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GDF cria cargos comissionados para pessoas em situação de rua que buscam recomeço

O Governo do Distrito Federal (GDF) iniciou uma mudança inédita na política de inclusão produtiva ao criar 15 cargos comissionados ocupados exclusivamente por pessoas que viveram nas ruas. A medida, parte do plano distrital para essa população, já transforma trajetórias marcadas por fome, frio, desemprego e invisibilidade em rotinas de trabalho, renda e moradia. Coordenador do plano, o secretário-chefe da Casa Civil, Gustavo Rocha, afirma que a diretriz central é oferecer condições concretas para que a pessoa deixe a rua de forma sustentável. “Não adianta retirar alguém de um ponto da cidade sem oferecer alternativa. A ideia do plano distrital é dar condições para que a pessoa possa sair da rua”, destaca. Ele explica que o plano foi construído com base em diagnóstico técnico envolvendo diversos órgãos. “Mapeamos o perfil dessa população e o que faltava ser oferecido: moradia, local para pernoitar, qualificação, escola para os filhos e até espaço para os animais de estimação. Sem trabalho, ninguém rompe o ciclo da rua.” Além dos cargos comissionados, o GDF determinou que empresas contratadas reservem 2% das vagas para pessoas em situação de rua | Fotos: Arquivo/Agência Brasília Além dos cargos comissionados, o GDF determinou que empresas contratadas reservem 2% das vagas para pessoas em situação de rua. Segundo Rocha, o resultado já é expressivo: “Só nesse período, empregamos mais de 200 pessoas. Muitas choraram ao conseguir um lugar para morar e um trabalho, depois de passarem meses ou anos na rua.”   A secretária de Desenvolvimento Social, Ana Paula Marra, reforça que cada contratação responde a uma história distinta. “Quando se fala de população em situação de rua, as pessoas tendem a colocar todo mundo em uma caixa só. Mas são histórias muito diferentes, muitas vezes marcadas por quebra de vínculo familiar, dificuldade de saúde mental ou dependência química. Cada pessoa precisa de resposta específica”, afirma. “Mapeamos o perfil dessa população e o que faltava ser oferecido: moradia, local para pernoitar, qualificação, escola para os filhos e até espaço para os animais de estimação. Sem trabalho, ninguém rompe o ciclo da rua" Gustavo Rocha, secretário-chefe da Casa Civil e coordenador do Plano Distrital para a População em Situação de Rua Para ela, a política de empregabilidade é decisiva para a reconstrução da autonomia. “A assistência social garante o mínimo para que a pessoa tenha dignidade e esperança. Mas a inclusão produtiva é o que consolida o processo. Não existe solução simples: ofertar uma vaga de emprego não basta se a pessoa ainda não está estruturada para assumir essa responsabilidade. É o GDF inteiro trabalhando de forma integrada para que ela supere a extrema vulnerabilidade.” Ana Paula Marra destaca que os cargos comissionados complementam o conjunto de ferramentas disponíveis. “Existia uma lei antiga que nunca havia sido aplicada. O governador fez o decreto garantindo 2% das vagas de empresas contratadas e também as nomeações nas secretarias. São pessoas que participam da construção da política para essa população e que têm a própria vida transformada.” Segundo ela, os resultados mostram que a estratégia avança. “Quando você olha para essas pessoas com respeito, quando alguém sabe o nome delas e entende a história que está por trás, isso muda tudo. É assim que se cria condição real para que elas entrem no mercado de trabalho e reconstruam o que perderam”, avalia a titular da Sedes-DF. A seguir, conheça três trajetórias de trabalhadores hoje empregados na Secretaria de Justiça e Cidadania (Sejus-DF). “Três anos no abrigo. No primeiro salário, aluguei meu apartamento”   Gilvandro viveu três anos em abrigo público após perder o emprego durante a pandemia. Participou das conferências que antecederam o projeto e foi um dos primeiros nomeados Gilvandro de Araújo Soares é assessor técnico na Sejus-DF. O servidor do GDF viveu três anos em abrigo público após perder o emprego durante a pandemia. Participou das conferências que antecederam o projeto e foi um dos primeiros nomeados. “No primeiro salário eu saí do abrigo. Aluguei um apartamento. Estou lá até hoje.” Ele lembra que chegou a Brasília em 2019, trabalhou como motorista e enfrentou desemprego no agravamento da pandemia. “No terceiro ano, participei de todas as conferências até surgir a oportunidade. Entrei. No primeiro mês, recebi o salário e já saí do abrigo.” “Hoje, eu não sou invisível” “O RenovaDF realmente renova a vida da gente", destaca Josiris Lacerda, assessor técnico na Sejus-DF Profissional de tecnologia, Josiris Lacerda passou todo o ano de 2024 nas ruas após perder o emprego. “Fui atendido pelo Centro Pop, conheci o RenovaDF e minha vida mudou completamente. Hoje moro em Taguatinga Norte. Tenho perspectiva, tenho um horizonte.” Ele recorda o impacto da invisibilidade. “As pessoas passam e você deixa de existir.” Depois de três meses de curso, foi contratado. “O RenovaDF realmente renova a vida da gente.” “Retomei minha vida” “Antes eu era um homem sem perspectiva. Agora tenho plano, estudo e trabalho", conta Aroldo Pereira dos Santos Aroldo Pereira dos Santos encontrou barreiras para se recolocar por usar tornozeleira eletrônica. Persistiu, ingressou no RenovaDF e voltou a estudar. “Antes eu era um homem sem perspectiva. Agora tenho planos, estudo e trabalho.” Ele resume a virada. “Passei fome, frio e dor. Agora posso escolher o que vou comer e levar meus filhos e netos para passear.” Política articulada As nomeações completam um conjunto de políticas que incluem o RenovaDF, os restaurantes comunitários com alimentação gratuita para pessoas em situação de rua, o Hotel Social, passagens interestaduais para reintegração familiar e a ampliação do atendimento especializado. Para Ana Paula, o avanço depende da continuidade: “A população em situação de rua cresce, mas Brasília é uma cidade de oportunidade. O GDF precisa seguir expandindo a rede. Cada pessoa tem uma história e precisa de respostas diferentes. É isso que estamos construindo.”  

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14. O que fazer no caso de esquecimento da senha e/ou o número do protocolo?

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13. Como posso acompanhar o andamento do registro de Ouvidoria?

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12. Como é analisada a denúncia?

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11. Como a denúncia é tratada pelo GDF?

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10. O que é denúncia?

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9. O que significa representação funcional?

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8. Quais são as formas de comunicar irregularidades ocorridas nos órgãos públicos?

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7. Quais informações são necessárias para o registro?

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6. Meus dados pessoais estão protegidos quando uso a Ouvidoria?

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5. Para realizar um registro é necessária a identificação?

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4. Você conhece a robô da Ouvidoria - IZA?

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3. Quais os canais de atendimento de Ouvidoria?

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2. Que tipos de registros de Ouvidoria podem ser feitos?

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1. Quem pode fazer um registro de ouvidoria?

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10. Por que é necessário vincular um CPF à conta CNPJ no ParticipaDF?

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9. CPF bloqueado por falecimento do usuário, o que fazer? (ERRO 003)

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8. Como acessar meus registros anteriores?

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7. Tenho registros em andamento. Com o Participa DF eles serão respondidos?

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6. Já tinha cadastro no sistema da Lei de Acesso à Informação (e-SIC DF), preciso me cadastrar novamente aqui?

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5. Já tinha cadastro no sistema de Ouvidoria (Ouv-DF), preciso me cadastrar novamente aqui?

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4. Quais serviços posso solicitar pela Central 162?

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3. Qualquer pessoa pode usar o Participa DF?

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2. Qual benefício de usar esta plataforma?

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1. Para que serve a plataforma Participa DF?

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Registro sanitário garante segurança dos alimentos, amplia mercados e é foco de mutirão da Dipova com agroindústrias do DF

A regularização das agroindústrias e a conscientização dos produtores rurais sobre a importância de sair da informalidade são prioridades do Governo do Distrito Federal, por meio da Secretaria da Agricultura, Abastecimento e Desenvolvimento Rural (Seagri-DF). O registro sanitário das agroindústrias é fundamental para garantir a legalidade da produção, a segurança dos alimentos e a valorização do trabalho desenvolvido no campo. Produtores que atuam sem registro colocam em risco tanto os trabalhadores quanto os consumidores e estão sujeitos a sanções previstas em lei, que podem variar de multas à interdição da atividade. Além disso, a informalidade gera instabilidade para o negócio e impede o acesso a políticas públicas e programas de apoio à produção rural, como o Programa de Aquisição da Produção da Agricultura (Papa-DF). “Ao se registrar, o produtor passa a atender às exigências sanitárias e técnicas, garantindo que os alimentos de origem vegetal e animal cheguem ao consumidor com qualidade, segurança e rastreabilidade”, destaca a subsecretária de Defesa Agropecuária, Danielle Araújo,. O registro sanitário das agroindústrias é fundamental para garantir a legalidade da produção, a segurança dos alimentos e a valorização do trabalho desenvolvido no campo | Foto: Divulgação/Seagri-DF Com esse objetivo, a Seagri-DF realizou, por meio da Diretoria de Inspeção de Produtos de Origem Vegetal e Animal (Dipova), um mutirão para análise de processos de registro de agroindústrias. A ação teve como foco orientar os agroempreendedores e avançar na adequação às normas sanitárias. Ao todo, foram avaliados 64 processos de indústrias que haviam iniciado a regularização desde 2018, mas apresentavam pendências documentais por falta de envio de informações. Para a iniciativa, foram mobilizadas quatro equipes de fiscais da Dipova, responsáveis por analisar os pedidos de registro em aberto e garantir o correto andamento dos processos para a homologação das agroindústrias que atuam em conformidade com a legislação. Do total analisado, 19 indústrias manifestaram interesse em dar continuidade ao processo de regularização junto à Seagri-DF. Como trabalhar em conformidade com as regras sanitárias As agroindústrias de produtos de origem vegetal e/ou animal que desejam atuar no Distrito Federal devem possuir registro sanitário para comercializar sua produção. De acordo com o porte da indústria e o tipo de fabricação, o responsável deve seguir procedimentos específicos para a regularização. As orientações completas estão disponíveis no guia da Seagri-DF para registro de agroindústrias, no site oficial da secretaria. *Com informações da Secretaria da Agricultura, Abastecimento e Desenvolvimento Rural (Seagri-DF)

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Nova Escola Classe 415 de Samambaia vai atender mais alunos e fortalecer a inclusão

