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Hotel Social integra rede do GDF e leva acolhimento e segurança para pessoas em situação de rua

Inaugurado em julho pelo Governo do Distrito Federal (GDF), o primeiro Hotel Social do Distrito Federal é administrado pela Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF) e já ultrapassou 30 mil acolhimentos noturnos. O espaço funciona das 19h às 8h, oferece 200 vagas e recebe também os animais de estimação das pessoas acolhidas. Coordenador do Plano Distrital para a População em Situação de Rua, o secretário-chefe da Casa Civil, Gustavo Rocha, explica que o Hotel Social integra um conjunto de ações desenvolvidas pelo GDF para permitir que as pessoas saiam das ruas com condições reais de autonomia. O espaço funciona das 19h às 8h, oferece 200 vagas e recebe também os animais de estimação das pessoas acolhidas | Fotos: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília Segundo ele, a política representa uma ruptura com práticas anteriores. “Não adianta ver uma pessoa em situação de rua e apenas retirá-la dali. Tirava de um lugar e ela ia para outro. A ideia do plano distrital é dar condições para que a pessoa possa sair da rua. O êxito do programa é fazer com que ela tenha onde dormir, onde trabalhar e como reconstruir a própria vida.” Rocha destaca que o plano foi elaborado com base em estudo técnico conduzido pela Casa Civil e mais sete órgãos do governo. “Foi feito o mapeamento, o perfil dessas pessoas e o levantamento do que faltava ser oferecido. Moradia, local para ficar à noite, qualificação técnica, escola para os filhos e até local para deixar os animais de estimação”, afirma. Ele reforça que aceitar animais não foi detalhe, mas necessidade identificada. “Quando abordávamos as pessoas, muitas se recusavam a ficar em acolhimento porque não tinham onde deixar seus cachorros. Eu mesmo tenho sete. Se estivesse na rua e não tivesse onde levá-los, eu também não iria.”   Para ele, o Hotel Social cumpre exatamente esse papel. “As vagas ficam praticamente lotadas todos os dias. Já atendemos a mais de 30 mil pessoas há poucos meses. A ideia do governador é abrir outras unidades em outras regiões para que mais pessoas tenham onde dormir.” O secretário-chefe da Casa Civil também faz uma síntese da função estratégica do equipamento: “O foco não é tirar da rua. O foco é acolher. Acolher e dar condições para que as pessoas possam sair da rua.” Maicon Gonçalves é um dos acolhidos do Hotel Social Atendimento diversificado O serviço atende diferentes perfis: idosos, mulheres, crianças e pessoas em tratamento contra dependência química. Há cama, banho quente, guarda de pertences, ventiladores, jantar e café da manhã. Em novembro, o espaço ganhou também uma biblioteca comunitária, com livros para leitura e empréstimo. A unidade faz parte da rede de apoio do GDF, que inclui o Centro Pop, a concessão de passagens interestaduais para quem deseja retornar ao estado de origem, refeições gratuitas nos restaurantes comunitários, além de programas de qualificação e emprego como o RenovaDF e o QualificaDF. Dormir com segurança O Hotel Social nasceu como resposta emergencial durante a pandemia de Covid-19, quando o GDF abriu dois alojamentos provisórios para acolher pessoas em situação de rua durante o fechamento do comércio. A lotação rápida mostrou que o pernoite poderia ser porta de entrada para outros serviços. A partir dessa experiência, o edital foi lançado e, em julho, a primeira unidade passou a funcionar de forma contínua. A secretária de Desenvolvimento Social, Ana Paula Marra, explica que o pernoite aproxima quem ainda não está pronto para ingressar em casas de acolhimento. “O pernoite melhora a adesão”, diz. Para ela, dormir em segurança abre caminho para tratamento, reconstrução de vínculos familiares, alimentação gratuita, retorno para a cidade natal e inclusão produtiva. “A assistência garante o mínimo para que a pessoa tenha dignidade e esperança.” “Na rua, já dormi e acordei sem mochila, sem chinelo, sem documento. Já sofri agressões por ser homossexual e por estar na rua. Aqui, eu consigo dormir sem medo" Maicon Gonçalves, acolhido A vida antes do Hotel Social Entre os acolhidos está Maicon Gonçalves, que veio de Goiás para estudar e trabalhar, mas não conseguiu manter aluguel e faculdade. Depois de perder o emprego, passou dois meses nas ruas de Taguatinga. “Por ficar dois meses na rua, eu peguei pneumonia e depois agravou para uma tuberculose.” Ele relata que a falta de endereço formal bloqueia qualquer chance de trabalho. “Se você está na rua, mesmo com currículo bom, não consegue emprego. Se você dá o endereço do Centro Pop ou da casa de passagem, não chamam para a vaga.” Dormir no Hotel Social mudou sua capacidade de se reorganizar. “Aqui dá para acordar, tomar banho, comer e tentar um emprego no outro dia.” Ele destaca ainda que no hotel, se sente mais seguro. “Na rua, já dormi e acordei sem mochila, sem chinelo, sem documento. Já sofri agressões por ser homossexual e por estar na rua. Aqui, eu consigo dormir sem medo.” Maicon comenta ainda sobre o atendimento humanizado do hotel. “Aqui você consegue falar e ser ouvido. Eles tratam a gente como pessoa.” Para ele, o acolhimento somado à estrutura faz toda a diferença. “A cama é quentinha, a coberta é cheirosa, tem ventilador quando esquenta, água gelada, e a comida é feita na hora.” Planos para o futuro Maicon reorganiza suas metas após recuperar a saúde. “Quero voltar para o mercado de trabalho, cuidar da minha saúde emocional e medicamentosa, e ter uma base familiar. Família pode ser quem te estende a mão.” Para ele, o Hotel Social representa uma pausa na violência e no ciclo da rua. “Muita gente deixou alguma coisa quando escolheu estar aqui dentro. Só de ter segurança e gente que te trata como pessoa, isso quebra o ciclo da rua.” Olhar individualizado e continuidade Ana Paula afirma que cada caso exige resposta diferente. “Se você tem 100 pessoas em situação de rua, você vai ter 100 histórias distintas.” A partir do pernoite, podem ocorrer encaminhamentos para tratamento, passagens interestaduais, refeições gratuitas, vagas reservadas em obras públicas, cursos de qualificação e benefício excepcional de aluguel por até seis meses. Para Gustavo Rocha, essa integração é central. “A porta de entrada é o acolhimento, mas a saída depende de trabalho. Sem emprego, as pessoas continuarão na rua. O foco é qualificar, acolher e dar condições para trabalhar.” Ele destaca que as ações já têm resultados mensuráveis. “Só nesse período empregamos mais de 200 pessoas”, afirma. Sobre a política de retorno familiar, ele acrescenta: “Em 2024, mais de mil pessoas voltaram para suas cidades de origem. Este ano já estamos perto de 800 passagens. É a pessoa que decide. É direito de ir e vir.” Rocha resume o impacto das iniciativas: “Você vê gente chorando porque conseguiu um lugar para morar e um trabalho depois de passar o ano inteiro na rua. Isso mostra que o programa está funcionando.” "Você vê gente chorando porque conseguiu um lugar para morar e um trabalho depois de passar o ano inteiro na rua. Isso mostra que o programa está funcionando" Gustavo Rocha, secretário-chefe da Casa Civil e coordenador do Plano Distrital para a População em Situação de Rua   Doações O Hotel Social recebe doações de roupas, livros e itens de higiene pessoal. As entregas podem ser feitas de segunda a sexta-feira, das 9h às 17h, no SAAN/SIA, Trecho 17, Conjunto 3.

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GDF e Embaixada do México debatem fortalecimento de cooperação cultural

A secretária de Educação do Distrito Federal, Hélvia Paranaguá, recebeu, nesta quinta-feira (8), o embaixador do México no Brasil, Carlos García de Alba, em reunião institucional com foco no fortalecimento da cooperação cultural e educacional entre a rede pública de ensino e a missão diplomática mexicana. “A cooperação com a Embaixada do México amplia o repertório cultural da rede, valoriza o ensino de línguas estrangeiras e proporciona experiências educativas que vão além da sala de aula. Essas iniciativas contribuem diretamente para uma educação mais plural, integrada e conectada com o mundo”, afirmou. O embaixador Carlos García de Alba também ressaltou a relevância da cooperação para ampliar a visão de mundo dos estudantes da rede pública do DF. “Vivemos em um contexto de crescimento e internacionalização, e os jovens precisam desenvolver uma abertura mental desde cedo. A oportunidade oferecida pelo governo de Brasília, ao permitir que a Embaixada do México contribua para esse processo, é fundamental para ajudá-los a conectar-se com o mundo e ampliar seus horizontes”, destacou. A agenda integra o esforço de aproximação entre a Educação do Distrito Federal e a missão diplomática mexicana, com foco na ampliação de iniciativas conjuntas ao longo de 2026, especialmente nas áreas de cultura, ensino de língua estrangeira e intercâmbio educacional. Hélvia Paranaguá destacou a importância da parceria para o fortalecimento da formação cultural dos estudantes | Fotos: André Amendoeira/SEEDF Intercâmbio cultural O diplomata também ressaltou o êxito das ações já desenvolvidas e a expectativa de ampliar o intercâmbio educacional e cultural entre Brasil e México. “Esperamos avançar com propostas que permitam levar estudantes de Brasília ao México e, ao mesmo tempo, nos aproximar dos alunos daqui, seja por meio de visitas às escolas ou de experiências culturais. Isso desperta curiosidade, amplia a compreensão sobre diferentes realidades e contribui para a construção de uma parceria sólida e duradoura entre a Embaixada do México e o Governo de Brasília”, concluiu. Diálogo institucional Durante a reunião, foram apresentados e alinhados projetos já desenvolvidos em parceria, como ações culturais com a participação dos Centros Interescolares de Línguas (CILs), além de propostas para novas atividades voltadas a estudantes e professores da rede pública. A iniciativa busca consolidar a cooperação entre a SEEDF, a Embaixada do México e outros órgãos do Governo do Distrito Federal. O secretário de Relações Exteriores, Paco Britto, o embaixador do México no Brasil, Carlos García de Alba, e a secretária de Educação, Hélvia Paranaguá O encontro contou ainda com a participação do secretário de Relações Exteriores do Governo do Distrito Federal, Paco Britto, e do ministro de Assuntos Culturais da embaixada, José Manuel Cuevas López, reforçando o caráter interinstitucional da agenda e o alinhamento entre as áreas de educação e relações internacionais. Paco Britto ressaltou o impacto positivo das ações conjuntas desenvolvidas com missões diplomáticas. “Iniciativas como o Programa Embaixada de Portas Abertas e o Pontes para o Mundo fortalecem o diálogo internacional e aproximam os estudantes do DF de outras culturas. Essa integração amplia horizontes e consolida parcerias estratégicas para o desenvolvimento educacional e cultural do DF”, afirmou. Entre os temas abordados, estiveram propostas de mostras culturais, atividades pedagógicas, eventos comemorativos e ações de valorização da língua espanhola e da cultura mexicana a serem desenvolvidas em parceria com os CILs e demais unidades da rede pública de ensino. *Com informações da Secretaria de Educação do Distrito Federal (SEEDF)

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Cinco anos após reforma, Escola Classe Porto Rico oferece educação de qualidade para mais de 500 estudantes

