Mobilização arrecada doações para mulheres em tratamento oncológico
A mobilização de colaboradores em torno de uma causa sensível e necessária resultou na entrega de doações nesta sexta-feira (10), no Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF), reforçando o compromisso do Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF) com o cuidado que ultrapassa os limites da assistência. A ação integra a campanha solidária Mulheres que Ajudam Mulheres, realizada ao longo do mês de março em alusão ao Dia Internacional da Mulher. Conduzida pelo Núcleo de Cultura, Desenvolvimento e Comunicação Interna (NUCDC), vinculado à Gerência de Desenvolvimento Humano (Gedeh), a iniciativa teve como foco estimular a empatia, o cuidado coletivo e a responsabilidade social. O resultado foi uma adesão significativa de colaboradores das unidades PO700, DIEP, SIA e Hospital Regional de Santa Maria (HRSM), que contribuíram com produtos de higiene pessoal, como creme dental, escova de dentes, sabonetes, shampoo, condicionador, hidratante labial e toalhas, além de itens destinados ao bazar solidário da entidade. Colaboradores contribuíram com produtos de higiene pessoal, como creme dental, escova de dentes, sabonetes, shampoo, condicionador, hidratante labial e toalhas, além de itens destinados ao bazar solidário da entidade | Foto: Divulgação/IgesDF A entrega das doações ocorreu na tenda rosa da Rede Feminina de Combate ao Câncer, instalada no jardim do hospital. A ação foi conduzida pela analista do NUCDC e idealizadora do projeto, a psicóloga do IgesDF, Dúlcila Galvão, e recebida pelo representante da instituição, Tiago Ângelo. Mais do que a arrecadação de itens, a campanha evidenciou o papel do cuidado ampliado na construção de uma assistência mais humana e conectada com as necessidades da população. “Iniciativas como essa traduzem, na prática, valores fundamentais do Instituto, como a excelência no cuidado ao paciente e o respeito à dignidade da pessoa humana. Quando ampliamos esse cuidado para além da assistência direta e alcançamos a comunidade, fortalecemos uma cultura organizacional mais empática, humana e socialmente responsável”, destaca Dúlcila. Para o presidente do IgesDF, Cleber Monteiro, ações como essa também refletem o compromisso institucional com uma atuação que ultrapassa os limites das unidades de saúde. “Quando iniciativas como essa mobilizam nossos colaboradores, mostramos que o cuidado no IgesDF vai além da assistência e se traduz em compromisso com a sociedade. Esse é o tipo de cultura que queremos fortalecer todos os dias”, ressalta. *Com informações do IgesDF
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Prestação de contas destaca mais de 6,9 mil capacitações e avanço da assistência no IgesDF
A qualificação contínua das equipes e a ampliação da produção cirúrgica marcaram a segunda parte da prestação de contas do Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF). Em audiência pública realizada nesta sexta-feira (10), na Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF), o Instituto apresentou resultados que incluem mais de 6,9 mil participações em capacitações e aumento de 9,6% no número de cirurgias realizadas. Nesta etapa, foram apresentados os resultados nas áreas de gestão financeira, gestão de pessoas, ensino, pesquisa e assistência. Compuseram a mesa a presidente da Comissão de Saúde da CLDF, deputada distrital Dayse Amarílio, o presidente do IgesDF, Cleber Monteiro, e o presidente do Conselho de Saúde, Domingos de Brito. A apresentação começou com o gerente financeiro Fabiano Batista, que detalhou os resultados da área e as estratégias adotadas para fortalecer o controle dos recursos e dar mais previsibilidade à execução orçamentária. Em seguida, a gerente-geral de pessoas substituta, Alana Mioranza, apresentou um panorama da força de trabalho no Instituto. O foco esteve na gestão do quadro de pessoal e nos indicadores de acompanhamento. Entre os dados, está a manutenção do percentual de cargos de livre nomeação abaixo do limite estabelecido. Na sequência, a Diretoria de Inovação, Ensino e Pesquisa (Diep) detalhou as ações de qualificação profissional e produção científica. O gerente de ensino, Paulo Estevão, destacou o fortalecimento das atividades educacionais e o papel da instituição na formação de profissionais da saúde. Os dados evidenciam a ampliação da formação na rede de saúde administrada pelo IgesDF. Foram mais de 6,9 mil participações em capacitações, distribuídas em 113 temas, além de programas de aperfeiçoamento e desenvolvimento de estudos em diversas áreas da saúde. Nesta etapa, foram apresentados os resultados nas áreas de gestão financeira, gestão de pessoas, ensino, pesquisa e assistência | Foto: Divulgação/IgesDF Também foram apresentados avanços na formação acadêmica, com 7.510 estudantes vinculados a instituições conveniadas. O número reforça o papel do IgesDF como campo de ensino e pesquisa no Distrito Federal. Encerrando as exposições, o diretor de Atenção à Saúde, Edson Gonçalves, apresentou os resultados assistenciais dos hospitais e das unidades de pronto atendimento (UPAs). Entre os destaques está a otimização dos centros cirúrgicos, com aumento global de 9,6% no número de procedimentos realizados entre 2024 e 2025. O diretor também destacou o papel da telemedicina na organização do fluxo assistencial, especialmente na pediatria. A estratégia tem contribuído para dar mais agilidade ao atendimento e reduzir a sobrecarga nas unidades. “O controle da sazonalidade, especialmente neste período do ano, tem sido mais estruturado em comparação ao ano anterior. A telemedicina, especialmente na pediatria, tem ajudado a organizar o fluxo e dar mais vazão aos atendimentos de menor complexidade, contribuindo para o funcionamento da rede”, explica. Durante a audiência, a deputada Dayse Amarílio destacou o compromisso dos gestores com a continuidade dos serviços. Ela também reforçou a importância de avanços estruturais para os trabalhadores da saúde, como a implementação do plano de cargos e salários e a recomposição salarial. Ao final, o presidente do IgesDF, Cleber Monteiro, ressaltou a importância do diálogo institucional e da presença ativa na rede. “Estamos atentos às demandas dos servidores e sempre disponíveis para prestar esclarecimentos. Nosso compromisso é estar presente, ouvir quem está na ponta e transformar essas demandas em melhorias concretas para a rede”, afirma. Cleber Monteiro também reforçou o impacto da telemedicina na rede pública do Distrito Federal. “Todas as UPAs já contam com teleconsulta, e quatro unidades também oferecem teleatendimento pediátrico. É uma experiência muito positiva, que amplia o acesso, organiza o fluxo e deve impactar diretamente na redução do tempo de espera”, destaca. Ao encerrar, o presidente destacou a importância da presença ativa nas unidades. “Eu nunca acreditei em trabalhar dentro de gabinete. Estou diariamente nas unidades, visitando hospitais e UPAs, ouvindo os profissionais. São eles que vivenciam a realidade e ajudam a construir soluções mais efetivas”, conclui. *Com informações do IgesDF
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Pacientes com Parkinson recebem atendimento especializado no Hospital de Base
Edson Roberto Campos percebeu os primeiros tremores nas mãos aos 58 anos, quando passou a ter dificuldade para segurar o celular. Diante dos sinais, procurou um neurologista que, após identificar sintomas como alterações no caminhar, tremores em repouso (geralmente de um lado do corpo), rigidez e lentidão de movimentos, suspeitou da doença de Parkinson já na primeira consulta. O paciente está entre as pessoas acompanhadas no Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF), unidade administrada pelo Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF). Atualmente, o serviço presta assistência a uma média de 30 pacientes por semana. O Parkinson é uma doença neurodegenerativa que não tem cura e compromete a coordenação motora e os movimentos do corpo, sendo causada pela degeneração de neurônios. Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), mais de 8,5 milhões de pessoas no mundo têm a doença, que costuma começar a se manifestar aos 60 anos. O chefe da Neurologia do HBDF, André Ferreira, destaca que existem sintomas que podem ser percebidos até antes das disfunções motoras. “As manifestações iniciais do Parkinson costumam incluir constipação crônica, depressão, perda do olfato e transtorno comportamental do sono REM, condição em que o paciente externaliza fisicamente os sonhos, podendo se debater durante o sono e até machucar quem está ao lado. Na maioria dos casos, esses sinais surgem antes dos sintomas motores e podem indicar o início da doença”, explica. A condição de Edson Ramos ficou mais controlada após o acompanhamentro no HBDF | Foto: Divulgação/IgesDF Segundo o médico, apesar desses sinais prévios, o diagnóstico geralmente acontece apenas após o surgimento das alterações motoras, por serem mais perceptíveis no dia a dia. “A família costuma notar quando o idoso passa a ter dificuldade para abotoar uma camisa, começa a andar mais devagar ou adota uma postura mais curvada. Muitas vezes, são os familiares que incentivam a procura por atendimento especializado”, avalia. Neste sábado (11), é comemorado o Dia Mundial de Conscientização da Doença de Parkinson. A data busca trazer atenção para a condição e reforçar a importância do diagnóstico precoce, que depende da identificação de sintomas. Vivendo com a doença O tratamento da doença de Parkinson consiste no alívio e controle dos sintomas, melhorando a qualidade de vida dos pacientes. Edson conta que, desde que começou o acompanhamento com os médicos especialistas do HBDF, sua condição ficou mais controlada. "É uma doença que vai aprisionando o seu corpo, você sente dificuldade de se movimentar, e tudo que vai fazer é lento. Afeta também a autoestima, já que as pessoas te olham quando você começa a tremer. Você se sente preso dentro do seu próprio corpo", relata. O neurologista destaca que, além da medicação, atividades físicas, fonoaudiologia e fisioterapias de readequação de equilíbrio, postura e marcha também fazem parte do tratamento. "A limitação física do Parkinson causa um dilema muito grande aos pacientes, já que muitos, no início da doença, estão com a função cognitiva intacta, e ela impacta diretamente as atividades diárias. Quanto mais precoce se começam a tratar os sintomas, melhor a qualidade de vida do paciente", completa. Em caso de suspeita da doença, a recomendação é buscar avaliação profissional em uma unidade básica de saúde (UBS). Após essa avaliação inicial, se houver indicação, o paciente é inserido no sistema de regulação da Secretaria de Saúde (SES-DF) e encaminhado para atendimento especializado. *Com informações do IgesDF
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IgesDF lança edital para ampliar serviço de laudos
O Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF) abriu seleção para contratar empresa especializada em teleradiologia. A contratação inclui a análise de exames de tomografia computadorizada e radiografia (raio X), contribuindo para diagnósticos mais rápidos e maior segurança no atendimento aos pacientes. O serviço é voltado exclusivamente à emissão de laudos médicos, sem incluir a realização dos exames, fornecimento de equipamentos ou atuação presencial de profissionais. A prestação atenderá todas as unidades administradas pelo IgesDF e também considera a ampliação da rede, com novas unidades de pronto atendimento (UPAs) previstas para inauguração ainda em 2026. [LEIA_TAMBEM]As propostas podem ser enviadas entre os dias 13 e 17 de abril, até as 23h55, pela plataforma Apoio Cotações. Os critérios de participação e demais detalhes estão disponíveis no edital publicado no site do instituto. Serviço · Objeto: emissão de laudos de exames de imagem (teleradiologia) · Processo SEI: 04016-00009754/2026-54 · Plataforma: Apoio Cotações · Cotação: 1500948 · Período para envio de propostas: 13 a 17 de abril (até 23h55) · Edital: nº 014/2026 *Com informações do Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF)
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Capacitação reforça atendimento a crises convulsivas na UPA de Brazlândia
Para melhorar o atendimento a pacientes com crises convulsivas, o Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF) realizou, na quinta (9) e nesta sexta (10), uma capacitação na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Brazlândia. A iniciativa orienta as equipes sobre como identificar e agir nesses casos com mais segurança e agilidade. Elaborado para fortalecer a atuação dos profissionais, o protocolo aborda desde os diferentes tipos de crises até o fluxo de atendimento inicial. A proposta prioriza o diagnóstico precoce, a distinção entre crises epilépticas e não epilépticas e a condução adequada de cada caso, contribuindo para a prevenção de complicações e para a segurança do paciente. As crises convulsivas podem gerar apreensão em pacientes, acompanhantes e até mesmo entre os profissionais de saúde, especialmente em situações de emergência. Para a gerente da UPA de Brazlândia, Célia Maria, discutir e treinar os procedimentos adequados é fundamental para reduzir riscos e garantir uma resposta eficiente. “Assim, evitamos complicações secundárias, como traumas e obstrução das vias aéreas, e asseguramos uma resposta rápida diante dessas ocorrências. O diagnóstico precoce e o manejo correto também contribuem para a redução de complicações e para a melhor utilização dos recursos da unidade”, pontua. Padronização nas condutas A formação faz parte de um conjunto de iniciativas do IgesDF voltadas ao aprimoramento da assistência em todas as unidades da rede Segundo o coordenador-médico da unidade, Eduardo Sousa, a capacitação também proporcionou troca de experiências e discussão de casos clínicos, fortalecendo o aprendizado prático e a integração entre as equipes. “A capacitação contínua é fundamental para garantir um atendimento seguro, ágil e baseado em evidências. No contexto das crises convulsivas, em que o tempo e a conduta adequada impactam diretamente no prognóstico do paciente, é essencial que todos os profissionais estejam alinhados quanto à identificação precoce, à classificação correta e ao manejo inicial”, afirma. A formação faz parte de um conjunto de iniciativas do IgesDF voltadas ao aprimoramento da assistência em todas as unidades da rede. Os treinamentos contínuos e a implementação de protocolos baseados em evidências reforçam o compromisso da instituição com uma saúde pública mais eficiente, humanizada e segura. A coordenadora de enfermagem da unidade, Rayane Pergentino, também ressaltou a importância da padronização das condutas no atendimento às crises convulsivas. “Protocolos bem definidos reduzem a variabilidade no atendimento e promovem maior segurança assistencial”, reforça. *Com informações do IgesDF
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Inscrições para curso gratuito de criação com madeira e plástico no DF estão abertas
O Governo do Distrito Federal (GDF), por meio da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda (Sedet-DF), lançou chamamento público para preenchimento de vagas em curso de qualificação profissional do projeto Territórios Criativos, Saudáveis e Sustentáveis. Ao todo, estão sendo ofertadas 20 vagas para o curso Processo Criativo com Madeira e Plástico, que integra o 4º módulo do projeto. A iniciativa visa promover capacitação profissional com foco em práticas sustentáveis e desenvolvimento de habilidades criativas. As inscrições devem ser realizadas exclusivamente pela internet, no portal oficial da Sedet, entre os dias 13 e 22 de abril. Para participar, os interessados precisam preencher o formulário eletrônico de pré-inscrição disponibilizado no site da secretaria. O curso de qualificação profissional em processo criativo com madeira e plástico faz parte do projeto Territórios Criativos, Saudáveis e Sustentáveis | Foto: Divulgação/Sedet O curso terá carga horária de 80 horas/aula, com aulas no período vespertino, das 14h às 18h, às segundas, quartas e sextas-feiras. As atividades serão realizadas no Setor Comercial Sul (SCS), Quadra 5, Bloco C, Edifício José Haje, Sobreloja 70/74. A ação integra políticas públicas voltadas para a qualificação profissional e para o incentivo de práticas sustentáveis, contribuindo para a geração de renda e fortalecimento da economia criativa no Distrito Federal. Confira o edital. *Com informações da Sedet-DF