Alunos, funcionários e professores da Escola Classe (EC) 415 de Samambaia vivem a expectativa pela reconstrução do prédio, mais moderno, amplo, acessível e adequado às demandas do ensino público. A obra, executada pelo Governo do Distrito Federal (GDF), integra o programa de modernização das unidades educacionais da rede pública. Até a conclusão do novo local, as aulas ocorrem provisoriamente no antigo Colégio Vital Brasil, garantindo continuidade às atividades pedagógicas e à rotina dos estudantes. Reconstruída, a Escola Classe 425 foi entregue no ano passado pelo governador Ibaneis Rocha | Fotos: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília Em outubro de 2025, o governador Ibaneis Rocha entregou a EC 425 totalmente reconstruída, enquanto a EC 415 passa por obras após a demolição do antigo prédio. A EC 410 será a próxima, completando um ciclo de três modernizações na mesma região administrativa. De acordo com a Secretaria de Educação (SEEDF), unidades com estruturas antigas de placas pré-moldadas de concreto estão sendo gradualmente substituídas por prédios mais modernos, com melhor conforto térmico e acústico, ambientes amplos e espaços voltados à inovação pedagógica e à convivência escolar. A diretora Josefa Nicácio comemora: “A Escola Classe 415 é extremamente esperada, não só pelos gestores e professores, mas também pelos alunos e pelas famílias” Segundo a diretora da EC 415, Josefa Lopes Nicácio, a nova escola representa a realização de uma antiga demanda da comunidade. “A Escola Classe 415 é extremamente esperada, não só pelos gestores e professores, mas também pelos alunos e pelas famílias”, afirma. “Antes, tínhamos uma estrutura que não estava à altura do que nossos estudantes merecem, mas agora teremos um prédio completo, com salas para a educação infantil equipadas com banheiros próprios, quadra coberta, refeitório, cozinha experimental e sala de música”.   Atualmente, a escola atende cerca de 800 estudantes no espaço provisório. Com a reconstrução, o número de turmas passará de 28 para 32, o que ampliará a oferta de vagas na própria comunidade. “Vamos poder atender mais crianças da região e oferecer condições adequadas para o ensino”, anuncia a diretora. “A nova escola é um sonho que está se tornando realidade. A escola é um mundo. E o nosso mundo, chamado 415, vai ser um lugar onde poderemos continuar oferecendo uma educação pública de qualidade”. Inclusão e estrutura pedagógica Rônisson Gonçalves tem dois filhos matriculados na escola: “Estudar perto de casa traz conforto, segurança e vínculo com a comunidade” A nova estrutura também vai fortalecer o atendimento de alunos com necessidades educacionais especiais — hoje, são 75 matriculados. Josefa dá mais detalhes: “Com o novo prédio, teremos condições de oferecer o suporte de que esses estudantes precisam. As salas serão preparadas para garantir conforto, acessibilidade e o trabalho pedagógico diferenciado que eles merecem”. Para os pais, a reconstrução significa mais do que uma obra física — é um passo importante para o aprendizado e o bem-estar das crianças. Assim avalia Rônisson Gonçalves, morador da região: “Tenho dois filhos que estudam na escola. Um deles chegou a frequentar o prédio antigo, e sempre vimos a necessidade de uma nova estrutura. Agora, com o projeto do GDF, sabemos que o ensino vai melhorar muito. Não basta ter bons profissionais; o ambiente também precisa ser adequado. A comunidade esperava por isso desde 1991. A nova escola mostra que o governo está olhando com atenção para a educação”. [LEIA_TAMBEM]Rônisson lembra que o funcionamento provisório garantiu a continuidade das aulas. “O espaço é bom e foi bem-adaptado, mas nada substitui a escola da própria quadra”, pontua. “Estudar perto de casa traz conforto, segurança e vínculo com a comunidade”. Para a aluna do terceiro ano do ensino fundamental Isadora dos Santos Neves, de 8 anos, o sentimento é de entusiasmo: “Vai ser muito legal, porque não vamos precisar mais pegar ônibus e [a escola] vai ser mais perto da casa do povo. Acho que a nova escola vai ter tudo: pátio, quadra, biblioteca, sala de vídeo e auditório. A sala vai ser maior e mais arejada”.

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Curso gratuito forma síndicos no Guará e abre 200 vagas para capacitação em gestão condominial

A Administração Regional do Guará está com inscrições abertas para o 4º Curso de Formação de Síndico para Gestão Condominial. A capacitação será realizada entre os dias 26 e 30 deste mês, no período noturno, das 19h às 22h, no auditório da administração, no Guará II. A proposta é preparar os participantes para assembleias de eleição e reeleição, além de abordar temas práticos do dia a dia dos condomínios, como prestação de contas, tomada de decisões, administração, direito, contabilidade, engenharia e relações humanas. Ao todo, são oferecidas 200 vagas gratuitas. O curso é voltado para síndicos, subsíndicos, conselheiros e moradores interessados em atuar na gestão condominial. A formação terá carga horária de 40 horas/aula e será ministrada por cerca de 15 professores com atuação profissional em Brasília. Ao final, os participantes receberão certificado. O intuito da iniciativa é atender a uma demanda crescente no Distrito Federal, que concentra cerca de 17 mil condomínios e registra a entrega constante de novos empreendimentos. A expectativa é de que o curso contribua para a profissionalização da gestão e para a melhoria da convivência entre moradores. “Esse curso integra o programa Escola da Comunidade e reforça nosso compromisso de levar capacitação prática e de qualidade para quem atua diretamente na gestão dos condomínios da nossa cidade”, observou o administrador regional do Guará, Artur Nogueira. O curso é voltado a síndicos, subsíndicos, conselheiros e moradores interessados em atuar na gestão condominial | Foto: Divulgação Início das assembleias O organizador do curso e presidente do Instituto Nacional de Condomínios e Cidades Inteligentes, Paulo Melo, destaca a importância de oferecer uma capacitação prática e acessível. “É um curso com conhecimento bem aplicado à realidade dos condomínios. A gente trabalha prestação de contas, transparência, gestão e inteligência emocional. Já temos mais de 120 inscritos e são 200 vagas. Em março, começam as assembleias e esse é o momento ideal para se preparar.” Para a Associação dos Síndicos do Distrito Federal, a qualificação é essencial em um ambiente marcado por conflitos e múltiplos interesses. O presidente da entidade, Emerson Tormann, explica que a informação é uma ferramenta de equilíbrio na gestão: “Condomínio é um ambiente naturalmente conturbado, com muitos interesses envolvidos. Cursos como esse dão segurança e credibilidade ao síndico, além de atualizar quem já atua e orientar quem está começando.” A síndica profissional Rosilene Marçal, que atua hoje em três condomínios e está indo para o sétimo mandato, conta que a formação foi determinante para sua atuação. “O curso abrange engenharia, parte jurídica, administração, contabilidade e gestão. Ele amplia a visão do síndico como um todo. Sempre tem palestrantes renomados em diversas áreas, com formações muito boas. E o mais importante é que é acessível, gratuito e democrático.” As inscrições são feitas exclusivamente de forma on-line, por meio de formulário eletrônico. Serviço 4º Curso de Formação de Síndico para Gestão Condominial — Datas: 26, 27, 28, 29 e 30 de janeiro de 2026 — Horário: das 19h às 22h — Local: auditório da administração regional do Guará — Endereço: área especial do Cave – Guará II — Gratuito e com certificado — Vagas: 200 Mais informações: (61) 4101-6378 (61) 98232-2015 www.guara.df.gov.br

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DPDF realiza mais 3 milhões de atendimentos desde 2023

A Defensoria Pública do Distrito Federal (DPDF) vem consolidando, nos últimos anos, um papel central na promoção do acesso à Justiça e na defesa dos direitos da população em situação de vulnerabilidade, em atuação articulada com o Governo do Distrito Federal (GDF) e diversos parceiros públicos e privados. Somente em 2025, a instituição ultrapassou a marca de 1 milhão de atendimentos, resultado que se soma aos números expressivos de 2024, quando foram realizadas cerca de 850 mil assistências, e de 2023, com aproximadamente 800 mil registros. Ao todo, iniciativas da atual gestão superam 3 milhões de atendimentos, tanto presenciais quanto virtuais, reafirmando a DPDF como uma das instituições mais atuantes do DF. Os dados refletem um modelo de atuação pautado no acolhimento, na escuta qualificada e na busca por soluções jurídicas eficazes, viabilizado também pelo apoio de parcerias estratégicas voltadas à promoção de políticas públicas que visam à cidadania e à inclusão social. Em 2024, por exemplo, a média mensal foi de cerca de 70 mil atendimentos, abrangendo serviços de orientação jurídica e apoio psicossocial, com foco principalmente em cidadãos em situação de maior vulnerabilidade social. Para o defensor público-geral do DF, Celestino Chupel, os resultados demonstram o compromisso institucional com a promoção da cidadania. “Cada ação foi pensada para aproximar a Defensoria do cidadão, ampliar o acesso à Justiça e oferecer um atendimento humanizado, especialmente às pessoas em situação de vulnerabilidade. Esse trabalho só é possível graças ao diálogo permanente e ao apoio dos órgãos e das instituições parceiras”, destacou. Ao todo, iniciativas da atual gestão superam 3 milhões de atendimentos, tanto presenciais quanto virtuais, reafirmando a DPDF como uma das instituições mais atuantes do DF | Foto: Divulgação/DPDF O subdefensor público-geral Fabrício Rodrigues também ressaltou o caráter inovador das iniciativas. Segundo ele, o diferencial está na atuação integrada entre defensores, servidores, equipes psicossociais e parceiros. “Esse modelo permite um atendimento mais completo e humanizado, fortalecendo a confiança da população na DPDF e ampliando o alcance das políticas de acesso à Justiça”, afirmou. Ações temáticas Entre as iniciativas de maior impacto da atual gestão, destacam-se programas e projetos que, juntos, já somam milhares de atendimentos diretos em diferentes regiões do DF. A Quarta do Cidadão contabilizou 8,7 mil atendimentos em 15 edições, oferecendo orientação jurídica, triagem e encaminhamento de demandas nas áreas de família, moradia, saúde e previdência. A proposta é facilitar a resolução de conflitos de forma ágil e humanizada, levando os serviços da DPDF para mais perto da população, em articulação com parceiros públicos e privados. Outro destaque é o Dia da Mulher, iniciativa voltada à promoção dos direitos femininos e à prevenção da violência de gênero. Ao longo de 30 edições, o projeto registrou 56.432 atendimentos, com suporte jurídico, social e psicológico a mulheres em situação de vulnerabilidade, reforçando o compromisso da instituição com a proteção e o fortalecimento da cidadania feminina. Criado em 2025, o Defensoria Longevidade realizou 1.114 atendimentos especializados à população idosa. A primeira edição, realizada em alusão ao Dia Mundial de Conscientização da Violência contra a Pessoa Idosa, ofereceu serviços nas áreas jurídica, social, habitacional e de saúde, promovendo atenção integral e respeito aos direitos desse público. O projeto Defensoria nas Escolas também ganhou relevância ao alcançar mais de 11,6 mil estudantes, professores e membros da comunidade escolar em 13 regiões administrativas, em atuação conjunta com a Secretaria de Educação do DF (SEE-DF). Desde 2024, a iniciativa identificou mais de 10 mil crianças e adolescentes sem o nome do pai no registro de nascimento, contribuindo diretamente para a garantia do direito à identidade e à filiação. Lançado em dezembro de 2025, o projeto Defensoria na Primeira Infância ampliará o alcance do Defensoria nas Escolas ao incluir creches da rede pública e conveniada do DF. A iniciativa tem como foco o atendimento imediato de demandas urgentes que impactam a estrutura familiar e o bem-estar das crianças, como pensão alimentícia, guarda e reconhecimento de paternidade. *Com informações da Defensoria Pública do Distrito Federal (DPDF)