Vinte salas de aula, quadra poliesportiva, parquinho infantil, pátio, estacionamento e muito mais: o que antes era um sonho distante hoje é realidade para a Escola Classe 01 Porto Rico, em Santa Maria. A reforma da unidade foi iniciada em 2014 e permaneceu sem avanços até 2019, quando foi destravada por este Governo do Distrito Federal (GDF). O espaço foi devolvido para a população em 15 de abril de 2021, 11 meses após a retomada da obra, em março do ano anterior, voltando a ser palco de transformação social e educação de qualidade. Atualmente, são atendidos mais de 500 estudantes a partir de 6 anos em período integral, com quatro refeições diárias, nos anos iniciais do ensino fundamental. Segundo a diretora da unidade, Zeneide Araújo, a cobertura só é possível graças à ampliação do equipamento, uma demanda antiga da comunidade que faz diferença na rotina escolar. A diretora Zeneide Araújo destaca que a reforma na escola levou benefícios para a comunidade como um todo | Fotos: Geovana Albuquerque/ Agência Brasília “Traz um impacto positivo porque oferecemos um ambiente limpo, organizado, para o desempenho pedagógico e bem-estar dos nossos alunos, além do trabalho dos professores e demais servidores que estão inseridos no processo de aprendizagem”, comenta a diretora. “Hoje temos uma quadra para aulas de educação física e recreação dos alunos, um parquinho, salas de aula amplas e arejadas, cozinha e refeitório para a alimentação das crianças. Tudo isso veio para benefício da comunidade.” Os serviços foram executados com investimento de R$ 1,6 milhão por meio de licitação promovida pela Companhia Urbanizadora da Nova Capital (Novacap). O primeiro certame foi lançado em 2014, mas o contrato foi rescindido dois anos depois por problemas financeiros. A segunda licitação ocorreu em 2017, com prazo de finalização para janeiro de 2018. Mais uma vez, não houve sucesso, e o contrato foi rescindido, com aplicação de multa. A companhia que saiu como segunda colocada na licitação negou a convocação, e foi preciso um terceiro concurso em 2019.   O chefe da secretaria da escola, Henrique Albuquerque, que acompanhou cada etapa da empreitada, alega que, devido à lentidão, a obra prejudicou o aprendizado dos estudantes. A circulação de máquinas e de operários no espaço reduziu as atividades escolares, e o período integral ficou suspenso. “Algumas empresas assumiram, mas não continuaram. Foi bem difícil trabalhar nesse período com obras”, relata. A área construída da escola é de 1,3 mil metros quadrados, divididos em seis blocos Até que, em abril de 2020, finalmente, a população viveu um recomeço. Sob a gestão deste GDF, os trabalhos ganharam fôlego e foram finalizados em menos de um ano. “Ganhamos muito espaço e também conseguimos ampliar muito o número de matrículas. Temos um retorno positivo por parte dos pais. A escola é muito procurada, tem muita demanda por novas vagas”, comenta Albuquerque. A área construída é de 1,3 mil metros quadrados, divididos em seis blocos. A infraestrutura inclui quadra coberta, parquinho, pátio, estacionamento, biblioteca, sala de artes, sala de informática, sala de recursos e espaços convencionais, como cozinha, refeitório, banheiros e sala de professores. Os recursos foram provenientes do orçamento da Secretaria de Educação (SEEDF) e de emendas parlamentares da deputada distrital Jaqueline Silva e da deputada federal Érika Kokay. Mais conforto, mais aprendizado Regis Cardoso tem dois filhos na EC 01 Porto Rico: "O colégio estava abandonado, com obras paradas, mas este GDF veio e cuidou com carinho" A EC 01 Porto Rico foi fundada em 2009 em caráter provisório e já recebeu milhares de estudantes, que aprenderam a ler, a escrever e, principalmente, a sonhar com apoio do equipamento. Entre os discentes, estão os filhos do cobrador e líder comunitário Regis Cardoso, 49 anos. “Meu filho David Gabriel fez o ensino fundamental aqui, vai concluir o ensino médio e, se Deus quiser, vai para a faculdade. Atualmente eu tenho a Maria Clara, de 8 anos, que chegou com dificuldade em aprender a ler e escrever e hoje já está bem melhor”, conta Regis. “O colégio estava abandonado, com obras paradas, mas este GDF veio e cuidou com carinho. É fantástico saber que as crianças podem jogar uma bola, dançar uma quadrilha, em uma quadra coberta, sem se preocupar com a chuva.” Valentina Alves da Fonseca e Isabel Cristina Cardoso elegeram a quadra poliesportiva e a sala de leitura como os espaços preferidos delas na escola [LEIA_TAMBEM]A quadra poliesportiva e a sala de leitura, instalada em um dos blocos entregues em 2019, são os ambientes preferidos das estudantes Valentina Alves da Fonseca, 11, e Isabel Cristina Cardoso, 11. “Na quadra, a gente brinca, se diverte, e na sala de leitura podemos assistir a filmes, ler, fazer várias coisas”, afirma Valentina. Isabel completa: “A gente tem tempo para respirar depois das aulas, que são bem puxadas. Lá na quadra, é um momento que temos para brincar e socializar”. Outras intervenções também foram executadas nos últimos anos para manter a ordem e as boas condições da escola com recursos do Programa de Descentralização Administrativa e Financeira (Pdaf). A verba destinada é originária da SEEDF e de emendas parlamentares para uso autônomo da instituição. Desde 2022, mais de R$ 92,5 mil foram recebidos e executados pela Escola Classe Porto Rico em diferentes ações, como pintura das salas de aula e regularização das paredes, instalação de arames cortantes na parte superior dos muro e manutenção da serralheira das janelas, além da pintura dos corredores, demais dependências internas, do muro e do pátio.

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Articulações institucionais marcam gestão das unidades de conservação do DF em 2025

O ano de 2025 foi marcado por muitas articulações institucionais na Superintendência de Unidades de Conservação, Biodiversidade e Água (Sucon) do Instituto Brasília Ambiental. Elas resultaram em parcerias, acordos de cooperação técnica, visitas técnicas, cursos, estudos, eventos, entre outras iniciativas. Entre os frutos das articulações institucionais estão o estudo técnico com diretrizes para a revisão do Plano de Manejo do Parque Distrital Boca da Mata, os subsídios para atualização do Zoneamento Ambiental do Parque Distrital do Gama, visita técnica de servidoras da Sucon a nove áreas de conservação na República da Costa Rica, participações de servidores em disciplinas oferecidas pelo CDS/UnB e de membros do Projeto Instrutores nas oficinas da 2ª Conferência Distrital de Unidades de Conservação. Essas entregas resultam do Acordo de Cooperação Técnica (ACT) Ibram/UnB. Resultaram das articulações também as atividades correlatas à celebração do ACT com o Ibama, Zoológico e Secretaria de Meio Ambiente (Sema-DF) para o fluxo de animais silvestres resgatados. E ainda os ACTs com o Batalhão da Polícia Militar Ambiental (BPMA), cujo foco é a troca de informações, cursos e treinamentos na área de manejo e reabilitação de fauna silvestre; com a Organização da Sociedade Civil Jaguaracambé, visando a intercâmbio científico; e com a Universidade Católica de Brasília (UCB) para o Monitoramento de capivaras no DF; e a realização da 2ª Conferência Distrital de UCs. No ano que se encerra a Sucon trouxe para a autarquia o prêmio Solo Seguro, do Conselho Nacional de Justiça, e a menção honrosa do prêmio Ipê de Inovação em Transparência, da Controladoria-Geral do Distrito Federal (CGDF) | Foto: Divulgação/Brasília Ambiental Prêmios No ano que se encerrou, a Sucon trouxe para a autarquia o prêmio Solo Seguro, do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), e a menção honrosa do prêmio Ipê de Inovação em Transparência, da Controladoria-Geral do Distrito Federal (CGDF). O prêmio resultou do projeto "Conservação com segurança jurídica: a experiência da Área de Proteção Ambiental São Bartolomeu — APA São Bartolomeu na integração entre licenciamento, regularização fundiária e áreas protegidas”. A menção foi resultado da iniciativa Transparência Ativa na Gestão de Fauna do Distrito Federal. O titular da Sucon, Marcos Cunha, lembra que 2025 foi um ano de muitas entregas. Cita como exemplos a Lei da Brigada, o contrato de manutenção das UCs e a Instrução Normativa que criou o Fundo de Compensação Ambiental. “Essas ações são estruturantes, vão mudar o modo como faremos a gestão de unidades a partir deste ano. Vamos focar um trabalho muito mais preventivo do que reativo em todos os setores da nossa gestão, o que fornece melhor qualidade de vida para nossos usuários”, garante. A governadora em exercício, Celina Leão, ressalta o compromisso do Governo do Distrito Federal (GDF) com a gestão das UCs: “A boa gestão das unidades de conservação é nossa política de governo. A entendemos como crucial por razões que abrangem desde a sustentabilidade ambiental e a proteção da biodiversidade até o desenvolvimento socioeconômico e a qualidade de vida da população”. O presidente do Brasília Ambiental, Rôney Nemer, enfatiza que as grandes entregas, feitas pela Sucon no ano, resultam do compromisso e o empenho dos servidores do órgão ambiental: “É uma equipe muito comprometida com a causa ambiental. Aprendo todo dia com eles. Muitos fazem do seu trabalho, que é proteger o nosso Cerrado, uma missão. Cuidam das nossas Unidades de Conservação como se fossem suas casas, de tanto que se empenham no zelo e na proteção”. Outras Realizações Em 2025, a Sucon também adquiriu 300 kits de equipamentos de proteção individual (EPIs) e materiais para resgate de fauna. Realizou monitoramento de visitação nos parques ecológicos, fez monitoramento da qualidade da água em vários pontos do DF, emitiu vários atos autorizativos para ações e eventos nas UCs e promoveu todas as reuniões ordinárias mensais planejadas para o ano da Comissão de Permanente de Planejamento. *Com informações do Brasília Ambiental

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Competência

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Projeto IA para Negócios tem lançamento marcado para esta sexta (9) no Planetário

O lançamento oficial do projeto IA para Negócios será realizado nesta sexta-feira (9), às 19h, no Planetário de Brasília. A iniciativa resulta de uma parceria entre a Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti-DF) e o Instituto Sarando as Nações, com a finalidade de democratizar o acesso à inteligência artificial (IA) aplicada ao empreendedorismo e ao mercado de trabalho por meio de formação gratuita. A proposta busca aproximar a tecnologia da realidade dos negócios locais, capacitando os participantes para a utilização de ferramentas de IA na rotina profissional. O objetivo é permitir a otimização de processos, a ampliação de resultados e o fortalecimento da competitividade. O público-alvo compreende empreendedores, profissionais, estudantes e demais interessados em inovação. O cronograma de atividades será executado entre os meses de janeiro e março de 2026. Após o evento de lançamento, as ações formativas serão concentradas nas regiões administrativas de Sobradinho e Paranoá. A programação prevê aulas e oficinas práticas fundamentadas em conteúdos que permitem a compreensão da inteligência artificial de forma ética e eficiente. A proposta busca aproximar a tecnologia da realidade dos negócios locais, capacitando os participantes para a utilização de ferramentas de IA na rotina profissional | Foto: Divulgação/Secti-DF Para o secretário de Ciência, Tecnologia e Inovação, Rafael Vitorino, a incorporação de tecnologias emergentes é fundamental para a modernização da economia local e o desenvolvimento de competências profissionais. De acordo com ele, a popularização dessas ferramentas reduz barreiras técnicas e amplia o potencial de crescimento do setor produtivo. "A democratização do conhecimento em inteligência artificial é essencial para que os empreendedores acompanhem as transformações do mercado global. Ao oferecermos esta formação, fornecemos ferramentas práticas para que o pequeno empresário e o profissional autônomo aumentem sua produtividade e inovação. O foco é garantir que a tecnologia seja um vetor de inclusão digital e desenvolvimento econômico em diferentes regiões do Distrito Federal", afirma. A metodologia do projeto é centrada na aplicação prática e estratégica dos conteúdos, sendo acessível inclusive para quem não possui conhecimento técnico prévio. Essa abordagem é considerada fundamental para o fortalecimento do empreendedorismo, pois transforma a inteligência artificial em uma ferramenta produtiva capaz de gerar novas oportunidades de mercado e impulsionar a qualificação profissional diante das demandas do futuro dos negócios.   *Com informações da Secti-DF

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Reeducandos do DF poderão ter acesso a processos seletivos para o ensino superior

