DF entrega quatro novos viadutos em 18 meses e avança na construção do corredor exclusivo de ônibus da Epig
O Distrito Federal segue em ritmo acelerado na construção do corredor exclusivo de ônibus da Estrada Parque Indústrias Gráficas (Epig) — uma das obras de mobilidade mais importantes em andamento na capital. Em apenas 18 meses, o Governo do Distrito Federal (GDF) já liberou quatro novos viadutos para o trânsito: Trecho 1, Trecho 2, Sudoeste e, mais recentemente, Trecho 5, ampliando o acesso e garantindo mais segurança e fluidez para motoristas, ciclistas e pedestres. Projeto, que conta com investimento de R$ 160 milhões, mantém cronograma em dia | Fotos: Divulgação/SODF Com investimento de R$ 160 milhões, o projeto está transformando a região central de Brasília, com a construção de novas vias, corredores de ônibus, ciclovias, passarelas e passagens subterrâneas para pedestres. A parte viária no sentido Eixo Monumental está praticamente concluída, e o cronograma segue em dia. A previsão da Secretaria de Obras e Infraestrutura (SODF) é entregar todo o viário concluído nos primeiros meses de 2026, e a totalidade da obra até abril do mesmo ano. Trecho 1 – Ligação entre a EPTG e o Setor Policial Sul No Trecho 1, as obras viárias estão praticamente concluídas. Neste momento, máquinas e operários trabalham na conclusão da faixa exclusiva de ônibus que fará a ligação da EPTG ao Setor Policial Sul, passando por baixo do novo viaduto. Outra frente de serviço atua na ampliação da passarela de pedestres da Octogonal, que está em fase final de execução e vai oferecer mais segurança e acessibilidade para quem circula a pé pela região. “Esperamos, com isso, trazer mais fluidez ao trânsito, uma vez que os ônibus seguirão pelo corredor de ônibus desde a EPTG até o Terminal Asa Sul, passando pelo Setor Policial Sul”, afirma o secretário de Obras e Infraestrutura, Valter Casimiro. Trecho 2 – Nova ligação entre Octogonal, Sudoeste e Epig O Trecho 2 também apresenta avanços significativos. As estruturas dos dois novos viadutos estão concluídas, e, neste momento, a empresa contratada trabalha na escavação do trecho que vai conectar a Octogonal e o Sudoeste à Epig, garantindo fluxo livre, sem semáforos ou interrupções. Além disso, segue em andamento a troca do pavimento asfáltico por concreto — material mais resistente e duradouro, ideal para vias de grande tráfego — no trecho em frente à Quadra 105 do Sudoeste, no sentido Taguatinga. Trecho 4 – A parte mais complexa da obra Trechos trabalhados refletem o objetivo central de melhorar as condições de circulação no DF O Trecho 4 concentra os serviços mais desafiadores da obra. Ali serão erguidos dois novos viadutos e três passagens subterrâneas de pedestres. As fundações dessas estruturas já estão concluídas, e o trabalho atual se concentra na substituição do asfalto por concreto, etapa essencial para garantir maior durabilidade e resistência ao tráfego intenso de veículos e ônibus articulados. Trecho 5 – Pavimento renovado e novo viaduto concluído No Trecho 5, os serviços avançam em várias frentes. O pavimento asfáltico foi totalmente substituído nos dois sentidos da via, em frente ao Setor de Indústrias Gráficas (SIG). Paralelamente, segue em andamento a construção do corredor exclusivo de ônibus no canteiro central, além da pavimentação da via que vai ligar o novo viaduto ao corredor de transporte público. A escavação do viaduto também já está concluída. “Cada entrega reforça o compromisso do GDF com a mobilidade e o bem-estar da população. Estamos transformando o presente e construindo o futuro da nossa cidade, com planejamento, trabalho e resultados concretos” Valter Casimiro, secretário de Obras e Infraestrutura “Nos próximos dias, haverá uma nova mudança no trânsito no sentido Taguatinga: o início da faixa reversa atualmente em operação será antecipado, e os veículos que trafegam nessa direção passarão a ter duas faixas de rolamento por cima do novo viaduto, o que vai melhorar a fluidez e reduzir congestionamentos”, adianta Casimiro. Trecho 6 – Novas pistas, ciclovia e paisagismo O Trecho 6 também segue dentro do cronograma. As duas novas pistas em pavimento de concreto, localizadas na região que passa atrás do Setor de Indústrias Gráficas (SIG), estão concluídas. Atualmente, a empresa contratada atua na instalação de meios-fios, construção de estacionamentos em piso intertravado, execução de calçadas e ciclovia, além do paisagismo do canteiro central, que vai transformar a paisagem urbana e valorizar a região. [LEIA_TAMBEM]“Em 18 meses, quatro viadutos foram liberados para o trânsito, ampliando o acesso, melhorando a fluidez e garantindo mais segurança para quem circula todos os dias – Trecho 1, Trecho 2, Sudoeste e, mais recentemente, Trecho 5”, ressalta o secretário de Obras. “Cada entrega reforça o compromisso do GDF com a mobilidade e o bem-estar da população. Estamos transformando o presente e construindo o futuro da nossa cidade, com planejamento, trabalho e resultados concretos.” A obra da Epig é considerada estratégica para o sistema viário do DF, pois vai reduzir o tempo de deslocamento, melhorar o transporte público e integrar diferentes regiões de Brasília em um corredor moderno e sustentável. O projeto é mais um passo importante na consolidação de uma mobilidade urbana de qualidade, voltada para o futuro e para as pessoas. *Com informações da Secretaria de Obras e Infraestrutura
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Terceira Avenida do Núcleo Bandeirante recebe serviços de infraestrutura
A Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil (Novacap) realiza a obra de drenagem de águas pluviais e recapeamento asfáltico na Terceira Avenida do Núcleo Bandeirante, próxima à Área Especial 6. O serviço, que tem como objetivo garantir a vazão adequada da água e evitar pontos de alagamento nas vias públicas, beneficiará cerca de 22.500 pessoas que moram na região administrativa. Esta é uma obra direta, realizada pela equipe de manutenção da própria Novacap, a fim de atender uma demanda que surgiu como um apelo da população e dos comerciantes locais, por meio de um processo na ouvidoria. Entre agosto e setembro, foram realizadas a desobstrução de 110 metros de rede, a reconstrução de tubulações e a ampliação das bocas de lobo do local. A drenagem de água subterrânea do pavimento asfáltico passou a ser desenvolvida no dia 7 de outubro e faz parte da segunda etapa do serviço, que antecede a recuperação da malha viária. Entre agosto e setembro, foram realizadas a desobstrução de 110 metros de rede, a reconstrução de tubulações e a ampliação das bocas de lobo do local | Foto: Divulgação/Novacap “As obras de asfalto e drenagem, além de melhorarem a mobilidade na região, levarão qualidade de vida e bem-estar à população do Núcleo Bandeirante, ao reduzirem os riscos de alagamento e melhorarem o escoamento das águas pluviais”, destacou o administrador regional José de Assis. “A intervenção garantirá à comunidade uma via mais moderna e segura, preparada para o escoamento adequado da água, a fim de evitar transtornos para pedestres e motoristas”, destacou o presidente da Novacap, Fernando Leite. *Com informações da Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil (Novacap)
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Ação de acolhimento à população em situação de rua ocorre nesta quinta e sexta no SCIA/Estrutural
O Governo do Distrito Federal (GDF) promoverá uma ação de acolhimento e assistência social para pessoas em situação de rua instaladas em cinco endereços distintos no SCIA/Estrutural. A iniciativa, coordenada pela Casa Civil, está prevista para começar às 9h desta quinta-feira (23) e envolve as secretarias de Desenvolvimento Social (Sedes-DF), de Saúde (SES-DF), de Educação (SEEDF), de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda (Sedet-DF), de Segurança Pública (SSP-DF), de Proteção da Ordem Urbanística (DF Legal) e de Justiça e Cidadania (Sejus-DF), além do Serviço de Limpeza Urbana (SLU), da Novacap, da Codhab, do Detran-DF, da Polícia Militar, da Polícia Civil, do Corpo de Bombeiros Militar e do Conselho Tutelar. Ao longo da semana, as secretarias realizaram abordagens sociais e atendimentos prévios nos locais, mapeando o público que será beneficiado | Foto: Agência Brasília As pessoas em situação de rua terão acesso a diversos serviços nas áreas de saúde, educação e assistência social, além de orientações sobre cuidados com animais domésticos e informações sobre benefícios, como o deslocamento interestadual. Também será oferecido um auxílio excepcional de R$ 600 para quem não tiver condições de arcar com aluguel. Vagas em abrigos, programas de qualificação profissional — como o RenovaDF — e o cadastro para unidades habitacionais também estarão disponíveis. Após o atendimento, a DF Legal fará o desmonte das estruturas ocupadas e o transporte dos pertences para o local regular indicado pelo próprio ocupante. Caso não haja definição, os objetos pessoais serão levados ao depósito da pasta, no SIA Trecho 4, Lotes 1380/1420, onde poderão ser retirados em até 60 dias, sem custo para o responsável. [LEIA_TAMBEM]Ao longo da semana, as secretarias realizaram abordagens sociais e atendimentos prévios nos locais, mapeando o público que será beneficiado e suas principais demandas. Pontos de ação no SCIA/Estrutural (dias 23 e 24): • Q. 2 • Q. 10 • Q. 1, Conjunto E • SCSV Q. 01, Conjunto 12, próximo à estação de bombeamento da rede de esgoto da Caesb • Parque urbano ao lado do Setor Norte – Q. 04 AE 03, Centro Olímpico e Paralímpico da Estrutural *Com informações da DF Legal
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GDF lança licitação para elaboração de projetos de infraestrutura no Setor Habitacional Mansões Sobradinho
O Governo do Distrito Federal (GDF), por meio da Secretaria de Obras e Infraestrutura (SODF), publicou, no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF) desta quarta-feira (22), o Aviso de Licitação 9001/2025 para a contratação de empresa especializada na elaboração dos projetos de infraestrutura do Setor Habitacional Mansões Sobradinho, em Sobradinho II. O investimento estimado é de R$ 11,6 milhões e a área contemplada abrange cerca de 446 hectares. A licitação, do tipo técnica e preço, prevê a elaboração do plano de trabalho, estudos preliminares, projetos básico e executivo, planejamento da obra e manual de manutenção, uso e operação do patrimônio. Todos os serviços deverão seguir as normas da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) e as diretrizes do Termo de Referência do edital. A licitação prevê a elaboração do plano de trabalho, estudos preliminares, projetos básico e executivo, planejamento da obra e manual de manutenção, uso e operação do patrimônio | Foto: Divulgação/SODF As propostas poderão ser enviadas a partir desta quarta-feira (22), no portal Gov.Br, onde também está disponível o edital completo. A abertura das propostas está marcada para 15 de dezembro, às 9h. “Esta é mais uma ação deste governo, sob o comando do governador Ibaneis Rocha, para levar qualidade de vida à população por meio de obras de infraestrutura. Essa região carece de redes de drenagem e pavimento de qualidade, o que acarreta muitos transtornos no período chuvoso. Vamos resolver essa situação”, afirma o secretário de Obras e Infraestrutura do Distrito Federal, Valter Casimiro. [LEIA_TAMBEM]Casimiro destaca, ainda, que a elaboração dos projetos é uma etapa essencial para garantir a eficiência das futuras intervenções. “O projeto talvez seja a parte mais importante da obra, pois é ele que nos dará os caminhos a seguir para a execução dos serviços”, diz A elaboração dos projetos atende a uma demanda antiga dos moradores de Sobradinho II, que há anos aguardam melhorias nas vias e no sistema de drenagem da região. Com a conclusão dessa fase, a secretaria poderá dar andamento à licitação para execução das obras. *Com informações da Secretaria de Obras e Infraestrutura
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Operação Sossego percorre Ceilândia e autua motociclistas irregulares
Na noite desta terça-feira (21), o Departamento de Trânsito do Distrito Federal (Detran-DF), com o apoio da Polícia Militar (PMDF), empreendeu mais uma edição da Operação Sossego em Ceilândia. A ação contou com dois pontos de bloqueio na Via N3, com foco na abordagem de motocicletas. Ao todo, foram registradas 56 infrações de trânsito. Fiscalização contemplou motociclistas e motoristas de veículos de quatro rodas | Foto: Divulgação/Detran-DF Durante a fiscalização, os agentes autuaram 20 motociclistas que dirigiam veículo com o escapamento irregular, seis que não possuíam habilitação, cinco que circulavam com o sistema de iluminação dos veículos alterado e 25 por infrações diversas. A operação é uma iniciativa do Detran-DF com objetivo de retirar de circulação as motocicletas com descarga livre ou silenciador de motor de explosão defeituoso, deficiente ou inoperante. A ação busca promover a segurança viária por meio da fiscalização das condições dos veículos e dos motociclistas, além de contribuir para a redução da poluição sonora. *Com informações do Detran-DF
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Lago Sul, Sol Nascente e Gama terão interrupção temporária de energia para serviços na rede nesta quinta-feira (23)
Os moradores do Lago Sul, do Sol Nascente e do Gama devem se preparar para uma pausa temporária no fornecimento de energia nesta quinta-feira (23) para trabalhos de modernização da rede elétrica. No Lago Sul, a suspensão ocorrerá das 10h às 16h, na SHIS QI 09. O fornecimento também ficará interrompido das 10h às 16h, em todo Sol Nascente, e no Gama, das 9h às 15h, no Setor Sul, quadra 04. A companhia destaca que a medida é essencial para proteger as equipes durante os serviços e reforçar a qualidade e a estabilidade do abastecimento elétrico nas regiões atendidas.