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Hospital da Criança de Brasília reduz em 50% o tempo de liberação de leitos com nova tecnologia de higienização
O Hospital da Criança de Brasília José Alencar (HCB) implementou um modelo de limpeza hospitalar que une tecnologia de ponta, sustentabilidade ambiental e valorização profissional. Iniciado em maio de 2025, o projeto transformou a higienização, tradicionalmente vista como um serviço de apoio, em uma ferramenta estratégica para a eficiência dos processos assistenciais, segurança do paciente e controle de infecções hospitalares. Com a adoção de sistemas digitais e desinfecção por indução eletrostática, a unidade da Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF) alcançou a redução de até 50% do tempo de liberação dos leitos das unidades de Internação e Terapia Intensiva (UTI). Isso garante que mais crianças e adolescentes recebam atendimento em menor tempo, mantendo o mais alto padrão sanitário. Uma das mudanças implementadas na gestão do serviço de higienização hospitalar foi a substituição dos antigos checklists de papel por uma plataforma digital para registro. Antes desse aparato tecnológico, o hospital consumia cerca de 180 mil folhas de papel anualmente, apenas com registros de limpeza e documentos que eram passíveis de falhas manuais e difíceis de converter em dados verificáveis em tempo oportuno. Atualmente, todos os ambientes do HCB possuem um QR Code para uso dos profissionais da higienização, profissionais de outras áreas e usuários avaliarem o serviço de higiene. Ao iniciar e finalizar uma tarefa, o funcionário destacado realiza a leitura digital, gerando dados precisos e auditáveis em tempo real. O HCB implementou um modelo de limpeza hospitalar que une tecnologia de ponta, sustentabilidade ambiental e valorização profissional | Fotos: Divulgação/HCB Para Ribamar da Silva, gerente de Apoio Operacional do HCB, a modernização do registro do trabalho permite que a unidade de saúde acompanhe, por meio de um painel de controle (dashboard), o status de higienização de todos os espaços do hospital, identificando gargalos e redirecionando equipes para áreas de maior demanda imediatamente. Para ele, este redesenho do processo de trabalho do setor reflete o compromisso do HCB em sempre situar o paciente no centro do cuidado, não apenas da assistência direta à saúde, mas também das demais áreas consideradas de apoio. "Nossa busca pela modernização não é apenas sobre tecnologia, mas sobre tempo e cuidado. Cada minuto que economizamos na higienização de um leito, por meio da revisão de processos e implementação de novas tecnologias, é um minuto a mais de assistência disponível para uma criança. A excelência da Ona 3 se materializa, aqui, no HCB, na união entre o rigor técnico e a sensibilidade de entender que a limpeza é, fundamentalmente, um ato de segurança assistencial", destaca o gerente. O HCB é uma instituição de saúde pediátrica altamente especializada e que possui o selo de Acreditado com Excelência — Ona 3, o que significa alta conformidade nos requisitos de gestão hospitalar e segurança do paciente, outorga concedida pela Organização Nacional de Acreditação (Ona). Por meio de uma cultura de acreditação hospitalar bem estabelecida, o HCB reafirma sua vocação pela melhoria contínua e pela boa gestão dos recursos públicos, sejam eles financeiros, socioambientais ou humanos. Desinfecção de alta performance por indução e controle microbiológico Para elevar o padrão de segurança microbiológica, o HCB introduziu a tecnologia de limpeza por indução eletrostática. Trata-se de um equipamento de desinfecção que pulveriza partículas carregadas eletricamente de desinfetantes em todo o leito. O sistema alcança áreas de difícil acesso, como atrás de condicionadores de ar e frestas de mobiliário, em apenas cinco minutos. Para elevar o padrão de segurança microbiológica, o HCB introduziu a tecnologia de limpeza por indução eletrostática Essa inovação foi o fator decisivo para reduzir o tempo médio de entrega de um leito: de 42 minutos para aproximadamente 20 minutos. Além disso, a eficácia do processo deixou de ser baseada apenas na ausência de sujidade macroscópica, aquelas facilmente visíveis sem uso de aparelhos. Com o uso de luminômetro — dispositivo portátil que utiliza tecnologia de bioluminescência para detectar sujidades não aparentes —, o hospital agora realiza testes de carga microbiana em superfícies de alto toque (como maçanetas e grades de leitos). Se o equipamento detectar níveis acima do permitido, o processo é refeito imediatamente, garantindo uma barreira real contra infecções. De acordo com o gerente do Serviço de Controle de Infecção Hospitalar (Scih), o médico infectologista pediátrico Bruno Oliveira e Lima, a atualização e modernização do processo de higienização e desinfecção dos espaços no HCB vêm ao encontro de um esforço mundial de combate às bactérias multirresistentes, especialmente desafiadoras quando consideradas as especificidades do ambiente hospitalar. Conforme a Organização Mundial da Saúde (OMS), a Resistência Antimicrobiana (Ram) é uma das principais ameaças globais à saúde pública e afeta diversos países, independentemente do nível de renda e desenvolvimento socioeconômico. A organização defende que, entre as prioridades para o combate da Ram, incluem-se o controle e prevenção de infecções e a vigilância da resistência antimicrobiana. "No hospital, nós temos uma série de condutas e ações junto às equipes assistenciais, mas se não tivermos uma boa higienização e uma boa limpeza dos ambientes, isso é perdido, porque uma das características dessas bactérias é conseguir "grudar" nas superfícies e se manter nas superfícies do leito do hospital. Então, a higiene e algumas técnicas e tecnologias que conseguimos adotar recentemente são muito importantes para a gente diminuir a quantidade dessas bactérias no ambiente e garantir a segurança dos pacientes aqui no hospital", explica o gerente do Scih. Outro avanço significativo foi a substituição do sistema de borrifadores e panos comuns pelo uso de lenços umedecidos com peróxido de hidrogênio 4D. Essa mudança eliminou o risco de inalação de produtos químicos pelos funcionários, pacientes e acompanhantes, além de reduzir o desperdício de insumos. Neste sentido, a logística e o manejo de insumos também foi otimizada com a introdução de lacres de segurança para resíduos e produtos específicos, como o neutralizador de odores, que é essencial para o conforto de pacientes em tratamento oncológico, uma vez que estes apresentam alta sensibilidade sensorial; e o "tira-grude" técnico, que preserva o mobiliário hospitalar contra o desgaste de fibras abrasivas. Outro avanço significativo foi a substituição do sistema de borrifadores e panos comuns pelo uso de lenços umedecidos com peróxido de hidrogênio 4D Melhorias na hospitalidade do HCB aproximam ainda mais os usuários do hospital A inovação no HCB alcançou todas as minúcias da hospitalidade e hotelaria da unidade. Também no ano passado, o Hospital da Criança de Brasília introduziu, nas internações e UTIs, novos modelos de enxovais, com o zelo de utilizar os personagens infantis que já compõem a ambientação dos espaços, o que possibilitaria maior identificação por parte dos usuários e acompanhantes. Ainda com foco no aprimoramento da experiência do usuário, o hospital criou a Central de Hotelaria, que faz uso de aplicativo de mensagem instantânea para comunicação direta com a equipe assistencial. Por meio de um atendimento personalizado, o auxiliar de hospitalidade identifica as necessidades de cada paciente ainda no momento da admissão. Dessa forma, o enxoval é dispensado de acordo com a taxa de ocupação real e o perfil dos usuários (tamanho da roupa da criança e do acompanhante), evitando o processamento desnecessário de roupas e possibilitando maior vida útil ao material. Com esta iniciativa, o HCB gera uma economia direta ao erário público e garante que o kit de hotelaria esteja pronto e completo no momento adequado para atender a quem mais importa. A atualização dos processos de higienização e hospitalidade permitiu que o HCB mantivesse a excelência operacional com um quadro otimizado de profissionais, aumentando o engajamento e a qualidade técnica. “Nosso trabalho é tão importante quanto o dos outros profissionais do hospital”, afirma a auxiliar de serviços gerais que atua no HCB, Rosiane de Sousa. “Eu faço a limpeza e higienização do leito com prazer. Nós estamos mexendo com vidas, então eu tenho muito cuidado na limpeza para matar as bactérias e fazer tudo bem-feito porque estamos cuidando de crianças. Então, se nós não fizermos uma limpeza certa, limpar tudo, direitinho, como que a gente vai saber se matou a bactéria? Por isso me dedico para fazer tudo certo!”, afirma Rosiane. Para Scarlet Dias, supervisora de Hospitalidade do HCB, a constante capacitação e a valorização dos trabalhadores da saúde compõem um objetivo estratégico do Hospital da Criança de Brasília, especialmente delimitado como objetivo-chave da instituição para o ano de 2026. "Nosso objetivo foi ganhar produtividade sem sobrecarregar o funcionário e valorizá-lo nesse processo, também. Ao oferecer as ferramentas certas, no tempo certo, como o lençol e pijamas prontos para uso e a desinfecção por indução nos leitos, reduzimos o desgaste físico e focamos na técnica profissional, garantindo um ambiente seguro para os funcionários e, sobretudo, assistência completa e segura para as crianças que cuidamos no HCB", explica a supervisora. * Com informações do HCB
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TecnoGame 2026 transforma Brasília no epicentro da cultura geek, gamer e da inovação no Brasil
Entre os dias 17 e 20 deste mês, o TecnoGame 2026 estará em Brasília, no Pavilhão de Exposições do Parque da Cidade. O evento gratuito conta com grandes nomes da internet, competições de e-sports, experiências imersivas e oportunidades de negócios e está com uma estrutura ainda mais robusta nesta edição, contando com múltiplos palcos simultâneos para atender um público cada vez mais diversificado e engajado. A iniciativa da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação do Distrito Federal (Secti-DF), em parceria com o Instituto Sarando as Nações, vai além do entretenimento e se firma como um motor de desenvolvimento para a economia local. Para o secretário de Ciência, Tecnologia e Inovação, Rafael Vitorino, “o TecnoGame consolida a capital como referência em eventos de tecnologia, inovação e cultura geek. Mais do que um grande encontro, é uma vitrine de oportunidades que conecta jovens talentos, empresas e o mercado criativo, impulsionando a economia e estimulando o desenvolvimento de novas habilidades no Distrito Federal”. A edição de 2026 do TecnoGame promete se conectar ainda mais público, criadores de conteúdo e startups | Fotos: Divulgação/Secti-DF O histórico do evento evidencia sua relevância não apenas no entretenimento, mas também no desenvolvimento econômico e social. Ao longo das edições, o TecnoGame já reuniu mais de 110 mil pessoas, arrecadou mais de 100 toneladas de alimentos, gerou cerca de 5 mil empregos e movimentou mais de R$ 10 milhões. Para 2026, a proposta é ampliar ainda mais esse alcance, fortalecendo o ambiente que conecta público, criadores, empresas e startups em um mesmo ecossistema de oportunidades. A nova edição chega com uma programação diversificada, reunindo grandes nomes do universo digital e da cultura geek. Entre os destaques está Toguro, um dos influenciadores mais populares do país, além do aguardado encontro com o Trio Naruto, formado pelos dubladores Ursula Bezerra, Robson Kumode e Tatiane Keplmair. O evento também contará com a participação de criadores de conteúdo de grande alcance, como Muca Muriçoca, Guaxinim, Felps, Tiemiau, Core, Feh Dubs, Caligrafo e Gianzeta. O evento oferece uma experiência imersiva, com competições de alto nível e ativações contínuas A programação se expande com atrações que já são sucesso entre o público, como a Batalha da Aldeia, o grupo Creative Squad e painéis temáticos bastante procurados, a exemplo do Painel One Piece. Para os apaixonados por games, o TecnoGame oferece uma experiência imersiva, com competições de alto nível e ativações contínuas. A arena de e-sports receberá torneios de títulos consagrados, como CS2, Valorant, League of Legends e Free Fire, reunindo jogadores e entusiastas em disputas emocionantes. As atividades interativas reforçam o caráter dinâmico do evento, com arenas gamer para partidas ao vivo e espaços de free play, concursos de Cosplay e K-pop que valorizam a expressão criativa, além de estações de Just Dance com desafios e momentos de interação coletiva. [LEIA_TAMBEM]TecnoGame Mais do que entretenimento, o TecnoGame 2026 se posiciona como um ambiente estratégico para inovação e negócios. A programação inclui keynote de destaque, sessões de pitch com startups, demoday e painéis voltados para temas como empreendedorismo, inteligência artificial, dados e novos modelos de negócio. Assuntos como growth hacking e monetização ganham espaço, acompanhados por iniciativas de networking orientado. Na frente educacional, o evento aproxima estudantes e instituições de ensino do universo da tecnologia, promovendo conteúdos sobre carreiras e apresentando as principais tendências que estão moldando o futuro do mercado global. TecnoGame Brasília 2026 Data: de 17 a 20 deste mês Local: Pavilhão de Exposições do Parque da Cidade Entrada gratuita (mediante inscrição prévia). *Com informações da Secti-DF
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Educação em tempo integral amplia oportunidades de aprendizagem da rede pública do DF
