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Alimentação saudável durante as festividades juninas é tema de ação nos restaurantes comunitários

Junho é marcado pelas festas juninas, uma tradição brasileira que conta com grande diversidade de pratos típicos, como canjica, pamonha, quentão e pé de moleque. Foi pensando nestes sabores tradicionais que foram realizadas, nesta quinta-feira (18), as ações de educação alimentar e nutricional em todos os restaurantes comunitários do Distrito Federal, orientando os frequentadores sobre hábitos alimentares saudáveis e o consumo consciente nas celebrações. As equipes dos restaurantes confeccionaram materiais educativos que foram entregues aos frequentadores, com receitas típicas de festa junina e prepararam mesas decoradas com um mural que destacava os principais benefícios nutricionais das comidas juninas. A ação acompanhou o almoço, que é servido das 11h às 14h todos os dias; quando os frequentadores dos restaurantes puderam conversar com os nutricionistas e tirar dúvidas, recebendo um curau de milho para degustação. “Procuramos desmistificar conceitos relacionados à alimentação e promover escolhas alimentares mais conscientes no dia a dia. Também incentivamos o consumo consciente dos alimentos típicos da época, demonstrando que é possível desfrutar das celebrações sem abrir mão de hábitos alimentares saudáveis”, explica a nutricionista Juliana Almeida, que integra a Diretoria de Gestão de Equipamentos de Segurança Alimentar e Nutricional (Digesan) da Sedes. Os frequentadores dos restaurantes puderam conversar com os nutricionistas e tirar dúvidas, recebendo um curau de milho para degustação | Foto: Divulgação/Sedes-DF O trabalho de educação alimentar e nutricional é realizado todos os meses nos restaurantes comunitários, geridos pela Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF), com o apoio das empresas responsáveis pelos atendimentos e produção das refeições. “Essas ações costumam ser muito bem recebidas pelos usuários, especialmente pelo público em situação de vulnerabilidade social, incluindo pessoas em situação de rua, que, muitas vezes, possuem acesso limitado a momentos de lazer, convivência comunitária e manifestações culturais. Nossa equipe pensa em cada detalhe para atender à demanda e fortalecer a alimentação saudável da população”, conclui a secretária de Desenvolvimento Social, Giselle Ferreira. *Com informações da Secretaria de Desenvolvimento Social do Distrito Federal (Sedes-DF)

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Parto inesperado mobiliza equipes do Samu-DF no Eixo Monumental

No meio do Eixo Monumental, um transporte por aplicativo tentava chegar a tempo ao hospital na manhã desta quinta-feira (18). Dentro do veículo, uma mulher já em trabalho de parto. Com o destino ainda a alguns quilômetros, o filho veio mesmo assim, entre os semáforos e os carros.  Enquanto passava pelo local, a equipe da ambulância de suporte básico do Plano Piloto, do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência do Distrito Federal (Samu-DF), foi acionada por pessoas que testemunharam o nascimento. Ao parar, os profissionais encontraram Emanuelle Gama com o bebê no colo.  Atendimento A técnica de enfermagem, Karla Paulon, do Samu-DF, foi a responsável por iniciar a assistência. No mesmo instante, o condutor socorrista, Welinson Nunes Menezes, contatou a Central de Regulação Médica de Urgências e solicitou o apoio de uma motolância do Samu-DF. Poucos minutos depois, os motociclistas Ademir Lourenço de Oliveira e Fulvio Fernando da Silva chegaram para reforçar o atendimento. Após a avaliação clínica e a realização dos procedimentos necessários após o parto, Emanuelle e seu recém-nascido foram encaminhados em segurança ao Hospital Regional da Asa Norte (Hran). Mãe e criança foram atendidas com agilidade e eficiência pelo Samu-DF | Foto: Divulgação/Samu-DF “Foi uma experiência única no nosso serviço. Garantimos que a mãe e a criança fossem bem cuidadas. Conseguimos realizar o atendimento com brevidade e segurança”, declarou Welinson.  Samu-DF O Samu-DF integra a Política Nacional de Atenção às Urgências e realiza o atendimento pré-hospitalar móvel em situações clínicas, traumáticas, cirúrgicas e psiquiátricas. Gratuito, o serviço funciona 24 horas e pode ser acionado pelo telefone 192, que oferece orientações imediatas e o envio de equipes especializadas quando necessário. Vinculado à Secretaria de Saúde (SES-DF), o Samu-DF conta com ambulâncias, motocicletas e helicóptero aeromédico para garantir atendimento ágil à população e cumprir sua principal missão: salvar vidas.   *Com informações da Secretaria de Saúde

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Estudantes da rede pública assistem a concerto da Orquestra Sinfônica do Teatro Nacional Claudio Santoro

Assistir de perto a um concerto de orquestra sinfônica era um desejo antigo da estudante Fernanda Vitória Oliveira, de 14 anos, aluna do Centro de Ensino Fundamental (CEF) 1 de Sobradinho. Nesta quinta-feira (18), ela conseguiu realizá-lo ao participar de um concerto didático que reuniu 490 estudantes da rede pública em uma ação promovida pela Secretaria de Educação (SEEDF) em parceria com a Secretaria de Cultura e Economia Criativa (Secec-DF). A apresentação foi conduzida pela Orquestra Sinfônica do Teatro Nacional Claudio Santoro, sob a regência do maestro Cláudio Cohen, no Eixo Cultural Ibero-Americano.  Fernanda Oliveira, aluna do CEF 1 de Sobradinho: “Foi uma experiência muito especial, porque conheci instrumentos que nunca tinha visto de perto e aprendi coisas novas” | Foto: Mary Leal/SEEDF “Nosso objetivo é ampliar o acesso dos estudantes aos espaços culturais e proporcionar experiências que contribuam para a sua formação” Ilane Nogueira, professora Apaixonada por música, Fernanda conta que sempre teve curiosidade de assistir a uma orquestra. A adolescente toca violão e gosta de conhecer novos instrumentos. Durante a visita, ficou impressionada com a variedade de sons e com a possibilidade de aprender mais sobre o universo musical.  “Foi uma experiência muito especial, porque conheci instrumentos que nunca tinha visto de perto e aprendi coisas novas”, relatou. “Minha expectativa era grande e foi ainda melhor do que imaginava”. Os concertos didáticos são apresentados ao longo do ano e contemplam estudantes de diferentes etapas da educação básica da rede pública. A participação das escolas ocorre por agendamento prévio junto à Secretaria de Educação, pelo e-mail Ilane.paravidine@se.df.gov.br. [LEIA_TAMBEM]“As escolas interessadas podem entrar em contato com a Secretaria de Educação para verificar a disponibilidade de vagas e realizar o agendamento”, indicou a articuladora do projeto, a professora Ilane Nogueira. “Nosso objetivo é ampliar o acesso dos estudantes aos espaços culturais e proporcionar experiências que contribuam para a sua formação.” Música como aprendizado À frente da Orquestra Sinfônica do Teatro Nacional Claudio Santoro, o maestro Cláudio Cohen ressaltou que os concertos didáticos são uma oportunidade para os alunos conhecerem de perto o universo da música clássica. “Os concertos vão além de uma apresentação musical”, enfatizou. “Queremos que os estudantes conheçam os instrumentos, entendam como a orquestra funciona e descubram um novo universo por meio da música. A reação dos alunos é sempre muito positiva, porque a música ao vivo proporciona uma experiência única e cria uma conexão especial com a arte e a cultura”. *Com informações da Secretaria de Educação    

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DF reforça vigilância fitossanitária após confirmação de bactéria que afeta videiras