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Simpósio discute inovação e integração interprofissional na saúde
O III Simpósio Internacional de Pesquisa em Enfermagem (Simpe), realizado entre os dias 13 e 17 de outubro, contou com a participação de docentes e estudantes da Escola de Saúde Pública do Distrito Federal (ESP/DF) e da Escola Superior de Ciências da Saúde (Escs), ambas mantidas pela Fundação de Ensino e Pesquisa em Ciências da Saúde (Fepecs). O evento foi realizado na sede do Conselho Federal de Enfermagem (Cofen) e reuniu cerca de 400 participantes presenciais, além de pesquisadores, profissionais de saúde, gestores públicos e lideranças nacionais e internacionais inscritos também de maneira online. Abordando como tema central “Saúde Planetária: construindo cuidado sustentável baseado em evidência confiável”, o encontro consolidou o Distrito Federal como um polo estratégico de inovação, produção de conhecimento e diálogo científico na área da saúde. Ao mesmo tempo, a fim de ampliar o alcance e impacto, o III Simpe integrou dois eventos satélites de grande relevância: o I Brazilian Summit on Health Technology Assessment (BRASHTA) e o II Simpósio Multiprofissional de Saúde do Adulto e Idoso (SIMSAI). Juntos, os espaços fortaleceram o caráter acadêmico, político e social da iniciativa. O simpósio consolidou a Escs e a ESP como polos de formação, pesquisa e inovação em saúde | Foto: Divulgação/Fepecs Para o coordenador do Programa de Residência Multiprofissional em Saúde do Adulto e do Idoso da ESP/DF e docente da Escs, Francino Azevedo, “o evento consolidou as duas instituições como polos de formação, pesquisa e inovação em saúde, reconhecidos nacional e internacionalmente”. Segundo ele, “a integração entre os três encontros reforçou o compromisso institucional com uma agenda científica voltada à sustentabilidade dos sistemas de saúde, à avaliação de tecnologias em saúde e à formação de profissionais capazes de transformar evidências em políticas públicas”. As duas instituições foram protagonistas em todas as etapas do evento: da organização científica e logística à produção de conteúdos, moderação de painéis, apresentações e atividades formativas. Servidores, docentes, preceptores, residentes e estudantes de enfermagem atuaram em comissões temáticas, na recepção de palestrantes internacionais, na curadoria dos trabalhos científicos e na coordenação de cursos e oficinas. Francino destaca que o evento foi “uma oportunidade ímpar para projetar a produção científica local, fortalecer redes de cooperação e atrair novos parceiros estratégicos para a pesquisa aplicada ao SUS e à saúde planetária”. Iniciativas apresentadas [LEIA_TAMBEM]Durante o encontro, a Escola de Saúde Pública (ESP/DF) apresentou duas iniciativas estratégicas. A primeira foi um protótipo de triagem inteligente, que orienta os usuários do SUS sobre o melhor nível de cuidado (atenção primária, hospitalar e tele-enfermagem), intitulado Acolhe +, com o objetivo de fortalecer a acessibilidade e a integralidade do cuidado. Em seguida, também foi apresentada uma experiência de realidade virtual, com simulação clínica e tomada de decisão por meio do uso de simuladores de realidade virtual. Além disso, residentes e docentes da Escs apresentaram dezenas de trabalhos científicos e experiências exitosas, muitos dos quais premiados, refletindo a qualidade da produção acadêmica da rede da Secretaria de Saúde (SES-DF). Participante ativo de eventos como esses, Francino descreve a experiência como “um momento histórico para a saúde e a ciência no Distrito Federal”. De acordo com o docente, “foram dias de intensa troca de conhecimento, inovação e integração interprofissional, que reafirmaram o papel da ESP/DF e da Escs como escolas produtoras de evidências e formadoras de lideranças comprometidas com o futuro do SUS”. Em sua avaliação, “a ampla participação, a diversidade temática e o reconhecimento de parceiros nacionais e internacionais mostraram que Brasília se tornou um ponto de convergência da pesquisa em saúde baseada em evidências e da discussão sobre sustentabilidade planetária”. *Com informações da Fepecs
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Atuação do GDF em favor do comércio lojista é destaque em fórum nacional
Na noite desta terça-feira (21), foi realizada a abertura do VII Fórum Nacional do Comércio, promovido pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL), no Royal Tulip Brasília Alvorada. O evento contou com a presença de líderes empresariais, autoridades públicas, especialistas e representantes de entidades nacionais do setor produtivo. O objetivo do encontro é fortalecer a atuação institucional do comércio, gerar conexões estratégicas e contribuir com propostas concretas para o desenvolvimento econômico e sustentável do país. O secretário de Governo, José Humberto Pires de Araújo, representou o Governo do Distrito Federal (GDF) na cerimônia. O secretário de Governo, José Humberto Pires de Araújo, participou da abertura do VII Fórum Nacional do Comércio, nessa terça (21) | Foto: Divulgação/Segov-DF Desde sua primeira edição, em 2013, o fórum consolidou-se como o mais relevante encontro do setor de comércio e serviços no Brasil, sendo palco para o debate de temas voltados à economia, ao varejo e ao empreendedorismo, além da formulação de políticas públicas para o setor produtivo. “O Governo do Distrito Federal — o governador Ibaneis Rocha — tem tratado a atividade empresarial como prioridade para o desenvolvimento e o fortalecimento da nossa economia. Os três pilares que, desde o início, norteiam o nosso trabalho são a simplificação, o incentivo e a segurança jurídica”, afirmou José Humberto. “Todo e qualquer empresário precisa ter no seu dia a dia um governo que não o atrapalhe. Uma máxima com que nós trabalhamos é que quem dá emprego, quem fomenta a economia, quem gera renda é o empresário. A gente tenta fazer o melhor para que seja uma caixa de ressonância de um trabalho realizado pelo Brasil.” [LEIA_TAMBEM]“Hoje reunimos aqui pessoas que movem o Brasil. Gente que acorda cedo, enfrenta desafios, acredita nos seus sonhos e faz a economia acontecer todos os dias, em cada cidade, em cada loja, em cada negócio. O comércio é a alma viva do nosso país”, ressaltou o presidente da CNDL, José César da Costa. “É no comércio que o Brasil pulsa, gera oportunidades e constrói caminhos de desenvolvimento.” Com o tema central “As novas fronteiras da política e dos negócios”, o fórum seguirá nesta quarta-feira (22), com a proposta de promover uma discussão aprofundada sobre os desafios e oportunidades do cenário atual. “Neste ano, o nosso fórum tem um tema muito especial, reflete o momento que vivemos, um tempo em que o diálogo entre o setor produtivo e o poder público é essencial para abrir caminhos, remover barreiras e impulsionar o crescimento do país”, apontou Costa. *Com informações da Secretaria de Governo (Segov-DF)
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Com show de Toquinho, 2º Prêmio Candango de Literatura celebra a língua portuguesa
A literatura e a música se encontram no coração de Brasília, no dia 31 deste mês, para o encerramento do 2º Prêmio Candango de Literatura — iniciativa da Secretaria de Cultura e Economia Criativa (Secec-DF) em parceria com o Instituto Casa de Autores. Além de revelar os autores e projetos vencedores, haverá várias atrações, dentre as quais se destaca um show do cantor, compositor e violonista Toquinho. A celebração da festa literária será na Sala Martins Pena, no Teatro Nacional Claudio Santoro, e o público poderá retirar ingressos gratuitos na plataforma parceira. Acompanhado pela cantora Camilla Faustino, Toquinho vai apresentar um espetáculo que dialoga com a literatura | Foto: Divulgação “Mais do que uma premiação, o Candango se consolida como uma plataforma de valorização da literatura, capaz de iluminar novas vozes, fortalecer carreiras e reafirmar o papel de Brasília como centro pulsante da cultura e da língua portuguesa” Claudio Abrantes, secretário de Cultura e Economia Criativa De quase três mil inscritos, chegou-se aos 67 finalistas que concorrem a R$ 195 mil. A divisão se dará em três eixos: no literário, os vencedores das categorias Melhor Romance, Melhor Livro de Contos, Melhor Livro de Poesia e Prêmio Brasília receberão R$ 35 mil cada; no editorial, Melhor Capa e Melhor Projeto Gráfico serão premiados com R$ 20 mil cada; e, no pedagógico, o vencedor da Projeto de Incentivo à Leitura levará R$ 15 mil. Todos receberão ainda o troféu Candango, assinado pelo artista plástico e ilustrador André Cirino. “O Prêmio Candango de Literatura encerra uma jornada de celebração à palavra e ao talento em todas as suas formas”, pontua o secretário de Cultura e Economia Criativa, Claudio Abrantes. “É um espaço democrático que acolhe tanto os autores já reconhecidos quanto aqueles que ainda buscam visibilidade para suas obras. Mais do que uma premiação, o Candango se consolida como uma plataforma de valorização da literatura, capaz de iluminar novas vozes, fortalecer carreiras e reafirmar o papel de Brasília como centro pulsante da cultura e da língua portuguesa”. Programação Finalistas, autoridades e grande público serão recebidos com tapete vermelho. No foyer, uma exposição de autores, editoras e livreiros independentes convidará os presentes a mergulhar no universo da palavra. O espaço também abrigará cenários temáticos, transformando o ambiente em uma verdadeira imersão literária, onde literatura, arte e tecnologia se encontram. Com participação da cantora Camilla Faustino, Toquinho apresentará um espetáculo que é pura poesia. Compositor consagrado, o artista tem uma obra que dialoga profundamente com a literatura. No palco, ele revisitará momentos marcantes de sua trajetória, relembrando parcerias que marcaram época — como a vivência criativa com Vinícius de Moraes, o “Poetinha”, com quem compôs clássicos eternos da música brasileira. No repertório, haverá canções que atravessaram gerações e continuam a celebrar o poder da palavra cantada, a beleza da amizade e a força da arte em sua forma mais sensível. A cerimônia será conduzida pelos atores Adriano Siri e Adriana Nunes, de Os Melhores do Mundo, conferindo à experiência muita sensibilidade e humor. O público também poderá desfrutar de momentos especiais, como a interpretação de passagens literárias célebres, inspiradas em autores homenageados na ocasião, e a exibição de minidocumentários. História [LEIA_TAMBEM]Criado em 2022, o Prêmio Candango de Literatura chegou à segunda edição com reconhecimento crescente no Brasil e nos países de língua portuguesa. Em 2025, sob a coordenação geral do escritor e jornalista Maurício Melo Junior e curadoria do escritor e professor João Anzanello Carrascoza, o certame recebeu inscrições de quatro continentes, 18 países e todos os estados brasileiros, o que reforça Brasília como vitrine literária e centro de conexão cultural entre territórios e vozes diversas. Como contrapartida, os vencedores das categorias literárias e editoriais doarão 20 exemplares de suas obras às bibliotecas públicas do Distrito Federal. Já os premiados em Incentivo à Leitura oferecerão uma atividade formativa online, com carga horária mínima de 4 horas. Em sua primeira edição, realizada em 2022, o Prêmio Candango distribuiu R$ 174 mil entre oito categorias e consagrou nomes como Marcílio Godoi (Etelvina), Alexei Bueno (O Sono dos Humildes), João Anzanello Carrascoza (Tramas de Meninos), Alexandre Pilati (Tangente do Cobre), Gláucio Ramos Gomes (Leitura na Esquina), Gisela Maria de Castro Teixeira (O Livro das Capitais), Design Estúdio Beatriz Mom (Poesia é um Saco, de Nicolas Behr) e Jéssica Iancoski (As Laranjas de Alice Mazela, de Géssica Menino). A avaliação das obras ficou a cargo de um corpo técnico de 45 jurados. Serviço 2º Prêmio Candango de Literatura ⇒ Dia 31, às 19h30, na Sala Martins Pena/Teatro Nacional Claudio Santoro. Com show de Toquinho e Camilla Faustino. Ingresso gratuito: Sympla. *Com informações da Secretaria de Cultura e Economia Criativa
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Encerramento do programa Meninas em Ação destaca histórias inspiradoras e liderança feminina no DF
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Cirurgias cardíacas no Hospital de Base saltam de 23 realizadas em 2019 para 278 em 2024
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Carta de Serviços do Detran-DF
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Hospital do Guará ultrapassa 20 mil atendimentos pediátricos e reforça importância do cuidado infantil
O Hospital Regional do Guará (HRGu) registrou números expressivos de assistência pediátrica no primeiro semestre deste ano, alcançando a marca de 7,3 mil casos. Ao longo de 2024, foram 13,6 mil. Com isso, a unidade da Secretaria de Saúde (SES-DF) ultrapassou 20 mil atendimentos infantis em menos de dois anos. Em menos de dois anos, o Hospital Regional do Guará realizou mais de 20 mil atendimentos pediátricos | Fotos: Matheus Oliveira/Agência Saúde DF A diretora do HRGu, Gisele Cipriano, destaca que a procura por atendimento pediátrico tem aumentado a cada ano. Diante de um público de aproximadamente 400 mil habitantes, o hospital passou a investir em novas formas de atuação. “Para acompanhar esse crescimento, implementamos medidas de gestão que visam otimizar a rotatividade dos leitos, garantindo altas seguras. Além disso, a contratação de médicos fortaleceu a equipe e ampliou nossa capacidade de atendimento”, detalha Cipriano. [LEIA_TAMBEM]Entre as mudanças em curso, a diretora anuncia o plano de aumentar o número de leitos pediátricos, por meio da reativação — prevista para janeiro de 2026 — de quatro leitos adicionais e outro na sala vermelha. O pronto-socorro pediátrico passa por uma modernização, com novo layout e melhorias na infraestrutura, enquanto a internação infantil já colhe os frutos das adequações. “Com as melhorias, conseguimos oferecer um ambiente mais acolhedor e seguro, refletindo diretamente na qualidade do cuidado prestado às crianças”, afirma o especialista em saúde e administrador do HRGu, Luís Antônio Alves da Silva. Com 33 anos de história, o HRGu conta atualmente com 540 trabalhadores e 65 leitos. “A equipe é especializada em assistência infantil. Além disso, trabalhamos em colaboração com as 18 unidades básicas de saúde (UBSs) da região, garantindo continuidade no acompanhamento após a alta hospitalar”, aponta Luís Antônio. Diretora do HRGu, Gisele Cipriano, afirma que a unidade implementou novas medidas de gestão, fluxo de leitos e melhorias estruturais: "Precisamos acompanhar a demanda crescente" Cuidado compartilhado A dona de casa Cíntia Micaele Oliveira, 29 anos, acompanhou o filho Miguel Oliveira Melo, 10, internado no HRGu no dia 30 de setembro, após uma crise asmática. “Fomos muito bem atendidos pela equipe. A UBS do Riacho Fundo também me dá apoio no tratamento dele, e ainda pego a bombinha lá”, relata a mãe. Ao lado da filha Glória Regina, de 3 anos, Diego Nascimento, 34, comemorou a melhora da pequena, internada em 1º de outubro por causa de uma sinusite. Enquanto se recuperava, ela passava o tempo brincando de quebra-cabeça e pintando — suas atividades favoritas no hospital. “A equipe foi muito atenciosa. Glória foi muito bem cuidada”, elogia o pai. Diego Nascimento acompanhou a filha de 3 anos em tratamento de sinusite no HRGu: "Glória foi muito bem cuidada" Investimentos e expansão Além da ampliação dos leitos pediátricos, o HRGu vem passando por melhorias estruturais em outros setores. Em janeiro de 2025, por exemplo, a sala vermelha — destinada a pacientes em estado grave — foi reformada com investimento de R$ 113 mil. Neste mês dedicado ao servidor público, o hospital também inaugurará uma nova área de repouso para seus profissionais. “São quatro quartos equipados com camas e banheiros novos, acomodando cerca de 28 servidores. Nosso objetivo é oferecer mais conforto e dignidade a eles, para que, assim, possam trabalhar com tranquilidade e bem-estar”, diz Cipriano. *Com informações da Secretaria de Saúde (SES-DF)