A Secretaria de Administração Penitenciária (Seape-DF) amplia o acesso à educação no sistema penal e viabiliza, pela primeira vez, a participação de pessoas privadas de liberdade em processo seletivo para ingresso gratuito no ensino superior público. A iniciativa ocorre por meio de parceria institucional com a Universidade do Distrito Federal Professor Jorge Amaury Maia Nunes (UnDF) e integra o Edital nº 16/2025, que trata do preenchimento de vagas remanescentes em cursos de graduação da instituição. A parceria cria condições para que reeducandos possam disputar vagas no ensino superior, reforçando a educação como política estruturante de ressocialização, qualificação profissional e preparação para o retorno ao convívio em sociedade. Segundo o secretário de Administração Penitenciária do DF, Wenderson Teles, a ação incentiva a educação como pilar fundamental para a ressocialização. “Oferecer o ensino superior no sistema penal é acreditar na transformação das pessoas. Essa iniciativa oferece ferramentas reais para que o reeducando mude sua trajetória. Com qualificação, ele retorna à sociedade com novas perspectivas, o que é fundamental para a segurança pública e para a quebra do ciclo da criminalidade”, destacou o secretário. A iniciativa ocorre por meio de parceria institucional com a Universidade do Distrito Federal Professor Jorge Amaury Maia Nunes (UnDF) | Foto: Divulgação/Seape-DF A Seape-DF tem investido de forma contínua na ampliação das ações educacionais no sistema penal, compreendendo que o acesso à educação, aliado ao trabalho, constitui um dos pilares mais efetivos para a reintegração social. A participação inédita de reeducandos em processo seletivo para cursos de graduação da UnDF consolida a educação prisional como política pública estratégica, alinhada aos princípios da dignidade humana, da inclusão social e da transformação de realidades dentro e fora do sistema penitenciário. Parceria Com o objetivo de viabilizar a participação do maior número possível de pessoas privadas de liberdade, a Seape-DF promoveu alinhamentos institucionais e adotou providências para garantir o cumprimento dos requisitos previstos no edital da UnDF. Considerando o prazo para inscrição, a documentação exigida e a necessidade de avaliação quanto à possibilidade de estudo externo, a ação foi direcionada, neste primeiro momento, a reeducandos em regime semiaberto que estão no Centro de Progressão Penitenciária (CPP) e na Penitenciária Feminina do Distrito Federal (PFDF). O edital da UnDF prevê reserva de vagas para pessoas em privação de liberdade que estejam em regime aberto, semiaberto ou em livramento condicional no Distrito Federal, reafirmando o compromisso institucional com a inclusão e a responsabilidade social. A seleção ocorre com base nas notas do Exame Nacional do Ensino Médio para Pessoas Privadas de Liberdade (Enem/PPL), considerando uma das últimas cinco edições, além da avaliação da Carta de Intenção, etapa essencial do processo seletivo. A Seape-DF enviou 86 cartas de intenção produzidas por reeducandos interessados em participar do processo seletivo. No Centro de Progressão Penitenciária, 77 reeducandos manifestaram interesse e solicitaram apoio para a elaboração do documento. Já na Penitenciária Feminina do Distrito Federal, nove reeducandas participaram da produção das cartas. A Carta de Intenção avalia critérios como apresentação pessoal, interesse pelo curso escolhido e o impacto profissional e social da formação pretendida. A iniciativa contou ainda com o apoio do Centro Educacional 01 de Brasília, que, em atuação conjunta com a Seape-DF, realizou busca ativa para a obtenção das declarações de conclusão do ensino médio necessárias à habilitação dos candidatos, assegurando o cumprimento das exigências editalícias dentro do prazo. O cronograma do processo seletivo prevê inscrições online até domingo (11), análise documental e avaliação das cartas de intenção entre os dias 12 e 16, divulgação do resultado final no dia 23 e início das aulas em 9 de fevereiro, conforme calendário oficial da UnDF. *Com informações da Secretaria de Administração Penitenciária do Distrito Federal (Seape-DF)

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Campanha Fazer o Bem Tá na Moda chega à quarta edição fortalecendo o empreendedorismo feminino

A campanha Fazer o Bem Tá na Moda, promovida pela Secretaria de Justiça e Cidadania (Sejus-DF), segue transformando realidades por meio da solidariedade, da economia circular e do fortalecimento do empreendedorismo feminino. Ao longo das três edições já realizadas, mais de 500 mulheres em situação de vulnerabilidade social foram beneficiadas, seja com oportunidades de geração de renda, seja com acesso a produtos de qualidade que representam um novo começo. A quarta edição da campanha foi lançada em dezembro, quando 100 mulheres com independência financeira receberam as bolsas do programa, confeccionadas com tecidos doados, para que pudessem preenchê-las com roupas, calçados e acessórios de uso próprio e em bom estado. As doações vão contemplar, ainda este mês, outras 100 mulheres em situação de vulnerabilidade, desta vez gestantes da Cidade Estrutural atendidas pelo projeto Mantinha. Cem mulheres da Estrutural ganharão as bolsas com roupas, calçados e acessórios de uso próprio | Fotos: Jhonatan Vieira/Sejus As bolsas entregues às participantes são confeccionadas por reeducandas da Fundação de Amparo ao Trabalhador Preso (Funap-DF), vinculada à Sejus-DF. Além de aprenderem um ofício, essas mulheres privadas de liberdade recebem remuneração e têm direito à remição de pena, reforçando o caráter de ressocialização e inclusão social da iniciativa. A secretária de Justiça e Cidadania, Marcela Passamani, destacou que o projeto vai muito além do ato de doar. Segundo ela, o Fazer o Bem Tá na Moda cria uma corrente de transformação que impacta tanto quem contribui quanto quem recebe. “É sobre sintonia e sobre escolher olhar para o outro. Quem doa também se transforma, ao entender que um gesto simples pode mudar uma vida. Mas, principalmente, quem recebe encontra ali uma oportunidade concreta de recomeço, de autonomia e de novos caminhos”, afirmou. Lili Lima: "Muitas mulheres vão dar os primeiros passos aqui e conquistar sua autonomia" Entre as participantes da quarta edição está a empresária da área da saúdeLili Lima, presidente do Conselho da Mulher Empreendedora e da Cultura (CMEC) do Sudoeste, que recebeu uma das bolsas para montar com itens doados. Para ela, a campanha tem um forte potencial de transformação social. “Empreender é libertador. A campanha é muito bem-pensada e começa com um gesto de doação que pode se transformar, no futuro, em um negócio. Muitas mulheres vão dar os primeiros passos aqui e conquistar sua autonomia”, destacou. Projeto Mantinha Nesta edição, as doações arrecadadas pela campanha beneficiarão gestantes acompanhadas pelo projeto Mantinha, iniciativa que atua há quase dez anos na Cidade Estrutural levando cuidado, informação e apoio a mulheres durante a gestação. Criado em 2016, o projeto promove encontros mensais com orientações sobre gestação, parto, pós-parto, maternidade consciente e planejamento familiar, além de distribuir cestas básicas às participantes ao longo do acompanhamento. Para a coordenadora do projeto Mantinha, Stela Lobato, a parceria com o Fazer o Bem Tá na Moda representa reconhecimento e fortalecimento da iniciativa. “Receber essa visibilidade e participar de uma parceria desse tamanho nos dá fôlego e mostra que estamos no caminho certo. São quase dez anos de trabalho, e ver isso se desdobrar em novas oportunidades é muito especial”, afirmou. Rede do bem que se expande [LEIA_TAMBEM]A quarta edição da campanha também contou com o apoio de parceiros que contribuíram para tornar o projeto possível. A empresária Leila Bessa doou os tecidos utilizados na confecção das bolsas, reforçando o compromisso com a sustentabilidade e a economia circular. Já a Artefactor, que cedeu o espaço para o lançamento, foi apontada como um ambiente de conexão e encontro entre pessoas dispostas a fazer o bem. Para Milena Trindade, uma das gestoras da marca em Brasília, ser palco da iniciativa é uma forma de colocar o propósito em prática. Ao unir solidariedade, empreendedorismo, sustentabilidade, ressocialização e cuidado social, o Fazer o Bem Tá na Moda se consolida como uma das iniciativas mais emblemáticas da Sejus-DF no fortalecimento de mulheres e na promoção da cidadania. *Com informações da Sejus-DF  

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Hfaus dá as primeiras altas do ano a animais silvestres

O Hospital e Centro de Reabilitação da Fauna Silvestre do Distrito Federal (Hfaus) iniciou 2026 com cerca de 100 pacientes e deu as primeiras altas do ano nesta quinta-feira (8). Entre os animais recuperados pela instituição do Governo do Distrito Federal (GDF), estão um filhote de bugio encontrado debilitado e com ferimento em um dos dedos, diversas aves e um jacaré — resgatado após ficar preso na piscina de uma residência na região de Planaltina. Jacaré resgatado em uma piscina residencial recebe tratamento para ser reencaminhado à natureza | Fotos: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília O réptil chegou ao hospital com quadro de desidratação e hipotermia, mas já está estabilizado e pronto para retornar ao ambiente natural. Os animais foram encaminhados ao Centro de Triagem de Animais Silvestres (Cetas), do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), para reintrodução na natureza. Aves estão entre as principais espécies que já passaram pelo hospital  Somente nos primeiros dias deste ano, quase 100 exemplares, entre aves, mamíferos e répteis, já passaram pelo hospital. No ano passado, o Hfaus prestou cerca de 3 mil atendimentos, reforçando a importância da estrutura para a preservação da fauna silvestre do Distrito Federal e Entorno. De acordo com o biólogo e coordenador da unidade, Thiago Marques, a maior parte dos resgates começa com o acionamento feito pela própria população, que encontra os animais em áreas urbanas e comunica os órgãos ambientais, permitindo que o socorro seja realizado de forma segura. O biólogo Thiago Marques coordena o Hfaus: “Somos o primeiro hospital público focado exclusivamente no atendimento de animais silvestres, e isso é motivo de muito orgulho para toda a equipe. É esse esforço coletivo que garante aos animais uma nova chance de voltar para a natureza” “Somos o primeiro hospital público focado exclusivamente no atendimento de animais silvestres, e isso é motivo de muito orgulho para toda a equipe, mas nada disso seria possível sem o trabalho em conjunto com a Polícia Ambiental, Bombeiros, órgãos ambientais como o Cetas e também o apoio da população, que é fundamental nesse processo”, enfatiza o gestor. “É esse esforço coletivo que garante aos animais uma nova chance de voltar para a natureza.” No hospital, os animais passam por uma abordagem multidisciplinar que envolve cuidados clínicos, alimentação adequada e enriquecimento ambiental para estimular comportamentos naturais e garantir que estejam aptos para viver em liberdade. Após a alta hospitalar, eles são encaminhados ao Cetas, onde permanecem em quarentena e passam por reavaliações comportamentais e físicas. Se apresentarem instinto de sobrevivência e autonomia, são considerados aptos para soltura. Resgate no aeroporto [LEIA_TAMBEM]Também recebeu alta um cachorro-do-mato que, resgatado dentro de um hangar do Aeroporto Internacional de Brasília pela Polícia Militar Ambiental em 31 de dezembro de 2025, será reintroduzido ao habitat natural em outro momento. Após passar por exames clínico-laboratoriais, avaliações de imagem, tratamento contra verminose e cuidados nutricionais, o animal está apto para ser encaminhado ao Cetas, onde passará pela etapa final antes da soltura em um recinto específico para recebê-lo. Segundo o coordenador do Hfaus, muitos animais chegam ao hospital aparentando um único problema, mas acabam sendo diagnosticados com outras alterações de saúde durante a triagem. No caso do cachorro-do-mato, além do estresse provocado pelo deslocamento até a área urbana, foram identificadas parasitoses e outras intercorrências que exigiram acompanhamento veterinário especializado. “As ações antrópicas acabam fazendo com que esses animais saiam da sua condição natural, então eles correm para a rodovia e outras áreas próximas”, explica o biólogo. “Eles já estão com todos os exames bons, e ficamos muito felizes de realizar as primeiras altas de 2026.”  

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Fim de semana no DF tem sessão gratuita de ‘O Agente Secreto’ no Cine Brasília e mais atrações

Está em Brasília neste começo de ano? Que tal aproveitar para conhecer alguns dos principais pontos turísticos da cidade? Melhor ainda se for possível conciliar essa visita com atividades culturais. Neste fim de semana, vários equipamentos geridos pelo Governo do Distrito Federal (GDF) têm opções para quem quer esse combo. Uma boa alternativa é a exibição gratuita de O Agente Secreto na primeira Sessão Acessível de 2026 no Cine Brasília, no sábado (10). O longa, que pode representar o Brasil no Oscar 2026, será exibido com recursos de acessibilidade de Libras e legendas descritivas, além de audiodescrição, em uma sessão voltada a pessoas com deficiência. O filme O Agente Secreto é uma das pedidas do fim de semana | Fotos: Divulgação Até o fim de janeiro, o local ainda recebe as mostras Segunda Chamada e Sucessos de Bilheteria. Neste fim de semana, além de O Agente Secreto, estão entre as opções as animações Zootopia 2 e Flow — vencedor do Oscar de Melhor Animação em 2025. Confira a programação completa. No Museu de Arte de Brasília (MAB), o foco são as crianças. O programa Férias no MAB tem uma vasta programação, que inclui visitas, contação de histórias e oficinas, ao longo de todo o mês. A lista completa pode ser conferida nas redes sociais do museu. O público infantil também tem vez no Espaço Cultural Renato Russo, que recebe, até 12 de fevereiro, o curso “Criançaria: dança, riso e poesia”. As aulas serão ministradas às quintas-feiras, à noite, e as inscrições custam a partir de R$ 100. Mais informações nas redes sociais do espaço. A Biblioteca Nacional de Brasília (BNB), na Esplanada dos Ministérios, por sua vez, sedia, até a próxima segunda-feira (12), o Brasília Chess Open, etapa de um torneio nacional de xadrez. Os visitantes podem assistir às partidas, além de conferir as atividades habituais da BNB, que estará aberta das 8h às 20h no sábado e das 8h às 18h no domingo. A Biblioteca Nacional de Brasília (BNB) recebe o Brasília Chess Open, torneio nacional de xadrez Também na Esplanada dos Ministérios, a Casa de Chá reabriu as portas após o recesso de fim de ano. Quem passar pela Praça dos Três Poderes pode conferir as delícias do local das 10h30 às 19h30. Para quem quer conhecer os atrativos turísticos da capital federal, independentemente de programação, a Secretaria de Turismo (Setur-DF) organizou rotas, que valorizam diferentes áreas. Há, por exemplo, a Rota do Queijo, a Rota Arquitetônica, a Rota do Rock e a Rota da Paz, esta última dedicada aos espaços de fé e misticismo. Confira todas as rotas aqui. Há ainda a opção de aproveitar o Zoológico de Brasília e o Jardim Botânico de graça aos domingos, pelo programa Lazer para Todos. Também dá para chegar a todos os atrativos aos domingos sem pagar tarifas no metrô e nos ônibus, pelo Vai de Graça.  