O Distrito Federal reforçou as ações de vigilância fitossanitária após a confirmação da primeira ocorrência do cancro bacteriano da videira. A doença é causada pela bactéria Xanthomonas citri pv. viticola. A identificação foi resultado de um trabalho de monitoramento conduzido pela Secretaria de Agricultura, Abastecimento e Desenvolvimento Rural (Seagri-DF) em parceria com a Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia. A confirmação foi realizada por meio de laudo emitido pelo Laboratório Federal de Defesa Agropecuária em Goiás (LFDA/GO), a partir de amostras coletadas em uma propriedade rural localizada no PAD-DF, na região administrativa do Paranoá. O trabalho que levou à identificação da bactéria começou em 2024, com a implantação de um projeto voltado à priorização de riscos fitossanitários e ao diagnóstico de pragas quarentenárias no Distrito Federal. Ao longo de 2025, resultados preliminares apontaram a possível presença do patógeno, o que levou à intensificação das inspeções e coletas realizadas pelas equipes da Defesa Agropecuária. Os resultados preliminares obtidos em 2025 indicaram a possível presença do patógeno, cuja confirmação laboratorial ocorreu em junho de 2026.  Para o secretário de Agricultura, Abastecimento e Desenvolvimento Rural do Distrito Federal, Rafael Bueno, a confirmação da ocorrência exige atenção redobrada do setor produtivo. Segundo ele, o cancro bacteriano da videira representa um risco significativo para a viticultura do DF, especialmente em um momento de expansão da produção de uvas destinadas à elaboração de vinhos.  Secretaria de Agricultura reforça importância de os produtores redobrarem os cuidados na aquisição de mudas e porta-enxertos de origem certificada | Fotos: Divulgação / Seagri-DF "Reforçamos que qualquer suspeita deve ser comunicada imediatamente à Seagri-DF para que as medidas fitossanitárias cabíveis sejam adotadas com rapidez”  Rafael Bueno, secretário de Agricultura, Abastecimento e Desenvolvimento Rural  "O cancro bacteriano da videira representa um risco significativo para a viticultura do Distrito Federal, especialmente neste momento em que os produtores têm ampliado os investimentos na produção de uvas destinadas à elaboração de vinhos. Além do crescimento da área cultivada, os vinhos produzidos no DF vêm conquistando reconhecimento nacional e internacional pela sua qualidade", observa Rafael Bueno. Por isso, diz ele, é fundamental que os produtores redobrem os cuidados, especialmente na aquisição de mudas e porta-enxertos de origem certificada, na desinfecção de ferramentas e no monitoramento constante das lavouras. "A Secretaria de Agricultura está mobilizando todos os esforços necessários para conter o foco identificado e evitar a disseminação da doença para outras propriedades. Reforçamos que qualquer suspeita deve ser comunicada imediatamente à Seagri-DF para que as medidas fitossanitárias cabíveis sejam adotadas com rapidez”, destaca.  Segundo ele, a Secretaria de Agricultura está mobilizando todos os esforços necessários para conter o foco identificado e evitar a disseminação da doença para outras propriedades. "Reforçamos que qualquer suspeita deve ser comunicada imediatamente à Seagri-DF para que as medidas fitossanitárias cabíveis sejam adotadas com rapidez”, reforça Rafael Bueno.  Principal estratégia é a prevenção A doença pode causar manchas nas folhas, lesões em nervuras, pecíolos e ramos, além de comprometer o desenvolvimento dos frutos. A disseminação ocorre principalmente por meio de material propagativo contaminado, como mudas, estacas e garfos de enxertia, além de ferramentas sem higienização adequada, irrigação por aspersão, chuvas e ventos.  Ainda não há tratamento capaz de erradicar a bactéria: a principal estratégia é a prevenção, com medidas como a realização de inspeções frequentes nos parreirais “A confirmação da ocorrência demonstra a importância do trabalho permanente de vigilância fitossanitária realizado pela Seagri-DF em parceria com instituições de pesquisa, com o Ministério da Agricultura e Pecuária e com os próprios produtores rurais" Danielle Araújo, subsecretária de Defesa Agropecuária da Seagri-DF Como não existe tratamento curativo capaz de erradicar a bactéria de plantas infectadas, a principal estratégia é a prevenção. Entre as recomendações estão a utilização de mudas provenientes de viveiros regularizados, a realização de inspeções frequentes nos parreirais e a desinfecção de ferramentas e equipamentos utilizados no manejo. Após a confirmação da ocorrência, a Seagri-DF passou a atuar em conjunto com o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) na delimitação do foco e na investigação da possível origem da introdução da bactéria. As equipes técnicas também intensificaram o monitoramento das áreas produtoras de uva e estão orientando os produtores sobre medidas preventivas para evitar a propagação da doença. Até o momento, a ocorrência foi identificada em uma propriedade rural e as ações de vigilância fitossanitária estão sendo ampliadas para avaliação da situação epidemiológica da doença no Distrito Federal. A subsecretária de Defesa Agropecuária da Seagri-DF, Danielle Araújo, destaca que a confirmação da ocorrência demonstra a importância do trabalho permanente de vigilância fitossanitária realizado pela secretaria em parceria com instituições de pesquisa, com o Ministério da Agricultura e Pecuária e com os próprios produtores rurais. [LEIA_TAMBEM]“A confirmação da ocorrência demonstra a importância do trabalho permanente de vigilância fitossanitária realizado pela Seagri-DF em parceria com instituições de pesquisa, com o Ministério da Agricultura e Pecuária e com os próprios produtores rurais. Neste momento, estamos intensificando as ações de monitoramento e investigação epidemiológica para compreender a distribuição da doença e adotar as medidas necessárias para proteger a viticultura do Distrito Federal”, afirma Danielle Araújo. A secretaria reforça a importância da participação dos produtores no processo de vigilância. Qualquer suspeita da doença deve ser comunicada imediatamente à Gerência de Sanidade Vegetal (Gesav), possibilitando a realização de inspeções oficiais, coleta de amostras e adoção das medidas fitossanitárias necessárias. A detecção precoce é considerada fundamental para evitar a disseminação em larga escala e proteger a produção vitivinícola do Distrito Federal. Produtores que identificarem sintomas suspeitos devem interromper imediatamente o trânsito de materiais vegetais da área e comunicar a Gerência de Sanidade Vegetal (Gesav). *Com informações da Seagri-DF

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Atas de Reuniões 2025 CCAF

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Zoológico intensifica proteção aos animais durante o frio com cobertores, mantas e abrigos reforçados

Enquanto os brasilienses tiram os casacos do armário para enfrentar as manhãs frias do ano, os animais do Zoológico de Brasília também ganham uma rotina especial. Cobertores, mantas, feno, abrigos reforçados e monitoramento constante fazem parte das medidas adotadas pela equipe técnica para garantir conforto térmico e bem-estar às espécies mais sensíveis às baixas temperaturas, como alguns primatas e répteis. Entre os animais que recebem atenção redobrada durante os períodos mais frios, estão especialmente aqueles que vivem no micário. Por serem originários de regiões tropicais, essas espécies apresentam maior sensibilidade às quedas de temperatura. Alguns répteis também podem receber cuidados específicos, já que dependem das condições ambientais para regular a temperatura corporal. Entre os animais que recebem atenção redobrada durante os períodos mais frios, estão especialmente aqueles que vivem no micário | Foto: Divulgação Zoológico de Brasília [LEIA_TAMBEM]Segundo o diretor-presidente do Zoológico de Brasília, Wallison Couto, o monitoramento é contínuo durante os períodos mais frios: “Nossa prioridade é garantir o bem-estar de todos os animais sob os cuidados do Zoológico de Brasília. Para isso, nossas equipes técnicas monitoram constantemente as condições climáticas e adotam medidas específicas para cada espécie, respeitando suas necessidades biológicas e comportamentais.” “Nossa prioridade é garantir o bem-estar de todos os animais sob os cuidados do Zoológico de Brasília. Para isso, nossas equipes técnicas monitoram constantemente as condições climáticas e adotam medidas específicas para cada espécie" Wallison Couto, diretor-presidente do Zoológico de Brasília Ele acrescenta, ainda, que as práticas fazem parte da rotina de manejo do Zoológico de Brasília há muitos anos e são aplicadas sempre que as condições climáticas exigem, além de os protocolos serem constantemente revisados e aperfeiçoados pela equipe técnica, considerando a experiência acumulada e as necessidades específicas de cada espécie. A quantidade de itens utilizados varia conforme a intensidade do frio e as necessidades de cada recinto. Mantas, jornais e feno são distribuídos principalmente para os animais mais vulneráveis, proporcionando maior conforto térmico nos abrigos. Entre as medidas adotadas estão o reforço das áreas de abrigo, a instalação de materiais para isolamento térmico, o fechamento parcial de ambientes para reduzir a incidência de ventos frios Além dos materiais de aquecimento, alguns espaços passam por adaptações sazonais. Entre as medidas adotadas estão o reforço das áreas de abrigo, a instalação de materiais para isolamento térmico, o fechamento parcial de ambientes para reduzir a incidência de ventos frios e a oferta de enriquecimentos ambientais adequados ao período.   *Com informações do Zoológico de Brasília

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DF no Ponto ultrapassa marca de 538 mil usuários com mais de 81% de aprovação

Desde julho de 2025, mais de 538 mil pessoas instalaram o aplicativo DF no Ponto, ferramenta criada pela Secretaria de Transporte e Mobilidade do Distrito Federal (Semob-DF) para facilitar o deslocamento urbano de usuários do transporte público do DF. Gratuito e disponível para Android e iOS, o aplicativo permite que o usuário planeje as viagens por meio de informações como endereço, número de linha ou localização geográfica. A partir de dados de origem e destino, a ferramenta informa os horários de viagem, o itinerário, os pontos de parada e o tempo previsto para o percurso. É possível ainda “favoritar” rotas, linhas e paradas de ônibus mais utilizadas. "O aplicativo demonstra que a tecnologia pode ser uma grande aliada na melhoria da mobilidade urbana, oferecendo mais previsibilidade, segurança e comodidade para a população", afirmou o subsecretário de Operações da Semob-DF, Márcio Antônio de Jesus. Segundo a pasta, o aplicativo gera informações valiosas sobre os padrões de utilização do sistema, horários de maior demanda, dúvidas mais frequentes e níveis de satisfação dos passageiros. Em pesquisa respondida por 2.726 usuários, a ferramenta alcançou um índice de 81,72% de satisfação. A partir de dados de origem e destino, a ferramenta informa os horários de viagem, o itinerário, os pontos de parada e o tempo previsto para o percurso | Fotos: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília "Nosso objetivo é garantir que o cidadão tenha acesso a informações confiáveis e em tempo real sobre a operação do sistema. Quando o passageiro consegue saber exatamente o horário de chegada do ônibus e planejar melhor seus deslocamentos, ele reduz o tempo de espera, organiza sua rotina e ganha mais qualidade de vida", comentou o subsecretário. Precisão nos horários A auxiliar administrativa Lanussy Maciel da Costa, 30 anos, concorda com o slogan da ferramenta — "Agora, perder o ônibus é coisa do passado". Moradora do Gama, ela trabalha no centro do Plano Piloto, próximo à rodoviária central, e afirma que, antes do aplicativo, era difícil saber com precisão os horários dos dois ônibus que precisa pegar para chegar ao trabalho e para retornar para casa. “Era bem complicado esse deslocamento, porque a gente não sabia a hora exata que o ônibus ia passar. Agora, com o aplicativo, facilitou bastante a vida”, comentou. Lanussy conta que, assim que ficou sabendo do aplicativo, decidiu baixá-lo no próprio celular. Atualmente, além de recomendar para que outras pessoas façam o download, ela diz que também usa o aplicativo para encontrar linhas e se deslocar para lazer e outros compromissos. “Às vezes, eu penso ‘ah, eu quero ir para a Asa Norte ou para o Lago Norte'. Então, eu consigo achar uma linha a que eu me ajuste”, disse. Uma das funcionalidades do aplicativo permite que, por meio da ferramenta de busca, encontre-se linhas para chegar ao local desejado. “Eu consigo ver para onde eu vou, qual ônibus eu devo pegar, principalmente saindo do trabalho para alguma outra coisa que eu tenho para resolver”, complementou. Gratuito e disponível para Android e iOS, o aplicativo permite que o usuário planeje as viagens por meio de informações como endereço, número de linha ou localização geográfica De acordo com a Semob-DF, o uso do aplicativo beneficia a própria operação do transporte público coletivo com dados para a tomada de decisão estratégica da pasta: a partir das informações da ferramenta e do usuário, são gerados alertas dados de atrasos, adiantamento, eventuais furos, mudanças de itinerários, eventuais interrupções de trânsito que possam afetar os usuários de determinada localidade. "Essas informações permitem identificar padrões de demanda, monitorar a qualidade dos serviços e implementar melhorias baseadas em evidências, tornando o sistema cada vez mais eficiente e alinhado às necessidades da população", disse o subsecretário de Operações.

