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Ceilândia recebe força-tarefa com obras, tapa-buracos e recolhimento de lixo

Ao longo da última semana, Ceilândia recebeu uma ampla força-tarefa de obras, manutenção e zeladoria realizada pela administração regional, em parceria com a Novacap, o GDF Presente e o Serviço de Limpeza Urbana (SLU). As ações foram executadas em diversas regiões da maior cidade do Distrito Federal e incluíram recuperação asfáltica, limpeza urbana, implantação de estacionamentos e revitalização de áreas de lazer, com o objetivo de proporcionar mais segurança, mobilidade, organização e qualidade de vida para a população. Mais de 25 toneladas de massa asfáltica foram utilizadas em operações de tapa-buracos e recuperação de vias, beneficiando locais como a Rua 1 do Condomínio Privê, Via O-5, QI 20 do Setor de Indústrias, QNM 03 Conjunto J, QNP 09 Conjunto U, QNO 11 Conjunto I, Via M3 Sul, Via P5 Sul, EQNN 6/8, QNP 12 Conjunto M e Via P3 Sul. Além da recuperação viária, as equipes executaram melhorias em calçadas e praças | Foto: Divulgação/Administração Regional de Ceilândia Além da recuperação viária, as equipes executaram melhorias em calçadas e praças, com destaque para a Feira Permanente da CNM 02, em Ceilândia Norte, onde foram finalizados reparos em áreas de circulação e convivência. Também houve implantação de meio-fio na Avenida O4 e no estacionamento público da Praça da EQNO 3/5, no Setor O. “Ceilândia recebe uma atenção permanente da Novacap, principalmente em serviços essenciais como recuperação de vias, drenagem, manutenção de áreas públicas e apoio às ações de zeladoria. Esse trabalho conjunto permite atender demandas importantes da população e garantir mais segurança e melhores condições de circulação em toda a cidade”, afirma a chefe do Departamento de Regionais da Novacap, Walquiria Marra. O trabalho em Ceilândia é permanente e realizado em várias frentes, de acordo com a demanda da população Na área de infraestrutura, foram construídos novos estacionamentos na lateral da QNO 02, no Setor O, e na CNM 02, em Ceilândia Centro, ampliando a oferta de vagas e contribuindo para a organização do trânsito. As equipes também realizaram desobstrução da rede de drenagem pluvial com hidrojato na Via O-5, além de reposição de tampas de concreto, manutenção em bocas de lobo e reparos em placas educativas. Os serviços de zeladoria incluíram capina, roçagem mecanizada, limpeza urbana e recolhimento de entulho em diversos pontos, como EQNO 4/6, QNN 14, Via NM-3, P Sul, QNP 15, QNP 19 e nas vias Leste, Norte e Sul. As equipes ainda revitalizaram o parquinho da QNN 39, com manutenção em brinquedos, alambrados, pintura e capina. Na EQNO 4/6, foi implantada estrutura para postes móveis na quadra de vôlei, e em frente à Administração Regional foi realizada a pintura dos chamados “pirulitos”, reforçando a sinalização do local. “O trabalho em Ceilândia é permanente e atende demandas importantes da população. Estamos atuando em várias frentes, com tapa-buracos, limpeza, manutenção de praças e implantação de estacionamentos, sempre com o objetivo de oferecer mais segurança, mobilidade e qualidade de vida para os moradores”, afirma o administrador regional de Ceilândia, João Marcelo Ferreira de Souza. *Com informações da Administração de Ceilândia  

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Escolas, shoppings, feira e UBSs: saiba onde se vacinar neste sábado (9) no DF

Vacinas contra doenças como sarampo, febre amarela e coqueluche estarão disponíveis em 52 locais de atendimento neste sábado (9). Os pontos incluem dois shoppings — um no Plano Piloto e outro no Jardim Botânico —, escolas, a Feira Central de Ceilândia e 47 unidades básicas de saúde (UBSs). A lista completa com endereços e horários está disponível no site da Secretaria de Saúde (SES-DF). Para receber o imunizante, é importante apresentar um documento de identidade válido com foto e, se possível, a caderneta de vacinação | Foto: Matheus Oliveira/Agência Saúde DF Os imunizantes serão ofertados para pessoas de diferentes faixas etárias, conforme o calendário de vacinação e os grupos prioritários das campanhas. Adolescentes e adultos, por exemplo, poderão receber doses contra febre amarela, hepatite B, difteria e tétano (dT), além da tríplice viral, que protege contra sarampo, caxumba e rubéola. Jovens de 10 a 14 anos poderão tomar a vacina contra a dengue. Já idosos, crianças de até 5 anos e profissionais de diversas áreas, como professores e caminhoneiros, integram os públicos-alvo da vacinação contra a gripe (influenza). [LEIA_TAMBEM]É importante apresentar um documento de identidade válido com foto e, se possível, a caderneta de vacinação. As equipes irão conferir os registros e avaliar a necessidade de aplicação de doses. A SES-DF reforça que é possível se vacinar em qualquer posto disponível, independentemente do local de residência. Não haverá atendimento no domingo (10). Na segunda-feira (11), as mais de cem salas de vacinação reabrem em horário normal. *Com informações da Secretaria de Saúde (SES-DF)

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Mais de 900 pessoas são capacitadas a atuar em casos de importunação sexual a mulheres em grandes eventos 

A Secretaria de Justiça e Cidadania do Distrito Federal (Sejus-DF) segue ampliando as ações de conscientização e prevenção à violência contra a mulher em grandes eventos na capital. Nesta semana, o Protocolo Por Todas Elas, da Sejus-DF, chegou ao Rock Saloon, bar instalado no Bosque da Arena Mané Garrincha. O espaço faz parte da programação do Capital Moto Week, que será realizado em julho. Ao todo, 45 profissionais das equipes de segurança e brigada participaram da formação, que integra as ações de capacitação voltadas ao atendimento humanizado e à atuação em situações de importunação sexual em eventos. Por meio do Protocolo Por Todas Elas, cerca de 900 profissionais já foram capacitados em 37 estabelecimentos, ao longo de dois anos, para atuar em situações de importunação sexual, além de oferecer acolhimento e atendimento humanizado ao público.   [LEIA_TAMBEM] Respeito às diferenças O treinamento orienta os participantes sobre como identificar situações de vulnerabilidade, agir em casos de importunação sexual e garantir acolhimento adequado às vítimas. A iniciativa reforça a construção de ambientes mais seguros, inclusivos e preparados para diferentes públicos.    Formação contribui para a criação de espaços mais seguros e acolhedores | Foto: Divulgação/Sejus-DF Além do Protocolo Por Todas Elas, a capacitação também abordou temas como respeito às diferenças, acessibilidade e atendimento humanizado em eventos de grande porte.  A formação foi conduzida pela Subsecretaria de Apoio às Vítimas de Violência da Sejus. Para a assessora especial da pasta, Luene Garcia, a união entre poder público e iniciativa privada fortalece as ações de cidadania. “Quando entretenimento e conscientização caminham juntos, toda a sociedade ganha”, ressaltou. Já o CEO do Capital Moto Week, Juliana Jacinto, reforça que a formação das equipes contribui para a criação de espaços mais seguros e acolhedores. “Quando capacitamos profissionais para lidar com situações de violência e promover o respeito às diferenças, ampliamos a cultura de cuidado dentro e fora dos eventos”, afirmou. *Com informações da Sejus-DF

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No Dia Mundial do Lúpus, especialista reforça importância de reconhecer os sintomas

O inchaço nas pernas parecia algo passageiro. Depois vieram a coceira no corpo e as manchas na pele em áreas expostas ao sol. Durante um ano inteiro, Mateus Gustavo Amaral, de 31 anos, conviveu com os sintomas sem imaginar que havia algo mais sério por trás. Há três anos, durante uma crise mais intensa, ele procurou atendimento em uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA) e foi encaminhado ao Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF). Após dias de internação e uma série de exames, recebeu o diagnóstico de lúpus. “Eu não fazia ideia do que poderia ser. Nunca tinha ouvido falar nessa condição”, relembra. A história de Mateus não é incomum. O lúpus é uma doença autoimune que pode se manifestar de diferentes formas e atingir várias partes do corpo, o que muitas vezes dificulta a identificação precoce. Neste dia 10 de maio, quando é celebrado o Dia Mundial do Lúpus, especialistas reforçam a importância de reconhecer os sinais e procurar avaliação médica o quanto antes. De acordo com o reumatologista do HBDF Carlos Lins, o sistema imunológico, responsável por proteger o organismo contra vírus e bactérias, passa a atacar tecidos saudáveis nos pacientes com lúpus. As causas da doença ainda não são totalmente conhecidas, mas as consequências podem ser graves quando o tratamento demora a começar. “O lúpus pode comprometer praticamente qualquer órgão do corpo, da pele aos rins. Existem formas mais leves e outras mais graves, com risco de morte. Por isso, o diagnóstico exige uma avaliação ampla do paciente”, explica. Por atingir diferentes regiões do corpo, o lúpus pode apresentar manifestações variadas, muitas vezes confundidas com outros problemas de saúde | Fotos: Divulgação/IgesDF Sinais costumam ser confundidos Por atingir diferentes regiões do corpo, o lúpus pode apresentar manifestações variadas, muitas vezes confundidas com outros problemas de saúde. Entre os sinais mais comuns estão dores nas articulações, fadiga intensa, febre, queda de cabelo, manchas na pele, falta de ar e dor no peito ao respirar profundamente. Sem o acompanhamento adequado, a inflamação provocada pela doença pode causar danos progressivos, principalmente nos rins. “Quanto mais tempo o lúpus permanece sem controle, maiores são os riscos de complicações. Identificar cedo faz toda a diferença”, reforça o especialista. Atualmente, o HBDF, unidade administrada pelo Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF), acompanha cerca de 70 pacientes por semana no ambulatório especializado. No Distrito Federal, a estimativa é de que entre duas e três mil pessoas convivam com a condição. Exposição ao sol exige atenção Embora ainda não exista uma causa definida para o lúpus, alguns fatores podem desencadear crises em pessoas predispostas, como exposição solar inadequada, infecções e uso de determinados medicamentos. Foi o que aconteceu com Fábia Ferreira Lima, de 49 anos. Há cerca de dez anos, ela começou a sentir dores no pescoço, inchaço nos membros e uma sensação constante de peso no corpo. “No começo, achei que era algo simples, como um torcicolo. Mas foi piorando até eu não conseguir mais caminhar”, conta. Fábia Ferreira Lima foi diagnosticada com a doença. Com acompanhamento médico e o uso correto dos medicamentos, os sintomas desapareceram Após procurar atendimento em uma UPA, ela foi encaminhada ao HBDF, onde ficou internada por um mês até descobrir o lúpus. Com o início do acompanhamento médico e o uso correto dos medicamentos, os sintomas desapareceram e hoje ela mantém apenas as consultas de rotina. Qualidade de vida é possível com acompanhamento Apesar de não ter cura, o lúpus pode ser controlado com medicamentos e hábitos saudáveis, como alimentação equilibrada, prática de exercícios físicos e acompanhamento contínuo. “Antes do avanço dos tratamentos, muitos pacientes com formas graves morriam poucos anos após o diagnóstico. Hoje, com acompanhamento adequado, é possível viver com qualidade e manter uma rotina praticamente normal”, afirma Carlos Lins. Pessoas com sintomas persistentes, como dores nas articulações, manchas na pele, fadiga intensa e inchaços frequentes, devem procurar atendimento em uma Unidade Básica de Saúde (UBS). Caso haja suspeita de lúpus, o paciente pode ser encaminhado para acompanhamento especializado na rede pública. A principal mensagem do Dia Mundial do Lúpus é clara: informação, atenção aos sinais e diagnóstico precoce são fundamentais para evitar complicações e garantir mais qualidade de vida aos pacientes. Onde procurar atendimento Em caso de sintomas, a orientação é procurar atendimento médico em uma Unidade Básica de Saúde (UBS), porta de entrada do Sistema Único de Saúde (SUS). Nessas unidades, é feita a avaliação inicial e, se necessário, o encaminhamento para atendimento especializado em hospitais de referência, como o Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF).   *Com informações do IgesDF

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Com apoio técnico do GDF, agricultores de baixa renda ampliam produção no Distrito Federal

