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GDF e Caixa Econômica Federal alinham o andamento de obras no Distrito Federal

A governadora em exercício Celina Leão participou, na manhã desta segunda-feira (13), de uma reunião de alinhamento entre o Governo do Distrito Federal (GDF) e a Caixa Econômica Federal. Realizado na sede do banco, o encontro teve como foco acelerar os trâmites em torno de obras na capital executadas com recursos viabilizados pela instituição, seja por emenda parlamentar, seja por financiamento. “Foi uma reunião de acompanhamento das obras que têm a participação da Caixa Econômica Federal. Algumas precisavam realmente de uma conversa um pouco mais próxima, obras importantíssimas para a população do Distrito Federal. Essa proximidade faz com que a gente cumpra toda a nossa parte de detalhamento e de burocracia, para que a Caixa dê essa agilidade para que possamos entregar essas obras à população do Distrito Federal”, explicou Celina Leão. Celina Leão: "Essa proximidade faz com que a gente cumpra toda a nossa parte de detalhamento e de burocracia, para que a Caixa dê essa agilidade para que possamos entregar essas obras à população do DF" | Foto: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília Entre as obras que foram discutidas na reunião estão a Policlínica do Recanto das Emas, com investimento de R$ 30 milhões; e o Centro de Doenças Raras, que prevê um investimento de quase R$ 40 milhões. [LEIA_TAMBEM]A reunião contou com a participação do secretário de Governo, José Humberto Pires de Araújo; do secretário de Obras e Infraestrutura, Valter Casemiro; do diretor-presidente da Companhia Urbanizadora da Nova Capital (Novacap), Fernando Leite; e do diretor-presidente do Departamento de Estradas de Rodagem (DER), Fauzi Nacfur; além da equipe técnica da Caixa Econômica Federal composta pelo vice-presidente de Governo, Marcos Carvalho; o superintendente Nacional de Governo, Flávio Gavazza; o gerente Nacional de Governo, Rafael Rosa; e o superintendente Nacional de Relacionamento Institucional, Marcelo Brettas. Contratos Desde 2019, a Caixa Econômica Federal assinou mais de 100 convênios e contratos de repasses com o GDF. A lista de parcerias inclui os novos Centros de Referência da Mulher Brasileira, a implantação de acesso às escolas rurais, a construção de unidades de saúde e de batalhões das forças de segurança, além de grandes obras como o Túnel Rei Pelé, em Taguatinga, e o Corredor Eixo-Oeste, que vai conectar o Sol Nascente à área central de Brasília.  

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GDF finaliza primeira etapa das obras do Centro Olímpico do Paranoá

Quem passa pela via entre o Paranoá e o Paranoá Parque já percebeu: o novo Centro Olímpico e Paralímpico (COP) da região começa a ganhar forma. As obras da primeira etapa entraram na fase de finalização. Será o 13º equipamento do tipo no Distrito Federal. “Estamos na fase de construção de alvenaria do prédio administrativo. Concretamos a laje do pórtico e os pilares circulares, e já encerramos também a primeira parte do campo sintético. Agora falta alambrado, cercamento, calçamento e estacionamento. Vamos passar para a finalização. A parte estrutural já foi”, detalhou Carlos Roberto Damião, um dos engenheiros responsáveis pela obra. A parte estrutural do novo Centro Olímpico e Paralímpico (COP) do Paranoá já está finalizada | Foto: Geovana Albuquerque/Agência Brasília O investimento total nesta primeira etapa é de R$ 2,5 milhões, com geração de 40 empregos. Quando estiver pronto, o local terá pista de atletismo, quadras de tênis, quadra poliesportiva e de areia, piscinas semiolímpicas e vestiários, além do prédio administrativo com salas de aula e do campo sintético, que já estão estruturalmente prontos. A licitação para a segunda etapa das obras está prevista para ocorrer ainda neste ano. O COP do Paranoá terá capacidade para atender 5 mil pessoas, entre crianças, jovens e adultos, em diversas modalidades. Hoje, os outros 12 centros recebem 16.557 alunos em 32 modalidades. Desses locais saíram atletas que têm se destacado pelo mundo, como o velocista Vinícius Galeno, medalhista no Pan-Americano Júnior deste ano, e Daniele Souza, que representou o Brasil na disputa de parabadminton dos Jogos Paralímpicos de Paris, no ano passado. O sucesso desses esportistas, porém, é apenas um dos resultados dos Centros Olímpicos e Paralímpicos. “A formação de atletas é algo que a gente encara, enquanto governo, como uma consequência. Mas a gente sabe que, sobretudo, o mais importante é a formação da cidadania dessas crianças e adolescentes, que, dentro de um espaço como esse, saem de serem cooptados pela criminalidade, pelo submundo das drogas... Eles estão em um lugar saudável, gerando qualidade de vida, com professores qualificados, que falam para eles sobre os princípios, os valores que o esporte possibilita e que podem ser lavados para qualquer área, para qualquer profissão”, destacou o secretário de Esporte e Lazer, Renato Junqueira. “Aqui no Paranoá, o COP vai trazer a população para dentro desse espaço, para fazer, realmente, uma transformação social na vida dessas pessoas”. Além do Paranoá, o novo COP também vai beneficiar moradores de regiões vizinhas, como o Itapoã, incluindo o Itapoã Parque, onde, desde 2019, o Governo do Distrito Federal (GDF) entregou mais de 6,9 mil unidades habitacionais. “Não adianta a gente só fazer a entrega da moradia, você tem que dar a infraestrutura ao redor. Então, nós estamos fazendo a entrega de paradas de ônibus, teremos a primeira creche pública aqui no Paranoá e também está em fase final de licitação a Feira Permanente. E tudo que é esporte é demanda da população. Os moradores clamam por esses espaços, essas praças de esporte”, arrematou o administrador regional do Paranoá, Horácio Duarte.