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Acompanhe o projeto da reforma do Pavilhão de Exposições do Parque da Cidade 

A Secretaria de Projetos Especiais (Sepe-DF) vai promover sessões de roadshow —  eventos itinerantes de lançamento de produtos — voltadas à apresentação dos estudos de viabilidade e ao diálogo com potenciais interessados no projeto de reforma do Pavilhão de Exposições do Parque da Cidade Dona Sarah Kubitschek. Investidores, operadores e demais profissionais interessados poderão participar das discussões sobre a reforma do espaço no Parque da Cidade | Foto: Fabio Sousa/Sepe-DF A iniciativa integra o processo de estruturação do projeto conduzido pela Sepe-DF e tem como objetivo ampliar a transparência, esclarecer aspectos técnicos da modelagem e promover a participação de investidores, operadores e instituições interessadas. O roadshow ocorrerá mediante agendamento, até o dia 14 deste mês, de segunda a sexta-feira, em sessões virtuais com duração aproximada de 60 minutos. As reuniões poderão ser realizadas das 10h às 12h e das 15h às 18h. O link de acesso será disponibilizado pela secretaria aos participantes previamente confirmados. Audiência pública Além do roadshow, a Sepe-DF vai promover uma audiência pública para apresentação dos estudos de viabilidade e discussão da minuta do edital do projeto. Esse encontro será às 10h do dia 15, em formato online, com transmissão ao vivo pelo canal oficial da secretaria no YouTube. A audiência tem como finalidade ampliar o diálogo com a sociedade, permitir a manifestação dos interessados e contribuir para o aprimoramento do projeto. [LEIA_TAMBEM]Quem estiver interessado em participar do roadshow deve fazer a inscrição com antecedência mínima de 48 horas, respeitando a data-limite do dia 12 deste mês. As solicitações devem ser encaminhadas para o e-mail sepe.supac@buriti.df.gov.br. O roadshow e a audiência pública compõem as etapas preparatórias do projeto de modernização, que prevê a seleção de concessionária, por meio de licitação na modalidade concorrência, para a gestão, exploração, promoção, reforma e execução melhorias no Pavilhão de Exposições do Parque da Cidade. A ação reforça o compromisso do Governo do Distrito Federal com a construção de projetos estruturados, baseados no diálogo com o mercado e na participação social.   *Com informações da Sepe-DF  

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Janeiro Branco orienta servidores do GDF sobre saúde mental

Com foco na promoção da saúde mental e do bem-estar, a Secretaria de Economia (Seec-DF), por meio da Secretaria Executiva de Valorização e Qualidade de Vida (Sequali), realiza, até o dia 31 deste mês, uma ação especial em alusão à campanha Janeiro Branco, voltada a servidores, empregados públicos e colaboradores. Ao longo de todo o mês, serão divulgados vídeos explicativos e conteúdos informativos nas redes sociais da Seec-DF, com orientações e reflexões sobre a importância do cuidado com a saúde mental, a prevenção do adoecimento emocional e a construção de uma rotina mais equilibrada. Além das ações digitais, a programação conta com atividades presenciais promovidas pela Academia Buriti, que oferecerá aulões de respiração funcional, cardio, yoga, dança circular e dança charme. As atividades buscam integrar saúde física e mental, reforçando a importância do autocuidado como parte da qualidade de vida no trabalho. As inscrições podem ser feitas por meio do WhatsApp da Academia Buriti. Os aulões ocorrerão de forma presencial, e os interessados deverão se inscrever previamente, conforme orientações que serão divulgadas nos canais oficiais da Secretaria de Economia | Foto: Divulgação/Seec-DF Os aulões ocorrerão de forma presencial, e os interessados deverão se inscrever previamente, conforme orientações que serão divulgadas nos canais oficiais da Secretaria de Economia. “Cuidar da saúde mental é essencial para o bem-estar individual, para a construção de relações de trabalho mais saudáveis e para a melhoria do ambiente institucional. Com essa iniciativa, o GDF reafirma seu compromisso com a valorização das pessoas”, destaca o secretário-executivo de Valorização e Qualidade de Vida, Epitácio Júnior. Confira abaixo a programação. Aulão de respiração funcional - Aprenda a técnica para relaxar a mente - Quinta-feira (8), às 17h - Professor Aldo Júnior - Inscrições pelo WhatsApp da Academia Buriti Aulão de dança circular - Conecte corpo e mente por meio de movimentos rítmicos em roda - Sexta-feira (9), às 13h10 - Professora Sevília Ximenes Aulão de cardio - Revitalize corpo e mente - Dia 16, às 12h10 - Professora Sueli Moraes Aulão Paz e equilíbrio - equipamento Bosu - Aulão com equipamento para desenvolver equilíbrio - Dia 22, às 12h10 - Professor Renato Pinheiro Aulão de yoga - Esvazie sua mente - Dia 23, às 13h10 - Professor Mestre Dada Aulão de dança charme - Movimente sua mente pela coordenação motora - Dia 30, às 12h10 - Professora Sueli Moraes   *Com informações da Seec-DF

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Biblioteca Nacional recebe pela primeira vez o torneio de xadrez Brasília Chess Open

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PREGÃO ELETRÔNICO  nº 90019/2025

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GDF entrega licença ambiental do Assentamento Patrícia Aparecida, no Paranoá

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🚨⚽Planejamento integrado reforça a segurança nos jogos do Candangão Série A 2026

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Cepi Rosa do Campo acolhe famílias de Santa Maria e leva desenvolvimento infantil para mais de 200 crianças

Inaugurado há pouco mais de um ano e meio por este Governo do Distrito Federal (GDF), o Centro de Educação da Primeira Infância (Cepi) Rosa do Campo, em Santa Maria, já se consolidou como ponto de acolhimento, segurança e desenvolvimento infantil para a comunidade. Esse é um dos 27 inaugurados pelo governador Ibaneis Rocha desde 2019. Por lá, o investimento foi superior a R$ 4,2 milhões e hoje atende a mais de 200 crianças de até 3 anos em período integral. É nesse cenário de estrutura qualificada e atendimento humanizado que muitas famílias encontraram a chance de reorganizar a rotina, trabalhar com tranquilidade e garantir segurança aos filhos. Esse é o caso da autônoma Antonia Leite, 36 anos, e do agente de portaria José Carlos Silva de Lacerda, 44. Pais de Ângelo Miguel, de 3 anos, e da pequena Maria Clarice, de 2, eles contam que a creche chegou como fonte de apoio em um momento delicado. Centro de Educação da Primeira Infância (Cepi) Rosa do Campo, em Santa Maria, já se consolidou como ponto de acolhimento, segurança e desenvolvimento infantil para a comunidade | Fotos: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília “Perdi meu filho mais novo há oito meses e a escola foi o nosso apoio, a nossa fortaleza. Depois disso, eu comecei a ficar mais preocupada de alguma coisa acontecer com Ângelo ou com Maria Clarice. Eu sempre ligava aqui para escola questionando e eles me mandavam foto, me acalmavam. Foram muito atenciosos com a fase que estávamos passando”, conta Antonia. A integração entre escola, família e alunos também foi o que mais chamou a atenção da autônoma Kerollen Araújo, 34. Mãe de Benjamin, de 1 ano e 6 meses, ela ressalta a importância do convívio social para garantir o desenvolvimento do filho e reorganizar as demandas do trabalho. “Ele está muito mais inteligente. Chega em casa contando, pedindo água, demonstrando coisas que aprendeu aqui”, relata. Segundo Kerollen, se não fosse o apoio do GDF, o custo seria alto para pagar uma instituição particular: “Eu tenho dois filhos e eu gastava R$ 800 por mês para alguém ficar com eles. Hoje, é um dinheiro que eu posso usar para comprar coisas para eles, brinquedos, livros ou para pagar as contas de casa. Ajuda muito mesmo.” “Ele está muito mais inteligente. Chega em casa contando, pedindo água, demonstrando coisas que aprendeu aqui", relata Kerollen Araújo, mãe do pequeno Benjamim Para além do ensino e do cuidado dentro de sala de aula, os centros de educação da primeira infância (Cepis) cuidam também do vínculo da equipe pedagógica com a comunidade. “Eu enxergo esse lugar como uma família. Tenho uma troca muito boa com professoras, monitoras e a diretoria. Tudo o que acontece aqui dentro eu sou informada. E o Benjamin demonstra tudo isso quando chega em casa ou quando venho deixá-lo. Dá para ver que ele fica feliz de estar aqui”, acrescenta Kerollen. A creche dispõe de 1.311,97 m², seguindo o padrão do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE). Ao todo, são dez salas de atividades, sala multiúso, lactário, solários, fraldários, espaço de amamentação, refeitório, playground, pátio para brinquedos, sanitários acessíveis, além de cozinha, lavanderia e áreas administrativas. O funcionamento integral, das 7h30 às 17h30, garante até dez horas de atendimento diário, com cinco refeições, banho, hora do sono e atividades pedagógicas. A estrutura robusta e moderna dos novos prédios reflete diretamente no avanço no comportamento e desenvolvimento das crianças, conforme relatam os pais. “O Ângelo não sabia brincar com outros colegas. Hoje é super comunicativo, já faz até apresentação em grupo”, conta Antonia Leite, mãe do pequeno. Acolhimento não só para crianças “As nossas crianças aprendem brincando, com musicalização e rodinhas. A gente percebe cada vez mais o avanço delas por meio do lúdico”, conta Maria de Fátima Nunes, diretora do Cepi De acordo com a diretora do Cepi, Maria de Fátima Nunes, o trabalho vai além do cuidado cotidiano. “A gente preza por esse momento com os filhos e com a família, porque eles também são nossos pilares. Não tem como trabalhar com a criança sem acolher o pai, a mãe, os irmãos. Mantemos a família sempre muito perto”, explica. Segundo ela, o desenvolvimento infantil é estimulado principalmente por atividades lúdicas. “As nossas crianças aprendem brincando, com musicalização e rodinhas. A gente percebe cada vez mais o avanço delas por meio do lúdico”, diz. Atualmente, os berçários contam com uma professora e duas monitoras; as turmas de maternal, com uma professora e uma monitora. “Procuramos acolher as crianças da melhor forma possível para que os pais possam trabalhar tranquilos”, complementa.  