O apoio técnico oferecido pelo Governo do Distrito Federal (GDF) à agricultura familiar tem ajudado produtores rurais a melhorar a produção no campo. As ações incluem assistência técnica, orientação para comercialização, acompanhamento da produção rural e até mecanização agrícola da própria terra para aumentar a produção. O apoio direto ocorre por meio do programa Preparo de Solo, coordenado pela Secretaria de Agricultura, Abastecimento e Desenvolvimento Rural (Seagri-DF), direcionado aos produtores de baixa renda cadastrados na Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater-DF). Segundo o secretário da Seagri-DF, Rafael Bueno, o trabalho é voltado principalmente às famílias rurais que enfrentam dificuldades para custear etapas essenciais do plantio. “Sabemos que muitas dessas pessoas não têm recursos para preparar o solo para o plantio. O Governo do Distrito Federal vem ampliando esse atendimento, com mecanização e acompanhamento da Emater”, afirma. Por meio do programa Preparo de Solo, são oferecidos serviços de mecanização agrícola a agricultores familiares e trabalhadores vinculados à reforma agrária inscritos no Cadastro Único para Programas Sociais (CadÚnico). O presidente da Emater-DF, Cleison Duval, ressalta que o atendimento prioriza agricultores familiares e produtores vinculados à reforma agrária que enfrentam dificuldades para custear o preparo do solo. “O governo apoia justamente quem mais precisa na área rural. São produtores que muitas vezes não têm condições de pagar por uma máquina para preparar o solo e iniciar o plantio”, observa. O apoio direto ocorre por meio do programa Preparo de Solo, coordenado pela Seagri-DF, direcionado aos produtores de baixa renda cadastrados na Emater-DF | Fotos: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília Em Brazlândia, a agricultora Marilene Maria de Souza, 66 anos, é uma das produtoras atendidas pelas ações desenvolvidas pela Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Distrito Federal (Emater-DF) e pela Secretaria de Agricultura, Abastecimento e Desenvolvimento Rural (Seagri-DF). Filha de agricultores, Marilene cresceu em meio ao trabalho rural, mas foi em 2016 que assumiu à frente da própria chácara. Hoje, cultiva abobrinha, alface, milho e morango. Contemplada na última edição do programa Preparo de Solo e com o acompanhamento técnico da Emater-DF, ela passou a aprimorar o manejo da produção. O atendimento inclui orientações sobre preparo do solo, aplicação de produtos, condução da lavoura e cuidados com o cultivo. “Antes eu não tinha sabedoria, não sabia de nada”, relata. “Hoje, quando eu necessito, ligo e eles vêm. Eles orientam a gente em tudo.” Na chácara de Marilene, o atendimento incluiu o uso de trator para preparação da área de plantio. Segundo Marilene, o suporte técnico contribuiu diretamente para melhorar a rotina de trabalho na chácara.   O programa Preparo de Solo oferece serviços de mecanização agrícola para agricultores familiares e produtores vinculados à reforma agrária atendidos pela Emater-DF. A iniciativa inclui etapas como gradagem e preparação da área de plantio, com o objetivo de reduzir custos para os produtores e dar suporte ao início da produção rural. O acompanhamento da produtora é feito por Sérgio Rufino Maciel, extensionista rural da Emater-DF e gerente do escritório de Alexandre Gusmão. Segundo ele, as políticas públicas voltadas à agricultura familiar envolvem assistência técnica, mecanização agrícola, crédito rural, orientação para comercialização e apoio à produção. “Quando o atendimento é voltado ao agricultor familiar, essa ajuda é ainda maior. É um conjunto completo para a pessoa poder aumentar a renda dela”, afirma. Em Brazlândia, a agricultora Marilene Maria de Souza, 66 anos, é uma das produtoras atendidas pelas ações desenvolvidas pela Emater-DF e pela Seagri-DF A Emater-DF conta atualmente com 17 escritórios locais no Distrito Federal, além de duas unidades regionais e uma unidade central. Os atendimentos aos agricultores familiares incluem orientação técnica, indicação de culturas, adubação, manejo da produção e acesso a políticas públicas voltadas ao campo. Na chácara, Marilene afirma que o acompanhamento recebido trouxe mudanças que vão além da produção agrícola. “Quando eu mudei para cá, eu estava depressiva. Aqui, melhorei porque estou colhendo uma coisa, outra. Tenho prazer no que faço. Eu recomendo a todos os produtores que abram suas portas aos técnicos da Emater, porque eles ajudam muito”, ressalta. Serviço O Programa Preparo de Solo 2026 recebe inscrições entre 11 de maio e 10 de junho. Coordenada pela Seagri-DF em parceria com a Emater-DF, a iniciativa oferece serviços de mecanização agrícola a agricultores familiares e trabalhadores vinculados à reforma agrária inscritos no Cadastro Único para Programas Sociais (CadÚnico), com renda familiar per capita de até meio salário mínimo e atendimento pela Emater-DF. As inscrições devem ser feitas conforme as orientações do edital, nos canais oficiais da Emater-DF, em dias úteis, das 8h às 12h e das 13h às 17h. O programa é regulamentado pela Portaria nº 358, de 19 de novembro de 2024.

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Hotel Social supera 21 mil acolhimentos nos primeiros meses de 2026

Ao longo dos seus 45 anos, Alex Damasceno já viveu em diversas cidades do Brasil e do mundo. A mais recente foi Aracaju (SE), de onde saiu após enfrentar problemas financeiros. “Pensei: ‘A única oportunidade que eu tenho é ir para Brasília, que é um centro econômico, um centro de oportunidades, tentar fazer a vida’”, lembra. Na capital federal, porém, ele voltou a ficar sem dinheiro. Foi então que encontrou um lugar que lhe abriu as portas: o Hotel Social, equipamento da Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF) que oferece pernoite gratuito a pessoas em situação de vulnerabilidade. “Realmente o equipamento funciona, ele te dá a oportunidade de você pensar, de criar uma estratégia e ver como você vai sair, o que você vai fazer daqui para a frente. Eu digo que é um trampolim para quem chega desorientado, chega descapitalizado, chega perdido, da forma que seja. Ninguém vai te tratar diferente conforme você chegou, de onde você veio. Vai ser atendido como todo mundo, tratado com dignidade e com respeito. E depois a equipe técnica vai te abordar para ver o que eles também podem fazer para te ajudar de alguma forma a sair dessa situação e se reencontrar, se recolocar no âmbito social, de ter um trabalho, um lugar para morar. O que ele te proporciona é exatamente isso: um respiro digno para você recomeçar”, conta Alex, que hoje conseguiu um emprego e já não dorme mais no local. Alex Damasceno já foi acolhido pelo Hotel Social: "Realmente o equipamento funciona, ele te dá a oportunidade de você pensar, de criar uma estratégia e ver como você vai sair, o que você vai fazer daqui para a frente" | Fotos: Matheus Borges/Agência Brasília A história dele não é única. Apenas nos quatro primeiros meses deste ano, o Hotel Social registrou 21 mil acolhimentos. Desde a criação, em julho do ano passado, o total de atendimentos já supera os 50 mil. O espaço funciona diariamente, das 19h às 8h, para que até 200 pessoas em situação de vulnerabilidade possam passar a noite. Além de cama e cobertor para dormir, os acolhidos têm direito a banho quente e duas refeições — jantar e café da manhã. O equipamento ainda é um dos únicos do país a aceitar animais de estimação, contando com um espaço reservado para eles. “Quem está em situação de rua também quer um lugar bom para dormir, com segurança, tranquilidade, sem tanto barulho, sem tanta perturbação. Quer um lugar para poder se alimentar e dormir, e para ter dignidade. Essas pessoas precisam desse serviço pela dignidade que ele oferece”, aponta Daura Meneses, diretora dos Serviços de Acolhimento da Sedes, que também destaca outras ações promovidas pelo Governo do Distrito Federal (GDF) voltadas à população em situação de rua. “O Distrito Federal tem se destacado por meio do Plano Distrital para a População em Situação de Rua, uma iniciativa que realmente é de extrema importância.”   O local é gerido pelo Instituto Mãos Solidárias, organização contratada por meio de licitação. De acordo com a presidente da entidade, Juliana Alves, desde a abertura do Hotel Social, 105 pessoas acolhidas no equipamento foram reinseridas no mercado de trabalho. “Nós temos uma equipe técnica, psicólogos, assistentes sociais, que fazem esse encaminhamento, tanto para empregos quanto para outros estados, no caso daqueles que vieram de fora e desejam voltar. Para nós, é gratificante. Esse é o intuito do instituto: acolher e dar oportunidade”, pontua. Grato por ser uma dessas pessoas, Alex Damasceno agora dá um conselho para quem enfrenta a mesma situação que ele viveu. “Se você precisar de um espaço, de dignidade, de respeito, de se sentir querido de alguma forma, venha para cá. Eu não precisei ficar na rua, mas ouvi relatos de pessoas aqui de que a rua não é um lugar muito bom. Então, se você está passando por alguma necessidade, procure o equipamento, que eles vão te orientar e, com certeza, vai haver uma condição para você poder se hospedar enquanto procura uma reorganização da vida.” O Hotel Social  funciona diariamente, das 19h às 8h, para que até 200 pessoas em situação de vulnerabilidade possam passar a noite, com direito a cama, cobertor, banho quente e duas refeições Política distrital O Distrito Federal foi a primeira unidade da Federação a apresentar um plano de política pública após a suspensão das ações de abordagem à população em situação de rua pelo Supremo Tribunal Federal (STF). As ações de acolhimento começaram a ser implementadas após uma fase de testes em maio de 2024, quando o GDF realizou visitas na Asa Sul e em Taguatinga, atendendo cerca de 50 pessoas com assistência social e oferta de serviços públicos. Em 27 de maio de 2024, o GDF oficializou o Plano de Ação para a Efetivação da Política Distrital para a População em Situação de Rua. Desde então, ocorrem ações semanais em diversos pontos do Distrito Federal. Os órgãos do governo já passaram por regiões como Plano Piloto, Vila Planalto, Taguatinga Norte e Sul, Ceilândia, Águas Claras e Arniqueira. Em julho de 2025, a governadora Celina Leão, então em exercício, assinou decreto que criou o programa Acolhe DF. A iniciativa propõe busca ativa e oferta de tratamento a pessoas em situação de rua com dependência de drogas ilícitas, álcool e tabaco, criando uma linha de atendimento específica e ampliando as ações já existentes do GDF voltadas a esse público.

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Mães atípicas: entre desafios diários, o acolhimento transforma rotinas no DF