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Ação social leva saúde, cidadania e bem-estar a Ceilândia

A Praça do Trabalhador, em Ceilândia, será palco, nesta terça-feira (14), de ação social promovida pela Administração Regional de Ceilândia, em parceria com diversos órgãos do Governo do Distrito Federal (GDF). Das 9h às 14h, o público poderá aproveitar atendimentos gratuitos de saúde, serviços de cidadania, atividades culturais e ações educativas em alusão ao Outubro Rosa, ao Novembro Azul e ao Dia das Crianças. A expectativa é atender cerca de 500 pessoas com serviços que vão desde exames de rotina e orientações médicas até oficinas, atividades recreativas e oportunidades de qualificação profissional. O administrador regional de Ceilândia, Dilson Resende, destaca que a ação reforça o compromisso do governo em aproximar os serviços públicos da comunidade. “Essa é uma oportunidade de cuidar das pessoas e fortalecer a relação entre o governo e quem vive aqui. Queremos que o cidadão sinta que o poder público está presente, oferecendo acolhimento e soluções reais para o dia a dia”, afirmou. Evento contará com serviços de cidadania, atividades culturais e ações educativas em alusão ao Outubro Rosa, Novembro Azul e ao Dia das Crianças | Foto: Divulgação/Administração Regional de Ceilândia  A diretora de Articulação da Administração de Ceilândia, Audi Barbosa, ressalta a importância da união entre os órgãos para o sucesso da iniciativa. “Cada parceiro tem um papel essencial neste mutirão do bem. O resultado é uma grande corrente de solidariedade, que leva informação, saúde e cidadania a quem mais precisa”, explicou. Entre os participantes confirmados estão Secretaria de Saúde (SES/DF), SEBRAE/DF, SEDET, Defensoria Pública, SENAC, SSP/DF, SLU, CBMDF, PMDF, além do Laboratório Sabin e da Faculdade Unip. Serão oferecidos atendimentos médicos, exames preventivos, vacinação, testes rápidos, orientações jurídicas, oficinas de empreendedorismo e vagas de emprego. A programação ainda inclui atividades culturais, apresentações da Casa do Cantador, espaço infantil, além de ações voltadas ao bem-estar animal e à educação ambiental. Serviço Ação Social – Outubro Rosa, Novembro Azul e Dia das Crianças Data: 14 de outubro de 2025 (terça-feira) Horário: das 9h às 14h Local: Praça do Trabalhador, ao lado da Administração Regional de Ceilândia – QNM 13, Módulo B   *Com informações da Administração Regional de Ceilândia

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Previsão indica possibilidade de chuva durante a semana e alerta para ventos fortes no Distrito Federal

O Distrito Federal deve enfrentar uma semana marcada por chuvas passageiras e retorno gradual do ar seco. Segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), a capital foi incluída, nesta segunda-feira (13), em um aviso meteorológico de chuva intensa, com possibilidade de precipitações entre 20 milímetros e 30 milímetros por hora, ventos de até 60 km/h, com baixo risco de alagamentos, quedas de galhos e descargas elétricas. Apesar do alerta, o cenário de tempo úmido deve durar pouco. A previsão indica que as chuvas serão localizadas e de curta duração, seguidas de aumento das temperaturas e da redução da nebulosidade nos próximos dias — comportamento típico do período de transição entre a seca e o início da chuva no DF. As chuvas devem ser isoladas e podem vir acompanhadas de ventos fortes | Foto: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília “No Distrito Federal ainda estamos no período de transição entre a estação seca e a chuvosa. Nesse momento, a atmosfera começa a receber umidade e apresenta condições de circulação que favorecem o aumento da nebulosidade e a ocorrência de chuvas isoladas e de baixo volume”, informa boletim do instituto. No entanto, segundo o Inmet, ainda é cedo para afirmar que o período das chuvas começou. “O critério é técnico e depende da persistência das precipitações e da chegada constante de umidade da região Amazônica”, explica o instituto. Na última semana, Brasília registrou índices críticos de umidade relativa do ar, com mínima de 8%, a mais baixa do ano. Embora os níveis tenham subido levemente, o Inmet mantém o alerta amarelo para baixa umidade até a segunda quinzena de outubro. Com o calor e o tempo seco, o instituto recomenda hidratação constante, evitar atividades físicas nas horas mais quentes, usar hidratante para a pele e umidificar o ambiente. Também é importante evitar o consumo excessivo de café e bebidas alcoólicas, que contribuem para a desidratação. A tendência, segundo o órgão, é que, a partir desta quarta-feira (15), seja emitido novo aviso de baixa umidade, reforçando que o período chuvoso ainda não se consolidou. Como se proteger No decorrer da semana, a baixa umidade deverá voltar à capital federal | Foto: Joel Rodrigues A chefe da Nefrologia do Hospital Regional de Santa Maria (HRSM), Núbia Moreira, recomenda que, nesta época do ano, é preciso reforçar hábitos que deveriam ser seguidos durante todo o ano. A médica explica que, durante o período de clima seco, a atenção com a hidratação deve ser redobrada. Segundo ela, a recomendação é ingerir de 30 ml a 40 ml de água por quilo de peso corporal por dia, podendo ser até mais em alguns casos. Mas a hidratação não se limita apenas à ingestão de líquidos. Ela explica que é importante usar creme hidratante, protetor labial, colírio para olho seco e soro fisiológico. Núbia recomenda também que as atividades físicas sejam evitadas em horários de maior calor. “A academia e a atividade física devem ficar mais para o começo da manhã ou para o fim do dia”, diz a especialista. Outra dica da médica é que o ambiente também pode ser adaptado para reduzir os efeitos do tempo seco, mantendo o espaço bem ventilado e até usar plantas pode ajudar a melhorar a umidade. Além disso, Núbia reforça que é necessário repensar também alguns hábitos cotidianos. “Os banhos devem ser mais rápidos e frios, a ingestão de álcool e café deve ser reduzida, porque são diuréticos e favorecem a desidratação”, explica. Quanto à alimentação, frutas e vegetais ricos em água devem ser prioridade, enquanto comidas muito salgadas, ricas em sódio, devem ser evitadas, porque pioram a desidratação e o controle da pressão arterial.