A educação em tempo integral segue em expansão no Distrito Federal. De acordo com dados do Censo Escolar, produzido pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), o total de estudantes atendidos nessa modalidade na rede pública direta e conveniada passou de cerca de 46,7 mil, em 2019, para 51,2 mil, em 2024 — um aumento de 4,5 mil estudantes, o que representa crescimento de 9,7%. Segundo a subsecretária de Educação Inclusiva e Integral da Secretaria de Educação (SEEDF), Vera Lúcia de Barros, a ampliação da jornada escolar entre 2019 e 2024 é fruto de um processo contínuo de fortalecimento da política pública. “Esse resultado expressa o esforço do GDF para ampliar o acesso à jornada ampliada e assegurar que mais crianças e jovens tenham oportunidades educativas integradas e de qualidade”, declara. Dados de 2024 apontam que 26,7 mil estudantes da educação infantil estão matriculados em período integral da rede pública de ensino do Distrito Federal | Fotos: Joel Rodrigues/Agência Brasília Os dados mostram a presença da modalidade em diferentes etapas de ensino. Em 2019, do total de matrículas em tempo integral, cerca de 21 mil estavam na educação infantil, 22,6 mil no ensino fundamental e 1,7 mil no ensino médio. Havia ainda 888 matrículas na educação profissional, 107 na Educação de Jovens e Adultos (EJA) e 239 na educação especial. Em 2024, a ampliação foi registrada principalmente na educação infantil, que passou a contar com 26,7 mil estudantes. O ensino fundamental registrou 20,7 mil matrículas, e o ensino médio chegou a 2,2 mil. Também houve crescimento na educação profissional, que passou para 1.395 matrículas. Já em 2025, foram investidos mais de R$ 15,5 milhões em ações de manutenção das unidades atendidas pelo Programa Escola em Tempo Integral (Peti) e pelo Programa de Fomento às Escolas de Ensino Médio em Tempo Integral (Emti), além de cerca de R$ 7 milhões aplicados na aquisição de equipamentos tecnológicos. Os investimentos fazem parte do Peti, instituído pela Lei nº 14.640/2023, que prevê assistência técnica e financeira da União para a criação e ampliação de matrículas nessa modalidade. Na educação integral, os alunos recebem cinco refeições diárias: café da manhã, lanche da manhã, almoço, lanche da tarde e jantar Impacto real Na prática, a política se reflete no cotidiano dos alunos, como na Escola Classe Santa Helena, localizada em Sobradinho, onde todas as turmas do 1º ao 5º ano do ensino fundamental funcionam em jornada ampliada. A unidade atende 132 estudantes, que permanecem na escola das 7h30 às 17h30, com dez horas diárias de atividades pedagógicas e formativas. Além das disciplinas do currículo regular, os estudantes participam de projetos voltados para matemática, língua portuguesa, cidadania, tecnologia, meio ambiente, ciência e saúde. Também fazem parte da rotina atividades culturais, esportivas, artísticas e práticas de desenvolvimento motor. Os alunos contam, ainda, com acompanhamento alimentar ao longo do dia, com cinco refeições: café da manhã, lanche da manhã, almoço, lanche da tarde e jantar — o que garante segurança alimentar e apoio às famílias em situação de vulnerabilidade social. [LEIA_TAMBEM]O modelo influencia positivamente na rotina de famílias como a da dona de casa Sandra Batista dos Santos, 42 anos, mãe solo de três filhos. Entre eles está a filha de 7 anos, Jennifer Vitória, que estuda na Escola Classe Santa Helena. Para a mãe, a escola oferece segurança e um apoio fundamental no cuidado com a menina, que tem cardiopatia. “Eu me sinto totalmente segura. Desde o primeiro dia, fui bem acolhida pela equipe da escola, procuraram conhecer nossas necessidades, me sinto muito amparada. Minha filha recebe todas as refeições, é muito bem cuidada. A rotina da escola ajudou muito no meu dia a dia e no dela em casa. Mesmo no fim de semana, ela mantém os hábitos saudáveis que aprendeu na escola. Saber que é um serviço público com essa qualidade é maravilhoso”. A pequena Jennifer confirma: “Eu gosto de tudo, acho a escola excelente, os cuidados são ótimos e as professoras ensinam muito bem. Antes eu não sabia ler nem escrever, mas agora já estou sabendo”, comemora. Sandra Batista dos Santos, dona de casa: "Eu me sinto totalmente segura. Desde o primeiro dia fui bem acolhida pela equipe da escola, procuraram conhecer nossas necessidades, me sinto muito amparada. Minha filha recebe todas as refeições, é muito bem cuidada" Desenvolvimento pedagógico Segundo a diretora da unidade, Isabel Cristina dos Reis de Souza, a educação integral tem impacto direto no desenvolvimento pedagógico e social de comunidades em situação de extrema vulnerabilidade econômica, como crianças de assentamentos e acampamentos. “A educação integral é um diferencial para essas famílias. As crianças ficam dez horas na escola, fazem cinco refeições e recebem uma educação de qualidade. Conseguimos criar vínculos muito fortes com os estudantes e com as famílias. Nossa escola teve um dos melhores Índices de Desenvolvimento da Educação (Ideb) de Sobradinho, e isso mostra como a educação integral contribui para o desenvolvimento das crianças”, afirma. A Escola Classe Santa Helena, como muitas unidades integrais no DF, também desenvolve atividades esportivas por meio de projetos como ciclismo e basquete, que trabalham coordenação motora, integração entre os estudantes e valores de convivência. O professor de basquete do Centro de Iniciação Desportiva (CID), Demetrius Lopes, ressalta que a atividade física ministrada na unidade complementa esse trabalho ao incentivar a convivência e o espírito coletivo entre os estudantes. “É um esporte de equipe, então busca trabalhar também a socialização dos meninos, os conceitos básicos de movimentação, lateralidade, capacidade física e, principalmente, essa parte de integração entre eles”, observa. Demetrius Lopes, professor de basquete: "É um esporte de equipe, então busca trabalhar também a socialização dos meninos, os conceitos básicos de movimentação, lateralidade, capacidade física e, principalmente, essa parte de integração entre eles" Já o professor de ciclismo do CID, Alex Acosta, destaca o potencial inclusivo da modalidade: “Todo esporte tem o seu momento competitivo, e às vezes os menos habilidosos eram os mais empolgados. Então cada modalidade pode agregar mais”. Para o psicólogo e vice-diretor da escola, Thiago Lacerda Guimarães, a permanência ampliada permite diversificar as experiências educacionais, fortalecer o convívio entre os estudantes e ampliar as oportunidades de desenvolvimento. “Atendemos uma comunidade bastante diversa: temos crianças de alto padrão e crianças com grande dificuldade social, moradores de acampamentos e áreas rurais. Aqui, essas realidades convivem juntas, então a escola atende todos os públicos para oferecer a melhor qualidade de ensino na rede pública, durante as dez horas por dia que as crianças ficam conosco — um tempo que amplia as vivências e as oportunidades de aprendizagem”, reforça.
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Demonstração de drones reforça inovação e modernização no Brasília Ambiental
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Seleção busca laboratório para realizar exames no Hospital de Base
O Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF) abre seleção para contratar laboratório de apoio responsável pela realização de exames especializados no Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF). A empresa contratada vai realizar exames de média e alta complexidade, que auxiliam no diagnóstico e na definição do tratamento dos pacientes atendidos na unidade. Esses exames são importantes em casos mais complexos, como doenças hematológicas, em que os resultados laboratoriais são fundamentais para orientar a conduta médica. [LEIA_TAMBEM]As empresas interessadas podem consultar os critérios de participação e os documentos do processo no site oficial do IgesDF. O prazo para envio das propostas vai do dia 13 ao dia 17 deste mês, pela plataforma usada pelo instituto. Serviço · Objeto: Contratação de laboratório de apoio para o Hospital de Base · Edital: nº 13/2026 · Processo SEI: 04016-00063237/2025-40 | Cotação: 1500529 · Período para envio de propostas: 13 a 17 de abril. *Com informações do Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF)
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Samu atende mais de 83 mil ocorrências no DF no primeiro trimestre de 2026
O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) ultrapassou 83,9 mil atendimentos no Distrito Federal entre janeiro e março de 2026. O número, levantado pela Secretaria de Saúde do DF (SES-DF), representa um aumento de 18% em comparação com o mesmo período de 2025, quando foram registradas cerca de 71,1 mil ocorrências. Os casos clínicos continuam sendo a principal razão para o acionamento do serviço, à frente das ocorrências traumáticas. Também fazem parte da rotina das equipes atendimentos nas áreas psiquiátrica, obstétrica e pediátrica, o que evidencia a variedade e a complexidade das situações enfrentadas diariamente pelos profissionais do atendimento pré-hospitalar móvel. O atendimento do Samu no DF vai da área psiquiátrica à obstétrica | Fotos: Arquivo/Agência Brasília O crescimento no volume de atendimentos indica uma demanda maior por serviços de urgência e emergência em todo o DF. As equipes atuam em diferentes tipos de ocorrências, muitas vezes de forma simultânea, o que exige preparo constante e agilidade no atendimento. De acordo com a diretora do Samu-DF, Lorhana Morais, os servidores passam por atualizações obrigatórias em todas as áreas a cada dois anos. “Nós atendemos a demanda com qualidade e uma boa preparação profissional, justamente para prestar um atendimento qualificado”, afirma. Além disso, a profissional atribui a intensificação no trabalho de divulgação como uma das razões do aumento no acionamento do Samu: “A população está aprendendo a ligar no 192, temos trabalhado constantemente nessa educação e repasse de informações”. O perigo dos trotes Apesar da alta nos atendimentos, a diretora chama a atenção para outro ponto importante: o desserviço dos trotes. Ainda que dados apontem para uma diminuição significativa do mau hábito nos últimos anos, alguns meses principalmente em períodos de férias ou feriados - ainda representam um número alto. Nos três primeiros meses de 2026, por exemplo, foram registradas 1.697 chamadas falsas no DF. "A ligação que está ocupada com um trote pode ser a perda de alguém que realmente precisava e não conseguiu falar com a nossa regulação" Lorhana Morais, diretora do Samu-DF O cenário reforça a necessidade de uso consciente do Samu, visto que as ligações indevidas comprometem o funcionamento do serviço, podem atrasar o socorro a quem realmente precisa e provocam o deslocamento desnecessário de equipes. A diretora Lorhana reforça que as chamadas falsas impactam diretamente o tempo de resposta em ocorrências reais: “Há uma importância de os pais estarem em vigilância das crianças e também inibirmos esse comportamento em jovens e adultos. A ligação que está ocupada com um trote pode ser a perda de alguém que realmente precisava e não conseguiu falar com a nossa regulação”, explica. No centro de atendimento, a chamada é atendida por um médico, que de imediato passa as orientações de primeiros socorros ao solicitante do serviço, enquanto uma equipe está em deslocamento — sendo possível até uma chamada de vídeo em casos de extrema necessidade. “Com as orientações corretas em tempo hábil, uma criança pode ser desengasgada, por exemplo. A cada minuto sem assistência, em uma parada cardiorrespiratória, se diminui em 10% a sobrevida do paciente, além de aumentar as chances de sequelas. Esse atendimento faz toda diferença nos primeiros minutos”, acrescenta Morais. Além de prejudicar o fluxo de atendimento, os trotes também configuram crime. A prática pode ser enquadrada no artigo 266 do Código Penal Brasileiro, que trata da interrupção ou perturbação de serviço de utilidade pública, com pena de detenção de um a três anos e multa. Em alguns casos, também pode ser aplicada penalidade com base no artigo 340, que prevê punição para quem provoca a ação de autoridade ao comunicar uma ocorrência falsa de crime.
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Programa Programadores de Futuro leva tecnologia a meninas acolhidas em internato de Santa Maria
Para ajudar a reduzir a desigualdade de gênero na área de tecnologia, o Governo do Distrito Federal (GDF) levou o programa Programadores de Futuro a 148 alunas do internato de ensino médio da Escola Vila das Crianças, em Santa Maria. A iniciativa, coordenada pela Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti-DF), em parceria com o Instituto Formando Campeões para a Vida, oferece formação gratuita e abre portas para que jovens em situação de vulnerabilidade tenham mais acesso ao universo digital, ampliem as perspectivas profissionais e enxerguem novos caminhos no setor. “Quando pensamos no Programadores de Futuro, em parceria com o instituto executor, buscamos um formato dinâmico, capaz de alcançar diferentes cidades e instituições como esta”, explica o secretário Rafael Vitorino. “Esse projeto traduz bem o que a Secretaria de Ciência e Tecnologia vem fazendo e o que o GDF quer para a população: promover inclusão e ampliar oportunidades. A ideia é, de fato, aproximar as pessoas da tecnologia e da ciência, permitindo que conheçam esse universo e enxerguem novas possibilidades.” O programa oferece capacitação gratuita em programação e abre portas para jovens em situação de vulnerabilidade social | Fotos: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília Segundo a freira Melinda Lisondra, uma das responsáveis pelo internato, as estudantes, que permanecem em tempo integral na escola, vêm de diferentes estados do país e carregam sonhos para o futuro. “São meninas que têm muitos sonhos para a própria vida, que querem construir um futuro melhor, ajudar suas famílias e conquistar seu espaço. São jovens com muita determinação”, destaca. Ela explica que as alunas estudam cerca de oito horas por dia e que a chegada do projeto representa uma oportunidade importante de ampliação de horizontes. “Nós já oferecemos cursos de informática, mas o Programadores de Futuro vem para abrir ainda mais possibilidades, especialmente no mercado de trabalho. No mundo de hoje, a tecnologia é essencial, e nossas alunas reconhecem isso. Um dos nossos objetivos é prepará-las para o mercado de trabalho e ajudá-las a transformar suas realidades e as de suas famílias. Esse curso, sem dúvida, é uma grande oportunidade. Somos muito gratas por isso”. “São meninas que têm muitos sonhos para a própria vida, que querem construir um futuro melhor, ajudar suas famílias e conquistar seu espaço. São jovens com muita determinação", conta a irmã Melinda Lisondra Formação gratuita O projeto de formação gratuita em programação é voltado a adolescentes e jovens de 13 a 21 anos, com prioridade para estudantes da rede pública e moradores de regiões de maior vulnerabilidade social do Distrito Federal. A iniciativa já passou por diversas regiões do DF, como Itapoã, Paranoá, Samambaia, Santa Maria, Ceilândia, Gama, Recanto das Emas e Asa Sul. A coordenadora-administrativa do projeto, Cynthia Chiarelli, explica que o Programadores de Futuro está na segunda edição, com avanços importantes em relação à primeira. “Na primeira edição, o projeto foi desenvolvido em escolas públicas. Nesta, pensamos em ampliar o acesso, o que nos trouxe até a Escola Vila das Crianças. A proposta é oferecer um conteúdo que já possibilita às alunas uma porta de entrada para o mercado de trabalho”, afirma. Segundo ela, a metodologia é um dos diferenciais. “O curso foi estruturado unindo teoria e prática, o que contribui para os resultados positivos que temos observado. Ao final, realizamos um hackathon, em que são selecionados os melhores projetos. Essa dinâmica também prepara as alunas para o mercado, que exige boas entregas e desempenho”, detalha. Cynthia ressalta ainda que o projeto está em constante evolução: “Um projeto social é um organismo vivo. Tivemos melhorias significativas nesta edição, inclusive, levando os professores até onde as alunas estão. Evoluímos na metodologia, no conteúdo, nas técnicas e nas abordagens. Assim como a tecnologia, o projeto também está sempre se atualizando”. “Quando pensamos no Programadores do Futuro, em parceria com o instituto executor, buscamos um formato dinâmico, capaz de alcançar diferentes cidades e instituições, como esta”, explica Rafael Vitorino, secretário de Ciência e Tecnologia do DF O programa conta com investimento público de R$ 1.489.999,26, originário de emenda parlamentar. A iniciativa também tem o apoio de instituições educacionais e comunitárias, que cedem infraestrutura e colaboram na mobilização dos participantes. A seleção dos participantes é feita por meio de inscrição online, amplamente divulgada em canais digitais e junto às escolas públicas das regiões atendidas. A organização das turmas considera a demanda registrada, a disponibilidade de vagas em cada polo e prioriza estudantes do ensino fundamental II e médio e jovens de territórios socialmente mais vulneráveis. As atividades são desenvolvidas presencialmente em laboratórios de informática de escolas públicas e de instituições parceiras, em um modelo territorial descentralizado. As aulas ocorrem de duas a cinco vezes por semana, conforme a organização de cada unidade, com encontros de aproximadamente três a quatro horas, nos turnos matutino ou vespertino. Além das aulas práticas de programação, o projeto prevê acompanhamento pedagógico contínuo, produção de materiais de apoio, avaliação da aprendizagem e preparação para etapas futuras, como hackathons e encaminhamento para oportunidades de estágio e inserção no mercado de tecnologia. A execução segue regular, com expansão gradual das turmas e fortalecimento do alcance junto ao público-alvo.