  O Dia das Mães lembra também a rotina de quem é mãe atípica: para muitas, o cuidado é integral, constante e atravessado por incertezas. Nessa realidade, histórias como a da aposentada Cleide Maria Magalhães Matos, de 56 anos, ganham força. E também a ajuda de programas do Governo do Distrito Federal (GDF), como o Melhorias Habitacionais, e de órgãos como a Secretaria de Educação (SEEDF), que mantém a rede pública de ensino especial. Mãe de Jessé Magalhães, de 28 anos, Cleide Maria traduz o peso e o amor da jornada, que começou quando o pequeno chegou à porta dela, com 40 dias. Determinada a criá-lo, ela conta que a descoberta do diagnóstico do filho, de autista suporte 3 severo, foi difícil: “Eu fui para a beira do lago chorar. Você cria expectativa com um filho. Então, foi um balde de água fria. Mas por ele eu faria tudo novamente — tudo, sem tirar uma vírgula”, afirma.  Depois do desespero com o diagnóstico de Jessé, a rotina de Cleide Maria Matos tornou-se de acolhimento e reconstrução | Foto: Tony Oliveira/Agência Brasília A rotina mudou de desespero para acolhimento quando Cleide conheceu um dos 13 centros de ensino especial do Distrito Federal, onde ela reconquistou a própria autonomia, além de ver uma mudança profunda em seu filho. Jessé, que constantemente apresentava rompantes agressivos, hoje consegue se regular e até pintar quadros na escola. Cleide, que deixou o trabalho para cuidar do filho, redescobriu a própria vida a partir do apoio da escola. Com uma equipe para atender as necessidades de Jessé, ela começou a se exercitar e perdeu 34 quilos, ganhando saúde física e mental para continuar a maternidade. “Esqueci totalmente de mim. Foi depois do centro que eu voltei a fazer atividade física e a cuidar da minha saúde. Hoje eu sei que preciso estar bem para cuidar dele. A escola foi meu refúgio.” A governadora Celina Leão se mostra solidária a essas mães. “Tem algumas mamães que são mais do que especiais, são sinônimo do amor puro, São as nossas mães atípicas, que lutam com coragem, com perseverança, com a certeza de que o amor pode vencer todos obstáculos. A todas vocês, um Feliz Dia das Mães. Que a gente possa governar a cidade com esse olhar materno de que uma mãe faz sempre o que é melhor para os seus filhos”, compartilhou. No Distrito Federal, mais de 27,4 mil estudantes são atendidos pela educação especial, distribuídos em 675 escolas, sendo 13 centros de ensino especial, além de 520 salas de recursos. Os centros da rede pública atendem mais de 3,5 mil alunos com deficiências intelectuais, sensoriais, físicas ou múltiplas. Essas unidades especializadas, incluindo o Centro de Ensino Especial de Deficientes Visuais (CEEDV) e a Escola Bilíngue de Taguatinga, integram a política de inclusão da Secretaria de Educação do DF. "A escola tem a função social de acolher esses alunos e isso nos leva a olhar também para essas mães" Iêdes Braga, secretária de Educação Segundo a secretária de Educação, Iêdes Braga, o olhar do governo vai ー  e precisa ir ー  além do estudante. “A escola tem a função social de acolher esses alunos e isso nos leva a olhar também para essas mães. Elas recebem um diagnóstico e caminham a vida inteira com essa responsabilidade. Por isso, a escola precisa ser também um espaço de conforto, orientação e apoio”, declara. Mãe em tempo integral Os números refletem um impacto direto nas famílias, especialmente nas mães, que muitas vezes assumem sozinhas o cuidado integral dos filhos. A dona de casa Rute Ferreira de Oliveira, de 55 anos, é mãe de Davi, de 12, e descreve a intensidade da rotina. “A gente vive para eles. Eu não trabalho fora, meu tempo é todo para o meu filho: terapia de manhã, escola à tarde e à noite continuo cuidando em casa. Não é fácil, é muito difícil, e a gente precisa de apoio”. Ana Silva: "A gente precisa aprender a se olhar também, entender o tempo do nosso filho e o nosso tempo, porque essa jornada muda completamente quem a gente é" | Foto: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília Já nos primeiros anos após o diagnóstico, o impacto é imediato. A dona de casa Daniele Lourenço, 43, mãe do pequeno Moisés, 4 anos, relata o processo de adaptação: “No começo, é um turbilhão de informações e terapias. A gente não consegue fazer outra coisa. O Moisés fazia horas seguidas de atendimento e a gente entrou nisso sem entender direito. Com o tempo, aprendemos que também precisamos viver e conhecer nosso filho, mas até chegar a esse equilíbrio é um processo". Ao longo do tempo, essa dedicação exclusiva da maternidade atípica também transforma a identidade dessas mulheres. A dona de casa Ana Silva, de 45 anos, mãe de Paulo Daniel, de 9 anos, aborda esse impacto: “A mãe deixa um pouco de ser mulher e vive só a vida de mãe. É uma rotina muito corrida e pesada, até na mente, que não para. A gente precisa aprender a se olhar também, entender o tempo do nosso filho e o nosso tempo, porque essa jornada muda completamente quem a gente é". O acolhimento Os serviços da rede pública abrangem centros de ensino especial, escolas bilíngues para surdos e salas de recursos multifuncionais, que complementam o ensino regular e auxiliam na inclusão. No Centro de Ensino Especial da 912 Sul, por exemplo, o atendimento visa o acolhimento às famílias, orientação e suporte emocional, criando uma rede que ajuda a reorganizar não apenas a vida dos alunos, mas de todo o núcleo familiar. "A escola trabalha diretamente na estrutura familiar, trazendo mais equilíbrio e qualidade de vida"  Ana Paula Ventorim Rodrigues de Oliveira, diretora do Centro de Ensino Especial 1 Na prática, esse apoio se traduz em mudanças reais dentro das famílias, acompanhadas diariamente pela diretora do Centro de Ensino Especial 1, Ana Paula Ventorim Rodrigues de Oliveira. “Temos relatos de famílias que conseguiram viajar juntas pela primeira vez, que voltaram a frequentar restaurantes e conseguiram reorganizar a rotina dentro de casa. A escola trabalha diretamente na estrutura familiar, trazendo mais equilíbrio e qualidade de vida”, detalha. O espaço recebe alunos a partir de 15 anos até a idade que precisam ficar na escola. Atividades como artes, música, educação física e vivências sociais ajudam a desenvolver habilidades muitas vezes invisíveis no início. “O aluno que vem para cá já não consegue trabalhar na matriz curricular do ensino regular. Então, trabalhamos a manutenção pedagógica do que existe de ganho do estudante, além da funcionalidade, autonomia e socialização”, acrescenta a diretora. Para as mães, o impacto também é pessoal. Esse sentimento é compartilhado por mães como a artesã Rejane de Freitas Kubiszeski, de 62 anos, que encontrou no ambiente escolar novas possibilidades, como o crochê e o artesanato. “A gente se apoia muito. Aprendi coisas novas, me sinto mais independente, mais empreendedora. A troca de experiência entre as mães é muito importante, porque só quem vive entende”, ressalta. Dentro da escola, projetos voltados às mães incentivam o autocuidado e o convívio social. A dona de casa Francisca Alves Brandão, de 68 anos, é mãe de Allan Alves Faria, de 40, e reforça o papel do espaço como ponto de encontro e trocas importantes: “Aqui é vida para nós. A gente aprende, conversa, apoia uma à outra. Não é obrigação vir, é um lazer. Quando ficamos longe, sentimos falta, quase como os meninos". Enquanto as mães encontram suporte, os estudantes também desenvolvem vínculos e autoestima. João Pedro Angotti Medeiros Araújo, de 19 anos, é diagnosticado com o transtorno do espectro autista (TEA). Em uma oratória articulada que desenvolveu com a escola e a família, ele resume o sentimento de pertencimento: “Aqui eu me sinto muito em casa. Muito acolhido, muito feliz. Nas outras escolas faziam bullying comigo, aqui não fazem". João Pedro Angotti Medeiros Araújo: "Eu quero dar parabéns a todas as mães do Brasil, do mundo inteiro. Especialmente à minha mãe, ela é a minha vida" | Foto: Tony Oliveira/Agência Brasília Dele vem um recado simples e direto, mas carregado de significado para quem vive essa realidade todos os dias: “Eu quero dar parabéns a todas as mães do Brasil, do mundo inteiro. Especialmente à minha mãe, ela é a minha vida. Mamãe, te amo”. Mãe atípica transforma a vida do filho com apoio habitacional no DF “Tia, me espera que eu vou arrumar a minha mochila.” Foi com essa frase simples que Emanuel Ferreira, de 28 anos, um jovem com deficiência intelectual, deixou o abrigo rumo a um novo começo, nos braços de quem escolheu ser sua mãe. Neste Dia das Mães, a história dele e de Maria do Socorro Ferreira, de 52 anos, mostra como o afeto transforma vidas. Beneficiado pelo programa Melhorias Habitacionais, da Companhia de Desenvolvimento Habitacional do Distrito Federal (Codhab), Emanuel hoje vive com mais dignidade ao lado da mãe de coração, que também teve a rotina e a qualidade de vida transformadas. Maria do Socorro Ferreira vai comemorar o primeiro Dia das Mães na casa nova, ao lado do filho, Emanuel | Foto: Matheus Borges/Agência Brasília Antes, Maria do Socorro vivia em uma casa pequena, com apenas um quarto, banheiro e cozinha, espaço onde Emanuel também dormia desde os 9 anos, quando foi adotado. Sem infraestrutura adequada, a rotina de cuidados com o filho era limitada e desafiadora. “Quando entregaram as chaves para a gente, falei: Emanuel, seu quarto agora já está pronto, sua cama está lá. Vamos lá ver?”. A lembrança do momento da mudança ainda emociona. “A gente tinha planos de arrumar a casa, mas não sabia quando nem como.” Foi por meio de uma amiga da família que Maria soube das inscrições abertas da Codhab para um programa voltado a famílias com pessoas com deficiência. “Como mãe atípica, sei que tudo aconteceu por causa do Emanuel. Não foi fácil, e ainda não é fácil cuidar dele, mas eu passaria por tudo de novo. Ele sabe que tem uma família, que tem uma casa nova.” Há dois meses, os dois celebram essa nova fase, com mais conforto e dignidade. Prioridade social Dentro do programa Melhorias Habitacionais, hoje referência no país, as pessoas com deficiência (PcD) têm prioridade no atendimento. Desde 2018, 239 pessoas já foram beneficiadas, sendo 62 famílias com integrantes com deficiência. Atualmente, outras 42 famílias aguardam na fila. 62 Número de famílias com integrantes com deficiência atendidas pelo projeto Melhorias Habitacionais Segundo a Codhab, 95% dos atendimentos são destinados a mulheres, muitas delas responsáveis pelo cuidado diário de filhos com deficiência, realidade que reforça o papel central das mães atípicas e dá ainda mais significado às ações do programa. A assistente social da Codhab, Marilurde Lago, explica que o atendimento começa com a inscrição e uma visita social para verificar se a família atende aos critérios do programa. Para ser beneficiado, é preciso morar no Distrito Federal há pelo menos cinco anos, ter renda de até três salários mínimos, ser dono do imóvel, não possuir outra residência e viver em área de regularização de interesse social. Para famílias com PcD, é necessário apresentar o laudo médico da pessoa e a carteira da pessoa com deficiência (obrigatoriamente). Para isso, também pode ser utilizado a comprovação do Benefício de Prestação Continuada (BPC). “Acompanhar Maria e Emanuel foi muito gratificante. Na primeira visita, vimos de perto a vulnerabilidade em que a família vivia, foi muito emocionante. Poder entregar uma casa nova, com um quarto para o Emanuel, com iluminação e ventilação adequadas, é algo que marca. É a realização de um sonho, tanto para o morador quanto para quem participa desse processo”, afirma Marilurde. [LEIA_TAMBEM]Casa nova A intervenção habitacional do Governo do Distrito Federal (GDF) representou, nesse contexto, muito mais do que uma obra física, foi uma transformação concreta na qualidade de vida dessa família. A residência passou por uma reconstrução e ampliação, com área aproximada de 71,70 m², com o objetivo de regularizar as condições de salubridade e à adequação da edificação aos parâmetros mínimos de habitabilidade, segurança e desempenho. A casa, que antes era um ambiente único e sem divisões, passou a contar com sala, cozinha e quartos bem definidos. A ampliação também considerou aspectos ambientais, como a orientação solar e a integração de uma árvore já existente no lote, utilizada como elemento natural de sombreamento. A cobertura foi totalmente substituída por telha sanduíche, para garantir melhores condições térmicas no interior da residência. Com o investimento da Codhab de R$ 99,8 mil, a moradia foi transformada em um espaço estruturalmente seguro, organizado e mais eficiente. Mas, acima de tudo, tornou-se um verdadeiro lar.  