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Curso Internacional de Verão da Escola de Música abre temporada musical 

A Escola de Música de Brasília (EMB) inaugurou oficialmente a 47ª edição do Curso Internacional de Verão de Brasília (Civebra), que segue até 24 de janeiro, com uma ampla programação de cursos, oficinas e apresentações musicais voltada para estudantes, professores e público em geral. Realizado desde 1977, o curso é referência no ensino e na difusão musical no país, reunindo alunos e professores de diversas partes do Brasil e do exterior para aulas presenciais, virtuais e apresentações ao vivo. A proposta é promover um intercâmbio de experiências, aperfeiçoamento técnico e diálogo entre diferentes gerações e estilos musicais. A abertura oficial ocorreu na noite de domingo (11), com um concerto no Teatro Levino de Alcântara. A secretária de Educação do Distrito Federal, Hélvia Paranaguá, destacou a importância do Civebra como espaço de formação, convivência e acesso à cultura: “A Escola de Música de Brasília é um lugar que transforma vidas. Aqui, a gente vê talento, dedicação e muitos sonhos caminhando juntos. O Civebra é esse encontro bonito entre quem ensina, quem aprende e quem ama a música. É uma alegria enorme ver esse teatro cheio e perceber o quanto a arte toca as pessoas e fortalece a nossa educação.” A Escola de Música de Brasília inaugurou oficialmente a 47ª edição do Curso Internacional de Verão de Brasília, que segue até 24 de janeiro | Foto: Jotta Casttro/SEEDF Recém-chegado ao Brasil, o embaixador da Áustria, Andreas Stadler, destacou a importância da música e da formação cultural como instrumentos de fortalecimento da sociedade. Para ele, a experiência foi marcante e reforça o valor do intercâmbio cultural promovido pela Escola de Música de Brasília. “Em apenas quatro meses no Brasil, fiquei encantado ao conhecer a Orquestra JK. Foi um privilégio desfrutar dessa apresentação com a minha família. Apoiar esta escola é apoiar o amanhã; cultura e democracia são indissociáveis e é uma honra para nós colaborar com esse fortalecimento", afirmou.  Embaixador Andreas Stadler: “Apoiar esta escola é apoiar o amanhã; cultura e democracia são indissociáveis e é uma honra para nós colaborar com esse fortalecimento” Troca de conhecimento  [LEIA_TAMBEM] Nesta 47ª edição, o Civebra reúne 53 professores convidados, vindos de diversos estados brasileiros, do Distrito Federal e de oito países: Estados Unidos, Argentina, Cuba, Canadá, Alemanha, França, Espanha e Bélgica. Dos artistas e docentes convidados, 80% são egressos da própria Escola de Música de Brasília ou de edições anteriores do curso, que retornam agora para compartilhar sua expertise com os atuais alunos. A procura pelo curso foi expressiva, contabilizando quase três mil inscritos, todos com acesso às atividades de forma intensiva ao longo dos 12 dias do evento. Até 24 de janeiro, os participantes terão a oportunidade de aprender, interagir e atualizar-se com alguns dos melhores músicos em suas áreas específicas. O Civebra é totalmente gratuito e aberto à comunidade, oferecendo workshops, aulas, masterclasses e apresentações artísticas de alto nível. A iniciativa reforça o compromisso da Escola de Música de Brasília em democratizar o acesso à cultura e ao ensino musical de qualidade. *Com informações da Secretaria de Educação

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Ação Mulher Cidadã oferece atendimentos e serviços gratuitos em Ceilândia

A Secretaria da Mulher do Distrito Federal (SMDF), em parceria com a Defensoria Pública do DF, a Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF) e a Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda (Sedet-DF), realiza, nesta quinta-feira (15), a ação Mulher Cidadã, com oferta de atendimentos, orientações e serviços gratuitos à população. A iniciativa vai das 9h às 17h, na Casa da Mulher Brasileira da Ceilândia (CNM 01, em frente ao Fórum), reunindo em um só lugar serviços voltados à garantia de direitos, ao cuidado e à autonomia econômica. Durante o evento, a Secretaria da Mulher oferecerá atendimento psicossocial, orientações sobre direitos e distribuição de absorventes, e a Defensoria Pública prestará assistência jurídica gratuita aos participantes. A iniciativa ocorre das 9h às 17h, na Casa da Mulher Brasileira da Ceilândia (CNM 01, em frente ao Fórum) | Foto: Divulgação/SMDF A Agência do Trabalhador Itinerante prestará apoio com a oferta de serviços, como intermediação de mão de obra, vagas de emprego, orientações sobre a Carteira de Trabalho Digital, Seguro-Desemprego, cursos profissionalizantes, microcrédito pelo programa Prospera, Cesta do Trabalhador, além de atendimento a empregadores e orientação profissional. A Ação Mulher Cidadã integra as políticas do Governo do Distrito Federal voltadas à promoção da cidadania, da inclusão produtiva e do fortalecimento da autonomia das mulheres. Serviço Ação Mulher Cidadã Data: quinta-feira (15) Horário: 9h às 17h Local: Casa da Mulher Brasileira - CNM 01Ceilândia, em frente ao Fórum.   *Com informações da SMDF

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Blitz no Sol Nascente flagra 34 irregularidades de trânsito

De olho na segurança viária, os agentes do Departamento de Trânsito (Detran-DF) realizaram, na noite desta segunda-feira (12), mais uma blitz no Sol Nascente. Durante a ação, que durou aproximadamente duas horas, 130 veículos foram abordados e 34 irregularidades flagradas. Entre os flagrantes, havia dois condutores dirigindo sob influência de álcool, oito inabilitados, dois com a Carteira Nacional de Habilitação (CNH) vencida há mais de 30 dias, dois sem cinto de segurança e uma criança sendo transportada sem o equipamento de retenção adequado à idade. Operação envolveu agentes do Detran-DF e da Polícia Militar | Foto: Divulgação/Detran-DF “Todas as irregularidades constatadas geram risco à segurança dos próprios condutores, seus passageiros e outros usuários das vias, principalmente condutor alcoolizado, não habilitado, sem cinto, transportando criança fora da cadeirinha e conduzindo veículos sem equipamento obrigatório e em mau estado de conservação, sem nenhuma condição de circular”, lembra o coordenador de Policiamento e Fiscalização de Trânsito da Região Oeste, Wesley Cavalcante. “Estamos de olho nas condições do condutor e do veículo para preservar vidas no trânsito.” Os agentes também autuaram cinco veículos por problemas no escapamento, quatro por alteração no sistema de iluminação, um veículo em mau estado de conservação e um com alteração de características. A operação contou com 13 agentes de trânsito do Detran-DF e três policiais militares. Motociclistas [LEIA_TAMBEM]Em outra blitz, ocorrida na manhã de segunda-feira (12), na via M4, próximo ao terminal de ônibus da M Norte, os agentes focaram as motocicletas, resultando em 110 abordagens. Foram flagrados sete motociclistas não habilitados, dois com a CNH vencida há mais de 30 dias e um com o direito de dirigir suspenso. Também foram autuados dois motociclistas cujas motos estavam com escapamento alterado, um por alteração no sistema de iluminação e cinco outros por irregularidades diversas. A ação contou com sete viaturas do Detran-DF, três motocicletas da Polícia Militar e dois guinchos.   *Com informações do Detran-DF

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Ceilândia bate a marca de 100 km de calçadas novas

Ceilândia alcançou um marco histórico na infraestrutura urbana ao entregar 100 km de novas calçadas, uma conquista que assegura mais acessibilidade, segurança e mobilidade aos moradores da maior cidade do Distrito Federal. As obras reforçam o compromisso do Governo do Distrito Federal (GDF) em proporcionar mais qualidade de vida, atendendo às demandas da população e beneficiando diariamente milhares de pedestres em áreas de grande circulação de veículos e pessoas. Atualmente, 4 km de novas calçadas estão em execução na QNN 27, em Ceilândia Norte, nas proximidades do Sesc Ceilândia — um dos trechos mais movimentados da região. A intervenção melhora significativamente a circulação de pedestres, amplia a acessibilidade para pessoas com deficiência, idosos e crianças e contribui para a segurança viária em um corredor urbano de alto tráfego. Os serviços estão sendo realizados por equipes terceirizadas da Novacap, que atuam na implantação de passeios com padrões técnicos voltados à acessibilidade e à durabilidade, atendendo às normas vigentes. Atualmente, 4 km de novas calçadas estão em execução na QNN 27, em Ceilândia Norte, nas proximidades do Sesc Ceilândia — um dos trechos mais movimentados da região | Foto: Divulgação/Administração Regional de Ceilândia Segundo o administrador regional de Ceilândia, Dilson Resende, o resultado é fruto de planejamento e investimento contínuo. “Alcançar 100 km de calçadas novas é uma conquista para Ceilândia. Estamos falando de mobilidade, inclusão e qualidade de vida. Essas obras garantem que a população possa se deslocar com segurança em áreas de grande movimento, conectando equipamentos públicos, comércio e serviços essenciais”, afirmou. Novas Calçadas O avanço atual se soma às etapas concluídas no ano passado, que contemplaram pontos estratégicos da cidade, como a EQNO 18/19, no Setor O (em frente à Escola Classe 56); EQNO 17/18, em frente ao Centro de Ensino Fundamental 31; Parque Recreativo do Setor O; Setor de Indústrias de Ceilândia; UnB e IFB; Área de Desenvolvimento do P Sul; Escola Técnica de Ceilândia; Centro de Ensino Especial 02; Feira Permanente; Centros de Saúde nº 7 e nº 24; além da 24ª Delegacia de Polícia, entre outras áreas de grande circulação. A administração regional reforça que as calçadas localizadas em áreas internas de condomínios ou junto às fachadas de residências, comércios e prédios são de responsabilidade dos proprietários ou síndicos, conforme a legislação. Cabe a eles realizar a manutenção e solicitar eventuais adequações aos órgãos competentes, assegurando a preservação das passagens e o cumprimento das normas de acessibilidade. As demandas prioritárias são encaminhadas pela Administração Regional de Ceilândia à Novacap, permitindo que os investimentos sejam direcionados de forma estratégica, acompanhando o crescimento da cidade e as necessidades da população. *Com informações da Administração Regional de Ceilândia

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Revista Com Censo celebra nova classificação Qualis A4

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Primeiro leilão público de 2026 com veículos apreendidos em operações de trânsito será em 28 de janeiro

