🎥🚨GDF amplia plataforma DF 360 com reconhecimento facial, drones e modernização das centrais 190 e 193
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Ação de acolhimento à população em situação de rua ocorre no Plano Piloto neste fim de semana
O Governo do Distrito Federal (GDF) fará a oferta de acolhimento e assistência social a pessoas instaladas em 20 endereços distintos no Plano Piloto. A ação está prevista para ter início às 9h deste sábado (28), é coordenada pela Casa Civil e envolve as secretarias de Desenvolvimento Social (Sedes-DF), de Saúde (SES-DF), de Educação (SEEDF), de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda (Sedet-DF), de Segurança Pública (SSP-DF), de Proteção da Ordem Urbanística (DF Legal) e de Justiça e Cidadania (Sejus-DF), além do Serviço de Limpeza Urbana (SLU), da Novacap, da Codhab, do Detran-DF, da Polícia Militar, da Polícia Civil, do Corpo de Bombeiros Militar e do Conselho Tutelar. O GDF fará oferta de acolhimento e assistência social a pessoas instaladas em 20 endereços distintos no Plano Piloto | Foto: Agência Brasília A DF Legal fará o desmonte das estruturas das pessoas em situação de rua e o transporte dos pertences ao local regular indicado pelo ocupante. Em último caso, o governo levará os objetos pessoais ao depósito da pasta, no SIA Trecho 04, Lotes 1380/1420, para retirada em até 60 dias, sem qualquer custo para o responsável. As pessoas em situação de rua também serão encaminhadas para atendimento da Sedes. No decorrer de toda a semana, as secretarias realizaram abordagens sociais e atendimentos prévios nos locais, mapeando o público que será atendido e suas demandas. [LEIA_TAMBEM]Veja abaixo os pontos de ação neste sábado (28) e domingo (1º/3): · Via de acesso SGAN 908/909, do balão à via W5; · SGAN 909 à 910, entre a quadra e o Parque Burle Marx; · SGAN 913, entre a Escola Anjo da Guarda e a mesquita; · SGAN 915, ao lado do Colégio Sagrada Família Menino Deus; · SHCGN 716, entre o bloco G e o H; · SHCN EQN 315/316, atrás da Igreja Messiânica do Brasil; · SCLN 115, entre o bloco A e o parquinho próximo ao bloco C; · Quadra 313/314 da Asa Norte, fundos da 1ª Igreja Batista; · Área verde entre a 311/312 Norte, fundos da Capela da Divina Misericórdia; · SQNW 702/709, área verde; · Setor Comercial Sul; · CLS 102, bloco A, ao lado da Drogasil; · Orla da Ponte JK; · SES 803, em frente à Embaixada da Venezuela; · SES 807, próximo à Embaixada da Alemanha; · CLS 409, ao lado do bloco A; · CLS 209, próximo ao bloco C; · Eixo Rodoviário Sul, altura da 107/108; · CLS 415, bloco D, lateral da loja 20; · EQS 214/215, próximo à Escola Parque da SQS 214. *Com informações da DF Legal
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Cerca de 155 mil vacinas foram aplicadas pelo GDF em mais de mil ações itinerantes em 2025
Febre amarela, tétano, sarampo, covid-19, gripe, coqueluche, pólio... É longa a lista de doenças que podem ser evitadas por meio da vacinação. Por isso, equipes da Secretaria de Saúde (SES-DF) atuam em todo o Distrito Federal para levar imunizantes até as pessoas. A busca ativa percorre praças, escolas, feiras, shoppings, parques, igrejas, supermercados e órgãos públicos. Só em 2025, foram 1,1 mil dessas atividades, chamadas de ações extramuros, totalizando quase 155 mil doses aplicadas. O número alcança, ainda, o trabalho feito pelo Carro da Vacina. “Ao ampliar pontos, horários e formatos de atendimento, a SES-DF busca sensibilizar a população sobre a importância de se vacinar e facilitar o acesso aos imunizantes, protegendo não apenas o indivíduo, mas toda a coletividade”, explica a gerente da Rede de Frio Central da SES-DF, Tereza Luiza Pereira. “É um compromisso que temos com a prevenção de doenças evitáveis e com a promoção da saúde de todos.” A Secretaria de Saúde leva vacinação a praças, escolas, feiras, shoppings, parques, igrejas, supermercados e órgãos públicos | Jhonatan Cantarelle/Agência Saúde DF Do total de ações, 365 ocorreram em escolas, 550 em locais de grande circulação de pessoas e 170 com o Carro da Vacina. Este último foi desenvolvido em 2022 para percorrer comunidades onde a população tenha dificuldades de ir até uma sala de vacinação por questões de transporte, gastos ou até situação de saúde. Nos dias úteis, mais de cem salas de vacinação funcionam de forma fixa. Cerca de 50 também abrem aos sábados. Essas unidades aplicam a maior parte das doses: foram 1,6 milhão só nos seis primeiros meses de 2025. Proteção mais perto As ações extramuros exercem um papel fundamental na aproximação com públicos que, por diversos motivos, não iriam até as salas fixas. “As iniciativas realizadas em locais de grande circulação, como supermercados, parques e zoológico, têm apresentado resultados positivos em termos de adesão. Esses espaços facilitam o acesso das pessoas à vacinação durante atividades do dia a dia, reduzindo barreiras como tempo e deslocamento”, afirma Pereira. As chamadas ações extramuros permitem que quem tem dificuldades com locomoção seja vacinado Cada ação é planejada detalhadamente. “Nós mapeamos os territórios mais vulneráveis e os locais mais distantes das UBSs [unidades básicas de saúde]. Consideramos também cidades nas quais a população tenha dificuldade de se locomover para acompanhar o calendário básico de vacinação”, ressalta Zildene Bitencourt, chefe do Núcleo de Vigilância Epidemiológica e Imunização em Sol Nascente/Pôr do Sol, Ceilândia e Brazlândia. Foi nessa região que o Carro da Vacina foi criado. Desde 2022, mais de 89 mil doses foram aplicadas somente por meio dessa estratégia. Hoje, estão a bordo do veículo todas as doses previstas no calendário de rotina, com exceção do imunizante contra dengue, que exige período de observação, e da BCG, aplicada em recém-nascidos, ainda nas maternidades. Mobilização e controle Seja no Carro da Vacina, seja nas ações realizadas em locais fixos, é mobilizada uma equipe de pelo menos seis servidores — um enfermeiro, um técnico em enfermagem e quatro servidores para fazer triagem, organização e registros. São utilizadas caixas térmicas e produtos para garantir que cada imunizante fique na temperatura certa e não ocorram perdas. No Carro da Vacina, a população poderá encontrar todas as doses previstas no calendário de rotina de imunização, com exceção da BCG e da vacina contra a dengue “Todas as caixas de vacina têm mapa de controle de temperatura que é verificada e anotada de uma em uma hora, conforme as recomendações técnicas. Já a quantidade de seringas é calculada proporcionalmente ao número de doses que serão levadas para a ação e a via de administração de cada uma”, acrescenta Zildene Bitencourt. [LEIA_TAMBEM]Histórico mais seguro Outra área em que a SES-DF evoluiu foi na questão dos registros vacinais. A pasta sempre orienta levar um documento de identificação com foto e válido e a caderneta de imunização. Contudo, mesmo quem não possui o cartão vacinal pode comparecer às iniciativas ou salas fixas para receber as doses. “Em caso de ausência do cartão ou da caderneta, a equipe de saúde busca os registros nos sistemas de informação disponíveis. Quando não for possível localizar o histórico, o profissional conversa com o usuário e avalia se a vacinação poderá ser realizada no momento”, declara a médica da SES-DF, Gabriela Villar. *Com informações da Secretaria de Saúde
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GDF amplia plataforma DF 360 com reconhecimento facial, drones e modernização das centrais 190 e 193
O Governo do Distrito Federal (GDF), por meio da Secretaria de Segurança Pública do DF (SSP-DF), apresentou nesta sexta-feira (27) a ampliação da plataforma DF 360, que passa a contar com drones, câmeras com reconhecimento facial e placas, além da modernização dos sistemas de atendimento 190 (Polícia Militar) e 193 (Corpo de Bombeiros). A medida reforça o monitoramento integrado e consolida a transição para uma atuação mais proativa na segurança pública do Distrito Federal. Durante a apresentação, a vice-governadora Celina Leão apontou que a iniciativa tem o objetivo de incorporar o que há de mais moderno em sistemas de monitoramento. “Eu tenho certeza que isso vai ampliar a atuação da nossa segurança pública, trazendo mais efetividade e rapidez no atendimento, além de fortalecer a cooperação com os Conselhos Comunitários de Segurança, com as administrações regionais e com o trabalho de planejamento estratégico”, destacou. Celina Leão: “Eu tenho certeza que isso vai ampliar a atuação da nossa segurança pública, trazendo mais efetividade e rapidez no atendimento, além de fortalecer a cooperação com os Conselhos Comunitários de Segurança, com as administrações regionais e com o trabalho de planejamento estratégico” | Fotos: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília “Agora, em parceria com a Secretaria de Educação e a Secretaria de Saúde, pastas que precisam de uma atenção reforçada, vamos garantir que, na ponta, haja um sistema capaz de identificar, inclusive por meio de inteligência artificial (IA), ações de violência e de crimes. É isso que estamos apresentando hoje: um programa de integração com tecnologia embarcada voltado para a segurança pública e para dar mais agilidade aos atendimentos”, acrescentou. Atualmente, a SSP-DF dispõe de 1.350 câmeras próprias, distribuídas nas 35 regiões administrativas. A secretaria também conta com 50 licenças de software de inteligência artificial, que podem ser aplicadas a qualquer equipamento, a partir de comandos específicos e estratégicos que auxiliam na identificação de situações suspeitas e no apoio à tomada de decisão. Está prevista, ainda, a instalação de mais mil câmeras em diferentes pontos do DF. “Agora, em parceria com a Secretaria de Educação e a Secretaria de Saúde, pastas que precisam de uma atenção reforçada, vamos garantir que, na ponta, haja um sistema capaz de identificar, inclusive por meio de inteligência artificial, ações de violência e de crime" Celina Leão, vice-governadora do DF A rede é reforçada por mais de 250 câmeras parceiras que permitem o compartilhamento de imagens de estações do metrô, terminais rodoviários, unidades de saúde e áreas residenciais e comerciais. O monitoramento ocorre 24 horas por dia no Centro Integrado de Operações de Brasília (Ciob), com o apoio de centrais instaladas em batalhões da PMDF, grupamentos do Corpo de Bombeiros e delegacias da Polícia Civil. O secretário de Segurança Pública, Sandro Avelar, afirmou que as câmeras que passarão a operar com tecnologia de reconhecimento facial por meio de inteligência artificial se somam a um acordo firmado com o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) que permitirá acesso direto ao banco de dados de mandados de prisão em aberto. “No DF, além de não permitirmos a formação de novos criminosos, não vamos permitir que foragidos se escondam”, enfatizou. De acordo com o secretário, o sistema possibilita monitoramento em todas as regiões administrativas, tanto para prevenir crimes quanto para identificar autores após a ocorrência. Ele explicou que, no último ano, a pasta operou com apenas oito licenças de inteligência artificial em caráter experimental. Mesmo assim, o recurso contribuiu para mais de 30 prisões, feitas, segundo ele, com cautela para evitar equívocos. Com a ampliação para 50 licenças, a tecnologia poderá ser aplicada às 1.350 câmeras próprias da SSP-DF, além dos mais de 250 equipamentos de órgãos públicos parceiros e, futuramente, de entidades privadas que aderirem ao sistema. “Se com oito licenças conseguimos mais de 30 prisões em um ano, com 50 poderemos avançar ainda mais”, reforçou. Sobre os chamados prompts — comandos específicos usados para acionar a inteligência artificial —, o secretário ressaltou que a ferramenta permite direcionar o monitoramento para situações estratégicas, como identificação de pessoas com mandado de prisão em aberto, detecção de comportamentos suspeitos em áreas sensíveis ou busca por características específicas previamente cadastradas no sistema. Segundo ele, é essa capacidade de direcionamento que torna a tecnologia um diferencial na política de segurança pública do DF. Sandro Avelar explica que, no último ano, a pasta operou com apenas oito licenças de inteligência artificial em caráter experimental. Ainda assim, o recurso contribuiu para mais de 30 prisões, feitas, segundo ele, com cautela para evitar equívocos Em relação ao atendimento ao cidadão, os canais 190 e 193 passam a utilizar geolocalização de altíssima precisão via celular e encaminham automaticamente o protocolo de atendimento pelo WhatsApp. A rede integra sistemas como o Sinesp-CAD, aplicativos como Uber e RapidSOS, que permitem o recebimento automático da localização do veículo e dados do motorista e passageiro em situações de emergência, além de atender prioritariamente mulheres amparadas por medidas protetivas por meio do Projeto Viva-Flor. Nas ruas, os agentes contam com um módulo de consulta integrada que reúne dados de diversas bases em uma única interface, com checagem instantânea de veículos, antecedentes e identificação biométrica facial. “No DF, além de não permitirmos a formação de novos criminosos, não vamos permitir que foragidos se escondam” Sandro Avelar, secretário de Segurança Pública do DF Segurança Todo o processo segue as exigências da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD – Lei nº 13.709/2018) e as normas específicas aplicáveis ao poder público. O tratamento das informações ocorre com base em finalidade legítima, voltada à segurança pública e ao cumprimento de dever legal, com acesso restrito a servidores autorizados e devidamente capacitados. As imagens captadas pelas câmeras próprias da SSP-DF permanecem armazenadas por até 30 dias. Já as imagens provenientes de câmeras parceiras ficam disponíveis por até 72 horas, conforme os termos de cooperação firmados. Os parceiros não têm acesso às imagens de outros integrantes da rede nem ao sistema integrado da secretaria, o que garante a segregação das informações e o controle rigoroso sobre quem pode visualizar cada conteúdo. Entenda A iniciativa busca contribuir para a construção de ambientes mais seguros, promover o exercício das liberdades individuais e coletivas, o controle de desordens e o fortalecimento da coesão social. O monitoramento é realizado de forma integrada entre as forças de segurança e mais de 30 órgãos, instituições e agências do governo local e federal, voltado para os seguintes objetivos: - Prevenir crimes e contravenções penais; - Fortalecer os mecanismos de investigação criminal; - Otimizar ações de manutenção da ordem pública e da incolumidade das pessoas, do patrimônio e do meio ambiente; - Aperfeiçoar o controle do tráfego urbano; - Auxiliar os serviços de emergência; - Ampliar a vigilância ambiental; - Apoiar ações de fiscalização dos órgãos e entidades vinculados ao Centro Integrado de Operações de Brasília (Ciob); - Apoiar ações da Defesa Civil. O sistema é estruturado em módulos integrados e complementares, concebidos para oferecer uma solução completa de segurança pública, que abrange desde o atendimento às demandas do cidadão até a atuação policial proativa Para orientar a expansão e a definição dos pontos de instalação, o programa utiliza como critério central os relatórios de análise produzidos pela Subsecretaria de Gestão da Informação (SGI), que identificam as chamadas "manchas criminais". Além disso, considera variáveis como relevância estratégica dos locais, viabilidade técnica e sugestões das autoridades policiais das respectivas áreas (Polícia Militar e Polícia Civil), que participam da validação dos pontos propostos. A participação popular e as demandas de outros órgãos públicos também são incorporadas ao processo, para garantir um planejamento integrado e alinhado às necessidades reais da comunidade. Como funciona O sistema é estruturado em módulos integrados e complementares, concebidos para oferecer uma solução completa de segurança pública que abrange desde o atendimento às demandas do cidadão até a atuação policial proativa. [LEIA_TAMBEM]O módulo de Parcerias amplia a capacidade de vigilância ao integrar câmeras já existentes, administradas por órgãos públicos e instituições privadas, ao sistema da Segurança Pública, o que permite o compartilhamento de imagens para prevenção e repressão à criminalidade. Já o módulo de Leitura de Placas utiliza cerca de 100 câmeras com tecnologia OCR para identificar veículos em circulação e cruzar, em tempo real, as informações com a plataforma Cortex, do Ministério da Justiça. Quando há correspondência com registros de roubo, furto ou outras ocorrências, o sistema emite alerta imediato com dados e localização do veículo, o que viabiliza a ação policial. O módulo de Reconhecimento Facial integra câmeras estrategicamente posicionadas ao Banco Nacional de Mandados de Prisão e emite alertas ao identificar foragidos, com envio de dados e localização para despacho de viaturas. O atendimento de emergências (190 e 193) conta com geolocalização precisa via GPS do celular, preenchimento automático de endereço, interface unificada e formulários inteligentes, além de notificações ao cidadão por WhatsApp em etapas do atendimento, exceto em casos sensíveis. A plataforma também se conecta a sistemas como Sinesp-CAD, Uber e RapidSOS, o que garante troca de informações em tempo real, mais agilidade nas respostas, uso estratégico do efetivo e reforço à segurança da população. Entre esses componentes, destaca-se o módulo mais inovador da solução, voltado à identificação de ameaças em tempo real. Esse módulo realiza o monitoramento inteligente do ambiente, processa dados de forma contínua e gera alertas automáticos e qualificados, o que possibilita resposta policial imediata, inclusive antes mesmo do registro de um chamado ao 190.