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Ouvidoria da Secretaria de Saúde recebeu 77 mil manifestações em 2025

A população da capital federal teve voz ativa nas ações da Secretaria de Saúde (SES-DF). Entre 1º de janeiro e 31 de dezembro de 2025, a pasta recebeu por volta de 77 mil manifestações em seu sistema de ouvidoria. Com relação ao trabalho de servidores, os profissionais de saúde foram os que mais receberam elogios dentre as atuações que compõem o Governo do Distrito Federal (GDF). A moradora de Santa Maria, Daerdane dos Santos, 33 anos, precisava cadastrar um dos três filhos em sua Unidade Básica de Saúde (UBS) de referência, para que conseguisse uma consulta médica pela rede da SES-DF. Após não ter sucesso em agendar o serviço, recorreu ao Participa DF para registrar uma reclamação e conseguir resolver o problema. A Ouvidoria é o canal oficial de relacionamento do cidadão com o GDF, registrando quaisquer manifestações relacionadas aos serviços prestados pela Administração. Foto: Yuri Freitas/Agência Saúde DF Em cinco dias, Daerdane recebeu a visita de Agentes Comunitários de Saúde (ACS), que cadastraram toda a família na UBS e já marcaram a consulta do filho caçula. “O sistema foi muito eficiente, muito prestativo, acolhedor. O interessante é você poder acompanhar toda a situação por meio do Participa DF. A comunicação, a resposta da ouvidoria pelo e-mail, me dando um feedback, foi essencial”, relembra. Direito previsto na Constituição O chefe da Ouvidoria da SES-DF, Thyerys Araruna, ressalta que o direito do cidadão à saúde é reforçado pelos princípios de participação da sociedade nas decisões da administração pública. “O texto constitucional incluiu a eficiência como princípio obrigatório da administração e abriu caminho para que a população pudesse participar ativamente da fiscalização e do aperfeiçoamento dos serviços oferecidos pelo Estado”, reforça o gestor. O fortalecimento dos sistemas de ouvidoria no país coincide, segundo Araruna, com a consolidação do Sistema Único de Saúde (SUS). “Na prática, as ouvidorias funcionam como canais democráticos que recebem, analisam e encaminham manifestações da população. As informações coletadas são sistematizadas e utilizadas para aprimorar políticas e gestão. Elas operam em rede integrada nas diferentes esferas do SUS, promovendo a corresponsabilização entre gestores e cidadãos”, explica. Transparência ativa [LEIA_TAMBEM]Além do sistema de ouvidoria, a SES-DF disponibiliza informações de interesse do cidadão sem que haja necessidade de requerimento prévio — a chamada “transparência ativa”. Um exemplo é o sistema de monitoramento das portas do Serviço Hospitalar de Emergência, criado pela pasta neste ano. A iniciativa, inédita no Brasil, rendeu à SES-DF o Prêmio Ipê de Inovação em Transparência 2025 e o Prêmio do Índice de Transparência (ITA) do GDF. O sistema de monitoramento acompanha, em tempo real, as portas de emergências dos hospitais da pasta. A ferramenta transforma dados internos em informação transparente e atualizada automaticamente, disponibilizada em um mapa interativo, mostrando painéis por unidades hospitalares e atenção especializada, além de consulta individual da posição na fila. Pelo painel, o usuário identifica, por exemplo, quantos pacientes aguardam em cada porta de emergência; o tempo médio de espera por classificação de risco; o volume de atendimento; a situação por território, hospital e especialidade; e espera de atendimento. *Com informações da SES-DF  

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Operação Sossego aborda 220 condutores em Samambaia

O Departamento de Trânsito do Distrito Federal (Detran-DF) realizou, entre 21h e 23h desta quarta-feira (7), mais uma edição da Operação Sossego, desta vez na região de Samambaia. A ação teve como foco a fiscalização de motocicletas e a redução de infrações que colocam em risco a segurança viária. Em duas horas, foram realizadas 220 abordagens. Durante a operação, os agentes identificaram um número expressivo de irregularidades, com destaque para motocicletas utilizadas em serviços de entrega por aplicativo. Muitos desses veículos apresentavam problemas como escapamentos irregulares, ausência de equipamentos obrigatórios e más condições de conservação, fatores que aumentam o risco de sinistros de trânsito. A Operação Sossego leva segurança ao motociclista e a outros motoristas | Foto: Divulgação/Detran-DF Ao todo, 30 motocicletas foram flagradas com escapamentos irregulares, prática que, além de causar poluição sonora, compromete a segurança e o bem-estar da população. A fiscalização também resultou na autuação de 17 condutores inabilitados e de sete motoristas com a Carteira Nacional de Habilitação (CNH) vencida há mais de 30 dias.  Outro ponto de atenção foi o uso inadequado do capacete. Doze motociclistas foram autuados por utilizarem o equipamento em desacordo com a legislação de trânsito. O uso incorreto do capacete é um fator relevante para a ocorrência de sinistros graves. Utilizá-lo corretamente é fundamental para a preservação da vida do motociclista. A operação identificou ainda seis veículos com o sistema de iluminação alterado, oito motocicletas sem retrovisores, quatro veículos em mau estado de conservação e três casos de equipamento de segurança ineficiente. Foram registradas outras 20 infrações por motivos diversos. Destaque [LEIA_TAMBEM]Um dos destaques da ação foi a abordagem de um motociclista inabilitado que conduzia o veículo com o proprietário da moto na garupa. Embora habilitado, o proprietário foi autuado por entregar o veículo a pessoa não habilitada. Ambas as infrações são consideradas gravíssimas e acarretam a suspensão do direito de dirigir. Segundo o diretor de Policiamento e Fiscalização de Trânsito do Detran-DF, Danilo Lino, a Operação Sossego é uma das ações mais efetivas do órgão. “O motociclista é um dos atores mais vulneráveis do trânsito e representa uma parcela significativa das vítimas de sinistros. Por isso, é fundamental desenvolver ações e operações voltadas à segurança desse público e, consequentemente, de todos os usuários das vias do DF. Nosso objetivo é salvar vidas”, destacou. *Com informações do Detran-DF  

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Saúde amplia metodologia que foca na agilidade no atendimento a usuários do SUS 

O Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF) começou este ano com um reforço importante na forma de organizar o trabalho dentro das unidades. A metodologia Lean, que ajuda a enxugar burocracias, reduzir atrasos e tornar os serviços mais ágeis, vai ser aplicada também nos setores de Recursos Humanos do Hospital Regional de Santa Maria (HRSM) e das unidades de pronto atendimento (UPAs). A expectativa é que os reflexos cheguem até o usuário do SUS, ainda neste ano, com equipes mais bem-estruturadas, processos mais rápidos e maior apoio aos profissionais que atendem a população. Com a implantação do projeto, profissionais de saúde terão como dedicar mais atenção a demandas sensíveis | Foto: Alberto Ruy/IgesDF A ampliação do Lean para o RH representa um avanço na consolidação da metodologia dentro do IgesDF. Na prática, permitirá a redução de processos excessivos, maior automatização de rotinas administrativas e uma gestão mais inteligente do tempo e dos fluxos de trabalho. Com isso, os profissionais da área poderão dedicar mais atenção a demandas que exigem sensibilidade, análise humana e tomada de decisão qualificada, fortalecendo o cuidado também nos bastidores da assistência. “Quando falamos em eficiência, falamos em cuidar melhor das pessoas, otimizar recursos públicos e garantir que o paciente esteja no centro das decisões. O Lean tem mostrado que é possível transformar processos e, ao mesmo tempo, humanizar o atendimento” Cleber Monteiro, diretor-presidente do IgesDF Esse movimento é resultado direto dos ganhos obtidos ao longo de 2025, ano em que o projeto Lean se consolidou como uma ferramenta estratégica de transformação no Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF) e no Hospital Regional de Santa Maria (HRSM). A metodologia impactou positivamente tanto a assistência direta ao paciente quanto os processos de gestão e apoio, demonstrando que eficiência e humanização caminham juntas. Resultados comprovados O diretor-presidente do IgesDF, Cleber Monteiro, vê no projeto Lean um pilar fundamental para o futuro da instituição: “Quando falamos em eficiência, falamos em cuidar melhor das pessoas, otimizar recursos públicos e garantir que o paciente esteja no centro das decisões. O Lean tem mostrado que é possível transformar processos e, ao mesmo tempo, humanizar o atendimento”. Durante 2025, as ações implementadas tiveram como foco o aumento da produção assistencial, a redução da superlotação, a diminuição de cancelamentos, a padronização de processos e a otimização do tempo de atendimento. Os resultados refletiram ganhos concretos de eficiência operacional, qualidade do cuidado e melhoria do ambiente de trabalho para os profissionais de saúde. No Centro Cirúrgico do Hospital de Base, onde a metodologia foi iniciada em agosto de 2023, os avanços foram históricos. O ano de 2025 registrou recordes de cirurgias em maio, julho e setembro, com até 1.333 procedimentos em um único mês, representando um aumento de 40% em relação ao período anterior à implantação da metodologia. Também houve crescimento de 20% no início das primeiras cirurgias (realizadas até as 7h30) e redução de 28% nos cancelamentos, ampliando o acesso da população aos procedimentos eletivos. Resultados semelhantes foram observados no Centro Cirúrgico Geral e Obstétrico do Hospital de Santa Maria, onde o Lean teve início em maio de 2024. Em 2025, a unidade alcançou crescimento de 10% no total de cirurgias, aumento de 13% nas cirurgias ortopédicas e redução de 13% nos cancelamentos, além de novos recordes mensais de produção, mesmo diante de desafios estruturais enfrentados pela unidade. [LEIA_TAMBEM] No Centro Obstétrico do HRSM, tanto no pronto-socorro quanto na internação, o impacto do Lean foi ainda mais perceptível na experiência das gestantes. Houve aumento de 30% no número de pacientes atendidos, com redução significativa do número médio de internações. A implantação da rastreabilidade de medicamentos, a realização de reuniões multidisciplinares e a criação de fluxos exclusivos reduziram em até 80% o tempo de espera das gestantes que procuram o serviço para administração de medicação, qualificando a experiência do cuidado. “Foi um ano muito relevante e de enorme sucesso do Lean”, avalia o superintendente da Qualidade e Melhoria de Processos do IgesDF, Clayton Souza. “Os resultados são inquestionáveis, mas o grande ganho foi avançar na sustentação da melhoria contínua como cultura do IgesDF. A metodologia Lean é também um modelo mental, um jeito de fazer e enxergar as coisas.” Cultura em construção Além da assistência, o Lean avançou em áreas estratégicas de gestão e suporte. Um dos destaques foi o projeto Lean no RH, iniciado em agosto de 2025, com foco na reposição de vagas sem aumento de custos. Em projeto-piloto no HRSM, houve redução de 80% na quantidade de processos tramitados, e a expectativa é diminuir em 35% o tempo de reposição de vagas. Outro projeto em fase inicial é o de diálise peritoneal no HBDF, que busca ampliar, a partir de 2026, a oferta do procedimento e reduzir custos. A coordenadora de Melhoria Contínua do IgesDF, Isabel Lima, pontua que 2025 foi um ano marcante para a área: “Os resultados demonstram que os esforços para tornar o atendimento mais eficiente e humanizado já começam a ser reconhecidos pelos pacientes e seus acompanhantes”.   *Com informações do IgesDF

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Planetário de Brasília recebe oficinas de ciência e exposição interativa gratuitas