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Moto clonada é apreendida e retirada de circulação no DF

Equipes de agentes de trânsito rodoviário do Departamento de Estradas de Rodagem (DER-DF) realizaram, no decorrer desta semana, a operação Moto Legal, na altura do km 8 da Estrada Parque Paranoá (EPPR/DF-005), nas proximidades da Prainha do Lago Norte.  A ação teve como objetivo reforçar a segurança viária, fiscalizar a regularidade documental das motocicletas e coibir a circulação de veículos em situação irregular.  Fiscalização de motocicletas pelo DER-DF, nas proximidades da Prainha do Lago Norte, na DF-005: 103 motocicletas foram abordadas para verificação | Foto: Divulgação/DER-DF O destaque da operação foi a identificação de uma motocicleta com indícios de adulteração. O condutor e o veículo foram encaminhados à 6ª Delegacia de Polícia do Paranoá para os procedimentos legais.  [LEIA_TAMBEM]Na unidade policial, foi constatado que o veículo estava clonado e foi apreendido. Durante a ação, foram abordadas 103 motocicletas para verificação de documentos e das condições de circulação dos veículos. Ao todo, foram lavrados 45 autos de infração de trânsito e realizadas 12 remoções. Entre as infrações constatadas durante a operação Moto Legal, houve quatro casos de condutores inabilitados, cinco motocicletas com escapamento fora dos padrões e nove com alterações irregulares no sistema de iluminação. Houve ainda dois casos de veículos arrematados em leilão que circulavam de forma irregular.  “A fiscalização tem papel fundamental na prevenção de crimes e, portanto, na segurança viária. A retirada de veículos que circulam irregularmente nas rodovias reforça que as equipes do DER-DF estão atentas e que o trabalho permanece. Reiteramos que todos devem seguir as normas estabelecidas pela legislação vigente para não colocar vidas em risco”, destacou o diretor de Fiscalização e Segurança de Trânsito do DER-DF, Sinomar Ribeiro.  *Com informações do DER-DF

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Diagnóstico precoce e acompanhamento cuidadoso garantem qualidade de vida a crianças com doença falciforme

De origem genética, a doença falciforme é uma enfermidade crônica, rara e hereditária. É caracterizada por uma alteração nos glóbulos vermelhos, que assumem o formato curvo, semelhante a uma foice, tornando-os mais frágeis e aderentes aos vasos sanguíneos. Ao serem diagnosticadas com a doença, também conhecida como anemia falciforme, crianças do Distrito Federal encontram tratamento eficaz no Hospital da Criança de Brasília José Alencar (HCB). Nesta sexta (19) é celebrado o Dia Mundial de Conscientização sobre a Doença Falciforme.  “A criança que tem doença falciforme produz uma hemoglobina estruturalmente anormal, que é chamada hemoglobina S”, explica a hematologista e diretora técnica do HCB, Isis Magalhães. Segundo a profissional, a alteração na estrutura diferencia a falciforme de uma anemia comum: “Ela é uma vasculopatia, causa danos na vasculatura. Essa anormalidade causa os dois maiores eventos fisiopatológicos: hemólise e vaso-oclusão”.  A hemólise é o rompimento da membrana das hemácias: com a estrutura alterada, a meia-vida dessas células é mais curta, levando a criança a um quadro de anemia hemolítica. “O glóbulo vermelho é produzido e dura menos; a medula óssea tenta se compensar, produzir mais, mas só produz a estruturalmente anormal. Então, a criança tem anemia, tem icterícia, que é o branquinho do olho amarelo”, diz Magalhães. Ao serem diagnosticadas com a doença, também conhecida como anemia falciforme, crianças do Distrito Federal encontram tratamento eficaz no Hospital da Criança de Brasília José Alencar (HCB) | Fotos: Ana Carolina Magela/HCB O segundo evento relatado pela médica, a vaso-oclusão, ocorre por causa da aderência dos glóbulos vermelhos à parede dos vasos sanguíneos, causando obstruções que dificultam a circulação. “Ele faz uma isquemia tecidual, que é falta de oxigênio no tecido. Essa falta de oxigênio leva à disfunção daquele órgão de forma aguda e, também, de forma crônica”, esclarece a diretora. O diagnóstico da doença falciforme é feito pela triagem neonatal (teste do pezinho), garantindo o início rápido do tratamento. Foi dessa forma que Brayan Tomaz, dois anos, chegou ao HCB. “A gente descobriu [a doença] no teste do pezinho, aí encaminharam ele para cá; acho que ele estava com dois meses, foi rapidinho”, relembra a mãe do menino, Milene Tomaz. Sintomas No caso de Yngrid Pereira, 16 anos, foi preciso concentrar atenção aos sintomas. Sua mãe, Ediana Pereira, conta que os primeiros sinais apareceram quando a filha tinha oito meses de idade: “Ela começou a inchar as mãos e os pés e sentia dor. A gente foi ao hospital em Águas Lindas e, de lá, viemos para o Hospital da Ceilândia; ela ficou internada e começaram a fazer os exames”. Isis Magalhães explica que o principal sintoma da doença falciforme é a dor óssea ou articular: “Os bebezinhos têm, principalmente, nos ossos dos dedinhos; se chama dactilite e já começa antes do primeiro ano de vida”. Crianças maiores apresentam dor nos ossos longos e, às vezes, dor abdominal. “Os bebezinhos têm, principalmente, nos ossos dos dedinhos; se chama dactilite e já começa antes do primeiro ano de vida” Isis Magalhães, diretora técnica do HCB Além de causar dor, a doença afeta o baço, órgão importante para a defesa do organismo. As crianças ficam mais vulneráveis a pneumonias, meningite, sepse e outras infecções causadas pelas bactérias pneumococo e Haemophilus influenzae. Por isso, o tratamento é iniciado com vacinas específicas e com o uso profilático de penicilina. “Em décadas passadas, mais de 20% das crianças morriam antes de cinco anos de vida; como estamos diagnosticando no teste do pezinho, vamos fazendo o acompanhamento para perceber crianças em risco de complicações e colocar em programas especiais”, relata Magalhães. Os programas mencionados pela médica são abordagens terapêuticas que variam a depender do paciente. É possível fazer o tratamento com hidroxiureia, medicamento que aumenta a produção de hemoglobina fetal e “dilui” a hemoglobina S, melhorando os sintomas da doença falciforme. Quando o quadro de saúde se agrava, como em casos de sequestro esplênico, é preciso adotar medidas como a transfusão de sangue em intervalos regulares de tempo. O sequestro esplênico é uma emergência que pode acontecer até os cinco anos de idade do paciente: o sangue da circulação vai para o baço, causando um choque. “Ensinamos os pais a apalpar o baço, para que eles ajam rapidamente; a criança fica mais pálida que o normal, faz sinais de choque, irritabilidade, a consciência vai ficando diferente e a criança precisa receber transfusão sanguínea”, destaca Isis Magalhães. Nesses casos, é preciso ir imediatamente para o hospital mais próximo. Foi o que aconteceu com Brayan Tomaz, que passou por três sequestros esplênicos. “Ele estava mole, vomitava e não queria peito; eu levei ao postinho e falaram que a hemoglobina dele estava baixa, que eu tinha que ir para o Hmib. Foi quando ele fez a primeira transfusão dele, de emergência”, recorda a mãe, Milene Tomaz. Hoje, ela acompanha o filho em transfusões mensais no Hospital da Criança de Brasília. O pequeno Brayan Tomaz faz transfusões mensais no Hospital da Criança de Brasília Outro órgão que demanda atenção é o cérebro, já que a vaso-oclusão causada pela doença falciforme pode levar a um acidente vascular cerebral isquêmico. As crianças acompanhadas pelo HCB passam por doppler transcraniano a partir dos dois anos de idade; dessa forma, quando a equipe percebe que os riscos do AVC estão elevados, o paciente também inicia as transfusões regulares de sangue. Pedro Henrique de Oliveira, oito anos, também passa por transfusões regulares. Diagnosticado no teste do pezinho, o menino é paranaense e foi transferido para o HCB quando a família se mudou para Brasília. O tratamento, iniciado na cidade natal, teve continuidade no Hospital e as crises de dor se tornaram raras. Outra forma de tratamento é o transplante de medula óssea. “Ele é uma modalidade de cura, mas ele tem as suas comorbidades; temos que analisar caso a caso, o tipo de doador que é possível, então não é toda criança que vai fazer”, pontua Magalhães. Mesmo se tratando de uma opção mais restrita, o HCB já realizou 21 transplantes de medula óssea em crianças com doença falciforme.[LEIA_TAMBEM] Se a cura não é acessível para todos os pacientes, o diagnóstico precoce é o diferencial para a qualidade de vida. A inclusão da doença falciforme no teste do pezinho garante o início dos cuidados o mais cedo possível; em média, as crianças chegam ao HCB com dois ou três meses de idade, para começar as profilaxias. O tratamento também demonstra a força do trabalho em rede na saúde pública do DF: as amostras são analisadas pelo Hospital de Apoio de Brasília; já o Hospital da Criança de Brasília é responsável pela confirmação do diagnóstico, monitoramento de complicações e uso de terapias que modificam a história natural da doença. A atenção básica oferece os imunizantes para cada idade (embora o HCB disponibilize as vacinas para as bactérias de maior risco, é importante que o Calendário Nacional de Vacinação também seja cumprido) e os hospitais da rede recebem casos de intercorrências. Além disso, a Fundação Hemocentro de Brasília garante a segurança no sangue utilizado nas transfusões e disponibiliza, em seu site, informações tanto para famílias quanto para profissionais de saúde. Esse trabalho conjunto se expressa no cotidiano dos pacientes. Brayan Tomaz é um menino ativo e que gosta de brincar, mas fica tão tranquilo que até dorme durante as transfusões. Yngrid conta que leva uma vida normal de adolescente, apenas mantendo atenção à medicação. Pedro Henrique Oliveira gosta de esportes e já praticou caratê e futebol. “Tenho muita satisfação, porque os médicos de adulto dizem que as crianças estão chegando ótimas; no passado, chegavam à clínica adulta com disfunções crônicas. Nosso papel de pediatria é isso: é fazer com que a criança chegue à hemato adulta com menos sequela possível”, comemora Isis Magalhães. *Com informações do HCB

