional reforça que as equipes seguem nas ruas, monitorando pontos críticos e atuando de forma contínua para minimizar os impactos causados pelas chuvas e melhorar as condições de tráfego em toda Ceilândia. *Com informações da Administração Regional de Ceilândia

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DF terá 50 pontos de vacinação neste sábado (28)

Neste sábado (28), 50 locais no Distrito Federal irão atuar como pontos de vacinação. Quem estiver com a vacinação atrasada pode aproveitar para garantir proteção. Entre as ofertas de imunizantes, estão os contra covid-19, dengue, febre amarela, pólio e coqueluche. Todas as vacinas são aplicadas conforme o recomendado para cada faixa etária. Para todos os públicos, a orientação é levar documento de identidade com CPF e, se possível, a caderneta de vacinação. Não haverá imunização no domingo, 1º de março. Já na segunda-feira (2), mais de 100 salas de vacina reabrem para atendimento à população. Ações extramuros Dos 50 locais de atendimento neste fim de semana, 47 são unidades básicas de saúde (UBSs) e três fazem parte da estratégia da Secretaria de Saúde (SES-DF) de levar vacinação para locais de grande circulação de pessoas. Um desses espaços será o evento GDF Mais Perto do Cidadão, que será realizado em Arapoanga. Também haverá vacinação em uma ação social no Sol Nascente. Já o Carro da Vacina vai passar pelo Núcleo Rural Boa Esperança, em Ceilândia. Ações desse tipo têm ajudado a levar vacinas até a população. Somente em 2025, a SES-DF aplicou quase 155 mil doses em 1,1 mil "ações extramuros", como são chamadas. Dentre o total de ações, 365 ocorreram em escolas, 550 em locais de grande circulação de pessoas e 170 com o Carro da Vacina. *Com informações da Secretaria de Saúde   

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Motociclistas do Detran-DF escoltam gestante em trabalho de parto

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Conselheiros tutelares são capacitados para fortalecer combate ao abuso e à exploração sexual online no DF

A Secretaria de Justiça e Cidadania (Sejus-DF) promoveu, na tarde desta quinta-feira (26), o evento ECA Digital em Vigor: Combate ao Abuso e à Exploração Sexual Online, no auditório do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), em Brasília. A iniciativa reuniu cerca de 200 participantes e marcou mais um passo decisivo na construção de uma política distrital de proteção digital para crianças e adolescentes. A atividade integra o 4º Encontro do primeiro ciclo de formação "Letramento digital para o combate ao abuso e à exploração sexual online", desenvolvido em parceria com a ChildFund Brasil. Ao todo, 220 conselheiros tutelares do Distrito Federal e profissionais da rede de proteção e salvaguarda infantil participam da capacitação, fortalecendo o Sistema de Garantia de Direitos e alinhando o DF ao movimento internacional por uma internet mais segura. A cooperação técnica firmada entre a Sejus-DF e a ChildFund Brasil prevê a oferta de cursos online entre agosto deste ano e agosto de 2027, além da construção de uma política distrital de proteção digital e da disseminação de informações qualificadas para prevenção da violência contra crianças e adolescentes. Durante a abertura, a secretária de Justiça e Cidadania, Marcela Passamani, destacou a urgência do tema: “Hoje, muitos pais já não se sentem seguros em deixar os filhos nem dentro de casa, porque o perigo pode estar dentro do próprio quarto, pela internet. Precisamos enfrentar essa realidade com informação, capacitação e ação integrada. Essa iniciativa é fundamental para proteger nossas crianças também no ambiente digital”. Durante a abertura, a secretária de Justiça e Cidadania, Marcela Passamani, destacou a urgência do tema | Foto: Jhonatan Vieira/Sejus-DF O presidente-executivo da ChildFund Brasil, Maurício José Silva Cunha, ressaltou o caráter pioneiro da parceria com o Distrito Federal: “Essa cooperação com o DF é estratégica e inovadora. Estamos unindo esforços para estruturar uma política sólida de proteção digital e fortalecer a atuação dos conselheiros tutelares. O lançamento do aplicativo Navegando Seguros é mais uma ferramenta concreta de apoio às famílias e aos profissionais”. O evento também contou com a participação de representantes da Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD) e especialistas em advocacy e proteção online. Um dos destaques foi o lançamento do aplicativo Navegando Seguros, voltado ao letramento digital e à orientação de famílias, educadores e profissionais da rede de proteção. Proteção de dados Outro eixo do debate foi a proteção de dados pessoais de crianças e adolescentes. Especialistas reforçaram que a garantia desses direitos é desdobramento do princípio da proteção integral previsto na Convenção sobre os Direitos da Criança e que, no Brasil, a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) estabelece regras específicas para o tratamento de dados desse público, sempre com base no princípio do melhor interesse. Foram destacados três pilares fundamentais: o consentimento qualificado dos responsáveis; a prevenção de riscos e a responsabilização de plataformas e instituições; e a promoção da educação digital como instrumento essencial para consolidar uma cultura de proteção. O encontro reafirmou o compromisso ético e institucional com a dignidade, o desenvolvimento saudável e a construção de um ambiente digital seguro, inclusivo e responsável para crianças e adolescentes do DF. *Com informações da Secretaria de Justiça e Cidadania (Sejus-DF)