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Concessão de uso dos becos nos lagos Sul e Norte é aprovada
A Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF) aprovou, na noite desta terça-feira (21), o Projeto de Lei Complementar (PLC) n° 84/2025, para solucionar um problema antigo no Lago Sul e no Lago Norte. A proposta trata da concessão de uso para ocupação das áreas públicas intersticiais contíguas aos lotes residenciais, mais conhecidas como becos. O texto passou com ampla maioria de votos dos deputados presentes em dois turnos de votação. Agora, seguirá para sanção do governador Ibaneis Rocha. Projeto resultou de estudos elaborados pela Seduh, com suporte da DF Legal | Foto: Divulgação/Seduh “É um projeto necessário que busca regulamentar as ocupações já consolidadas, que ocorrem nas duas regiões administrativas, conferindo obrigações aos concessionários que mantenham as ocupações” Marcelo Vaz, secretário de Desenvolvimento Urbano e Habitação De autoria da Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Habitação (Seduh), o PLC é resultado de estudos e avaliações realizadas nas duas regiões administrativas (RAs) pela equipe técnica da pasta, com suporte da Secretaria DF Legal. “É um projeto necessário que busca regulamentar as ocupações já consolidadas, que ocorrem nas duas regiões administrativas, conferindo obrigações aos concessionários que mantenham as ocupações, sobretudo o pagamento de preço público, bem como definindo as áreas que não são passíveis de concessão e obrigatoriamente deverão ser desobstruídas”, explica o secretário de Desenvolvimento Urbano e Habitação, Marcelo Vaz. Destinação O texto trata de 891 becos situados entre os lotes finais das QIs e QLs do Lago Sul e do Lago Norte. Desse total, 87 deverão ser desobstruídos e 147 já estão livres de ocupação, devendo permanecer assim enquanto os demais poderão ser objeto de concessão. O projeto não envolve áreas verdes. Para isso, a proposta faz a distinção de duas situações. A primeira é quando o beco representa uma efetiva passagem pública para um ponto de ônibus, comércio ou equipamento público, sendo necessário ficar aberto. Já a segunda situação é quando o beco liga nada a lugar nenhum, não tendo função urbanística e, nesse caso, com a possibilidade de ser fechado. Os estudos que subsidiaram a futura lei preveem a garantia do acesso de pedestres a equipamentos públicos comunitários, áreas comerciais e institucionais, paradas de transporte coletivo, redes de infraestrutura e demais equipamentos urbanos existentes, além de vedar a sobreposição em espaços definidos como áreas de preservação permanente (APPs). [LEIA_TAMBEM]Ao normatizar a utilização dos becos contíguos aos lotes residenciais, os estudos que subsidiaram a proposta atentaram-se, principalmente, à necessidade de um planejamento urbano que garanta a organização e o desenvolvimento das cidades. Foi priorizada a perspectiva dos pedestres, que poderão utilizar determinadas áreas de passagem com segurança e eficiência. Para garantir a concessão, os interessados deverão atender a todos os critérios estabelecidos no PLC, pagando um preço público pelo uso, que terá como base de cálculo o valor do Imposto sobre a Propriedade Predial e Territorial Urbana (IPTU). Os valores arrecadados serão revertidos diretamente à conta do Fundo Distrital de Habitação de Interesse Social (Fundhis). ADI Antes, a Lei nº 7.323/2023 tratava da concessão, mas ela precisou ser revista devido a uma Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) acatada pelo Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios (TJDFT), decorrente de uma emenda parlamentar que modificou o projeto original. Por isso, um novo texto foi elaborado pela Seduh para regulamentar as ocupações consolidadas nos becos das duas RAs. Além disso, na lei anterior não estavam definidos os becos a serem desobstruídos e os passíveis de concessão. “Havia uma necessidade de esse projeto voltar à Câmara Legislativa”, pontuou o presidente da CLDF, Wellington Luiz. “Nós estamos cumprindo exatamente o que foi acordado com o Tribunal de Justiça, corrigindo eventuais equívocos.” Com a meta de alcançar esse resultado, o Governo do Distrito Federal (GDF) solicitou à Justiça o prazo de um ano para apresentar uma nova proposta de lei sobre o assunto. Os estudos elaborados pela Seduh e pela DF Legal permitiram concluir a medida para regularizar, ordenar e disciplinar esse tipo de ocupação, que, em todos os casos, já está consolidada. *Com informações da Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Habitação
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Lançado edital de mais de R$ 100 milhões para expansão da iluminação pública
A CEB Iluminação Pública e Serviços (CEB IPes) lançou, nesta quarta-feira (22), o edital para contratação de empresas especializadas na execução de obras de implantação, expansão e melhorias da iluminação pública. A ocupação 26 de Setembro é um dos locais a serem beneficiados, no DF, com investimentos em iluminação pública | Foto: Divulgação O investimento previsto é superior a R$ 100 milhões, destinados à implantação de novos pontos de iluminação em todo o Distrito Federal, acompanhando o ritmo de crescimento urbano e os projetos estruturantes do Governo do Distrito Federal (GDF). “Esse investimento vai permitir levar iluminação de qualidade a regiões em expansão, garantindo mais segurança, conforto e qualidade de vida para a população”, aponta o presidente da companhia, Edison Garcia. “A CEB IPes segue comprometida com o desenvolvimento do DF e com a entrega de um serviço cada vez mais eficiente”. [LEIA_TAMBEM]Entre as áreas contempladas estão ciclovias, a DF-001 – duplicada no trecho que liga o Altiplano Leste ao Jardim Botânico —; o trecho que conecta o balão do Mangueiral ao Tororó pelo acesso à Papuda e diversas áreas de regularização fundiária, como a ocupação 26 de Setembro, que está em fase de implantação da rede de energia, entre outras dezenas de projetos de ampliação da iluminação pública. O edital foi elaborado em conformidade com o entendimento do Tribunal de Contas do Distrito Federal (TCDF) e agora segue para a etapa de disputa e contratação. A abertura da sessão pública ocorrerá às 10h de 17 de novembro deste ano. Veja mais sobre o edital neste link. *Com informações da CEB IPes
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Detran-DF faz Operação Sossego em Ceilândia
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Agências do trabalhador têm vagas com salário de R$ 5 mil para pessoas com ensino médio e sem experiência
As agências do trabalhador do Distrito Federal oferecem, nesta quarta-feira (22), 747 vagas para quem procura um emprego. As oportunidades contemplam candidatos de diferentes níveis de escolaridade, com e sem experiência. Os salários chegam a R$ 5 mil. O posto com maior remuneração é o de gerente comercial, na zona industrial do Guará. São cinco oportunidades para pessoas com ensino médio completo. Não há exigência de experiência prévia. Outros dois cargos destacam-se pela quantidade de vagas disponíveis, com 40, cada: atendente de lanchonete, no Guará II, e auxiliar de linha de produção, em Vicente Pires. Nos dois casos, é preciso ter ensino médio completo, mas não é cobrada experiência. O primeiro oferece salário de R$ 1.568, enquanto o segundo paga R$ 1.640. Para participar dos processos seletivos, basta cadastrar o currículo no aplicativo da Carteira de Trabalho Digital (CTPS) ou ir a uma das 16 agências do trabalhador, das 8h às 17h, durante a semana. Mesmo que nenhuma das oportunidades do dia seja atraente ao candidato, o cadastro vale para oportunidades futuras, já que o sistema cruza dados dos concorrentes com o perfil que as empresas procuram. Empregadores e empreendedores que desejem ofertar vagas ou utilizar o espaço das agências do trabalhador para as entrevistas podem se cadastrar pessoalmente nas unidades ou pelo e-mail gcv@sedet.df.gov.br. Pode ser utilizado, ainda, o Canal do Empregador, no site da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda (Sedet).
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Segunda edição do GerAção Enem 2025 mobiliza estudantes da rede pública do DF
A poucos meses do fim do ano letivo de 2025, os estudantes da rede pública do Distrito Federal intensificam a preparação para as provas finais. Para os alunos da 3ª série do ensino médio, a reta final da educação básica é ainda mais significativa. Para apoiá-los, a Secretaria de Educação do DF (SEEDF), em parceria com o Banco de Brasília (BRB), promove a 2ª edição do Projeto GerAção Enem. A ação, realizada nesta terça-feira (21), marca o início de uma série de atividades de preparação intensiva para o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2025. O projeto busca fortalecer a preparação dos alunos, promover equidade e ampliar o acesso ao ensino superior. A 2ª edição do evento contou com aulas das 9h às 15h, abrangendo as disciplinas de matemática, redação, ciências humanas e sociais aplicadas, ativação corporal, ciências da natureza e suas tecnologias, teoria de resposta ao item (TRI) e língua portuguesa. Durante as atividades, os estudantes receberam dicas práticas para resolver questões, gerenciar o tempo de prova e manter o equilíbrio emocional, aspectos essenciais para um bom desempenho no exame. Estudantes que participaram das aulas do GerAção Enem 2025 receberam dicas para resolução das questões, gerenciamento do tempo de prova e como equilibrar o emocional | Foto: Jotta Casttro/SEEDF A secretária de Educação do Distrito Federal, Hélvia Paranaguá, ressaltou que o Projeto GerAção Enem representa uma oportunidade de transformação e incentivo aos jovens da rede pública: “Essa é uma parceria que acredita na educação e no potencial dos nossos estudantes. Essa união mostra que, quando trabalhamos juntos, abrimos caminhos para que mais jovens realizem o sonho de ingressar na universidade”, destacou. O presidente do BRB, Paulo Henrique Costa, destacou a importância da parceria com a SEEDF para o Projeto GerAção Enem, reforçando o compromisso do banco público em apoiar a educação e ampliar oportunidades para os jovens da rede pública: “Essa parceria mostra que juntos podemos transformar o futuro. Jovens, usem cada aula, cada material e cada dica para acreditar no potencial de vocês e conquistar seus sonhos”. Dicas úteis Os estudantes do terceiro ano, Milka Cardoso e Arthur Duarte, destacaram a preparação motivacional recebida no projeto para a realização do Enem 2025 Entre os 350 estudantes presentes na aula presencial, estava a estudante do Colégio Cívico-Militar Centro Educacional (CED) 308 do Recanto das Emas, Milka Cardoso, 18 anos. A aluna, que também está num cursinho pré-vestibular, pretende cursar Nutrição ou Fonoaudiologia. Ela destacou a importância do GerAção Enem para sua preparação para o exame. “Aprendemos muita coisa, principalmente sobre redação e algumas disciplinas da área de exatas. Além disso, essas dicas de equilíbrio emocional ajudam a controlar a ansiedade dessa época do terceiro ano. Esse evento vai nos deixar mais confiantes para enfrentar o Enem valendo de verdade este ano”, disse a estudante. O colega de Milka, Arthur Duarte, 18 anos, também estudante do CED 308 do Recanto das Emas, pretende cursar Física, e destacou a importância de se preparar antecipadamente, especialmente na área de exatas, que exige raciocínio lógico e concentração. "O apoio da escola e de programas como o GerAção Enem é fundamental, não só para revisar a matéria, mas também para controlar o aspecto emocional, evitando nervosismo e esquecimentos durante a prova. Equilibrar conhecimento e gestão do tempo é essencial para chegar confiante no Enem”, afirmou o participante. Orientações para o momento após a prova Hélvia Paranaguá: "Quando trabalhamos juntos, abrimos caminhos para que mais jovens realizem o sonho de ingressar na universidade" Além das dicas para controle do tempo de prova e equilíbrio emocional, os alunos receberam orientações sobre o momento pós-Enem, incluindo informações sobre universidades nacionais e internacionais que aceitam a nota do exame, bem como o funcionamento das seleções pelo Sisu, Prouni e Fies. A professora e uma das palestrantes do evento Regina Cotrim destacou que conhecer essas oportunidades ajuda os estudantes a se sentirem mais seguros e preparados para tomar decisões sobre seu futuro acadêmico. “Quanto mais informação os alunos tiverem sobre como utilizar a nota do Enem, mais tranquilos e confiantes estarão para encarar a prova e planejar o futuro”, afirmou. [LEIA_TAMBEM]A preparação contou com uma aula especial sobre a estruturação da prova e o método Teoria de Resposta ao Item (TRI), com o professor Ney Vieira. Ele explicou que o Enem é uma prova de estratégia e coerência, orientando os alunos a começar pelas questões fáceis, seguir para as médias e deixar as difíceis por último, ressaltando a importância de planejar o tempo, dosar esforços e criar disciplina. “Fazer prova não é apenas responder questões, é ter estratégia, disciplina e resiliência. Quem souber usar o tempo e a TRI com inteligência pode transformar sua nota e conquistar grandes oportunidades”, enfatiza o educador. Esta é a segunda edição do professor no GerAção Enem, e ele destacou que o aprendizado serve também para outros vestibulares e concursos. Ele relembra que uma aluna participante da edição passada, por exemplo, conquistou a aprovação na Universidade de Coimbra, em Portugal. A professora Tatiana Brasileiro, responsável pela aula de redação no evento, também ressaltou o feedback positivo de alunos da edição passada, que conquistaram boas notas e aprovações em cursos concorridos, como Medicina na Universidade de Catalão. "Quando o estudante vai para a prova com a estrutura correta e confiança, consegue produzir melhor e elevar sua nota, conquistando a aprovação dos sonhos”, finaliza a professora. *Com informações da Secretaria de Educação do DF
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Empoderamento feminino: Estudantes festejam participação no programa Meninas em Ação