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Mais de 80% da comunidade escolar aprova adesão do CEF Telebrasília ao programa de escolas cívico-militares

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Viaduto do SIG é liberado nesta segunda (13) para melhorar trânsito na Epig

A Secretaria de Obras e Infraestrutura do Distrito Federal antecipou para esta segunda-feira (13) a liberação do trânsito sobre o novo viaduto localizado no início do Setor de Indústrias Gráficas (SIG), na Estrada Parque Indústrias Gráficas (Epig). A medida foi adotada para melhorar a trafegabilidade e garantir maior fluidez ao trânsito da região, especialmente nos horários de pico. Com a mudança, a faixa reversa no sentido Eixo Monumental será definitivamente desativada, e os motoristas que seguem nessa direção passam a trafegar obrigatoriamente pela parte superior do viaduto, onde duas faixas de rolamento estão disponíveis. No sentido Taguatinga, o trânsito segue sem alterações. A liberação faz parte do cronograma de entregas do grande corredor de mobilidade da Epig, que inclui a construção de viadutos, implantação de ciclovias, faixas exclusivas para ônibus e pavimento rígido. O investimento total é de aproximadamente R$ 160 milhões, com benefícios diretos para cerca de 30 mil motoristas que utilizam a via diariamente. De acordo com o secretário de Obras e Infraestrutura, Valter Casimiro, a antecipação representa mais um passo importante no avanço da obra. “Decidimos antecipar a liberação para melhorar a fluidez do trânsito e reduzir os impactos na região. A meta é concluir todo o viário até o fim deste ano e toda a obra até abril de 2026”, afirmou. *Com informações da Secretaria de Obras e Infraestrutura

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Evento de adoção de cachorro movimentará Parque da Cidade no fim de semana

A Secretaria Extraordinária de Proteção Animal do Distrito Federal (Sepan-DF) realizará, no domingo (19), um evento de adoção no Estacionamento 11 do Parque da Cidade, das 8h às 13h. A ação tem o objetivo de ampliar as oportunidades de adoção responsável para os cães que estão atualmente no Espaço de Acolhimento Temporário do Castra-DF. Todos os animais disponíveis para adoção estão vacinados, microchipados, vermifugados, e possuem carteira de vacinação e número de microchip. Os que ainda não estão castrados, recebem um voucher para castração gratuita futura, quando estiverem em idade adequada. Além disso, os cães passaram por acompanhamento veterinário, socialização e adestramento básico, garantindo que estejam totalmente aptos para o convívio em sociedade e prontos para integrar um novo lar. "Ao adotar, as pessoas contribuem diretamente para reduzir o abandono e fortalecer a rede de proteção animal do Distrito Federal” Cristiano Cunha, secretário de Proteção Animal “Cada adoção representa não apenas a mudança de vida de um animal, mas também a construção de uma sociedade mais consciente e solidária. Ao adotar, as pessoas contribuem diretamente para reduzir o abandono e fortalecer a rede de proteção animal do Distrito Federal”, destacou o secretário de Proteção Animal, Cristiano Cunha. Além de participar presencialmente do evento, interessados também podem conhecer os cães disponíveis para adoção acessando o site, onde é possível visualizar fotos e informações de animais que aguardam por um lar. A  adoção responsável é o compromisso em garantir o bem-estar físico, emocional e social do animal. Um lar seguro e acolhedor, alimentação adequada, cuidados veterinários, carinho e atenção. Ao adotar, o tutor se torna legal e eticamente responsável pela vida do animal. Ao adotar um cachorro, o tutor deve ser atentar para fatos como tempo para brincar com o animal, além de alimentação e cuidados médicos | Foto: Divulgação/Sepan-DF Por isso, antes de adotar, a pessoa deve refletir se todos na casa concordam com a adoção; se os moradores têm tempo para cuidar e brincar com o pet; se o orçamento familiar comporta o custo com a alimentação, saúde e higiene; e se o ambiente é seguro e adaptado para o animal. A adaptação pode levar tempo, e paciência é essencial. Os cuidados com a saúde incluem vacinação obrigatória e preventiva, vermifugação e controle de parasitas, castração para evitar ninhadas e doenças, dentre outros. Boa nutrição aumenta a longevidade e energia do pet. Higiene é também uma questão de saúde coletiva, e recolher as fezes do animal em locais públicos é um dever do tutor. *Com informações da Sepan  

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Confira a trajetória de Queijinho: um tamanduá-bandeira que foi resgatado em estado crítico

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Turismo internacional no DF cresce quase 76% e acompanha recorde nacional

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Aberto processo seletivo para analista de laboratório e médico endocrinologista

O Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF) abriu, nesta segunda-feira (13), processo seletivo para formação de cadastro reserva nos cargos de analista de laboratório e médico endocrinologista e metabologista. As inscrições podem ser feitas até 19 de outubro, exclusivamente pelo site oficial do Instituto. Para concorrer à vaga de analista de laboratório, o candidato deve ter graduação em Farmácia, Bioquímica, Biologia ou Biomedicina, reconhecida pelo Ministério da Educação (MEC), registro no conselho profissional e experiência mínima de seis meses. A remuneração é de R$ 4.105,76, com carga horária semanal de 36 horas. É desejável ter especialização completa em Análises Clínicas nas áreas de Hematologia, Imunologia, Bioquímica ou Microbiologia, comprovada por diploma ou declaração de conclusão de curso. As inscrições podem ser feitas até 19 de outubro, exclusivamente pelo site do IgesDF | Foto: Divulgação/IgesDF Já para o cargo de médico endocrinologista e metabologista, é exigida graduação em Medicina, residência ou título de especialista em Endocrinologia e Metabologia, emitido pela Associação Médica Brasileira (AMB) ou pela Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (SBEM), além de registro no conselho profissional e experiência mínima de seis meses. A remuneração é de R$ 12.744,02, com carga horária semanal de 24 horas. Entre os requisitos desejáveis estão experiência mínima de seis meses em punção aspirativa por agulha fina (PAAF) de tireoide, realização de ultrassonografia de tireoide e PAAF guiada por ultrassom, além de atendimentos nas áreas de neuroendocrinologia, osteometabolismo, tireoidopatias, dislipidemia, diabetes, obesidade ou câncer de tireoide. Benefícios O IgesDF oferece benefícios como auxílio-transporte, auxílio-alimentação (conforme acordo coletivo de trabalho, jornada e local de atuação), clube de vantagens com descontos em estabelecimentos parceiros, abono semestral e folga no aniversário. Os profissionais aprovados poderão ser convocados futuramente para atuar em qualquer unidade administrada pelo Instituto, incluindo o Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF), o Hospital Regional de Santa Maria (HRSM), o Hospital Cidade do Sol (HSol) e as Unidades de Pronto Atendimento (UPAs). As inscrições devem ser realizadas exclusivamente pelo site oficial do IgesDF, na seção Processo Seletivo, até 19 de outubro.   *Com informações do Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do DF (IgesDF)

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Programa Empoderadas no Tatame leva defesa pessoal, fortalecimento emocional e qualificação profissional a 11 regiões do DF

Desde o lançamento, em agosto, o Projeto Empoderadas no Tatame já transformou a vida de 453 mulheres atendidas pelo Programa Direito Delas, da Secretaria de Justiça e Cidadania do DF (Sejus-DF). São participantes que encontraram nas aulas de técnicas preventivas de segurança, maquiagem e design de sobrancelhas uma nova forma de se fortalecer — por dentro e por fora. Criado com o objetivo de promover autonomia, autodefesa e autoestima feminina, o projeto segue com inscrições abertas até fevereiro de 2026, em todos os 11 núcleos de atendimento do Direito Delas, localizados em 11 regiões: Brasília (Asa Norte), Ceilândia, Estrutural, Gama, Guará, Itapoã, Paranoá, Planaltina, Recanto das Emas, Samambaia e São Sebastião. As alunas do projeto aprendem técnicas de prevenção e contenção que priorizam a autoproteção, o controle emocional e a confiança | Fotos: Jhonatan Vieira, Ascom/Sejus  As aulas de defesa pessoal são ministradas por Érica Paes, ex-lutadora de MMA, faixa-preta 5º grau em jiu-jítsu, especialista em segurança feminina e idealizadora do projeto. Com experiência de mais de duas décadas no esporte e no enfrentamento à violência de gênero, Érica ensina técnicas de prevenção e contenção que priorizam a autoproteção, o controle emocional e a confiança. “Mais do que aprender golpes, as mulheres aprendem a reconhecer situações de risco, a se posicionar com firmeza e a entender que têm o direito de se defender e de viver sem medo”, explica Érica. Autonomia e qualificação profissional Marcela Passamani (centro): "Quando as mulheres aprendem a se defender e ainda encontram ferramentas para conquistar a independência financeira, garantimos mais do que segurança física: promovemos liberdade, dignidade e protagonismo"  Além das técnicas de autodefesa, o projeto oferece oficinas de qualificação profissional em áreas como maquiagem e design de sobrancelhas, ampliando as possibilidades de geração de renda e independência econômica — fatores essenciais para romper ciclos de dependência e violência. “Quando as mulheres aprendem a se defender e ainda encontram ferramentas para conquistar a independência financeira, garantimos mais do que segurança física: promovemos liberdade, dignidade e protagonismo”, destaca a secretária de Justiça e Cidadania, Marcela Passamani. Elusimar Silva depois de chegar tímida às primeiras aulas, hoje já trabalha como designer de sobrancelhas: "Me sinto uma nova mulher" Moradora do Recanto das Emas, Elusimar Silva, de 50 anos, é uma das participantes que viu a vida mudar depois de entrar para o projeto. “Eu cheguei tímida, com medo até de falar. Hoje, aprendi a me defender, a cuidar de mim e ainda comecei a atender a minhas primeiras clientes com o curso de design de sobrancelhas. Me sinto uma nova mulher”, conta. Como participar As interessadas podem procurar o núcleo do Direito Delas mais próximo para se inscrever gratuitamente. As aulas ocorrem todas as semanas, e as vagas são abertas de forma contínua, com turmas sendo formadas até fevereiro de 2026. O projeto é uma das ações do programa Direito Delas, que oferece atendimento social, psicológico e jurídico a mulheres em situação de vulnerabilidade e a seus familiares, reforçando o compromisso da Sejus-DF com o enfrentamento à violência de gênero e o fortalecimento feminino em todo o Distrito Federal. *Com informações da Sejus-DF  

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Fim de semana no Zoo Brasília reuniu diversão e educação ambiental