O Planetário de Brasília se transforma, a partir deste mês, em um grande laboratório de experimentação e descoberta. Uma parceria da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação do Distrito Federal (Secti-DF) com o Instituto Futuro Certo traz a Brasília o Planetário Jovem. A iniciativa contempla oficinas temáticas, apresentações, observação astronômica e uma ampla exposição voltada a crianças, adolescentes e jovens, promovendo o conhecimento científico, tecnológico e a inovação, além de estimular a curiosidade e o interesse pelas áreas de ciência e tecnologia. Instalada no espaço externo do Planetário, a exposição contará com totens sustentáveis e permanecerá aberta ao público por 155 dias, promovendo o contato direto com conceitos científicos de forma acessível e lúdica, transformando o espaço em um ambiente de aprendizagem contínua. As oficinas atenderão a mais de mil crianças e adolescentes até março deste ano | Fotos: Divulgação/Secti-DF Para o secretário de Ciência, Tecnologia e Inovação, Rafael Vitorino, o projeto é um pilar estratégico para o desenvolvimento humano e tecnológico do DF. “Nossa missão é democratizar o acesso ao conhecimento e despertar vocações científicas desde cedo. Ao oferecermos uma programação gratuita e de alta qualidade no Planetário, estamos utilizando o lúdico para desmistificar a tecnologia. Queremos que as crianças e jovens do Distrito Federal percebam que a ciência é fascinante, acessível e uma ferramenta essencial para construir o futuro e solucionar desafios reais da nossa sociedade”, destaca Vitorino. Além da exposição, o projeto promoverá oficinas educativas dentro do Planetário, entre janeiro e março de 2026, com capacidade total para 1.080 participantes. Para garantir o atendimento de qualidade e a interação de todos os jovens, serão oferecidas duas turmas por oficina, com 45 vagas disponíveis em cada uma delas. As atividades são organizadas por faixa etária, atendendo crianças e adolescentes de 6 a 14 anos, e adotam metodologias baseadas na experimentação, no trabalho em grupo e no aprendizado ativo. As atividades realizadas no Planetário de Brasília aproximam as crianças da ciência a partir de links com a realidade e com a rotina delas “As oficinas foram pensadas para aproximar a ciência da realidade das crianças, mostrando que aprender pode ser algo divertido, prático e transformador. Usamos materiais simples, muitas vezes reutilizáveis, para mostrar que o conhecimento está ao alcance de todos”, afirma Marcelo de Souza Câmara Cortes, do Instituto Futuro Certo. Programação das oficinas ⇒ Pequenos Inventores (13/1) Estimula criatividade e lógica com invenções simples (catapultas, pontes) Faixa etária: 6 a 8 anos Conteúdo: Força, equilíbrio, movimento Materiais: Palitos, elásticos, papelão Duração: 4h (duas turmas de 45 crianças) ⇒ Micromundo (14/1) Introduz observação científica e biologia básica Faixa etária: 6 a 8 anos Atividade: Coleta e análise de amostras com lupas e microscópios Materiais: Lupas, lâminas, lápis Duração: 4h (duas turmas de 45 crianças) ⇒ A Magia da Eletricidade (15/1) Ensina energia e circuitos simples Faixa etária: 8 a 10 anos Atividade: Experimentos com balões e LEDs Materiais: Pilhas, fios, fita isolante Duração: 4h (duas turmas de 45 crianças, jovens e adolescentes) ⇒ Laboratório Vivo (20/1) Explora ecossistemas e fotossíntese Faixa etária: 10 a 12 anos Atividade: Montagem e observação de terrários Materiais: Garrafões, terra, sementes Duração: 4h (duas turmas de 45 crianças, jovens e adolescentes) ⇒ A Química das Cores (21/1) Mostra reações químicas e variação de pH Faixa etária: 10 a 12 anos Atividade: Extração de pigmentos naturais Materiais: Repolho roxo, vinagre, bicarbonato Duração: 4h (duas turmas de 45 crianças, jovens e adolescentes) ⇒ Missão Espaço (22/1) Introduz astronomia e física básica Faixa etária: 10 a 12 anos Atividade: Construção e lançamento de foguetes PET Materiais: Garrafas, rolhas, bomba de ar Duração: 4h (duas turmas de 45 crianças, jovens e adolescentes) ⇒ DNA e o Corpo Humano (23/1) Explica hereditariedade e estrutura do DNA Faixa etária: 12 a 14 anos Atividade: Extração de DNA de frutas Materiais: Morango, álcool, detergente Duração: 4h (duas turmas de 45 crianças, jovens e adolescentes) ⇒ Energia sustentável (27/1) Aborda energias limpas e renováveis Faixa etária: 12 a 14 anos Atividade: Miniturbinas e painéis solares Materiais: Painéis, motores, fios Duração: 4h  (duas turmas de 45 crianças, jovens e adolescentes) ⇒ Pequenos Meteorologistas (10/3) Observa clima e fenômenos naturais Faixa etária: 8 a 10 anos Atividade: Construção de pluviômetro e anemômetro Materiais: Garrafas PET, régua, papel Duração: 4h (duas turmas de 45 crianças, jovens e adolescentes) ⇒ Laboratório das Ideias (11/3) Desenvolve soluções científicas em grupo Faixa etária: 6 a 14 anos Atividade: Projetos sobre água, energia e resíduos Materiais: Recicláveis e eletrônicos simples Duração: 4h (duas turmas de 45 crianças, jovens e adolescentes) [LEIA_TAMBEM] ⇒ Robótica Sustentável (12/3) Desenvolve raciocínio lógico, criatividade e consciência ambiental Faixa etária: 10 a 14 anos Atividade: Construção de robôs simples com princípios básicos de robótica e circuitos elétricos. Materiais: Sucata eletrônica, motores pequenos, pilhas, fios, fitas adesivas e ferramentas simples Duração: 4h (duas turmas de 45 crianças, jovens e adolescentes) ⇒ Cientistas do Clima (13/3/) Estimula o pensamento científico e a compreensão das mudanças climáticas Faixa etária: 8 a 12 anos Atividade: Experimentos demonstrativos sobre efeito estufa, evaporação e condensação Materiais: Garrafas PET, termômetros, lâmpadas, água, marcadores e cartolina Duração: 4h (duas turmas de 45 crianças, jovens e adolescentes) ⇒ As oficinas ocorrerão em dois turnos, das 8h às 12h e das 14h às 18h, sendo acompanhadas por monitores capacitados e treinados, inclusive para participação de crianças com deficiência, em conformidade com a Portaria nº78, de 11 de julho de 2025. As inscrições deverão ser realizadas pelos responsáveis legais, por meio do site. *Com informações da Secti-DF  

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Detran-DF realiza Operação Sossego em Samambaia

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Ateliê do MAB oferece programação de férias com minicursos de bordado e pintura

Já pensou em começar o ano aprendendo uma nova habilidade manual? Se sim, o Ateliê do Museu de Arte de Brasília (MAB) pode ajudar. O museu preparou uma programação especial para janeiro, com oficinas de pintura e bordado até o dia 18. Basta comparecer ao local no dia e horário indicado e aproveitar a experiência. São abertas 20 vagas por sessão, respeitando a faixa etária de cada uma e participação por ordem de chegada. As oficinas gratuitas compõem o Ateliê do MAB, projeto viabilizado pelo Fundo de Apoio à Cultura (FAC) da Secretaria de Cultura e Economia Criativa (Secec-DF). A iniciativa começou em novembro para oferecer ao público a oportunidade de vivenciar processos artísticos no ambiente do museu, com atividades diversas, incluindo um encontro mediado pelo grafiteiro surdo Odrus sobre artes visuais para pessoas com deficiência. O museu preparou uma programação especial para janeiro, com oficinas de pintura e bordado até o dia 18 | Fotos: Tony Oliveira/Agência Brasília “O Ateliê do MAB traduz aquilo em que acreditamos para a política cultural do Distrito Federal: museus vivos, abertos à cidade e às pessoas”, salienta o titular da pasta, Claudio Abrantes. “Ao ampliar a programação, o MAB se afirma como um espaço de convivência, aprendizado e criação coletiva, onde crianças, jovens e adultos podem experimentar a arte com as próprias mãos. Com o apoio do FAC, estamos garantindo acesso, formação e oportunidades, fortalecendo vínculos e mostrando que a cultura é também um lugar de acolhimento, troca de saberes e construção de cidadania.” Localizado no Setor de Hotéis e Turismo Norte, o MAB foi reaberto por este GDF em 21 de abril de 2021, no aniversário de 61 anos da capital federal. O espaço foi inaugurado como galeria em 7 de março de 1985, sendo fechado em 2007 para reformas, totalizando 14 anos sem funcionamento. De volta ao público, o museu conta com um acervo robusto, com milhares de peças clássicas, modernas e contemporâneas. Segundo a coordenadora do Ateliê do Museu de Arte de Brasília (MAB), Isabela Formiga, a ampliação da programação cultural é uma estratégia para atender a uma demanda antiga do público e fortalecer as ações educativas da instituição. “Quanto mais oficinas e atividades a gente oferece para dialogar com o acervo e proporcionar experiências, mais o lugar ganha força e visitação. É um trabalho de construção de público”, ressalta. “Esse projeto veio para valorizar o que já existia e promover mais práticas artísticas para a comunidade local”. A psicóloga Nathalia Ferreira foi ao Ateliê do MAB acompanhada pela filha Mão na massa Os minicursos foram organizados em módulos sequenciais, permitindo tanto um percurso contínuo de aprendizagem quanto a entrada de novos participantes a qualquer momento. Da última segunda-feira (5) até este domingo (11), o foco será o bordado, enquanto do dia 12 ao 18 os encontros vão abordar a pintura. O período da manhã, a partir das 10h, é dedicado às crianças a partir de 6 anos. À tarde, são atendidos jovens e adultos, às 14h de segunda a sexta e às 16h nos finais de semana. No curso de bordado, os participantes aprendem sobre os tipos de ponto — invisível, atrás, pirulito e corrente — e técnicas para fixar botões e outros materiais. Na oficina de pintura, são incluídos temas como círculo cromático, texturas, luz, sombra e trabalho com camadas, composição e equilíbrio, e figurativo e abstrato. Os mesmos assuntos são abordados com as crianças de modo lúdico, combinando brincadeira, exploração sensorial e criação. A psicóloga Nathalia Ferreira Borba, 40 anos, soube do Ateliê do MAB pelas redes sociais e decidiu levar a filha, a estudante Alice Borba, 10, para aprender a bordar. “É muito interessante ter opções de entretenimento como essas, que servem também para aprender outras formas de expressão, ainda mais no museu, que é um espaço muito propício para conhecer coisas novas”, afirma a mãe. “É um projeto em que recebemos desde crianças a idosos. Tivemos um caso em que o neto trouxe a avó e os dois aprenderam juntos, ou seja, a atividade proporcionou a interação familiar além da descontração e troca de conhecimentos”, destaca o oficineiro Wander Mendes Sem nenhum conhecimento prévio sobre bordado, Alice mostrou curiosidade e animação em participar do minicurso. “Sempre quando eu aprendo uma coisa nova, me sinto muito bem. Não fico só largada no sofá, assistindo televisão, me sinto mais produtiva”, conta. “Ano passado nós viemos para a oficina de biscuit e foi muito legal, deu vontade até de trabalhar com isso”. O oficineiro Wander Mendes ressalta que a programação foi pensada para ser democrática, permitindo a participação de diferentes faixas etárias e níveis de técnica. “É um projeto que recebemos desde crianças a idosos. Tivemos um caso em que o neto trouxe a avó e os dois aprenderam juntos, ou seja, a atividade proporcionou a interação familiar além da descontração e troca de conhecimentos”, afirma. Serviço – Ateliê do MAB Oficinas de pintura e bordado Endereço: Museu de Arte de Brasília, no Setor de Hotéis e Turismo Norte (a linha de ônibus nº 104, saindo da Rodoviária, passa no museu) Horários: 10h para crianças a partir de 6 anos; 14h (finais de semana) e 16h (dia útil) para jovens e adultos Não é necessária a inscrição (20 vagas por sessão) Funcionamento: Todos os dias, exceto terça-feira, de 10h às 19h Acesso: gratuito.

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Quarta edição do programa Mulher, Não se Cale! atendeu a mais de 646 mil pessoas no DF

A campanha Mulher, Não se Cale! orienta, acolhe e amplia o debate sobre a violência contra a mulher ao alcançar o público em seu dia a dia nas estações do metrô do Distrito Federal, um dos principais espaços de circulação de mulheres no transporte público. Na 4ª edição, encerrada após quatro meses de ações, o projeto se consolidou como uma das maiores campanhas de prevenção e enfrentamento à violência de gênero no DF, impactando mais de 646 mil pessoas por meio de atendimentos diretos, abordagens, distribuição de materiais informativos e veiculação educativa. O impacto humano da campanha pode ser visto em histórias como a de Kathelyn, mulher em situação de vulnerabilidade social que frequentava diariamente o Estande da Beleza, onde recebia maquiagem, massagem e acolhimento. Ao final das atividades, ela deixou uma carta emocionada para a equipe: “Família, vocês trazem muitas coisas boas para mim, amo vocês. Eu morava numa profunda escuridão, onde não encontrava saída. Obrigada por tornar minha vida melhor.” O relato simboliza a força transformadora do projeto, que vai além da entrega de serviços e promove autoestima, apoio emocional e esperança. Mulher em situação de vulnerabilidade deixou bilhete de agradecimento à equipe do Estande da Beleza | Foto: Divulgação/SMDF Realizado pelo Governo do Distrito Federal (GDF), por meio da Secretaria da Mulher, em parceria com o Instituto Inside e com apoio do Metrô-DF, o projeto atuou em três frentes principais: Estande da Beleza, Estande Itinerante e veiculação educativa. Juntas, essas ações garantiram presença constante em diversas estações e permitiram que a campanha dialogasse diretamente com a população ao longo de todo o período. Segundo a governadora em exercício Celina Leão, “a 4ª edição do projeto Mulher, Não se Cale! reafirma nosso compromisso com a proteção das mulheres e a conscientização da sociedade sobre todas as formas de violência de gênero. Ao levar informação, orientação e serviços diretamente às estações do metrô, conseguimos ampliar o debate público e fortalecer o apoio às mulheres em situação de vulnerabilidade. Cada ação, cada atendimento e cada campanha educativa reforçam que reconhecer e prevenir a violência é responsabilidade de todos”. "Ao levar informação, orientação e serviços diretamente às estações do metrô, conseguimos ampliar o debate público e fortalecer o apoio às mulheres em situação de vulnerabilidade" Celina Leão, governadora em exercício No Estande da Beleza, instalado nas estações Galeria, Praça do Relógio e Ceilândia Centro, foram realizados 2.520 atendimentos diretos, incluindo maquiagem, massagem e acolhimento especializado, com orientações sobre canais de denúncia e serviços de apoio. As promotoras que atuaram no local realizaram ainda cerca de 50 mil abordagens, ampliando o repasse de informações e o alcance das ações educativas. O Estande Itinerante percorreu dez estações entre setembro e outubro, realizando atendimentos rápidos e próximos ao público, com a entrega de materiais informativos e orientações sobre prevenção e enfrentamento à violência. No total, essa frente registrou aproximadamente 18.740 abordagens, fortalecendo o vínculo direto com mulheres que transitam pelo sistema metroviário. [LEIA_TAMBEM]A campanha também se destacou pela veiculação educativa contínua. Durante 93 dias, peças visuais permaneceram expostas em estações e trens, atingindo um público indireto estimado em 500 mil pessoas. A iniciativa foi reforçada pela distribuição de mais de 90 mil folders e 5.621 ecobags, ampliando o alcance da mensagem de prevenção e conscientização. Para a secretária da Mulher, Giselle Ferreira, os resultados comprovam o impacto da iniciativa: “Esta edição do projeto mostrou a força da informação na prevenção da violência contra a mulher. Com as ações nas estações do metrô, alcançamos milhares de pessoas, levando conhecimento sobre os diferentes tipos de violência e orientações sobre como buscar ajuda. Cada frente da campanha — educativa, itinerante e o Estande da Beleza — reforçou nosso compromisso em proteger, acolher e empoderar as mulheres do Distrito Federal”. *Com informações da Secretaria da Mulher  