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Biblioteca é nova aliada no tratamento de transtornos mentais no Adolescentro
Centro de referência no âmbito da Rede de Atenção Psicossocial (Raps) da Secretaria de Saúde (SES-DF), o ambulatório de bem-estar mental infantojuvenil Adolescentro agora conta com um novo recurso terapêutico: a Adoleteca. A biblioteca comunitária do espaço conta com mais de 400 livros catalogados de diversos gêneros literários, com autores clássicos e contemporâneos para leitores de todas as idades. Ainda em crescimento, o acervo da Adoleteca é fruto de doações dos próprios servidores e usuários do ambulatório, assim como de diversos membros da comunidade, que contribuíram com livros usados e novos. A gerente do Adolescentro, Bibiana Monteiro, diz que a inauguração de uma biblioteca na unidade era um sonho antigo. “Os profissionais já haviam elaborado esse projeto de incentivo à leitura para diminuir o tempo de tela dos jovens em celulares. Percebemos que, muitas vezes, os adolescentes e as famílias ficam grudados no aparelho enquanto aguardam atendimento", comenta. Projetos que ficam A Adoleteca resulta do Programa de Residência Multiprofissional em Saúde Mental Infantojuvenil, no qual os residentes que passam pelo Adolescentro precisam montar um projeto que fique para a unidade. “Os residentes tiveram a iniciativa de montar essa biblioteca. Eles pediram doações, catalogaram todas as obras e fizeram um QR Code para que os interessados levem os livros emprestados para casa ou façam novas doações”, explica Monteiro. Ainda em crescimento, o acervo da Adoleteca é fruto de doações dos próprios servidores e usuários do ambulatório, assim como de diversos membros da comunidade, que contribuíram com livros usados e novos | Foto: Matheus Oliveira/Agência Saúde DF Uma das organizadoras do projeto, a residente em saúde mental infantojuvenil Ana Beatriz Castro reforça que o acesso à cultura é um dos pilares da atenção psicossocial, impactando na formação da identidade e no senso de pertencimento dos adolescentes. “Durante os atendimentos em grupo, alguns jovens relataram gostar de ler e que isso era uma alternativa ao uso de telas e às redes sociais, mas também manifestaram dificuldade de acesso aos livros em função de não haver bibliotecas em suas escolas”, afirma. Atendimento Destinado a crianças e adolescentes entre 10 anos e 17 anos, 11 meses e 29 dias de idade, o Adolescentro oferece consultas individuais com equipes formadas por profissionais de diversas áreas de formação, entre psicólogos, psiquiatras, pediatras, hebiatras (especialistas em adolescência), fisioterapeutas, nutricionistas, enfermeiros, ginecologistas, urologistas, neurologistas e odontólogos. A unidade também oferece grupos terapêuticos. Ao todo, são 15 grupos divididos de acordo com a situação do adolescente: ansiedade e depressão, déficit intelectual, transtornos alimentares, transtornos do espectro autista (TEA), diversidade e vítimas de violência sexual. Para ter acesso aos serviços do ambulatório, é preciso ser encaminhado pela Unidade Básica de Saúde (UBS) de referência. *Com informações da Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF)
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Consultórios na Rua realizaram mais de 20 mil atendimentos em 2025
A população em situação de vulnerabilidade no Distrito Federal também tem acesso aos serviços da Secretaria de Saúde (SES-DF). Prova disso é que, em 2025, os Consultórios na Rua realizaram 20,6 mil atendimentos individuais durante todo o ano. Essa assistência inclui um rol amplo de procedimentos, como consultas clínicas, troca de curativos, coleta de exames, aplicação de medicamentos, vacinação e encaminhamento para serviços especializados na rede da SES-DF. Ao todo, 7.158 pacientes em situação de rua foram atendidos no período, sendo hipertensão arterial (pressão alta) e questões relacionadas a transtorno mental e a abuso de drogas problemas mais recorrentes. De acordo com a gerente de Atenção à Saúde de Populações em Situação Vulnerável e Programas Especiais (Gaspvp) da SES-DF, Marianna Zambelli, é importante se atentar ao perfil etnorracial da população de rua, em sua maioria composta por pessoas pretas e pardas. “Esse dado reflete o racismo estrutural e a desigualdade histórica que empurram essa parcela da população para a vulnerabilidade extrema e a exclusão habitacional”, afirma. Assistência inclui um rol amplo de procedimentos, como consultas clínicas, troca de curativos, coleta de exames, aplicação de medicamentos, vacinação e encaminhamento para serviços especializados na rede pública de saúde | Foto: Jhonatan Cantarelle/Agência Saúde DF As equipes de Consultório na Rua (eCR) são compostas por profissionais de diversas especialidades, dentre médicos, enfermeiros, psicólogos, assistentes sociais e terapeutas ocupacionais, assim como de várias carreiras de nível médio. Os servidores realizam as atividades de forma itinerante, assim como desenvolvem ações em parceria com as equipes das unidades básicas de saúde (UBSs). A gerente do Gaspvp ressalta que a atuação do Consultório na Rua vai além do cuidado clínico, significando ainda um exercício de cidadania e um resgate da dignidade do indivíduo conforme o estabelecido pela Constituição Federal de 1988. “O Consultório na Rua é a ferramenta que rompe os muros invisíveis das unidades de saúde. Ao levarmos a equipe até o território, garantimos que a invisibilidade social não se transforme em invisibilidade assistencial”, reforça a profissional. *Com informações da SES-DF
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6 ANOS DE PERICIA NAHORA
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Candidato à habilitação vai dirigindo fazer prova do Detran-DF
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Sai o resultado preliminar de habilitação para conselhos regionais de cultura do triênio 2026/2029
O Conselho de Cultura do Distrito Federal, vinculado à Secretaria de Cultura e Economia Criativa (Secec-DF), publicou o resultado preliminar da etapa de diligências e habilitações das candidaturas ao Edital nº 02/2025, que trata da composição de representantes da sociedade civil nos conselhos regionais de cultura para o triênio 2026/2029. Candidatos que se inscreveram e foram habilitados podem prosseguir para a próxima fase desta etapa | Foto: Divulgação/Secec-DF A publicação informa quais inscrições foram consideradas habilitadas, inabilitadas ou em diligência. As candidaturas habilitadas seguem para a próxima fase, conforme o calendário previsto no edital. Já as inscrições classificadas como inabilitadas não avançam no processo. Os candidatos com pendências documentais poderão apresentar recurso entre as 9h desta sexta (27) e as 18h de 5 de março, por meio de formulário eletrônico. Nesses casos, é necessário complementar a documentação indicada, conforme as exigências do edital. Participação popular Entre os principais motivos de diligência estão ausência de comprovantes de residência referentes aos anos exigidos, falta de assinatura em declarações obrigatórias, ausência de documento de identificação com foto ou insuficiência de comprovação de atuação cultural na região administrativa da candidatura. [LEIA_TAMBEM]O resultado também observa o disposto na Resolução nº 01, de 14 de setembro de 2018. De acordo com a norma, regiões administrativas que não apresentarem pelo menos nove representantes da sociedade civil como candidatos não poderão constituir Conselho Regional de Cultura para o período. A medida reforça o caráter participativo da política cultural do Distrito Federal, que prevê a atuação direta da sociedade civil na formulação, acompanhamento e avaliação das ações públicas do setor. Os conselhos regionais funcionam como instâncias de diálogo entre o poder público e a comunidade cultural local. Confira o resultado preliminar. Para recursos, clique neste link. Informações adicionais podem ser solicitadas pelo e-mail iconselhodecultura@cultura.df.gov.br ou ligação para o telefone funcional (61) 3325-5212, em horário comercial. *Com informações da Secretaria de Cultura e Economia Criativa
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Proteção 360º para o Distrito Federal
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Dispensas de Licitações em 2026
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Hospital de Santa Maria capacita fisioterapeutas e terapeutas ocupacionais em cuidados paliativos
Cuidar também é aliviar. É preservar autonomia, reduzir sofrimento e garantir dignidade em todas as fases da vida. Com esse propósito, fisioterapeutas e terapeutas ocupacionais do Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal participaram, nesta quinta-feira (26), de uma capacitação em cuidados paliativos realizada no auditório do Hospital Regional de Santa Maria. A iniciativa fortalece a assistência prestada a pacientes com doenças graves ou que ameaçam a vida, ampliando a atuação das equipes na promoção do conforto, da funcionalidade e da qualidade de vida. Durante o encontro, foram abordados conceitos fundamentais dos cuidados paliativos, com destaque para o trabalho multiprofissional e para a importância da manutenção da capacidade funcional ao longo do tratamento. Os participantes também discutiram estratégias voltadas ao controle de sintomas, à preservação da autonomia e à oferta de um cuidado que considera não apenas as condições clínicas, mas também os aspectos emocionais e sociais de cada paciente. Segundo a chefe do Serviço de Saúde Funcional do Hospital Regional de Santa Maria, Danielle Fontenele, a capacitação reafirma o compromisso das equipes com uma assistência cada vez mais qualificada e humanizada. A iniciativa fortalece a assistência prestada a pacientes com doenças graves ou que ameaçam a vida, ampliando a atuação das equipes na promoção do conforto, da funcionalidade e da qualidade de vida | Foto: Divulgação/IgesDF “Falar sobre cuidados paliativos é tratar de atenção integral, humanização e responsabilidade profissional. Mesmo quando não há possibilidade de cura, sempre há espaço para o cuidado, e a fisioterapia tem papel essencial nesse contexto”, destaca. A palestra foi ministrada pela fisioterapeuta Ellen Morbeck, especialista em oncologia e cuidados paliativos, que conduziu a atividade de forma voluntária. Durante a apresentação, ela compartilhou experiências da prática clínica e reforçou a importância de os profissionais compreenderem os princípios que orientam essa abordagem, especialmente no que se refere à manutenção da funcionalidade. “A atuação da fisioterapia e da terapia ocupacional está diretamente relacionada à capacidade funcional do paciente. Quando há perda dessa funcionalidade em casos de doenças graves, isso pode indicar pior evolução do quadro clínico. Por isso, esses profissionais têm papel estratégico no cuidado e na compreensão das diferentes dimensões do sofrimento humano”, explica. A especialista também abordou o manejo adequado dos sintomas que mais impactam a qualidade de vida, como dor, fadiga, caracterizada por um cansaço intenso, e dificuldade para respirar. “Esses sinais são comuns em diversas enfermidades e exigem intervenções específicas para promover conforto e reduzir o sofrimento”, esclarece. Para o fisioterapeuta Augusto Alves, a capacitação trouxe contribuições práticas para o dia a dia profissional. “Já acompanhava o trabalho da palestrante nas redes sociais e admiro muito a forma como ela aborda o tema. Foi um momento de grande aprendizado, especialmente em relação ao uso de oxigênio, que ainda gera dúvidas na rotina assistencial”, avalia. A ação foi organizada pelo Serviço de Saúde Funcional e pela equipe de Cuidados Paliativos do hospital, com apoio do Núcleo de Educação Permanente e do Núcleo de Tecnologias Educacionais. A transmissão completa está disponível no canal oficial do IgesDF, no YouTube. *Com informações do IgesDF
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Cinquenta moradores do Residencial Tamanduá, no Recanto das Emas, recebem escrituras gratuitas
Esta quinta-feira (26) foi recheada de muita gratidão para 50 moradores do Residencial Tamanduá, situado no Recanto das Emas. Graças à Companhia de Desenvolvimento Habitacional do Distrito Federal (Codhab-DF), eles conquistaram a tão sonhada escritura pública, totalmente gratuita. Em 2025, 198 famílias foram contempladas com lotes urbanizados doados. Todas viviam em situação de ocupação em locais impróprios para moradia. Parte delas perdeu suas casas em um incêndio que atingiu a Ocupação da Quadra 406 do Recanto das Emas — conhecida como Favelinha — e outras foram realocadas da comunidade do Bananal, localizada na Fercal. Os lotes do Residencial Tamanduá foram entregues com toda a infraestrutura necessária, com sistemas complementares de distribuição de água e de engenharia de drenagem pluvial e pavimentação instalados, além de pavimentação de vias, estacionamentos, ciclovias, sinalização viária, calçadas, meios-fios, cordões de concreto e gramado nas quadras 7 e 8. Os lotes do Residencial Tamanduá foram entregues com toda a infraestrutura necessária | Fotos: Kemilly Menezes/Codhab Na época, além do lote, elas receberam o Cartão Material de Construção, um auxílio financeiro no valor de R$ 15 mil para que essas pudessem reescrever suas histórias. E, desta vez, foram beneficiadas com a escritura do lote, tendo assim o sossego de saber que ninguém poderá tomá-lo. “Essa entrega me contempla como ser humano, como pai e como figura política. É motivo de muita alegria, vocês têm que comemorar sim, mas não é motivo de nós pararmos, temos muito o que avançar”, afirmou o presidente da Câmara Legislativa do DF, Wellington Luiz. Essas 50 famílias foram as primeiras a receber o documento, correspondentes à Quadra 07 do residencial, conjuntos A e B. A Codhab irá realizar a entrega da escritura aos demais moradores da Quadra 08, para assim garantir a tranquilidade e dignidade que merecem. “Quando os gestores, todos aqueles que estão à frente, têm a boa intenção, cuidado no coração e olhar para quem mais precisa, as coisas acontecem e cada um de vocês é a prova viva disso. Não foi fácil, mas aconteceu”, disse o diretor-presidente da Codhab, Marcelo Fagundes. Sentimento de gratidão A moradora Jessica Jordana, dona de casa, conta que só tem motivos de alegria por essa conquista. “Se você tem um sonho, não desista, porque hoje concretizei o meu, a escritura da minha casa”, afirmou. Com a escritura em mãos, Sara Kelli não esconde a felicidade de estar com o documento que garante que o imóvel é dela: “Eu só gostaria de agradecer a todos que fizeram esse momento acontecer, porque era muito esperado pela gente e só tenho que dizer obrigada mesmo”. *Com informações da Codhab