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Ceilândia recolhe 64 toneladas de entulho e aplica 25 toneladas de asfalto em ações de manutenção
A Administração Regional de Ceilândia intensificou, ao longo da semana, uma série de serviços de manutenção urbana e infraestrutura em diferentes pontos da cidade. Entre as principais ações estão a recuperação asfáltica, limpeza pública, manutenção de redes de drenagem e obras de urbanização. Os trabalhos foram realizados de forma integrada pela Administração Regional de Ceilândia, Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil (Novacap), Departamento de Trânsito do Distrito Federal (Detran-DF), Diretoria de Obras (Dirob) e pelo programa GDF Presente, por meio do Polo Oeste. Um dos destaques do período foi a recuperação do pavimento em várias vias da região administrativa. Na área da EQNN 23/25, em Ceilândia Norte, foram aplicadas cerca de 6,5 toneladas de massa asfáltica nas quadras EQNO 5/7 e QNO 6, no Setor O. Outras 7,4 toneladas foram utilizadas em trechos como a ligação entre a N3 e a P1 Norte e na QNO 2 do Setor O. Outra frente de trabalho atuou nas quadras EQNO 9/11, EQNO 13/15, EQNM 3/5 e EQNN 8/10, com a aplicação aproximada de 7,5 toneladas de massa asfáltica. Já no Setor de Indústrias de Ceilândia, foram utilizadas mais 3,8 toneladas para manutenção de vias. Ao todo, as equipes aplicaram aproximadamente 25 toneladas de massa asfáltica durante a semana. A Novacap também realizou intervenções em pontos considerados estratégicos para a mobilidade, como a via de acesso aos conjuntos da QNO 11, conjunto P, no Setor O, além de serviços nas quadras EQNM 18/20 e 26, em Ceilândia Norte. Entre os serviços executados estão a implantação de meio-fio, instalação de bloquetes sextavados e construção de calçadas na EQNO 3/5, no Setor O | Foto: Divulgação/Administração Regional de Ceilândia “As ações fazem parte de um esforço permanente para manter a cidade organizada e atender às demandas da população. Estamos intensificando os serviços em várias frentes, desde a recuperação do asfalto até a limpeza urbana, para melhorar a mobilidade, a segurança e a qualidade de vida dos moradores”, afirmou o administrador regional interino de Ceilândia, João Marcelo Ferreira de Souza. Também foram realizados serviços de manutenção na rede de drenagem, com reparos em bocas de lobo e reposição de tampas e grelhas em diferentes quadras. No Quadradão da QNP 12, no P Norte, houve intervenção para reduzir o assoreamento da área. As frentes de infraestrutura também avançaram com obras de urbanização. Entre os serviços executados estão a implantação de meios-fios, instalação de bloquetes sextavados e construção de calçadas na EQNO 3/5, no Setor O. Também foram executados passeios na QNM 13 e na Via M-2 Sul, além da construção de novas calçadas em frente à sede da administração regional. A programação da semana incluiu ainda poda de árvores em vias como a N-2 Norte e a P-3 Sul, além de pintura de vagas de estacionamento na EQNN 8/10, em Ceilândia Sul, com o objetivo de organizar o trânsito. A força-tarefa também retirou cerca de 64 toneladas de entulho e resíduos descartados irregularmente. As equipes atuaram em locais como EQNO 1/3, Via O-3, lateral da QNM 10 e QNP 19. Também foram realizadas ações de coleta manual e mecanizada no Setor O e o recolhimento de materiais inservíveis em diferentes pontos da cidade, incluindo a região da UPA de Ceilândia e vias como M1, M2, M3 e MN2. “A nossa missão em Ceilândia é garantir que a cidade esteja bem cuidada e segura para o morador. Retirar 64 toneladas de entulho e aplicar 25 toneladas de massa asfáltica em um curto espaço de tempo demonstra a força operacional da Novacap. Estamos nas ruas, sempre em parceria com a administração regional da cidade, para transformar a realidade dos bairros e oferecer a infraestrutura que a população merece", ressalta Fernando Leite, presidente da Novacap. Na área rural, equipes realizaram a recuperação de trechos de estrada no Núcleo Rural Alexandre Gusmão, contemplando segmentos de aproximadamente 200 metros e 1,2 quilômetro, para melhorar o deslocamento de moradores e produtores da região. *Com informações da Administração Regional de Ceilândia
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Zoo divulga resultado final do processo seletivo de voluntários profissionais
A Fundação Jardim Zoológico de Brasília (FJZB) divulgou, nesta sexta-feira (10), o resultado final do processo seletivo para voluntários profissionais, conforme as etapas estabelecidas no edital de abertura. A seleção foi conduzida de forma criteriosa, contemplando análise da carta de intenção e das cartas de recomendação, avaliação do currículo e realização de entrevistas. Programa de voluntariado seleciona candidatos, que terão até o dia 16 para enviar a documentação ao Zoológico | Foto: Arquivo/Agência Brasília Os candidatos aprovados dentro do número de vagas, assim como aqueles que compõem o cadastro de reserva, poderão ser convocados conforme a necessidade da fundação e a disponibilidade de vagas, respeitando a ordem de classificação. [LEIA_TAMBEM]A aprovação no processo seletivo não garante convocação imediata, gerando apenas a expectativa de ingresso no programa de voluntariado. A efetivação dependerá do surgimento de vagas durante o período de validade do processo. Para os candidatos selecionados, o próximo passo será o envio da documentação obrigatória entre os dias 13 e 16 deste mês. Além disso, será necessário encaminhar o cartão de vacinação, em formato digital ou digitalizado, até 1º de maio. O Zoológico de Brasília reforça a importância de que os candidatos acompanhem atentamente os prazos e orientações para garantir a continuidade no processo. Confira a lista dos aprovados. *Com informações da Fundação Jardim Zoológico de Brasília
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Abertas 420 vagas para cursos do projeto Jornada da Mulher Trabalhadora
O Governo do Distrito Federal (GDF), por meio da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda (Sedet-DF), divulgou chamamento público para o preenchimento de vagas em cursos de qualificação profissional do projeto Jornada da Mulher Trabalhadora. Ao todo, são ofertadas 420 vagas, distribuídas igualmente entre as regiões administrativas de Ceilândia e Planaltina, com 210 oportunidades para cada localidade. A iniciativa tem como objetivo realizar processo seletivo para capacitação de mulheres, promovendo acesso ao mercado de trabalho e fortalecimento da autonomia financeira. As inscrições serão realizadas exclusivamente pela internet, no portal oficial da Sedet-DF, entre os dias 13 e 29 de abril de 2026. Para participar, as interessadas devem preencher o formulário eletrônico intitulado "Formulário de Inscrição – Projeto Jornada da Mulher Trabalhadora”. O projeto integra as políticas públicas do GDF voltadas para a qualificação profissional e para o incentivo à inclusão produtiva feminina no Distrito Federal. Confira o edital completo. *Com informações da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda (Sedet-DF)
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Feira da Goiaba terá ação de vacinação neste sábado (11)
Quem comparecer à 11ª Feira da Goiaba de Brasília, realizada em Brazlândia, terá a oportunidade de colocar a vacinação em dia. A Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF) terá um local de atendimento neste sábado (11) para pessoas de todas as faixas etárias. Haverá ainda vacinação na Feira da Vila São José, também em Brazlândia. Em Itapoã, o Carro da Vacina vai percorrer ruas do Condomínio Mandala, com atendimento itinerante. No sábado, 48 unidades básicas de saúde (UBSs) vão oferecer o serviço de vacinação. A lista completa com endereços e horários de atendimento está disponível no site da Secretaria de Saúde. Clique aqui e confira. Em todos os locais, as vacinas serão aplicadas conforme o indicado para cada faixa etária. A orientação é levar um documento de identidade e, se disponível, a caderneta de vacinação. Destaque para os grupos prioritários das vacinas contra a gripe, caso de professores, policiais, profissionais de saúde, gestantes e crianças, entre outros. As equipes estão preparadas para avaliar a situação vacinal de cada pessoa e indicar os imunizantes necessários. Não haverá vacinação no domingo (12). Já na segunda-feira (13), mais de cem salas de vacinação reabrem em horário normal de funcionamento. *Com informações da SES-DF
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Reabertas inscrições para 100 vagas no projeto Mulheres no Campo
A Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda do Distrito Federal (Sedet-DF) anuncia a reabertura do prazo de inscrições para o preenchimento de 100 vagas em cursos de qualificação profissional do projeto Mulheres no Campo. A iniciativa tem como objetivo promover um novo processo seletivo para mulheres interessadas em integrar o projeto, que busca fortalecer a capacitação profissional e ampliar oportunidades no meio rural. [LEIA_TAMBEM]As inscrições serão realizadas exclusivamente de forma eletrônica, por meio do portal oficial da Sedet-DF, entre esta segunda-feira (13) e o dia 22 deste mês. Para participar, é necessário preencher o questionário online intitulado Formulário de Inscrição – Mulheres no Campo. O projeto integra as ações do GDF voltadas à promoção da qualificação profissional e ao incentivo à autonomia econômica das mulheres, especialmente no contexto rural do Distrito Federal. Confira o edital completo do projeto. *Com informações da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda (Sedet-DF)
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Zoo divulga resultado final do processo seletivo de voluntários profissionais
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Curso gratuito de panificação e gastronomia tem 50 vagas abertas
Por meio da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda (Sedet-DF), o Governo do Distrito Federal (GDF) publicou chamamento público para o preenchimento de vagas em qualificação profissional do projeto Pró-Comunidade – Curso de Panificação e Gastronomia. Vagas ofertadas são para o segundo ciclo da formação do curso | Foto: Divulgação/Sedet-DF De acordo com o edital, estão sendo ofertadas 50 vagas para o segundo ciclo da formação, que tem como objetivo capacitar participantes para atuação na área de panificação e gastronomia, ampliando as oportunidades de inserção no mercado de trabalho. [LEIA_TAMBEM]As inscrições serão feitas exclusivamente de forma eletrônica, por meio do portal da Sedet-DF, entre os dias 13 e 22 deste mês. Para participar, basta preencher o formulário online disponível na página. A iniciativa faz parte do projeto Pró-Comunidade, que busca promover qualificação profissional gratuita à população do Distrito Federal, contribuindo para geração de renda e desenvolvimento econômico local. *Com informações da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda
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Vacinação de adultos contra a covid-19 é retomada em UBSs do DF com a chegada de 50 mil doses
A vacina contra a covid-19 para adultos voltou a ficar disponível nas unidades básicas de saúde (UBSs) do Distrito Federal, retomando a proteção dos públicos prioritários. Após um período de desabastecimento, o Ministério da Saúde (MS) enviou 50 mil doses à capital. A primeira remessa, com 20 mil doses, foi recebida pela Secretaria de Saúde (SES-DF) na última semana e distribuída. Já nessa quinta-feira (9), outras 30 mil doses chegaram para reforçar o abastecimento em diferentes regiões administrativas (RAs). Atualmente, a pasta disponibiliza mais de cem salas de vacina para atendimento à população. Confira aqui os locais onde o imunizante está disponível. “A distribuição da vacina está sendo feita de forma estratégica, conforme o perfil da população prioritária em cada região”, explica a gerente da Central Distrital de Rede de Frio da SES-DF, Tereza Luiza Pereira. Pessoas com 60 anos ou mais fazem parte do grupo prioritário e podem tomar a vacina a cada seis meses | Fotos: Jhonatan Cantarelle/Agência Saúde DF Vacinação em andamento Na UBS 1 do Cruzeiro Novo, por exemplo, o estoque foi regularizado e o atendimento segue normalmente. “Estamos com doses disponíveis e a vacinação ocorre ao longo do horário de funcionamento da unidade”, ressalta a responsável técnica da sala de vacina, Isabela Coutinho. Foi lá que a motorista de aplicativo, Eva Martins, 60, conseguiu se vacinar. “Fiz 60 anos em fevereiro, então vim hoje para tomar, já que agora faço parte do grupo prioritário”, conta. Quem também aproveitou a retomada para atualizar o cartão de vacinação foi Denise Xavier, 63. “Na semana passada, tomei a vacina contra a gripe e a de covid-19 estava em falta. Passei por aqui agora e já está disponível. É muito importante nos prevenirmos para evitar que a situação se agrave”, diz. Público-alvo A vacina contra a covid-19 faz parte do Calendário de Vacinação para idosos com 60 anos ou mais, com aplicação a cada seis meses, e para gestantes, que podem se vacinar em qualquer fase da gestação. Também é indicada para crianças de 6 meses a 4 anos, 11 meses e 29 dias, com duas ou três doses, conforme o imunizante. Distribuição da vacina contra covid-19 é feita conforme o perfil da população prioritária em cada região administrativa Já os grupos especiais a partir de 5 anos ou mais com maior vulnerabilidade ou condição que aumenta o risco para as formas graves da doença, é indicada uma dose anual ou semestral, a depender do grupo pertencente. Estão incluídos nesse público: pessoas que vivem em instituições de longa permanência, imunocomprometidas, pessoas com deficiência permanente, com comorbidades, privadas de liberdade e em situação de rua. Também fazem parte indígenas vivendo em terra indígena e fora dela, adolescentes e jovens em medidas socioeducativas, ribeirinhos, quilombolas, puérperas, trabalhadores da saúde e funcionários do sistema de privação de liberdade. Para se vacinar, é necessário apresentar documento de identidade e caderneta de vacinação. Pessoas dos grupos especiais devem levar também comprovantes da condição de saúde. Em caso de dúvidas, as equipes das salas de vacina estão disponíveis para orientar. Imunização Apesar de mitos associados à vacina contra a covid-19, a gestora da Rede de Frio do DF ressalta que o imunizante é seguro, eficaz e fundamental para a proteção da população. “Estudos analisados pela Organização Mundial da Saúde e pela Organização Pan-Americana da Saúde mostram que a vacinação foi responsável por evitar milhões de óbitos no mundo. No Brasil, após o avanço da cobertura vacinal, observou-se queda significativa nos casos graves e nas internações, mesmo com a circulação de variantes”, aponta. A profissional também alerta sobre os perigos da doença. “É importante reforçar que o risco de complicações pela covid-19 é muito maior do que qualquer risco associado à vacina. A doença pode causar síndrome respiratória aguda grave, internações prolongadas, sequelas e óbito, especialmente em grupos mais vulneráveis, como idosos, gestantes e pessoas com comorbidades.” *Com informações da SES-DF
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DF 360 integra 201 câmeras privadas ao sistema de monitoramento