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Controle Social

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Cartões informativos

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Com expansão de serviços, Centro de Radioterapia de Taguatinga atende 262 pacientes em 2026

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Auditoria impede prejuízo de mais de R$ 1 milhão no transporte público do DF

Uma auditoria da Controladoria-Geral do Distrito Federal (CGDF) identificou uma situação de uso indevido, por usuários, de cartões de gratuidade para pessoas com deficiência (PcD) em ônibus e no metrô. A situação tinha potencial de gerar prejuízos de aproximadamente R$ 1 milhão ao ano, o que possibilitou a implementação de medidas que hoje asseguram mais eficiência e melhor aplicação dos recursos no transporte público para ônibus e metrô. A partir desse diagnóstico, a Secretaria de Transporte e Mobilidade (Semob-DF) publicou novas normas. A Portaria nº 131/2025, que regulamenta o uso e a fiscalização dos cartões de gratuidade, estabelece intervalos mínimos entre uma validação e outra no mesmo veículo ou estação e define um teto de utilizações diárias compatível com o deslocamento real do beneficiário. Além disso, a nova regra detalhou os procedimentos de biometria facial e o cruzamento de dados, fazendo com que a inconsistência entre a foto da biometria e o cadastro gere o bloqueio automático do cartão. “As pessoas não entendem muito bem o papel de uma auditoria. Esse é o papel. Nós encontramos possíveis irregularidades ou falta de controle que podem gerar prejuízos e apontamos um caminho de acerto ao órgão, como foi o caso da Semob, que prontamente resolveu a situação. Esse trabalho permitiu que a gratuidade seja um direito respeitado, e não um caminho para fraudes”, destaca o controlador-geral do DF, Daniel Lima. O resultado impacta cada morador do DF. Combate à fraude, uso correto do dinheiro público e garantia contínua de direitos com o benefício para quem realmente precisa de gratuidade. A atuação não apenas interrompeu o prejuízo financeiro causado pelo uso irregular, como também impulsionou a modernização do sistema, com novas regras e tecnologias de fiscalização | Foto: Arquivo/Agência Brasília Ian Harun, artista e usuário do transporte público, destaca a importância para quem usa: “Acho superimportante que tenha esse controle, que haja essa fiscalização, porque muitas pessoas acabam agindo de má-fé. É fundamental que tenha um órgão que assegure isso, porque muitas pessoas dependem disso para ir trabalhar, estudar ou ir para a faculdade.” A atuação não apenas interrompeu o prejuízo financeiro causado pelo uso irregular, como também impulsionou a modernização do sistema, com novas regras e tecnologias de fiscalização. As melhorias impactam diretamente cerca de mais de 1 milhão de usuários. Apenas em 2025, o sistema de bilhetagem registrou mais de 21,5 milhões de acessos de pessoas com deficiência e acompanhantes ao transporte público coletivo do DF. Para a secretária de Transporte e Mobilidade do DF, Sandra Holanda, é fundamental que haja um rigoroso controle e fiscalização constante no uso dos cartões de gratuidade, para garantir o bom funcionamento do transporte público coletivo no Distrito Federal. “Medidas como as auditorias da CGDF, a fiscalização da Semob e as normas de uso dos cartões, como intervalos mínimos entre validações, limites diários e biometria facial, modernizam o sistema e combatem fraudes, otimizando recursos públicos. Assim, asseguramos um transporte mais justo, eficiente e sustentável para todos os brasilienses", disse Sandra Holanda. “Você pode não ver o auditor no dia a dia, mas percebe o resultado quando o recurso público é melhor utilizado. Nosso trabalho não se limita a constatar problemas, atuamos para impulsionar melhorias. Neste trabalho, contribuímos para o avanço de soluções como biometria e análise de dados, fortalecendo a prevenção de irregularidades e tornando o sistema mais seguro, eficiente e justo para todos”, destaca a subcontroladora de Controle Interno da CGDF, Graziella Brunale. Maio é o Mês Internacional de Conscientização Profissional da Auditoria Interna. No Distrito Federal, o trabalho de auditoria vai além da fiscalização: ele contribui diretamente para a melhoria dos serviços públicos oferecidos à população. É um trabalho muitas vezes não visto pela sociedade, mas que gera resultados para o DF. *Com informações da CGDF

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Carreta da Regularização inicia atendimentos em Samambaia nesta segunda-feira (11)

A Carreta da Regularização chega a Samambaia nesta segunda-feira (11), levando atendimento gratuito para moradores que buscam regularizar seus imóveis e obter mais segurança jurídica sobre suas moradias. A estrutura ficará instalada no estacionamento do Complexo Cultural de Samambaia, com funcionamento das 8h às 18h. A iniciativa faz parte do trabalho itinerante realizado em parceria com a Codhab-DF, com execução do Instituto Nacional de Empoderamento Social e Qualificação (Inesq), e tem como objetivo facilitar o acesso da população aos serviços de regularização fundiária, levando os atendimentos diretamente para dentro das regiões administrativas do Distrito Federal. Durante o período de atendimento, os moradores poderão esclarecer dúvidas, acompanhar processos, receber orientações sobre documentação e obter suporte relacionado à regularização de imóveis. O atendimento é gratuito e não exige agendamento prévio. A proposta da carreta é aproximar os serviços da população, especialmente de moradores que enfrentam dificuldades de deslocamento ou acesso aos atendimentos presenciais tradicionais. Além de agilizar demandas, a iniciativa contribui para ampliar o acesso à moradia regularizada e à segurança jurídica das famílias atendidas. Durante o período de atendimento, os moradores poderão esclarecer dúvidas, acompanhar processos, receber orientações sobre documentação e obter suporte relacionado à regularização de imóveis | Foto: Divulgação/Codhab-DF “A proposta da carreta é justamente facilitar a vida da população, levando o atendimento até onde as pessoas estão. Muitas famílias aguardam há anos por esse processo, e aproximar esse serviço da comunidade faz toda a diferença”, destaca a presidente do Inesq, Lúcia Batista. A Carreta da Regularização já realizou milhares de atendimentos em diferentes regiões do Distrito Federal, reforçando o trabalho de ampliação do acesso da população aos serviços de regularização fundiária. *Com informações da Companhia de Desenvolvimento Habitacional do Distrito Federal (Codhab-DF)

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Fiscalização apreende 27 toneladas de carne bovina sem nota fiscal no DF

Entre os dias 4 e 8 de maio, auditores da Subsecretaria da Receita da Secretaria de Economia (Seec-DF) intensificaram a fiscalização para combater a sonegação fiscal e irregularidades no transporte de mercadorias. As ações ocorreram na BR-020 e na BR-060, em transportadoras, no aeroporto e no Setor de Transporte Rodoviário de Cargas, com retenções de cargas sem nota fiscal ou com documentação considerada inidônea. Ao todo, a operação resultou em mais de R$ 3 milhões em mercadorias retidas e cerca de R$ 1,3 milhão em créditos tributários, entre impostos e multas. Na BR-060, auditores da Receita do Distrito Federal interceptaram caminhões com 116 mil latas de cerveja | Foto: Divulgação/Seec-DF Um dos destaques da operação foi a apreensão de uma carreta com 27 toneladas de carne bovina na BR-020. A carga apresentava nota fiscal inidônea e gerou autuação com crédito tributário superior a R$ 315 mil. Ainda na mesma rodovia, os auditores fiscais apreenderam 81 mil unidades de leite condensado e mais de 32 toneladas de plumas de algodão. [LEIA_TAMBEM]Na BR-060, as equipes da Receita do DF interceptaram caminhões com 116 mil latas de cerveja, 97 mil litros de etanol hidratado e uma carreta com 63 toneladas de milho a granel sem nota fiscal. Também houve apreensão de 15 toneladas de material de construção transportadas irregularmente. A operação registrou ainda retenções no Setor de Transporte Rodoviário de Cargas, incluindo 3 mil projéteis balísticos e mais de 10 mil cuecas boxer com irregularidades fiscais. No Park Way, cargas de portas, janelas, esquadrias de alumínio, colchões e camas box também foram autuadas por falta de documentação fiscal. *Com informações da Secretaria de Economia (Seec-DF)

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Mulher, Não Se Cale – Canal de Denúncia

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Atendimentos de radioterapia no HRT crescem 259% em 2026

A unidade de radioterapia do Hospital Regional de Taguatinga (HRT) atendeu 262 pacientes nos quatro primeiros meses de 2026, alta de 259% em comparação com o mesmo período de 2025, quando 73 pessoas passaram pelo serviço. A ampliação está vinculada ao programa "O câncer não espera. O GDF também não", do Governo do Distrito Federal (GDF), que triplicou a oferta de vagas na unidade. Entre janeiro e abril de 2026, o serviço ofertou 335 vagas, mais que o triplo das 92 disponibilizadas no mesmo período de 2025. A média mensal de atendimentos passou de cerca de 18 pacientes em 2025 para mais de 65 em 2026. A chefe substituta da Radioterapia do HRT, Aline Ribas, atribui o avanço ao reforço das equipes e à ampliação da capacidade operacional da unidade. “Tivemos servidores lotados aqui, entre enfermeiros, físicos, técnicos de radiologia e técnicos de enfermagem. Isso veio para somar e ajudar a disponibilizar mais vagas para o sistema de regulação”, afirma. Entre janeiro e abril de 2026, o serviço ofertou 335 vagas, mais que o triplo das 92 disponibilizadas no mesmo período de 2025 | Fotos: Matheus Borges/Agência Brasília Segundo ela, o atendimento humanizado também é uma marca do serviço. “Aqui, o paciente está sempre em primeiro lugar. Desde a recepção até a revisão médica, esse acolhimento faz diferença para que o paciente se sinta seguro e esperançoso”, destaca. Em 2025, a unidade somou 424 atendimentos no ano inteiro. Em 2026, em quatro meses, o serviço chegou a 262, mais de 60% do total do ano anterior. O supervisor de proteção radiológica da unidade, o físico médico Thyago Mangabeira, explica que a reorganização interna e o reforço das equipes permitiram ampliar significativamente a capacidade do serviço. “Conseguimos mais físicos, aumento de carga horária e uma melhor distribuição das equipes. Isso aumentou a eficiência na recepção dos pacientes e a taxa de conversão dos atendimentos”, relata.   Segundo o profissional, a unidade passou a operar em dois turnos com a presença de físicos médicos. “Antes, funcionávamos apenas em um turno. Com a adequação das equipes e a chegada de mais profissionais, dobramos nossa capacidade de atendimento em termos de horário de trabalho”, explica. Mangabeira também destaca o trabalho integrado das equipes multiprofissionais. “Na radioterapia, não existe divisão simples de tarefas. Trabalhamos efetivamente em grupo. Isso garante um cuidado integral, desde a recepção até a alta do paciente”, afirma. “Aqui, o paciente está sempre em primeiro lugar. Desde a recepção até a revisão médica, esse acolhimento faz diferença para que o paciente se sinta seguro e esperançoso”, destaca Aline Ribas, chefe substituta da radioterapia do HRT O físico médico ressalta ainda a complexidade tecnológica da estrutura do HRT. “O equipamento que temos aqui é um acelerador de partículas de altíssima complexidade, que utiliza feixes de elétrons e fótons para tratar os pacientes. Ter acesso a esse tipo de tecnologia dentro do SUS é algo muito significativo”, avalia. Fila da radioterapia cai 75% no DF Entre março de 2025 e abril de 2026, a fila da radioterapia no Distrito Federal caiu 75%, de 630 para 156 pacientes em espera. O tempo médio de espera diminuiu 72%, de 87 para 24 dias. No mesmo intervalo, o programa "O câncer não espera. O GDF também não" atendeu 4.094 pacientes em radioterapia, em três hospitais da Secretaria de Saúde (SES-DF) e quatro clínicas privadas. Foram 2.234 novos pacientes na rede do SUS e 1.860 na rede contratada. Na fila oncológica, a redução foi de 21% no período: a fila caiu de 889 para 701 pacientes em espera. O tempo médio de espera diminuiu 58%, de 81 para 34 dias. No mesmo intervalo, foram 5.531 pacientes atendidos, em três hospitais da Secretaria de Saúde do Distrito Federal e oito clínicas privadas. Da quimioterapia à reta final da radioterapia Maria Sufia de Miranda, de 55 anos, faz tratamento contra câncer de mama no Centro de Radioterapia do HRT. Após quimioterapia e três cirurgias, está na 9ª das 15 sessões de radioterapia previstas. Ela conta que encontrou acolhimento desde o primeiro atendimento. “Fui muito bem recebida. Os médicos, as enfermeiras, os técnicos, toda a equipe me deram apoio e carinho. O atendimento aqui foi maravilhoso”, relata. “Fui muito bem recebida. Os médicos, as enfermeiras, os técnicos, toda a equipe me deram apoio e carinho. O atendimento aqui foi maravilhoso”, conta a paciente Maria Sufia de Miranda Maria Sufia afirma que a proximidade da unidade facilitou a continuidade do tratamento. “Depois que cheguei aqui, fui atendida rapidamente. E fazer radioterapia perto de casa ajudou muito, porque, nesse período, a gente fica fragilizada também financeiramente”, diz. A paciente também elogia o ambiente da unidade e o tratamento humanizado. “Aqui, todo mundo é tratado com respeito, atenção e pontualidade. Você chega mais tranquila para enfrentar um momento tão difícil”, afirma. Já na reta final do tratamento, Maria Sufia comemora a remissão da doença. “Estou muito feliz. Graças a Deus, está dando tudo certo”, celebra.  