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Prevenir, monitorar e atender são as estratégias do DF contra as viroses infantis

Vírus sincicial respiratório (VSR), influenza e Sars-CoV-2, responsável pela covid-19: estes são alguns dos causadores do histórico aumento do número de casos de infecções respiratórias em crianças, todos os anos no Distrito Federal, entre março e julho. O período de sazonalidade é causado por fatores como condições climáticas no período de transição de verão para outono e inverno. Para enfrentar esse desafio, a Secretaria de Saúde (SES-DF) vai colocar em ação um plano elaborado para prevenir casos, monitorar a circulação de cada vírus e oferecer tratamento rápido.  Crianças com quadros graves de doenças respiratórias contam com leitos de Unidade de Terapia Intensiva Pediátrica | Foto: Sandro Araújo/Agência Saúde-DF  “Os últimos anos reforçaram a importância do planejamento antecipado e da atuação integrada da rede de saúde”, aponta a médica Juliana Macêdo, coordenadora de Atenção Especializada à Saúde da secretaria. “O objetivo é reduzir casos graves, evitar desassistência e garantir maior segurança às crianças e suas famílias.” O plano contempla as fases de preparação, mobilização, alerta, emergência e crise, conforme o número de casos registrados e  de pacientes atendidos. “O foco está na antecipação das medidas, no reforço da capacidade de resposta e na integração do atendimento, além da intensificação das ações de prevenção e comunicação com a população”, explica a gestora.  Prevenção A vacinação é uma das principais medidas preventivas no combate às síndromes respiratórias agudas graves | Foto: Jhonatan Cantarelle/Agência Saúde-DF  Na primeira fase, destacam-se as medidas preventivas. Além de orientações gerais à população, como evitar a circulação em caso de doenças respiratórias, é indicada a vacinação contra os vírus influenza e covid-19, atividades que já fazem parte do dia a dia da SES-DF.  “A imunização é a principal estratégia para reduzir casos graves, internações e óbitos, além de otimizar o uso das doses já disponíveis” Tereza Pereira, gerente da Rede de Frio Central da Secretaria de Saúde Ao longo de 2025, e nas primeiras semanas de 2026, já foram aplicadas mais de 880 mil doses da vacina contra a influenza. De acordo com os levantamentos populacionais, porém, apenas 53% das crianças de 6 meses e menores de 6 anos foram vacinadas, percentual abaixo da meta de 90%.   A gerente da Rede de Frio Central da SES-DF, Tereza Luiza Pereira, ressalta que a vacina aplicada protege contra os vírus Influenza A (H1N1 e H3N2) e Influenza B (linhagem Áustria). “A imunização é a principal estratégia para reduzir casos graves, internações e óbitos, além de otimizar o uso das doses já disponíveis”, orienta. “Todos os anos, o imunizante é atualizado conforme as cepas do vírus com maior registro de circulação daquele período. Além disso, a imunidade obtida pela vacina dura de seis a 12 meses”. Neste mês também foi iniciada a aplicação do nirsevimabe e do palivizumabe, medicamentos que protegem contra o vírus sincicial respiratório, indicados para bebês que nasceram prematuros. “O nirsevimabe e o palivizumabe representam avanços relevantes na prevenção das formas graves de infecção pelo VSR [Vírus Sincicial Respiratório], principal causa de bronquiolite e importante motivo de hospitalização em lactentes”, detalha Julliana Macêdo.  