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Copa das Águas começará em 1º de março no Ginásio do Cruzeiro
A partir de 1º de março, o torneio de futsal Copa das Águas começa no Ginásio do Cruzeiro e reforça, por meio do esporte, a importância de um recurso essencial: a água. O evento é promovido pelo Instituto Social de Jovens Empreendedores (ISJE), com apoio da Agência Reguladora de Águas, Energia e Saneamento Básico do Distrito Federal (Adasa), da Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA), da Secretaria de Esporte e Lazer do DF (SEL-DF) e da Administração Regional do Cruzeiro, e marca o início das ações em torno do Dia Mundial da Água, celebrado em 22 de março. Neste ano, o tema definido pela ONU para a data é Água e Gênero, um convite para refletir sobre a importância de ampliar o acesso justo e inclusivo da água. A mensagem dialoga diretamente com a proposta do torneio, que combina esporte, conscientização, solidariedade e equidade de gênero. A presença de jogos femininos nas oito categorias da competição incentiva espaços de participação da mulher no esporte e sua valorização dentro e fora do campo. A abertura oficial será realizada no próprio ginásio onde ocorrerão os jogos, às 11h, e a programação segue até 22 de março, data das finais e do Dia Mundial da Água. Além da competição, a Copa das Águas também chega com um propósito solidário: cada equipe participa com a doação de cestas básicas, que serão destinadas a famílias em situação de vulnerabilidade. Um gesto simples que transforma cada partida em um convite à cidadania. Neste ano, o tema definido pela ONU para a data é Água e Gênero, um convite para refletir sobre a importância de ampliar o acesso justo e inclusivo da água | Foto: Saulo Cruz/Agência Brasil Jogos transmitidos ao vivo Ao todo, mais de 56 equipes participam do torneio, que já demonstra a força do futsal no Distrito Federal e a mobilização da comunidade em torno da primeira edição do evento, que promete ser muito disputada. Para ampliar o acesso do público, todos os jogos serão transmitidos ao vivo pelo YouTube do campeonato (@copadasaguas). Durante a semana, as partidas ocorrem à noite, com jogos das categorias adultas masculina e feminina. Já nos fins de semana, entram em quadra as categorias de base, reforçando o caráter formativo e comunitário do torneio. *Com informações da Agência Reguladora de Águas, Energia e Saneamento Básico do Distrito Federal (Adasa)
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Aproveite: esta é a última semana de inscrições nos cursos do QualificaDF Móvel no Cruzeiro
Até esta segunda-feira (2), estarão abertas as inscrições para os cursos gratuitos do QualificaDF Móvel, cujas aulas terão início na quarta-feira (4). É a última chance para garantir uma vaga nas capacitações profissionalizantes que serão ofertadas na região do Cruzeiro. Ao final do curso, os participantes que concluírem as atividades receberão certificado. Cursos investem em diferentes áreas de conhecimento | Foto: Divulgação “O QualificaDF Móvel é uma oportunidade concreta de transformação social” Gustavo Aires, administrador do Cruzeiro A iniciativa contempla diversas áreas de conhecimento, com cursos como os de trancista, fotografia, empreendedorismo, entre outros. O projeto itinerante estará no estacionamento do Complexo Esportivo do Cruzeiro, facilitando o acesso da população às oportunidades de qualificação. Pessoas maiores de 16 anos interessadas em participar podem se inscrever de três formas: presencialmente, na Administração Regional do Cruzeiro; pelo site da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda (Sedet-DF); ou pelo WhatsApp (61) 98183-3914. Os cursos têm duração de 20 dias, com aulas distribuídas nos três turnos. Cada participante poderá se inscrever em até dois cursos, desde que sejam ministrados em turnos diferentes. [LEIA_TAMBEM]As formações abrangem desde áreas criativas e práticas até especialidades corporativas, ampliando as possibilidades de inserção no mercado de trabalho. A instituição responsável fornece todo o material necessário, incluindo uniforme. Não há disponibilização de passe estudantil. “O QualificaDF Móvel é uma oportunidade concreta de transformação social”, afirma o administrador do Cruzeiro, Gustavo Aires. “Levar cursos gratuitos e de qualidade para o Cruzeiro significa investir diretamente na autonomia, na geração de renda e no futuro da nossa população.” *Com informações da Administração Regional do Cruzeiro
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Agências do trabalhador têm vagas com salários de até R$ 3 mil nesta sexta (27)
As agências do trabalhador fecham a semana, nesta sexta-feira (27), com 411 vagas disponíveis para quem procura um emprego. As oportunidades contemplam candidatos de diferentes níveis de escolaridade, com e sem experiência. Os salários chegam a R$ 3 mil. O posto com maior remuneração é o de soldador, no Setor Habitacional Jardim Botânico. São duas vagas para pessoas com experiência na função. Não há, contudo, exigência de escolaridade mínima. Outros cargos destacam-se pela quantidade de vagas disponíveis. Entre eles, o de repositor de mercadorias, em Ceilândia Sul, com 30 oportunidades, sem exigência de escolaridade mínima e de experiência, e salário de R$ 1,7 mil. Para participar dos processos seletivos, basta cadastrar o currículo no aplicativo da Carteira de Trabalho Digital (CTPS) ou ir a uma das 16 agências do trabalhador, das 8h às 17h, durante a semana. Mesmo que nenhuma das oportunidades do dia seja atraente ao candidato, o cadastro vale para oportunidades futuras, já que o sistema cruza dados dos concorrentes com o perfil que as empresas procuram. Empregadores e empreendedores que desejem ofertar vagas ou utilizar o espaço das agências do trabalhador para as entrevistas podem se cadastrar pessoalmente nas unidades ou pelo e-mail gcv@sedet.df.gov.br. Pode ser utilizado, ainda, o Canal do Empregador, no site da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda (Sedet).
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GDF abre licitação de R$ 3,9 milhões para recuperar área degradada no Sol Nascente
A Secretaria de Obras e Infraestrutura (SODF) abriu licitação para contratação de empresa especializada na execução do Plano de Recuperação de Áreas Degradadas (Prad) da Chácara 74 — Erosão 11, Trecho II, no Sol Nascente. O investimento estimado é de R$ 3.931.187,10. O edital foi publicado no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF) desta quinta-feira (26) e prevê a execução de serviços como recomposição de taludes por meio de gabiões, revegetação da área afetada e implantação de drenos, além de outras intervenções previstas em projeto técnico. A área enfrentou grave processo erosivo, provocado principalmente pela ocupação desordenada ao longo dos anos e pela ausência de rede de drenagem adequada para captação das águas pluviais. "Sem infraestrutura urbana consolidada, o volume de água das chuvas escoava de forma descontrolada, causando danos ao terreno e colocando em risco a segurança da população local", explica o secretário de Obras e Infraestrutura, Valter Casimiro. A área enfrentou grave processo erosivo, provocado principalmente pela ocupação desordenada ao longo dos anos e pela ausência de rede de drenagem adequada para captação das águas pluviais | Foto: Divulgação/SODF Casimiro pontua: “Não era possível corrigir esse grave problema sem antes concluir as obras de infraestrutura. A erosão é consequência direta da ausência histórica de drenagem e pavimentação. Agora, com esses sistemas implantados e em funcionamento, podemos finalmente contratar a empresa responsável para executar a recuperação do terreno de forma adequada e definitiva”. A contratação será feita pelo critério de menor preço. As empresas interessadas já podem enviar suas propostas por este site. A abertura das propostas está marcada para 13 de março, às 9h, horário de Brasília. *Com informações da Secretaria de Obras e Infraestrutura do Distrito Federal (SODF)
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Período de colheita da soja é aberto oficialmente no Distrito Federal
Começa nesta quinta-feira (26), oficialmente, a temporada oficial de colheita da soja no DF, conforme decreto assinado pelo governador Ibaneis Rocha durante a AgroBrasília 2025 referente ao evento promovido pela Secretaria de Agricultura, Abastecimento e Desenvolvimento Rural (Seagri-DF). De acordo com o governador Ibaneis Rocha, o dia oficial para o início da colheita representa um reconhecimento à principal atividade agrícola do Distrito Federal. “A soja ocupa papel estratégico na economia rural da capital do país. Essa celebração do início da colheita valoriza o trabalho árduo de produtores e trabalhadores do campo, e também fortalece o diálogo entre o governo e as entidades que representam o setor”, afirmou o governador. Segundo Ibaneis Rocha, as perspectivas para a safra 2025/2026 são bastante positivas. “A área cultivada no DF deve crescer 5% em relação à safra anterior e alcançar 94,1 mil hectares. Estamos falando de uma produção estimada em mais de 330 mil toneladas de grãos, que gera empregos e movimenta a nossa economia”, detalhou. Estimativa é que a produção de soja no DF cresça em torno de 4% e 5% este ano | Foto: Divulgação/Seagri-DF “Para este ano, a expectativa é ainda mais otimista. Com boa distribuição das chuvas e redução na incidência da ferrugem asiática, uma das principais preocupações dos produtores, a produtividade deve aumentar” Rafael Bueno, secretário de Agricultura Clima favorece Segundo o secretário de Agricultura, Abastecimento e Desenvolvilmento Rural, Rafael Bueno, as condições climáticas têm favorecido a produção. “Em 2025, chuvas regulares, lavouras com boa sanidade e alta produtividade resultaram em uma produção recorde de soja no DF”, lembra. “Para este ano, a expectativa é ainda mais otimista. Com boa distribuição das chuvas e redução na incidência da ferrugem asiática, uma das principais preocupações dos produtores, a produtividade deve aumentar. A estimativa do setor é de um incremento entre 4% e 5% sobre a produção total de soja do DF”. O plantio foi feito entre o fim de outubro e o início de novembro do ano passado. Planaltina, Pipiripau, Rio Preto, São Sebastião, Sobradinho e o PAD-DF se destacam pela alta produtividade e adoção de tecnologias e boas práticas agrícolas, reforçando o protagonismo do DF no agronegócio nacional. “Apesar do atraso inicial das chuvas, elas se regularizaram ao longo do ciclo, garantindo excelentes condições para o desenvolvimento da lavoura”, afirma o produtor José Brilhante Neto, da região do PAD-DF e presidente do Sindicato Rural do DF. “A tendência é de aumento significativo na produtividade nesta safra.” “A soja movimenta a economia rural, gera emprego e renda e reflete o elevado nível tecnológico alcançado pelos produtores da região” Cleison Duval, presidente da Emater-DF O engenheiro agrônomo e produtor Cláudio Malinski também avalia como positiva a regularidade das chuvas: “A semeadura foi concluída após a normalização das precipitações no fim de novembro, o que favoreceu a germinação e o desenvolvimento das lavouras. Ao que tudo indica, vamos bater recorde de produtividade”. Cadeia produtiva Dados mais recentes apontam que, nas áreas irrigadas, a soja está em fase de formação de vagens, enquanto nas áreas de sequeiro há lavouras do estágio vegetativo ao reprodutivo. De modo geral, as condições são consideradas satisfatórias. O presidente da Emater-DF, Cleison Duval, ressalta o impacto econômico da cultura: “O início da colheita reafirma a força de uma cadeia produtiva estratégica, com participação expressiva no VBP [Valor Bruto da Produção Agropecuária] do DF. A soja movimenta a economia rural, gera emprego e renda e reflete o elevado nível tecnológico alcançado pelos produtores da região.” Na safra 2024/2025, segundo a Emater-DF, a área plantada superou 72 mil hectares, com produção acima de 320 mil toneladas de grãos, sendo cerca da metade destinada ao mercado de grãos comerciais. [LEIA_TAMBEM]“Falar da agricultura é falar de desafio”, enfatiza o produtor rural Silvano Borghelot, do Núcleo Rural Tabatinga e Cariru. “Este ano foi muito bom climaticamente no DF e, graças a Deus, teremos boa produtividade.” Segundo o produtor, a chuva atrasa a colheita dos materiais precoces, mas favorece o milho safrinha (segunda safra do milho): “O agricultor é abençoado, mas precisa enfrentar os desafios do mercado e do clima.” Produção e mercado Atualmente, cerca de 1.031 produtores cultivam soja em aproximadamente 600 propriedades cadastradas no Sistema de Informações em Defesa Agropecuária do Distrito Federal (Siagro-DF). O DF conta com mais de 83 mil hectares plantados e atende tanto ao mercado interno quanto a outros estados e ao mercado externo. O Distrito Federal já exporta soja para o Paquistão, consolidando sua presença no comércio internacional de grãos. Com tecnologia, gestão eficiente e alto nível produtivo, a leguminosa oleaginosa reafirma sua posição como principal motor do agronegócio do Distrito Federal, fortalecendo a economia rural e ampliando a competitividade da capital no cenário nacional. *Com informações da Seagri-DF