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GDF amplia manutenção de vias em São Sebastião após chuvas fortes

Um trabalho em conjunto de órgãos do Governo do Distrito Federal (GDF) segue em São Sebastião para atender demandas relacionadas à malha viária afetada pelas chuvas recorrentes. A parceria conta com o programa GDF Presente, a Companhia Urbanizadora Nova Capital (Novacap), o Serviço de Limpeza Urbana (SLU) e a administração regional local. Além da recuperação das vias, as equipes atuam na limpeza de bocas de lobo em toda a rede de drenagem pluvial da região. As intervenções priorizaram áreas centrais, consideradas mais impactadas pelo volume acumulado de chuva. Serviço, que contempla reparos em rotas de ônibus escolares, é executado por meio de parceria | Foto: GDF Presente “Precisamos dar respostas mais emergenciais na proporção de força do nosso trabalho, devolvendo o direito de ir e vir da população e atendendo sem medir esforços” Leandro Cardoso, coordenador do Polo Sudoeste do GDF Presente Entre os trabalhos em ação, estão as manutenções em vias no bairro Vila Nova, com o uso de cerca de 3 mil toneladas de massa asfáltica — além de reparos na Avenida Principal do bairro Zumbi dos Palmares e no Morro da Cruz, rotas muito utilizadas por ônibus escolares. Para a execução dos serviços, foram mobilizados cerca de 15 caminhões, oito máquinas e aproximadamente 50 trabalhadores, além de duas equipes do GDF Presente. Segundo o coordenador do Polo Sudoeste do GDF Presente, Leandro Cardoso, trata-se de uma resposta emergencial às condições climáticas atípicas enfrentadas neste período. “É um trabalho para amenizar os estragos na malha viária, decorrente do grande volume de água que afetou a cidade”, explica. “Precisamos dar respostas mais emergenciais na proporção de força do nosso trabalho, devolvendo o direito de ir e vir da população e atendendo sem medir esforços.” [LEIA_TAMBEM]O chefe de gabinete da Administração Regional de São Sebastião, Valmir José da Conceição, relata que os serviços foram concentrados nas áreas mais afetadas, com a manutenção de vias pavimentadas e não pavimentadas. “Tivemos um problema sério com uma das maiores chuvas acumuladas na região”, lembra. “São Sebastião registrou um acúmulo de 71 milímetros de chuva em um único evento, o que agravou os danos em diferentes pontos da cidade.” O gestor enfatiza que as ações em conjunto são essenciais e seguem conforme a demanda identificada nos bairros, com foco na redução dos impactos causados pelas chuvas no cotidiano da população: “Esse mutirão foi de suma importância para melhorar a trafegabilidade e a qualidade de vida da população de forma mais rápida”, elogia. “O GDF veio de pronto atendimento para realizar esses trabalhos.”  

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Notícia de exemplo

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Planejamento integrado reforça a segurança nos jogos do Candangão Série A 2026

A Secretaria de Segurança Pública do Distrito Federal (SSP-DF) consolidou o planejamento operacional para os jogos da 1ª fase do Campeonato Candango de Futebol Profissional – Série A 2026, que ocorrerão entre 10 de janeiro e 21 de março, nos estádios Juscelino Kubitschek (Paranoá),  Serejão (Taguatinga), Abadião (Ceilândia) e Bezerrão (Gama). A estratégia integrada tem como foco o reforço da segurança, a preservação da ordem pública e a garantia de uma experiência segura para torcedores, atletas e trabalhadores envolvidos nos eventos. "Nosso objetivo é garantir que o torcedor possa ir ao estádio com tranquilidade, segurança e respeito, contando com a atuação coordenada das forças de segurança, dos órgãos de mobilidade e fiscalização e de serviços públicos, desde o entorno até o interior das arenas" Sandro Avelar, secretário de Segurança Pública “O planejamento do Candangão Série A 2026 foi construído de forma integrada, técnica e preventiva, com base em análise de riscos e na experiência do Distrito Federal na realização de grandes eventos. Nosso objetivo é garantir que o torcedor possa ir ao estádio com tranquilidade, segurança e respeito, contando com a atuação coordenada das forças de segurança, dos órgãos de mobilidade e fiscalização e de serviços públicos, desde o entorno até o interior das arenas”, ressalta o secretário de Segurança Pública do DF, Sandro Avelar. “Tratamos o Campeonato Candango com a mesma seriedade e planejamento dedicado a eventos de grande porte. O reforço da segurança, a atuação integrada das forças e o diálogo permanente com a organização e as torcidas refletem o compromisso do Governo do Distrito Federal com a ordem pública, a prevenção da violência e a proteção do cidadão”, completa Avelar. O plano foi construído de forma coordenada entre instituições, órgãos e agências dos eixos de segurança pública, mobilidade, fiscalização e prestação de serviços, a partir de análises de risco e protocolos já aplicados com êxito em grandes eventos esportivos no DF. As vistorias dos estádios foram realizadas pela Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF) e pelo Corpo de Bombeiros, dando um aval para que os estádios pudessem ser utilizados. “Quando oferecemos segurança e organização, fortalecemos o esporte como política pública e incentivamos cada vez mais a participação da população em eventos esportivos”, ressalta o secretário de Esporte e Lazer do DF, Renato Junqueira.  Não será permitida a entrada de torcedores nos estádios portando materiais como capacetes, garrafas e artefatos explosivos | Foto: Divulgação/SSP-DF A PMDF fará o reforço do policiamento ostensivo, com tropas especializadas em condições de acionamento, além da escolta das torcidas organizadas, evitando encontros durante deslocamentos e pontos de concentração. Haverá linhas de revista pessoal, controle rigoroso de materiais permitidos e emprego de cães policiais. As demais forças de segurança atuarão dentro do planejamento próprio. Com o objetivo de garantir a segurança do público, atletas e trabalhadores envolvidos nos jogos do Campeonato Candango Série A 2026, não será permitida a entrada de torcedores nos estádios portando materiais como capacetes, garrafas e artefatos explosivos. “A segurança pública do DF conta com a colaboração de todos os torcedores para que possamos realizar um Campeonato Candango seguro, organizado e tranquilo. A participação responsável do público, o respeito às regras e à diversidade e a convivência pacífica dentro e fora dos estádios são fundamentais para que o futebol seja um espaço de lazer e celebração para todos os presentes”, ressalta o coordenador de planejamento da Subsecretaria de Operações Integradas, Keldison Sousa. [LEIA_TAMBEM]Materiais que não podem ser levados ao estádio: Sinalizadores, fogos de artifício e qualquer artefato explosivo; Objetos que produzam fogo, calor ou fumaça; Capacetes; Garrafas, copos e similares; Guarda-chuva;  Carrinhos de bebê;  Frascos de perfume; Bandeiras maiores que 4 x 4 m; Cigarros eletrônicos (tipo vaper) e isqueiros Materiais perfurocortantes; Drones não autorizados; Cartazes, bandeiras, símbolos ou cânticos com mensagens ofensivas ou que atentem contra a dignidade da pessoa humana, especialmente de caráter racista, homofóbico, sexista ou xenófobo. *Com informações da SSP-DF

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GDF entrega licença ambiental do Assentamento Patrícia Aparecida, no Paranoá

O assentamento de trabalhadores rurais Patrícia Aparecida, na área rural do Paranoá, recebeu, nesta quinta-feira (8), a licença ambiental emitida pelo Instituto Brasília Ambiental. A medida assegura a regularização da área, que abriga 24 famílias instaladas no local desde 2013, e permite o desenvolvimento das atividades produtivas de forma sustentável e alinhada às normas ambientais. O documento tem validade de dez anos. Licença ambiental permite à comunidade aprimorar a produção, a partir da utilização de modelo agroecológico | Fotos: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília  Com área total de 377 hectares, o assentamento está situado próximo ao entroncamento das rodovias BR-251 e DF-130, em região inserida na Zona Rural de Uso Controlado I do Plano Diretor de Ordenamento Territorial (Pdot) e na Zona de Uso Sustentável da Área de Proteção Ambiental do Planalto Central. Por isso, o processo de regularização era essencial para assegurar a conformidade com as diretrizes de proteção ambiental do local. A Licença Ambiental Simplificada nº 24/2025 emitida pelo Brasília Ambiental autoriza a atividade de assentamento rural, com condicionantes e regras para o uso do solo, como a adoção obrigatória do modelo agroecológico de produção, a utilização exclusiva de irrigação por gotejamento e a proteção das áreas de preservação permanente. “Essas 24 famílias estão aqui há 13 anos, de forma precária, sem poder construir nada, sem água e sem luz, tudo na gambiarra. Hoje, estamos garantindo que elas possam viver com dignidade e produzir” Rôney Nemer, presidente do Instituto Brasília Ambiental Durante a solenidade, a chefe de gabinete da Vice-governadoria, Juliana Bonfante, anunciou que outras regiões serão contempladas. “O trabalho do Governo do GDF é regularizar e deixar tudo em ordem”, afirmou. “Aqui estava para se fazer [a regularização] há muito tempo, e agora está tudo certo. O governo tem muita coisa ainda para fazer em outros lugares. O trabalho continua.” Conquista O presidente do Brasília Ambiental, Rôney Nemer, ressaltou que a entrega do documento corrige uma espera histórica. “Essas 24 famílias estão aqui há 13 anos, de forma precária, sem poder construir nada, sem água e sem luz, tudo na gambiarra", afirma. “Houve uma determinação do governador Ibaneis Rocha e da vice-governadora Celina Leão para que déssemos prioridade à regularização dessas áreas. Hoje, estamos cumprindo esse papel e garantindo que elas possam viver com dignidade e produzir." Segundo o gestor, além da segurança jurídica, a licença permite que o assentamento se consolide como espaço produtivo e ambientalmente responsável. “Eles sempre foram parceiros do meio ambiente”, lembrou. “Preservaram o Cerrado, não atrapalharam o refúgio de vida silvestre. As condicionantes que colocamos, na prática, eles já executam. Agora, vão poder ocupar a área de forma definitiva, com qualidade, infraestrutura e fornecer produção agrícola para toda a população do Distrito Federal.” A produtora Elenice Ramos comemora: “Sem essa licença, estava tudo travado: financiamento, empréstimo, banco. A gente precisava plantar e expandir nossa produção. Isso aqui é o início de tudo” Entre as exigências previstas estão a manutenção de faixas de proteção não edificáveis de 17,6 metros ao longo dos canais naturais de escoamento superficial, a implantação de fossas sépticas ou soluções ambientalmente adequadas para tratamento de efluentes domésticos, o cercamento das áreas de preservação permanente e a proibição de supressão de vegetação nativa sem autorização do órgão ambiental. [LEIA_TAMBEM]Além disso, o assentamento deverá desenvolver um projeto de educação ambiental junto às famílias, tendo como foco práticas agrícolas sustentáveis, reforçando o compromisso com a conservação dos recursos naturais e a produção responsável. Para quem vive da terra, a licença representa um divisor de águas. A produtora rural Elenice Moreira Ramos, de 61 anos, enfatizou que o documento abre caminhos promissores para o futuro da comunidade. No local, ela cultiva mandioca, além de hortaliças como quiabo, jiló, berinjela, pepino e outras variedades. “A importância é enorme, eu não tenho nem palavras”, declarou Elenice. “Sem essa licença, estava tudo travado: financiamento, empréstimo, banco. A gente precisava plantar e expandir nossa produção. Isso aqui é o início de tudo.” Pedro Paulo dos Santos produz jiló, quiabo, mandioca, pepino, tomate e maracujá: “Hoje, com a licença na mão, o mundo se abriu de novo. Trabalhamos com mais vontade e segurança”  O produtor rural Pedro Paulo dos Santos, 56, acompanha o assentamento desde o primeiro dia e também celebrou a regularização. “Antes era uma coisa, agora melhorou 150%”, avaliou ele, que produz tomate, pepino, mandioca, pimenta, quiabo, jiló e maracujá. “A gente trabalhava com medo de multa, sem tranquilidade. Hoje, com a licença na mão, o mundo se abriu de novo. Trabalhamos com mais vontade e segurança. Com esse documento, a vontade é crescer mais. Agora precisamos avançar também na parte da comercialização, e tenho certeza de que o governo vai ajudar.”    