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Estudantes de São Sebastião assistem palestra sobre primeiros socorros e carreira militar

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Audiência pública apresenta estudos ambientais de empreendimento do Jardim Botânico 

O Instituto Brasília Ambiental promoveu, nesta quarta-feira (17), uma audiência pública para a apresentação do Relatório de Impacto de Vizinhança (Rivi) do parcelamento de solo urbano Avangarden, localizado no Quinhão 16 da Região Administrativa Jardim Botânico. A apresentação contou com a participação da comunidade local, tanto presencialmente quanto assistindo à transmissão pelo canal do instituto no YouTube.  “A audiência pública, conforme previsão legal, compõe o procedimento do licenciamento ambiental de empreendimentos de maior impacto, sendo divulgados, ao público em geral, todos os impactos previstos durante as obras e o funcionamento da atividade”, lembrou o presidente do Brasília Ambiental, Gutemberg Gomes. Uma das deliberações da audiência pública foi a disponibilização de 40% da área do empreendimento para criação de Reserva Particular do Patrimônio Natural (RPPN) | Foto: Divulgação/Brasília Ambiental  A gleba do empreendimento em questão possui 23,92 hectares, dos quais 40% serão destinados à criação de uma Reserva Particular do Patrimônio Natural (RPPN), ficando 15,22% destinados à área pública e o restante à construção de 478 unidades habitacionais verticais e horizontais. [LEIA_TAMBEM]De acordo com o engenheiro ambiental João Batista Chaves Neto, que apresentou o Rivi, os estudos foram feitos durante dois anos e meio. “[O parcelamento] exige um projeto parcimonioso, que considere aspectos sociais, econômicos e ambientais”, enfatizou. “A expansão urbana planejada pode suprir a necessidade de moradia e evitar ocupações irregulares, problema que já é grave no DF, pelo crescimento populacional e a consequente carência de habitação, mas isso precisa ser feito com pleno atendimento às normas ambientais e urbanísticas”, concluiu. O Rivi conclui que o empreendimento é justificado pela sua compatibilidade com as diretrizes estabelecidas pelo zoneamento vigente e pelas orientações técnicas vigentes nas Diretrizes Urbanísticas Específicas (Diupe) nº 15/2024. “[Essas orientações estão] inseridas em contexto de expansão urbana planejada, apresentando condições técnicas favoráveis quanto à articulação viária, integração ao sistema urbano existente e compatibilidade com os parâmetros urbanísticos estabelecidos”, diz o texto de conclusão do estudo. “A proposta também está alinhada às macroestratégias de desenvolvimento territorial previstas para a região, contribuindo para a consolidação do tecido urbano de forma regular e estruturada.” Confira o texto do Rivi, disponível durante dez dias e aberto a contribuições.  *Com informações do Brasília Ambiental

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Novos beneficiários do DF Social têm até o dia 23 para abrir conta no BRB

A Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF) selecionou 1.015 novas famílias beneficiárias do programa DF Social para abrirem a conta no Banco de Brasília (BRB) e terem acesso ao auxílio mensal de R$ 150. Para garantir o recebimento do próximo pagamento, é necessário que o cidadão tenha a conta social (não se trata de uma conta bancária comum) aberta até as 18h do dia 23 deste mês. Aqueles que não abrirem conta no prazo estabelecido vão ter que aguardar nova contemplação. A abertura da conta social deve ser realizada pelo aplicativo Banco BRB. Para saber se foi contemplado, o cidadão deve fazer a consulta no site GDF Social e confirmar se está entre os beneficiários. No portal, em “Consulta DF Social”, é necessário informar CPF e data de nascimento do responsável familiar, conforme declarado no Cadastro Único. Após esse procedimento, aparece mensagem na tela informando se a pessoa está ou não na lista de contemplados. A abertura da conta social deve ser realizada pelo aplicativo Banco BRB; para saber se foi contemplado, o cidadão precisa fazer a consulta no site GDF Social e confirmar se está entre os beneficiários | Foto: Divulgação Sedes/DF “O DF Social é um importante complemento de renda para famílias em situação de vulnerabilidade no DF, mas é preciso lembrar que, primeiro, o beneficiário deve verificar se foi contemplado no programa; só após essa confirmação, ele deve abrir sua conta social no BRB, porque se trata de uma conta muito específica", explicou a secretária de Desenvolvimento Social, Giselle Ferreira. R$ 150 Valor mensal destinado aos beneficiários do programa DF Social   O DF Social é o programa de transferência de renda do Governo do Distrito Federal (GDF) que concede o valor de R$ 150 mensais destinado às famílias de baixa renda residentes no Distrito Federal. Têm direito ao benefício os grupos com renda per capita de até meio salário mínimo inscritos no Cadastro Único, entre outros critérios. A contemplação é feita por meio de seleção automática, cruzando critérios do programa com os cadastros únicos.
O crédito de R$ 150 é realizado pelo BRB sempre no primeiro dia útil de cada mês, a partir das 18h. Saiba como abrir conta social no BRB Para abrir a conta social no BRB, o cidadão deve baixar o aplicativo Banco BRB no celular ou computador e estar com documentação pessoal em mãos, como RG e CNH. No aplicativo, clique em “abra sua conta” e escreva nome completo e CPF, número do celular com DDD, depois insira o código recebido por SMS. Leia o termos de privacidade, aceite e digite o e-mail para receber o link de validação de abertura de conta. Selecione o estado civil e digite a identificação do companheiro, aceite a declaração, ative a localização, registre sua foto para confirmar sua identidade no aplicativo e capture o documento RG ou CNH. Crie as senhas da conta, com GPS habilitado, clique em “enviar solicitação” para finalizar processo de abertura de conta no BRB. Aguarde o e-mail avisando que conta foi aberta e utilize o aplicativo Banco BRB normalmente.   *Com informações da Sedes-DF

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Estudos ambientais de empreendimento do Jardim Botânico são apresentados em audiência pública

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Reforço de ônibus começa três horas antes dos jogos da Seleção Brasileira

Os usuários do transporte público coletivo do DF poderão contar com reforço nas linhas de ônibus na noite desta sexta-feira (19). A medida da Secretaria de Transporte e Mobilidade (Semob-DF) tem o objetivo de facilitar os deslocamentos da população no período de três horas antes do segundo jogo da Seleção Brasileira na Copa do Mundo Fifa 2026. Nesta sexta (19), assim como no próximo jogo do Brasil, no dia 24, a operação será reforçada conforme se apresentar a demanda dos passageiros | Foto: Arquivo/Agência Brasília O jogo do Brasil contra o Haiti será transmitido a partir das 21h30, no estádio Lincoln Financial Field, Filadélfia (EUA). Aqui no DF, as viagens extras de ônibus vão começar às 18h30, garantindo transporte aos torcedores, sobretudo na volta para casa. A operação deverá ser reforçada conforme a demanda de passageiros, especialmente nas linhas que fazem a ligação entre o Plano Piloto e as regiões administrativas do Distrito Federal. “Enviamos um comunicado a todas as operadoras do transporte coletivo do DF, destacando a possibilidade de antecipar e ampliar esse reforço de viagens, caso seja necessário”, afirma a titular da Semob-DF, Sandra Holanda. [LEIA_TAMBEM]“Além do fim de expediente nas repartições públicas, grande parte do comércio deve encerrar as atividades por volta das 18h, podendo aumentar a demanda de passageiros no pico da tarde”, detalha a secretária. “Por isso, determinamos que as operadoras mantenham o monitoramento permanente das linhas e façam os ajustes necessários para garantir o transporte para todos os brasilienses.” Depois de sexta-feira, o próximo jogo da Seleção Brasileira na Copa do Mundo 2026 será no dia 24 deste mês, uma quarta-feira, com transmissão a partir das 19h. O fim do expediente nas repartições públicas será às 16h, mesmo horário em que terá início o reforço das viagens no transporte público coletivo do DF.   *Com informações da Secretaria de Transporte e Mobilidade