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Consulta para melhorar o Serviço Veterinário Público do DF começa nesta sexta-feira (8)

A Secretaria Extraordinária de Proteção Animal do Distrito Federal (Sepan-DF) abriu, nesta sexta-feira (8), uma consulta pública para receber sugestões da população sobre o Serviço Veterinário Público do Distrito Federal (Hvep). A iniciativa tem como objetivo reunir contribuições que auxiliem no aprimoramento e na ampliação do atendimento veterinário público e gratuito ofertado à população. A consulta pública é voltada a tutores de animais, protetores independentes, organizações da sociedade civil, profissionais da área veterinária e demais interessados na pauta da proteção animal. As sugestões recebidas vão subsidiar a construção de novo modelo de execução dos serviços do Hvep prestados à população, considerando que será realizado um chamamento público para seleção da Organização da Sociedade Civil (OSC), que irá ficar responsável pela gestão dos serviços veterinários públicos no Distrito Federal.  Organização da Sociedade Civil (OSC) ficará responsável pela gestão dos serviços veterinários do Hvep | Foto: Arquivo/Agência Brasília  O formulário aborda temas relacionados à expansão e à melhoria do atendimento veterinário público, como prioridades de atendimento, formas de agendamento, acesso da população aos serviços e medidas consideradas importantes para ampliar e aprimorar o funcionamento do Hvep.  [LEIA_TAMBEM] A participação da população é fundamental para auxiliar na identificação de demandas, prioridades e oportunidades de melhoria relacionadas ao acesso e à qualidade do serviço veterinário público no DF. A consulta pública fica aberta entre os dias 8 e 17 de maio de 2026 e pode ser acessada por meio do formulário eletrônico disponível no site da Sepan-DF​. *Com informações da Sepan-DF

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Obras na Avenida Paranoá melhoraram a vida de motoristas e pedestres

Houve um tempo em que pedestres precisavam ficar subindo e descendo degraus para caminhar na então desnivelada Avenida Paranoá — uma das principais da região administrativa. Para os cadeirantes, o desafio era ainda maior: sem poder vencer as barreiras da calçada, eles tinham que dividir espaço, na rua, com os carros. Mas esse tempo passou. Em setembro de 2023, foram concluídas as obras que fizeram surgir uma nova Avenida Paranoá. Os serviços duraram menos de dois anos e receberam investimentos do Governo do Distrito Federal (GDF) na ordem de R$ 16 milhões. A Avenida Paranoá teve o asfalto recapeado, calçadas com acessibilidade construídas, vagas de estacionamento marcadas e projeto de paisagismo executado | Fotos: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília "O comércio do Paranoá foi construído pelos comerciantes, cada um da sua forma. Então, a gente tinha desníveis aqui que chegavam a um metro, muita gente se machucava, principalmente idosos. O primeiro ganho [das obras] foi esse nivelamento, a inclinação ficou padrão", aponta o administrador regional do Paranoá, Wagner Teixeira. Ao todo, a avenida, que tem 2,7 km, teve o asfalto refeito e ganhou calçadas acessíveis, ciclovia de cerca de 2,5 km, 844 vagas de estacionamento e paisagismo. "A pista foi reconstruída. Não teve recapeamento, foi demolida e reconstruída. A ciclovia foi reconstruída, as calçadas foram reconstruídas e as praças foram construídas, onde era via se transformou em praça. Então, praticamente tudo foi demolido e reconstruído. Tudo o que você vê na avenida hoje é novo, desde o asfalto até as calçadas", reforça a coordenadora de Obras da Administração Regional, Gabriela Moreira. Juraci da Costa Lima: "A melhoria foi de 100%. Antes, era tudo bagunçado, uma calçada baixa, outra alta. Agora, ficou tudo nivelado, tudo bonitinho" [LEIA_TAMBEM]Para o administrador, as obras levaram mais qualidade de vida à área que é "o coração da cidade". "A avenida está linda. Melhorou a vida da população, especialmente dos pedestres. As pessoas aqui costumam transitar muito a pé e ficou ótimo, dá para andar em uma calçada de 4 metros [de largura], flui bem. Então trouxe, sim, uma qualidade de vida, deu uma melhorada boa." A população concorda. "Melhorou para o pedestre, a calçada ficou mais larga. Era muito estreito e melhorou bastante. Ficou maravilhoso", celebra a encarregada de limpeza Arlete da Conceição Bezerra, 50 anos. "Na minha avaliação, a melhoria foi de 100%. Antes, era tudo bagunçado, uma calçada baixa, outra alta. [Agora,] ficou tudo nivelado, tudo bonitinho", completa o comerciante Juraci da Costa Lima, 68 anos, que ainda viu o movimento no seu comércio crescer após as obras: "Tem mais gente passando na porta".

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Roubos em ônibus caem 52% no Distrito Federal em 2025

Os roubos em transporte coletivo no Distrito Federal caíram 52% em 2025. Ao longo do ano, foram registradas 111 ocorrências, contra 230 em 2024. Além disso, 15 regiões administrativas não tiveram nenhum caso, segundo o 2º Anuário de Segurança Pública do DF. Os dados evidenciam avanços na segurança pública, resultado de ações integradas entre as forças de segurança e melhorias na gestão do transporte, com impactos que vão além dos usuários e alcançam toda a população. Segundo o secretário de Segurança Pública interino, Alexandre Patury, o uso de tecnologia e o trabalho de inteligência têm sido fundamentais para reduzir os crimes no transporte coletivo. “Buscamos identificar quadrilhas que antes atuavam em furtos e roubos dentro dos ônibus. O objetivo é evitar principalmente furtos e roubos de celulares, muitas vezes praticados por grupos organizados, inclusive com uso de armas brancas, que entram, cometem o crime e saem rapidamente”, explicou. Em comparação a 2024, os roubos em transporte coletivo no Distrito Federal caíram 52% no ano de 2025 | Fotos: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília Ainda de acordo com o secretário, a queda é resultado de um conjunto de medidas. “A redução chega a 96% entre 2016 e 2025. Há também a contribuição de mudanças no sistema de pagamento e o avanço de tecnologias, como a identificação facial. Estamos trabalhando para que, ao identificar um suspeito com mandado de prisão em aberto dentro do ônibus, possamos agir de forma mais rápida e eficiente”, afirmou. Uma iniciativa estratégica do Governo do Distrito Federal (GDF), implementada a partir de 2024, foi a extinção do pagamento da tarifa em dinheiro, medida que reduziu significativamente a atratividade desse tipo de crime ao eliminar a circulação de valores em espécie nos transportes coletivos. A Secretaria de Transporte e Mobilidade (Semob-DF) explica que, antes da implantação do sistema 100% digital, cerca de 29% das passagens eram pagas em dinheiro. Agora, as tarifas são pagas exclusivamente por meio de cartões de transporte ou cartões bancários em todo o Sistema de Transporte Público Coletivo. Os demais acessos ocorrem por meio de cartões de gratuidade (PLE, PCD, idoso etc.). Além disso, a Semob-DF atua em cooperação técnica com a SSP-DF no combate e na prevenção de crimes no transporte público coletivo do Distrito Federal. A pasta esclarece que todos os ônibus e terminais rodoviários são monitorados por câmeras, e as imagens são utilizadas na apuração de crimes. [LEIA_TAMBEM]No ano passado, a Semob-DF e a SSP-DF ampliaram a cooperação, que agora inclui imagens e informações sobre rotas e localização de veículos, motoristas e passageiros, inclusive de táxis e carros de aplicativo. A integração de dados é importante para que os órgãos de segurança pública possam identificar situações de risco, coibir práticas criminosas dentro dos terminais e veículos, além de garantir respostas mais ágeis para a população. Em relação às regiões que não registraram ocorrências, Alexandre Patury reforçou que o trabalho continua para reduzir ainda mais os índices. “Sabemos do medo da população de perder o celular, de ter seus bens roubados, seja ao sair cedo para o trabalho ou ao voltar para casa à noite. Precisamos diminuir essa sensação de insegurança, e é por isso que estamos investindo fortemente em inteligência e na ampliação do monitoramento por câmeras”, afirmou. O secretário interino da SSP-DF também destacou a importância da participação da população. “Fazemos um pedido para que as pessoas integrem suas câmeras ao sistema do DF 360. Isso pode ser feito pelo site [DF 360 — Segurança Integral]. Quanto mais câmeras tivermos, maior será a capacidade de identificar criminosos e retirá-los de circulação”, completou. Para o motorista Wemerson Guimarães, a redução dos assaltos a ônibus é fruto de várias mudanças importantes no sistema de transporte coletivo Impacto Atualmente, o Distrito Federal conta com mais de 5,9 mil motoristas que circulam diariamente. Wemerson Guimarães, que atua na área há 14 anos, relembrou situações de risco enfrentadas na profissão: “Eu já fui assaltado com emprego de arma de fogo. Na maioria das vezes, são situações muito violentas. Eles ameaçam, humilham, usam palavras de baixo calão… E a gente precisa manter a calma, não só por nós, mas também pelos usuários. É uma situação muito complicada. A empresa oferece suporte psicológico, e isso ajuda bastante no dia a dia, porque é algo que mexe com a gente, altera a rotina e acaba deixando a gente mais fragilizado”. Sobre a redução dos assaltos no transporte coletivo, ele destacou mudanças importantes no sistema. “Primeiro, a questão da segurança. A retirada do dinheiro a bordo dos veículos trouxe uma sensação maior de segurança e ajudou a diminuir os índices de assaltos. Outro ponto é a agilidade no embarque, que traz mais conforto para o usuário, já que não precisa esperar troco ou o cobrador finalizar o atendimento. E, para a gente que trabalha no sistema, tem também a questão da informatização: antes era preciso fazer arrecadação manual; hoje, o sistema já registra e envia tudo automaticamente. Esses são, na minha visão, os principais fatores que contribuíram para melhorar a rotina no dia a dia”, apontou. Rosa de Sousa, diarista: "Esse negócio do cartão foi muito bom, muito útil na vida da gente. Moro aqui há 30 anos e, hoje, não vejo mais assaltos dentro dos ônibus Quem depende do transporte público diariamente já percebe as mudanças na prática. É o caso da diarista Rosa de Sousa, de 51 anos, moradora de Água Quente. “Esse negócio do cartão foi muito bom, muito útil na vida da gente. Eu mesma uso e só tenho a agradecer. Moro aqui há 30 anos e, hoje, não vejo mais assaltos dentro dos ônibus. Nem ouço comentários sobre isso”, relatou. A sensação de segurança também mudou. “Com certeza, hoje é mais tranquilo. A gente não fica mais com aquele medo de alguém entrar no ônibus para assaltar. Eu ando tranquila”, completa. O aposentado Edson dos Santos, de 65 anos, morador do Areal há três anos, também destacou a melhora: “Durante esse tempo, nunca presenciei nada dentro dos ônibus. É tranquilo rodar pelo DF”.