O Zoológico de Brasília celebrou o Dia das Crianças e o Dia Nacional do Lobo-guará, comemorados em 12 de outubro, com um fim de semana repleto de atividades gratuitas. Somente no domingo, foram registrados mais de 14 mil visitantes. No sábado (11) e no domingo (12), crianças e adultos participaram de apresentações teatrais, atividades recreativas e dinâmicas nas tendas de educação ambiental, com conteúdos sobre a fauna e a flora do Cerrado. A programação também contou com vacinação gratuita, realizada em parceria com a Secretaria de Saúde (SES-DF). O Dia das Crianças e o Dia Nacional do Lobo-guará foram celebrados no Zoo de Brasília com uma programação especial | Fotos: Divulgação/Zoológico de Brasília No domingo, houve o lançamento do livro O Pequi e o Cerrado Voador, que convida o leitor a mergulhar em uma aventura poética pelo Cerrado. No enredo, os animais do bioma enfrentam o desafio de atravessar uma imensa faixa de pedra que ameaça a sobrevivência da fauna e da flora locais: a tão temida estrada. "O Dia das Crianças e o Dia Nacional do Lobo-guará representam uma oportunidade importante para aproximar o público do trabalho desenvolvido pelo Zoológico de Brasília. Nosso objetivo é proporcionar momentos de lazer aliados à educação ambiental e à conscientização sobre a conservação da fauna e da flora do Cerrado", explica Wallison Couto, diretor-presidente do Zoológico de Brasília. [LEIA_TAMBEM]Além da SES-DF, da associação civil A Vida no Cerrado (Avinc) e da ONG Jaguaracambé (Associação para Conservação da Biodiversidade), participaram das atividades do fim de semana no zoológico a Agência Reguladora de Águas, Energia e Saneamento Básico (Adasa-DF), o Departamento de Trânsito (Detran-DF), o Serviço Social da Indústria (Sesi), o Serviço Social do Comércio (Sesc-DF), a Companhia de Saneamento Ambiental do Distrito Federal (Caesb) e a Universidade Católica de Brasília. Lazer, saúde e educação ambiental Durante o evento, as famílias aproveitaram a programação para se divertir e cuidar da saúde. A moradora de Taguatinga Sul, Fátima Gontijo Lima, acompanhou o neto e a família para passear e aproveitar a ação de vacinação. “Viemos vacinar meu neto e aproveitar as ações do Dia das Crianças. Foi um dia divertido e saudável”, contou. A SES-DF marcou presença com equipes da Atenção Primária à Saúde (APS), oferecendo imunização e orientações sobre saúde bucal. “Além da vacinação, montamos uma ação com foco especial na saúde bucal das crianças. Trouxemos brincadeiras educativas, macromodelos, bichos de pelúcia para demonstrações e distribuímos kits de higiene”, explicou Carla Siqueira Souza, cirurgiã-dentista da SES-DF. A Secretaria de Saúde levou uma ação focada na saúde bucal das crianças, com orientações e distribuição de kits de higiene As famílias também puderam conhecer mais sobre os animais do Cerrado. A visitante Elizabeth Ferreira Pereira, moradora de Valparaíso de Goiás, aproveitou o feriado com toda a família. “Eu sigo o Zoológico no Instagram e vi que ia ter uma programação especial. Vim para passar o dia com meus sobrinhos e meu filho e a família toda. Eles ficaram encantados com as cobras, os macacos e os gatos. É muito bom ver a alegria deles e poder mostrar de perto os animais”, relatou. Para muitas famílias, o passeio foi uma oportunidade de desconectar das telas e se aproximar da natureza. “Acho muito importante trazer as crianças para ter contato com a natureza. Aqui elas brincam, se divertem e aprendem sobre os animais. É um espaço de liberdade e aprendizado”, afirmou Valquíria Pereira Soares, moradora da Ceilândia Norte, que visitou o zoológico com a família. *Com informações do Zoológico de Brasília

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Programa Humanizar completa 6 anos de acolhimento ao paciente no DF

Antes mesmo de a humanização se tornar uma diretriz nacional, ela já fazia parte de tratamentos em hospitais do Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF). Com o Programa Humanizar, criado em 2019 e idealizado pela primeira-dama do Distrito Federal, Mayara Noronha Rocha, o IgesDF antecipou uma transformação que hoje se espalha por todo o país. Seis anos depois, em 2025, a Lei nº 15.126 apenas confirmou o que o Instituto já praticava: cuidar vai muito além de tratar: é escutar, acolher e compreender cada paciente em sua totalidade. A nova legislação estabelece que todas as unidades de saúde brasileiras devem assegurar acolhimento, empatia e comunicação clara como parte indissociável do atendimento. No entanto, nos corredores do Hospital de Base, do Hospital Regional de Santa Maria (HRSM) e das 13 Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) administradas pelo IgesDF, essa essência humana já estava presente havia anos, enraizada na cultura de quem cuida e de quem é cuidado. "Acreditamos que a saúde pública precisa enxergar cada paciente como um ser humano integral, com dores, medos e esperanças" Cleber Monteiro, diretor-presidente do IgesDF “O Humanizar tornou-se parte da identidade do IgesDF. Desde o início, acreditamos que a saúde pública precisa enxergar cada paciente como um ser humano integral, com dores, medos e esperanças. Hoje, o SUS reconhece a humanização como princípio fundamental, mas, no IgesDF, esse caminho já vinha sendo trilhado há seis anos”, destaca o diretor-presidente do Instituto, Cleber Monteiro. Humanização em foco Atualmente, 136 colaboradores atuam diariamente, das 7h às 22h, nas unidades geridas pelo Instituto, garantindo que cada paciente receba mais do que um atendimento técnico, tenha também atenção, escuta e humanidade. “O Humanizar surgiu quando enfrentei barreiras para conseguir atendimento de qualidade ao meu filho recém-nascido. Naquele momento, percebi o quanto faltava um olhar mais humano e acolhedor em nossas unidades de saúde. Hoje, ver esse ideal se transformar em lei nacional é a prova de que estamos no caminho certo”, destaca a primeira-dama do DF, Mayara Noronha Rocha. O cuidado com cada paciente é o mote do Programa Humanizar | Foto: Alberto Ruy/IgesDF Para a gerente-geral de Humanização e Experiência do Paciente do IgesDF, Anucha Soares, o maior impacto é sentido pelos próprios usuários. “O Humanizar é sobre enxergar o paciente além da doença. É transformar o cuidado em acolhimento e o serviço público em espaço de empatia, escuta e dignidade”, ressalta. Na mesma linha, a chefe do Núcleo de Humanização, Letícia Ângelo, reforça que a presença constante dos profissionais nas unidades cria vínculos e segurança. “Estar ao lado do paciente e da família é dar confiança. É mostrar que eles não estão sozinhos. Essa é a missão que nos move todos os dias”, afirma. Idealização e execução Josiane Gonçalves dos Reis, 38 anos, conta que chegou ao no Hospital de Base “com medo e dor, mas fui recebida por uma profissional que segurou minha mão, explicou o que estava acontecendo e me acalmou. Aquilo mudou tudo para mim”, conta. Acompanhada nos setores da oncologia e hematologia, Josiane lembra de quando foi sorteada pelo Humanizar para ir a um evento externo. “Foi maravilhoso para mim ter vivenciado isso. O paciente poder estar em outros ambientes e aproveitar isso contribui muito para a nossa melhora”, relata. "Achei que estaria sozinha naquele momento difícil, mas a equipe do Humanizar esteve comigo o tempo todo, ajudando até em coisas simples" Arleide Maria Stemler, paciente Arleide Maria Stemler, 63, relembra com emoção o apoio recebido. “Achei que estaria sozinha naquele momento difícil, mas a equipe do Humanizar esteve comigo o tempo todo, ajudando até em coisas simples. Esse apoio faz toda a diferença.” Hoje, o Humanizar é reconhecido nacionalmente como um modelo de atuação humanizada, inspirando outras redes de saúde a seguirem o mesmo caminho. “A humanização não é um complemento, mas parte essencial da assistência. No olhar de cada paciente acolhido, está a confirmação de que a saúde pode e deve ser feita com técnica, mas também com afeto”, afirma Mayara Noronha Rocha. *Com informações do IgesDF  