O Departamento de Estradas de Rodagem do Distrito Federal (DER-DF) realizará o primeiro leilão público de 2026 de veículos apreendidos em operações de trânsito de modo online no dia 28 de janeiro, com abertura oficial às 9h. O leilão será realizado pela concessionária Via Brasília Segura, empresa responsável pelos serviços de remoção, guarda e alienação de veículos apreendidos junto ao DER-DF. Os veículos ficarão expostos, no período entre 26 e 27 de janeiro, das 9h às 17h, no Pátio da Via Brasília Segura, localizado no Setor de Mansões, sentido Samambaia, 1ª Avenida Sul, SMSE s/n. Os lances poderão ser realizados no site www.viabrasiliasegura.com.br. Os veículos foram retidos em operações de fiscalização de trânsito e não foram reclamados por seus proprietários dentro do prazo legal | Foto: Divulgação/DER-DF Os veículos foram retidos em operações de fiscalização de trânsito e não foram reclamados por seus proprietários dentro do prazo legal. A relação completa dos bens disponíveis, assim como as condições de participação, está descrita no edital e seus anexos, publicados no portal do DER-DF. A medida atende à legislação vigente e garante a destinação correta dos veículos recolhidos, promovendo a liberação dos pátios e a eficiência administrativa do órgão. *Com informações do DER-DF  

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Nota Legal: cinco ganhadores de R$ 10 mil ainda não se apresentaram

Atenção, contribuinte premiado no segundo sorteio do Nota Legal de 2025: o prazo para indicar os dados bancários para recebimento no segundo lote de prêmios se encerra nesta quarta-feira (14). Ainda faltam se apresentar à Secretaria de Economia (Seec-DF) cinco ganhadores de R$ 10 mil, dez de R$ 5 mil, 11 de R$ 1 mil, 161 de R$ 200 e 4.429 de R$ 100. Só no último sorteio, foram distribuídos R$ 3,5 milhões em prêmios | Foto: Divulgação Para saber se você foi um dos sorteados, basta visitar o portal do programa, inserir os dados cadastrados e conferir. Em seguida, é preciso informar os dados bancários para receber o prêmio. O valor total distribuído, somente no último sorteio, foi de R$ 3,5 milhões, para 12,6 mil bilhetes. [LEIA_TAMBEM]A partir de quinta-feira (15), quem se manifestar informando a conta bancária receberá no terceiro lote. O prazo médio para pagamento é de até 45 dias após o fechamento do lote. A Seec-DF está enviando e-mail para todos os ganhadores, por isso é importante manter atualizados os dados cadastrais. Independentemente dessa atualização, orienta a secretaria, é preciso entrar no site e verificar. *Com informações da Secretaria de Economia

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Conselho de Cultura abre inscrições para representantes da sociedade civil 

O Conselho de Cultura do Distrito Federal (CCDF) abriu inscrições para a seleção de representantes da sociedade civil que vão compor os conselhos regionais de cultura (CRCs) em dez regiões administrativas do DF. A chamada pública, regulamentada pelo Edital nº 02/2025, prevê a formação dos conselhos para o triênio 2026-2029 e busca ampliar a participação direta da comunidade nas decisões sobre políticas culturais locais. Eleições vão preencher nove vagas por região; dessas, oito são destinadas a representantes da sociedade civil com atuação cultural e uma para liderança comunitária | Foto: Divulgação/Secec-DF Ao todo, serão preenchidas nove vagas por região, sendo oito destinadas a representantes da sociedade civil com atuação na área cultural e uma para liderança comunitária. Entre as cadeiras, o edital assegura uma vaga específica para acessibilidade cultural, que pode ser ocupada por pessoa com deficiência ligada à arte e à cultura inclusiva ou por agente com experiência comprovada em políticas afirmativas. As regiões contempladas nesta etapa são Águas Claras, Arniqueira, Lago Sul, Núcleo Bandeirante, Paranoá, Park Way, SIA, Sobradinho II, Taguatinga e Vicente Pires. Como participar As inscrições são gratuitas e devem ser feitas exclusivamente pela internet, por meio do site da Secretaria de Cultura e Economia Criativa (Secec-DF), entre o dia 19 deste mês e 2 de fevereiro. Para concorrer, é necessário comprovar, entre outros critérios, pelo menos três anos de atuação cultural na região administrativa escolhida, residência mínima de dois anos no DF e idade igual ou superior a 18 anos. Não podem participar do processo servidores da Secec-DF, das administrações regionais e ocupantes de cargos em gabinetes parlamentares. [LEIA_TAMBEM]Além dos candidatos, o edital também estabelece as regras para habilitação de eleitores, que poderão votar de 14 a 18 de março. Podem participar brasileiros maiores de 18 anos, com residência comprovada na região administrativa onde os candidatos concorrem. Cada eleitor poderá votar em até nove candidatos de sua região administrativa. Os conselhos regionais de cultura são instâncias fundamentais de participação social, responsáveis por acompanhar, propor e fortalecer as políticas culturais nos territórios. A expectativa do CCDF e da Secec-DF é que o processo amplie a escuta da comunidade e fortaleça a gestão cultural descentralizada no Distrito Federal. Consulte o cronograma completo, formulários e demais orientações no site da Secec-DF.   *Com informações da Secec-DF  

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Ações de combate à transmissão de hanseníase no DF são intensificadas

Dados da Secretaria de Saúde (SES-DF) indicam que os casos de hanseníase diminuíram nos últimos três anos no Distrito Federal. Foram registradas 113 ocorrências em 2024. O número é 28,5% menor que os 158 casos registrados em 2022. O DF registrou 1.018 notificações de hanseníase entre 2020 e 2024. Atualmente, a capital apresenta uma taxa de detecção de 3,53 casos para cada 100 mil habitantes, o que a posiciona em um patamar de média endemicidade, segundo critérios técnicos. Os dados constam no Informativo Epidemiológico da Hanseníase. O perfil epidemiológico revela que os homens são os mais acometidos, representando 50% das novas notificações. A maior concentração de casos ocorre na faixa etária entre 50 anos e 59 anos. O cenário nacional ainda é desafiador: o Brasil é o segundo país com maior volume de casos no mundo, atrás apenas da Índia. Secretaria de Saúde aposta em busca ativa e monitoramento para reduzir sequelas e interromper ciclo da doença | Foto: Sandro Araújo/Agência Saúde-DF Estratégia e monitoramento A Secretaria de Saúde segue o Plano de Enfrentamento da Hanseníase do DF 2023-2030, com o objetivo de intensificar as políticas públicas para eliminar a transmissão da doença no território. Ana Carolina Igreja, referência técnica distrital (RTD) em dermatologia da SES-DF, explica que a demora na identificação da doença ainda é um obstáculo. Muitas vezes, os sintomas iniciais são negligenciados ou confundidos com outras patologias. “Os sinais mais comuns são manchas com sensibilidade alterada, mas nódulos eritematosos [caroços vermelhos], áreas com diminuição de suor e perda de pelos também são sintomas frequentes”, detalha a especialista. "O diagnóstico tardio reflete diretamente na qualidade de vida do paciente" Ana Carolina Igreja, referência técnica distrital em dermatologia Embora a hanseníase tenha cura e o tratamento seja gratuito, a continuidade da medicação é fundamental. A especialista da SES-DF alerta para a taxa de abandono, que chegou a 22% no DF em 2022. A interrupção do tratamento prejudica a recuperação do paciente, favorece a resistência bacteriana e mantém a cadeia de transmissão ativa na comunidade. “O diagnóstico tardio reflete diretamente na qualidade de vida do paciente. Em 2020, o Distrito Federal registrou muitos casos com grau de incapacidade física 2, o que significa que muitos cidadãos já chegavam às unidades de saúde com sequelas físicas ou danos neurológicos visíveis”, detalha.  Para alcançar as metas dos indicadores, a Gerência de Vigilância das Doenças Transmissíveis está intensificando a busca ativa por meio dos agentes comunitários de saúde e ampliando a realização de testes rápidos em pessoas que convivem com os pacientes diagnosticados, entre outras estratégias. A porta de entrada para o atendimento de pacientes com hanseníase são as unidades básicas de saúde (UBSs). Casos que exigem suporte especializado são encaminhados aos centros de referência: Centro Especializado de Doenças Infecciosas (Cedin), Hospital Regional da Asa Norte (Hran) e Hospital Universitário de Brasília (HUB). [LEIA_TAMBEM]Na Região de Saúde Norte, a unidade de infectologia de Planaltina é referência no atendimento a doenças infectocontagiosas, com destaque para HIV, Aids, hepatites virais, tuberculose e hanseníase, que estão entre as mais prevalentes na região. A unidade atua como ponto estratégico, prestando cerca de 500 atendimentos mensais com equipe multidisciplinar. “Contamos com profissionais habilidosos no manejo da doença para garantir que o paciente receba a orientação correta e complete o tratamento com sucesso”, afirma a diretora da Atenção Secundária da Região Norte, Joyce Vieira Dantas. Transmissão A hanseníase é transmitida pelo contato prolongado com pacientes não tratados. A doença tem cura, e o tratamento, padronizado pelo Ministério da Saúde, é feito por meio da associação de três antimicrobianos denominada poliquimioterapia única (PQT). O tempo pode variar de seis a 12 meses, de acordo com a forma clínica da doença. Em caso de manchas suspeitas, procure a UBS mais próxima. *Com informações da Secretaria de Saúde  

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Mineradoras de criptomoedas são flagradas furtando energia no DF

Na última semana, a Neoenergia, em parceria com a 30ª Delegacia de Polícia do Distrito Federal, identificou e desativou duas mineradoras de criptomoedas que furtavam energia elétrica em São Sebastião. A ação resultou na apreensão de equipamentos e na interdição dos estabelecimentos. Responsáveis pelo crime de furto de energia, que gera prejuízos a toda a população, foram identificados e autuados pela Polícia Civil | Foto: Divulgação/Neoenergia O esquema ilegal provocava constantes interrupções na rede elétrica da região, prejudicando moradores, comerciantes e produtores rurais. O prejuízo financeiro estimado é de R$ 400 mil, além de um consumo irregular equivalente ao abastecimento de aproximadamente 3 mil residências por mês. A atividade de mineração de criptomoedas exige alto consumo de energia e infraestrutura elétrica dedicada. Nos locais fiscalizados, foram encontradas cerca de 90 máquinas operando 24 horas por dia, conectadas de forma clandestina à rede. Investigação [LEIA_TAMBEM]Após investigação da Neoenergia, os responsáveis foram identificados e conduzidos pela Polícia Civil, que instaurou inquérito para apurar outros crimes relacionados. A distribuidora aplicou termos de ocorrência de irregularidade (TOIs) para cobrança da energia desviada e regularizou as ligações clandestinas. O furto de energia, conhecido como “gato”, coloca em risco a vida de quem o pratica e da população. Além de ser perigoso, compromete o fornecimento de energia da região, podendo causar sobrecarga na rede, danos aos equipamentos e interrupções no abastecimento. Furtar energia é crime previsto no artigo 155 do Código Penal Brasileiro, com pena de até oito anos de reclusão. O apoio da comunidade é fundamental para combater esse tipo de prática. As denúncias podem ser feitas de forma anônima pelos canais da Neoenergia: telefone 116 ou presencialmente nas lojas de atendimento.   *Com informações da Neoenergia  