A Secretaria de Segurança Pública (SSP-DF) alcançou um novo marco na consolidação do programa DF 360 – Segurança Integral. Desde o lançamento da iniciativa, no final de fevereiro, 201 câmeras privadas já foram cadastradas e integradas ao sistema unificado de monitoramento. A inclusão desses equipamentos amplia, de forma estratégica, o alcance da vigilância em todo o território do DF. Com o reforço, sistema permite análise em tempo real e acesso às informações por todas as forças de segurança | Foto: Divulgação/SSP-DF A plataforma tecnológica permite a integração, em um ambiente único e inteligente, das imagens captadas por equipamentos públicos e privados, somando-se às 1.399 câmeras já instaladas pela SSP-DF e outras 150 de órgãos públicos locais e federais, como Supremo Tribunal Federal (STF), Secretaria de Transporte e Mobilidade (Semob-DF) e Metrô-DF. “Além das imagens captadas por equipamentos instalados em áreas públicas, passamos a incorporar, de forma estratégica, câmeras privadas, o que amplia nosso alcance de vigilância e potencializa a capacidade de prevenção e resposta a ocorrências em todo o território do Distrito Federal” Alexandre Patury, secretário de Segurança Pública interino O sistema, que passa a contar com 1.750 câmeras no total, possibilita análise em tempo real e acesso compartilhado pelas forças de segurança — Polícia Militar (PMDF), Corpo de Bombeiros (CBMDF) e Polícia Civil (PCDF) —, fortalecendo a atuação coordenada e baseada em evidências. A SSP-DF preparou um vídeo que ensina o passo a passo para cadastramento da população. Para o secretário de Segurança Pública interino, Alexandre Patury, ressalta um avanço significativo na política de segurança integral: “Além das imagens captadas por equipamentos instalados em áreas públicas, passamos a incorporar, de forma estratégica, câmeras privadas, o que amplia nosso alcance de vigilância e potencializa a capacidade de prevenção e resposta a ocorrências em todo o território do Distrito Federal, juntamente de outras tecnologias, como drones, e policiamento ostensivo. Além disso, reforça nosso conceito de atuação com base na integralidade, que inclui, além dos órgãos públicos, imprensa e população”. Centrais fortalecem resposta operacional O acesso às imagens também ocorre por meio das centrais de monitoramento remoto (CMRs), que ampliam a presença do Estado e a capacidade de resposta das forças de segurança. As CMRs garantem acesso descentralizado ao sistema de videomonitoramento, permitindo maior agilidade na tomada de decisão e no despacho de equipes em campo. Paralelamente, os servidores que vão operar as centrais estão em processo contínuo de capacitação, assegurando o uso qualificado das ferramentas tecnológicas. [LEIA_TAMBEM]“As imagens chegam em tempo real às centrais, permitindo acionamentos mais rápidos e decisões mais assertivas”, descreve o subsecretário de Modernização Tecnológica, Gustavo Tarrago. “Ao mesmo tempo, seguimos com a instalação das centrais de monitoramento remoto dentro do cronograma previsto, o que vai garantir maior presença operacional e acesso descentralizado às informações pelas forças de segurança.” Tecnologia em todo o DF Com a recente instalação de câmeras na região administrativa de Água Quente, o Distrito Federal passou a contar com cobertura integral do Programa de Videomonitoramento Urbano e Rural (PVU/PVR), consolidando a presença da tecnologia em todas as regiões administrativas. Criado em 2013, o PVU/PVR é uma das principais estratégias estruturantes da SSP-DF para o fortalecimento da segurança pública, com foco na prevenção de crimes, no monitoramento de áreas vulneráveis e no apoio a investigações. O sistema opera de forma integrada entre as forças de segurança e mais de 31 órgãos e instituições dos governos local e federal, com aplicações que vão desde o controle do tráfego urbano e atendimento a emergências até ações de defesa civil. *Com informações da Secretaria de Segurança Pública
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Quatro passarelas subterrâneas do Plano Piloto passam a operar com videomonitoramento integrado
O projeto-piloto de videomonitoramento em passarelas subterrâneas do Plano Piloto já se encontra em operação: as quatro passagens contempladas nesta primeira fase — uma na Asa Norte e três na Asa Sul — estão com as câmeras em pleno funcionamento. A iniciativa, conduzida pela Secretaria de Segurança Pública (SSP-DF) em parceria com a Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil (Novacap) e a Companhia Energética de Brasília (CEB), reforça o uso estratégico da tecnologia para prevenção criminal e qualificação da segurança urbana. Cada uma das passarelas — nas quadras 103/203 Norte e, na Asa Sul, nas quadras 101/201, 103/203 e 105/205 — conta com quatro câmeras posicionadas de forma estratégica, proporcionando cobertura dos principais fluxos. Com a operação dos equipamentos, as imagens passam a ser acompanhadas em tempo real pelo Centro Integrado de Operações de Brasília (Ciob). Isso amplia a capacidade de resposta das forças de segurança e reforça a vigilância em pontos de grande circulação de pedestres. Foto: Divulgação/SSP-DF O avanço do projeto demonstra o compromisso com políticas públicas baseadas em evidências e integração institucional, como afirma o secretário de Segurança Pública interino, Alexandre Patury. “A ativação das câmeras nas quatro passarelas representa mais um passo na consolidação de uma estratégia que une tecnologia e gestão urbana para prevenir crimes e proteger o cidadão. Ao ampliar a capacidade de monitoramento em áreas estratégicas, promovemos intervenções que impactam diretamente a segurança e a qualidade de vida da população. Ou seja, essa implementação contribui para inibir práticas delituosas e fortalecer a sensação de segurança da população que utiliza diariamente esses espaços”, destaca. A medida integra um conjunto de ações do GDF voltadas à ocupação qualificada dos espaços públicos, aliando tecnologia, urbanismo e gestão integrada. O projeto também dialoga diretamente com a política de Prevenção Criminal pelo Desenho do Ambiente (Cpted), que orienta intervenções estruturais com base em evidências, reduz vulnerabilidades e promove ambientes mais seguros e organizados. [LEIA_TAMBEM]Além do monitoramento, as passarelas vêm passando por melhorias estruturais, como reforço na iluminação, manutenção e reforma dos espaços, em uma atuação coordenada. A expectativa é que, a partir dos resultados desta fase inicial, o modelo seja gradualmente expandido para outras passagens subterrâneas do Plano Piloto, consolidando o Distrito Federal como referência nacional na aplicação de soluções inovadoras e integradas na segurança pública. “O monitoramento das quatro passarelas consolida a integração desses ativos ao sistema de videomonitoramento da SSP-DF, com transmissão contínua de imagens para o Ciob e demais centros de comando. Os equipamentos foram posicionados com base em critérios técnicos de cobertura e fluxo, permitindo apoio à análise situacional e o acionamento mais ágil das equipes em campo”, conclui o subsecretário de Modernização Tecnológica, Gustavo Tarrago. *Com informações da Secretaria de Segurança Pública (SSP-DF)
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Concurso Inova AgroBrasília 2026 abre inscrições para startups no espaço de inovação da feira
A Feira de Tecnologia e Negócios AgroBrasília 2026 está com inscrições abertas para o Inova AgroBrasília, edital que seleciona startups para integrar o Ambiente de Inovação e Tecnologia (AiTec). As inscrições seguem até o dia 24 deste mês, por meio do site oficial do evento. As empresas selecionadas terão a oportunidade de expor seus projetos durante a AgroBrasília, compondo a programação do AiTec, espaço dedicado à apresentação de soluções inovadoras voltadas ao setor agropecuário e que reúne iniciativas com potencial de impacto direto no campo. Arte: FAPDF Ambiente de inovação no agro Com incentivo da Fundação de Apoio à Pesquisa do Distrito Federal (FAPDF), o AiTec é um espaço colaborativo e inclusivo da AgroBrasília, criado para impulsionar o desenvolvimento e a difusão de tecnologias aplicadas ao agronegócio. A proposta é fortalecer a produtividade no campo, incentivar práticas sustentáveis e ampliar a competitividade do setor, por meio da integração entre diferentes atores da cadeia produtiva. As startups selecionadas terão acesso a um ambiente estratégico de networking, com possibilidade de estabelecer parcerias, atrair investimentos e ampliar sua inserção no mercado Inserido na programação da feira, o ambiente funciona como um ecossistema de inovação, conectando produtores rurais de diferentes portes, startups, universidades, centros de pesquisa, investidores e o setor público, além de estimular a troca de conhecimentos e a adoção de novas tecnologias. Soluções inovadoras A seleção de startups no Inova AgroBrasília tem como foco reconhecer iniciativas capazes de responder a demandas concretas do setor agropecuário. As propostas devem apresentar soluções inovadoras, com potencial de aplicação prática e impacto positivo, especialmente em temas relacionados à sustentabilidade, eficiência produtiva e transformação digital. A iniciativa também busca estimular o intercâmbio de experiências, o benchmarking (troca de boas práticas do setor) e a disseminação de conhecimento, contribuindo para acelerar a adoção de novas tecnologias no campo. [LEIA_TAMBEM]Além da exposição durante a AgroBrasília 2026, as startups selecionadas terão acesso a um ambiente estratégico de networking, com possibilidade de estabelecer parcerias, atrair investimentos e ampliar sua inserção no mercado. A iniciativa é realizada pela Cooperativa Agropecuária da Região do Distrito Federal (Coopa-DF), com organização do Core Inovação e coordenação da Vincere Eventos. A AgroBrasília ocorre entre 19 e 23 de maio, no Parque Tecnológico Ivaldo Cenci (PAD-DF). Clique aqui e acesse o edital no site oficial. *Com informações da Fundação de Apoio à Pesquisa do Distrito Federal (FAPDF)
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Café com Projetos reúne 300 participantes para debater metodologias de gestão no DF
Expandir a cultura de gerenciamento de projetos dentro do Distrito Federal, trocar experiências e disseminar boas práticas aplicadas à realidade do setor público. Esses foram os objetivos do Café com Projetos, evento promovido nesta quinta-feira (9) pela Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF) em parceria com o Project Management Institute (PMI-DF), no auditório do Sedes Colab, na 515 Norte. Encontro reuniu representantes de órgãos do GDF e da iniciativa privada, além de especialistas na área de gestão de projetos | Foto: Divulgação/Sedes-DF Cerca de 300 pessoas participaram do encontro, entre servidores de órgãos do Governo do Distrito Federal (GDF), da iniciativa privada e especialistas da área — convidados para conduzir a palestra “Gestão de Projetos na Prática”, que apresentou os conceitos fundamentais e exemplos, e o painel “Tecnologia e IA na Gestão de Projetos”, que discutiu o uso da inteligência artificial e os impactos na gestão de projetos. “Entendemos que é importante a Sedes promover eventos como esse para que os nossos servidores se empoderem e conheçam práticas inovadoras de gestão que podem ser aplicadas para qualificar o atendimento ao público, o planejamento de ações e a tomada de decisão” Jackeline Canhedo, secretária de Desenvolvimento Social em exercício “Na etapa de iniciação, as ferramentas de inteligência artificial podem colaborar no planejamento, no desenvolvimento, por exemplo, de um plano de comunicação, de um cronograma, de uma estrutura analítica de projetos: é a automação, utilizando a IA, para tomada de decisão baseada em dados”, explica o presidente do PMI-DF, Matheus Rocha. “A prática que os palestrantes trouxeram mostra que os desafios vão existir, mas que há possibilidade de gestão para fazer boas entregas nos projetos.” Eficiência ampliada A gestão de projetos utiliza ferramentas tecnológicas para otimizar fluxos de trabalho e aumentar a eficiência e eficácia dos processos dentro de uma empresa ou órgão público, com resultados mais consistentes. “Entendemos que é importante a Sedes promover eventos como esse para que os nossos servidores se empoderem e conheçam práticas inovadoras de gestão que podem ser aplicadas para qualificar o atendimento ao público, o planejamento de ações e a tomada de decisão”, ressalta a secretária de Desenvolvimento Social em exercício, Jackeline Canhedo. O subsecretário de Governança, Inovação e Educação Permanente, Rodrigo Freitas, reforça: “Esse tipo de evento garante troca de experiências e apresenta propostas de uso da inteligência artificial no setor público, com aplicação de conceitos e metodologias de projetos que enriquecem a política pública de assistência social”. Gestão de projetos [LEIA_TAMBEM]O projeto é um esforço temporário — com início, meio e fim — para entregar um produto, serviço ou resultado que a organização precisa. A gestão de projetos garante que esse resultado ocorra de forma planejada, estruturada para agregar o valor que o negócio precisa. A partir do planejamento, fundamental para o sucesso do projeto, cria-se uma estrutura que será trabalhada e definem-se quais são as atividades e o que é preciso fazer para cumprir essas metas. “As ferramentas apoiam o time do projeto a ter essa visibilidade do que precisa ser feito e quando precisa ser realizado”, aponta Matheus Rocha. “Com a gestão desse projeto, é possível acompanhar quando tem um risco que pode atrapalhar a entrega, ter um replanejamento de datas para cumprir o cronograma. Essas ferramentas ajudam o gerente de projetos a ter essa previsibilidade do que vai ser entregue, se há riscos, para que, se tiver ameaças, ele tenha condições de agir previamente e garantir que não haja prejuízo. Entre as ferramentas mais conhecidas estão o MS Project, Monday.com, ClickUp, Kanban e o Trello, que é muito utilizado pela simplicidade.” *Com informações da Secretaria de Desenvolvimento Social
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🚨🎥DF 360 integra 201 câmeras privadas ao sistema de monitoramento
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Arte e cultura urbana movimentam Ceilândia com ações de combate ao bullying entre jovens