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Central de Comando da Saúde é tema de reunião entre secretarias

Em uma iniciativa estratégica voltada à integração entre tecnologia, segurança pública e gestão da saúde, representantes da Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF) fizeram, na última sexta-feira (10), uma visita institucional ao Centro Integrado de Operações de Brasília (Ciob). O encontro teve como objetivo fortalecer a parceria com a Secretaria de Segurança Pública do Distrito Federal (SSP-DF) para a criação de uma Central de Comando e Controle da Saúde, inspirada em modelos de centros de monitoramento já utilizados com sucesso na área da segurança pública. Durante a visita, gestores da SES-DF conheceram em detalhes a estrutura tecnológica, os protocolos de resposta e o modelo de integração de dados do Ciob — que reúne, em tempo real, informações das forças de segurança e de diversos órgãos públicos. “A proposta é adaptar esse modelo à realidade da saúde pública do DF, de forma a permitir uma gestão integrada das ocorrências em hospitais, Unidades de Pronto Atendimento (UPAs), Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e demais unidades assistenciais”, explicou o secretário de Saúde, Juracy Lacerda. Objetivo é criar uma Central de Comando da Saúde nos moldes do Centro Integrado de Operações de Brasília (Ciob) | Fotos: Paulo Jamir/SSP-DF De acordo com o secretário executivo de Tecnologia da Informação em Saúde da SES-DF, Deilton Lopes, a futura Central de Comando da Saúde deverá atuar como um núcleo estratégico de inteligência e operação. “A central será capaz de monitorar indicadores assistenciais, otimizar fluxos de atendimento, coordenar recursos e aprimorar a resposta a emergências sanitárias e operacionais”, destacou. O secretário executivo da SSP-DF, Alexandre Patury, ressaltou que o Centro Integrado de Operações é um ambiente vocacionado para o trabalho interinstitucional. “O Ciob foi concebido para promover a integração entre órgãos estratégicos do governo e otimizar a gestão de crises e emergências. A parceria com a Secretaria de Saúde amplia essa capacidade, fortalecendo a atuação do Estado em benefício direto da população do DF”, afirmou. Parceria institucional A iniciativa surge da necessidade de convergir esforços entre tecnologia, gestão e segurança pública, unindo as expertises da SES-DF, da SSP-DF e do Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF). O projeto visa garantir maior segurança, agilidade e eficiência na tomada de decisão, especialmente em situações críticas, como surtos epidemiológicos, acidentes de grande proporção e eventos que impactem o sistema de saúde. Para o secretário executivo de Gestão Administrativa da SES-DF, Valmir Lemos, a proposta representa um avanço histórico na gestão pública do Distrito Federal. “O objetivo é promover uma visão integrada entre os setores da saúde e da segurança, reafirmando o compromisso do GDF com a inovação, a eficiência e a transparência no serviço público”, afirmou. Representantes da Secretaria de Saúde fazem visita técnica ao Centro Integrado de Operações de Brasília (Ciob) Durante a visita, foram discutidas as possibilidades de interligação de sistemas, compartilhamento de dados e integração de plataformas digitais, com ênfase em soluções de monitoramento em tempo real. *Com informações da Secretaria de Saúde

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Projeto de reflorestamento da Bacia do Rio Melchior terá plantio em 100 hectares

Após discussões iniciadas em meados de 2023, o projeto de reflorestamento e recuperação ambiental da Bacia do Rio Melchior foi aprovado, na quinta-feira (9), por unanimidade pelo Conselho de Administração do Fundo Único do Meio Ambiente (CAF/Funam), que reúne representantes da sociedade civil e do Governo do Distrito Federal. A iniciativa prevê a recomposição da vegetação nativa em até 100 hectares de Áreas de Preservação Permanente (APPs) associadas a cursos hídricos e áreas de recarga degradadas ou alteradas na região em 48 meses. A iniciativa prevê a recomposição da vegetação nativa em até 100 hectares de Áreas de Preservação Permanente (APPs) associadas a cursos hídricos | Foto: Divulgação/Secretaria do Meio Ambiente A medida está alinhada às diretrizes do Código Florestal (Lei nº 12.651/2012), que define as APPs como espaços essenciais para a proteção dos recursos hídricos, da biodiversidade, da paisagem, da estabilidade geológica, do fluxo gênico da fauna e da flora, da conservação do solo e do bem-estar das populações humanas. As ações previstas incluem o plantio e a manutenção de espécies nativas do Cerrado nas áreas degradadas. “O projeto não apenas contribui para a recuperação ambiental de uma das bacias mais importantes da nossa região, mas também demonstra o compromisso do nosso governo com a sustentabilidade e com a qualidade de vida da população”, destacou a vice-governadora Celina Leão. [LEIA_TAMBEM]O secretário do Meio Ambiente do DF, Gutemberg Gomes, destaca que “o projeto será importante não só para a comunidade da Bacia do Rio Melchior, mas também servirá como referência de manejo sustentável em bacias hidrográficas urbanizadas, podendo ser implementado em outras regiões que sofrem pressão pelo uso e ocupação do solo e pela consequente impermeabilização”. A iniciativa representa uma das maiores ações de recuperação de mata ciliar, desenvolvimento sustentável e promoção da recarga hídrica já realizadas no Distrito Federal. A previsão de lançamento do edital é para ainda este ano.  *Com informações a Secretaria do Meio Ambiente (Sema-DF)  