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Hospital de Base forma 6ª turma da Residência Multiprofissional e reforça atendimento em áreas estratégicas da saúde
Após dois anos de formação intensiva em um dos ambientes hospitalares mais complexos da rede pública do Distrito Federal, 13 profissionais concluíram a Residência Multiprofissional do Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF). A formatura foi celebrada nessa quarta-feira (25) e marca a consolidação de uma trajetória voltada à qualificação da assistência prestada à população. Vinculados aos Programas de Residência Multiprofissional (PRMU) em Urgência e Emergência e em Oncologia, os residentes cumpriram carga horária de 60 horas semanais, em regime de dedicação exclusiva, atuando diretamente no cuidado aos pacientes e participando de atividades práticas, teóricas e de pesquisa. A formação no HBDF, unidade administrada pelo Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF), combina prática assistencial supervisionada, aprofundamento técnico e produção científica. O objetivo é preparar profissionais para atuar de forma integrada, com autonomia, segurança e capacidade de tomada de decisão em cenários de alta complexidade. O programa em Oncologia qualifica especialistas para o cuidado ao paciente com câncer, com foco em avaliação crítica, humanização e atualização científica constante | Foto: Tony Oliveira/Agência Brasília O programa em Oncologia qualifica especialistas para o cuidado ao paciente com câncer, com foco em avaliação crítica, humanização e atualização científica constante. Já o programa em Urgência e Emergência prepara os profissionais para atuação ética, resolutiva e segura em situações de risco iminente, alinhada aos princípios do Sistema Único de Saúde (SUS), como universalidade, equidade e integralidade do cuidado. Para a diretora da Diretoria de Inovação, Ensino e Pesquisa (DIEP), Emanuela Dourado, a conclusão do programa representa mais do que a obtenção de um certificado. "Essa experiência intensa e desafiadora molda o raciocínio clínico, fortalece a tomada de decisão e desenvolve a maturidade necessária para lidar com situações complexas", pontua. Segundo ela, a formatura simboliza a consolidação de competências e o reconhecimento do esforço diário. "Esses profissionais estão prontos para fazer a diferença na saúde, com excelência, ética e cuidado humanizado. Parabéns a todos!", comemora. Com a nova turma formada, o Hospital de Base reafirma seu papel como centro formador de excelência e contribui diretamente para o fortalecimento da rede pública de saúde do Distrito Federal, ampliando a qualificação da assistência prestada à população. *Com informações do IgesDF
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Ressaca de Carnaval e cultura gratuita movimentam o fim de semana no DF
Fevereiro, o mês carnavalesco, já se despede. Mas antes do adeus, a tradicional ressaca de Carnaval ainda anima o fim de semana no Distrito Federal. Para quem quer estender a folia e sair fantasiado, há bloquinhos espalhados pela capital federal. Já quem prefere um programa mais tranquilo também encontra boas opções. O que não falta é programação, e o melhor: muita coisa gratuita. Para facilitar o acesso, o público ainda pode contar com o Vai de Graça, programa do Governo do Distrito Federal (GDF) que garante transporte público sem custo. O DF Folia tem programação até o dia 1º de março | Foto: Joel Rodrigues/Agência Brasília No sábado (28), a programação da ressaca de Carnaval começa às 16h, com o Canteiro do Samba – A Maratona da Ressaca, no Museu Nacional, com festa que segue até as 4h. Mais tarde, das 18h à meia-noite, o Samba Quente anima o público na QD 01, LT 22/23, no estacionamento em frente à Administração Regional de Água Quente. No domingo (1º/3), a folia se espalha pelo DF: o bloco Carnaval Delas toma conta da Praça São Sebastião, no Setor Tradicional de Planaltina, das 15h às 22h; o Carnaflash agita a Praça da Bíblia, no Setor P (QNP 19E), em Ceilândia, das 16h às 22h30; e o Filhos de Guetta promete movimentar o Setor Comercial Sul, no Plano Piloto, das 15h às 22h. Música A banda Jah Live é uma das atrações do festival Guaraense Raiz, no Teatro de Arena do Guará | Foto: Divulgação Para quem quer aproveitar o fim de semana de outra forma, longe da folia carnavalesca, uma pedida é o Guaraense Raiz, que abre a programação neste fim de semana, no Teatro de Arena do Guará. Com entrada gratuita, das 14h às 22h, o projeto transforma o espaço público em território de cultura, convivência e economia criativa, com shows da cantora Célia Porto, no sábado, e da banda Jah Live, no domingo. O espaço também terá feira colaborativa, oficinas artísticas, teatro, capoeira, praça de alimentação e área infantil. Realizado pelo Instituto Evolui, o evento conta com apoio da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do DF (Secec-DF). Também terá programação para quem busca uma experiência cultural diferente: no sábado (28), às 16h20, o Coletivo Transverso e a Andaime Cia de Teatro conduzem o público pela visita guiada gratuita do projeto Cada Caminho é um Poema – Edição Relicário. A caminhada tem saída do Espaço Cultural Renato Russo e percorre pouco mais de um quilômetro pela W3 Sul, transformada em território de escuta, memória e imaginação. Coletivo Transverso e a Andaime Cia de Teatro promovem uma experiência cultural pelo projeto Cada Caminho é um Poema – Edição Relicário | Foto: Divulgação Ao longo do trajeto, os participantes acessam áudios por meio de QR codes distribuídos em um mapa, com cenas, textos, depoimentos e paisagens sonoras inspiradas nas histórias e tensões do próprio território. A experiência é ao mesmo tempo individual e coletiva: cada pessoa utiliza fones de ouvido, mas compartilha o percurso e a escuta com o grupo. A recomendação é levar telefone celular carregado, fones de ouvido e, se possível, guarda-chuva. A relação entre a gafieira e a ribalta é o tema do livro 'Processos Criativos Teatrais: Dá Samba?', que terá lançamento na Cia Lá na Dança | Foto: Tainá Botelho/Divulgação Nesta sexta-feira (27), das 19h à meia-noite, a Cia Lá na Dança, na 203 Norte, Bloco A, recebe o lançamento do livro Processos Criativos Teatrais: Dá Samba?, da pesquisadora e artista Júlia Gunesch. Com apoio do Fundo de Apoio à Cultura (FAC), a obra investiga como o samba de gafieira pode se transformar em método de criação cênica no teatro. A programação inclui conversa com a autora, intervenção dançada com Vitor Avelar e Verane Comis, além de baile comandado pelo DJ Erivaldo Alves. Na Asa Norte, o Pontão de Cultura Mapati oferece aulas gratuitas de arte para a comunidade, com atividades de dança, teatro e circo para todas as idades. A programação começa neste fim de semana com a oficina Encanto de Itapoã, de bumba meu boi, ministrada pela professora Eliana Costa. As aulas ocorrem aos sábados, de 28 de fevereiro a 28 de março, das 14h às 16h30, no galpão da Quadra 3, Conjunto C, Casa 45, na Fazendinha, no Itapoã. Cada turma tem até 15 participantes, e as inscrições podem ser feitas pelo telefone ou WhatsApp (61) 3347-3920. O projeto é gratuito e conta com fomento do Programa Nacional Aldir Blanc, do Ministério da Cultura, e apoio da Secec-DF. Programação infantil Há também programação para a criançada. A Biblioteca Nacional de Brasília abre, no dia 28 de fevereiro, a temporada 2026 do Clube de Leitura Juvenil, que terá como primeira obra Meu Pé de Laranja Lima, de José Mauro de Vasconcelos. Já o Clubinho da Leitura da BNB promove encontro no mesmo dia, às 11h, com o tema “Quantas cores cabem no mundo”.
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GDF amplia lazer infantil na capital com entrega de parquinho acessível na Asa Norte
O Governo do Distrito Federal (GDF), por meio da Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil (Novacap), segue ampliando e qualificando os espaços de lazer infantil. Em 2025, a empresa entregou dezenas de parquinhos públicos em diferentes regiões administrativas, com investimento significativo em infraestrutura urbana. O destaque mais recente é a inauguração de um parquinho infantil acessível na 716 Norte, projetado para garantir segurança, inclusão e autonomia a crianças com deficiência ou mobilidade reduzida. Ao longo do ano passado, a Novacap intensificou as ações de zeladoria urbana voltadas à infância e à convivência comunitária. Somente em 2026, foram entregues 45 novos parquinhos infantis em regiões como Asa Norte, Asa Sul, Ceilândia, Samambaia, Planaltina, Sobradinho, Santa Maria, Recanto das Emas e Jardim Botânico. Os investimentos somaram aproximadamente R$ 5,8 milhões, com a construção de bases, instalação de equipamentos e adequações de acessibilidade. A iniciativa integra o conjunto de ações da companhia que, entre 2019 e 2025, ultrapassaram R$ 1,4 bilhão em investimentos em infraestrutura urbana no Distrito Federal. A Novacap atua diariamente na manutenção de 7,5 mil quilômetros de malha urbana, com serviços que vão desde a recuperação de vias e calçadas até a revitalização de áreas esportivas, praças e espaços de convivência. Parquinho infantil da 716 Norte foi projetado para garantir segurança, inclusão e autonomia a crianças com deficiência ou mobilidade reduzida | Foto: Divulgação/Novacap Entrega de espaço mais acessível O parquinho da 716 Norte representa um marco nesse trabalho. Instalado em uma praça central da quadra, entre blocos residenciais, o equipamento foi viabilizado por meio de emenda parlamentar do deputado distrital Eduardo Pedrosa, no valor de R$ 250 mil, e segue os novos padrões de contratação da Novacap para brinquedos comuns e acessíveis. Diferentemente dos modelos tradicionais, o espaço foi projetado para atender crianças com deficiência, com entrada ampliada para cadeirantes, rampas de acesso, brinquedos inclusivos e piso emborrachado monolítico, que substitui a areia. Esse tipo de revestimento, além de mais seguro, evita desníveis, reduz riscos de acidentes, facilita a mobilidade e dificulta furtos ou vandalismo. "Em um mundo cada vez mais dominado pelas telas, investir em equipamentos públicos como parquinhos é investir em saúde, convivência familiar e qualidade de vida" Ramon Castro, chefe da Divisão de Equipamentos Públicos da Novacap A execução do parquinho segue um modelo técnico adotado pela companhia, com diferentes tamanhos e configurações, que variam conforme a área disponível e a demanda da comunidade. Os projetos fazem parte de contratos firmados a partir de licitações públicas, como o certame vencido pela empresa WL Toys, responsável pelo fornecimento e instalação de brinquedos comuns e acessíveis, em contrato que ultrapassa R$ 8,8 milhões. PECs e academias ao ar livre A Novacap também executou, em 2025, a implantação de parquinhos e Pontos de Encontro Comunitário (PECs), que incluem academias ao ar livre e estações de saúde. Somente em emendas parlamentares destinadas à construção de bases para esses equipamentos, os recursos somaram mais de R$ 5,5 milhões, ampliando o alcance das ações em diferentes regiões do DF. Para os próximos meses, a expectativa é de novas entregas. Segundo o chefe da Divisão de Equipamentos Públicos da Novacap, Ramon Castro, a construção de parquinhos vai além da oferta de lazer. “Em um mundo cada vez mais dominado pelas telas, investir em equipamentos públicos como parquinhos é investir em saúde, convivência familiar e qualidade de vida”, comentou. [LEIA_TAMBEM]“Quando falamos de parquinhos acessíveis, falamos de inclusão de verdade, garantimos que crianças com deficiência possam brincar, se movimentar e ocupar a cidade com autonomia e segurança. A Novacap tem o compromisso de construir espaços que acolham todas as famílias e promovam uma cidade mais humana e democrática”, completou Castro. A moradora da 716 Norte, Lívia Bastos, de 43 anos, leva a pequena Valentina ao parquinho pelo menos três vezes por semana. A filha não tem deficiência, mas Lívia comenta que há crianças que frequentam o espaço e possuem mobilidade reduzida, e a instalação de equipamentos acessíveis garante a diversão de todas, sem distinção. “É emocionante para nós, que somos mães, ver as crianças brincando juntas, sem separação. É muito bom mesmo! Minha filha ama brincar com os amigos aqui”, disse. *Com informações da Novacap
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Encontro reforça enfrentamento ao feminicídio como política de Estado