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GDF Delas leva serviços e acolhimento para mulheres catadoras

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Ações de trânsito reforçam respeito às pessoas com autismo

Nesta quinta (18), o Departamento de Trânsito do Distrito Federal comemora o Dia do Orgulho Autista com atividades educativas e de fiscalização que focam no respeito às necessidades específicas da pessoa com autismo e suas demandas de suporte, garantindo direitos e promovendo a inclusão urbana. Das 9h40 às 11h, os educadores de trânsito da autarquia realizaram uma blitz educativa com orientações aos condutores sobre os cuidados necessários para garantir uma acessibilidade segura às pessoas com autismo. Na ocasião, também foram entregues 200 kits com cordão do autista e material adesivo “Detran-DF amigo do Autista”. Em Águas Claras, as equipes de fiscalização de trânsito realizaram operações para coibir estacionamento irregular em vagas destinadas a pessoas com deficiência e combater o barulho excessivo causado por escapamentos alterados | Foto: Divulgação Detran-DF   Em Águas Claras, as equipes de fiscalização de trânsito realizaram duas grandes operações: uma para coibir estacionamento irregular em vagas destinadas a pessoa com deficiência e outra para combater o barulho excessivo causado por escapamentos alterados. A escolha da região administrativa se deve à sua elevada densidade populacional, a maior do Distrito Federal, aliada às características urbanísticas predominantemente verticais da cidade. Esse cenário favorece a propagação e a reverberação dos ruídos, ampliando o impacto do barulho excessivo sobre a população. "O Detran-DF trabalha para garantir mais conforto, segurança, acessibilidade e respeito aos direitos das pessoas autistas e de suas famílias. Sensibilizar os condutores, combater o barulho excessivo e garantir o uso das vagas reservadas é um ato de respeito à saúde e à dignidade dessas pessoas”, destaca o diretor-geral do Detran-DF, Marcu Bellini. "O Detran-DF trabalha para garantir mais conforto, segurança, acessibilidade e respeito aos direitos das pessoas autistas e de suas famílias" Marcu Bellini, diretor do Detran-DF Barulho Na noite de quarta (17) e na manhã de hoje (18), foram realizadas duas edições da Operação Sossego. Esta ação de fiscalização é grande aliada do autista, pois combate o barulho excessivo de veículos com descarga livre que pode gerar uma sobrecarga sensorial e provocar crises em pessoas com hipersensibilidade auditiva. Durante as ações, 380 condutores foram abordados e 46 deles foram autuados porque estavam em veículos com escapamento alterado. Conforme o inciso XI do artigo 230 do Código de Trânsito Brasileiro (CTB), esta é uma infração grave, penalizada com registro de cinco pontos na Carteira Nacional de Habilitação (CNH), retenção do veículo para regularização e multa de R$ 195,23. De janeiro a maio deste ano, 4.663 infrações desse tipo foram registradas no DF. Credencial de estacionamento Como o autista é considerado pessoa com deficiência para todos os efeitos legais, tem o direito de utilizar as vagas exclusivas de estacionamento, sendo necessário portar a credencial do órgão de trânsito. No DF, as credenciais de estacionamento para autista são emitidas desde 2019. Em setembro de 2024, o Detran-DF implantou o processo digital de emissão da credencial – medida que facilitou o acesso dos autistas a esse serviço e ampliou muito a quantidade de pessoas beneficiadas. De lá para cá, 5.268 credenciais foram emitidas pelo sistema digital e outras 341 pelo sistema tradicional. No total, 8.134 autistas já emitiram credenciais de estacionamento no DF. O Detran-DF disponibiliza o requerimento da credencial em três canais: o Portal de Serviços, o aplicativo Detran-DF Digital e o serviço de protocolo, via processo SEI. Para quem já tem a Carteira de Identificação da Pessoa com Transtorno do Espectro Autista (Ciptea), a análise documental é muito rápida, durando no máximo dois dias úteis; para quem ainda não tem, demora um pouquinho mais: até 10 dias. Clique aqui para conhecer o fluxo de emissão da credencial para quem tem e para quem não tem a Ciptea.  [LEIA_TAMBEM] Estacionamento Ao ser considerado pessoa com deficiência, o autista faz jus ao uso da vaga exclusiva garantida pelo CTB, mas muitos encontram essas vagas ocupadas indevidamente por quem não tem direito a elas. Na ação de fiscalização, em Águas Claras, na manhã desta quinta-feira (18), foram autuados 9 condutores que estavam estacionados em vagas especiais, sem credencial que comprovasse tal condição. De acordo com o inciso XX do artigo 181 do CTB, a infração é gravíssima, com registro de sete pontos na CNH, multa de R$ 293,47 e remoção do veículo. Ainda são muitos os condutores que desrespeitam pessoas com deficiência e idosos. Só de janeiro a maio deste ano, foram registrados 2.249 casos de estacionamento em vagas exclusivas sem a credencial. Em 2025, foram 6.906 autuações.   *Com informações do Detran-DF

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Simpósio debate os desafios da formação técnica para o SUS

A Escola de Saúde Pública do Distrito Federal (ESP-DF) iniciou, nesta quarta-feira (17), o I Simpósio do Ensino Técnico, evento científico e institucional voltado à integração, à inovação e à valorização da formação técnica em saúde. A programação segue até esta quinta-feira (18), no auditório da Fundação de Ensino e Pesquisa em Ciências da Saúde (Fepecs), reunindo estudantes, profissionais da saúde, servidores do Governo do Distrito Federal (GDF) e a comunidade em geral. A abertura do simpósio contou com uma fala da coordenadora de cursos de pós-graduação lato sensu e extensão da ESP/DF (CPLE), Vanessa Dalva Guimarães, que representou a direção da Fepecs e destacou a realização do evento e a importância da criação da Lei da Preceptoria e do Programa de Ensino Técnico Associado às Residências em Saúde (Protec) no contexto da formação técnica. “Em 2019, nós aprovamos uma lei da preceptoria para que ela fosse ofertada para a residência, graduação e para o ensino técnico. Nós ficamos com essa lei aprovada sem regulamentação por muito tempo, até que recentemente pudemos implementar o Protec. Essa experiência que vocês estão vivenciando é nova, mas permite a vocês ter uma visão do mundo do trabalho ao ir aos cenários e aprender com quem faz acontecer”, destacou Vanessa. Durante o simpósio, os participantes receberam cartões com palavras que simbolizavam a integração entre o ensino técnico e o Sistema Único de Saúde (SUS) | Foto: Divulgação/Fepecs Durante o evento, os participantes receberam cartões com palavras que simbolizavam a integração entre o ensino técnico e o Sistema Único de Saúde (SUS). Em uma dinâmica de acolhimento e integração, eles foram convidados a se levantar e ouvir reflexões sobre os conceitos apresentados, reforçando a importância desses conceitos para a formação dos profissionais de saúde. Na sequência, foi realizada a conferência magna "Os desafios contemporâneos da formação técnica e sua contribuição para o fortalecimento do SUS", ministrada pelo professor Nilceu Oliveira. A palestra trouxe reflexões sobre o papel estratégico da educação profissional na qualificação dos serviços de saúde e no fortalecimento do SUS. A programação do primeiro dia continuou com a Arena de Ideias, que debateu o tema "O futuro da formação técnica para o SUS", promovendo o diálogo entre especialistas, gestores, docentes e estudantes sobre perspectivas, desafios e oportunidades para o ensino técnico em saúde. Encerrando as atividades do primeiro dia, os participantes acompanharam a palestra "Habilidades atitudinais para o trabalho em saúde", proferida pela médica de família e comunidade Juliana Soares, que abordou competências comportamentais essenciais para a atuação dos profissionais no cuidado e na assistência à população. Segundo dia No segundo e último dia do simpósio, nesta quinta-feira, as atividades serão distribuídas em cinco eixos temáticos: Eixo Transversal, Eixo de Análises Clínicas, Eixo de Enfermagem, Eixo de Radiologia e Eixo de Saúde Bucal, com apresentações, debates e compartilhamento de experiências voltadas para o aprimoramento da formação técnica em saúde.   *Com informações da Fepecs

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De trabalhadores rurais a proprietários referência na produção de morangos: a trajetória de uma família acompanhada pela Emater-DF

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Santa Luzia recebe 750 postes e amplia iluminação pública na Estrutural

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Fábrica Social da Beleza e de Corte e Costura inicia nova turma com foco em renda e inclusão

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Letal, tétano pode ser evitado com vacinas