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Retirada da borracha da pista marca nova etapa da reforma do Estádio Augustinho Lima, em Sobradinho

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Laboratório Central de Saúde Pública do DF superou marca de 550 mil exames em 2025 

A Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF) oferece um serviço laboratorial de referência, seguro e ágil que contribui de forma estratégica para o controle epidemiológico e sanitário na capital: o Laboratório Central de Saúde Pública (Lacen-DF). Somente em 2025, a unidade realizou mais de 550 mil exames, atendendo às demandas essenciais de diversas áreas da saúde. Do total alcançado no ano passado, a Gerência de Biologia Médica realizou a maior parte dos exames, cerca de 500 mil, com destaque para o Núcleo de Virologia (424 mil exames). A Gerência de Medicamentos e Toxicologia foi responsável por quase 21 mil verificações, enquanto a Gerência de Controle e de Qualidade de Produtos e Ambientes chegou a mais de 30 mil. O Lacen-DF participa de diversas pesquisas, como de resistência bacteriana, hanseníanse, tuberculose e infecções sexualmente transmissíveis | Fotos: Matheus Oliveira/Agência Saúde DF “Juntamente com outros parceiros, o laboratório realiza vigilância sanitária e epidemiológica, ou seja, vigilância em saúde. Essa atuação traz mais segurança para a sociedade, não só a respeito das doenças em si, como também em relação ao consumo de alimentos e medicamentos”, explica a diretora do Lacen-DF, Grasiela Araújo.  Novos equipamentos foram adquiridos ao longo de 2025, contribuindo para ampliar a produtividade e a qualidade das entregas do órgão. Comparado com 2024, o laboratório teve um acréscimo de 95% de sua execução orçamentária. Desse total, cerca de 22% foram voltados à aquisição de equipamentos entre autoclaves, aparelhos de ar-condicionado, cabines de segurança biológica e refrigeradores de ultrabaixa temperatura.  Planos Para 2026, uma das prioridades é a implementação da vigilância laboratorial de metanol em bebidas. A iniciativa permitirá ao Lacen-DF atuar de forma mais célere e precisa na investigação de surtos de intoxicação por bebidas adulteradas, produtos químicos e outras ocorrências com potencial risco à saúde pública.  Os planos também incluem a ampliação da oferta de diagnóstico molecular para doença de Chagas, malária, leishmaniose e Pneumocystis jirovecii. Aquisição de novos equipamentos ao longo de 2025 ampliou produtividade e qualidade das entregas do órgão  [LEIA_TAMBEM] O Lacen-DF é um laboratório público que integra o Sistema Único de Saúde (SUS). A equipe é composta por farmacêuticos bioquímicos, biomédicos, médicos, enfermeiros, nutricionistas, biólogos, administradores, bibliotecários, além de analistas e técnicos de diversas áreas.  Além das atividades de vigilância, o Lacen-DF participa de pesquisas estratégicas, como estudos sobre resistência bacteriana, que contribuem para o fortalecimento do sistema brasileiro de vigilância e prevenção da resistência aos antibióticos. A unidade atua, ainda, em pesquisas sobre hanseníase, tuberculose e infecções sexualmente transmissíveis (ISTs). No rol entra também o sequenciamento genético dos vírus da dengue e de agentes respiratórios, em parceria com o Instituto Butantan - passo fundamental para subsidiar a produção de vacinas e monitorar a circulação viral. *Com informações da Secretaria de Saúde  

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Janeiro Branco enfatiza a importância de reconhecer e acolher crises emocionais

Quando Clara (nome fictício), de 29 anos, começou a tremer, perdeu o ar e caiu no choro no meio do trabalho, ninguém ao redor sabia exatamente o que fazer. Uma colega a levou até uma sala mais silenciosa, pediu que respirasse devagar e permaneceu ao seu lado até que ela conseguisse se acalmar. “Se ela não tivesse parado tudo para me ajudar, eu não sei como teria sido; achei que ia desmaiar”, lembra. O que parecia um infarto era, na verdade, uma crise de ansiedade, uma das emergências emocionais mais comuns atualmente. Campanha Janeiro Branco acende o alerta sobre a importância de refletir sobre a saúde emocional | Fotos: Divulgação/IgesDF No Janeiro Branco — a campanha reserva o mês para convidar a uma reflexão sobre esse tema —, a Organização Mundial da Saúde (OMS) aponta que o Brasil está entre os países com maior prevalência de transtornos de ansiedade no mundo. O nome é uma referência a “folha em branco”, que representa a possibilidade de rever emoções e escolhas de vida. A campanha Criada por psicólogos brasileiros, a campanha surgiu diante do aumento dos casos de ansiedade, depressão e estresse, e da necessidade de combater o preconceito e o silêncio que ainda cercam o adoecimento mental. A proposta é reforçar que cuidar da mente é tão essencial quanto cuidar do corpo. Organismos internacionais, como a OMS e a Organização Pan-Americana da Saúde (Opas), também alertam para a necessidade de colocar a saúde mental no centro das políticas públicas. No cenário pós-pandemia, os serviços de saúde também têm observado aumento significativo nas crises emocionais agudas, que chegam às unidades de pronto atendimento (UPAs), aos centros de atenção psicossocial (Caps) e ao Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu). “A pandemia agravou uma situação que já era preocupante. Muitos serviços de saúde mental ficaram interrompidos justamente quando a população mais precisava de apoio” Igor Santiago, psicólogo do Hospital de Base Segundo o psicólogo Igor Santiago Almeida, especialista em saúde mental do adulto do Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF), esse crescimento tem múltiplas causas. “A pandemia de covid-19 atuou como um importante catalisador, intensificando vulnerabilidades preexistentes e criando fontes de estresse”, explica. “A pandemia agravou uma situação que já era preocupante. Muitos serviços de saúde mental ficaram interrompidos justamente quando a população mais precisava de apoio”. Como reconhecer uma crise psicológica Santiago lembra que uma crise é um estado agudo de desequilíbrio emocional, psíquico e comportamental, quando o enfrentamento da pessoa se torna insuficiente. “Ela pode se manifestar como crises de pânico, agravamento de quadros ansiosos ou depressivos ou até crises suicidas”, detalha. Nas crises emocionais agudas, especialmente as de pânico, são frequentes sinais como respiração ofegante ou sensação de falta de ar, taquicardia (coração acelerado), tremores, sudorese e tontura, dor ou aperto no peito, formigamento nas mãos, choro intenso e agitação, confusão mental e pensamentos catastróficos e sensação de perda de controle ou medo intenso. “Muitas vezes, a pessoa realmente acredita que está tendo um problema físico grave”, ressalta Igor. Os primeiros socorros psicológicos (PSPs) são intervenções imediatas de apoio emocional e prático oferecidas a pessoas em sofrimento intenso ou em situação de crise. “Eles não substituem psicoterapia ou tratamento clínico, mas ajudam a reduzir o impacto emocional inicial e facilitam o encaminhamento para o cuidado adequado”, orienta o especialista. “Crises acontecem em casa, no trabalho, na rua. Ter noções básicas nessas horas ajuda a evitar agravamentos e salvar vidas”. Como ajudar alguém em crise ⇒ Mantenha a calma e ofereça ajuda Uma postura tranquila transmite segurança. Dizer ‘eu estou aqui com você’ tem um efeito muito importante ⇒ Reduza estímulos do ambiente Levar a pessoa para um local mais silencioso e com menos agitação ajuda a diminuir a sensação de ameaça ⇒ Ajude a regular a respiração Sugira respirações lentas e profundas ⇒ Escute sem julgamento Permita que a pessoa fale, sem interromper ou criticar. Em alguns casos, ela pode ter dificuldade até de organizar pensamentos ⇒ Valide o sofrimento Frases como “eu vejo que você está sofrendo” ajudam a reduzir a sensação de solidão ⇒ Auxilie a pessoa a se reconectar com o presente Descrever o ambiente e identificar objetos, sons ou sensações corporais pode ajudar na estabilização. Para ajudar uma pessoa em crise, é importante também saber o que não deve ser feito O que não fazer ⇒ Minimizar o sofrimento (“isso é exagero”, “é frescura”) ⇒ Repetir “calma!” de forma brusca ⇒ Pressionar a pessoa a falar ou tomar decisões ⇒ Oferecer soluções prontas ou conselhos não solicitados ⇒ Demonstrar irritação ou pânico ⇒ Realizar toques físicos sem consentimento “Essas frases e atitudes invalidam o sofrimento e reforçam a sensação de perda de controle, que já é um sintoma da crise”, alerta Santiago Almeida. Quando a crise vira emergência A crise deixa de ser apenas emocional e passa a exigir atendimento médico imediato quando há risco iminente ou desorganização grave. Entre os sinais de alerta, estão falas sobre desejo de morrer ou ideação suicida, confusão mental intensa ou diminuição da consciência, delírios ou paranoia e risco de machucar a si ou a outras pessoas. Nesses casos, é fundamental buscar ajuda pelo Samu (telefone 192), em emergências; nas unidades de pronto atendimento, quando há sofrimento intenso ou sintomas físicos associados; no Caps, para acolhimento especializado em saúde mental; e no CVV (telefone 188, apoio emocional 24h). Sinais silenciosos e prevenção [LEIA_TAMBEM]Além das crises agudas, há sinais de sofrimento que costumam ser ignorados, como isolamento progressivo, irritabilidade, fadiga constante, alterações no sono e na alimentação, negligência com o autocuidado e aumento do uso de álcool ou outras substâncias. “Esses sinais podem indicar esgotamento emocional e precisam ser reconhecidos como demanda de saúde”, indica o psicólogo. Manter uma rotina saudável, fortalecer vínculos sociais e buscar ajuda ao perceber os primeiros sinais são estratégias que ajudam a prevenir agravamentos. Para o especialista, o maior mito a ser combatido é a ideia de que crises emocionais são sinal de fraqueza. “Crises são respostas a um sofrimento que excedeu a capacidade de enfrentamento da pessoa e precisam ser tratadas como um problema de saúde legítimo, não como falha moral”, pontua.   *Com informações do IgesDF          

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Vem aí o afastamento Remunerado para Estudos – 1º semestre de 2026

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Mais de 880 vagas de emprego estão abertas nas Agências do Trabalhador nesta terça-feira (13)

As agências do trabalhador do Distrito Federal oferecem, nesta terça-feira (13), 882 vagas para quem procura um emprego. Há oportunidades para candidatos de diferentes níveis de escolaridade, com e sem experiência, em diversas regiões administrativas. Os salários chegam a R$ 3.500. A oportunidade é para o cargo de gerente de produção e operações, com vaga no Guará, exigência de ensino médio completo e sem necessidade de experiência comprovada. Outras vagas de destaque incluem pedreiro e pintor de obras, com salários de até R$ 2.800, nas regiões da Zona Industrial do Guará e da Asa Sul. Também há vagas exclusivas para pessoas com deficiência. As oportunidades são para os cargos de auxiliar de estoque e auxiliar de limpeza, ambas em Santa Maria, com uma vaga cada. A remuneração é de R$ 1.621, além de benefícios. Para participar dos processos seletivos, basta cadastrar o currículo no aplicativo da Carteira de Trabalho Digital (CTPS) ou ir a uma das 16 agências do trabalhador, das 8h às 17h, durante a semana. Mesmo que nenhuma das oportunidades do dia seja atraente ao candidato, o cadastro vale para oportunidades futuras, já que o sistema cruza dados dos concorrentes com o perfil que as empresas procuram. Empregadores e empreendedores que desejem ofertar vagas ou utilizar o espaço das agências do trabalhador para as entrevistas podem se cadastrar pessoalmente nas unidades ou pelo e-mail gcv@sedet.df.gov.br. Pode ser utilizado, ainda, o Canal do Empregador, no site da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda (Sedet).