“Nunca imaginei estar dentro do Palácio do Buriti, como secretária de Estado, e o Governo do Distrito Federal fez com que isso fosse possível ao acreditar nas meninas que estudam nas escolas públicas”. A declaração, feita de forma emocionada nesta terça-feira (21) pela estudante de Planaltina Ana Luísa Pereira, de 17 anos, marcou o evento de encerramento do programa Meninas em Ação, lançado em março pelo Governo do Distrito Federal (GDF), com foco no empoderamento feminino. De abril a setembro, 30 estudantes de três escolas públicas do Distrito Federal — Centro de Ensino Médio (CEM) 01 de Planaltina, o Centro de Ensino Médio Integrado (Cemi) do Gama e o Centro de Ensino Médio Setor Oeste (CEMSO) do Plano Piloto — tiveram a oportunidade de ocupar um cargo de liderança do setor público, do privado e até mesmo de embaixadas, pelo programa desenvolvido pela Secretaria de Relações Internacionais (Serinter) em parceria com as secretarias da Mulher (SMDF), de Educação (SEEDF) e de Justiça e Cidadania (Sejus), que tem como objetivo fortalecer a participação feminina na sociedade e promover a igualdade de gênero no DF. A estudante Ana Luísa Pereira celebrou a participação no programa: “Um programa que despertou em mim um querer maior que eu não sabia que existia" | Fotos: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília O evento de encerramento foi marcado pela emoção das estudantes e seus familiares que ocuparam o Salão Branco do Palácio do Buriti para que elas pudessem receber certificados de participação no Meninas em Ação que, em abril, ganhou status de programa de Estado, por meio do Decreto nº 47.081, assinado pelo governador Ibaneis Rocha. “Um programa que despertou em mim um querer maior que eu não sabia que existia. Porque eu achava que talvez pudesse conseguir fazer uma faculdade, mas hoje, depois desta experiência, eu tenho a certeza de que conseguirei não apenas me formar, mas conquistar o meu espaço”, afirmou a estudante Ana Luísa que, em agosto, ocupou o cargo de secretária da Mulher por um dia. “Hoje não festejamos o fim, mas o início do que vem pela frente”, destacou a primeira-dama Mayara Noronha Rocha. “Através de um sonho nasceu o que hoje já é um programa de Estado. Isso significa que essas trinta meninas abriram portas para outras tantas que vão viver também uma experiência como esta. E o DF tem muito orgulho dessa geração que vem não apenas esperando um futuro próspero, mas construindo um futuro próspero, acreditando e entendendo que merecem ocupar espaços de liderança”, completou. “Hoje não festejamos o fim, mas o início do que vem pela frente” Primeira-dama Mayara Noronha Rocha Quebrando preconceitos Onze embaixadoras de embaixadas acreditadas em Brasília participaram do programa e puderam mostrar às estudantes o trabalho de uma missão diplomática. “Agradeço, em nome de todas elas, a oportunidade que o GDF deu também a nós, embaixadoras, que pudemos mostrar às meninas o nosso ofício e até mesmo quebrar o preconceito de quem pensa que a vida diplomática é apenas receber em coquetéis”, explicou a embaixadora da Espanha, Mar Fernández-Palacios. Em setembro, a estudante de 17 anos do CEMSO, Maria Vitória Freitas, viveu o papel de embaixadora da Espanha por um dia, ao lado da diplomata espanhola, e confirma que a experiência foi enriquecedora. “Ampliou muito a minha visão, o que eu pensava que era uma embaixada”, frisou. De acordo com ela, o Meninas em Ação a fez enxergar a diplomacia de uma outra forma. “Vi, realmente, que não é só coquetel, há um trabalho grande dentro da embaixada”. A embaixadora — que no evento falou em nome das demais diplomatas participantes — reforçou a surpresa com o nível das estudantes que participaram do programa. “Recebemos na embaixada uma menina com um nível muito bom de espanhol que aprendeu na escola pública; surpreendente”, destacou Mar Fernández-Palacios. ”Uma boa experiência para ambas porque também pude mostrar a ela como trabalhamos para fortalecer a amizade entre Espanha e Brasília”, finalizou. Grandes responsabilidades Todas as secretarias lideradas por mulheres no GDF também foram ocupadas, por um dia, por uma das estudantes que fizeram parte do programa. Em maio, a secretária de Educação — cargo ocupado por Hélvia Paranaguá — foi vivenciado pela estudante de Planaltina Isabela Amorim, de 17 anos. De acordo com ela, um dia de “agenda cheia” e “de surpresas”. “Eu pude ver de perto que ser secretária de Educação é ser cheia de obrigações, de preocupações com as escolas, os uniformes, as melhorias”, disse. Para a secretária titular da pasta, o dia também foi para mostrar que as meninas de hoje podem chegar longe, a cargos até maiores, como o de presidente da República. “O importante é ter foco, desejo, seguir estudando. O programa é muito importante porque mostra às meninas que elas têm voz”, frisou Hélvia. A secretária contou que o dia ao lado de Isabela foi, realmente, cheio, começando com um café da manhã na casa da secretária e com direito até a assinatura de documentos. “Imprimimos processos que assinei no dia para que ela pudesse assinar também e ter a visão da responsabilidade da cadeira”, contou. Mudando destinos Em abril, a estudante do Gama, de 18 anos, Ana Clara Batista, saiu cedo de casa para acompanhar a primeira-dama Mayara Noronha Rocha e o governador Ibaneis Rocha em atividades sociais. Como conta a própria Ana Clara, um dia que foi “um divisor de águas” em sua vida. “Eu, uma menina preta, periférica, estudante de escola pública, jamais imaginei estar naquele lugar, mas viver aquele dia com a Mayara me despertou para a vida”, assegurou. “Foi um processo de empoderamento pessoal e que me mostrou que posso conseguir chegar longe, inspirado por ela”. Hoje, a estudante disse estar mais certa do que quer para seu futuro: “Ser uma advogada, como a Mayara”. Projeto tem como objetivo fortalecer a participação feminina na sociedade e promover a igualdade de gênero no DF Para a reitora pro tempore da Universidade do Distrito Federal (UnDF), Simone Benck, a oportunidade dada às estudantes pelo programa é de extrema relevância. “É a identificação dessas adolescentes com a possibilidade de chegarem a postos de comando neste país, de enfrentarem os desafios que ainda existem, de lutarem por melhores salários, pela equidade no trabalho”, pontuou. “O Meninas em Ação nasce da urgência de reverter uma lógica histórica que silenciou talentos e limitou futuros. Quando uma menina descobre que tem voz, que sua história importa e que ela pode ocupar espaços antes negados, não estamos apenas transformando sua trajetória individual, estamos reescrevendo coletivamente o que significa ter equidade, potência e pertencimento. Este projeto é um ato de coragem e cuidado com o futuro", argumentou a secretária de Justiça e Cidadania, Marcela Passamani. A secretária da Mulher, Gisele Ferreira, reforçou, ainda, o poder transformador na vida escolar das estudantes. “O mundo precisa de bons exemplos e o programa planta os bons exemplos. Muitas delas melhoraram as notas na escola, ou seja, já está germinando a semente plantada pelo Meninas em Ação na vida de cada uma delas”. Empoderamento contínuo De acordo com o secretário de Relações Internacionais, Paco Britto, uma vez programa de Estado, o Meninas em Ação promoverá ações que contribuam com o empoderamento feminino de forma contínua. E, para 2026, a intenção é ampliar o número de estudantes participantes do projeto, além de selecioná-las em outras escolas. “O programa tem um propósito muito claro: empoderar meninas, fortalecer sonhos e abrir caminhos”, ressaltou o secretário. “E não somos nós que definimos seus limites, são elas que definem seus sonhos”, completou. Paco Britto: “O programa tem um propósito muito claro: empoderar meninas, fortalecer sonhos e abrir caminhos” “O Meninas em Ação é um programa que mostra desde cedo que nenhum espaço de poder está fora de alcance. As vivências que elas tiveram certamente já florescem na consciência de que todas podem ocupar o lugar que quiserem. A iniciativa abre os horizontes ao aproximar as participantes do dia a dia de lideranças em diversos setores e espaços de poder. É uma verdadeira transformação não apenas na vida das meninas que fizeram parte desse ciclo inicial do programa, mas de toda a sociedade”, salientou a vice-governadora Celina Leão. O programa é inspirado no movimento internacional #GirlsTakeover, criado em 2016 pela Plan International, e tem alinhamento direto com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), em especial o ODS 5, que trata da igualdade de gênero. “Oferecer essa oportunidade as nossas estudantes é escrever, nas páginas da história do Distrito Federal, uma mensagem poderosa: que o lugar da mulher é onde ela quiser estar”, concluiu Paco Britto. *Com informações da Secretaria de Relações Internacionais do Distrito Federal (Serinter-DF)
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Servidores transformam pedaços de troncos em peças únicas em marcenaria da Novacap
Três funcionários da Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil (Novacap) vêm transformando madeira de árvores antigas em peças únicas, que decoram e organizam os espaços internos da companhia. O trio é composto pelo supervisor de setor e agente operacional Edmilson Vasconcelos, que lidera o núcleo artesanal ao lado de Osvaldo Ferreira, pelo operador de motosserra Rubens Correia, ajudante-geral. Diferentemente da marcenaria tradicional da Novacap, que utiliza MDF e móveis planejados, o grupo desenvolve um artesanato a partir de madeira bruta, unindo técnica, talento artístico e compromisso ambiental. A iniciativa surgiu durante a pandemia, quando Edmilson descobriu sua habilidade com a madeira e passou a reaproveitar toras que seriam descartadas. Diferentemente da marcenaria tradicional da Novacap, que trabalha com MDF e móveis planejados, o grupo desenvolve um artesanato a partir de madeira bruta, unindo técnica, talento artístico e compromisso ambiental | Fotos: Divulgação/Novacap Em 2024, o grupo ganhou destaque ao produzir esculturas e bancos para o Capital Moto Week, além de mesas, balcões, bancos e lembranças personalizadas para a sede da Novacap. “Hoje a gente está urbanizando a companhia com as próprias mãos, com o que a natureza nos deu”, afirma Edmilson. As árvores utilizadas, muitas com mais de 60 anos, vêm do viveiro da Novacap ou são retiradas por algum motivo de segurança. “Essa árvore foi plantada no início de Brasília. Cumpriu seu ciclo na natureza e ganhou nova vida em nossas mãos”, conta Edmilson. Entre as espécies mais usadas estão angico, amendoim, eucalipto, pau-rei e abacateiro. O reaproveitamento evita o descarte e reduz custos, reforçando o compromisso ambiental da Novacap, que planta 30 mudas para cada árvore suprimida no Distrito Federal. O trabalho da equipe envolve avaliação da madeira, corte, lixamento, modelagem e acabamento com verniz ou resina, utilizando ferramentas como motosserra, furadeira, lixadeira e plaina. Entre as criações recentes estão a imponente mesa da Diretoria das Cidades, feita com madeira da 415 Sul e transportada com ajuda de 18 homens e uma máquina, além de novos balcões, lembranças personalizadas, bancos e o trono produzido para o Capital Moto Week Peças maiores podem levar até uma semana para ficar prontas, e todo o processo é feito de forma colaborativa. “Cada peça é um desafio. Ver o resultado pronto, no lugar certo, dá uma satisfação que não tem preço”, afirma Osvaldo. Entre as criações recentes estão a imponente mesa da Diretoria das Cidades, feita com madeira da 415 Sul e transportada com ajuda de 18 homens e uma máquina, além de novos balcões, lembranças personalizadas, bancos e o trono produzido para o Capital Moto Week, reaproveitado em 2025. Cada peça é fruto de planejamento cuidadoso e dedicação. O trabalho da equipe da Novacap preserva o artesanato como valor cultural, estético e ambiental, trazendo vida nova a materiais que seriam descartados e reforçando a importância da sustentabilidade na Companhia. “A gente trabalha porque gosta; cada peça pronta é um orgulho, um pedacinho da cidade que continua vivo”, concluiu Edmilson. *Com informações da Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil (Novacap)
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Seis anos após retomada, cirurgias cardíacas de peito aberto crescem mais de 1.000% no Hospital de Base
Ângela Andrade, 61 anos, tomou um susto quando, em 2019, a filha Luisa Andrade, então com 17, foi diagnosticada com comunicação interatrial (CIA) — um problema congênito no coração que faz com que o sangue oxigenado e o não oxigenado se misturem — depois de sentir pontadas no peito. “Achei que ela ia ter uma morte súbita, que ela tinha herdado o problema do pai”, conta a aposentada, referindo-se ao marido, que morreu por problemas no coração. “Foi assustador, um baque. Como eu era muito nova, foi bem estranho”, emenda a filha. Luisa Andrade: “É como se eu tivesse renascido depois da cirurgia. Melhorei a minha respiração, não tenho mais taquicardia, consigo respirar com muita leveza, encher os meus pulmões” | Fotos: Joel Rodrigues/Agência Brasília Um problema dessa magnitude exige um tratamento de alta complexidade. E foi no Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF) que a família encontrou a solução. Luisa foi a primeira paciente a ser operada no local após a retomada das chamadas cirurgias cardíacas de peito aberto, há exatos seis anos, em 21 de outubro de 2019. De lá para cá, o número de pacientes que receberam o tratamento já cresceu 1.108%. Chefe da Cirurgia Cardíaca do Hospital de Base, a médica Tatiana Maia afirma: “Hoje em dia, nós temos as melhores próteses que existem. Eu tenho orgulho de dizer que esse serviço oferece o melhor para a população do Distrito Federal” Contando com Luisa, 23 pessoas passaram pelo procedimento em 2019. Em todo o ano passado, foram 278. Até a primeira quinzena deste mês, a unidade já contabilizava 244 cirurgias de peito aberto. Desde a retomada, foram, ao todo, 1.469 atendimentos. Para a chefe da Cirurgia Cardíaca do HBDF, Tatiana Maia, esse aumento é explicado pelos investimentos na unidade. “O IgesDF [Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal], junto ao Hospital de Base, vem crescendo em termos de investimento em equipamentos e em pessoal também”, aponta. “Hoje em dia, nós temos as melhores próteses que existem. Eu tenho orgulho de dizer que esse serviço oferece o melhor para a população do Distrito Federal.” A médica prossegue: “A gente conseguiu salvar muitas vidas. Além das cirurgias eletivas, o Hospital de Base também é o único hospital de porta aberta do Distrito Federal que atua atendendo a todas as emergências cardiovasculares. A gente sabe que o que mais mata no mundo são as doenças cardiovasculares, e o mundo moderno sofre com essa mortalidade. Então é extremamente importante oferecer esse serviço para a população geral, para o SUS [Sistema Único de Saúde], porque aqui os pacientes são atendidos de maneira integral e plena para cuidar dessas patologias”. Atendimento integral “Luisa foi assistida pelos melhores médicos, e eu sou grata a eles até hoje, porque nós fomos bem-acolhidas. Minha filha está curada e, graças a Deus, só tenho a agradecer” Ângela Andrade, mãe de Luisa Esse atendimento integral foi fundamental para o tratamento de Luisa. “Fizemos muitos exames”, lembra. “Eles entraram com a medicação, e meses depois eu fui internada para poder fazer mais exames, fui acompanhada por vários médicos. Até que chegou o dia da cirurgia; fizemos, fui para a UTI, tive um ótimo pós-operatório, também fui auxiliada pela equipe de fisioterapia e a minha recuperação foi bem tranquila. Um ano depois eu voltei, fiz mais exames para saber se estava tudo certo e recebi alta. Fui muito bem-acompanhada, muito bem-atendida por todos os médicos. Se não fosse por eles, acho que talvez até teria desistido da cirurgia, porque é um baque muito grande. Então, sentir esse acolhimento me ajudou a entender que é um procedimento muito invasivo, mas com grande chance de sucesso e realmente teve muito sucesso”. A mãe da jovem reforça: “Realmente foi extraordinário, a equipe é muito boa, a Luisa foi assistida pelos melhores médicos e eu sou grata a eles até hoje, porque nós fomos bem-acolhidas. Do menor ao maior, Luisa foi muito bem-assistida, deu tudo certo. Minha filha está curada e, graças a Deus, só tenho a agradecer”, completa a mãe. Graças ao procedimento, a jovem, hoje com 24 anos, leva uma vida absolutamente normal. Cursa Administração, estagia e pode fazer exercícios: “É como se eu tivesse renascido depois da cirurgia. Melhorei a minha respiração, não tenho mais taquicardia, consigo respirar com muita leveza, encher os meus pulmões. Minha qualidade de vida melhorou muito, consigo praticar atividade física com muita facilidade. [Em] atividades que outras pessoas se sentiam tranquilas fazendo, eu logo passava mal. Hoje, consigo fazer com perfeição. Consigo ter uma vida normal, mais saudável”. Com a propriedade de quem renasceu, Luisa reforça a importância de o serviço ser oferecido de forma gratuita à população do DF: “No particular, essa cirurgia custaria R$ 80 mil, e a gente não teria condições de pagar. Então é realmente muito importante”. Alta complexidade [LEIA_TAMBEM]Indicada para diversos problemas cardíacos — como insuficiências coronarianas e patologias da aorta torácica —, a cirurgia de peito aberto exige uma equipe de nove pessoas para ser feita, sendo três cirurgiões, um anestesista, um perfusionista, um instrumentador, dois circulantes e uma enfermeira. “A gente precisa deixar o coração parado para poder operar, então a gente deixa o coração em circulação extracorpórea e o sangue do paciente fica circulando em uma máquina, que é a máquina coração-pulmão, enquanto a gente está trabalhando”, explica Tatiana Maia. E não são só os pacientes que se emocionam com o sucesso do procedimento. “Naquele momento, eu estou com o coração do paciente na mão, literalmente”, relata a médica. “Estou com a vida dele na minha mão, porque o coração está parado, ele está circulando na circulação extracorpórea, sendo oxigenado na máquina e eu ali, reparando o coração. Ver o paciente recuperado é muito gratificante”.