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Programa Absorva o Bem completa 1 ano e consolida rede de cuidado e dignidade no DF 

Há projetos que nascem como política pública. Outros, como gesto. O Absorva o Bem, da Secretaria de Atendimento à Comunidade do Distrito Federal (Seac-DF), nasceu dos dois e, ao completar um ano, se firma como uma das iniciativas mais sensíveis e transformadoras da pasta. Criado em maio de 2025, o projeto disponibiliza pontos solidários (caixas de acrílico) instalados em banheiros públicos de órgãos parceiros e oferece absorventes gratuitos. A rede do Absorva o Bem conta, atualmente, com 200 pontos solidários; órgãos que quiserem participar podem procurar a Seac | Foto: Foto: Divulgação/Seac-DF Um ano depois, o que começou como um gesto se tornou rede. Já são mais de 200 pontos solidários espalhados por todas as regiões administrativas do Distrito Federal, em órgãos públicos, administrações regionais e espaços de grande circulação. Cada ponto é abastecido tanto pela atuação da secretaria quanto pelas doações da própria comunidade, uma engrenagem coletiva que transforma usuários em participantes ativos da política pública. “O Absorva o Bem nasce da certeza de que é nos imprevistos que a empatia se revela" Clara Roriz, secretária de Atendimento à Comunidade “O Absorva o Bem nasce da certeza de que é nos imprevistos que a empatia se revela. Quando a menstruação chega de surpresa, ter um ponto de apoio vai além do cuidado, é um gesto de respeito e acolhimento”, afirma a secretária de Atendimento à Comunidade, Clara Roriz. Ao longo desse primeiro ano, o projeto, que tem como lema “Se precisar, pegue! Se puder, doe!”, também ampliou o alcance para além dos pontos físicos. A iniciativa promove ações educativas sobre saúde menstrual, reforçando a importância do autocuidado, da informação e da quebra de tabus que ainda cercam o tema.  Qualquer pessoa pode contribuir com o projeto doando diretamente nos pontos solidários instalados nos órgãos participantes. As doações são simples, espontâneas e não exigem cadastro. Cada contribuição ajuda a manter a rede ativa e a ampliar o alcance da iniciativa.  Órgãos interessados em aderir ao projeto podem entrar em contato com a Seac para orientações sobre a instalação de novos pontos. *Com informações da Secretaria de Atendimento à Comunidade (Seac-DF)  

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Apoio profissional auxilia mães a superar desafios da amamentação

Os primeiros dias de amamentação costumam trazer dúvidas, inseguranças e adaptações, especialmente para mães de primeira viagem, que ainda estão conhecendo a rotina e os sinais do bebê. Nesse período, contar com orientação profissional pode fazer toda a diferença para tornar o processo mais seguro e tranquilo. No Hospital Regional de Santa Maria (HRSM), unidade administrada pelo Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF), esse suporte é oferecido por meio do Banco de Leite Humano (BLH), que acompanha as mães e presta assistência especializada em amamentação. Foi em busca desse apoio que Nairana Almeida retornou ao HRSM com o filho, Isaac, de apenas 10 dias. Mãe de primeira viagem, ela conta que enfrentou dificuldades logo após o nascimento do bebê por não produzir leite imediatamente. “Ele estava tomando fórmula no copinho e eu fiquei triste porque queria muito amamentá-lo. Recebi alta, fui para casa e ainda não tinha leite. Mas depois, com as orientações que recebi aqui, tudo melhorou. Hoje já tenho leite e estou amamentando direitinho”, relata. Pega correta e fatores individuais podem influenciar Durante o retorno ao BLH, Nairana aproveitou para esclarecer dúvidas e acompanhar a evolução da maneira como o filho se posiciona e suga o peito durante a amamentação, método conhecido como "pega do bebê". Ela também observou algumas dificuldades na sucção, que seguem em avaliação pela equipe multiprofissional. No Hospital Regional de Santa Maria, profissionais auxiliam mães no período de amamentação | Foto: Divulgação/IgesDF A pediatra Lorena Oliveira, que atendeu Isaac, explica que não existe uma única postura correta para amamentar. Segundo ela, a melhor forma será sempre aquela em que a mãe estiver confortável, desde que o bebê esteja bem alinhado, com a barriga voltada para a mãe, boca bem aberta, bochechas cheias durante a sucção e sem causar dor à lactante. “Se a mãe sente dor durante a amamentação, é sinal de que algo não está certo”, orienta. A especialista ressalta que, além da técnica, outros fatores podem interferir no processo, como alterações anatômicas no mamilo, prematuridade, boca pequena do bebê ou freio lingual alterado, situações que podem dificultar a pega mesmo quando a posição está correta. Manejo adequado e atenção aos engasgos Embora a produção abundante de leite seja positiva, o fluxo muito intenso também pode trazer desafios. Nesses casos, segundo a pediatra, o bebê pode ter dificuldade para acompanhar a saída do leite e acabar se engasgando. “Orientamos que a mãe esvazie um pouco a mama antes da mamada e utilize posições em que o bebê fique mais elevado, o que ajuda no controle do fluxo”, recomenda. Caso o bebê se engasgue, mas continue tossindo e reagindo normalmente, a recomendação é apenas retirá-lo do peito e colocá-lo em posição ereta até que se reorganize. Logo após a amamentação, recomenda-se manter o bebê com a cabeça mais elevada do que o tronco por alguns minutos. Embora popularmente conhecida como “posição de arroto”, a prática é indicada principalmente para favorecer o esvaziamento gástrico e reduzir episódios de refluxo. “Não é necessariamente para o bebê arrotar. O objetivo é facilitar a digestão e evitar que o leite retorne”, afirma Lorena. "Esse cuidado pode ser mantido conforme a necessidade de cada criança, especialmente durante o primeiro ano de vida", completa. *Com informações do Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF)

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Aprovado projeto de requalificação para trecho do Setor de Clubes Sul

A Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Habitação do Distrito Federal (Seduh) aprovou o projeto de paisagismo e sistema viário para o Trecho 2 do Setor de Clubes Esportivos Sul (SCES), no Plano Piloto. A medida foi publicada no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF), por meio da Portaria nº 63. A proposta contempla a qualificação de uma área pública da região, com 84.371,73 metros quadrados, por meio de intervenções voltadas à reorganização do sistema viário, à melhoria da acessibilidade e à valorização dos espaços livres. Paisagismo, sustentabilidade e fluxo ordenado O projeto prevê a requalificação do sistema viário local, com reorganização do tráfego, adequação de estacionamentos e implantação de percursos acessíveis para pedestres. Por se tratar de uma região que movimenta a cultura na cidade, com shows e outras apresentações, estão incluídas novas calçadas, travessias seguras e a integração entre diferentes áreas do setor, favorecendo a circulação e o uso mais qualificado do espaço urbano por pedestres. O projeto prevê a requalificação do sistema viário local, com reorganização do tráfego, adequação de estacionamentos e implantação de percursos acessíveis para pedestres | Foto: Divulgação/Seduh-DF A reorganização dos estacionamentos inclui a adequação de áreas já existentes e a criação de novos espaços públicos, ampliando e ordenando a oferta de vagas. Ao todo, estão previstas 694 vagas permanentes, sendo 36 destinadas a idosos e 16 a pessoas com deficiência, além de 912 vagas eventuais, ampliando a capacidade para até 1.606 vagas em períodos de maior demanda devido aos eventos realizados na região. O projeto também contempla 74 vagas para motos e 80 para bicicletas, incentivando diferentes modais de transporte. No campo do paisagismo, a proposta contempla a criação de áreas ajardinadas, além de espaços sombreados. Também estão previstas soluções de drenagem sustentável, como áreas permeáveis e jardins de chuva, que auxiliam na absorção das águas pluviais. O plano também inclui a instalação de mobiliário urbano, com bancos e lixeiras, além de estruturas de proteção para a vegetação existente. Próximos aos estacionamentos permanentes, estão previstos bicicletários equipados com paraciclos. Próximos passos Os documentos técnicos do projeto, incluindo o memorial descritivo, serão disponibilizados no Sistema de Documentação Urbanística e Cartográfica (Sisduc), conforme os prazos previstos na legislação. Após a publicação no Diário Oficial do Distrito Federal, a Seduh comunicará a Secretaria de Projetos Especiais (Sepe) sobre a aprovação, para dar continuidade às ações no âmbito do Programa Adote uma Praça. *Com informações da Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Habitação do Distrito Federal (Seduh)

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GDF abre inscrições para 28 cursos online de capacitação para servidores

A Escola de Governo do Distrito Federal (Egov), unidade vinculada à Secretaria de Economia do Distrito Federal (Seec-DF), está com inscrições abertas para 28 cursos de Educação a Distância (EaD) voltados para a capacitação e o desenvolvimento contínuo dos servidores públicos do Governo do Distrito Federal. As inscrições seguem abertas até 18 de maio. Nesta edição, a programação contempla sete eixos temáticos — Gestão, Comunicação, Técnico, Produtividade, Controladoria, Ética e Educação —, reunindo conteúdos estratégicos para o fortalecimento das competências individuais e institucionais no serviço público. Egov abre vagas para 28 cursos de Educação a Distância; interessados têm até 18 de maio para se inscrever | Foto: Divulgação/Egov Entre os destaques da nova oferta estão cursos alinhados às demandas contemporâneas da administração pública, como FluêncIA – Noções Básicas de Inteligência Artificial, desenvolvido em parceria com a Microsoft; Lei de Acesso à Informação na Prática; Governança de Serviços – Construindo Resultados a partir da Ouvidoria; além do novo curso Assédio Moral, Sexual e Discriminação no Trabalho, desenvolvido em parceria com a Controladoria-Geral do DF. Para a superintendente de Desenvolvimento e Formação da Egov, Fabíola Salomon, investir em capacitação é fortalecer a qualidade do serviço prestado à população. “A formação continuada dos servidores é fundamental para impulsionar uma administração pública mais eficiente, inovadora e preparada para atender às demandas da sociedade com excelência”, destaca. [LEIA_TAMBEM]Os cursos serão realizados integralmente na modalidade EaD, por meio da plataforma Moodle da Escola de Governo, permitindo que os servidores organizem a rotina de estudos de forma mais flexível. Cursos EaD – Junho de 2026 • Inscrições: até 18/5/2026 • Período das atividades: 25/5/2026 a 25/6/2026 • Modalidade: ensino a distância (online) • Informações: site da Egov ou ead.egov@economia.df.gov.br *Com informações da Escola de Governo do Distrito Federal (Egov)

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Doulas fortalecem cuidado e acolhimento a gestantes

As doulas têm papel essencial ao oferecer suporte físico, emocional e informativo, contribuindo para um parto mais seguro e humanizado desde a gravidez até o pós-parto. “A doula é de extrema importância para que a mulher tenha apoio em todas as frentes. Tem-se muito a cultura de que o parto é só sofrimento e chegamos para desmistificar isso”, afirma a doula Lais Pelegrini, 40 anos.  Sancionada em abril deste ano, a Lei Federal 15.381 regulamenta a profissão no Brasil, garantindo a presença das doulas em hospitais públicos e privados durante todo o período de gestação e pós-parto. No Distrito Federal, desde 2020, a Secretaria de Saúde (SES-DF) já se destacava como pioneira ao regulamentar a atuação das doulas na rede pública. “Nosso acompanhamento inicia na gestação. Fornecemos, por exemplo, aulas de educação pré-natal, falamos sobre as fases do trabalho de parto, amamentação, cuidados com o recém-nascido, violência obstétrica, entre outros temas”, explica a doula Rebeca Marques, 27 anos. Doulas auxiliam desde o início da gravidez com informações e acompanham a gestante durante e após o parto | Fotos: Sandro Araújo/Agência Saúde DF Chegado o momento mais esperado, é ela que acalma e facilita o processo. “Traduzimos os termos médicos, que às vezes são incompreensíveis para os leigos, como dilatação e descida do bebê. Utilizamos exercícios próprios de alívio da dor e de auxílio na hora do nascimento”, elenca Rebeca.  Pioneirismo do DF A Portaria da SES-DF nº 868, de 11 de novembro de 2020, estabelece que as doulas podem oferecer apoio físico e emocional às mulheres em trabalho de parto, além de utilizar métodos não farmacológicos para o alívio da dor, entre outras atribuições. No momento do parto, essas profissionais oferecem conforto e são como um elo entre gestante e equipe médica [LEIA_TAMBEM]O documento reforça que essas profissionais contratadas pelas famílias não realizam procedimentos médicos ou de enfermagem, nem executam exames ou atividades que interfiram na atuação das equipes de saúde. Outro ponto previsto é a garantia da presença da doula durante todo o trabalho de parto, independentemente da presença de um acompanhante. A coordenadora do Comitê de Qualidade e Segurança do Paciente da Casa de Parto de São Sebastião, Vanessa Benjamin Barbosa, destaca que a integração entre as doulas e os profissionais de saúde contribui para um ambiente mais acolhedor e seguro.  “A equipe médica, claro, vai estar preocupada com o emocional da gestante, mas a visão é mais relacionada ao parto em si, à técnica. Além disso, não é possível estar o tempo inteiro com uma única gestante. Nesse sentido, a doula conhece previamente aquela mulher, já tem um vínculo de confiança. Elas acabam se tornando uma ponte entre gestante e equipe médica”, destaca Vanessa.  *Com informações da Secretaria de Saúde  

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Ação de acolhimento à população em situação de rua ocorre no Plano Piloto neste fim de semana