Monitoramento Para o monitoramento do número de casos, o DF conta, hoje, com dez unidades-sentinela. Nesses locais, distribuídos conforme as concentrações demográficas, há a coleta de amostras de pacientes com sintomas gripais a fim de detectar quais vírus estão em circulação. Os exames são enviados para análise no Laboratório Central de Saúde Pública do Distrito Federal (Lacen-DF). Isso ajuda tanto a definir condutas de atendimento quanto a detectar eventuais cepas novas. “A unidade-sentinela é um termômetro: se um vírus for introduzido, conseguimos detectar precocemente” Renata Brandão, gerente de Vigilância das Doenças Imunopreveníveis e de Transmissão Hídrica e Alimentar da Secretaria de Saúde A Diretoria de Vigilância Epidemiológica da SES-DF mantém o monitoramento constante dos casos, incluindo o acompanhamento da situação em outras partes do Brasil e até em outros países. O registro de casos no próprio Distrito Federal também permite compreender o cenário local. “A unidade-sentinela é um termômetro: se um vírus for introduzido, conseguimos detectar precocemente”, explica Renata Brandão, gerente de Vigilância das Doenças Imunopreveníveis e de Transmissão Hídrica e Alimentar da secretaria. Entre 2023 e 2025, o número de casos confirmados de síndrome respiratória aguda grave provocada pelo vírus Sars-CoV-2, da covid-19, caiu de 965 para 472. Já os casos provocados pelo vírus Influenza subiram de 373 para 1.421. O trabalho no laboratório também tem sido mais preciso: em 2023, 61% dos casos foram classificados como de vírus “não especificado” — índice que, em 2025, ficou em 27%. Atendimento Conforme o plano de enfrentamento ao período de sazonalidade das infecções respiratórias virais na pediatria, a rede pública do Distrito Federal conta atualmente com 182 unidades básicas de saúde (UBSs). De 2019 até agora, 13 unidades foram entregues novas ou reformadas. Outras duas estão próximas da conclusão. As UBSs são a principal porta de acesso aos serviços de saúde e atendem pacientes com sintomas leves, sem necessidade de ir até hospitais e unidades de pronto atendimento (UPAs).  [LEIA_TAMBEM]Além disso, as UPAs de Ceilândia I, São Sebastião, Recanto das Emas e Sobradinho ofertam atendimento especializado em pediatria. Há pronto-socorro infantil, ainda, no Hospital Materno Infantil de Brasília (Hmib) e em oito hospitais regionais, localizados em Brazlândia, Ceilândia, Guará, Paranoá, Planaltina, Sobradinho, Taguatinga e Santa Maria.  Para casos mais complexos, há 128 leitos de Unidade de Terapia Intensiva Pediátrica (Utip), sendo 16 no Hmib, cinco no Hospital Regional de Taguatinga (HRT), 20 no Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF), 58 no Hospital da Criança de Brasília José de Alencar (HCB) e dez no Hospital Universitário de Brasília (HUB-UnB) — este último de administração federal —, além de 19 já disponíveis nos hospitais Santa Marta e Anchieta Ceilândia, a partir do credenciamento para prestação de serviços. Há ainda 39 leitos de isolamento respiratório.  Juliana Macêdo lembra que, além da ampliação do número de leitos, há capacitação constante de servidores, reforço de equipes e novos métodos de trabalho: “Seguem em curso estratégias de reorganização de fluxos, qualificação da rede e otimização da capacidade instalada”.   *Com informações da Secretaria de Saúde      