Autoridades, especialistas e lideranças femininas participaram, nesta quinta-feira (26), do evento “O Brasil pelas Mulheres — Proteção a Todo Tempo”, promovido pelo jornal Correio Braziliense em parceria com a TV Brasília para ampliar o debate sobre o enfrentamento à violência de gênero, às vésperas do Dia Internacional da Mulher, comemorado em 8 de março. O encontro contou com a presença da vice-governadora Celina Leão, e da secretária da Mulher, Giselle Ferreira, e do secretário de Segurança Pública, Sandro Avelar. Durante o encontro, o secretário de Segurança Pública, Sandro Avelar, ressaltou: “Combater o feminicídio exige envolver toda a sociedade civil” | Foto: Divulgação/SSP-DF O evento integra uma série de iniciativas do jornal voltadas à ampliação do diálogo sobre violência contra a mulher e à construção de soluções coletivas. Celina Leão reforçou: “O enfrentamento à violência contra a mulher no DF é uma política de Estado sólida. Estruturamos uma rede de proteção que é referência nacional por integrar prevenção, capacitação e acolhimento. Para o nosso governo, garantir a segurança das mulheres é um compromisso diário traduzido em investimentos e ações reais, pois proteger as mulheres deve ser um compromisso de toda a sociedade”. Luta de todos Para a Secretaria de Segurança Pública (SSP-DF), espaços como esse promovido pelo jornal fortalecem a articulação entre poder público, imprensa e sociedade civil, consolidando uma rede de proteção que deve atuar o tempo todo — na prevenção, na denúncia, na investigação e na responsabilização. “Quando o assunto é feminicídio, não há o que comemorar enquanto houver uma única mulher assassinada por razão de gênero”, declarou Sandro Avelar. “Todos os estados estão buscando formas de enfrentar essa realidade, e aqui no DF trabalhamos de forma integrada, com protocolo específico que determina que toda morte violenta de mulher seja inicialmente investigada como feminicídio. Isso evita a subnotificação, fortalece a investigação e demonstra que essa é uma política de Estado, não uma pauta que possa ser politizada. É uma luta de todos nós.” “Para o nosso governo, garantir a segurança das mulheres é um compromisso diário traduzido em investimentos e ações reais, pois proteger as mulheres deve ser um compromisso de toda a sociedade” Celina Leão, vice-governadora O secretário também enfatizou o papel da sociedade no enfrentamento à violência: “É triste saber que, muitas vezes, vizinhos e familiares tinham ciência de que aquela mulher sofria violência e ninguém denunciou. Combater o feminicídio exige envolver toda a sociedade civil”. Giselle Ferreira falou sobre o programa Acolher Eles e Elas, destinado aos órfãos do feminicídio: “É um benefício de um salário mínimo. Hoje cuidamos de mais de 207 órfãos. Além do apoio financeiro, os órfãos e as famílias são acompanhados pelos especialistas da SMDF para amenizar os impactos psicológicos das crianças e jovens. É mais uma política pública de assistência às vítimas realizada pelo Governo do Distrito Federal”. Denuncie [LEIA_TAMBEM]Além do registro presencial de ocorrências em delegacias, a Polícia Civil (PCDF) disponibiliza o registro de ocorrência por meio da plataforma Maria da Penha Online. A comunicante pode enviar provas com fotos, vídeos e requerer acolhimento. Outros canais de denúncia são o e-mail denuncia197@pcdf.df.gov.br; o telefone 197, opção zero; e o WhatsApp (61) 98626-1197, além do 190, da Polícia Militar (PMDF), disponível para atendimento emergencial. *Com informações da Secretaria de Segurança Pública
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Professores da rede pública já podem se inscrever no curso Mobilidade e Trânsito
O Departamento de Trânsito do Distrito Federal (Detran-DF) está com inscrições abertas para o 17º ciclo de formação em Mobilidade e Trânsito, do Programa Detran nas Escolas, destinado a todos os profissionais da carreira magistério da rede pública de ensino do DF, da educação infantil ao ensino médio, Educação de Jovens e Adultos — EJA e Educação Profissional. A formação, oferecida pelo Detran-DF, tem carga horária de 120h/a e é certificada pela Unidade-Escola de Formação Continuada dos Profissionais da Educação (Eape). Os interessados devem se inscrever no site da instituição até o dia 22 de março. “Nosso objetivo é discutir com os professores das diversas fases de ensino como trabalhar com seus alunos o tema Mobilidade e Trânsito de forma integrada ao Currículo em Movimento. Os professores recebem material pedagógico apropriado a cada fase escolar e todo o percurso formativo é acompanhado por nossos tutores que facilitam o aprendizado e a aplicação prática das atividades propostas”, destaca o diretor-geral, Marcu Bellini. O curso Mobilidade e Trânsito poderá ser feito concomitantemente com qualquer outro curso da Eape e terá início no dia 26 de março. O 17º ciclo de formação em Mobilidade será desenvolvido no Ambiente Virtual de Aprendizagem — AVA, da plataforma de Educação a Distância do Detran-DF, com quatro encontros virtuais síncronos e um encontro presencial. Os interessados podem se inscrever até o dia 22 de março | Foto: Divulgação/Detran-DF Material de apoio Além dos materiais digitais disponibilizados via plataforma EaD, os cursistas terão acesso a materiais didáticos com a temática Mobilidade e Trânsito, distribuídos presencialmente para os presentes na aula inaugural: Educação Infantil — Kit de jogos; Anos Iniciais, Finais, Ensino Médio, EJA e Educação Profissional — Kit de materiais pedagógicos. Metaverso Para proporcionar maior interação entre os cursistas, será apresentada a novidade deste ciclo: o Metaverso do Detran. Trata-se de um novo ambiente digital integrado à plataforma EaD já utilizada em edições anteriores. *Com informações do Detran-DF
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👮👩🚒Centro de treinamento investe na integração e no fortalecimento da segurança pública do DF
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Professores da rede pública já podem se inscrever no curso Mobilidade e Trânsito
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Pesquisa da UnB apoiada pela FAPDF torna produção de hidrogênio verde mais próxima à realidade
Transformar água em combustível limpo pode parecer algo distante do cotidiano, mas é exatamente isso que um projeto desenvolvido no Instituto de Física da Universidade de Brasília (UnB) está tornando cada vez mais viável. Coordenada pelo professor Jorlandio F. Felix, doutor em física, bolsista de produtividade do CNPq e docente associado da UnB, a pesquisa produz e caracteriza filmes finos (camadas extremamente finas) baseados em materiais de Van der Waals (forças fracas) para aplicação como catalisadores na geração de hidrogênio e também em dispositivos eletrônicos. O projeto foi contemplado pelo edital Demanda Espontânea (2022), da Fundação de Apoio à Pesquisa do Distrito Federal (FAPDF), com investimento de R$ 179 mil. Esse edital faz parte do Programa de Pesquisa Básica da FAPDF, direcionado a projetos de pesquisa científica, tecnológica e de inovação que buscam validar hipóteses, desenvolver conceitos e consolidar bases experimentais, posicionando-se, assim, na esteira de níveis iniciais de maturidade tecnológica. Versão aprimorada do sistema AME, equipada com módulo de controle remoto | Fotos: Divulgação/FAPDF O apoio da FAPDF foi decisivo para estruturar toda a cadeia de pesquisa, desde a adaptação de equipamentos até a aquisição de materiais de alta pureza e a implementação de instrumentação especializada. Além dos resultados científicos, o projeto gera impactos estruturantes: formação de estudantes de iniciação científica, mestrado e doutorado; fortalecimento da infraestrutura científica da UnB; consolidação do DF como polo em nanotecnologia e hidrogênio verde; e potencial criação de um novo setor industrial voltado à produção de dispositivos energéticos de alto desempenho. Para o professor Jorlandio, “essa tecnologia não representa apenas um avanço científico; ela demonstra que é possível produzir energia limpa com menor custo e menor impacto ambiental, criando oportunidades econômicas e formando profissionais altamente qualificados no Distrito Federal”. O diretor-presidente da FAPDF, Leonardo Reisman, destaca: “Apoiar projetos como esse significa investir em soberania tecnológica e em soluções concretas para os desafios da transição energética. Quando fomentamos pesquisas que unem ciência de ponta, sustentabilidade e potencial de aplicação industrial, estamos preparando o Distrito Federal para liderar a nova economia da energia limpa”. Do laboratório ao hidrogênio verde Raios gama atingindo o material bidimensional e criando vacâncias de enxofre O hidrogênio é considerado um dos pilares da transição energética porque pode substituir combustíveis fósseis em setores onde a eletrificação direta é mais difícil, como na indústria pesada e no transporte de cargas. Ele pode ser utilizado como combustível para ônibus, caminhões e trens, gerando apenas vapor d’água como resíduo; em processos industriais que exigem altas temperaturas, como a produção de aço; e como forma de armazenar energia solar e eólica, funcionando como uma espécie de “bateria química” de grande escala. Quando produzido a partir da eletrólise da água usando energia renovável — como solar ou eólica —, ele é chamado de hidrogênio verde, pois não gera emissões de carbono no processo. Sistema de deposição de filmes finos AME (do inglês, Automatic Mechanic Exfoliation), versão original protegida pela patente BR1020240157060 Para produzir esse hidrogênio, é necessário quebrar a molécula da água (H₂O) usando eletricidade. Essa reação, chamada eletrólise, só ocorre com eficiência quando há um catalisador — material que acelera a reação e reduz o gasto energético. Hoje, o catalisador mais eficiente é a platina, um metal raro e caro. É nesse cenário que a pesquisa da UnB apresenta uma alternativa promissora. O grupo trabalha com filmes finos produzidos a partir de materiais bidimensionais (2D). Filmes finos são camadas extremamente finas de material aplicadas sobre uma superfície. Elas podem ser milhares de vezes mais finas que um fio de cabelo e, mesmo quase invisíveis, conseguem conduzir eletricidade ou acelerar reações químicas. Filmes semelhantes já estão presentes no cotidiano — por exemplo, nas telas de celulares sensíveis ao toque, em espelhos e até em alguns tipos de painéis solares. “Ao utilizar materiais bidimensionais, trocamos um material escasso e caríssimo por componentes muito mais abundantes e baratos. Isso torna a tecnologia de energia limpa viável para ser instalada em larga escala, baixando o preço final da energia” Jorlandio F. Felix, professor e doutor em física Entre os materiais utilizados estão os chamados dicalcogenetos de metais de transição (TMDCs), como o dissulfeto de molibdênio (MoS₂) e o dissulfeto de tungstênio (WS₂). O MoS₂ já é utilizado há décadas como lubrificante industrial, reduzindo o atrito entre peças metálicas graças à estrutura em camadas. Na pesquisa da UnB, porém, esses mesmos materiais são aplicados em escala nanométrica — quase atômica — para acelerar reações químicas e produzir hidrogênio verde. “Ao utilizar materiais bidimensionais, trocamos um material escasso e caríssimo por componentes muito mais abundantes e baratos. Isso torna a tecnologia de energia limpa viável para ser instalada em larga escala, baixando o preço final da energia”, explica o professor Jorlandio. Automação e inovação Um dos grandes diferenciais do projeto é o desenvolvimento da técnica chamada Esfoliação Mecânica Automática (AME). De forma simplificada, trata-se de um sistema automatizado que deposita materiais bidimensionais, como MoS₂ e WS₂, sobre uma superfície com controle preciso de pressão e movimento. Esses materiais começam como um pó escuro comum, mas têm uma estrutura formada por camadas muito finas, unidas por forças fracas chamadas forças de van der Waals. Quando pressionadas contra uma superfície, essas camadas se desprendem e formam o filme fino. O sistema funciona como uma “caneta” de alta precisão, guiada por motores que controlam o movimento em diferentes direções e a força aplicada, garantindo uniformidade e padronização. [LEIA_TAMBEM]Essa automação resolve um dos principais desafios da nanotecnologia: a reprodutibilidade, ou seja, assegurar que o material seja produzido sempre com a mesma qualidade. “Na ciência, de nada adianta descobrir um material incrível se não conseguimos fabricá-lo sempre com a mesma qualidade. O sistema AME garante padronização e abre caminho para levar a tecnologia da bancada para a indústria”, afirma o coordenador. O mecanismo foi patenteado sob o número BR1020240157060, consolidando o avanço tecnológico desenvolvido no Distrito Federal. *Com informações da FAPDF
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Feiras do DF recebem investimento de R$ 56,3 milhões e fortalecem tradições culturais nas RAs
Cerca de R$ 56,3 milhões foram investidos na construção, reforma e manutenção das feiras do Distrito Federal de 2019 até o ano passado. Esses equipamentos públicos são estratégicos para o desenvolvimento social e econômico do Quadradinho, com fortalecimento de tradições culturais, geração de emprego e renda, além de incentivo ao empreendedorismo. Atualmente, existem 35 feiras permanentes e três shoppings populares — localizados em Ceilândia, Taguatinga e Gama —, que totalizam 12 mil bancas cadastradas, das quais cerca de 9 mil estão ocupadas, o equivalente a 75% do total. Nos últimos sete anos, aproximadamente R$ 56,3 milhões foram investidos na construção, reforma e manutenção das feiras do Distrito Federal | Fotos: Joel Rodrigues/Agência Brasília A modernização e a ampliação das estruturas, juntamente com a regularização dos feirantes e a ocupação dos boxes, são prioridades do Governo do Distrito Federal (GDF) e compõem o programa Feira Legal, instituído em 2019. A iniciativa une esforços da Secretaria de Governo (Segov) e de outras pastas do Executivo, prevendo também a promoção de incentivos aos comerciantes e a oferta de entretenimento nos espaços. Já foram regularizados 3,6 mil feirantes. O secretário de Governo, José Humberto Pires de Araújo, destaca os pilares do programa: a reforma das feiras, a regularização e o incentivo à atividade produtiva. “No caso da reforma, promovemos um ambiente mais apropriado para os trabalhadores, feirantes, para que tenham um local digno para trabalhar e oferecer aos seus clientes um ambiente também mais agradável. Mesma coisa em relação aos clientes, que, ao chegarem a uma feira que está reformada, sentem que o governo está cuidando de um equipamento público importante para a comunidade, sobretudo no Distrito Federal, em que nós não temos praia”, explica. Araújo reforça o papel cultural desses espaços. “No DF temos a característica fortíssima do uso das feiras como uma fonte de renda, mas principalmente como um local de visita e de compras para a comunidade. É um lugar onde as famílias se encontram, onde o povo aproveita os seus finais de semana e faz as suas compras e faz dessa oportunidade de estar nas