O Governo do Distrito Federal (GDF) fará a oferta de acolhimento e assistência social a pessoas em situação de rua instaladas em 25 endereços distintos do Plano Piloto. A ação está prevista para começar às 9h, no sábado (9) e no domingo (10). Coordenada pela Casa Civil, a iniciativa envolve as secretarias de Desenvolvimento Social (Sedes-DF), de Saúde (SES-DF), de Educação (SEEDF), de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda (Sedet-DF), de Segurança Pública (SSP-DF), de Proteção da Ordem Urbanística (DF Legal) e de Justiça e Cidadania (Sejus-DF), além do Serviço de Limpeza Urbana (SLU), da Novacap, da Codhab, do Detran-DF, da Polícia Militar, da Polícia Civil, do Corpo de Bombeiros Militar e do Conselho Tutelar. A DF Legal fará o desmonte das estruturas montadas pelas pessoas em situação de rua e o transporte dos pertences para o local regular indicado pelos ocupantes. Em último caso, os objetos pessoais serão levados para o depósito da pasta, localizado no SIA Trecho 4, lotes 1380/1420, onde poderão ser retirados em até 60 dias, sem qualquer custo para o responsável. As pessoas em situação de rua também serão encaminhadas para atendimento da Sedes. Durante a ação, será feito o desmonte das estruturas usadas pelas pessoas em situação de rua e o transporte dos pertences para o local regular indicado pelos ocupantes | Foto: Agência Brasília Ao longo da semana, as secretarias realizaram abordagens sociais e atendimentos prévios nos locais, com mapeamento do público que será atendido e de suas demandas. Veja abaixo os pontos de ação neste sábado (9) e domingo (10): · Via N2, próximo à 5ª DP; · Atrás da subestação entre a 5ª DP e o CMB; · SHCGN 710, atrás do prédio do Sicredi/Sabin; · Via de acesso SGAN 908/909, do balão à Via W5; · SGAN 909 e 910, entre a quadra e o Parque Burle Marx; · SGAN 913, entre o Colégio Anjo da Guarda e a mesquita; · SGAN 915, ao lado da Escola Sagrada Família Menino Deus; · SHCGN 716, entre os blocos G e H; [LEIA_TAMBEM]· Final da W3 Norte, entre o Setor Hospitalar e o Setor Terminal Norte; · SHCNW 302, interior da torre abandonada; · SQNW 702/703, entre a Cia da Beleza e a Padoca Brasília; · SHIGS 706, entre os blocos I e J; · SGAS 908, em frente à escola do Parque da Cidade; · Torre de TV, subsolo; · Proximidades da Torre de TV; · SGAS 603, fundos da Escola Superior do Ministério Público da União; · SES 803, em frente à Embaixada da Venezuela; · SGAS 609, área verde em frente à Embaixada da Bélgica; · SHIGS 703/704, Praça Galdino Jesus dos Santos; · Centro POP; · Vias W5 e W4 Sul, na extensão das quadras 903 a 905 e 702 a 705; · Setor Comercial Sul; · SGAS 914, próximo à Casa do Maranhão; . Setor de Embaixadas Sul, Praça Portugal; . CLS 409, próximo ao McDonald's. *Com informações da Casa Civil

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Rede ColaboraAPS visita horto agroecológico da UBS de Águas Claras

A Unidade Básica de Saúde (UBS) 2 de Águas Claras, localizada no Areal, abriu as portas, nessa quinta-feira (7), para uma visita técnica da Rede ColaboraAPS ao Horto Agroflorestal Medicinal Biodinâmico (Hamb). A atividade integra a programação do 3º Encontro Nacional da Rede Colaborativa de Inovações em Atenção Primária à Saúde (APS). O roteiro em Brasília inclui visitas à Rede de Hortos Agroflorestais Medicinais Biodinâmicos (Rhamb) — uma iniciativa da Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF) em parceria com a Fiocruz Brasília, instituída pela Portaria nº 137, de abril de 2025.  “Conhecer a Rhamb do DF mostra que a saúde também nasce da terra e do cuidado com o ambiente”, avalia a agente da Rede ColaboraAPS, Maísa Melara. “Queremos que essas ideias circulem e ganhem novos territórios. Quem vem aqui sai inspirado a adaptar e implementar algo parecido em suas próprias unidades”, acrescenta. Até sexta-feira (8), cerca de 150 representantes de todas as regiões do país participam de atividades no DF, consolidando o intercâmbio de práticas que buscam transformar a APS no Brasil. Os dois primeiros encontros nacionais ocorreram no início deste ano, no Rio de Janeiro. A visita ao horto agroflorestal da (UBS) 2 de Águas Claras integra a programação do 3º Encontro Nacional da Rede ColaboraAPS | Foto: Jhonatan Cantarelle/Agência Saúde DF Foco nas crianças Durante a visita, representantes de diversos estados conheceram de perto o Horto Kids Agrovida, projeto desenvolvido pela servidora da UBS 2 de Águas Claras, Miriam Matos. Criada em agosto de 2025, a iniciativa propõe uma reconexão das crianças com a natureza como estratégia de promoção da saúde e do bem-estar. O programa une atividades educativas e práticas. No espaço, os jovens aprendem sobre plantas medicinais, cuidado ambiental e convivência comunitária, fortalecendo o vínculo com o território onde vivem. “Receber pessoas de todo o Brasil aqui na UBS 2 de Águas Claras mostra que o projeto tem força e pode inspirar outras realidades. É uma oportunidade de levar a ideia adiante e fortalecer um cuidado mais humano e próximo da população”, afirma Matos. Inovação A Rede ColaboraAPS é uma iniciativa da Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca, da Fundação Oswaldo Cruz (ENSP/Fiocruz), em parceria com o Ministério da Saúde. A proposta é incentivar a troca de experiências inovadoras desenvolvidas na APS brasileira, fortalecendo práticas que já demonstram resultados positivos no Sistema Único de Saúde (SUS). O projeto de hortos é o único da região Centro-Oeste indicado para compor o primeiro ciclo colaborativo de experiências inéditas da Rede ColaboraAPS. As ações escolhidas abrangem seis eixos temáticos centrais: acesso, equidade, formação, planejamento, resolutividade e sustentabilidade. Neste primeiro ciclo, das 472 experiências inscritas, 29 foram selecionadas. *Com informações da Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF)

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Oferta de mestrado interinstitucional entre ESP/DF e a Universidade de Pernambuco é aprovada pela Capes

Uma parceria entre a Escola de Saúde Pública do Distrito Federal (ESP/DF), mantida pela Fundação de Ensino e Pesquisa em Ciência da Saúde (Fepecs), e a Universidade de Pernambuco (UPE) para a oferta de uma turma especial de mestrado profissional em Ciências para a Saúde foi aprovada pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes). A autorização foi publicada no mês de maio e representa a etapa final do processo institucional necessário para a implementação do projeto. A iniciativa será desenvolvida por meio de um mestrado interinstitucional, modalidade que permite a cooperação entre programas de pós-graduação consolidados e instituições parceiras em diferentes regiões do país | Foto: Divulgação/Fepecs A iniciativa será desenvolvida por meio de um mestrado interinstitucional, modalidade que permite a cooperação entre programas de pós-graduação consolidados e instituições parceiras em diferentes regiões do país. A proposta é ampliar o intercâmbio acadêmico, fortalecer a formação de profissionais do Sistema Único de Saúde (SUS) e reduzir o isolamento acadêmico entre pesquisadores e docentes. De acordo com a coordenadora do Programa de Pós-Graduação em Ciências para a Saúde da ESP/DF, Leila Gottens, o modelo funciona como uma ação de solidariedade acadêmica entre as instituições. “O mestrado interinstitucional consiste em uma ação de solidariedade na qual um programa de pós-graduação já consolidado oferta uma turma especial em parceria com outra instituição receptora”, explica. Além de contribuir para a formação profissional, “ele reduz o isolamento acadêmico e promove intercâmbio de experiências entre pesquisadores e cenários do SUS”. “O mestrado interinstitucional reduz o isolamento acadêmico e promove intercâmbio de experiências entre pesquisadores e cenários do SUS” Leila Gottens, coordenadora do Programa de Pós-Graduação em Ciências para a Saúde da ESP/DF A construção da parceria ocorreu em três etapas. A primeira foi a elaboração de um projeto conjunto entre a ESPDF/Fepecs e a UPE, submetido ao Edital Capes/Cofen nº 28/2024. Nessa fase, foi garantido o apoio financeiro do Conselho Federal de Enfermagem (Cofen) para a oferta de uma turma voltada exclusivamente para enfermeiros. A aprovação foi publicada em janeiro de 2025. Na sequência, foi elaborado um plano de trabalho acompanhado de um acordo de cooperação institucional, aprovado tanto pela diretoria-executiva da Fepecs quanto pela reitoria da UPE. Já a terceira etapa envolveu a elaboração do projeto pedagógico para o funcionamento da turma fora de sede, encaminhado à Capes em dezembro de 2025. A aprovação definitiva foi publicada em abril deste ano. Edital Com a conclusão do processo de autorização, a próxima fase será a publicação do edital de seleção dos estudantes, prevista ainda para este semestre. Depois disso, terão início as atividades acadêmicas. Na prática, as aulas presenciais serão realizadas na sede da UPE, em Recife (PE). Docentes do Programa de Pós-Graduação em Ciências para a Saúde da ESP/DF viajarão mensalmente à capital pernambucana para ministrar aulas concentradas ao longo de três dias e meio. As orientações acadêmicas serão conduzidas de forma remota síncrona por meio de plataforma e os estudantes deverão vir a Brasília para a realização do estágio em docência. As bancas de qualificação e defesa também ocorrerão em formato remoto.  *Com informações da Fepecs  

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Eventos alteram o trânsito no fim de semana

Devido a eventos que serão realizados sábado (9) e domingo (10), o Departamento de Trânsito do Distrito Federal (Detran-DF) realizará interdições em vias do Eixo Monumental e do Setor de Indústria e Abastecimento (SIA). Eixo Monumental - Arena BRB Mané Garrinha No sábado (9), devido ao evento Histórias Tour, o Detran-DF fará intervenções nas vias próximas à Arena Mané Garrinha. A sinalização viária será implantada nesta sexta-feira, às 23h59. No sábado, as ações de trânsito serão iniciadas às 13h com o objetivo de garantir a fluidez do tráfego, auxiliar a travessia de pedestres e coibir infrações. Artes: Detran-DF Na via N1, na altura do Planetário, e na via de contorno do Estádio Nacional de Brasília Mané Garrincha (ENB), o Detran-DF implantará sinalização viária para travessia de pedestres e para coibir o estacionamento irregular. Na entrada principal de automação da Arena Mané Garrincha será sinalizada uma área destinada aos táxis. Também serão instalados painéis eletrônicos de mensagens em locais estratégicos para orientar condutores e pedestres. Setor de Indústria e Abastecimento (SIA) No sábado (9), será realizada a o evento Sesc+Corridas nos trechos 3 e 4 do Setor de Indústria e Abastecimento (SIA). O evento terá percursos de 5 km e 10 km, com largada e chegada no Sesc do SIA, localizado no Trecho 4. A partir das 16h30, agentes do Detran-DF realizarão o fechamento do acesso ao Trecho 4, na altura da Tecar Volkswagen. No Trecho 3, na altura do Centro de Progressão Penitenciária (CPP), será realizada a interdição de duas faixas até a altura da Bali Fiat. A faixa da direita permanecerá liberada para o tráfego de veículos. A previsão é que as vias sejam liberadas às 20h. Eixo Monumental No domingo (10), em razão da corrida Blue Run, o Detran-DF realizará interdições em trechos das vias S1 e N1 do Eixo Monumental. O evento terá percurso de 5 km, com largada e chegada na Praça do Buriti. A partir das 6h30, as vias S1 e N1, no trecho entre o Centro de Convenções Ulysses Guimarães e a via de ligação N1/S1 — entre a Catedral Rainha da Paz e a Praça do Cruzeiro , serão compartilhadas por corredores e veículos. As três faixas mais próximas ao canteiro central serão interditadas, enquanto o tráfego de veículos permanecerá liberado nas demais. A previsão é que as interdições ocorram até as 9h. *Com informações do Detran-DF

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Audiência pública discute criação da região administrativa da 26 de Setembro