Por descuido ou acidente, um prego enferrujado causa um corte e, dias depois, a pessoa começa a sentir os primeiros sintomas do tétano, uma doença que pode ser fatal. Nessa cena, poderia ser qualquer objeto metálico, mesmo sem ferrugem. A bactéria Clostridium tetani não é tão seletiva e pode morar em galhos, água suja, vísceras de animais e até na poeira. A boa notícia é que o quadro é totalmente evitável: basta ficar atento e manter a vacinação em dia.  O tétano é causado por uma toxina produzida pela bactéria Clostridium tetani,  encontrada nas fezes de animais e de seres humanos, na terra, nas plantas, em objetos e pode contaminar as pessoas que tenham lesões na pele | Fotos: Sandro Araújo/Agência Saúde DF "Indivíduos com esquema vacinal completo e reforços atualizados apresentam risco significativamente menor de desenvolver a doença e suas complicações" Juliane Malta, diretora de Vigilância Epidemiológica da Secretaria de Saúde "Indivíduos com esquema vacinal completo e reforços atualizados apresentam risco significativamente menor de desenvolver a doença e suas complicações", esclarece a diretora de Vigilância Epidemiológica da Secretaria de Saúde (SES-DF), Juliane Malta.  A importância da imunização nesses casos é alta. A taxa de letalidade do tétano fica entre 30% e 40%, isso porque a bactéria causa contrações musculares intensas, não importa a faixa etária. O primeiro sintoma costuma ser a dificuldade para abrir a boca até atingir a musculatura respiratória.  As coberturas vacinais, ainda que abaixo da meta de 95%, têm permitido ao Distrito Federal evitar casos de tétano. A última ocorrência foi registrada em 2019 e o último óbito, em 2007.  O que fazer? Em caso de acidentes, a orientação é limpar imediatamente a ferida com água e sabão e procurar atendimento em uma unidade de saúde o mais rápido possível. Porém, o principal fator para um prognóstico positivo é a vacinação prévia.   O tétano acidental é uma doença prevenível por meio da vacinação, e o cuidado começa quando a pessoa ainda é um bebê [LEIA_TAMBEM]O cuidado começa quando a pessoa ainda é um bebê. Nas salas de vacinação, são aplicadas doses da pentavalente aos 2, 4 e 6 meses de idade. Dois reforços com o imunizante DTP são oferecidos aos 15 meses e aos 4 anos. A partir dos 10 anos, a cada intervalo de uma década, é necessário tomar um reforço, com a vacina dT. "A proteção conferida pela vacina contra o tétano diminui gradualmente ao longo do tempo, motivo pelo qual é recomendada uma dose de reforço a cada 10 anos na vida adulta", explica Malta. Gravidez protegida  Também há uma dose específica para as gestantes, a dTpa. Aqui, o foco é evitar outra versão da doença, chamada de tétano neonatal. Causada pela mesma bactéria, essa infecção afeta recém-nascidos nos primeiros 28 dias de vida, geralmente por meio da contaminação do coto umbilical durante ou após o parto.  *Com informações da SES-DF

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PCDF inicia emissão da nova Carteira de Identidade no Paraguai

A Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF), por meio do Instituto de Identificação (II), inicia nesta quinta-feira (18) a emissão da nova Carteira de Identidade Nacional (CIN) para brasileiros residentes no Paraguai. O serviço está disponível no consulado brasileiro em Assunção, capital paraguaia. A iniciativa faz parte do Acordo de Cooperação Técnica firmado entre a PCDF, o Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI) e o Ministério das Relações Exteriores (MRE). Com a implementação do serviço no consulado, cerca de 250 mil cidadãos brasileiros que vivem no Paraguai poderão solicitar o novo modelo de identidade sem necessidade de deslocamento ao Brasil. A identificação pessoal facilita o acesso dessas pessoas aos serviços públicos e benefícios sociais disponíveis no GOV.BR. Com a CIN, a conta na plataforma se torna Ouro, possibilitando acesso a todos serviços no mais elevado nível de segurança. Legenda     Os interessados já podem realizar o agendamento para iniciar o processo de emissão da CIN por meio do sistema e-Consular. Para isso, é necessário apresentar a Certidão de Nascimento ou de casamento. Após a análise da documentação, será realizado o agendamento para a coleta biométrica. O procedimento é realizado em um totem instalado no consulado, com teleatendimento supervisionado por um papiloscopista policial da PCDF. Durante o atendimento remoto, o servidor orienta o cidadão em todas as etapas da coleta biométrica e realiza as conferências necessárias para a emissão do documento. O sistema integra diretamente o consulado ao Instituto de Identificação da PCDF, permitindo que o processo seja realizado com segurança e eficiência. A entrega da Carteira de Identidade Nacional ocorre posteriormente, por meio de malote diplomático. O diretor do Instituto de Identificação, Ruben Sérgio Veloso Gumprich, explica que o atendimento no consulado segue os mesmos padrões técnicos utilizados no Brasil. A PCDF atua diretamente na validação, processamento e emissão do documento, garantindo segurança e integração com as bases nacionais de identificação. “A expansão da emissão da CIN para o exterior demonstra o compromisso da PCDF com a modernização dos serviços públicos e com o atendimento aos brasileiros que residem fora do país” Ruben Sérgio Veloso Gumprich, diretor do Instituto de Identificação da PCDF   “A expansão da emissão da CIN para o exterior demonstra o compromisso da PCDF com a modernização dos serviços públicos e com o atendimento aos brasileiros que residem fora do país. É uma solução inovadora que leva a expertise do Instituto de Identificação para além das fronteiras nacionais, garantindo o mesmo padrão de segurança, controle e qualidade adotado nos atendimentos realizados no Distrito Federal”, destaca o diretor.   O Paraguai é o segundo país a receber o serviço de emissão da CIN no exterior. A iniciativa começou em Lisboa (Portugal), em abril deste ano, e pode beneficiar cerca de 500 mil brasileiros que moram naquele país. Até o momento, já foram emitidas mais de 400 CINs em Lisboa. A nova Carteira de Identidade Nacional adota o CPF como identificador único em todo o território nacional, substituindo gradualmente o antigo RG e incorporando mecanismos modernos de segurança, que contribuem para reduzir fraudes e ampliar a confiabilidade do processo de identificação civil.   *Com informações da PCDF

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Lei Seca completa 18 anos preservando vidas no trânsito

Nesta sexta-feira (19), a Lei nº 11.705, de 19 de junho de 2008, conhecida como Lei Seca, completa 18 anos. A legislação alterou o Código de Trânsito Brasileiro (CTB), passando a classificar como infração gravíssima a condução de veículo após o consumo de bebida alcoólica. Ao longo desse período, a norma tem contribuído para a redução de mortes no trânsito do Distrito Federal. No último ano, dados preliminares indicam que foram registrados 206 sinistros fatais nas vias do DF, número 55,4% inferior ao observado no período anterior à entrada em vigor da norma, quando ocorreram 462 sinistros com mortes. De acordo com dados da Gerência de Estatística de Acidentes de Trânsito do Detran-DF, no período de 20 de junho de 2007 a 19 de junho de 2008, ano anterior à entrada em vigor da Lei Seca, o DF registrou 500 mortes no trânsito. No primeiro ano de vigência da legislação ocorreu uma redução de 15,6%, tendo sido registrados 422 óbitos no trânsito. Considerando o 18° ano o período de 20 de junho de 2025 a 15 de junho de 2026, os dados preliminares indicam a ocorrência de 219 mortes, uma redução de 56,2% em relação ao ano anterior à Lei Seca. Nesse período, 325 condutores se envolveram em sinistros com mortes. Desse total, 22 (6,7%) apresentavam sintomas de alcoolemia. O diretor-geral do Detran-DF, Marcu Bellini, destaca o impacto das ações voltadas para o combate à combinação de bebida alcoólica e direção: “A Lei Seca trouxe instrumentos importantes para a redução de sinistros no trânsito. E, ao longo desses 18 anos, o Detran-DF tem trabalhado para implementar, de forma contínua, medidas que promovam a conscientização e o respeito às normas de trânsito. Seja por meio de campanhas educativas ou ações de fiscalização, o foco é a preservação de vidas no trânsito”. A legislação alterou o Código de Trânsito Brasileiro (CTB), passando a classificar como infração gravíssima a condução de veículo após o consumo de bebida alcoólica | Foto: Divulgação/Detran-DF Fiscalização O trabalho integrado de fiscalização se intensificou ao longo dos anos, ampliando a capacidade de identificar e retirar das vias condutores que dirigem sob efeito de álcool. Em 2008, início da fiscalização da Lei Seca, o DF registrou 2.633 infrações por dirigir sob a influência de álcool ou de qualquer outra substância psicoativa. Em 2025, o Detran-DF, o DER-DF e a Polícia Militar (PMDF) flagraram 29.751 condutores sob o efeito de álcool. Neste ano, de janeiro a maio, os dados preliminares indicam 12.080 autuações, uma média de 80 motoristas multados por dia nas vias do DF. De acordo com a legislação, dirigir após o consumo de álcool é infração gravíssima, sujeita a multa no valor de R$ 2.934,70 e suspensão do direito de dirigir por um ano. No caso de reincidência da infração no período de até 12 meses, o valor da multa é dobrado. A recusa em realizar o teste do etilômetro também é considerada infração com as mesmas penalidades.  Além das sanções administrativas, a conduta pode configurar crime de trânsito se o resultado do teste indicar uma concentração igual ou superior a 0,3 miligrama de álcool por litro de ar alveolar. Nesse caso, a pena prevista é de detenção de seis meses a três anos, multa e suspensão ou proibição de se obter a habilitação para dirigir. *Com informações do Detran-DF

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Lei Seca: 18 anos preservando vidas no trânsito

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Fábrica Social terá estrutura aberta à noite e aos sábados para alunos empreenderem