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Parceria reforça educação antirracista nas escolas da rede pública do DF

A construção de uma sociedade sem racismo começa na sala de aula. Para tornar esse compromisso uma ação contínua, a Secretaria de Educação do Distrito Federal (SEEDF) recebeu, nesta segunda-feira (5), representantes da Ordem dos Advogados do Brasil no Distrito Federal (OAB-DF). A reunião formalizou uma parceria para fortalecer a aplicação da Lei Federal nº 10.639/2003, que garante o ensino da história e das culturas afro-brasileira e africana nas escolas. O encontro entre a secretária de Educação, Hélvia Paranaguá, e o presidente da OAB-DF, Paulo Maurício Siqueira, reforçou a importância de ir além de ações isoladas e garantir que o tema racial esteja presente no currículo escolar de forma contínua. O objetivo é oferecer aos estudantes da rede pública uma formação que estimule a cidadania, o pensamento crítico e o respeito à diversidade. Secretária Hélvia Paranaguá recebe representantes da OAB-DF para alinhar estratégias de promoção da igualdade racial nas escolas | Foto: Jotta Casttro/SEEDF Para a gestão da SEEDF, a parceria institucional é fundamental na ampliação do alcance das políticas públicas já em desenvolvimento. A educação antirracista não é apenas um cumprimento legal, mas uma ferramenta de justiça social que empodera a juventude e combate desigualdades históricas na base. “Educar para a equidade racial é plantar sementes de justiça para o futuro. Essa união de esforços com a OAB fortalece nossa missão de não apenas combater o racismo, mas de construir ativamente uma cultura escolar onde a história e a cultura afro-brasileira sejam protagonistas”, destacou a secretária Hélvia Paranaguá. Durante a reunião, representantes da OAB-DF ressaltaram a importância de monitorar o cumprimento das metas do Plano Nacional de Educação (PNE). A visão compartilhada pelas instituições é a de que garantir o ensino da história e da cultura afro-brasileira é cuidar do presente para transformar o futuro, assegurando que nenhuma criança cresça sem reconhecer o valor de sua própria história e identidade. Políticas em ação "Educar para a equidade racial é plantar sementes de justiça para o futuro" Hélvia Paranaguá, secretária de Educação O compromisso firmado dialoga diretamente com ações já implementadas pela secretaria. De acordo com dados recentes da pasta, a rede pública de ensino do Distrito Federal conta com mais de 377 projetos voltados à educação das relações étnico-raciais (ERER). Iniciativas como o projeto Taguatinga Plural, agraciado com o Selo Petronilha Beatriz Gonçalves e Silva, demonstram a potência pedagógica das escolas na valorização da diversidade. Além disso, a SEEDF regulamentou recentemente a Política Distrital de Equidade, Educação para as Relações Étnico-Raciais e Educação Escolar Quilombola e Indígena (Portaria nº 1.313/2025). Essa normativa, somada à criação do Protocolo de Consolidação da Educação Antirracista, desenvolvido em parceria com o Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT), oferece diretrizes claras para que as unidades escolares atuem na prevenção e no enfrentamento ao racismo. Formação docente [LEIA_TAMBEM]Para que a teoria se concretize na prática, o investimento no capital humano é essencial. Por meio da Escola de Aperfeiçoamento dos Profissionais da Educação (Eape), a secretaria tem intensificado a oferta de percursos formativos. Entre 2006 e 2024, mais de 3.600 matrículas foram registradas em cursos sobre história e cultura afro-brasileira. Atualmente, formações como Educação para as Relações Étnico-Raciais e as Amefricanidades como Potência Pedagógica preparam professores para atuar como agentes multiplicadores dessa consciência em sala de aula. *Com informações da Secretaria de Educação do DF  

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Parceria intensifica a roçagem de terrenos e garante ações permanentes de cuidado em Ceilândia

Com o objetivo de manter a cidade limpa, segura e bem-cuidada, a Administração Regional de Ceilândia, em parceria com o GDF Presente, Novacap, SLU e outros órgãos do Governo do Distrito Federal (GDF), vem intensificando os serviços de zeladoria urbana em diversas áreas da região administrativa. Áreas públicas recebem a ação que visa à exterminação de insetos e roedores que transmitem doenças | Foto: Divulgação/Administração Regional de Ceilândia A roçagem de áreas públicas e becos é feita para minimizar o aparecimento de insetos e roedores transmissores de doenças. Em razão do período chuvoso, que favorece o crescimento acelerado do mato, os servidores seguem percorrendo vários pontos da cidade de forma contínua. Nesta semana, com o auxílio de tratores e outros maquinários, equipes do SLU fizeram a roçagem e retirada de entulho de um beco localizado na QNM 24, em Ceilândia Norte. Na manhã desta quinta-feira (8), equipes da Novacap também roçaram a área verde da QNN 36, em Ceilândia Sul, e a área especial da QNN 12, em Ceilândia Norte. Saúde “O trabalho contínuo de limpeza e roçagem é fundamental para garantir mais saúde, segurança e qualidade de vida para a população”, afirma o presidente do Serviço de Limpeza Urbana (SLU) do Distrito Federal, Luiz Felipe Cardoso. “Em Ceilândia, nossas equipes atuam diariamente para manter os espaços públicos mais limpos e organizados, contribuindo diretamente para o bem-estar da comunidade.” [LEIA_TAMBEM]De acordo com a Novacap, todas as áreas públicas passarão pelo serviço de roçagem. Já os terrenos particulares cujos proprietários não fizerem a manutenção adequada também serão roçados, com posterior cobrança do serviço ao responsável legal, conforme previsto em lei. O objetivo é evitar a proliferação do mosquito Aedes aegypti. “Estamos intensificando a roçagem e a limpeza em toda a cidade, especialmente neste período chuvoso, quando o risco de proliferação de doenças aumenta, mas é fundamental que a população faça a sua parte, cuidando dos seus terrenos e respeitando os espaços públicos”, pontua o administrador regional de Ceilândia, Dilson Resende.    *Com informações da Administração Regional de Ceilândia  

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Áreas de Águas Claras ficam sem energia para serviços na rede nesta sexta-feira (9) 

O fornecimento de energia elétrica será interrompido em áreas de Águas Claras, nesta sexta-feira (9), para manutenção da rede. Serão afetadas as residências da QS 1 e da QS 5, das 9h às 15h, para garantir a segurança dos profissionais e da população.  Caso o trabalho termine antes do previsto, a rede voltará a ser energizada sem aviso prévio. Além dos desligamentos programados, pode ocorrer de acabar a energia em alguma região, sem comunicação prévia. Nesses casos, a população pode registrar a ocorrência pelo telefone 116. Clientes com deficiência auditiva e de fala podem acessar o atendimento pelo 0800 701 01 55, desde que utilizem aparelho adaptado.  

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Ação de acolhimento contempla população em situação de rua, nesta sexta (9), no Núcleo Bandeirante

O Governo do Distrito Federal (GDF) vai ofertar acolhimento e assistência social a pessoas instaladas em 17 endereços distintos no Núcleo Bandeirante, em ação prevista para a partir das 9h desta sexta-feira (9).  Diferentes serviços serão oferecidos durante as abordagens, como orientações sobre cuidados com animais domésticos | Foto: Agência Brasília  Coordenada pela Casa Civil, a operação envolve as secretarias de Desenvolvimento Social (Sedes-DF), de Saúde (SES-DF), de Educação (SEEDF), de Desenvolvimento Econômico Trabalho e Renda (Sedet-DF), de Segurança Pública (SSP-DF), de Proteção da Ordem Urbanística (DF Legal) e de Justiça e Cidadania (Sejus-DF), bem como o Serviço de Limpeza Urbana (SLU), a Novacap, a Codhab, o Detran-DF, a Polícia Militar, a Polícia Civil, o Corpo de Bombeiros Militar e o Conselho Tutelar.   As pessoas em situação de rua receberão a oferta de diversos serviços em áreas como saúde, educação e assistência social, além de orientação sobre cuidados com animais domésticos e benefícios como deslocamento interestadual. Também será oferecido um auxílio excepcional de R$ 600 aos ocupantes sem condições de pagar aluguel. Igualmente estarão disponíveis vagas em abrigos, programas de qualificação profissional – como o RenovaDF – e o cadastro para unidades habitacionais. Após todo o atendimento, a DF Legal fará o desmonte das estruturas das pessoas em situação de rua e o transporte dos pertences ao local regular indicado pelo ocupante. Em último caso, o governo levará os objetos pessoais ao depósito da pasta (SIA Trecho 4, lotes 1.380/1.420), para retirada em até 60 dias, sem qualquer custo para o responsável. No decorrer de toda a semana, as secretarias atuam em abordagens sociais e atendimentos prévios, mapeando o público que será atendido e suas demandas. Veja, abaixo, os pontos de ação no Núcleo Bandeirante nesta sexta. ⇒ Setor Placa da Mercedes, ao lado da UPA ⇒ Ponto de Encontro Comunitário (PEC) na entrada principal da cidade ⇒ Comércio próximo à Delegacia de Polícia ⇒ Entre o Centro de Ensino Médio Urso Branco e a Casa da Cultura ⇒  Ao lado da Tarrabufado Tapiocaria ⇒  Atrás do Terminal Rodoviário ⇒  Em frente à Feira Permanente Ibaneis Rocha Barros Pai ⇒ Ao lado do supermercado Nova Rede ⇒ Quiosque do Suvelão, próximo à Paróquia São João Bosco ⇒ Sopi Conjunto B, dentro do campo de futebol e ao lado de um quiosque ⇒ Próximo ao Embalagens Flórida ⇒ Próximo à Sorveteria Maranatha ⇒ Viaduto próximo à Escola da Natureza ⇒ Próximo à EPNB, entrada à direita, em frente ao Núcleo Bandeirante ⇒ Beco da Conveniência do BRB  ⇒ Ao lado da feira, próximo ao ginásio ⇒ Em frente ao Banco do Brasil.   *Com informações da DF Legal  

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Atuação em surto de sarampo confere reconhecimento à Secretaria de Saúde do DF

A Secretaria de Saúde (SES-DF) foi reconhecida pelo Ministério da Saúde por sua atuação no combate ao surto de sarampo em 2025. O documento ressalta a pronta resposta adotada pela pasta do GDF, a articulação interinstitucional e o trabalho coordenado das equipes de vigilância. Esses pontos, conforme sinaliza o texto, foram decisivos para a detecção oportuna, investigação, contenção e prevenção de novos casos. Certificação destaca engajamento da Secretaria de Saúde no combate ao sarampo | Imagens: Agência Saúde-DF “Esse resultado demonstra a capacidade de resposta do nosso sistema de saúde, o empenho das equipes e a seriedade com que tratamos eventos de relevância epidemiológica”, avalia o secretário de Saúde do DF, Juracy Lacerda. “É uma conquista coletiva que fortalece a vigilância e amplia a proteção da população.” Vigilância ativa A atuação da SES-DF incluiu o fortalecimento da vigilância epidemiológica, a busca ativa de casos suspeitos e a investigação laboratorial. Como parte da estratégia, as equipes de saúde promoveram ações de imunização nas salas de vacina da rede pública e em locais de grande circulação, levando em conta dados de áreas com baixa cobertura. Em 2023, foram registrados 30 casos suspeitos, todos investigados e descartados. Em 2024, o número chegou a 36 notificações, também sem confirmações. Já em 2025, até a semana epidemiológica 52 (27 de dezembro), foram registrados 72 ocorrências suspeitas, com a confirmação de um caso importado da doença. Arte: SES-DF   Após a comprovação, as medidas de controle foram adotadas de forma imediata. A SES-DF atuou na busca ativa de 278 pessoas que tiveram contato com a paciente, que permaneceu em isolamento domiciliar para evitar a transmissão. Foram fornecidas orientações sobre a doença, sinais de alerta, verificação do cartão e bloqueio vacinal seletivo. Além disso, foi emitido comunicado para toda a rede pública e privada de saúde. Vacinação [LEIA_TAMBEM]O sarampo é uma doença infecciosa, altamente contagiosa e que pode causar complicações graves e óbitos, especialmente em crianças. A principal forma de prevenção é a vacina. A SES-DF reforça a importância de manter em dia as doses de tríplice viral, que protege contra sarampo, rubéola e caxumba. As recomendações do Programa Nacional de Imunizações (PNI) são duas doses da tríplice viral para pessoas de 12 meses a 29 anos, uma para adultos entre 30 anos e 59 anos e duas para profissionais de saúde, independentemente da idade. Clique aqui e veja os locais de vacinação contra o sarampo no DF. A população deve procurar a unidade básica de saúde (UBS) de referência ao apresentar febre acompanhada de manchas vermelhas ou rosadas na pele, além de sintomas como tosse, coriza ou conjuntivite. É importante levar o cartão vacinal para avaliação e atualização, se necessário.   *Com informações da Secretaria de Saúde    

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