feiras também um momento de prazer”, ressalta. A obra da feira do Riacho Fundo II foi inaugurada em 2018, mas apenas em 2021 este GDF conseguiu destravar a ocupação das bancas para um funcionamento pleno do comércio Bem-estar para comerciantes e clientes Desde 2019, mais de 20 unidades passaram por serviços de manutenção e modernização. As obras foram executadas pela Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil (Novacap) e contemplaram feiras-modelo e centrais em regiões como Riacho Fundo, Brazlândia, cinco em Ceilândia (P Norte, P Sul, Setor O, Guariroba e Central), duas em Planaltina (confecções e hortifrutigranjeiros), Núcleo Bandeirante, Sobradinho e Gama. A abertura da unidade do Riacho Fundo II era uma demanda antiga da comunidade, conforme recorda a feirante Zilma Pinheiro, 54 anos. A obra foi inaugurada em 2018, mas apenas em 2021, graças aos esforços deste GDF para destravar a ocupação das bancas, começou a funcionar plenamente. “Essa feira era um pedido nosso porque ficávamos ao ar livre, convivendo com sol, chuva, ventania, e aqui na feira permanente fica tudo fechado, bonitinho, é uma estrutura bacana”, comenta. Quem também celebrou a abertura do espaço foi a feirante Amelly Amorim, 59, que mantém uma lanchonete em uma das bancas. Ela já trabalhou em feiras livres do Gama e de Santa Maria, convivendo com os desafios de não ter um ponto fixo. “Era muita dificuldade porque a gente tinha que carregar as coisas, pegar peso. A estrutura do Riacho Fundo II é muito bonita, os banheiros são bons, é arejada, iluminada e é um ponto turístico da cidade”, conta. “Sábado e domingo fica bem movimentado. Organizamos shows ao vivo também”. Amelly Amorim, feirante: "A estrutura do Riacho Fundo II é muito bonita, os banheiros são bons, é arejada, iluminada e é um ponto turístico da cidade" Projetos O diretor-presidente da Novacap, Fernando Leite, destaca que o investimento nesses equipamentos foi fundamental para valorizar o trabalho dos feirantes e proporcionar ambientes mais seguros e acessíveis. “Investir nas feiras reforça o compromisso com a modernização, garantindo melhores condições de convivência e geração de renda por meio de reformas e construções, como a da Feira de Santa Maria”, concluiu. Com obras em andamento, a Feira Permanente de Santa Maria recebe aporte na ordem de R$ 12 milhões. A obra, esperada há mais de 20 anos, promete mais conforto, segurança e estrutura moderna para feirantes e clientes. O novo espaço terá área total de 2.623,50 metros quadrados, com módulos edificáveis padrão. Também estão em execução serviços de manutenção nos equipamentos permanentes de São Sebastião, Cruzeiro, Riacho Fundo II, Paranoá, Candangolândia e Taguatinga (QNL/QNJ). Outros pontos que recebem melhorias no momento são o Shopping Popular de Taguatinga Sul, a Feira do Produtor de Ceilândia, a Feira de Hortifrúti de Planaltina e a Feira da Torre de TV. Além disso, a Feira do Paranoá está em fase de licitação, e estão sendo elaborados projetos para a construção de unidades no Jardim Botânico, Itapoã, Arniqueira, Recanto das Emas e Águas Claras. Zilma Pinheiro, comerciante na Feira do Riacho Fundo II: "Essa feira era um pedido nosso porque ficávamos ao ar livre, convivendo com sol, chuva, ventania, e aqui na feira permanente fica tudo fechado, bonitinho, é uma estrutura bacana" Segundo o subsecretário de Mobiliário Urbano e Apoio às Cidades da Segov-DF, Alexandre de Jesus Silva Yanez, os serviços executados seguem as necessidades específicas de cada unidade, a fim de atender às principais demandas dos permissionários e frequentadores. “Em São Sebastião, por exemplo, focamos a reforma da área de alimentação, que precisava muito de reparos. Em outras, as prioridades podem ser os banheiros, o telhado, o piso”, detalha. As intervenções incluem serviços como pintura geral, revisão das instalações elétricas e hidrossanitárias, manutenção de telhados, pisos e banheiros, além da modernização das áreas de alimentação. Mesmo as feiras que passaram por reformas completas continuam recebendo manutenção periódica, conforme o grau de criticidade e a disponibilidade orçamentária. Yanez explica, ainda, que a ocupação das bancas ocorre por meio de licitação. Aqueles que já mantêm algum boxe recebem documentação de regularização, enquanto os espaços vazios ou abandonados são retomados e disponibilizados para novo processo licitatório. “Hoje a licitação tem mais função social do que arrecadatória, porque arrecada um valor irrisório, mas proporciona um grande ganho social. Estamos dando espaço para o empreendedorismo e para a geração de emprego, além de impulsionar a cultura regional”, alega o subsecretário. “Feira é um negócio pujante, tem que ter gente, tem que estar girando. E incentivar isso é o objetivo principal do GDF, ocupar as feiras e gerar emprego e renda”.
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Prorrogadas as inscrições para o Conselho dos Direitos da Mulher do DF
A Secretaria da Mulher (SMDF) prorrogou o prazo de inscrições para entidades da sociedade civil interessadas em participar do Processo Seletivo de composição do Conselho dos Direitos da Mulher do Distrito Federal (CDM/DF). Com a alteração, o período de inscrição segue agora até 15 de março. A medida amplia a oportunidade para que mais organizações possam se habilitar e contribuir com a formulação, o acompanhamento e o fortalecimento das políticas públicas para as mulheres no Distrito Federal. O processo seletivo vai escolher 13 entidades titulares da sociedade civil, além de cinco entidades para cadastro reserva, que poderão assumir suplência conforme previsto em edital. O conselho é composto de forma paritária, reunindo representantes do poder público e da sociedade civil. Quem pode participar Podem se inscrever entidades da sociedade civil com atuação no Distrito Federal que tenham, entre seus objetivos institucionais, a defesa dos direitos das mulheres, a promoção da igualdade de gênero, o enfrentamento à violência contra a mulher e o fortalecimento da autonomia feminina, entre outras pautas relacionadas à melhoria da qualidade de vida das mulheres. O processo seletivo escolherá 13 entidades titulares da sociedade civil, além de cinco entidades para cadastro reserva, que poderão assumir suplência conforme previsto em edital | Foto: Divulgação/SMDF Como se inscrever As inscrições devem ser realizadas exclusivamente pelo site oficial da Secretaria da Mulher (SMDF), na aba destinada ao processo seletivo do CDM/DF. É necessário preencher o formulário eletrônico e anexar a documentação exigida no edital. Participação e fortalecimento das políticas públicas Órgão colegiado de natureza consultiva, o CDM/DF é vinculado à SMDF e atua como espaço permanente de diálogo e controle social, acompanhando a implementação de políticas públicas e propondo ações voltadas à garantia de direitos. A prorrogação reforça o compromisso do Governo do Distrito Federal (GDF) com a ampliação da participação social e com o fortalecimento da representatividade das mulheres nos espaços de decisão. *Com informações da Secretaria da Mulher (SMDF)
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Centro de treinamento investe na integração e no fortalecimento da segurança pública do DF
Nesta quinta-feira (26), a Secretaria de Segurança Pública (SSP-DF) abriu a primeira etapa do Centro Integrado de Treinamento em Armamento e Tiro (Citat), no Setor de Múltiplas Atividades Norte (SMAN). Um dos diferenciais do local é o alcance social e ressocialização, já que a mão de obra empregada nesta fase foi composta por pessoas privadas de liberdade, devidamente classificadas para o trabalho externo. A exemplo da primeira etapa, as demais dão sequência ao projeto fundamentadas em estudos ambientais e urbanísticos | Fotos: Divulgação/SSP-DF Centro de capacitação faz parte da estrutura do programa Segurança Integral, baseando-se em atuação conjunta Nesta primeira etapa, foram entregues seis baias de tiro, áreas administrativas, depósitos provisórios, pista off-road, pista rústica de corrida de 750 metros, estacionamento, ponto de água, taludes gramados e infraestrutura viária adequada. O projeto segue em execução precedida de estudos ambientais e urbanísticos, contemplando, compromisso de sustentabilidade, reaproveitamento de água, iluminação eficiente e manejo adequado de resíduos. O centro de capacitação operacional , que integra o programa Segurança Integral, foi planejado para atender de forma conjunta as forças distritais — Polícia Militar, Polícia Civil, Corpo de Bombeiros, Detran-DF, Polícia Penal e SSP-DF — além de órgãos federais e parceiros estratégicos. Fortalecimento Durante a solenidade, o secretário de Segurança Pública, Sandro Avelar, pontuou que o centro é resultado direto de um ambiente institucional que valoriza e fortalece as forças de segurança: “Hoje as forças de segurança têm liberdade de atuação e prestígio real dentro do governo. Muitas vezes, quem está na rotina não percebe as vitórias que temos conquistado. Isso é fruto de um governo que nos incentiva a trabalhar e reconhece a importância da segurança pública. Esse centro é de todos vocês. Não é para ter burocracia, é para ser usado, para treinar, para crescer junto”. Durante a inauguração, a vice-governadora Celina Leão enfatizou: “Segurança pública só funciona quando todas as forças estão conectadas” “Este centro de treinamento é parte dessa construção: investir em preparo é investir na preservação da vida” Sandro Avelar, secretário de Segurança Pública A vice-governadora Celina Leão enfatizou que não há política de segurança eficiente sem valorização e estrutura: “Segurança pública só funciona quando todas as forças estão conectadas. Fizemos a valorização das carreiras, entregamos estrutura, investimos em tecnologia e agora entregamos um espaço que integra e capacita. Não se faz segurança pública sem preparo, sem treino e sem gestores que acreditem na proteção da sociedade”. O secretário de Segurança Pública também ressaltou os avanços históricos da segurança pública do DF, que hoje ocupa o segundo lugar nos indicadores nacionais. “Isso não é acaso, é trabalho”, afirmou. “Saímos da 19ª colocação para o segundo melhor resultado do país e estamos crescendo fortemente. Este centro de treinamento é parte dessa construção: investir em preparo é investir na preservação da vida”. Segurança integrada “Tenho orgulho da segurança pública do Distrito Federal e convicção de que somos a melhor do Brasil” Wanderson Teles, secretário de Administração Penitenciária O secretário de Administração Penitenciária, Wanderson Teles, reforçou o caráter da integração promovida pelo projeto, destacando o papel dos policiais penais e a importância do sistema prisional no controle do crime organizado. “Tenho orgulho da segurança pública do Distrito Federal e convicção de que somos a melhor do Brasil”, disse. “Durante muitos anos se falou em integração como palavra de discurso”, prosseguiu Teles. “Fazer integração na prática é muito mais difícil — e é isso que está acontecendo aqui. Esse centro materializa essa união. Segurança pública e enfrentamento ao crime organizado não se fazem sem uma polícia penal forte, com controle do sistema penitenciário e compromisso com a ressocialização. E nisso os nossos policiais dão exemplo todos os dias”. [LEIA_TAMBEM]A comandante da Polícia Militar do Distrito Federal, coronel Ana Paula Habka, lembrou que a estrutura é condição indispensável para o fortalecimento profissional: “Para valorizar o policial, é preciso dar estrutura. Esse espaço nos dá liberdade para treinar e estar preparados.” O Citat foi idealizado a partir de uma proposta apresentada em 2023 por policiais penais e estruturado como política pública estratégica a partir de 2024, envolvendo parcerias com diversos órgãos do DF, como Instituto Brasília Ambiental, Novacap, Novacap, DER-DF, SLU, Fundação de Amparo ao Trabalhador Preso (Funap) e as secretarias de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda (Sedet-DF) e de Agricultura e Abastecimento (Seagri-DF), além de administrações regionais. *Com informações da Secretaria de Segurança Pública
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Fiscalização tributária aplica multa de R$ 800 mil em loja de informática