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Saúde do DF gasta quase R$ 1 bilhão com pacientes do Entorno

O Distrito Federal arca com um custo significativo no atendimento a pacientes de outras unidades federativas. Em 2025, a Secretaria de Saúde (SES-DF) realizou mais de 50 mil internações de pessoas residentes do Entorno. Estima-se que o valor deve chegar a quase R$ 1 bilhão, com destaque para os custos com internações. "O atendimento a pacientes de fora do DF representa um desafio para o orçamento da saúde local, que já enfrenta dificuldades na execução de recursos" Juracy Lacerda, secretário de Saúde “O atendimento a pacientes de fora do DF representa um desafio para o orçamento da saúde local, que já enfrenta dificuldades na execução de recursos. A rede pública do DF, por estar próxima de Goiás e de Minas Gerais, frequentemente recebe pacientes dessas regiões, funcionando como um polo de saúde”, explica o secretário de Saúde do DF, Juracy Lacerda. Das mais de 238 mil internações em hospitais da SES-DF em 2024, foram gastos quase R$ 675 milhões com pacientes dessas áreas. Somente com diárias de Unidades de Terapia Intensiva (UTIs), o gasto foi de mais de R$ 134,4 milhões. As internações com cirurgias dispenderam R$ 89,1 milhões e as internações com partos somaram quase R$ 77 milhões com pacientes de diferentes estados. O cenário se repete nas internações com partos de moradores de outras regiões, consumindo quase 30% do orçamento da Saúde do DF na área. A cada dez bebês nascidos nas unidades da SES-DF em 2025, três eram de famílias residentes de outros estados brasileiros, desde o Amapá até o Rio Grande do Norte. Dos 42 mil partos realizados no DF ano passado, 10,9 mil foram de mães de outras unidades da Federação. A maioria é oriunda de Goiás, com mais de 10,4 mil crianças nascidas como brasilienses. A cada dez bebês nascidos nos hospitais públicos do DF em 2025, três eram de famílias residentes em outros estados brasileiros | Foto: Sandro Araújo/Agência Saúde Em 2024, só no período de doenças sazonais respiratórias, que anualmente intensifica os atendimentos nas alas pediátricas, 28% das internações foram de pacientes de fora do DF. Tratamentos especializados, como cirurgia oncológica, insuficiência renal crônica ou de doenças cerebrovasculares também têm elevados percentuais de internações de pessoas que vêm de longe em busca do serviço, variando entre 14% e 19%, conforme dados de 2024. As Unidades de Pronto Atendimento (UPAS), o Hospital de Base (HBDF) e o Hospital Regional de Santa Maria (HRSM), gerenciados pelo Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF), atenderam 227 mil pacientes que residem em outros estados. Segundo dados do IgesDF, essa quantidade corresponde a 12% do total registrado em 2025. Planejamento e diálogo  [LEIA_TAMBEM]O Sistema Único de Saúde (SUS) garante assistência a qualquer cidadão, independentemente do local. Moradores do DF, por exemplo, podem ser acolhidos em qualquer estado. “O financiamento do SUS prevê mecanismos de compensação, mas o atendimento local muitas vezes excede o ressarcimento federal, gerando pressão sobre o Fundo Constitucional do Distrito Federal (FCDF) e o orçamento próprio da Secretaria de Saúde”, explica o secretário. O gestor, porém, ressalta a importância de um planejamento realista. No caso do câncer, por exemplo, a projeção do Instituto Nacional de Câncer (Inca) é de 7 mil novos casos anuais entre a população do DF. Mas, se a capital federal tiver a responsabilidade de cuidar de moradores da região do Entorno, será necessário um planejamento para 9 mil ocorrências ao ano. *Com informações da Secretaria de Saúde  

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Lançado edital de aquisição de novos equipamentos para o Hospital de Base

O Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF) lançou, nesta segunda-feira (12), o Edital nº 83/2025 para a aquisição de novos equipamentos médicos destinados ao Serviço de Anatomia Patológica do Hospital de Base. O investimento vai ampliar a precisão e a agilidade dos exames, fundamentais para a identificação de doenças e para a definição de tratamentos, fortalecendo o atendimento oferecido aos pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS). O edital tem como objeto a compra de equipamentos médicos voltados à rotina da anatomia patológica, conforme estabelecido no Elemento Técnico nº 95/2025 e na Solicitação de Compras MV nº 7018. A iniciativa reforça o compromisso do Instituto com a excelência dos serviços prestados nas unidades de saúde sob sua gestão. Essencial no processo de identificação de doenças, especialmente em análises microscópicas de tecidos, o Serviço de Anatomia Patológica desempenha papel estratégico na definição de tratamentos e condutas clínicas. A atualização dos equipamentos amplia a precisão dos exames, contribui para diagnósticos mais rápidos e qualifica ainda mais o atendimento ao paciente. O investimento vai ampliar a precisão e a agilidade dos exames, fundamentais para a identificação de doenças e para a definição de tratamentos, fortalecendo o atendimento oferecido aos pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS) | Foto: Divulgação/IgesDF Prazo para envio de propostas Com o objetivo de garantir ampla concorrência e participação de empresas especializadas, o período de recebimento das propostas será de 10 dias úteis, entre 12 e 23 de janeiro de 2026, até as 23h55 (horário local), exclusivamente pelo email emendas.propostas@igesdf.org.br. Para o presidente do instituto, Cleber Monteiro, investimentos em modernização mostram o cuidado que o Governo do Distrito Federal (GDF) tem com o usuário do Sistema Único de Saúde. “Estamos garantindo que o cidadão consiga ter acesso mais ágil e preciso dos exames que são realizados e, com isso, consiga ter diagnósticos e tratamentos cada vez melhores”, destaca. O edital completo e seus anexos estão disponíveis para consulta no site do IgesDF, conforme endereço eletrônico informado no documento oficial. Serviço: Objeto: Aquisição de equipamentos médicos destinados ao Serviço de Anatomia Patológica Edital: nº 83/2025 Período para envio de propostas: de 12/01/2026 a 23/01/2026 Endereço eletrônico para envio: emendas.propostas@igesdf.org.br Prazo: 10 dias úteis   *Com informações do IgesDF

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Projeto ByteZone chega ao Arapoanga com inclusão digital e incentivo ao empreendedorismo

Estão abertas as inscrições para o projeto ByteZone — Explorando o Mundo Digital, que será realizado entre os dias 19 e 30 de janeiro, no estacionamento da Administração Regional do Arapoanga. A iniciativa leva formação gratuita em tecnologia e empreendedorismo à região administrativa, ampliando o acesso ao conhecimento e às novas oportunidades do mundo digital. Os interessados devem se inscrever por meio de formulário online. O projeto é fruto da parceria entre a Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação do Distrito Federal (Secti-DF) e o Instituto Entre Nós, com a meta de capacitar 200 participantes. A ação prioriza jovens, mulheres acima de 50 anos, pessoas idosas e pessoas com deficiência, promovendo inclusão social por meio de oficinas presenciais focadas em competências digitais e empreendedorismo tecnológico. “O projeto reforça o compromisso do Governo do Distrito Federal em democratizar o acesso à tecnologia e garantir que a inovação chegue a quem mais precisa. Ao investir em capacitação digital e empreendedorismo, estamos ampliando oportunidades, promovendo inclusão social e fortalecendo a cidadania, especialmente de públicos historicamente menos assistidos”, destacou o secretário da Secti-DF, Rafael Vitorino. O projeto é fruto da parceria entre a Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação do Distrito Federal (Secti-DF) e o Instituto Entre Nós, com a meta de capacitar 200 participantes | Foto: Divulgação/Secti-DF As atividades ocorrerão em ambiente acessível e adaptado, com turmas nos períodos matutino e vespertino. Serão oferecidas quatro oficinas, cada uma com carga horária de 40 horas: - Informática Básica - Redes Sociais e Comunicação Digital - Inteligência Artificial Aplicada - Negócios Digitais e Empreendedorismo O ByteZone garante acessibilidade plena, com intérprete de Libras em todas as atividades, materiais pedagógicos acessíveis e infraestrutura adequada, em conformidade com a Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência (Lei nº 13.146/2015). Ao final do ciclo formativo, os participantes apresentarão projetos autorais desenvolvidos ao longo das oficinas, em um evento de encerramento que valoriza o protagonismo social e a aplicação prática dos conhecimentos adquiridos. Ao promover ações como o ByteZone, a Secti-DF reafirma a atuação voltada ao desenvolvimento social por meio da inovação. A iniciativa integra uma política pública que busca ampliar o acesso ao conhecimento, estimular a autonomia tecnológica e criar caminhos reais para geração de renda, garantindo que a transformação digital alcance a população de forma inclusiva e sustentável em todo o Distrito Federal. *Com informações da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação do Distrito Federal (Secti-DF)    

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PGDF institui Política de Sustentabilidade e fortalece gestão responsável dos recursos públicos

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PGDF institui Política de Sustentabilidade e fortalece gestão responsável dos recursos públicos

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Programa de Pós-Graduação em Ciências para a Saúde da ESP/DF é nota 5 em avaliação da Capes