O Governo do Distrito Federal, por meio da Secretaria de Governo (Segov-DF), realizou, nessa quinta-feira (7), audiência pública para debater a proposta de criação da Região Administrativa 26 de Setembro. O encontro no Espaço Floresta teve caráter consultivo e reuniu membros da comunidade e gestores de órgãos do GDF. “O objetivo dessa audiência é escutar a comunidade, atender seus anseios, ouvir as suas opiniões, para que a gente possa formatar da melhor forma possível a criação da tão sonhada 26 de Setembro”, afirmou o secretário de Governo, Takane Nascimento. “Nós estamos obedecendo a um rito processual e as manifestações são necessárias para que o governo possa fazer um trabalho em conjunto com a comunidade”, completou. “É importante deixar claro o que estamos fazendo aqui hoje. Por determinação da governadora Celina Leão, iniciamos o processo de criação da região administrativa. Esse processo depende do cumprimento de algumas etapas para que possamos encaminhá-lo à Câmara Legislativa”, informou o secretário de Desenvolvimento Urbano e Habitação, Marcelo Vaz. “Uma dessas etapas é a realização da audiência pública para apresentação da poligonal proposta, construída a partir dos estudos técnicos da nossa equipe da Seduh, juntamente com os estudos apresentados por outras áreas de governo. E, principalmente, para ouvir a opinião de vocês sobre a criação da região administrativa. Queremos ouvir sobre a viabilidade, se vocês consideram necessária essa criação, o que a região precisa, o que a administração regional deverá fazer, se essa poligonal está de acordo com o que vocês imaginavam ou se há algum ajuste a ser feito. Este é o momento do debate”. Durante a audiência, a Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Habitação (Seduh-DF) fez uma apresentação do zoneamento da região e informou que a criação da poligonal foi baseada nas ocupações. O encontro no Espaço Floresta teve caráter consultivo e reuniu membros da comunidade e gestores de órgãos do GDF | Foto: Divulgação/Segov-DF O administrador regional de Vicente Pires, Anchieta Coimbra, destaca que a reivindicação dos moradores é antiga. “É uma luta de mais de 20 anos da comunidade e houve um empenho do governo. O GDF já apoia esse projeto há 7 anos, a comunidade vai ficar feliz porque a gente está fazendo o que a comunidade pediu”, disse. “A comunidade vem buscando mais estrutura, melhor atendimento, melhor qualidade de vida, e a gente compreende que a partir do momento em que oficializam a cidade, essas coisas todas ficam mais tranquilas, e aí o poder público vai poder dar muito mais para a comunidade”, ressalta. O encontro contou com grande adesão da comunidade, que teve oportunidade de apresentar suas reivindicações. A presidente da prefeitura da 26 de Setembro, Gisele Carvalho, comemorou a realização da audiência. “É uma vitória depois de 30 anos de muita guerra, muita luta e muito incentivo de uma comunidade que precisa ver seus sonhos serem realizados, como a moradia. É dignidade por causa do direito à moradia e a 26 de Setembro proporciona esse tipo de política pública que é a habitacional.” “É muito importante esse dia para nós. Primeiramente, agradecer as autoridades do Governo do Distrito Federal que estão dando um olhar e vão olhar mais ainda para a nossa cidade. Essa cidade já tem muitos anos de vida, mas, de fato, ela está nascendo hoje”, disse o morador José Roberto Nogueira. “A gente vive aqui na carência, eu acredito que de hoje para frente vão ser novos dias com a chegada de infraestrutura”. “Sou morador da 26 de Setembro há 13 anos e hoje é um momento muito especial para a nossa cidade, pois, após muitos anos, nós temos penado aqui dentro das estradas, da falta de saneamento, da falta de segurança. Hoje é um grande passo para a nossa cidade, uma grande conquista para todos nós. Acreditamos que daqui para frente será muito melhor com grandes apoios, grande estrutura sendo trazida”, compartilhou Fábio Bastos. *Com informações da Secretaria de Governo do Distrito Federal (Segov-DF)  

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Eventos alteram o trânsito no fim de semana

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Parque Tecnológico de Robótica do DF oferece mil vagas em oficinas para estudantes da rede pública

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Início de maio registra mais de 600 condutores flagrados sob a influência de álcool ou de outras substâncias psicoativas

Nos sete primeiros dias de maio, os órgãos de trânsito do Distrito Federal flagraram 618 condutores dirigindo sob a influência de álcool ou de outras substâncias psicoativas. De janeiro a maio de 2025 foram 2.197 registros. Todos foram retirados de circulação por infringirem os artigos 165 e 165-A do Código de Trânsito Brasileiro (CTB), que tratam da condução sob efeito de substâncias e da recusa ao teste do etilômetro.  Em 2023, foram registradas 26.430 infrações por dirigir sob influência de álcool ou substâncias psicoativas. Em 2024, o número caiu para 20.815, mas voltou a crescer em 2025, quando foram contabilizadas 29.750 ocorrências. Apenas no primeiro trimestre de 2026, já foram registradas 6.667 infrações, número superior ao do mesmo período de 2025, que teve 6.138 casos. Os dados reúnem autuações realizadas pelo Detran-DF, DER-DF e Polícia Militar (PMDF). De acordo com o CTB, dirigir após o consumo de álcool é infração gravíssima, sujeita à multa de R$ 2.934,70 e à suspensão do direito de dirigir por 12 meses. Em caso de reincidência no período de até um ano, o valor da multa dobra, chegando a R$ 5.869,40. A recusa em realizar o teste do etilômetro também é considerada infração e prevê as mesmas penalidades. Paralelamente às ações educativas, o Detran-DF reforçará a fiscalização em todo o Distrito Federal | Foto: Divulgação/Detran-DF Maio Amarelo reforça conscientização Com o tema “No trânsito, enxergar o outro é salvar vidas”, o Maio Amarelo 2026 propõe uma reflexão sobre empatia, respeito e responsabilidade nas vias. A abertura oficial da campanha no DF ocorreu na unidade do Detran-DF da 913 Sul, reunindo autoridades, parceiros e servidores. Ao longo do mês, o Detran-DF promoverá uma série de ações educativas em diferentes regiões administrativas, incluindo palestras, intervenções artísticas e atividades em escolas, parques e eventos comunitários. Projetos como “Detran nos Parques”, “Coletivo Responsável” e “Entregador de App” também integram a programação, com foco em públicos específicos e na promoção de comportamentos seguros. Fiscalização ampliada Paralelamente às ações educativas, o Detran-DF reforçará a fiscalização em todo o Distrito Federal. Estão previstas 120 operações blitz, voltadas principalmente ao combate à embriaguez ao volante e à verificação de itens de segurança, com atenção especial aos motociclistas. Além disso, serão realizados 300 patrulhamentos para coibir infrações como uso de celular ao volante, excesso de velocidade e estacionamento irregular, bem como 300 ações educativas em faixas de pedestres. Ao todo, 520 agentes de trânsito estarão mobilizados durante a campanha. Mobilização pela vida Criado para chamar a atenção da sociedade para o alto índice de mortos e feridos no trânsito, o Movimento Maio Amarelo reforça a importância do engajamento coletivo. A iniciativa, alinhada à Década de Ação para a Segurança no Trânsito da ONU, destaca que atitudes individuais são fundamentais para salvar vidas no trânsito.   *Com informações do Detran-DF

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Câmeras reforçam segurança nos restaurantes comunitários

O objetivo da medida implementada pela Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF), por meio da adesão ao Programa de Videomonitoramento Urbano (PVU), executado pela Secretaria de Segurança Pública (SSP-DF), é o de garantir mais segurança nos restaurantes comunitários. A iniciativa possibilita o monitoramento em tempo real de câmeras conectadas às unidades da Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF), com o objetivo de prevenir crimes e fortalecer a segurança pública. Atualmente, quatro câmeras da SSP-DF estão em funcionamento nos restaurantes do Riacho Fundo II, Ceilândia Centro (Dj Jamaika), Recanto das Emas e Samambaia (Rorizão) desde setembro do ano passado. As imagens são transmitidas em tempo real para o Centro Integrado de Operações de Brasília (CIOB) e para as Centrais de Monitoramento Remoto (CMRs) da PMDF. “A expectativa é expandir gradativamente esse monitoramento para outras unidades, fortalecendo ainda mais a segurança”, destacou a secretária interina de Desenvolvimento Social, Jackeline Canhedo. “Estamos constantemente avaliando medidas para garantir que nossa população se sinta ainda mais segura nos restaurantes e nas demais unidades de assistência social, uma vez que milhares de pessoas frequentam esses locais”, reforçou.  Em 2025, os restaurantes comunitários serviram mais de 17 milhões de refeições, incluindo café da manhã, almoço e jantar  Também foram instalados novos pontos de câmeras nas unidades do Varjão, Paranoá, Itapoã, Sobradinho II, Planaltina, São Sebastião e Arniqueira, que passarão a monitorar os equipamentos em breve. A Sedes já emitiu ordens de serviço para a instalação de câmeras em outras sete unidades: Brazlândia, Estrutural, Gama, Samambaia-Expansão, Santa Maria e Sol Nascente. Além das câmeras policiais, os 18 restaurantes comunitários contam, ao todo, com 338 câmeras de segurança das próprias unidades.  Cadastro Desde 2025, os restaurantes têm implementado um sistema de cadastramento de frequentadores com o objetivo de compreender melhor o perfil do público e adotar estratégias adequadas para cada grupo atendido. Entre as principais iniciativas, destacam-se o reforço na segurança e o aprimoramento dos serviços oferecidos. “A identificação é uma prática comum em diversos equipamentos públicos. Em escolas, creches, delegacias, hospitais e unidades de saúde, por exemplo, as pessoas precisam se identificar, tanto por uma questão de organização quanto de segurança. Nos restaurantes comunitários, não deve ser diferente”, observa a diretora de Gestão de Equipamentos de Segurança Alimentar e Nutricional da Sedes, Karen Moreno. Atualmente, o cadastro está sendo realizado nas unidades de Varjão, Paranoá, Itapoã, Santa Maria e Sobradinho. Até o momento, foram cadastrados um total de 20.455 usuários, o que representa uma média mensal de 1.278 registros.  [LEIA_TAMBEM] Baixa renda Administrados pela Secretaria de Desenvolvimento Social, os 18 restaurantes comunitários estão localizados em centros urbanos onde há grande movimentação diária de trabalhadores de baixa renda como, por exemplo, as áreas centrais das cidades. A estrutura física dos equipamentos é mantida por empresas contratadas para a prestação do serviço continuado de alimentação e nutrição.   Em 2025, foram servidas mais de 17 milhões de refeições, incluindo café da manhã, almoço e jantar, um salto quando comparado com 2019, quando foram servidas 6 milhões. O incremento significativo só foi possível graças a medidas do GDF que qualificaram a política pública dos restaurantes comunitários, contribuindo para que o Distrito Federal fosse, pela segunda vez consecutiva, primeiro lugar no ranking nacional do Selo Betinho de ações de combate à fome.  Atualmente, 17 restaurantes dos 18 restaurantes servem as três refeições diárias — café da manhã (R$ 0,50), almoço (R$ 1) e jantar (R$ 0,50).  O objetivo é garantir alimentação saudável a preços acessíveis, respeitando as características culturais e os hábitos alimentares da região. *Com informações da Sedes-DF

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Semana termina com 1.212 vagas de emprego disponíveis nas agências do trabalhador

As agências do trabalhador do Distrito Federal estão com 1.212 oportunidades profissionais disponíveis nesta sexta-feira (8). Os maiores salários são encontrados em duas vagas para chefe de serviço de limpeza em local não fixo, com remuneração de R$ 3.542,51, além de benefícios. Outras vagas também se destacam pelos salários oferecidos, como as oportunidades para encarregado eletricista de instalações, instalador hidráulico e mestre da construção civil, todas com remuneração de R$ 3,2 mil em Samambaia Sul. Em relação à quantidade de oportunidades, o destaque fica para o cargo de estoquista, com 190 vagas abertas. A função oferece salário de R$ 1.736, além de benefícios, não exige experiência comprovada e tem como requisito ensino médio completo. Todos os postos oferecem benefícios. Para participar dos processos seletivos, basta cadastrar o currículo no aplicativo da Carteira de Trabalho Digital (CTPS) ou ir a uma das 16 agências do trabalhador, das 8h às 17h, durante a semana. Mesmo que nenhuma das chances do dia seja atraente ao candidato, o cadastro vale para oportunidades futuras, já que o sistema cruza dados dos concorrentes com o perfil que as empresas procuram. Empregadores e empreendedores que desejem ofertar vagas ou utilizar o espaço das agências do trabalhador para as entrevistas podem se cadastrar pessoalmente nas unidades ou pelo e-mail gcv@sedet.df.gov.br. Pode ser utilizado, ainda, o Canal do Empregador, no site da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda (Sedet).

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Detran-DF apoia transporte aéreo de coração para transplante

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