O Governo do Distrito Federal (GDF), por meio da fiscalização tributária da Secretaria de Economia (Seec-DF), focou sua atenção em uma loja revendedora de computadores, notebooks e acessórios e recolheu R$ 1,7 milhão em produtos com notas fiscais irregulares. Com isso, os auditores aplicaram uma multa (referente a impostos não pagos e juros) de R$ 800 mil. A localização e o nome do empreendimento comercial não serão divulgados porque os servidores da Seec-DF ainda investigam a possibilidade de ocorrência de outras irregularidades tributárias e fiscais. O trabalho pós-feriado de Carnaval, entre os dias 18 e 25 deste mês, foi intensificado para enfrentar irregularidades tributárias e retirar mercadorias que circulam em desacordo com a legislação vigente. Além de computadores e outros periféricos, as ações resultaram na retenção e apreensão expressivas em cargas circulando nas vias e rodovias que cortam o DF. Outro destaque foram as 43,2 mil unidades de garrafas de óleo de soja e as 18 toneladas de produtos alimentícios e bebidas. Ainda foram alvos da ação equipamentos agrícolas, produtos de tabacaria, vestuário e joias. O trabalho pós-feriado de Carnaval, entre os dias 18 e 25 deste mês, foi intensificado para enfrentar irregularidades tributárias e na retirada de mercadorias que circulam em desacordo com a legislação vigente | Foto: Divulgação/Seec-DF Ao retirar mercadorias irregulares de circulação, a fiscalização tributária assegura um ambiente de negócios mais justo, preserva empregos, protege os contribuintes que cumprem suas obrigações fiscais e garante que cada tributo devido se transforme em serviços públicos de qualidade, investimentos estratégicos e desenvolvimento social para toda a população do Distrito Federal. Apreensões registradas: BR-020 (25/2 – 2h): Retida/apreendida carreta transportando 43,2 mil unidades de garrafas de óleo de soja com nota fiscal inidônea, em razão de divergência relevante entre quantidade e tipo de mercadorias. Base de cálculo (valor das mercadorias): R$ 336.960 — Crédito tributário (impostos e multas devidos): R$ 138.690; BR-020 (24/2): Caminhão com 18 mil quilos de produtos alimentícios e bebidas com nota fiscal inidônea. Base de cálculo: R$ 185.580,46 — Crédito tributário: R$ 84.480,68; BR-060 (19/2 – 9h57): Caminhão transportando equipamentos agrícolas com nota fiscal inidônea. Base de cálculo: R$ 104.000 — Crédito tributário: R$ 45 mil; BR-060: Caminhão com material de construção com nota fiscal inidônea. Base de cálculo: R$ 76.949,60 — Crédito tributário: R$ 34.686,77; DF-060: Apreendido veículo com vestuário e jóias com nota fiscal inidônea. Diante da irregularidade fiscal foi lavrado auto de infração e apreensão com base de cálculo de R$ 78.332,50 e crédito tributário de R$ 22.704,33; Produtos de tabacaria: Base de cálculo R$ 42.247,45 — Crédito tributário R$ 27.325,29; Cosméticos: Base de cálculo aproximada R$ 40.789,85 — Crédito tributário R$ 13.740,10; Transporte-frete: Base de cálculo R$ 55.438,02 — Crédito tributário de R$ 44.627,33; Transportadoras (utilidades do lar, confecções, cosméticos, material elétrico e outros): Base de cálculo de R$ 163.461,22 — Crédito tributário de R$ 90.847,14. No consolidado, as ações resultaram em uma base de cálculo de R$ 2.938.665,35 e em um crédito tributário de R$ 1.361.677,65. *Com informações da Seec-DF
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Descarte irregular de lixo sobrecarrega rede de drenagem no período chuvoso em Ceilândia
Ceilândia enfrenta um problema recorrente: o descarte irregular de lixo em áreas públicas. Mesmo com a coleta seletiva e programada realizada pelo Serviço de Limpeza Urbana (SLU) e com a oferta de pontos de Papa-Entulho espalhados pela cidade, moradores continuam descartando pneus, restos de construção civil, lixo doméstico e até móveis velhos em locais proibidos. As equipes da administração regional atuam diariamente no recolhimento desses materiais. Só na última segunda-feira (23), o volume praticamente dobrou: mais de 75 toneladas de lixo irregular foram retiradas de diversos pontos da cidade. Risco O problema se agrava no período de chuvas. O lixo descartado em terrenos públicos acaba sendo arrastado para bocas de lobo, causando entupimentos e comprometendo a rede de águas pluviais. Como consequência, a capacidade de escoamento diminui, aumentando os riscos de alagamentos em diferentes áreas da cidade. O problema se agrava no período de chuvas. O lixo descartado em terrenos públicos acaba sendo arrastado para bocas de lobo, causando entupimentos e comprometendo a rede de águas pluviais | Foto: Divulgação/Administração de Ceilândia Além dos prejuízos estruturais, o acúmulo de resíduos favorece a proliferação de roedores, insetos e do mosquito transmissor da dengue, ampliando os riscos à saúde pública. “Nossas equipes trabalham todos os dias recolhendo esse material descartado de forma irregular. Instalamos placas de advertência, fazemos ações de conscientização e reforçamos a fiscalização. Mesmo assim, muitas pessoas insistem em jogar lixo em locais proibidos ou contratam terceiros para fazer o descarte de forma clandestina. Isso prejudica toda a cidade”, afirmou o administrador regional de Ceilândia, Dilson Rezende. Multa passa de R$ 2 mil no Distrito Federal O descarte irregular é infração prevista na legislação ambiental do Distrito Federal. A multa para quem for flagrado pode ultrapassar R$ 2 mil, podendo aumentar conforme o volume e a reincidência. A Administração reforça que há alternativas corretas e gratuitas para pequenos volumes de entulho e resíduos volumosos, além da coleta regular já realizada pelo SLU. O descarte inadequado, além de ilegal, gera custos extras aos cofres públicos e compromete serviços essenciais, como a drenagem urbana. A orientação é clara: cada morador precisa fazer sua parte. Manter a cidade limpa é uma responsabilidade coletiva — e o impacto do descarte irregular atinge toda a população. *Com informações da Administração Regional de Ceilândia
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🛫🌎Resultado Final: Processo Seletivo de Bolsas de Idiomas 2026
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Primeira edição do ano do projeto Quarta do Cidadão registra 670 atendimentos
A primeira edição de 2026 do projeto Quarta do Cidadão, realizado pela Defensoria Pública do Distrito Federal (DPDF), registrou 670 atendimentos. O evento ocorreu na quarta-feira (25), em frente à Biblioteca Nacional, na Esplanada dos Ministérios. Realizada desde agosto de 2024, a iniciativa mensal já contabilizou 9.370 mil atendimentos em 16 edições, destacando-se pela oferta integrada de serviços essenciais à população em situação de vulnerabilidade. A ação oferece uma gama de assistências, como atendimento jurídico gratuito, orientação sobre pensão alimentícia, reconhecimento de paternidade e exames de DNA, além de assistência social, serviços de saúde, corte de cabelo, encaminhamento profissional e distribuição de lanches. O projeto Quarta do Cidadão aproxima a população da Defensoria Pública do Distrito Federal | Foto: Divulgação/DPDF Para o defensor público-geral, Celestino Chupel, a realização de mais uma edição da Quarta do Cidadão reafirma a importância do evento como política permanente de aproximação da DPDF com a população. “Ao levarmos atendimento jurídico e serviços essenciais diretamente à Esplanada dos Ministérios, ampliamos o acesso à Justiça e fortalecemos a cidadania de quem mais precisa”, destacou. [LEIA_TAMBEM]O chefe da Assessoria Especial da DPDF e coordenador do projeto, Celso Murilo de Britto, explica que a consolidação da iniciativa ao longo dos meses demonstra a importância da atuação integrada para oferecer respostas efetivas às demandas da população. “A cada edição, buscamos aprimorar fluxos, ampliar parcerias e otimizar os atendimentos, a fim de prestar um serviço cada vez melhor aos que buscam a Defensoria Pública”, frisou. Para a Defensora Pública e chefe do Núcleo de Assistência Jurídica dos Juizados Criminais, Cíveis e de Violência Doméstica de Brasília, Patrícia Albuquerque Tavares, a Quarta do Cidadão representa não apenas a resolução de demandas imediatas, mas também a prevenção de conflitos e a orientação qualificada sobre direitos e deveres. “Ao reunir diferentes serviços em um único espaço, promovemos acolhimento, informação e dignidade às pessoas atendidas”, finalizou. *Com informações da DPDF
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Projeto Sempre Por Elas leva acolhimento e serviços gratuitos a Ceilândia
Quem passou pela ação Sempre Por Elas, em Ceilândia, na quarta (25) e nesta quinta-feira (26), encontrou mais do que prestação de serviços — a iniciativa foi marcada por acolhimento, escuta e oportunidade de recomeço. Promovido pela Secretaria da Mulher (SMDF), o projeto transformou a Paróquia São Marcos e São Lucas em ponto de apoio para mulheres que buscavam atendimento, orientação e cuidado perto de casa. O encontro contou com o apoio do Sesc e de diversas instituições parceiras, reunindo serviços essenciais, atividades educativas e ações de cuidado em um único espaço. Com o objetivo de facilitar o acesso às políticas públicas e fortalecer a autonomia feminina — especialmente para quem enfrenta dificuldades de deslocamento ou vive em situação de vulnerabilidade —, a ação concentrou atendimentos nas áreas de saúde, cidadania, qualificação profissional, cultura, beleza e bem-estar. O projeto Sempre Por Elas oferece atendimentos nas áreas de saúde, cidadania, qualificação profissional e beleza, entre outras | Fotos: Divulgação/SMDF Segundo a vice-governadora Celina Leão, a iniciativa integra a estratégia do Governo do Distrito Federal (GDF) de descentralizar os atendimentos e aproximar o Estado de quem mais precisa. “Estamos ampliando o alcance das políticas públicas e garantindo que os serviços cheguem às mulheres de forma mais acessível e eficiente”, destacou. Durante os dois dias de programação, foram oferecidos atendimentos odontológicos, clínicos e oftalmológicos, além de mamografias e exames citopatológicos, bem como distribuição de escovas dentais. Na área de cidadania, a população contou com atendimento da Defensoria Pública e emissão da carteira de identidade pela Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF), além de orientações sobre direitos. Moradora de Ceilândia, Benedita Aparecida Soares, 56 anos, aproveitou a oportunidade para cuidar da saúde e buscar orientação jurídica. “Essa ação é fundamental para as mulheres que estão em vulnerabilidade. Muitas vezes, não temos condições de pagar por esses serviços. Hoje eu consegui atendimento para melhorar minha saúde e resolver questões da minha aposentadoria”, relatou. Benedita Aparecida Soares, moradora de Ceilândia: "Essa ação é fundamental para as mulheres que estão em vulnerabilidade. Muitas vezes, não temos condições de pagar por esses serviços" Para a secretária da Mulher, Giselle Ferreira, o projeto reforça o compromisso do GDF com a promoção da dignidade e da autonomia econômica das mulheres. “Muitas pessoas têm dificuldade de se deslocar para conseguir atendimento. Quando levamos os serviços até a comunidade, garantimos mais agilidade, mais acesso e mais respeito à realidade dessas mulheres”, afirmou. [LEIA_TAMBEM]A programação incluiu ainda atividades culturais, educativas e de autocuidado. O Departamento de Estradas de Rodagem (DER-DF) apresentou teatro educativo e o projeto Mala do Livro. Também foram oferecidos atendimento e consultoria em beleza, com trancista, sessões de massoterapia e aulão de zumba. A Novacap distribuiu mudas e flores, enquanto o Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar) promoveu oficina de artesanato, entre outros serviços. A subsecretária de Promoção das Mulheres, Renata D’Aguiar, ressaltou o caráter itinerante da iniciativa. “O Sempre Por Elas é um programa voltado especialmente para mulheres em situação de vulnerabilidade social e econômica ou vítimas de violência. É um espaço criado para acolher, apoiar e transformar histórias”, disse. *Com informações da Secretaria da Mulher (SMDF)
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Iniciativa sustentável de UBS na Vila Planalto recolhe dez galões de tampinhas e lacres por mês
Uma iniciativa voltada à promoção da sustentabilidade na Unidade Básica de Saúde (UBS) 3 da Vila Planalto tem resultado na coleta mensal de cerca de dez galões repletos de tampas e lacres de garrafas. Nessa lista entram também pilhas e baterias. A ação integra um conjunto de medidas adotadas pela equipe para incentivar o consumo consciente e o descarte ambientalmente adequado de resíduos. “Preservar o meio ambiente, por meio da segregação correta dos resíduos, é o básico para um planeta sustentável, controle de vetores e consequentemente de doenças. Quando preocupamo-nos com isso, mantemos a cidade limpa, preservamos a qualidade da água e diminuímos alagamentos e transbordamentos de esgoto por resíduos acumulados”, explica a gerente da unidade, Evelyn Heinzen. O projeto da UBS 3 da Vila Planalto incentiva o consumo consciente e o descarte ambientalmente adequado de resíduos | Foto: Jhonatan Cantarelle/Agência Saúde DF A UBS disponibiliza, ainda, coletores para descarte de medicamentos e lixeiras seletivas instaladas em pontos estratégicos e de grande circulação. Segundo a gestora, a adesão da comunidade tem sido positiva, com relatos de moradores que passaram a separar os resíduos também em casa após conhecerem a iniciativa. [LEIA_TAMBEM]“Muitas vezes ficamos com a falsa ideia de que unidades de saúde produzem somente resíduos contaminados, que devem ser incinerados. Mas isso não corresponde à nossa realidade. Produzimos resíduos orgânicos que podem ser utilizados no Horto Agroflorestal, resíduos que podem ser reciclados e reaproveitados, evitando o despejo em aterros sanitários ou ainda em lixões, contaminando o solo e o ambiente”, detalha Heinzen. A enfermeira responsável técnica, Daniela Matias, também idealizadora da iniciativa, destaca os impactos diretos dessas ações na promoção do bem-estar da comunidade como um todo. “A saúde vai muito além do físico, da doença. Com a saúde ambiental, estimulamos a pessoa a ter hábitos que ajudem a natureza. Dessa forma, o resultado pode ir ainda mais longe: se não há acúmulo de lixo, diminuímos os casos de dengue. E esse é só um dos benefícios." *Com informações da Secretaria de Saúde
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Conplan aprova plano de ocupação de área do Pátio Ferroviário de Brasília que deve abrigar Hospital Militar do Exército
O Conselho de Planejamento Territorial e Urbano do Distrito Federal (Conplan), vinculado à Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Habitação do Distrito Federal (Seduh-DF), aprovou o plano de ocupação do Lote 12 do Pátio Ferroviário de Brasília (PFB) nesta quinta-feira (26). A área, com 21 hectares, é destinada a uso institucional, de caráter público ou privado, e deve abrigar o Hospital Militar do Exército. O projeto foi apresentado pelo Exército Brasileiro. A futura edificação deverá respeitar os parâmetros definidos na legislação urbanística vigente, como taxa máxima de ocupação de 70%, taxa mínima de permeabilidade de 20% e altura limitada a 18 metros. Relator do processo, o conselheiro Renato Oliveira Ramos, representante da Casa Civil do Distrito Federal, destacou que a proposta está alinhada às normas vigentes. “O plano atende às diretrizes urbanísticas e ambientais aplicáveis à área e estabelece parâmetros claros para garantir uma ocupação organizada, compatível com o planejamento territorial do Distrito Federal”, afirmou. Com a aprovação pelo Conplan, o Lote 12 passa a contar com parâmetros urbanísticos próprios, permitindo o avanço das etapas de elaboração e análise dos projetos arquitetônicos. Durante a reunião, o comandante da 11ª Região Militar, general Eron Pacheco da Silva, detalhou as próximas etapas do projeto. “Com a aprovação do plano, o Exército Brasileiro irá publicar edital de licitação para selecionar a empresa responsável pela execução da obra. A expectativa é de que o Hospital Militar seja concluído no prazo estimado de quatro anos”, afirmou. *Com informações da Seduh-DF