O Programa de Pós-Graduação em Ciências para a Saúde da Escola de Saúde Pública do Distrito Federal (ESP/DF) conquistou nota 5 na mais recente avaliação da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), referente ao quadriênio 2021–2024. O resultado representa um avanço significativo e posiciona o curso entre os programas de excelência acadêmica no país. O reconhecimento do programa, criado em 2012 na Fundação de Ensino e Pesquisa em Ciências da Saúde (Fepecs) e migrado para a ESP/DF em 2025, foi uma conquista obtida por meio do esforço contínuo dos docentes, estudantes e colaboradores nos trabalhos em prol da produção de conhecimento científico e do ensino de qualidade. A avaliação é baseada na análise de pontos como a produção científica de docentes, discentes e egressos | Foto: Divulgação/Fepecs “Essa avaliação ocorre a cada quatro anos e se baseia em um relatório detalhado que reúne informações sobre as atividades do programa, a produção científica de docentes, discentes e egressos, além de outros indicadores de qualidade”, explica o coordenador de Cursos de Pós-Graduação Stricto Sensu da ESP/DF, Levy Santana. Para a professora e coordenadora do Programa de Pós-graduação em Ciências para a Saúde, Leila Göttems, “o resultado da avaliação da Capes com o aumento da nota de 4 para 5, em um programa profissional, representa na prática, que atingimos um novo patamar de maturidade e excelência. É o reconhecimento oficial de que nossa produção científica e tecnológica e a formação dos nossos estudantes estão entre as melhores do Brasil”. Sobre o programa Vinculado à área de conhecimento de Enfermagem da Capes, o Programa de Pós-Graduação em Ciências para a Saúde foi criado em 2012, inicialmente ligado à Fepecs. Atualmente, o programa oferta o Mestrado Profissional em Ciências para a Saúde, tendo formado mais de 160 profissionais ao longo de sua trajetória. [LEIA_TAMBEM]Em 2025, foi implementado o curso de doutorado profissional, tornando a ESP/DF a primeira instituição de ensino vinculada ao Governo do Distrito Federal (GDF) a oferecer formação nessa modalidade. No processo seletivo mais recente, realizado em agosto de 2025, ingressaram oito novos doutorandos e 26 novos mestrandos. Com caráter multiprofissional, o programa tem se destacado pela produção de trabalhos que contribuem diretamente para a soluções de problemas previamente identificados nos serviços de saúde nos aspectos gerenciais, do cuidado e da vigilância. Desta forma, contribui direta e indiretamente na melhoria do cuidado que o SUS oferta à população do Distrito Federal e Região. *Com informações da Fepecs  

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Programa Acolhe DF realizou mais de 450 abordagens a pessoas em situação de rua desde julho de 2025

A reestruturação do programa Acolhe DF, oficializada pelo Decreto nº 47.423, em julho de 2025, marcou um novo momento na política do Distrito Federal voltada ao atendimento de pessoas em situação de rua. Desde então, a iniciativa se consolidou como programa de governo, reunindo diferentes pastas e promovendo uma atuação integrada, humanizada e contínua. De julho até dezembro de 2025, as equipes realizaram 453 abordagens, com foco no acolhimento, na escuta qualificada e na construção de alternativas reais para quem vive em situação de vulnerabilidade. Coordenado pela Secretaria de Justiça e Cidadania (Sejus-DF), o Acolhe DF mobiliza equipes multiprofissionais das áreas de saúde, assistência social, cidadania, educação e trabalho. Do total de pessoas abordadas no período, 76% são homens, refletindo o perfil predominante da população atendida nas ações de busca ativa realizadas em diferentes regiões administrativas do DF. Tratamento voluntário O principal encaminhamento realizado pelo programa é para o tratamento contra a dependência química, sempre de forma voluntária. Entre 28 de julho e 19 de dezembro de 2025, 105 pessoas aceitaram o acolhimento em uma das seis comunidades terapêuticas parceiras do Acolhe DF, onde podem permanecer por até 12 meses, com acompanhamento contínuo e suporte psicossocial. Do total de pessoas abordadas no período, 76% são homens, refletindo o perfil predominante da população atendida nas ações de busca ativa realizadas em diferentes regiões administrativas do DF | Foto: Divulgação/Sejus-DF Foi esse o caminho escolhido por Carlos (nome fictício), de 38 anos, que viveu por anos em situação de rua após romper vínculos familiares e perder o emprego. “Eu já tinha perdido a esperança. O que fez a diferença foi a forma como eles conversaram comigo, sem julgamento. Hoje estou em tratamento, pensando em voltar a estudar e reconstruir minha vida”, relata. Após o período nas comunidades terapêuticas, os acolhidos podem acessar cursos de capacitação profissional, como os ofertados pelo RenovaDF, da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda (Sedet), ampliando as chances de autonomia financeira e reinserção social. Novos caminhos Além do tratamento para dependência química, as abordagens do Acolhe DF resultaram em diversos outros encaminhamentos, respeitando a realidade e o desejo de cada pessoa atendida. No período analisado, 24 pessoas retornaram para seus estados de origem, enquanto 19 foram reintegradas ao convívio familiar. O acesso ao trabalho também tem sido um dos eixos do programa: 27 pessoas foram encaminhadas para oportunidades de emprego, rompendo ciclos de exclusão e fortalecendo a autonomia. Já 26 atendidos foram direcionados para tratamento de saúde, incluindo atendimentos especializados, e 37 receberam encaminhamento para a Companhia de Desenvolvimento Habitacional do DF (Codhab), ampliando o acesso à política habitacional. Para a secretária de Justiça e Cidadania, Marcela Passamani, o balanço evidencia o fortalecimento do programa como uma política pública estruturante. “O Acolhe DF é a prova de que a atuação integrada do governo faz diferença na vida das pessoas. Cada abordagem é uma oportunidade de reconstrução, feita com respeito, dignidade e cuidado”, destaca. "Inserido na Política Distrital para a População em Situação de Rua, o Acolhe DF reafirma o empenho em promover ações integradas nas áreas de saúde, assistência social e cidadania. A iniciativa evidencia que políticas públicas consistentes são construídas quando os órgãos governamentais atuam de maneira coordenada, com olhar humano e compromisso social", afirma o secretário-chefe da Casa Civil do DF e coordenador da Política Distrital para a População em Situação de Rua, Gustavo Rocha. Confiança e persistência Segundo o subsecretário de Enfrentamento às Drogas da Sejus, Diego Moreno, o vínculo construído pelas equipes é essencial para o sucesso das ações. “O acolhimento acontece no tempo da pessoa. Muitas vezes, é preciso voltar duas, três, quatro vezes até que ela se sinta segura para aceitar ajuda. Tudo é feito de forma voluntária, com paciência e escuta”, explica. As ações do Acolhe DF ocorrem semanalmente, em parceria com administrações regionais e outros órgãos do GDF, passando por áreas com maior concentração de pessoas em situação de rua e por equipamentos públicos, como o Hotel Social, no Setor de Armazenagem e Abastecimento Norte (SAAN). *Com informações da Secretaria de Justiça e Cidadania do Distrito Federal (Sejus-DF)

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Equipes iniciam troca do piso da pista de atletismo do Estádio Augustinho Lima, em Sobradinho

O Governo do Distrito Federal (GDF) dá mais um passo na reforma do Estádio Augustinho Lima, em Sobradinho. Nesta nova etapa da obra, as equipes iniciaram a retirada do material da pista de atletismo, procedimento necessário para a adequação da base que receberá o novo piso, conforme os padrões técnicos exigidos para treinamentos e competições oficiais. Para o secretário de Esporte e Lazer do DF, Renato Junqueira, a intervenção representa a recuperação de um equipamento histórico da região. “O Augustinho Lima é um patrimônio da cidade e uma demanda antiga da população”, afirma. “O estádio ficou muito tempo sem jogos e com a estrutura bastante deteriorada. Essa reforma é importante porque devolve o estádio à comunidade e permite que ele volte a cumprir seu papel, recebendo grandes eventos e diferentes modalidades esportivas”. Renato Junqueira: "Essa reforma é importante porque devolve o estádio à comunidade e permite que ele volte a cumprir seu papel, recebendo grandes eventos e diferentes modalidades esportivas" | Foto: Tony Oliveira/Agência Brasília A reforma teve início em novembro de 2025 e é financiada com recursos do Fundo de Apoio ao Esporte (FAE). Ao todo, os investimentos chegam a R$ 4,4 milhões e contemplam intervenções estruturais no campo e na pista, além de melhorias no sistema de iluminação do estádio. Na etapa anterior, foram aplicados cerca de R$ 1,8 milhão em serviços de drenagem, irrigação e preparo do gramado. Renato Junqueira ressalta que o impacto da obra vai além do alto rendimento: “O Augustinho Lima se tornou uma referência nacional e internacional com grande repercussão, que vai muito além do esporte de alto rendimento. Ali também se formam jovens cidadãos, que encontram no esporte uma oportunidade de inserção no mercado de trabalho e a chance de proporcionar uma vida melhor para suas famílias”. Estrutura moderna A reforma inclui pontos como a drenagem do novo gramado, a instalação de uma pista sintética apta a receber competições oficiais e a modernização da iluminação | Foto: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília Um dos responsáveis técnicos pela obra, o engenheiro Thyago Veras explica que os trabalhos avançam de forma integrada: “Neste momento, estamos na fase de retirada da pista antiga e de preparação do local para receber o novo piso. É uma intervenção conjunta, que envolve tanto o campo quanto a pista, com foco em qualidade técnica e durabilidade”. Segundo o engenheiro, somente nesta fase voltada à pista de atletismo, o investimento gira em torno de R$ 2 milhões. “Isso vai garantir melhores condições de treinamento para atletas de alto rendimento e adequar o espaço aos padrões nacionais e internacionais”, especifica.   Além do novo gramado, que já recebeu drenagem e sistema de irrigação, o projeto prevê a instalação de uma pista sintética certificada, apta a sediar competições oficiais, e a modernização da iluminação, ampliando a capacidade de uso do estádio para diferentes modalidades e eventos esportivos. Formação esportiva O Estádio Augustinho Lima é um dos principais polos do atletismo no Distrito Federal e atende atletas de Sobradinho, Planaltina, Paranoá e regiões do Entorno. O local também é centro de treinamento do marchador Caio Bonfim, nascido e criado em Sobradinho, medalhista de prata nas Olimpíadas de Paris-2024, quatro medalhas em Jogos Pan-Americanos e outras quatro em Campeonatos Mundiais no currículo. Ele é o atual campeão do mundo nos 20km da marcha atlética. João Sena: "Aqui temos iniciação esportiva, projetos educacionais e alto rendimento. Manter essa estrutura em boas condições é fundamental para o desenvolvimento do esporte" | Foto: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília Em 6 de dezembro, enquanto realizava treino no estádio, Caio Bonfim lembrou a importância do investimento do GDF para a rotina dos atletas e para o fortalecimento do esporte de alto rendimento no Distrito Federal. Na ocasião, o marchador ressaltou que a qualidade da estrutura interfere diretamente no desempenho técnico e amplia as condições para que Sobradinho receba eventos esportivos de maior porte. [LEIA_TAMBEM] Caio, que é treinador e pai de João Sena, enfatiza o papel histórico do estádio para o atletismo brasileiro: “Essa é a única pista da região norte do DF e atende não só Sobradinho, mas também Planaltina, Paranoá e o entorno. Aqui temos iniciação esportiva, projetos educacionais e alto rendimento. Manter essa estrutura em boas condições é fundamental para o desenvolvimento do esporte”. Atleta da marcha atlética e estudante de educação física, Gabriela de Souza Muniz, campeã brasileira, sul-americana e pan-americana, também ressalta a relevância da obra: “Esse espaço é usado diariamente por nós atletas e também pela comunidade. Uma pista de qualidade faz muita diferença na preparação para competições nacionais e internacionais. A gente fica muito feliz em acompanhar essa melhoria”.