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Edição de março do evento Dia da Mulher distribuirá uma tonelada de alimentos

Em celebração ao Mês Internacional da Mulher, a Defensoria Pública do Distrito Federal (DPDF) realizará uma edição especial do projeto Dia da Mulher, nesta terça-feira (3), das 8h às 14h, no Nuclão da instituição, localizado no SCN Quadra 1, Edifício Rossi Esplanada Business, próximo ao Hospital Regional da Asa Norte (Hran).  Entre as novidades da 32ª edição estão a distribuição de uma tonelada de alimentos, centenas de presentes, 50 vouchers para o Cine Brasília e a realização do Bazar da Mulher, com a entrega gratuita de roupas, calçados e acessórios arrecadados nos Núcleos de Assistência Jurídica (NAJs) e nas unidades administrativas.  O evento Dia da Mulher ajuda no combate à desigualdade social e de gênero | Foto: Divulgação/DPDF A iniciativa contará, ainda, com a apresentação da Escola de Música de Brasília (EMB) e a distribuição de 800 kits de autocuidado, 400 vasos de plantas cedidos pela Novacap, 100 kits de higiene bucal pequenos e 159 grandes, sorteio de escovas elétricas ofertados pela Odontogroup, além da participação da Carreta Odonto Sesc. Também serão disponibilizados 10 vouchers para mamografia do IMEB – Diagnóstico por Imagem e Medicina Nuclear e diversos brindes voltados ao acolhimento e à valorização das mulheres. O defensor público-geral, Celestino Chupel, destaca que a iniciativa representa um avanço concreto no enfrentamento das desigualdades sociais e de gênero no DF. “O Dia da Mulher traduz, de forma prática e contínua, o papel da instituição como instrumento de transformação social, ao garantir acesso à Justiça, promover acolhimento humanizado e levar direitos e soluções efetivas às mulheres em situação de vulnerabilidade”, afirmou. Durante o Dia da Mulher, serão oferecidos atendimentos jurídicos especializados como requerimento de passe livre para mulheres vítimas de violência, mediação e conciliação, orientação jurídica, ações iniciais nas áreas de Família e Saúde, além de exames de DNA gratuitos para reconhecimento de paternidade e atendimento psicossocial.  Serviços ⇒ DPDF Requerimento de passe livre para mulheres vítimas de violência Exames de DNA gratuitos Mediação e conciliação Orientação jurídica Atendimento psicossocial ⇒ Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF) Serviços socioassistenciais, por meio do Cras ⇒ Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF) Multivacinação ⇒ Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal (Secec-DF) Ingressos para o Cine Brasília ⇒ Secretaria da Pessoa com Deficiência (SEPD-DF) Cadastro da pessoa com deficiência Carteira de Identificação da Pessoa com Transtorno do Espectro Autista Solicitação do Cartão de Identificação da Pessoa com Deficiência Orientações para concessão de passe livre Orientações para concessão de Benefício de Prestação Continuada – BPC ⇒ Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda (Sedet-DF) Vagas de emprego Cesta do Trabalhador Atendimento ao empregador CTPS Digital Inscrições e orientações para os cursos ofertados