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GDF alcança marca de 600 escrituras entregues a entidades religiosas e assistenciais
Depois de quase duas décadas de espera, a ialorixá Ádna Santos de Araújo, 63 anos, recebeu o documento que garante a regularização do terreiro onde atua desde 2004, no Paranoá. A entrega faz parte de mais uma etapa do Programa Igreja Legal, que levou o Governo do Distrito Federal (GDF) a alcançar a marca de 600 escrituras concedidas a entidades religiosas e assistenciais desde 2019, quando a iniciativa foi instituída pela Companhia Imobiliária de Brasília (Terracap). Conhecida como Mãe Baiana, ela contou que a luta pela regularização começou há quase duas décadas: “Estamos ali desde 2004, e a nossa luta foi constante para conseguir essa regularização. Eu espero por esse momento desde 2005”. Para ela, o reconhecimento vai além do documento formal. “O terreiro está na ponta. Muitas vezes o governo não consegue alcançar certas necessidades, mas nós estamos todos os dias com a população. Antes de ir ao hospital, antes de uma consulta médica, muita gente bate no terreiro. A gente acolhe, orienta, ajuda”, destacou. Ádna Santos de Araújo, a Mãe Baiana, espera a regularização do terreiro desde 2005: "O terreiro está na ponta. Muitas vezes o governo não consegue alcançar certas necessidades, mas nós estamos todos os dias com a população" | Foto: Kiko Paz/Agência Brasília Em mais uma cerimônia de entrega nesta quinta-feira (26), 41 igrejas, templos, terreiros, clubes e associações que ocupavam áreas públicas de forma histórica receberam das mãos do governador Ibaneis Rocha o documento que reforça a política de regularização fundiária e garante segurança jurídica aos imóveis. Para o chefe do Executivo, a política representa reconhecimento institucional e respeito ao serviço social desempenhado pelas entidades. “Eu sempre digo que as entidades religiosas e assistenciais chegam onde muitas vezes o governo não consegue chegar. Elas atendem pessoas que o poder público não alcança. O que estamos fazendo aqui é garantir que continuem prestando esse serviço com segurança jurídica e dignidade”, afirmou. O processo de regularização é previsto na Lei Complementar nº 806/2009 e foi impulsionado pelo Programa Igreja Legal, que criou mecanismos para dar celeridade às análises e facilitar a formalização das ocupações existentes até 22 de dezembro de 2016. O programa permite duas modalidades de regularização: a aquisição direta por escritura de compra e venda, com parcelamento em até 360 meses, ou a Concessão de Direito Real de Uso (CDRU), que pode incluir a modalidade de retribuição em moeda social — quando a entidade presta serviços gratuitos à população vulnerável. O processo de regularização é previsto na Lei Complementar nº 806/2009 e foi impulsionado pelo Programa Igreja Legal | Foto: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília Segundo o diretor de Regularização Social e Desenvolvimento Econômico da Terracap, Leonardo Mundim, o marco alcançado demonstra avanço significativo na gestão fundiária do DF. “Com essa entrega de hoje, nós completamos 600 igrejas, templos, entidades e institutos sociais regularizados desde 2019. É um aumento substancial, cerca de 400% na média anual de entregas desse tipo de documento. Isso representa o reconhecimento do Estado ao papel magnífico que essas instituições desempenham em favor da população”, ressaltou. Emocionada, a ialorixá Ivone Uchoa, 52 anos, do Recanto das Emas, afirmou que aguardava há mais de 30 anos pela escritura. “É um sonho super-realizado. A gente vai envelhecendo, a nova geração vem vindo. Agora vai criar raízes, vai criar história. É a garantia de que o trabalho continua para a comunidade”, disse. Moeda social e impacto comunitário Na modalidade de retribuição em moeda social, a entidade apresenta um plano de trabalho com ações educacionais, culturais, esportivas ou sociais voltadas a grupos vulneráveis. Com isso, pode obter a concessão gratuita do imóvel, desde que comprove o atendimento à população. O governador Ibaneis Rocha ressaltou que a iniciativa fortalece a parceria entre Estado e sociedade civil e garante mecanismos acessíveis para a regularização. “Criamos todos os mecanismos necessários para que essas entidades pudessem se regularizar. Muitas chegavam aqui e diziam que não tinha como pagar. Então, alongamos prazos, reduzimos taxas e implementamos a moeda social, que permite prestar assistência à comunidade e, ao mesmo tempo, cumprir as obrigações junto à Terracap. Hoje todos são tratados com transparência e com a dignidade que merecem”, concluiu.
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Programa Adote uma Praça soma R$ 72 milhões em investimentos privados e atinge maior número de parcerias desde 2019
Entre 2019 e 2025, o programa Adote uma Praça mobilizou R$ 72.088.442 em investimentos privados e formalizou 249 termos de cooperação para manutenção e recuperação de áreas públicas no Distrito Federal. Apenas em 2025, foram 83 novas parcerias — o maior número anual desde a criação da iniciativa. Atualmente, 170 termos permanecem vigentes. A Secretaria de Projetos Especiais (Sepe-DF) projeta ampliar as adesões em 2026. Investimento em acessibilidade é um dos compromissos assumidos pelo programa Adote uma Praça | Fotos: Tony Oliveira/Agência Brasília “Muitas vezes a pessoa olha um espaço abandonado e acha que não pode fazer nada. E pode. Pode ajudar, pode cooperar. Quando o espaço passa a ser usado, deixa de ser ponto de abandono e vira ponto de convivência” Marcos Teixeira, secretário de Projetos Especiais Para o secretário de Projetos Especiais, Marcos Teixeira, o resultado confirma a consolidação do programa. “Quando se fala em R$ 72 milhões em investimento, é um valor muito expressivo”, aponta. “O programa foi ganhando credibilidade ao longo dos anos. As empresas passaram a enxergar que existe segurança jurídica, que há um termo formal de cooperação com o Estado e que o processo é mais ágil”. Segundo ele, a previsibilidade também pesa na decisão de aderir: “A empresa sabe que vai assinar o termo e que poderá investir perto do seu local de atuação. Ela melhora o entorno e contribui com o desenvolvimento da cidade”. Uso público O programa não permite exploração comercial direta do espaço adotado. Por isso, a maioria das parcerias ocorre no entorno das próprias empresas ou residências dos interessados. “O ganho é indireto”, explica o secretário. “Quando a empresa melhora o espaço próximo, melhora a circulação, a segurança e valoriza a área. A adoção mais distante acontece, mas é mais rara”. O gestor lembra que o impacto ultrapassa a dimensão estética: “Muitas vezes a pessoa olha um espaço abandonado e acha que não pode fazer nada. E pode. Pode ajudar, pode cooperar. Quando o espaço passa a ser usado, deixa de ser ponto de abandono e vira ponto de convivência”. Convivência, presença e segurança Além da recuperação física, a Sepe-DF sinaliza efeitos na dinâmica dos bairros. Em um dos casos acompanhados pela pasta, um espaço antes degradado recebeu manutenção e instalação de canteiros e bancos. Depois da intervenção, moradores idosos passaram a frequentar a área diariamente. [LEIA_TAMBEM]A presença constante transformou a área em ponto de encontro e alterou a rotina do entorno. “Essas pessoas relataram o quanto aquilo fez diferença”, enfatiza Marcos Teixeira. “Saíram do isolamento, passaram a conviver. Não é só uma melhoria visual. Quando há ocupação, há mais circulação”. Segundo o secretário, espaços ativos tendem a ser mais preservados e seguros porque passam a integrar o cotidiano da comunidade. Entre os exemplos de maior visibilidade está o entorno do Sesi Lab, na área central de Brasília. A intervenção conectou três praças no trecho entre o Setor de Diversões Sul e o Museu da República, ampliando o fluxo de pedestres e consolidando o espaço como ponto de convivência e atividades culturais. “Foi um dos casos mais emblemáticos; mostrou como a parceria pode transformar uma área inteira, estimulando circulação e permanência das pessoas”, afirma o secretário. Da escala urbana ao cotidiano Espaço adotado pelo Cebraspe passou a ter estacionamento organizado, além de áreas dedicadas ao lazer Em junho de 2025, o Centro Brasileiro de Pesquisa em Avaliação e Seleção e de Promoção de Eventos (Cebraspe) firmou termo de cooperação, com investimento estimado em R$ 230 mil, para recuperar a área pública em frente à sua sede. O local recebeu rampa de acessibilidade, escadaria com corrimão e piso tátil, piso intertravado, bancos, mesas, pergolados, redários, paisagismo e reorganização do estacionamento, com 83 vagas demarcadas (67 para carros e 16 para motocicletas), além de bicicletário e sinalização. Larice dos Santos trabalha próximo a um local mantido pelo Adote uma Praça: “Ficou mais agradável. A gente tem um lugar para descansar e conversar” Para quem trabalha na região, a mudança foi percebida no dia a dia. “Antes não tinha estacionamento organizado nem espaço de lazer. Hoje o pessoal usa bastante”, relata a analista administrativa Larice Araújo dos Santos. “Na hora do almoço, muita gente vem para cá. Joga dominó, truco, tem gente que pendura rede. Melhorou a qualidade de vida”. Segundo ela, o uso constante trouxe organização e sensação de cuidado ao entorno: “Ficou mais agradável. A gente tem um lugar para descansar e conversar. Isso muda a rotina de quem trabalha aqui”. Como participar Interessados podem procurar a administração regional responsável pela área desejada ou protocolar o pedido pela internet.. Após análise de viabilidade da Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Habitação (Seduh-DF), a Sepe-DF formaliza o termo e acompanha a execução. “O cidadão pode participar do desenvolvimento da cidade”, reforça o secretário de Projetos Especiais. “Quando ele usa o espaço, ele preserva, e isso fortalece a comunidade”.
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Veículos apreendidos em operações de trânsito vão a leilão público em 6 de março
O Departamento de Estradas de Rodagem do Distrito Federal (DER-DF) realizará o 2º Leilão Público de 2026 de veículos apreendidos em operações de trânsito. O certame será realizado de modo online, em 6 de março, com abertura oficial às 9h. A concessionária Via Brasília Segura é responsável pelos serviços de remoção, guarda e alienação de veículos apreendidos junto ao DER-DF. Os veículos ficarão expostos entre 3 e 4 de março, das 9h às 17h, no pátio da empresa. [LEIA_TAMBEM]Os lances poderão ser feitos pelo site Vip Leilões. O certame contempla o total de 265 itens. Os automóveis foram retidos em operações de fiscalização de trânsito e não foram reclamados por seus proprietários dentro do prazo legal. A relação completa dos bens disponíveis, assim como as condições de participação, está descrita no edital e em seus anexos, publicados no portal do DER-DF. A medida atende à legislação vigente e garante a destinação correta dos veículos recolhidos, promovendo a liberação dos pátios e a eficiência administrativa do órgão. *Com informações do Departamento de Estradas de Rodagem (DER-DF)
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Plataforma DF 360 amplia monitoramento integrado nas ruas da capital federal
A Secretaria de Segurança Pública (SSP-DF) realiza, nesta sexta-feira (27), uma coletiva de imprensa para apresentar a plataforma DF 360, que marca a ampliação do modelo de monitoramento integrado e consolida a transição de uma atuação predominantemente reativa para uma abordagem cada vez mais proativa na segurança pública do DF. A plataforma DF 360 incorpora ao seu núcleo tecnológico drones e câmeras equipadas com sistemas de reconhecimento facial e de placas veiculares, além da modernização do atendimento de emergência 190 e 193. O novo sistema conta com geolocalização de alta precisão por meio do sinal de celular e com a ampliação do módulo de recebimento de imagens provenientes de câmeras particulares. A nova plataforma incorpora drones e câmeras equipadas com sistemas de reconhecimento facial e de placas veiculares | Foto: Divulgação/SSP-DF [LEIA_TAMBEM]Atualmente, a SSP-DF dispõe de 1.350 câmeras próprias, distribuídas pelas 35 regiões administrativas do Distrito Federal. O monitoramento é feito 24 horas por dia a partir do Centro Integrado de Operações de Brasília (Ciob), com o apoio das centrais de monitoramento remoto instaladas em batalhões da Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF), grupamentos do Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal (CBMDF) e delegacias da Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF). Durante a coletiva, o secretário de Segurança Pública, Sandro Avelar, vai detalhar os avanços tecnológicos da plataforma e os impactos esperados na prevenção da criminalidade, na agilidade das respostas e no fortalecimento da segurança da população. A sala de monitoramento estará aberta à imprensa das 9h às 9h30. Atendimento à imprensa Local: Centro Integrado de Operações de Brasília (Ciob) Data: Sexta-feira (27) Captação de imagens: a partir das 9h Coletiva de imprensa: das 9h30 às 10h. *Com informações da SSP-DF
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