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GDF publica edital para credenciar empresas do Cartão Uniforme Escolar
A Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF) publicou nesta terça-feira (21) o Edital de Chamamento Público nº 03/2025 para o credenciamento de empresas que vão participar do programa Cartão Uniforme Escolar. As credenciadas ficarão responsáveis pela confecção e fornecimento dos uniformes escolares para o ciclo regular e deverão ter sede e funcionamento regular no Distrito Federal. O programa garante aos estudantes da rede pública de ensino do DF acesso universal ao uniforme escolar, sem distinção ou critério de renda familiar. Serão 400 mil alunos beneficiados, com três camisetas de manga curta, duas bermudas, uma calça comprida e um casaco. De acordo com o edital, serão confeccionadas cerca de 2,8 milhões de peças, a serem entregues até o início de fevereiro. Empresas interessadas em participar do programa Cartão Uniforme Escolar já podem enviar documentação para o credenciamento | Fotos: Felipe de Noronha/SEEDF Pela Lei nº 7.745, de 1º de outubro de 2025, cabe à Secretaria de Educação (SEEDF) a gestão e execução do programa, enquanto a Sedes ficou responsável pelo credenciamento e fiscalização das empresas que vão confeccionar as roupas, em parceria com a Educação. O Governo do Distrito Federal (GDF) fornecerá auxílio financeiro aos estudantes matriculados na educação básica da rede pública para aquisição das peças nas lojas credenciadas, no valor de R$ 282,99. “A Sedes já realiza o credenciamento dos cartões Material Escolar, Creche, Gás e Prato Cheio, e nestes programas conseguimos ampliar a quantidade de estabelecimentos para acesso da população, estimulando também a economia nas comunidades. Com o Cartão Uniforme Escolar, faremos todo o processo de receber documentação, verificar idoneidade das empresas prestadoras de serviço, além de acompanhar, fiscalizar, verificar as demandas para garantir o bom andamento deste novo programa, tão importante para as famílias vulneráveis do DF”, ressalta a secretária de Desenvolvimento Social, Ana Paula Marra. As roupas deverão ser confeccionadas em estrita obediência aos padrões de qualidade e às especificações técnicas descritas no edital As empresas interessadas devem atender aos critérios do edital e encaminhar a documentação exigida, em remessa única, em formato PDF, para o e-mail credencia.malharias@sedes.df.gov.br. O credenciamento poderá ser realizado ao longo dos próximos 12 meses, durante todo o período de vigência do edital. As empresas também podem entregar a documentação presencialmente na sede da Sedes, localizada na SEPN 515, Edifício Espaço 515, Asa Norte, mediante agendamento pelo telefone (61) 3773-7354. As credenciadas serão responsáveis por todas as despesas com embalagem, garantia, transporte e confecção do material. “Era uma demanda antiga das empresas do segmento, que vai fomentar o comércio local. Antes, qualquer empresa fora do DF poderia participar. Agora, apenas o setor produtivo daqui terá a oportunidade de produzir o material. E a equipe técnica da Sedes está preparada para conduzir com excelência todo esse processo”, destaca o subsecretário de Gestão de Programas Sociais da Sedes, Douglas Fernandes. As roupas deverão ser confeccionadas em estrita obediência aos padrões de qualidade e às especificações técnicas descritas no edital, além de seguir normas da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) e do Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro), garantindo resistência, conforto e durabilidade adequados ao uso diário dos estudantes. [LEIA_TAMBEM]Seleção Uma comissão de seleção foi designada pela Sedes para avaliar a documentação e realizar, a qualquer tempo, diligências para verificar a autenticidade das informações e documentos apresentados pelas empresas concorrentes, ou para esclarecer dúvidas e omissões. Essa comissão será responsável pelo credenciamento, acompanhamento, coordenação dos procedimentos de prestação de contas, elaboração do Relatório Anual do Programa Cartão Uniforme Escolar e verificação do atendimento às especificações técnicas. São requisitos para o credenciamento: estar adimplente com as obrigações fiscais, trabalhistas e previdenciárias; constar no CNPJ o registro de indústria de confecção de peças de vestuário e roupas profissionais (Códigos Cnae 1412-6/01 e 1413-4/01) ou comércio varejista de artigos do vestuário e acessórios (Cnae 4781-4/00); possuir conta corrente no Banco de Brasília (BRB); e obedecer aos prazos e à documentação definidos no edital de chamamento público nº 03/2025, capítulo VII. Cada aluno será beneficiado com três camisetas de manga curta, duas bermudas, uma calça comprida e um casaco Benefício O valor do auxílio financeiro será pago aos estudantes em parcela única anual, durante a vigência do programa. O pagamento às empresas credenciadas será feito diretamente no ato da compra, por meio do cartão magnético ou eletrônico concedido exclusivamente para aquisição do uniforme escolar. Para os alunos que ingressarem na rede ao longo do ano, o pagamento será realizado de forma escalonada, em etapas ou lotes, conforme cronograma a ser definido. Os estabelecimentos credenciados deverão comercializar exclusivamente o conjunto completo do uniforme escolar, contendo as sete peças, sendo vedada a venda de itens avulsos. Os créditos ficarão disponíveis para uso pelos beneficiários até o final de outubro do ano de pagamento. A emissão e a disponibilização dos cartões aos estudantes serão definidas entre a SEEDF e o BRB e informadas oportunamente. Vale ressaltar que a Sedes não participa dessa fase do programa. De acordo com o edital, o prazo de vigência do Termo de Adesão será de 12 meses, podendo ser prorrogado por igual período. *Com informações da Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF)
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Doutora do rock: advogada da Novacap se divide entre processos e palcos
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Cartilha orienta sobre direitos da pessoa idosa e cuidados na longevidade
A Secretaria de Justiça e Cidadania (Sejus-DF) lançou nesta terça-feira (21), por meio do Conselho dos Direitos do Idoso, uma cartilha informativa que reúne orientações sobre os direitos e cuidados voltados à população com mais de 60 anos. Com linguagem acessível e conteúdo didático, o material tem como objetivo orientar não apenas as pessoas idosas, mas também familiares, cuidadores e a sociedade em geral sobre as garantias previstas no Estatuto da Pessoa Idosa (Lei nº 10.741/2003). A cartilha apresenta orientações sobre como buscar apoio e proteção nas áreas de saúde, assistência social e serviços públicos, além de reunir contatos úteis, como o Disque 100, os centros de referência especializados de assistência social (Creas) e unidades de atendimento do sistema de saúde. Projeções do IPEDF indicam que a população de idosos no DF deve crescer 63,3% até 2030 | Fotos: Divulgação/Sejus De acordo com o Instituto de Pesquisa e Estatística do Distrito Federal (IPEDF), a população idosa do DF deve crescer 63,3% até 2030. Atualmente, pessoas com mais de 60 anos já representam mais de 16% dos moradores do DF — um dado que reforça a importância de políticas públicas voltadas à longevidade, à prevenção de violências e à promoção do envelhecimento saudável. Entre as ações voltadas a esse público, destaca-se o Programa Viver 60+, iniciativa que promove o bem-estar e a valorização da pessoa idosa por meio de atividades físicas, culturais, educativas e de lazer. O programa busca fortalecer vínculos sociais, incentivar a autonomia e proporcionar qualidade de vida na velhice, transformando espaços públicos em pontos de convivência e cidadania ativa. [LEIA_TAMBEM]Disponível em formato digital no site da Sejus, a cartilha também busca conscientizar familiares e cuidadores sobre os deveres do Estado e da sociedade na construção de uma velhice digna, ativa e respeitosa. “Investir em políticas públicas voltadas à pessoa idosa é reafirmar o papel do Estado na sua proteção. Permitir o acesso à informação, ao cuidado e ao respeito significa construir um futuro em que envelhecer seja sinônimo de dignidade, e não de abandono”, destacou a secretária de Justiça e Cidadania, Marcela Passamani. *Com informações da Sejus-DF
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E-Protocolo
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Prazo para matrícula de candidatos selecionados no QualificaDF termina na sexta-feira (24)
O relógio está correndo para os milhares de moradores do Distrito Federal selecionados na primeira chamada do QualificaDF, programa conduzido pela Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda (Sedet). Os candidatos convocados têm apenas até esta sexta-feira, 24 de outubro, para comparecerem a uma Agência do Trabalhador com seus documentos e efetivarem a matrícula. O candidato convocado na 1ª chamada que não comparecer dentro do prazo será considerado desistente e perderá automaticamente o direito à vaga. O programa, que já qualificou mais de 65 mil pessoas em edições anteriores, se prepara agora para convocar os candidatos do cadastro reserva para preencher as vagas que não forem confirmadas até o prazo final. [LEIA_TAMBEM]Thales Mendes, secretário de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda, reforça o senso de urgência. "Estamos na semana mais decisiva do projeto. A vaga já foi conquistada pelo selecionado, mas ela precisa ser confirmada. É uma oportunidade de qualificação completa, com 240 horas de aula, material, uniforme, lanche e transporte, tudo 100% gratuito. Seria uma pena perder essa chance por deixar para a última hora", afirma. Para garantir a vaga, o selecionado deve procurar qualquer Agência do Trabalhador do DF até esta sexta-feira, com os documentos originais em mãos (RG, CPF, Comprovante de Residência e Comprovante de Escolaridade). As aulas da primeira turma do QualificaDF 2025 estão programadas para começar no dia 3 de novembro. *Com informações da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda (Sedet-DF)
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Reforma da Praça 21 de Abril recebe concretagem do novo PEC e calçadas novas
A Praça 21 de Abril, localizada na 707/708 da Asa Sul, entrou em uma nova etapa de reforma nesta semana. Após a conclusão da demolição e preparação do terreno, começaram os trabalhos de concretagem nas áreas onde serão instalados o novo Ponto de Encontro Comunitário (PEC) e as novas calçadas. A intervenção faz parte do projeto de obras do espaço histórico, que prevê a modernização da infraestrutura, mais acessibilidade e a valorização de um dos marcos tradicionais da região. Com investimento de R$ 1.900.956,79, viabilizado pelo Fundo de Desenvolvimento Urbano do Distrito Federal (Fundurb), o projeto foi elaborado pela Companhia Urbanizadora da Nova Capital (Novacap) e está sendo executado por uma empresa contratada pela Secretaria de Obras e Infraestrutura do Distrito Federal (SODF). A iniciativa tem como objetivo transformar completamente o espaço público, com foco em acessibilidade, segurança e lazer para pessoas de todas as idades, além de criar um ambiente mais acolhedor, funcional e convidativo, que estimule o uso coletivo e fortaleça o convívio social na comunidade. Com mais de 10 mil m², o espaço, criado na década de 1960, terá a pavimentação completamente trocada e ganhará piso colorido, novo mobiliário urbano, lixeiras, bicicletários, pergolados de madeira e um projeto de paisagismo que inclui arborização. Segundo a fiscal da obra, Talita Guardieiro, os trabalhos estão sendo executados passo a passo, com atenção aos detalhes. “Aqui já começaram a construir as calçadas, e agora será feita a concretagem da área onde vai ficar o PEC. Já iniciamos a colocação da base do pergolado, que está em andamento. Depois disso, vem a concretagem do restante, e essa etapa costuma ser bem rápida”, explicou. Com investimento de R$ 1.900.956,79, viabilizado pelo Fundurb, o projeto foi elaborado pela Novacap e está sendo executado por uma empresa contratada pela Secretaria de Obras e Infraestrutura do Distrito Federal (SODF) | Fotos: Matheus H. Souza/Agência Brasília O novo PEC será ampliado e diferenciado, com a instalação de mais aparelhos de ginástica e equipamentos de fisioterapia, o que vai oferecer uma estrutura mais completa e inclusiva para a população. Serão construídos cerca de 4.500 m² de calçadas, o equivalente a aproximadamente 3 quilômetros lineares. Também está previsto um aditivo contratual para incluir duas calçadas laterais que não constavam no projeto original, com o objetivo de ampliar a acessibilidade e a integração do espaço urbano. A reforma vai beneficiar diretamente a comunidade da região, especialmente os alunos e professores de três escolas públicas localizadas no entorno da praça, além de frequentadores do Espaço Cultural Renato Russo, um dos principais equipamentos culturais da Asa Sul. A proposta é criar um ambiente mais acolhedor e funcional, que incentive o uso coletivo e o convívio social. Segundo a fiscal da obra, Talita Guardieiro, os trabalhos estão sendo executados passo a passo, com atenção aos detalhes Para a manicure Antônia Ribeiro, de 60 anos, que há anos passa pela Praça 21 de Abril, a obra representa um ganho importante para toda a comunidade. Segundo ela, a reforma do espaço não beneficia apenas os moradores da região, mas também quem vive no entorno do DF. “Como há várias escolas públicas por aqui, muitas mães deixam os filhos e precisam de um lugar para esperar a saída das crianças. Essa praça é muito antiga e faz parte da vida dos brasilienses há muito tempo, então a reforma é essencial”, afirmou. Antônia acredita que o novo projeto vai tornar o local mais bonito, acolhedor e seguro. “Uma praça bem cuidada atrai mais pessoas e, com isso, aumenta a sensação de segurança. Eu mesma já esperei aqui muitas vezes pela minha filha quando estudava aqui perto. Essa reforma é muito bem-vinda e vai fazer diferença para as famílias que precisam de um espaço tranquilo para ficar”, completou.