As unidades dos CEUs das Artes e Praças dos Direitos de Ceilândia Norte recebem, no dia 16 deste mês, uma nova edição do Ritmo da Comunidade — Vibe de Respeito, com apresentações culturais voltadas a crianças e jovens de 10 a 18 anos. A ação faz parte do projeto CEU das Artes e Praças dos Direitos em Movimento, realizado pela Sejus-DF em parceria com o Instituto Idecace. A partir das 15h, nas unidades da QNM 28 e da QNR 02, o público poderá acompanhar uma programação que reúne rap, danças urbanas e teatro, com participação de artistas locais e alunos do projeto. A proposta é transformar o espaço em um ambiente de troca, expressão e protagonismo juvenil. A iniciativa posiciona a arte como aliada no enfrentamento ao bullying e à violência nas escolas. Realizada em abril, a ação dialoga com o Dia Nacional de Combate ao Bullying e à Violência na Escola, incorporando o tema às apresentações de forma prática e próxima da realidade dos jovens. “Ações como essa mostram que a arte vai muito além do entretenimento: ela se torna uma ferramenta poderosa de transformação social. Ao oferecer aos jovens espaços de expressão e pertencimento, o evento contribui para fortalecer a autoestima, incentivar o respeito às diferenças e construir relações mais saudáveis dentro e fora da escola”, afirmou Jaime Santana, titular interino da Secretaria de Justiça e Cidadania (Sejus-DF). “O projeto mostra que, quando o jovem encontra espaço para se expressar, ele também descobre formas mais saudáveis de se relacionar. A arte aproxima, cria pertencimento e ajuda a transformar realidades muitas vezes marcadas pelo silêncio”, afirma Wilson Cardoso, presidente do Instituto Idecace. A iniciativa posiciona a arte como aliada no enfrentamento ao bullying e à violência nas escolas | Foto: Divulgação/Sejus-DF A proposta segue a metodologia do programa DNA do Brasil, alinhada à Base Nacional Comum Curricular (BNCC), que utiliza a arte e o esporte como ferramentas de desenvolvimento integral, estimulando habilidades socioemocionais, senso de pertencimento e construção de identidade entre os participantes. Nesse contexto, a arte se torna um instrumento de escuta, expressão e transformação social. “Além de ampliar o acesso à cultura, a iniciativa fortalece a autoestima dos jovens e valoriza a produção artística local, incentivando novas formas de convivência dentro e fora da escola”, acrescenta Cardoso. As unidades dos CEUs das Artes e Praças dos Direitos são órgãos coordenados pela Secretaria de Justiça e Cidadania (Sejus-DF). Serviço Ritmo da Comunidade — Vibe de Respeito → Local: Ceilândia Norte — QNM 28 e QNR 02 → Data: dia 16 deste mês → Horário: 15h → Entrada gratuita → Mais informações neste link. *Com informações da Secretaria de Justiça e Cidadania (Sejus-DF)
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Hospital de Base cria estratégia para garantir continuidade de tratamento de doença rara
Fátima Xavier viveu a maior parte da vida com dores abdominais, lesões na pele, lapsos de memória e episódios de pancreatite, mas sem nunca ter tido um diagnóstico para o que sentia. “Fui para vários hospitais particulares, fiz vários exames e nada”, relembra. Foi então que, depois de 48 anos, em 2017, ela se tornou paciente do Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF), unidade administrada pelo Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF), e finalmente conseguiu uma resposta para o mistério. Ao descobrir a síndrome de quilomicronemia familiar, Fátima Xavier sentiu um misto de alívio, por ter tido o diagnóstico conhecido, e desespero, pelo fato de a doença ser incurável | Foto: Divulgação/IgesDF A paciente foi diagnosticada com síndrome de quilomicronemia familiar (SQF), doença genética rara, sem cura e que compromete o metabolismo das gorduras no organismo. Ela começou, então, a controlar os sintomas com o único medicamento disponível no mundo para o seu caso. Mas teve que interromper o uso após desenvolver uma reação. A cardiologista do Hospital de Base, Ana Claudia Cavalcante Nogueira, explica que a doença impede o corpo de processar adequadamente os lipídios, um tipo de gordura. “Quando a gente come gordura, existe uma enzima responsável por tirar essa gordura do sangue e jogar para dentro da célula, chamada de lipase lipoproteica. A Fátima tem uma mutação que faz essa enzima não funcionar, então tudo que ela come de gordura não é absorvido e fica na corrente sanguínea”, detalha. O acúmulo dessas substâncias pode provocar crises graves de pancreatite, condição que pode levar à morte. Fátima relata que já chegou a ter níveis de gordura no sangue até 60 vezes acima do normal. “Eu senti alívio ao receber o diagnóstico porque passei a saber do que se tratava. Mas senti desespero ao mesmo tempo por saber que não tinha cura. Quando descobri como era o tratamento, foi outra grande preocupação. Já imaginei toda a batalha que teria pela frente”, afirma. R$ 130 mil Custo aproximado de uma dose do tratamento de SQF Por se tratar de uma doença extremamente rara, existe apenas uma opção terapêutica disponível no Brasil, com custo aproximado de R$ 130 mil por dose. A medicação precisa ser administrada a cada duas semanas para manter os níveis de gordura sob controle e evitar complicações. Após decisão judicial, a paciente passou a receber o medicamento pelo Ministério da Saúde, em 2022. O que parecia ser um avanço decisivo, no entanto, trouxe um novo obstáculo. Estratégia para manter o tratamento Desde as primeiras aplicações, ela apresentou reações adversas, como coceira, vermelhidão no local da aplicação e cansaço intenso no dia seguinte. O quadro evoluiu até episódios mais graves, com calafrios, febre e tremores durante a madrugada. Diante da recorrência dos sintomas, a reação foi confirmada e o uso do medicamento precisou ser interrompido. “Eu lutei tanto para conseguir esse remédio, e aí tive essa reação. Me bateu um grande desespero, eu não sabia o que ia fazer”, relata Fátima. Depois de muito estudo, a equipe do HBDF criou um protocolo de ação para garantir que Fátima pudesse tomar o remédio sem apresentar reações arlégicas | Foto: Tony Oliveira/Agência Brasília Diante de um caso raro e sem precedentes no país, a equipe do HBDF, após estudos, estruturou um plano de dessensibilização, técnica que reduz a reação do organismo ao medicamento, para permitir que o corpo da paciente se adapte gradualmente à substância. O protocolo consiste na aplicação fracionada do remédio, em doses progressivas e sob monitoramento rigoroso. “Nós dividimos o remédio em quantidades pequenas, e vamos administrando de pouco em pouco para ver como a paciente reage, tentando fazer com que o organismo dela se acostume com a medicação”, explica a médica. Fátima já passou por duas sessões seguindo o novo protocolo, com resultados positivos. Até o momento, apresentou apenas uma leve vermelhidão no rosto, reação considerada uma resposta controlada. A expectativa é que o processo seja concluído em cerca de seis meses, permitindo o retorno ao esquema convencional de uso. A condução do caso envolveu uma força-tarefa de profissionais de diferentes áreas, com apoio de especialistas de outros estados, garantindo segurança clínica e ampliando o conhecimento sobre a doença. “O sucesso deste protocolo trará benefícios não somente para Fátima, mas para todas as pessoas que venham a desenvolver alergia a essa medicação” Ana Claudia Cavalcante Nogueira, cardiologista “O sucesso deste protocolo trará benefícios não somente para Fátima, mas para todas as pessoas que venham a desenvolver alergia a essa medicação. O conhecimento gerado com o que estamos fazendo aqui terá repercussão não somente no Brasil, mas em todo o mundo”, destaca Ana Claudia. A paciente, que realiza todo o acompanhamento pelo Sistema Único de Saúde (SUS), reforça a importância da continuidade do cuidado. “Essa dessensibilização é para garantir a minha vida, já que, sem a medicação, eu posso ter uma pancreatite fatal”. Segundo o presidente do IgesDF, Cleber Monteiro, o caso reforça a capacidade do Hospital de Base de conduzir situações de alta complexidade com segurança e inovação, evidenciando o compromisso do instituto com a qualidade da assistência prestada à população. “Mostramos a capacidade técnica e o compromisso das nossas equipes em buscar soluções mesmo diante de situações raras e complexas. No IgesDF, o paciente está no centro do cuidado, e isso significa não medir esforços para garantir a continuidade do tratamento com segurança e qualidade”, conclui. *Com informações do IgesDF
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Governadora Celina Leão cria Secretaria de Governança Digital e Integração
O Governo do Distrito Federal deu um passo na modernização dos serviços públicos com a criação da Secretaria de Governança Digital e Integração, que será responsável pela área de tecnologia e inovação do governo. A criação da pasta foi assinada pela governadora Celina Leão, por meio do Decreto nº 48.467 publicado nesta sexta-feira (10), no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF). Clemilton Oliveira Rodrigues Junior vai comandar a nova Secretaria de Governança Digital e Integração | Foto: Arquivo pessoal “Estou desmembrando a Setic [Secretaria Executiva de Tecnologia da Informação e Comunicação] para criar a Secretaria de Governança Digital e Integração. A ideia é, por meio dela, disponibilizar ferramentas de gestão para todo o GDF e, então, não ter sistemas sobrepostos. A partir de agora, estamos todos integrados em um governo que vai ser 100% digital”, explicou a chefe do Executivo. [LEIA_TAMBEM]Para comandar a nova pasta, foi nomeado Clemilton Oliveira Rodrigues Junior. Segundo o governo, a expectativa é tornar os serviços públicos mais rápidos, integrados e fáceis de acessar. “Nos próximos meses, teremos muito trabalho. Queremos implementar um sistema em que o cidadão terá acesso a todas as suas informações em um só lugar. A pessoa vai abrir, colocar o CPF e a biometria e terá acesso às consultas marcadas, às bolsas que recebe, à frequência das crianças na escola e aos prontuários disponíveis, por exemplo”, esclareceu Celina Leão. Com a mudança, a antiga Secretaria Executiva de Tecnologia da Informação e Comunicação, que fazia parte da Secretaria de Economia, foi extinta.
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Distrito Federal lidera o país em leitos de terapia intensiva e médicos intensivistas
O Distrito Federal lidera o país na oferta proporcional de leitos de terapia intensiva e na densidade de médicos intensivistas. Levantamento da Associação de Medicina Intensiva Brasileira (Amib) mostra que o DF tem 76,68 leitos de terapia intensiva para cada 100 mil habitantes, mais que o dobro da média brasileira. No mesmo estudo, a unidade da Federação aparece com 14,06 médicos intensivistas por 100 mil habitantes, o maior índice do país. O desempenho está ligado à expansão dos leitos próprios e ao apoio de vagas credenciadas na rede privada, que reforçam a retaguarda da assistência aos casos graves. O DF lidera o país na oferta proporcional de leitos de terapia intensiva e na densidade de médicos intensivistas | Fotos: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília De acordo com a subsecretária de Atenção à Saúde, Raquel Mesquita, o resultado acompanha a ampliação da capacidade assistencial da rede nos últimos cinco anos. Segundo ela, o DF ampliou em 83% os leitos de UTI adulto e em 52% os de UTI pediátrica. “Não são só os leitos: também lideramos em médicos intensivistas”, afirma. Na pediatria, esse reforço ganha peso no período de maior circulação de vírus respiratórios. Segundo a Secretaria de Saúde, o DF adota medidas específicas entre março e julho para enfrentar o aumento das infecções respiratórias em crianças, com planejamento antecipado, monitoramento e reforço da capacidade de resposta da rede. Raquel Mesquita afirma que a estrutura pediátrica foi ampliada para absorver essa pressão. “Esse quantitativo a mais vem para garantir a assistência justamente no período de maior pressão sobre os leitos pediátricos”, diz. A subsecretária também destaca a importância da vacinação contra a influenza e da imunização materna para reduzir quadros graves entre crianças pequenas. Impacto na rotina dos hospitais Na rotina dos hospitais, a percepção de quem atua nas unidades ajuda a mostrar como essa rede funciona no dia a dia. Médico intensivista no Hospital Regional de Santa Maria (HRSM), Diogo Tobias diz que a diferença do DF em relação a outros estados aparece no funcionamento do hospital e da regulação. “Sou do Rio de Janeiro, e este é o terceiro estado em que trabalho no serviço público, depois do Rio e do Pará. A primeira impressão foi que eu não estava diante de um hospital público nos moldes a que eu estava acostumado”, relata. No HRSM, a estrutura ganhou reforço em dezembro de 2025. O hospital adquiriu um novo tomógrafo, com capacidade para realizar entre 180 e 200 exames por dia, medida que, segundo o IgesDF, deve reduzir filas, agilizar diagnósticos e favorecer decisões clínicas mais rápidas. Diogo Tobias afirma que esse suporte faz diferença na rotina da terapia intensiva. “A rede de regulação realmente funciona. Não tem como passar à frente sem seguir a fila. É uma questão de organização e idoneidade. O paciente que entra pela porta e precisa de UTI vai conseguir”, diz. Sobre a estrutura do HRSM, acrescenta: “Hoje temos um segundo aparelho de tomografia, novo, e isso se traduz na UTI. A fila para a tomografia é muito pequena”. Outro exemplo vem do Hospital de Base, onde o aposentado Irineu José Dewes ficou internado após sofrer um infarto. Segundo a filha dele, a fisioterapeuta Raquel Schmidt Dewes, a rapidez do atendimento foi decisiva. “Meu pai estava em um estado muito crítico, e, se não fosse esse atendimento, toda a equipe hospitalar, ele teria corrido risco de vida”, relata. Raquel conta que o pai foi recebido pela equipe da hemodinâmica, passou rapidamente por cateterismo com colocação de stent e, em seguida, foi encaminhado à UTI. Para ela, o que mais chamou a atenção foi a atuação integrada dos profissionais. “É uma equipe muito bem-estruturada, com fisioterapeutas, terapeutas ocupacionais, assistentes sociais, médicos, técnicos de enfermagem e nutrição. O que mais me impressionou foi o acolhimento e a multidisciplinaridade de profissionais durante todo o dia, acompanhando o paciente”, afirma Ela também destaca a segurança passada à família durante a internação. “Apesar da grande demanda, eles conseguem acolher o paciente de forma eficaz, segura e, mais importante, empática. A família fica do lado de fora sofrendo, querendo informações, mas sabe que está tranquila porque o paciente está bem-assistido, com bons profissionais”, diz. Sobre a UTI, completa: “Ela é bem-equipada, com monitores que acompanham o paciente e com cama elétrica, o que ajuda na segurança”. “A rede de regulação realmente funciona. Não tem como passar à frente sem seguir a fila. É uma questão de organização e idoneidade. O paciente que entra pela porta e precisa de UTI vai conseguir” Diogo Tobias, médico intensivista do HRSM Após oito dias internado, Irineu recebeu alta. “Fui bem-atendido. Ótimos profissionais”, resume. Para outras famílias, o efeito dessa rede também aparece no cuidado de longo prazo. Dona de casa, Jamile Eduarda de Sousa Rosa, 25 anos, acompanhou o filho Miguel, hoje com oito meses, durante quase quatro meses de internação no HRSM. Nascido prematuro, com 23 semanas, ele ficou três meses e 11 dias na UTI, além de mais 20 dias em unidade intermediária neonatal. “Se não fosse por eles, meu filho nem estaria vivo”, diz Jamile. “A estrutura é muito preparada, os equipamentos são muito bons e a equipe é muito bem-treinada.” Jamile afirma que o cuidado não se limitou ao bebê. “Foi tudo ótimo, tanto para o neném quanto para mim. Tive muita ajuda, e cuidaram muito bem do meu filho. Até hoje cuidam”, conta. Segundo ela, a estrutura oferecida ao acompanhante também fez diferença durante a internação. “Tive cama, alimentação e apoio. Como era meu primeiro filho e ele nasceu prematuro, era tudo muito novo. Ver hoje tudo o que ele passou e o que superou é só gratidão”.