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Estudante de Ceilândia cruza fronteiras para estudar no exterior pelo Programa Pontes para o Mundo

Um sonho que saiu do papel. Aos 17 anos, Letícia Joana Alves, aluna do Centro de Ensino Médio (CEM) 02 de Ceilândia, realizou a primeira viagem internacional antes mesmo de concluir o ensino médio. Ela foi uma das selecionadas do Pontes para o Mundo, programa da Secretaria de Educação do Distrito Federal (SEEDF) que oferece intercâmbio gratuito a estudantes da rede pública. Selecionada pelo programa Pontes para o Mundo, Letícia Joana vive o sonho de aperfeiçoar o inglês no País de Gales | Foto: Divulgação/SEEDF Na véspera do embarque, em 2 de setembro, Letícia mal conseguia dormir. Observava o movimento da rua em frente à casa onde mora, tentando assimilar o que estava prestes a viver. No dia seguinte, deixaria o país para vivenciar uma experiência de três meses no Reino Unido, destino que parecia distante para quem tinha o sonho, mas não os recursos financeiros. “Tudo aconteceu muito rápido. Eu estava sentada na calçada de casa, pensando no meu futuro, e no dia seguinte, embarcando para fora do país”, lembra a estudante. “Aqui no Reino Unido, os alunos têm muita autonomia. Eles tomam decisões, resolvem tudo sozinhos. No Brasil, a gente ainda não tem isso tão forte, mas o potencial é o mesmo”. [LEIA_TAMBEM]A comparação entre os dois mundos fez Letícia perceber o talento presente nas escolas públicas brasileiras e como a desigualdade limita sonhos. “Eu tive amigos com muito potencial, mas que precisaram deixar a escola para trabalhar. Se a gente tivesse a estrutura que tem aqui, de lá sairiam gênios, eu não tenho dúvida. O que me deixa mais feliz é saber que estão investindo na educação pública, e estar aqui, vivendo essa experiência, é a prova viva disso”, declarou. Inspiração de família O olhar maduro de Letícia vem de quem carrega uma história marcada por esforço e inspiração familiar. “Minha irmã faz Nutrição na UnB. Ela entrou pelo PAS, e foi com ela que aprendi o valor do estudo. Meus pais sempre disseram que é a única forma de mudar nossa realidade”, conta. A mãe, a promotora de vendas Marcilene de Lima, enfrentou dores e dificuldades sem deixar de ser exemplo. “Teve uma vez que ela machucou o braço e, mesmo com o atestado, a empresa não a deixou faltar. Ela trabalhou sentindo dor. E me disse: ‘Pra ter uma vida diferente, você tem que estudar’. Isso ficou na minha cabeça”, observa Letícia. Marcilene fala com emoção sobre a trajetória da filha e o orgulho que sente por suas conquistas: “A Letícia sempre foi uma criança muito falante, esperta e curiosa. Desde pequena, sempre se destacou nos estudos, sempre foi muito aplicada. Nossa família é composta por cinco pessoas: eu, meu esposo Jaílson Alves, que é pintor de automóvel, e três filhas. E nós cinco somos muito unidos. Em tudo o que acontece na nossa família, a gente está junto, um dando força para o outro”. A família da estudante: o pai, Jaílson Alves; as irmãs Lívia Michelle e Laura Miriam; a mãe, Marcilene de Lima; e Letícia | Foto: Arquivo pessoal Com a filha vivendo um novo capítulo longe de casa, Marcilene conta que o sentimento é de saudade, mas também de alegria e orgulho. “A gente conversa todos os dias. Está sendo difícil, porque nunca tínhamos nos separado, mas é uma coisa muito boa para ela, um futuro brilhante. É o que ela sempre quis, e a gente sempre deu força. Claro que tem dia que a saudade bate, mas estamos felizes por ela ter conseguido chegar onde chegou.” A estudante falou também sobre as lembranças de Ceilândia e as descobertas no Reino Unido. “Tudo que estou vivendo aqui está me mostrando que a vida pode ser melhor, mas também me dá mais vontade de ajudar a mudar a minha realidade, a realidade da minha família e até da minha cidade”, conta Letícia. “Eu amo a minha cultura. O jeito do brasileiro é único, a empatia, o calor humano, a força”. *Com informações da Secretaria de Educação (SEEDF)

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Livro sobre a loba-guará Pequi é lançado no Zoo Brasília