pela Sedet – GDF Programa Prospera (microcrédito) Seguro-desemprego Orientação profissional ⇒ Secretaria de Economia do Distrito Federal (Seec-DF) Emissões de IPTU/TLP, IPVA e ISS Autônomo Certidões, informações e consultas sobre os serviços da Receita do DF e parcelamentos ⇒ Secretaria da Mulher do Distrito Federal (SMDF) Doação de absorventes íntimos Orientações a mulheres vítimas de violência Esclarecimentos em relação às diversidades: etária, étnico-racial, LGBTQIA+ e mães atípicas ⇒ Secretaria de Educação (SEEDF) Cartão Creche Cartão Material Escolar ⇒ Secretaria de Turismo (Setur-DF) Emissão de Carteira do Artesão e Trabalho Manual ⇒ Novacap Distribuição de vasos de plantas. ⇒ BRB Cadastro BRB Mobilidade Solicitação e cobrança de 2ª via do Cartão Mobilidade ⇒ Companhia de Desenvolvimento Habitacional do Distrito Federal (Codhab/DF) Atendimento da Companhia de Desenvolvimento Habitacional do Distrito Federal (regularização e inscrição) ⇒ Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) Emissão de carteiras de identidade Atendimento psicossocial às mulheres vítimas de violência doméstica ⇒ Rota do Bem Bazar de doação de roupas e sapatos ⇒ Integracor Medicina Cardiovascular Consulta com médico cardiologista ⇒ Sesc Exame citopatológico Odontologia (limpeza, restauração e extração simples) ⇒ Instituto Sabin Distribuição de vouchers para exames laboratoriais ⇒ Escola Nacional de Acupuntura (Enac) Auriculoterapia Ventosaterapia ⇒ Escola de Barbeiro Roberto Ramos Corte de cabelo masculino e barba ⇒ Ceub – Centro Universitário de Brasília Consulta médica ginecologista ⇒ Imeb Distribuição de voucher para realização de mamografia Bioimpedância; Aferição de pressão arterial ⇒ Senac Cadastro no Programa Senac – Cursos de Gratuidade Voucher para análise capilar, higienização dos fios, nutrição e modelagem em parceria com produtos L’Oréal ⇒ Caesb Distribuição de água potável ⇒ Odontogroup Distribuição de kits de escovação. ⇒ Enfermagem Estética e Terapias Integrativas Aferição de pressão arterial Teste de oximetria Saturação de oxigênio ⇒ Espaço de Beleza Eveline Fernandes Detox facial ⇒ Neoenergia Brasília Esclarecimento de dúvidas Solicitações de serviços ⇒ Sistema Fibra Oficina de orientação sobre saúde alimentar ⇒ Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios (TJDFT) Prevenção e enfrentamento da violência doméstica contra a mulher Atendimentos psicossociais de orientação e sensibilização ⇒ UDF Atendimento em Direito Previdenciário Atendimentos e orientações relacionados ao INSS e ao BPC/Loas ⇒ Escola de Psicanálise de Brasília Atendimento com psicanalistas Orientação psicológica Oficina de cartaz ⇒ Caixa Econômica Federal (CEF) Consulta Desbloqueio dos aplicativos Caixa Tem e FGTS Emissão de boleto Emissão de cartão social, poupança e corrente Consulta PIS e FGTS Renegociação de dívida ⇒ Estúdio Bioessence Avaliação de diástase abdominal e orientações de fisioterapia ⇒ Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF) Prevenção e orientação às mulheres vítimas de violência doméstica ⇒ Instituto Brasal Distribuição de refrigerantes. *Com informações da DPDF  