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Agricultura familiar ganha espaço na rede pública de ensino e movimenta, no DF, quase R$ 184 milhões
O Governo do Distrito Federal (GDF) movimentou R$ 183,9 milhões na compra de alimentos da agricultura familiar entre 2019 e 2025. Ao todo, quase 10 mil produtores participaram das aquisições, que abastecem principalmente a rede pública de ensino e ações de segurança alimentar. A política é executada por diversos programas, com destaque para o Programa Nacional de Alimentação Escolar (Pnae), responsável pela maior parte dos recursos. Somente pelo Pnae, foram R$ 125 milhões investidos no período, com crescimento contínuo a partir de 2022. O volume é reforçado por aportes locais, que chegam a superar em até sete vezes os repasses federais em alguns anos. O aumento da demanda tem ampliado a participação de produtores e incentivado a diversificação da produção. Embora seja uma política federal, o Pnae no Distrito Federal tem forte complementação de recursos locais. Em 2025, por exemplo, o repasse da União foi de R$ 32,4 milhões, enquanto o GDF investiu R$ 189,1 milhões. Em 2024, a lógica se repetiu: R$ 62,7 milhões vieram do governo federal, frente a R$ 112,4 milhões de recursos distritais. Na prática, isso evidencia a prioridade orçamentária dada à alimentação escolar e amplia significativamente a capacidade de compra de alimentos da agricultura familiar. Outras iniciativas também contribuem para o fortalecimento do setor. O Programa de Aquisição da Produção da Agricultura do Distrito Federal (Papa-DF) movimentou R$ 44 milhões e adquiriu mais de 9,6 milhões de quilos de alimentos, com a participação de mais de 3,3 mil agricultores. Já o Programa de Aquisição de Alimentos (PAA/TA) somou R$ 14,8 milhões e envolveu 2,2 mil produtores, com destaque para os produtos orgânicos, que representaram cerca de 39,4% do valor total. Além de hortifrútis, as compras públicas passaram a incluir itens com maior valor agregado, como lácteos, mel e pescado | Foto: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília No caso do Papa-DF e do Pnae, a comercialização ocorre principalmente por meio de associações e cooperativas, o que fortalece a organização coletiva e amplia a capacidade de atendimento às demandas públicas. Já no PAA/TA, as compras são feitas diretamente com os produtores, permitindo maior inclusão de agricultores que ainda não estão vinculados a organizações formais. As aquisições são articuladas pela Secretaria de Agricultura, Abastecimento e Desenvolvimento Rural (Seagri-DF), com participação direta de órgãos como a Secretaria de Educação, responsável pela alimentação escolar, e a Secretaria de Desenvolvimento Social, que direciona os alimentos para programas de segurança alimentar e assistência social. Outros equipamentos públicos também podem ser atendidos, como o Zoológico de Brasília. O secretário de Agricultura, Rafael Bueno, afirmou que os programas de compras governamentais são estratégicos para dar estabilidade à agricultura familiar no DF. Segundo ele, a política reduz os impactos das oscilações de mercado, garante previsibilidade de renda e permite planejamento da produção, além de viabilizar investimentos e ampliar a competitividade dos produtores quando parte da produção é destinada aos mercados tradicionais, seja atacadista ou varejista. “Os programas de compra governamental são fundamentais e têm impulsionado a agropecuária no Distrito Federal, em especial a familiar. Por um lado, há o ganho do produtor familiar, por outro, há um alimento de qualidade produzido no DF e fornecido às comunidades locais”, declarou o chefe da pasta. Embora seja uma política federal, o Pnae no Distrito Federal tem forte complementação de recursos locais. Em 2025, por exemplo, o repasse da União foi de R$ 32,4 milhões, enquanto o GDF investiu R$ 189,1 milhões | Foto: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília Além de hortifrutis, as compras públicas passaram a incluir itens com maior valor agregado, como lácteos, mel e pescado. A inclusão desses produtos amplia as cadeias produtivas atendidas e gera novas oportunidades de renda no campo. A previsão é de ampliação desse mercado, com aquisição mensal de filé de tilápia a partir de 2026. A mudança na prática Na Comunidade da Lagoinha, localizada no Núcleo Rural Rio Preto, em Planaltina, o produtor Ivan Engler, 49, acompanhou de perto essa transformação. Há mais de quatro décadas na atividade rural, ele fornece alimentos para a merenda escolar desde 2012 e hoje entrega cerca de 10 toneladas de hortifrútis, como cenoura, beterraba, mandioca, banana e tangerina. Bases alimentares como flocão, feijão e milho também saem da pequena propriedade para as salas de aula. Segundo o produtor, o acesso aos programas públicos trouxe estabilidade financeira e reduziu a dependência de intermediários. Ele também destaca o apoio técnico e estrutural recebido, que permitiu ampliar a produção e diversificar as atividades na propriedade, incluindo a criação de peixes. “O Pnae mudou nossa realidade. O mais importante é a segurança, saber que tenho uma venda garantida toda semana, com preço justo, e que faz com que cerca de 50% da minha renda já esteja assegurada. Antes, a gente dependia de intermediários comerciais e não tinha controle sobre o valor da produção. Hoje, conseguimos planejar, investir e crescer”, afirma. Além disso, o produtor ressalta a qualidade dos produtos colhidos e entregues frescos nas escolas. “A gente capricha porque sabe que são os nossos filhos que estão consumindo. Esse programa também ajudou a organizar os produtores, fortalecer cooperativas e mostrar que a agricultura familiar tem capacidade de atender grandes demandas com qualidade e profissionalismo”, observa. As mudanças no perfil das compras públicas também impactaram a organização do setor. O aumento da demanda incentivou a criação e fortalecimento de cooperativas, ampliando a capacidade dos produtores de atender contratos e acessar novos mercados. Com alimentos colhidos e distribuídos em curto intervalo de tempo, a produção local garante maior frescor e qualidade aos produtos entregues nas escolas, devido à proximidade entre campo e consumo. Esse modelo também reduz perdas logísticas, estimula a produção regional e mantém a renda circulando dentro do próprio Distrito Federal, fortalecendo a economia rural.
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GDF na Sua Porta, no Paranoá, começa segunda-feira (13) e vai até o dia 17
O Governo do Distrito Federal (GDF) avança na organização de mais uma edição do programa GDF na Sua Porta. A segunda rodada da iniciativa ocorre entre os dias 13 e 17 deste mês, no Paranoá, ao lado da administração regional. “Quando o programa GDF na Sua Porta passa, a cidade é transformada. A gente reúne todas as secretarias, levanta as demandas e executa tudo de forma unificada, poupando tempo e dando respostas mais rápidas para a população”, afirma a governadora Celina Leão. Governadora Celina Leão reúne gestores do Governo do Distrito Federal para tratar da organização do GDF na Sua Porta, edição Paranoá | Fotos: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília No mês passado, o GDF lançou a primeira edição do programa no Itapoã. A ação levou um gabinete móvel e diversos serviços públicos à região. Durante cerca de 15 dias, o governo realizou atendimentos, ouviu a população e levantou as principais demandas locais. Como resultado, foram assinados 18 documentos, sendo 15 ordens de serviço para obras de zeladoria e infraestrutura, como construção de calçadas, reforma de espaços comunitários, melhorias na iluminação pública e intervenções viárias. Durante a ação, o governo também autorizou duas ordens de serviço voltadas ao transporte público, com a implantação e substituição de 22 abrigos de passageiros e a ampliação de duas linhas de ônibus no Itapoã. Celina Leão: "Quando o programa GDF na Sua Porta passa, a cidade é transformada. A gente reúne todas as secretarias, levanta as demandas e executa tudo de forma unificada, poupando tempo e dando respostas mais rápidas para a população" GDF na Sua Porta O programa reúne diversas secretarias e órgãos do Governo do Distrito Federal, como as pastas de Governo, Economia, Justiça e Cidadania, Saúde, Desenvolvimento Social, Mobilidade e Transporte, Segurança Pública, Meio Ambiente, Proteção Animal e Obras e Infraestrutura. Participam ainda órgãos como DF Legal, Detran-DF, DER, SLU, Novacap, Terracap, Procon-DF, Controladoria-Geral e as administrações regionais. [LEIA_TAMBEM]Também integram a iniciativa as forças de segurança, como as polícias Civil e Militar e o Corpo de Bombeiros, bem como a Defensoria Pública do DF e demais entidades públicas envolvidas, conforme a área de atuação. A coordenação do programa fica a cargo da Secretaria de Governo, por meio da Secretaria Executiva das Cidades. Todos os órgãos participantes vão disponibilizar equipes técnicas no local, com autonomia e capacidade para atender demandas e efetuar encaminhamentos imediatos.
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Acidentes com lagartas podem ocasionar danos graves e até mortes
Há quem as chame de lagarta-de-fogo, taturana e mandruvá, mas há diferenças entre cada um desses insetos. Nesta fase larval de mariposas, comum durante o período de chuvas, existe uma semelhança importante: a presença de pelos (cerdas) é sinal de perigo e pode causar muitos danos. Informar-se sobre esses riscos é importante para prevenir os acidentes e para contribuir com o trabalho da Diretoria de Vigilância Ambiental (Dival) da Secretaria de Saúde (SES-DF). De acordo com o biólogo Israel Moreira, que atua na área, o Distrito Federal é um local com muita incidência desses tipos de lagartas. As chamadas lagartas-de-fogo não costumam ser encontradas dentro de casas, mas é bom prestar atenção ao encostar em troncos ou cipós, por exemplo | Foto: Arquivo/Agência Brasília “Embora não tenhamos muitos registros de acidentes, até mesmo pela peculiaridade do animal, que não vive dentro das casas, é importante contarmos com o apoio da população para que sejam feitas coletas do inseto, pois servem à produção de antídoto”, explica. O Brasil é o único país produtor do Soro Antilonômico (SALon), específico para o tratamento dos envenenamentos causados por lagartas Lonomia. Espécies Existem lagartas cujas cerdas longas e sedosas lembram cachorrinhos peludos e, por isso mesmo, são chamadas de lagartas-cachorrinho. Apesar da aparência fofa, escondem "espinhos" urticantes que, em contato com a pele, liberam um veneno que pode provocar reações severas, como inchaços, vermelhidão, dor e sensação de queimação. Arte: SES-DF Há, ainda, as lagartas com cerdas ramificadas, como pequenas árvores pinheiros. Essas são todas venenosas. Nesse grupo, encontra-se também a lagarta do gênero Lonomia, de maior relevância para a saúde pública. A inoculação do seu veneno em pessoas pode ocasionar acidentes graves com hemorragias e até óbitos. Acidentes As primeiras ocorrências de lagartas Lonomia no DF foram registradas em diferentes regiões administrativas no ano de 2018. Em 2024, de acordo com o boletim epidemiológico dos acidentes causados por animais peçonhentos, os registros somam 1% de todas as mais de quatro mil ocorrências. Em apenas três desses acidentes, houve a necessidade de soroterapia. Os acidentes com lagartas ocorrem pelo contato do indivíduo com o animal, que geralmente ocupa árvores ou vegetação próxima. Ao coletar frutas no pomar, encostar-se em troncos para descansar ou realizar quaisquer outras atividades em ambiente silvestre, é recomendado observar bem o local, os gravetos e as folhas antes de manuseá-las. O uso de luvas ajuda a minimizar os riscos de acidente. "As lagartas que não oferecem risco precisam permanecer no meio ambiente. Elas cumprem um papel fundamental no equilíbrio ecológico" Israel Moreira, biólogo Riscos a seres humanos As demais fases de mariposas e borboletas (pupa, ovo e adulto), de modo geral, são inofensivas aos seres humanos. A Dival não aplica inseticida para o controle do inseto; sua atuação se dá pelo recolhimento dos tipos perigosos. “As lagartas que não oferecem risco precisam permanecer no meio ambiente. Elas cumprem um papel fundamental no equilíbrio ecológico”, alerta o biólogo Israel Moreira. Para a identificação de qualquer espécie, é de suma importância entrar em contato com algum dos núcleos regionais de Vigilância Ambiental em Saúde. Em caso de acidente, o paciente deve ser levado ao serviço de saúde mais próximo, além de acionar o Centro de Informação e Assistência Toxicológica (CIATox). *Com informações da Secretaria de Saúde (SES-DF)
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Afastamento Remunerado para Estudos – Resultado Preliminar Documental
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Recapeamento da Avenida Del Lago melhora mobilidade no Itapoã
Há 18 anos, Michael Santini trabalha em um supermercado na Avenida Del Lago, no Itapoã, e vê no novo pavimento uma oportunidade de crescimento para o comércio da região. “É um asfalto de boa qualidade que traz mais mobilidade para a cidade. Quem vem de fora vai conseguir chegar com mais comodidade. Isso ajuda muito o comércio. A gente espera vender mais, ter mais clientes e gerar mais empregos”, acredita o comerciante. A obra de recapeamento é feita em um trecho de 1 km, a partir da DF-001. De acordo com o diretor-presidente da Novacap, Fernando Leite, o cronograma segue em ritmo acelerado para garantir a conclusão dentro do prazo estabelecido. Nesta semana, começou a aplicação da segunda capa, etapa que deixa o pavimento mais resistente e durável. "Já avançamos 25% da obra e, nesta semana, iniciamos a aplicação da segunda camada asfáltica nos primeiros 500 metros. Nossa meta é concluir todo o cronograma até o início de maio, entregando um asfalto de alta qualidade que suportará o fluxo intenso e melhorará a vida de quem circula pelo Itapoã diariamente", destaca. A obra de recapeamento é feita em um trecho de 1 km, a partir da DF-001 | Foto: Joel Rodrigues/Agência Brasília Com investimento de R$ 3,4 milhões, a obra é executada pela empresa Hytec. A iniciativa busca melhorar as condições de tráfego, aumentar a segurança viária e proporcionar mais conforto para motoristas e pedestres que utilizam a via. Segundo o administrador do Itapoã, Dilson Bulhões, obra ainda inclui reformas na sinalização da via. “Vamos ter uma avenida totalmente revitalizada, com sinalização adequada, lombadas dentro das normas de trânsito e faixas de pedestres renovadas”, ressalta. A obra atende a uma demanda antiga da população por reformas na via. Leonilson Andrade mora no Itapoã desde 2009 e conta que há cerca de três anos chegou a quebrar o carro ao passar pela Avenida Del Lago. Com o novo asfalto, ele diz que a realidade é outra. “Eu já quebrei a balança do carro aqui. Tive que ir arrastando até o mecânico. Agora muda tudo. A gente passa com mais segurança e sem esse tipo de preocupação. Essa avenida é muito importante para o Itapoã. Com ela bem arrumada, vai atrair mais pessoas e melhorar a vida de quem mora aqui”, completa.