Além da programação especial para o Dia das Crianças, o Zoológico de Brasília celebrou o Dia Nacional do Lobo-guará, no dia 12 de outubro, com o lançamento do livro Pequi e o Cerrado Voador. A obra convida o leitor a mergulhar em uma aventura poética pelo Cerrado. No enredo, os animais do bioma enfrentam o desafio de atravessar uma imensa faixa de pedra que ameaça a sobrevivência da fauna e da flora locais: a tão temida estrada. O destaque do livro é Pequi, uma loba-guará que habita os campos de capim alto e se une a outros animais, plantas e humanos para proteger o Cerrado.  Ao longo da história, os personagens trilham uma jornada de resistência e esperança. Mais do que uma narrativa sobre superação, o livro desperta a reflexão sobre a importância da cooperação e da preservação ambiental. A publicação é fruto de uma parceria entre a associação civil A Vida no Cerrado (Avinc) e a ONG Jaguaracambé (Associação para Conservação da Biodiversidade). A personagem principal do livro foi inspirada na história real de uma loba-guará chamada Pequi, que perdeu a vida em uma rodovia após uma trajetória de resgate e superação. “A história da Pequi nos ensinou muito sobre resiliência e sobre o poder da união em torno da conservação da biodiversidade e da manutenção do Cerrado”, afirma Ana Paula Nunes de Quadros, presidente da ONG Jaguaracambé. Quem foi Pequi? Pequi foi uma loba-guará resgatada ainda filhote após perder a mãe. Ela tornou-se um símbolo dos esforços de reabilitação e de conservação da fauna do Cerrado. Depois de meses de cuidados intensivos realizados pelo Zoológico de Brasília, pela ONG Jaguaracambé e pelo Parque Vida Cerrado, Pequi foi preparada para retornar à natureza. Durante o processo de readaptação, Pequi viveu em um recinto especialmente construído, onde aprendeu a caçar, reconhecer frutos do Cerrado e se comportar como uma loba selvagem. Pequi voltou à natureza depois de passar por cuidados no Zoológico, mas acabou atropelada | Foto: Vinícius Rozendo Viana/Zoológico de Brasília “O Zoológico guarda uma história muito bonita com a Pequi. Ela chegou ao Zoo junto com os irmãos, em 2020, com menos de 20 dias de vida”, recorda Ana Raquel Gomes Faria, assessora da Superintendência de Conservação do Zoológico de Brasília. “Ela era a menor da ninhada, mas sempre respondia bem ao manejo e ao processo de reabilitação, mostrando uma grande força e vontade de viver e, principalmente, uma vontade de retornar ao ambiente natural, como foi proposto desde o início”, acrescenta Ana Raquel. A soltura de Pequi ocorreu em abril de 2023. Ela mostrou força e instinto de sobrevivência por meses, mas foi atropelada em uma rodovia, revelando a difícil realidade que as espécies do Cerrado enfrentam diante da expansão urbana. Apesar da breve vida, Pequi conseguiu reforçar a importância das ações de conservação e educação ambiental Apesar da breve vida, Pequi conseguiu reforçar a importância das ações de conservação e educação ambiental, bem como a necessidade de medidas concretas para a redução do impacto das estradas para a flora e a fauna silvestre. “A Pequi nos mostrou o quanto é possível criar alianças entre os seres humanos e outros animais. Ela foi cuidada por vários profissionais ao longo da vida e esse vínculo continua vivo no livro. É uma forma de imaginar a Pequi livre e viva, caminhando pelo Cerrado e lutando, ao lado de outras espécies, por um Cerrado contínuo e saudável para todos”, afirma Dodó Riberiana, co-coordenadora do Núcleo de Educação Socioambiental da Avinc. O livro está disponível em versão online. *Com informações do Zoológico de Brasília  

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Dia Mundial da Trombose alerta para sinais e prevenção da doença

Foi um dia rotineiro — ela trabalhou e foi à igreja. Em casa, horas depois, começou a sentir dores. "Não era uma dor normal. Fiquei maluca de dor. Eu gritava e até rolava no chão. Então fui parar no Hospital de Base". É assim que a comerciante Altair Souza Aguiar, 59 anos, lembra de quando, em 2018, foi diagnosticada com trombose. "Eu fiquei internada por cinco dias e até hoje sigo com o tratamento. Dá para viver bem", conta. Situações como a de Altair são lembradas neste 13 de outubro, Dia Mundial da Trombose. A data é uma homenagem ao médico alemão Rudolf Virchow, pioneiro nos estudos sobre a doença. A Sociedade Brasileira de Angiologia e de Cirurgia Vascular (SBACV) considera a data fundamental para divulgar informações e reforçar cuidados que ajudam a evitar casos. De acordo com a entidade, cerca de 400 mil pessoas são acometidas anualmente no Brasil. A comerciante Altair Souza Aguiar faz acompanhamento na policlínica do Guará, onde é atendida pela médica Elma Castro, especialista em cirurgia vascular | Foto: Matheus Oliveira/Agência Saúde-DF Mas o que é a trombose, afinal? "Trombose é quando ocorre uma obstrução de um vaso, seja arterial ou venoso, e isso geralmente por uma formação do coágulo", explica a médica Elma Castro. Especialista em cirurgia vascular, a servidora da Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF) atua na policlínica do Guará e acompanha pacientes diagnosticados com a doença. Ela ressalta a importância de, em caso de dores, sobretudo nas pernas, procurar rapidamente um hospital ou uma unidade de pronto atendimento (UPA). A intervenção precoce pode fazer a diferença tanto a curto quanto a longo prazo.  [LEIA_TAMBEM]Prevenção A médica destaca algumas condições que podem favorecer o surgimento da trombose. "Eu sempre falo para as pacientes que têm predisposição para trombose, que têm histórico familiar, que não façam uso de anticoncepcionais. Eu tenho uma paciente de 19 anos que teve uma trombose por anticoncepcional", relata. Os cuidados também valem para viagens. No caso de longos trajetos de carro, a recomendação é manter-se hidratado e programar paradas a cada quatro a seis horas. Já em viagens de ônibus ou, principalmente, de avião, é importante se levantar, fazer caminhadas leves e alongar os pés. Usar meias de compressão, roupas confortáveis e beber bastante líquido também ajuda na prevenção. Tabagismo, diabetes, colesterol alto, sobrepeso e histórico familiar são outros fatores de risco que exigem atenção. Por outro lado, uma alimentação saudável e a prática de exercícios físicos contribuem para reduzir as chances de desenvolver a doença. Consultas médicas regulares também são fundamentais para identificar e tratar condições associadas, como a diabetes. A SES-DF ainda trabalha com protocolos específicos voltados para pacientes acamados e para mulheres no período pós-parto.

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