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Resultado Final de Habilitação FAC I/2025

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Governadora em exercício recebe Selo Diamante em Transparência Pública em reunião com secretários do DF

Em reunião realizada nesta segunda-feira (12) com secretários de Estado do Distrito Federal, a governadora em exercício, Celina Leão, recebeu oficialmente o Selo Diamante em Transparência Pública, o mais alto reconhecimento concedido pela Associação dos Membros dos Tribunais de Contas do Brasil (Atricon). Ao receber a homenagem, a governadora em exercício enfatizou:  “Esse selo representa o compromisso permanente do Governo do Distrito Federal com a responsabilidade, o respeito ao cidadão e a clareza na aplicação dos recursos públicos” | Foto: Luh Fiuza/VGDF O troféu foi entregue pelo controlador-geral do Distrito Federal, Daniel Lima, como forma de reconhecer o compromisso do Governo do Distrito Federal (GDF) com uma gestão pública íntegra, acessível e orientada ao cidadão. O DF conquista o Selo Diamante pelo segundo ano consecutivo, resultado do trabalho coordenado pela Controladoria-Geral do Distrito Federal (CGDF). O governador Ibaneis Rocha recebeu o troféu em dezembro de 2025. Ao receber o reconhecimento, a governadora em exercício afirmou: “Esse selo representa o compromisso permanente do Governo do Distrito Federal com a responsabilidade, o respeito ao cidadão e a clareza na aplicação dos recursos públicos. Transparência fortalece a confiança da população e qualifica a relação entre governo e sociedade”. Transparência A honraria avalia critérios rigorosos relacionados à transparência ativa, qualidade das informações disponibilizadas, acessibilidade dos portais institucionais e cumprimento das normas de governança e controle. A certificação posiciona o DF entre os entes federativos mais transparentes do país. [LEIA_TAMBEM]Durante a entrega, Daniel Lima destacou que o reconhecimento reforça uma visão de gestão pública centrada no cidadão: “Transparência não é apenas publicar dados, mas garantir que a informação seja clara, simples e confiável, permitindo que a sociedade acompanhe e participe das ações do governo”. A conquista reflete o aprimoramento contínuo do Portal da Transparência, o fortalecimento das políticas de dados abertos, a adoção de linguagem simples e o avanço em ferramentas de acessibilidade, além da modernização de sistemas e da ampliação da participação social. Além disso, a Controladoria-Geral do Distrito Federal (CGDF) também apresentou aos secretários de Estado o Radar do DF, um sistema elaborado para orientar os gestores sobre as temáticas mais demandadas pelo cidadão via ouvidorias do GDF.   *Com informações da Vice-Governadoria e da Controladoria-Geral do DF  

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Propostas aprovadas para educação ambiental em 2025 somam mais de R$ 1 milhão

A Unidade de Educação Ambiental (Educ) do Instituto Brasília Ambiental teve em 2025 um ano de muito trabalho. A avaliação é do gestor da área, Luiz Felipe Blanco de Alencar. “Conseguimos executar importantes ações planejadas ao final de 2024 e também avançamos em iniciativas que surgiram de forma espontânea ao longo do ano”, destaca, apontando como uma das principais realizações do ano a aprovação de quatro propostas na Câmara de Compensação Ambiental/Florestal (Ccaf), que juntas somam mais de R$ 1 milhão em recursos destinados à educação ambiental. A governadora em exercício Celina Leão lembra que políticas de educação ambiental são cruciais para uma boa gestão governamental, pois “capacitam cidadãos e servidores, promovem a sustentabilidade e resultam em benefícios econômicos, sociais e ambientais a longo prazo, além de transformarem a forma como a administração pública e a sociedade lidam com os recursos naturais”. O presidente do Brasília Ambiental, Rôney Nemer, endossa a importância da área e parabeniza os servidores do Instituto que nela atuam pelas entregas: “Nosso corpo de servidores está de parabéns, porque é, extremamente, comprometido. O resultado disso fica claro no balanço de ano, quando áreas cruciais, como a educação ambiental, revela os altos números dos atendimentos dos seus programas”. Entre as propostas citadas está a campanha de Prevenção a Incêndios Florestais do Programa de Prevenção (Ppcif) para os anos de 2025 e 2026. O gestor da Educ destaca que é a primeira vez na autarquia que uma campanha segue uma lógica integrada de comunicação, incluindo a criação de uma mascote própria — a Tatá —, produção de materiais de divulgação para diferentes públicos e o alinhamento das ações entre as instituições que compõem o Ppcif. O programa Parque Educador atendeu a quase quatro mil crianças em 2025, alcançando, desde 2018, quando foi criado, cerca de 24 mil estudantes, que tiveram a oportunidade de conhecer o Cerrado por meio das unidades de conservação do Brasília Ambiental | Foto: Divulgação/Brasília Ambiental Outra proposta citada pelo gestor é o projeto político-pedagógico do programa Parque Educador, que tem como objetivo registrar conhecimentos, metodologias e processos de gestão, resultando em um documento norteador capaz de explicitar o funcionamento e os princípios do programa. Também estão entre essas quatro propostas aprovadas na Ccaf, a aquisição de materiais e equipamentos para o mesmo programa de educação ambiental. “Essa aquisição é necessária após sete anos de funcionamento. Ela garante a renovação de móveis, instrumentos e materiais de consumo nas unidades participantes”, esclarece Luiz Felipe. E ainda fecha as quatro aprovações , a edição, produção e impressão dos materiais ecopedagógicos do programa Eu Amo o Cerrado e do Mapa Ambiental. “Essa aprovação permite a reposição de estoques e a criação de novas publicações que divulgam as belezas e riquezas do Bioma e fortalecem a presença institucional em eventos e ações educativas”, explica o gestor. Outras realizações No que se refere às iniciativas já padrões da Educ, o programa Parque Educador, por exemplo, atendeu a quase quatro mil crianças em 2025, alcançando, desde 2018, quando foi criado, cerca de 24 mil estudantes, que tiveram a oportunidade de conhecer o Cerrado por meio das unidades de conservação do Brasília Ambiental. O programa Eu Amo o Cerrado distribuiu mais de 30 mil publicações ao longo do ano, aproximando os cidadãos do DF da biodiversidade local. Já o Centro de Práticas Sustentáveis (CPS) manteve sua vocação como polo de sustentabilidade na região do Jardim Botânico, atingindo mais de 20 mil pessoas atendidas em 2025. Os projetos de educação ambiental vinculados ao licenciamento alcançaram diretamente milhares de moradores do DF, com a Educ analisando mais de 100 processos ao longo do ano. Expectativas Para 2026, a proposta é fortalecer as iniciativas já existentes e aprimorar continuamente os processos de gestão da Educ, buscando maximizar os resultados alcançados com os investimentos realizados. “Mantemos a convicção de que, quanto melhor for o trabalho desenvolvido pela Educ, menos problemas ambientais precisarão ser enfrentados pelos demais setores do Brasília Ambiental”, lembra o gestor da área.   *Com informações do Brasília Ambiental

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Ações de acolhimento durante a semana atendem a 25 pessoas em situação de rua no DF

O Plano de Ação para a Efetivação da Política Distrital para a População em Situação de Rua — coordenado pela Casa Civil do Distrito Federal — atendeu, na última semana, a 25 pessoas em diversos locais do DF. De terça-feira (6) a domingo (11), as operações passaram por 13 pontos do Plano Piloto e do Núcleo Bandeirante. “O GDF tem mapeado as regiões com maior concentração de pessoas em situação de rua, com o objetivo de intensificar as ações nessas áreas. Também estamos atentos às demandas apresentadas pela população para promover melhorias nessas regiões”, destacou o secretário-chefe da Casa Civil do DF, Gustavo Rocha, coordenador do Plano de Ação para a Efetivação da Política Distrital para a População em Situação de Rua. "Como estado, reafirmamos o compromisso de governar para todos, tendo como principal objetivo promover melhorias na vida de toda a população" Gustavo Rocha, secretário-chefe da Casa Civil “Como Estado, reafirmamos o compromisso de governar para todos, tendo como principal objetivo promover melhorias na vida de toda a população”, acrescentou Gustavo Rocha. Balanço Na terça, as equipes visitaram um ponto no Plano Piloto. Na ocasião, dois caminhões de entulho foram removidos, com os materiais considerados inservíveis sendo levados à Unidade de Recebimento de Entulhos (URE). Na quarta, outro ponto foi visitado no Plano Piloto. Oito pessoas foram localizadas e acolhidas, um caminhão de entulho foi removido e uma estrutura precária foi desconstituída. Na quinta-feira, não foram encontradas pessoas ou estruturas durante a operação. Na sexta, as equipes seguiram para o Núcleo Bandeirante, onde passaram por sete pontos. Ao todo, dez pessoas foram localizadas, dois caminhões foram removidos e cinco estruturas precárias foram desmontadas. No sábado, de volta ao Plano Piloto, três pontos foram visitados, duas estruturas desconstituídas e um caminhão de entulho retirado. Já no domingo, novamente no Plano Piloto, um ponto foi visitado, com sete pessoas acolhidas, oito estruturas desmontadas e um caminhão removido. Política distrital O GDF tem mapeado as regiões com maior concentração de pessoas em situação de rua, com o objetivo de intensificar as ações nessas áreas | Foto: Agência Brasília O Distrito Federal foi a primeira unidade da Federação a apresentar um plano de política pública após a suspensão das ações de abordagem à população de rua pelo Supremo Tribunal Federal (STF). As ações de acolhimento começaram a ser implementadas após uma fase de testes em maio de 2024, quando o GDF realizou visitas na Asa Sul e em Taguatinga, atendendo cerca de 50 pessoas com assistência social e oferta de serviços públicos. Em 27 de maio de 2024, o GDF tornou oficial o Plano de Ação para a Efetivação da Política Distrital para a População em Situação de Rua. Desde então, ocorrem ações semanais em diversos pontos do Distrito Federal. Os órgãos do governo já passaram por regiões como Plano Piloto, Vila Planalto, Taguatinga Norte e Sul, Ceilândia, Águas Claras e Arniqueira. Em julho de 2025, a vice-governadora Celina Leão, então em exercício, assinou decreto que criou o programa Acolhe DF, que propõe uma busca ativa e oferta de tratamento a pessoas em situação de rua com vício em drogas — tanto as ilícitas quanto álcool e tabaco —, criando uma linha de atendimento a essas pessoas e, consequentemente, aprimorando as ações já existentes do GDF voltadas a esse público. No mesmo mês, o GDF inaugurou o primeiro hotel social da capital da República, destinado a acolher e abrigar a população em situação de rua. O equipamento oferece 200 vagas para pernoite e recebe também animais de estimação. Além disso, desde 2022, o governo promove, em períodos de baixas temperaturas, a chamada Ação contra o Frio, com oferta de espaços públicos para pernoite de pessoas em situação de rua. Apenas em 2025, a unidade aberta na Asa Sul registrou 6,6 mil atendimentos. No local, também foram oferecidos casacos e cobertores arrecadados por meio da campanha Agasalho Solidário, da Chefia-Executiva de Políticas Sociais.  

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