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Programa Na Moral realiza primeiro encontro de 2026 com gestores

Com foco em integridade, ética e cidadania, a Secretaria de Educação (SEEDF), em parceria com o Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT), realizou nesta sexta-feira (27) o primeiro encontro do ano do programa Na Moral. Coordenada pela Assessoria Especial de Cultura de Paz, a iniciativa incentiva valores como honestidade e responsabilidade entre estudantes da rede pública. O evento, realizado no Sesi Lab, reuniu 102 gestores responsáveis pela implementação do projeto nas escolas em 2026. A secretária de Educação, Hélvia Paranaguá, destacou o papel da escola na transformação social e na prevenção da violência, reforçando a importância da formação ética no cotidiano escolar e pedindo o engajamento dos diretores na consolidação do programa. “É na escola que transformamos vidas. Quando um jovem segue pelo caminho da violência, é porque a sociedade falhou. Precisamos formar cidadãos que respeitem o outro e saibam lidar com frustrações. A rede é de vocês. Abracem o Na Moral, porque é com valores e integridade que vamos construir um futuro melhor”, acrescentou. Encontro reforçou a importância da escola na formação ética dos estudantes e no fortalecimento do programa Na Moral na rede pública | Fotos: Mary Leal/SEEDF Paz nas escolas A chefe da Assessoria de Cultura de Paz, Ana Beatriz Goldstein, ressaltou o compromisso da secretaria com a construção de ambientes mais seguros e acolhedores, destacando o Na Moral como eixo central dessa estratégia: “A Assessoria de Cultura de Paz atua na convivência, na segurança e na promoção da paz, com destaque para o programa Na Moral, que trabalha valores e virtudes. A presença de vocês hoje neste evento nos enche de alegria e nos mostra que faremos lindos projetos ao longo do ano”. A diretora do Centro de Ensino Fundamental 14 de Ceilândia, Klelie Ligianne do Nascimento, afirmou que a chegada do programa atende a um interesse antigo da comunidade escolar. A unidade atende cerca de 700 estudantes do 6º ao 9º ano, com idades entre 11 e 15 anos: “O Na Moral é muito importante para a nossa escola. A gente já queria participar e fiquei muito feliz com essa oportunidade. O projeto ajuda a desenvolver habilidades e a tratar temas importantes para os nossos alunos e para toda a comunidade escolar”. A diretora Klelie Ligianne do Nascimento falou sobre a importância do projeto para a formação dos estudantes do CEF 14 de Ceilândia O programa Fruto da parceria entre SEEDF e MPDFT, o Na Moral surgiu a partir de palestras nas escolas e evoluiu para uma metodologia dinâmica, com atividades práticas e formato gamificado voltado ao ensino de valores e integridade. Durante o encontro, a promotora de Justiça Luciana Asper ressaltou a importância da iniciativa e o impacto da atuação conjunta entre as instituições. “Sou muito grata pela parceria com a Secretaria de Educação. Tenho 33 anos de Ministério Público e, por muito tempo, pensei em desistir. Mas quando justiça e educação caminham juntas, tudo muda. Hoje, temos mais segurança, esperança e a certeza de que vale a pena continuar”, concluiu. *Com informações da Secretaria de Educação (SEEDF)

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Mais de 800 alunos participaram da campanha Volta às Aulas do DER-DF

O Departamento de Estradas de Rodagem do Distrito Federal (DER-DF) encerrou nesta sexta-feira (27), a campanha Volta às Aulas 2026, preparada especificamente para a comunidade escolar da rede pública de ensino do Distrito Federal. A atividade foi concluída na Escola Classe 17 de Taguatinga, onde houve 288 atendimentos. Durante a semana, 840 estudantes receberam orientações por parte dos agentes de trânsito e educadores sobre boas práticas de circulação nas proximidades das escolas. A equipe do DER-DF distribuiu quebra-cabeças educativos para os alunos. No último dia da campanha, mais de 250 crianças foram atendidas | Foto: Divulgação/DER-DF A iniciativa contou com o trabalho de agentes de trânsito rodoviário, de educadores e de integrantes do teatro do DER e teve como foco fortalecer a conscientização sobre a segurança viária da comunidade escolar, com ações programadas. “Eu fiquei encantada com a abordagem. Achei muito legal a campanha educativa que ensina as crianças a respeitarem as leis de trânsito, por exemplo, a travessia na faixa de pedestre. É muito importante que o DER siga com este trabalho”, afirmou Elaine Verna, mãe de um aluno. [LEIA_TAMBEM]O diretor da EC 17 de Taguatinga, Flávio Thinassi, elogiou a ação do departamento e destacou a importância do trabalho educativo. “A campanha de conscientização é muito importante logo no começo do ano letivo, pois muitas crianças vão e voltam sozinhas da escola e os ensinamentos que eles receberam serão aplicados durante todo o ano”, concluiu o educador, que está há dois anos no cargo.  “O DER-DF incentiva junto à comunidade escolar a importância de se estar atento à segurança viária. A equipe orienta sobre procedimentos de embarque e desembarque, práticas de estacionamento seguro e o uso correto de dispositivos de segurança para que as centenas de crianças cheguem e deixem a escola de forma segura”, conclui a diretora de Educação de Trânsito do DER-DF, Graziela Portela. *Com informações do DER-DF  

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