As unidades da Fábrica Social na Cidade do Automóvel e no Sol Nascente passarão a funcionar também à noite e aos sábados para que os 742 alunos dos cursos de corte e costura industrial e beleza possam produzir, atender clientes e obter renda fora do horário regular das aulas. A nova dinâmica amplia o uso da estrutura de segunda a sexta-feira, das 18h às 21h, e aos sábados, das 8h às 11h. A ideia é que as duas unidades funcionem também como espaços de apoio ao empreendedorismo dos alunos. Na prática, os participantes poderão usar máquinas, equipamentos e a orientação dos instrutores para transformar o aprendizado em serviço ou produção própria ainda durante o período de qualificação. A governadora Celina Leão afirmou que a abertura da Fábrica Social em novos horários amplia o uso da estrutura pública e fortalece a comunidade. “A Fábrica Social aberta aos sábados para a comunidade é muito bom. Movimenta, dá uma sensação de comunidade, de integração, e pode funcionar como esse comércio coletivo, cooperativo”, disse. A ideia é que as duas unidades funcionem também como espaços de apoio ao empreendedorismo dos alunos | Fotos: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília “Aos sábados e todos os dias à noite, nós vamos fazer da Fábrica Social um curso empresarial, em que os alunos possam utilizar toda a estrutura para fazer renda”, afirmou o secretário de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda, Thales Mendes. Na área de corte e costura, os participantes poderão usar os equipamentos da Fábrica Social para costurar por conta própria. No curso de maquiagem, a proposta é permitir que as alunas atendam clientes dentro da estrutura do programa. “A turma de corte e costura, se quiser costurar por conta própria, vai ter todos os equipamentos da fábrica à disposição para usar da melhor forma, ainda com a ajuda dos instrutores. E as alunas da maquiagem vão poder levar os seus clientes para ocupar uma estrutura que é da comunidade”, explicou o secretário. Linhas de microcrédito “A Fábrica Social aberta aos sábados para a comunidade é muito bom. Movimenta, dá uma sensação de comunidade, de integração, e pode funcionar como esse comércio coletivo, cooperativo” Governadora Celina Leão A Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda (Sedet-DF) também pretende conectar os participantes a linhas de microcrédito para financiar ferramentas, máquinas e equipamentos. Segundo Thales, os empréstimos começam em R$ 1 mil e podem ser pagos em até 36 parcelas, com carência de até seis meses, conforme o perfil do empreendimento. “Esse é um programa de financiamento das primeiras ferramentas ou de novos equipamentos para empresas que já existem. A secretaria vai buscar não só formar, mas também dar instrumentos para que as pessoas possam empreender”, disse o secretário. A proposta também prevê orientação para alunos interessados em atuar de forma coletiva. De acordo com Thales, a secretaria poderá apoiar grupos na organização documental, na estruturação da atividade e na definição do custo do produto ou serviço oferecido. “Converse com a sua colega, monte uma cooperativa. A gente ajuda na parte documental para que vocês possam se estruturar. Vamos fazer um plano de negócio, estabelecer quanto custa aquele produto ou serviço, para que de fato a gente tenha uma fábrica de empreendedores”, afirmou Thales Mendes. A Fábrica Social oferece formação gratuita em áreas como corte e costura industrial e beleza. Com a nova proposta, os polos também passam a funcionar como pontos de apoio para que os alunos testem serviços, produzam e iniciem atividades de geração de renda com acompanhamento técnico.

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Programa GDF Delas leva dia de serviços, saúde e beleza a mulheres catadoras

"Cuidar de quem cuida da cidade." Com este tema, o Governo do Distrito Federal (GDF) fez, nesta quinta-feira (18), o evento GDF Delas, um grande dia de ações voltadas para o acolhimento e para a valorização das mulheres catadoras de materiais recicláveis. O encontro ocorreu na Central das Cooperativas de Trabalho de Materiais Recicláveis do Distrito Federal (Centcoop-DF), no Pátio Ferroviário de Brasília, e concentrou, em um único espaço, o acesso a direitos e serviços públicos essenciais, como saúde, cidadania e documentação, além de cultura e beleza. Ao lados das catadoras do DF, a governadora Celina Leão destacou a importância da iniciativa para essas trabalhadoras essenciais para o meio ambiente e a limpeza urbana da cidade. “Saibam que a gente tem um carinho muito, muito firme por vocês, porque fazem um trabalho de sustentabilidade. Um trabalho que, muitas vezes, as pessoas não veem. Cadê as pessoas ecologicamente corretas nessa cadeia? São os nossos catadores. É uma categoria muito sofrida. Eu tenho um olhar muito firme para elas, porque a maioria delas são mulheres. Então, a gente faz uma ação aqui de beleza, de vacinação, de saúde e de cuidado”, comentou. A governadora também reforçou o diálogo contínuo da gestão com as trabalhadoras e garantiu que "o Palácio do Buriti está sempre aberto" para a categoria. Ela afirmou que o governo estuda dar ao grupo a oportunidade de comandar um projeto piloto de coleta seletiva em uma região administrativa do DF. "Vamos ver a questão da coleta seletiva de uma cidade como um modelo, porque aí a gente pode mostrar que a gente dá conta de fazer em todos os lugares. Sempre quando a gente fala sobre isso, falam assim: 'Ah, não tem capacidade técnica, não vão dar conta, a cidade vai ficar suja.' É porque nunca nos deram uma oportunidade. Vamos criar uma, vamos ver qual que é a cidade que a gente vai fazer", afirmou. Ao lados das catadoras do DF, a governadora Celina Leão destacou a importância da iniciativa para essas trabalhadoras essenciais para o meio ambiente e a limpeza urbana da cidade | Fotos: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília Cuidado e autoestima Para a catadora Genilda Alves da Silva, de 54 anos, o evento foi sinônimo de festa, renovação e autoestima. Animada e dançando durante a programação, ela demonstrou a alegria com os cuidados oferecidos e a oportunidade de aproveitar a vida. "Ah, eu estou achando maravilhoso. Estou achando bom, estou curtindo muito. Eu vou comer, vou brincar, como se eu fosse uma adolescente", comemorou. Após decidir que passaria no estande de beleza para arrumar os cabelos, ela resumiu o sentimento que embalou o dia: "Estou feliz, graças a Deus que eu estou viva. Eu quero curtir e quero aproveitar tudo de bom", completou a moradora da Estrutural. A quebra da rotina pesada também foi muito celebrada por Maria Albertina, de 58 anos, que enxergou o encontro como um verdadeiro dia de princesa. "A gente merece, né? Merece um dia de descanso, de relaxamento, dia de ficar bonita", destacou. Para ela, o dia também serviu para tomar vacinas, participar das oficinas de artesanato e colocar o papo em dia com as amigas. "Tudo maravilhoso. Tem que acontecer mais vezes", pediu a moradora do Recanto das Emas.   Já a catadora Maria de Fátima Alves, de 46 anos, aproveitou a facilidade do acesso aos serviços públicos para focar, primeiramente, na saúde. Logo nas primeiras horas do evento, ela passou pela estrutura montada no local para atualizar o cartão de imunização. "Eu tomei duas vacinas aqui e estou achando ótimo", relatou a trabalhadora, que mora na Estrutural. Depois de garantir a proteção do corpo, ela já tinha um destino certo para finalizar a manhã de autocuidado com o visual renovado "Daqui a pouco, vou no cantinho do cabelo", informou. Saúde, cidadania e bem-estar Para garantir a ampla oferta de atendimentos de forma simultânea, a ação teve a força-tarefa de diversas pastas e instituições parceiras. A Secretaria de Saúde montou uma estrutura para oferecer multivacinação e atendimento odontológico, que incluiu ações educativas de saúde bucal e a entrega de kits. As mulheres também receberam orientação e encaminhamento para a aplicação do método contraceptivo Implanon. A quebra da rotina pesada também foi muito celebrada por Maria Albertina, de 58 anos, que enxergou o encontro como um verdadeiro dia de princesa Na área da cidadania, a Defensoria Pública do Distrito Federal levou sua unidade móvel para facilitar o acesso à Justiça. No local, as trabalhadoras puderam resolver questões jurídicas de família, como pensão alimentícia, investigação de paternidade, guarda, divórcio e solicitar a emissão de certidões. A Polícia Militar (PMDF) também marcou presença e garantiu apoio e representação institucional. A autoestima e a beleza tiveram espaço especial por meio do Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (Senac), que ofereceu serviços de estética, cortes de cabelo e penteados. O Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar) contribuiu com oficinas de artesanato, enquanto a Novacap distribuiu mudas de flores para as participantes. A Secretaria de Cultura levou o programa Mala do Livro aos catadores. Aulão e roda de conversa Além dos estandes de atendimento, a programação ofereceu momentos de integração e cuidado pessoal. O coordenador do programa Realize da Secretaria da Mulher, Denis Reis, conduziu a roda de conversa com o tema "Acredite em Você e Realize". Em seguida, o professor Iran Moreira, do grupo cultural Azulin, colocou as participantes para se exercitarem em um aulão especial e animado.

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Da maquiagem à costura, Fábrica Social inicia formação de 800 alunos