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Curta ‘O Futuro é Indígena’ celebra a força e sensibilidade da infância ancestral
O Memorial dos Povos Indígenas apresenta neste sábado (25), às 10h, o curta-metragem O Futuro é Indígena, obra que retrata a infância como força política e poética no contexto da luta dos povos originários. O filme acompanha Xiwariru, uma menina de sete anos da etnia javaé, durante o 20º Acampamento Terra Livre (ATL) de 2024 — o maior encontro de povos indígenas do país. O cotidiano de uma criança indígena em meio a rituais do Acampamento Terra Livre é o foco do filme | Foto: Divulgação Com narrativa sensível, o documentário revela o cotidiano da criança em meio às marchas, rituais e encontros que compõem o ATL. A partir de sua perspectiva, o curta apresenta uma nova forma de ver o mundo indígena, em que o futuro se desenha na continuidade das tradições e na presença ativa das novas gerações. Financiado pela Lei Paulo Gustavo, o filme apresenta uma equipe composta exclusivamente por mulheres — entre elas, mulheres indígenas, negras e com deficiência —, reafirmando o compromisso com a diversidade e a representatividade no audiovisual. Afetividade A diretora Julia Pá é conhecida por mergulhar nas comunidades que retrata, construindo relações de afeto e confiança com seus personagens. Em O Futuro é Indígena, ela amplia essas conexões para o público, promovendo empatia e reflexão sobre o papel das mulheres e das infâncias na resistência cultural. “Essa produção é um exemplo do poder transformador da cultura quando ela nasce do território e da vivência real”, avalia o secretário de Cultura e Economia Criativa, Claudio Abrantes. “A Lei Paulo Gustavo tem possibilitado que vozes historicamente silenciadas encontrem espaço e reconhecimento. O Futuro é Indígena traduz isso com beleza e verdade, reafirmando o compromisso do Distrito Federal com a diversidade e o protagonismo dos povos originários.” A exibição integra a programação cultural do Memorial dos Povos Indígenas, espaço dedicado à valorização das culturas ancestrais e à promoção de diálogos entre diferentes tradições. A entrada é gratuita. Serviço O Futuro é Indígena → Sábado (25), às 10h, no Memorial dos Povos Indígenas, com com interpretação em Libras. Exibição gratuita e aberta ao público, mediada pelo Educativo do Memorial. → 25 a 31: Exibição mediada pelo Educativo do Memorial em horários exclusivos para estudantes. Agendamento de visitas de escolas: arandueducativo@gmail.com / 61 99882-7400. *Com informações da Secec-DF
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Portaria consolida importância da Câmara de Monitoramento de Homicídios e Feminicídios no combate à violência letal e de gênero
Nesta terça-feira (21), foi publicada a Portaria nº 83/2025, que atualiza as competências e o funcionamento da Câmara Técnica de Monitoramento de Homicídios e Feminicídios (CTMHF), da Secretaria de Segurança Pública do Distrito Federal (SSP-DF). A medida, divulgada no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF), consolida a CTMHF como núcleo técnico-consultivo responsável pela produção de diagnósticos criminais e criminológicos baseados em evidências, com o objetivo de subsidiar políticas públicas e qualificar as ações de prevenção e enfrentamento à violência letal e de gênero no Distrito Federal. Para o secretário de Segurança Pública, Sandro Avelar, a publicação é fundamental para a política de Segurança Integral, adotada pelo Governo do Distrito Federal (GDF). “A Câmara Técnica tem papel estratégico na consolidação de uma segurança pública baseada em dados, integrada e comprometida com a prevenção. Esse avanço normativo reforça nosso compromisso com a transparência, com a responsabilização institucional e com o fortalecimento de ações de enfrentamento à violência de gênero e homicídios”, destacou o secretário. A portaria está alinhada aos princípios do Programa DF Mais Seguro — Segurança Integral, que adota o conceito de integralidade como diretriz central da política pública de segurança. Com a nova regulamentação, a CTMHF passa a ter como principais atribuições acompanhar e analisar dados de homicídios e feminicídios ao longo de todo o ciclo do Sistema de Justiça Criminal, produzir diagnósticos baseados em evidências com abordagens quantitativas e qualitativas, elaboração de análises e avaliações de programas, projetos e políticas públicas de prevenção e repressão à violência letal e padronização de protocolos de coleta e integração de dados entre órgãos de segurança e justiça, fortalecendo a interoperabilidade dos sistemas. A portaria está alinhada aos princípios do Programa DF Mais Seguro – Segurança Integral, que adota o conceito de integralidade como diretriz central da política pública de segurança | Fotos: Divulgação/SSP-DF A transparência ativa, com a publicação de relatórios, estudos e painéis no portal oficial da SSP-DF, incentivo ao intercâmbio técnico e científico com universidades, centros de pesquisa e instituições nacionais e internacionais e o desenvolvimento de ferramentas analíticas e modelos preditivos, capazes de identificar áreas críticas e avaliar o impacto das políticas públicas implementadas também estão no escopo da portaria publicada. O coordenador da CTMHF, Marcelo Zago, ressalta que o fortalecimento da câmara reflete o amadurecimento da política de segurança baseada em evidências no Distrito Federal. “A atualização normativa amplia nossa capacidade técnica e consolida um modelo de governança que envolve múltiplas instituições. O foco é compreender o fenômeno da violência de forma integrada, para que os dados se traduzam em decisões mais assertivas, prevenção efetiva e vidas preservadas”, afirmou. Entre as principais inovações está a criação de dois grupos executivos temáticos, um focado em homicídios e outro em feminicídios e violência doméstica. A nova composição também prevê a participação de atores de todo o sistema de justiça criminal, incluindo, de forma inédita, a Secretaria de Administração Penitenciária (Seape-DF), que representa a Polícia Penal. Essa inclusão permitirá o monitoramento completo do ciclo da violência, desde a ocorrência do crime até o cumprimento da pena. "A Seape e a Polícia Penal têm muito a somar nas ações da Câmara Técnica. O sistema penitenciário reúne informações valiosas para o trabalho de inteligência dos órgãos de Justiça, o que torna os relatórios mais completos e ajuda a entender melhor as dinâmicas e condutas criminais", ressalta o secretário de Administração Penitenciária, Wenderson Teles. Entre as principais inovações está a criação de dois grupos executivos temáticos, um focado em homicídios e outro em feminicídios e violência doméstica A portaria também cria dois grupos executivos temáticos permanentes, voltados à análise técnica, acompanhamento e formulação de políticas públicas específicas: o Grupo Executivo de Feminicídios e Violência Doméstica e o Grupo Executivo de Homicídios. Ambos serão presididos pelo secretário de Segurança Pública e compostos por representantes da SSP-DF, das forças de segurança — Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF), Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) e Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal (CBMDF) —, do Detran-DF, da Secretaria de Administração Penitenciária (Seape), do Tribunal de Justiça (TJDFT), do Ministério Público (MPDFT) e de órgãos de políticas para mulheres, como a Secretaria da Mulher (SMDF) e a Secretaria de Justiça e Cidadania (Sejus-DF). Reconhecimento O trabalho desenvolvido pela CTMHF tem sido reconhecido nacionalmente. Neste ano, a Câmara foi convidada a apresentar suas metodologias e resultados em importantes eventos, como a XIX Jornada Lei Maria da Penha, promovida pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) em Recife, no Simpósio sobre Feminicídios, organizado pelo Laboratório de Estudos de Feminicídios (LESFEM) da Universidade Estadual de Londrina (UEL) e no Curso de Aperfeiçoamento de Magistrados, da Escola Superior da Magistratura da AJURIS, em Porto Alegre. O Painel de Feminicídio, disponível no site da SSP-DF, também é fruto do trabalho realizado por servidores do setor. *Com informações da Secretaria de Segurança Pública do DF (SSP-DF)
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Estação Ecológica de Águas Emendadas é tema de projeto no 14º Circuito de Ciências do DF
A beleza, a riqueza natural e a relevância ecológica da Estação Ecológica de Águas Emendadas (Esecae) inspiraram o projeto “Águas Para Emendar Vidas. Águas Emendadas: A Nascente que Une Milhões de Brasileiros Precisa Ser Protegida. Estudo sobre a situação do fenômeno natural único no Brasil, denominado Águas Emendadas”. A proposta foi desenvolvida por alunos do Colégio Cívico-Militar do Distrito Federal Centro Educacional (CED) 3 de Sobradinho, sob a orientação da professora Celeni Miranda. A iniciativa foi selecionada para representar a escola na etapa distrital do 14º Circuito de Ciências do Distrito Federal, que ocorre desta terça (21) até sexta-feira (24), na Esplanada dos Ministérios. A vice-governadora do Distrito Federal, Celina Leão, destacou o impacto positivo da integração entre educação e meio ambiente. “Projetos como esse reforçam o papel transformador da educação ambiental. Quando nossos jovens conhecem e vivenciam a importância de uma unidade como Águas Emendadas, eles se tornam defensores do Cerrado e multiplicadores da sustentabilidade. É um orgulho ver o comprometimento das nossas escolas com o futuro do DF”, afirmou. Projeto sobre a Estação Ecológica de Águas Emendadas vai representar o CED 3 de Sobradinho do 14º Circuito de Ciências do Distrito Federal | Foto: Divulgação/Brasília Ambiental O projeto nasceu de um trabalho pedagógico sobre o tema Água, proposto pela Secretaria de Educação (SEEDF). Ao apresentar a Esecae aos alunos, a professora percebeu o impacto positivo da experiência. “Ninguém na escola conhecia a Estação Ecológica. Quando levei os alunos para conhecer a área, eles ficaram encantados. O contato com a natureza despertou neles o interesse pela ciência, pela pesquisa e, principalmente, pela preservação ambiental”, contou Celeni Miranda, professora de Geografia e doutora em Ciências Ambientais. A visita técnica à unidade foi autorizada pelo Instituto Brasília Ambiental, responsável pela gestão da Esecae. Durante a atividade, os estudantes participaram de palestras e trilhas interpretativas, observaram a fauna e a flora locais e discutiram os impactos ambientais que ameaçam a região, como o avanço do monocultivo, o uso de agrotóxicos e a expansão urbana irregular. De volta à escola, os alunos produziram maquetes, banners e materiais explicativos sobre o ecossistema da unidade e o fenômeno natural das águas que correm em direções opostas — para as bacias do Tocantins e do São Francisco. "Ver o interesse da comunidade escolar pela Estação Ecológica de Águas Emendadas é motivo de orgulho. Essa aproximação com a educação é fundamental para formar cidadãos conscientes e comprometidos com o meio ambiente" Rôney Nemer, presidente do Brasília Ambiental “A Esecae é um patrimônio natural de valor incalculável. Ela abastece mais de 300 mil pessoas e representa o berço das águas do Cerrado. Nosso objetivo com o projeto é mostrar que preservar essa área é preservar a vida. Sou muito grata ao Brasília Ambiental pelo acolhimento e apoio em todo o processo”, destacou Celeni Miranda. O atendimento à professora e aos alunos foi realizado pela equipe da Unidade de Educação Ambiental (Educ) do Brasília Ambiental, que apoia escolas, pesquisadores e visitantes interessados em conhecer as unidades de conservação do DF. A educadora ambiental Cleibiane Lemos, que conduziu a visita junto à servidora Mariana dos Anjos, ressaltou a importância dessas ações de integração. “Esse tipo de atendimento reforça a importância do Projeto Parque Educador para as escolas públicas. Oferecemos apoio ecopedagógico especialmente às escolas públicas, que podem se inscrever no programa no site do Brasília Ambiental no início de cada semestre letivo, conforme o calendário escolar. O CED 3 participa do programa e a turma selecionada para o projeto de ciência contou com nosso apoio desde o início até as visitas de campo. Foi um processo contínuo de aprendizado e troca de experiências”, destacou Cleibiane Lemos. [LEIA_TAMBEM]O presidente do Instituto Brasília Ambiental, Rôney Nemer, parabenizou a professora e os alunos pela iniciativa e ressaltou o papel educativo das unidades de conservação. “Ver o interesse da comunidade escolar pela Estação Ecológica de Águas Emendadas é motivo de orgulho. Essa aproximação com a educação é fundamental para formar cidadãos conscientes e comprometidos com o meio ambiente”, afirmou. Além de conquistar o primeiro lugar na etapa regional do Circuito de Ciências do DF, o projeto foi indicado ao Prêmio Paulo Freire de Educação, reconhecimento nacional que valoriza práticas pedagógicas inovadoras. Para a professora Celeni, o maior resultado é ver a mudança de atitude dos estudantes: “Eles passaram a entender que a água é um bem finito e que o Cerrado é essencial para a sobrevivência de todos nós. É essa consciência que queremos multiplicar”. *Com informações do Instituto Brasília Ambiental
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Em encontro com Sindicato Brasiliense de Hospitais, Ibaneis Rocha destaca parceria do GDF com rede suplementar na saúde