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Do acolhimento ao benefício: como acessar programas sociais no DF
Antes de conseguir organizar a própria vida, a dona de casa Mariana Burcos, de 42 anos, precisou romper com um ciclo de violência doméstica enquanto buscava apoio para cuidar do filho com transtorno do espectro autista. Foi nesse caminho que ela encontrou, na rede de assistência social do Distrito Federal, mais do que benefícios: acolhimento, orientação e a chance de recomeçar. Hoje, atendida por diferentes programas do GDF, ela vê no suporte recebido a possibilidade de garantir estabilidade para a família. Atualmente, Mariana é atendida por programas como o Cartão Prato Cheio, benefícios voltados a pessoas com deficiência e o auxílio-aluguel. Ao buscar apoio para o filho, ela foi encaminhada a diferentes serviços, fez o Cadastro Único e teve acesso a benefícios como o Benefício de Prestação Continuada (BPC/Loas). “Eu estava em uma situação difícil, sem rede de apoio, e aqui encontrei orientação, paciência e humanidade. Isso fez toda a diferença para recomeçar. Não foram só os benefícios, mas também o apoio para reorganizar a minha vida”, conta. No Centro de Referência de Assistência Social (Cras), é possível fazer inscrição no Cadastro Único | Fotos: Matheus Borges/Agência Brasília Histórias como a de Mariana se repetem entre os beneficiários da rede socioassistencial do DF, que têm nos serviços públicos a porta de entrada para auxílios financeiros e acompanhamento social. É o caso da diarista Cristiana de Souza, 50 anos, que recebe o Bolsa Família e tem acesso ao Cartão Prato Cheio. Durante a pandemia, Cristiana enfrentou problemas de saúde e ficou impossibilitada de trabalhar, tendo buscado atendimento no posto de saúde da Vila Planalto. A partir dali, ela foi encaminhada ao Centro de Referência de Assistência Social (Cras), onde realizou a inscrição no Cadastro Único, etapa fundamental para a análise e inclusão nos programas. “Os programas me ajudam muito, porque estou com problemas relacionados à menopausa e preciso de medicações. O benefício contribui tanto com esses gastos quanto com a alimentação. É um auxílio importante no dia a dia”, afirma Cristiana. Cristiana de Souza ressalta que os benefícios que recebe ajudam nos gastos com remédios e com a alimentação O Governo do Distrito Federal (GDF) disponibiliza diversos benefícios sociais voltados à população em situação de vulnerabilidade, com o objetivo de garantir acesso a direitos básicos, promover inclusão e reduzir desigualdades. Os programas atendem desde famílias de baixa renda até públicos específicos, como idosos, pessoas com deficiência e mulheres em situação de violência, com serviços que vão do apoio financeiro ao acompanhamento socioassistencial. “Este GDF triplicou o investimento no desenvolvimento social e temos a convicção de que é um marco histórico, por isso somos referência Brasil afora no combate à pobreza e no combate à fome. O importante agora é que as famílias vulneráveis se informem da melhor maneira para terem acesso aos benefícios e serviços porque temos casos de famílias que aguardam uma contemplação no Prato Cheio, já foram contempladas, mas não buscaram o cartão, por exemplo”, ressalta a secretária interina de Desenvolvimento Social, Jackeline Canhedo. Para ter acesso, o cidadão deve procurar uma unidade do Cras, preferencialmente com agendamento pela Central 156, por meio do qual são feitos o cadastro e a avaliação para inclusão nos programas disponíveis; ou buscar atendimento pelo site da Secretaria de Desenvolvimento Social do DF (Sedes-DF). Em geral, é necessário ter renda per capita mensal de até meio salário mínimo, apresentar CPF, de preferência do responsável familiar, e, se possível, documentos de todos os integrantes da família. A seleção para a maioria dos programas no DF, como o DF Social, é automática e baseada nos dados do CadÚnico. 32% porcentagem da população do DF inscrita no CadÚnico Atualmente, o Distrito Federal tem quase 500 mil famílias inscritas no Cadastro Único, sistema que dá acesso a programas e benefícios sociais. Segundo a Sedes-DF, responsável pela gestão do CadÚnico na capital, mais de 90% dos cadastros estão atualizados. Ao todo, das mais de 2,9 milhões de pessoas que vivem no DF, cerca de 32% estão inscritas no sistema. Principais programas sociais DF Social — Concede R$ 150 mensais a famílias com renda per capita de até meio salário mínimo inscritas no CadÚnico. A seleção é automática, conforme cruzamento de dados e disponibilidade orçamentária, e o programa atende a cerca de 70 mil beneficiários. O valor pode ser sacado, usado para pagamentos ou transferências via Pix. A consulta da contemplação pode ser feita no Sistema de Cadastro Socioeconômico. Após a aprovação, é necessário abrir a conta social digital pelo aplicativo do BRB. Cartão Prato Cheio — Benefício de R$ 250 destinado à compra de alimentos para famílias em situação de insegurança alimentar. Atualmente, cerca de 130 mil pessoas recebem até 18 parcelas. A solicitação deve ser feita por meio de atendimento socioassistencial no Cras, com agendamento pela Central 156 ou pelo site sedes.df.gov.br. A situação também pode ser acompanhada pelo portal Sistema de Cadastro Socioeconômico. Cartão Gás — Auxílio de R$ 100, pago a cada dois meses, para a compra de botijão de gás, atendendo cerca de 70 mil famílias. A seleção é automática, a partir do CadÚnico atualizado e conforme critérios do programa. A consulta da contemplação é feita no Sistema de Cadastro Socioeconômico, e a retirada do cartão ocorre na agência do BRB indicada na mensagem de aprovação. Bolsa Família — Programa federal de transferência de renda acessado por meio do Cadastro Único, voltado a famílias em situação de pobreza e extrema pobreza. Benefício de Prestação Continuada (BPC/Loas) — Garante um salário mínimo mensal a idosos com 65 anos ou mais e a pessoas com deficiência de baixa renda, também mediante inscrição no Cadastro Único.
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UBS, UPA, creche, moradia, um viaduto e muito mais para o Riacho Fundo II
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Neste sábado (11), Plano Piloto terá ação de acolhimento à população em situação de rua
Neste sábado (11), a partir das 9h, o Governo do Distrito Federal (GDF) fará a oferta de acolhimento e assistência social a pessoas que estão instaladas em dez endereços distintos no Plano Piloto. Equipes da Codhab estão entre os órgãos do GDF mobilizados para a ação social | Foto: Agência Brasília A ação é coordenada pela Casa Civil e envolve as secretarias de Desenvolvimento Social (Sedes-DF), de Saúde (SES-DF), de Educação (SEEDF), de Segurança Pública (SSP-DF), de Proteção da Ordem Urbanística (DF Legal), de Justiça e Cidadania (Sejus-DF) e de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda (Sedet-DF). Também compõem a equipe o Serviço de Limpeza Urbana (SLU), a Novacap, a Codhab, o Detran-DF, a Polícia Militar, a Polícia Civil, o Corpo de Bombeiros Militar e o Conselho Tutelar. A DF Legal fará o desmonte das estruturas das pessoas em situação de rua e o transporte dos pertences ao local regular indicado pelo ocupante. Em último caso, o governo levará os objetos pessoais ao depósito da pasta (SIA Trecho 4, lotes 1.380/1.420), para retirada em até 60 dias, sem qualquer custo para o responsável. As pessoas em situação de rua também serão encaminhadas para atendimento da Sedes-DF. No decorrer de toda a semana, as secretarias atuaram em abordagens sociais e atendimentos prévios, mapeando o público que será atendido e suas demandas. Veja abaixo os pontos de ação neste sábado. ⇒ Via N2, próximo à 5ªDP ⇒ SHCGN 710, atrás do prédio da Sicredi/Sabin ⇒ Via de acesso SGAN 908/909, do balão à Via W5 ⇒ SGAN 909 e 910, entre a quadra e o Parque Burle Marx ⇒ SGAN 913, entre o colégio Anjo da Guarda e a mesquita ⇒ SGAN 915, ao lado da Escola Sagrada Família Menino Deus ⇒ SHCGN 716, entre os blocos G e H ⇒ Final da W3 Norte, entre o Setor Hospitalar e o Setor Terminal Norte ⇒ SQN 416, em frente ao Bloco M e à Via L2 ⇒ Final do calçadão da Asa Norte, beira do lago. *Com informações da DF Legal
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UTI do Hospital da Região Leste é reconhecida entre as mais eficientes do país
Entre as melhores do país e única da rede pública do Distrito Federal a alcançar esse reconhecimento, a Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital da Região Leste (HRL) conquistou no mês passado a certificação de UTI Eficiente, categoria que atesta boas práticas assistenciais aliadas ao uso adequado de recursos. UTI do Hospital da Região Leste é destaque na avaliação da Associação de Medicina Intensiva Brasileira | Fotos: Jhonatan Cantarelle/Agência Saúde-DF A certificação foi concedida pelo programa UTIs Brasileiras, uma iniciativa da Associação de Medicina Intensiva Brasileira (Amib) em parceria com a Epimed Solutions criada para reconhecer e premiar as UTIs que demonstraram excelência em desempenho e qualidade no atendimento a pacientes críticos ao longo de cada ano. Em 2025, cerca de 800 hospitais foram monitorados pelo programa. Desses, 332 alcançaram os melhores resultados e receberam o reconhecimento, sendo 115 na categoria UTI eficiente. Em comparação ao ciclo anterior, houve crescimento de 29,3% na participação de unidades públicas, passando de 58 para 75 unidades vinculadas ao Sistema Único de Saúde (SUS) entre os reconhecidos. Trabalho coletivo A conquista reflete uma combinação de fatores como equipe altamente dedicada, gestão participativa com o envolvimento de múltiplos profissionais e protocolos bem-definidos. Na prática, isso se traduz em mais segurança, decisões clínicas mais assertivas e melhores resultados para os pacientes. Sidney Sotero, chefe da UTI do HRL, comemora a distinção: “Os profissionais estão constantemente engajados em processos de melhoria contínua, o que demonstra o comprometimento com resultados cada vez melhores” “É o reconhecimento de uma equipe que se dedica a oferecer o melhor atendimento ao usuário do SUS, com foco na excelência da assistência”, afirma a superintendente da Região de Saúde Leste, Maria de Lourdes Castelo Branco. “O principal fator que contribuiu para essa certificação foi o espírito de coletividade e colaboração da equipe”, reforça o chefe da UTI do hospital, Sidney Sotero. “Os profissionais estão constantemente engajados em processos de melhoria contínua, o que demonstra o comprometimento com resultados cada vez melhores.” [LEIA_TAMBEM]A UTI do HRL conta com uma equipe multiprofissional formada por médicos intensivistas, enfermeiros, técnicos de enfermagem, fisioterapeutas, psicólogos, nutricionistas, fonoaudiólogos e odontólogos intensivistas, entre outros. O setor possui dez leitos, sendo quatro destinados ao pós-operatório de cirurgias eletivas, incluindo procedimentos complexos, como cirurgias de coluna — área em que o hospital é referência na região Centro-Oeste. Entre os indicadores avaliados, um dos principais é a mortalidade ajustada, que analisa o risco de óbito dos pacientes internados. “A taxa de mortalidade ajustada na UTI do HRL é de aproximadamente 0,5, indicando que, a cada dois pacientes com expectativa de óbito, apenas um falece”, detalha Sotero. “Esse resultado reflete a qualidade da assistência, o cuidado e o empenho da equipe”. O programa Criado em 2015, o programa UTIs Brasileiras é considerado o maior banco de dados epidemiológicos de leitos de terapia intensiva do mundo. O monitoramento contínuo permite reunir informações sobre taxas de ocupação, número de leitos, desfechos clínicos e evolução na recuperação de pacientes, caracterizando o perfil epidemiológico das UTIs no Brasil. *Com informações da Secretaria de Saúde
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