O governador Ibaneis Rocha participou, nesta terça-feira (21), de almoço com representantes do Sindicato Brasiliense de Hospitais, Casas de Saúde e Clínicas (SBH), no Núcleo Bandeirante. O encontro teve como objetivo destacar as ações conjuntas entre o Governo do Distrito Federal (GDF) e o segmento para garantir o atendimento à população da capital e do Entorno. “Eu sempre tive a mentalidade de que precisamos viver de parcerias. Ninguém faz nada sozinho. A população do Distrito Federal cresceu muito, o Entorno cresceu muito. Uma pesquisa recente do IgesDF [Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do DF] mostrou que 65% dos partos do Hospital de Santa Maria e do Hospital do Gama são de pessoas do Entorno. Estamos cuidando de quase 6 milhões de pessoas — 2,8 milhões delas do Entorno”, afirmou o chefe do Executivo. O governador Ibaneis Rocha ressaltou a importância da parceria entre o GDF e a rede suplementar de saúde para garantir atendimento à população do DF e do Entorno | Fotos: Renato Alves/Agência Brasília Ibaneis Rocha destacou que a parceria com a rede suplementar tem garantido a ampliação do atendimento à população. Entre as ações conjuntas citadas estão a realização de cirurgias eletivas, a disponibilização de leitos e o credenciamento de clínicas e hospitais para o tratamento oncológico, por meio do Programa "O câncer não espera. O GDF também não". "Durante a pandemia, fizemos inúmeras reuniões com o setor privado para salvar a população do Distrito Federal. Sobrevivemos e agora seguimos ampliando as parcerias com a iniciativa privada para garantir qualidade no atendimento”, recordou. “Na oncologia, reduzimos o tempo de espera de 85 dias para apenas 9. Também contratamos hospitais privados para realizar cirurgias eletivas. Vamos começar com 15 mil e queremos chegar a 30 mil cirurgias até o ano que vem, desafogando o sistema”, ressaltou. A rede suplementar também auxilia a saúde pública oferecendo 233 leitos de UTI credenciados que complementam os 433 disponíveis na rede pública. O GDF também criou um plano de saúde para os servidores públicos que atende 105 mil pessoas. A superintendente do Sindicato Brasiliense de Hospitais, Casas de Saúde e Clínicas, Danielle Feitosa, lembrou o esforço conjunto durante a pandemia de covid-19 e a endemia da dengue e reforçou a continuidade para atender os moradores do DF e Entorno. "Passamos por momentos difíceis nesses quase oito anos. Tivemos uma pandemia de covid-19 sem precedentes e, graças ao GDF, estamos aqui para contar essa história" Danielle Feitosa, superintendente do Sindicato Brasiliense de Hospitais, Casas de Saúde e Clínicas “Passamos por momentos difíceis nesses quase oito anos. Tivemos uma pandemia de covid-19 sem precedentes e, graças ao GDF, estamos aqui para contar essa história. Foi com muita gratidão e com muito trabalho que também depois passamos por uma endemia de dengue. Também não foi fácil para a nossa cidade, mas tivemos os empresários [do ramo da saúde] que estão ali no dia a dia, fazendo a diferença para a população do Distrito Federal e Entorno”, disse. “Espero que possamos seguir e trilhar novos caminhos. Ainda temos muitas coisas pela frente”, acrescentou. Investimento em infraestrutura Na rede pública, só este ano estão sendo empenhados R$ 524,17 milhões na construção de dois hospitais (Recanto das Emas e Guará) e na reforma de cinco unidades já existentes, além da implantação de cinco unidades básicas de saúde (UBSs), sete unidades de pronto atendimento (UPAs) e dois centros de atenção psicossocial (Caps). Entre 2019 e 2024, o GDF destinou R$ 48,4 bilhões à área da saúde, com foco na melhoria da infraestrutura, contratação de profissionais e aquisição de equipamentos. Os recursos também garantiram a ampliação de cirurgias e o enfrentamento da pandemia de covid-19, com a criação de hospitais de campanha e unidades de retaguarda. [LEIA_TAMBEM]Neste período, foram inauguradas 12 UBSs, sete UPAs e três hospitais de campanha (no Autódromo de Brasília, no Bezerrão e na Escola Anísio Teixeira), além de dois hospitais acoplados (em Samambaia e Ceilândia) e o Hospital Cidade do Sol, que atualmente funciona como retaguarda do Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF), do Hospital Regional de Santa Maria (HRSM) e das UPAs, recebendo pacientes de baixa e média complexidade para internação e conclusão do tratamento. Todos esses investimentos acompanham o crescimento populacional do Distrito Federal, que atingiu 2,9 milhões de habitantes em 2025, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O orçamento da saúde também cresceu no mesmo ritmo: o valor empenhado passou de R$ 7,66 bilhões em 2019 para R$ 13,1 bilhões em 2025, um aumento de 70,9%. Sindicato Fundado em 26 de janeiro de 1989, o Sindicato Brasiliense de Hospitais, Casas de Saúde e Clínicas (SBH) nasceu para atender a classe empresarial da saúde suplementar do DF. A entidade é composta por mais de 23 mil empresas, que são responsáveis por mais de 140 mil empregos formais.
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Parceria entre GDF e instituição privada ensinará letramento racial para promover formação em direitos humanos
Foi publicado no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF) desta terça-feira, 21 de outubro, o extrato do Acordo de Cooperação Técnica nº 03/2025, firmado entre a Secretaria de Justiça e Cidadania (Sejus-DF) e o Instituto Brasileiro de Ensino, Desenvolvimento e Pesquisa (IDP). A parceria tem como objetivo promover ações educativas voltadas à formação em direitos humanos e igualdade racial, com foco na capacitação gratuita de estudantes, professores e colaboradores da instituição. O IDP é a primeira instituição privada a aderir ao programa de letramento racial, que amplia ações educativas para combater injúrias raciais no ambiente acadêmico. A iniciativa surge após episódios de injúria racial no ambiente universitário, que ganharam repercussão e impulsionaram uma resposta institucional. A principal ação prevista é a implementação do curso de letramento racial, que oferecerá capacitações, palestras, eventos e ações sociais para fortalecer a conscientização sobre o racismo estrutural e a promoção da inclusão. A dor de ser alvo de racismo ainda ecoa na memória de Laryssa Shneider, 26 anos, estudante de publicidade e propaganda do IDP. No início deste ano, ela foi vítima de um ataque racista em um grupo de WhatsApp da faculdade — episódio que levou à expulsão do agressor. “Eu me senti humilhada, e o pior foi perceber que muitos colegas não entenderam a gravidade do que aconteceu. Achavam que era só uma piada”, contou. O caso de Laryssa, somado a outro episódio recente — a divulgação de um vídeo de teor elitista e discriminatório por um aluno do IDP —, motivou a instituição a buscar apoio da Seju-DF para ações educativas. "O IDP buscou o apoio da Sejus para transformar uma situação negativa em oportunidade de mudança", afirmou o subsecretário de Direitos Humanos e Igualdade Racial, Juvenal Araújo | Fotos: Jhonatan Vieira, Ascom/Sejus-DF Segundo dados da Secretaria de Segurança Pública do DF, os ambientes escolares foram o terceiro local com mais registros de injúria racial em 2024, representando 10,9% dos casos. Pesquisa do Instituto de Pesquisa e Estatística do DF revelou que 18% dos estudantes negros afirmaram já ter sofrido racismo nas escolas, enquanto 59% dos professores relataram que o preconceito mais comum em sala de aula está relacionado à raça ou etnia. “O racismo não depende de intenção, depende de ignorância”, afirmou a secretária de Justiça e Cidadania, Marcela Passamani, durante a assinatura do acordo. “Quando a gente entende o impacto das nossas palavras e atitudes, não pode mais fingir que não sabe. O letramento racial é um caminho para construir espaços mais justos, acolhedores e seguros para todas as pessoas.” Já o subsecretário de Direitos Humanos e Igualdade Racial, Juvenal Araújo, ressaltou o comprometimento da instituição com a prevenção. “O IDP buscou o apoio da Sejus para transformar uma situação negativa em oportunidade de mudança. Agora, vamos oferecer formação contínua, que prepara não só para reagir, mas para prevenir atitudes discriminatórias”, declarou. A estudante Laryssa Shneider foi vítima de um ataque racista em um grupo de WhatsApp da faculdade: "Eu me senti humilhada". O agressor foi expulso e a instituição procurou a Sejus para ações aducativas O curso faz parte do Programa de Letramento Racial criado pela Sejus-DF, que desde abril deste ano tem realizado oficinas e palestras em escolas públicas do DF, alcançando centenas de alunos, professores e servidores. Com a formalização do acordo, o IDP torna-se a primeira instituição privada a aderir oficialmente ao programa, que pretende ampliar sua abrangência para outros espaços educativos, tanto públicos quanto privados. As ações serão desenvolvidas em articulação com o Conselho Distrital de Promoção da Igualdade Racial, visando fortalecer a cidadania, a proteção dos direitos humanos e a construção de ambientes mais inclusivos no Distrito Federal. *Com informações da Secretaria de Justiça e Cidadania do Distrito Federal (Sejus-DF)
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Obras no Sol Nascente avançam com conclusão da drenagem e pavimentação
O Governo do Distrito Federal (GDF) tem avançado dia a dia com as obras no Sol Nascente. Além de já terem sido finalizados os serviços de drenagem nos trechos 1, 2 e 3, estão na reta final os trabalhos de pavimentação nas ruas que cortam a cidade onde moram mais de 100 mil habitantes. O futuro da região administrativa começou a mudar em 2019, somando um investimento de aproximadamente R$ 630 milhões em diversas obras que vão desde infraestrutura até construção de equipamentos públicos e espaços de lazer. Drenagem, pavimentação e conclusão de calçadas já contemplaram vários setores da cidade | Foto: Tony Oliveira/Agência Brasília “Basta andar pelas ruas para ver a qualidade do trabalho que nós estamos fazendo na cidade. Aqui existem cidades sendo construídas com infraestrutura e serviços públicos para atender e dar dignidade à população” Governador Ibaneis Rocha Atualmente, o GDF, por meio da Secretaria de Obras (SODF), executa a pavimentação dos condomínios Madureira, no Trecho 1, e Gênesis, no Trecho 3, ambas em blocos intertravados. “O Sol Nascente de hoje é outro”, afirma o governador Ibaneis Rocha. “Basta andar pelas ruas para ver a qualidade do trabalho que nós estamos fazendo na cidade. Até dezembro, vamos concluir todas as obras de infraestrutura, garantindo equipamentos públicos de qualidade e acabando com o estigma de que existem favelas abandonadas em Brasília. Aqui existem cidades sendo construídas com infraestrutura e serviços públicos para atender e dar dignidade à população.” O secretário de Obras, Valter Casimiro, reforça: “A infraestrutura do Sol Nascente está praticamente pronta, e a realidade da região neste período chuvoso será completamente diferente. Investimos pesado para levar dignidade e segurança aos moradores, com drenagem e pavimentação de qualidade. Essa sempre foi a prioridade deste governo: levar infraestrutura a quem mais precisa. E não vamos parar por aqui — outras regiões, como o Pôr do Sol, também serão contempladas com obras que transformam a vida das pessoas”. Um novo Sol Nascente O Centro de Referência da Mulher Brasileira destaca-se entre as obras entregues por esta gestão do DF | Foto: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília Além das obras de infraestrutura em andamento nos três trechos da região administrativa, foram entregues por esta gestão um restaurante comunitário, a rodoviária, uma escola (Escola Classe JK), creches (Cepi Jandaia, no Pôr do Sol, e Cepi Sarah Kubitschek, no Sol Nascente) e campo de futebol society. A cidade também ganhou um Centro de Referência da Mulher Brasileira e terá uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA), do porte 3, um campus do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Brasília (IFB), bem como uma sede definitiva para a administração regional. “Aqui nós temos uma outra realidade. O que temos hoje é um sonho realizado. Nosso Sol Nascente era considerado a maior favela do mundo e hoje não é nada disso: temos equipamentos públicos, asfalto, água e iluminação” Edson Batista, líder comunitário Quem vive na cidade começa a colher os frutos depois dos investimentos destinados ao Sol Nascente. “Eu moro aqui há 25 anos”, relata o líder comunitário Edson Batista, de 46 anos. “Aqui nós temos uma outra realidade. O governo transformou a nossa região em uma verdadeira cidade, e não só de infraestrutura que foi trazida para cá. O que temos hoje é um sonho realizado. Nosso Sol Nascente era considerado a maior favela do mundo e hoje não é nada disso: temos equipamentos públicos, asfalto, água e iluminação. E tem muitas outras coisas que chegarão”. Infraestrutura A região administrativa conta com mais de 16 quilômetros de redes de drenagem, instaladas em modernas galerias pré-moldadas que garantem o escoamento adequado das águas pluviais e previnem alagamentos. Todas as 12 lagoas de detenção da região estão concluídas e em pleno funcionamento, fortalecendo o sistema de captação e controle de enchentes. Aproximadamente 90 quilômetros de ruas já ganharam novo asfalto, o que contribui para o deslocamento dos habitantes e a segurança viária | Foto: Tony Oliveira/Agência Brasília A pavimentação também mudou a paisagem da cidade: cerca de 90 quilômetros de ruas já receberam novo asfalto, facilitando o deslocamento dos moradores e ampliando a segurança viária. Entre as obras estruturais que melhoraram a mobilidade local, foi construída a ponte que interliga os trechos 1 e 2, a pavimentação da Avenida Principal da Chácara 2 e da via de acesso ao Córrego das Corujas, além da duplicação da avenida que liga o Setor QNQ, em Ceilândia, ao Trecho 3 do Sol Nascente. “Melhorou em todos os sentidos. Desde 2019 este GDF vem investindo pesado, tanto na questão da infraestrutura, com captação de águas e pavimentação, quanto nos aparelhos públicos, que são de suma importância. É nítido: a cidade está recebendo uma estrutura que por anos ficou esquecida e agora conta com o investimento que merece” Claudio Ferreira, administrador do Sol Nascente A urbanização também chegou a diversos setores e condomínios, levando infraestrutura completa — com drenagem, pavimentação e calçadas — às comunidades das Acácias e Cachoeirinha, além dos condomínios Pedra Verde, Virgem da Vitória, Santa Rosa, Vencedor, 5 Estrelas, entre outros. Os serviços contemplaram ainda várias chácaras da região, como as de números 2, 6, 73, 74, 75, 81, 84, 112, 113, 114, 115 (Rua 6), 115A (condomínios A, B, C, D e E), 117, 118, 119, 123 e 124. O administrador do Sol Nascente, Claudio Ferreira, avalia que os investimentos são para além da infraestrutura urbana: “Melhorou em todos os sentidos”, aponta. “Primeiro, na questão da mobilidade e também para trazer dignidade aos moradores. Até então, o setor vinha de um crescimento desorganizado, e desde 2019 este GDF vem investindo pesado, tanto na questão da infraestrutura, com captação de águas e pavimentação, quanto nos aparelhos públicos, que são de suma importância. Estamos com a construção de uma escola no Trecho 1, creches e em breve teremos mais uma UPA aqui na nossa cidade. É nítido: a cidade está recebendo uma estrutura que por anos ficou esquecida e agora conta com o investimento que merece”. Outras frentes importantes incluem a pavimentação da via do Trem Bão, das chácaras localizadas abaixo da Feira do Produtor de Ceilândia e da estrada que dá acesso à Escola Classe Córrego das Corujas. Progresso das obras por trechos Mesmo no período chuvoso, as obras no Sol Nascente/Pôr do Sol seguem nas três frentes de trabalho que compõem o projeto de urbanização da região. [LEIA_TAMBEM]No Trecho 1, 95% dos serviços já foram executados. Com investimento total de R$ 79 milhões, dos quais R$ 73 milhões já foram aplicados, as equipes atuam atualmente no condomínio Novo Horizonte, onde seguem em andamento obras de drenagem e pavimentação. Também estão sendo feitos trabalhos complementares, como instalação de meios-fios, construção de calçadas e abertura de bocas de lobo nas áreas onde a infraestrutura principal já foi concluída. O Trecho 2, com 98% das obras finalizadas, tem um contrato que prevê investimento total de R$ 70 milhões, sendo R$ 68 milhões já executados. As obras de drenagem e pavimentação nas chácaras abaixo da Feira do Produtor de Ceilândia estão concluídas, e agora as equipes se concentram na instalação de meios-fios, construção de calçadas e abertura de bocas de lobo para finalizar os trabalhos. No Trecho 3, 95% dos serviços estão prontos, totalizando R$ 181 milhões de investimento, dos quais R$ 172 milhões já foram aplicados. As frentes de trabalho se concentram no condomínio Gênesis, com drenagem e pavimentação em execução, além de melhorias complementares — meios-fios, calçadas e bocas de lobo — nos pontos já finalizados. Outra obra em andamento no trecho é a pavimentação da via de acesso à Escola Córrego das Corujas, importante ligação para a comunidade local.
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🚨🙋🏽♂️🙋🏻♀️SSP-DF realiza evento com foco na saúde, valorização e bem-estar dos profissionais da segurança pública
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Dia do Arquivista é celebrado com programação especial durante três dias
Em comemoração ao Dia do Arquivista, celebrado, nesta segunda-feira (20), o Arquivo Público do Distrito Federal, a Faculdade de Ciência da Informação e o Arquivo Central da Universidade de Brasília realizam a 1ª Jornada Arquivística do Planalto, com uma programação especial de três dias de comemoração. No 1º dia de evento, o público contou com palestras e debates dos organizadores e convidados, no Espaço Israel Pinheiro, em Brasília. O superintendente do Arquivo Público, Adalberto Scigliano, abriu as falas, seguido do diretor do Arquivo Central da UnB, Marcus Vinícius Gonçalves; do professor Renato Tarcísio Barbosa de Souza; e do diretor da Faculdade de Ciência da Informação da UnB; Flávio Noronha, membro da ABrasci. Primeira Jornada Arquivística do Planalto tem programação especial de três dias de comemoração | Foto: Divulgação/ArPDF A mesa de debate contou a participação do professor Paulo Alencar, coordenador do Curso de Arquivologia; de Elcio Gomes, arquiteto da Câmara dos Deputados — autor do livro Os Palácios Originais de Brasília; de Paola Caliari Ferrari Martins, coordenadora do Centro de Documentação Edgar Graeff da Biblioteca Setorial FAU/UnB; de Vinícius Coêlho, coordenador de Arquivo Permanente ACE/UnB; e de Hélio Júnior, um dos arquivistas do Arquivo Público do DF. Dando continuidade à 1ª Jornada Arquivística do Planalto, nesta terça-feira (21) será exibido na Faculdade de Ciência da Informação da UnB, às 19h, uma sessão do Documentário Brasília 65 anos – Do Sonho ao Concreto: Heróis Anônimos. Filme dirigido por Walther Neto, lançado pelo ArPDF e Casa de Chá, na Praça dos Três Poderes, em junho deste ano. Como parte das comemorações e encerrando o evento, o filme será exibido, no Espaço Israel Pinheiro, às 19h, nesta quarta-feira (22/10). A entrada é gratuita e o evento é aberto ao público. *Com informações do Arquivo Público do Distrito Federal (ArPDF)
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Evento discute práticas e experiências na Saúde do DF
Estudantes, docentes, servidores e profissionais de saúde participam, nesta terça-feira (21), da II Mostra de Estágios e Práticas em Saúde do Distrito Federal. O evento, promovido pela Escola de Saúde Pública do DF (ESP/DF), recebeu cerca de 250 inscrições e é realizado no auditório da Fundação de Ensino e Pesquisa em Ciências da Saúde (Fepecs), com a presença de gestores institucionais e representantes da Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF) e do Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass). Durante a mesa de abertura, a diretora da Fepecs, Inocência Rocha Fernandes, destacou sua alegria em participar do evento que, segundo ela, “fortalece o SUS e ressalta a importância da integração entre ensino, serviço e comunidade”. A gestora lembrou também o papel das 26 instituições conveniadas, que “geram recursos de contrapartida à SES e à Fepecs, com retorno de investimento nos cenários de práticas, pagamento de eventos como este e outras melhorias”. Evento acontece no auditório da Fundação de Ensino e Pesquisa em Ciências da Saúde (Fepecs) | Foto: Matheus Oliveira/Agência Saúde DF À frente da ESP/DF, a diretora Fernanda Monteiro recordou o sucesso da primeira edição, em 2024, e destacou que “este ano a mostra recebeu o dobro de trabalhos inscritos”. Para ela, isso simboliza que o evento cumpre sua função de “aproximar a academia do serviço e da comunidade”. A diretora falou também sobre as premiações aos trabalhos vencedores e a comissão de avaliadores, que será fundamental para julgar os trabalhos selecionados. “Nós precisamos estar integrados e é importante que instituições públicas e privadas façam diferença para o SUS”, finalizou. Representando o Conass, Haroldo Pontes elogiou a iniciativa do evento e ressaltou que “todos os estudantes que estão aqui já são vitoriosos, pois conhecem e trabalham pelo SUS, mesmo com tantos desafios”. Coordenador da Câmara Técnica de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde, Haroldo disse que queria “agregar à premiação dos trabalhos vencedores” e convidou os estudantes a participarem de uma reunião no Conass na próxima semana. A representante da SES/DF, Mabele Roque, afirmou que “estagiar em cenários da secretaria de saúde e conhecer as políticas públicas no início da formação profissional é um grande privilégio”. Como forma de incentivo aos estudantes, Mabele falou para “aproveitarem a oportunidade de aprendizado e troca de experiências durante o evento” e convocou todos a fazerem concurso, porque “precisamos de mais trabalhadores no SUS”.[LEIA_TAMBEM] Dinâmica e premiação Em sua segunda edição, a mostra já garantiu espaço no calendário oficial da ESP/DF, com a promoção de experiências exitosas vivenciadas por estudantes, docentes e supervisores nos cenários de prática da Secretaria de Saúde do DF (SES/DF), além da apresentação de trabalhos sobre: educação na saúde; segurança do paciente; processo ensino-aprendizagem; atenção primária em saúde; vigilância de doenças e agravos não transmissíveis; saúde mental; álcool e outras droga; e planejamento, gestão e avaliação na saúde. A gerente de Integração Ensino-Serviço da ESP/DF, Elaine Takenaka, foi uma das organizadoras da mostra. “Após finalizar a primeira edição em 2024, já começamos a pensar em como faríamos este ano”, revelou. Apesar da formalidade e das avaliações dos trabalhos, a gerente disse que tudo foi pensado para que os participantes tivessem um dia “agradável, emocionante e de descontração”. A mostra recebeu 115 inscrições de trabalhos, divididos nas categorias de graduação e ensino técnico. Desse total, 20 foram selecionados para serem apresentados e avaliados durante o evento. Os trabalhos vencedores em 1º, 2º e 3º lugares de cada categoria serão premiados com participação em congresso fora de Brasília (com passagens e hospedagens custeadas); participação no Congresso Brasileiro de Saúde Coletiva (Abrascão) em Brasília; e participação no Congresso Internacional de Inovação em Saúde (VI Inovatec), em Brasília. A premiação para o grupo vencedor inclui ainda, além dos estudantes e docentes, o supervisor da SES e do Núcleo de Educação Permanente (Neps) da Região de Saúde. *Com informações da Fundação de Ensino e Pesquisa em Ciências da Saúde (Fepecs)
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Projeto Mulher, Não se Cale! promove ação na Praça do Relógio para conscientizar sobre violência de gênero
Nesta semana, a 4ª edição do programa "Mulher, Não se Cale!", realizado pelo Governo do Distrito Federal (GDF) por meio da Secretaria da Mulher (SMDF), em parceria com o Instituto Inside e Metrô-DF, promove ação na Estação Praça do Relógio, no centro de Taguatinga. A proposta é uma campanha de conscientização sobre o combate às diversas formas de violência praticadas contra as mulheres. O objetivo é orientar, apoiar e ampliar o debate sobre a importância desse tema junto à sociedade, alcançando o público no dia a dia. Com previsão de alcançar mais de 590 mil pessoas, a iniciativa segue até o dia 8 de janeiro de 2026. Para a vice-governadora do DF, Celina Leão, o enfrentamento da violência se faz com a participação da comunidade. “O nosso foco é mostrar para as mulheres que elas não estão sozinhas nesta luta. Além de levar informação e mostrar os tipos de violência e a importância da denúncia, as equipes também oferecem serviços de beleza, que fortalecem o autocuidado e a autoestima feminina, passos necessários para o empoderamento”. Com previsão de alcançar mais de 590 mil pessoas, a iniciativa segue até o dia 8 de janeiro de 2026 | Foto: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília As ações são divididas em três frentes: a primeira é a campanha educativa, que circula por oito estações estratégicas do metrô, como Taguatinga Sul, Shopping e Samambaia Sul, com cartazes, banners e adesivos, incluindo os trens. A segunda frente é o estande itinerante, que percorreu dez estações até 18 de outubro, distribuindo materiais informativos e promovendo a mobilização social. A terceira é o estande da beleza, que é fixo e oferece serviços gratuitos de maquiagem, massagem e orientações sobre canais de denúncia, passando pelas estações Galeria, Praça do Relógio e Ceilândia Centro. "A violência contra a mulher é responsabilidade de todos. Muitas mulheres são vítimas de assédio no transporte público. Estamos alertando, por meio desta campanha, sobre onde buscar ajuda nessas situações. Temos políticas públicas, com equipamentos que garantem apoio e segurança às vítimas de abuso”, disse a secretária da Mulher, Giselle Ferreira. "A violência contra a mulher é responsabilidade de todos. Muitas mulheres são vítimas de assédio no transporte público. Estamos alertando, por meio desta campanha, sobre onde buscar ajuda nessas situações. Temos políticas públicas, com equipamentos que garantem apoio e segurança às vítimas de abuso” Giselle Ferreira, secretária da Mulher Onde buscar ajuda Se você está passando por uma situação de violência, denuncie por meio do 197 (Polícia Civil), 190 (Polícia Militar), 180 (Central de Atendimento à Mulher) e Maria da Penha Online. Confira, abaixo, os espaços especializados em atendimento psicológico à mulher disponíveis no DF: - Núcleo Integrado de Atendimento à Mulher, da PCDF; - Programa Direito Delas, da Secretaria de Justiça e Cidadania; - Casa da Mulher Brasileira, em Ceilândia; - Centro de Referência da Mulher Brasileira; - Centro Especializado de Atendimento à Mulher; - Espaços Acolher, vinculados à Secretaria da Mulher. Mais informações no site: mulher.df.gov.br *Com informações da Secretaria da Mulher
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Boletim retrata realidade da população idosa no DF
No Mês da Pessoa Idosa, o Instituto de Pesquisa e Estatística do Distrito Federal (IPEDF) e o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) apresentam o Boletim População Idosa no DF. O documento será divulgado nesta quarta-feira (22), às 10h, com transmissão ao vivo no canal do IPEDF no YouTube. O boletim trará um retrato da realidade das pessoas idosas no Distrito Federal, com informações sobre inserção no mercado de trabalho, condições de inatividade e principais fontes de rendimento. *Com informações do IPEDF
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