A governadora Celina Leão abriu, nesta quinta-feira (18), a aula inaugural da primeira turma de 2026 da Fábrica Social, na Feira do Trabalhador, no Museu Nacional da República. Quase 800 alunos começam a formação gratuita nos cursos de corte e costura industrial e beleza, que serão ministrados nas unidades da Cidade do Automóvel e do Sol Nascente. Novidade desta edição, o curso de maquiagem foi incluído a partir de sugestão da governadora, dentro da estratégia de ampliar as opções de qualificação em áreas com demanda por serviços e possibilidade de renda imediata. Coordenado pela Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda (Sedet-DF), o programa prepara os participantes para vagas no mercado de trabalho e também para o empreendedorismo.  A governadora Celina Leão (C) inaugura na abertura da primeira aula na Fábrica Social; formação profissional impulsiona a autonomia financeira das mulheres | Fotos: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília   “A gente está pensando em ver como pode crescer a Fábrica Social, mas, principalmente, crescer a renda dessas mulheres. Esse tipo de curso cria exatamente isso: autonomia financeira” Governadora Celina Leão “São quase 800 mulheres. Nós temos duas fábricas sociais e, cada vez mais, estamos melhorando esse acolhimento. Já temos o curso de corte e costura e o curso de maquiagem, e vamos agregando valor cada vez mais”, afirmou a governadora.  Impacto direto Celina destacou que a qualificação tem impacto direto na autonomia financeira das alunas, especialmente em áreas que permitem atuação profissional dentro de casa, em pequenos negócios ou em empresas do setor. “A gente está pensando em ver como pode crescer a Fábrica Social, mas, principalmente, crescer a renda dessas mulheres. Esse tipo de curso cria exatamente isso: autonomia financeira”, disse. Exemplo disso é a aluna Orlene Maria de Amorim. Aos 56 anos, começou o curso de corte e costura com a expectativa de transformar a formação em trabalho. Ela conta que já tinha feito outras capacitações na área, mas vê na Fábrica Social uma estrutura mais completa.  Curso vai além da formação técnica: os alunos recebem orientação sobre caminhos possíveis após a profissionalização  “A pergunta que a gente faz aos nossos alunos é o que eles querem ser ao final: patrão ou empregado. Se quiserem ser patrões, vão participar de palestras de empreendedorismo, aprender como montar uma empresa, como estabelecer preço e como estruturar o negócio"  Thales Mendes, secretário de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda  “É um curso muito bom, porque é completo. Tem serigrafia, modelagem, bordado e corte em máquinas. A pessoa sai profissional. Hoje eu já consigo pegar um tecido, colocar em cima de uma mesa e fazer o modelo que eu quero. Posso fazer um vestido sob medida. Para mim, é um sonho realizado”, compartilhou. Segundo o secretário de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda, Thales Mendes, a proposta da Fábrica Social atende a demanda do mercado de trabalho: “Todos os cursos de qualificação profissional, quando são desenhados, estão dentro de uma expectativa de consumo do mercado por aquele tipo de mão de obra. Hoje, temos mais de 80 vagas em aberto somente nas empresas que participam do programa do uniforme escolar do GDF. Nós vamos preparar essa mão de obra, e o mercado vai consumir essa mão de obra”. Além da formação técnica, os alunos recebem orientação sobre caminhos possíveis após a conclusão do curso. Quem busca emprego pode ser direcionado a empresas com vagas abertas. Quem pretende abrir o próprio negócio pode receber orientação sobre empreendedorismo, formação de preço, estruturação da atividade e acesso a microcrédito.  Os cursos de corte e costura industrial serão ministrados nas unidades da Cidade do Automóvel e do Sol Nascente “A pergunta que a gente faz aos nossos alunos é o que eles querem ser ao final: patrão ou empregado. Se quiserem ser patrões, vão participar de palestras de empreendedorismo, aprender como montar uma empresa, como estabelecer preço e como estruturar o negócio. Ao final, podem aderir a um microcrédito para fazer com que a ideia se torne viável e concreta”, afirmou Thales. O microcrédito citado pelo secretário é voltado para o financiamento de ferramentas, máquinas e equipamentos para pequenos empreendedores. Segundo Thales, os empréstimos começam em R$ 1 mil e podem ser pagos em até 36 parcelas, com carência de até seis meses, conforme o perfil do negócio.    Ampliação [LEIA_TAMBEM]De acordo com a governadora, o GDF estuda formas de aproximar a formação de áreas com maior fluxo de comércio e de serviços. Uma das possibilidades citadas é a região do Feirão dos Goianos, em Taguatinga, onde alunas poderiam prestar serviços ou produzir peças vinculadas à demanda do comércio local. Segundo Celina, a proposta ainda precisa de planejamento técnico para garantir que a capacitação se converta em renda. “É um plano de negócios que precisa ser feito com muita capacidade, para que a gente possa promover não só a capacitação, mas a autonomia financeira dessas mulheres”, afirmou Celina. “A mulher se forma e pode, dentro da casa dela, criar a renda dela.” A aula inaugural ocorreu durante a Feira do Trabalhador, que reuniu serviços de qualificação profissional, cadastro de currículos e oferta de vagas de emprego. Segundo a Sedet-DF, os cursos da Fábrica Social integram a política de qualificação profissional do GDF voltada a pessoas em situação de vulnerabilidade social.  

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Com apoio do GDF, venezuelana reconstrói a vida no Distrito Federal

Há um ano e oito meses, a venezuelana Yesenia Salazar, de 45 anos, deixou seu país em busca de melhores condições de vida. As dificuldades econômicas enfrentadas na Venezuela motivaram a mudança para o Brasil, onde ela chegou acompanhada pela filha caçula, Rebeca Salazar, de 10 anos, com o objetivo de construir um novo futuro no Distrito Federal. Moradora de São Sebastião, Yesenia enfrentou desafios que tornaram essa trajetória ainda mais difícil. Quando procurou o Centro de Referência da Mulher Brasileira (CRMB), subordinado à Secretaria da Mulher (SMDF), vivia uma situação de vulnerabilidade marcada pela violência doméstica. Segundo a secretária da Mulher interina, Jackeline Aguiar, as quatro unidades do centro oferecem atendimentos gratuitos com acolhimento, orientação, acompanhamento psicossocial e assistência social. “Os equipamentos da Secretaria da Mulher oferecem também capacitações profissionais voltadas à promoção da autonomia financeira e do fortalecimento das mulheres do Distrito Federal”. As quatro unidades do Centro de Referência da Mulher Brasileira oferecem atendimentos gratuitos com acolhimento, orientação, acompanhamento psicossocial e assistência social | Fotos: Kelen Lage/SMDF O cuidado e a proteção recebidos na unidade marcou o início de uma nova etapa. A partir do atendimento, ela passou a receber suporte psicossocial e a participar das ações oferecidas pela instituição, que contribuíram para fortalecer sua independência e recuperar a confiança para seguir em frente. "Gosto da forma como as pessoas interagem e da maneira como ensinam. Sou muito grata por todo o apoio que recebi. Quero que outras mulheres conheçam a minha história e se sintam motivadas a seguir em frente e empreender" Yesenia Salazar, trancista “Hoje me sinto muito melhor. Faço cursos e acompanhamento terapêutico, e isso me ajudou a seguir em frente”, afirma a venezuelana. Entre as iniciativas disponibilizadas pela unidade, Yesenia participou da capacitação em empreendedorismo. A formação reforçou o desejo de ampliar a atuação profissional e concretizar o sonho de abrir o próprio salão de beleza. Segundo ela, a adaptação na turma ocorreu de forma tranquila, apesar das diferenças culturais e do idioma. “Não foi tão difícil. Gosto da forma como as pessoas interagem e da maneira como ensinam. Sou muito grata por todo o apoio que recebi. Quero que outras mulheres conheçam a minha história e se sintam motivadas a seguir em frente e empreender”, destaca Yesenia Salazar. Além do suporte emocional e da qualificação profissional, a trancista recebeu orientações e encaminhamentos para acessar serviços da rede de assistência social [LEIA_TAMBEM] Atualmente, ela trabalha como trancista em atendimentos a domicílio e busca ampliar os conhecimentos por meio dos cursos oferecidos pela unidade. Quando frequenta as aulas, sua filha, Rebeca, permanece na sala infantil, acompanhada por monitoras, onde convive com outras crianças enquanto a mãe participa dos atendimentos. Além do suporte emocional e da qualificação profissional, a trancista recebeu orientações e encaminhamentos para acessar serviços da rede de assistência social. Com a orientação da equipe, obteve o Cartão Mobilidade, o auxílio-aluguel e acesso ao Restaurante Comunitário de São Sebastião. Veja abaixo os endereços de cada unidade do Centro de Referência da Mulher Brasileira no DF. Recanto das Emas • Endereço: Av. Buritis Quadra 203 Lote 14 • Atendimento: de segunda a sexta-feira, das 9h às 18h • Telefones: (61) 3181-2665/3181-2666 Sol Nascente • Endereço: Trecho 2, Quadra 100 Conjunto A Lote SC1 – Pôr do Sol • Atendimento: de segunda a sexta-feira, das 9h às 18h • Telefones: (61) 3181-2255/3181-2660 São Sebastião • Endereço: Área Especial AE 11, Centro de Múltiplas Atividades • Atendimento: de segunda a sexta-feira, das 9h às 18h • Telefones: (61) 3181-2661 / 3181-2662 Sobradinho II • Endereço: AE 6 Comercial Quadra 1 Setor Oeste • Atendimento: 9h às 18h – de segunda a sexta-feira • Telefones: (61) 3181-2663 / 3181-2664.   *Com informações da SMDF

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Hospital da Região Leste fará 90 cirurgias até sábado (20); média chega a 15 por dia

As equipes do Hospital da Região Leste (HRL), no Paranoá, junto às do programa Opera DF, executam, até sábado (20), 90 cirurgias ortopédicas, ginecológicas e traumatológicas. Iniciada nesta semana, a força-tarefa já contabiliza mais de 45 intervenções.  Para uma média de 15 cirurgias ao dia, quatro salas equipadas operam simultaneamente, durante 18 horas. Ao final, as equipes terão trabalhado cerca de 320 horas.  Ronaldo da Conceição foi encaminhado ao HRL e fará, em breve, uma cirurgia na coluna: “Meus dias aqui foram especiais, cheios de carinho. Não me sinto um paciente, mas como parte da família deles” | Foto: Sandro Araújo/Agência Saúde-DF   “A oportunidade de ter uma semana com reforço de anestesistas, dentro do contrato do Opera DF, permite que as necessidades dos pacientes que estavam aguardando por procedimentos eletivos sejam atendidas de forma mais célere”, explica a superintendente da Região de Saúde Leste, Maria de Lourdes Castelo Branco.  O Hospital da Região Leste é referência em procedimentos de traumas e cirurgias de coluna vertebral e de mão Vítima de um acidente de motocicleta, o morador do Paranoá, Edison de Santana, está se preparando para corrigir sequelas de um rompimento nos ligamentos. “Assim, devo recuperar a estabilidade e a função do meu ombro esquerdo”, relata. “Ao longo desse período de espera, sempre fui bem- atendido por toda a equipe médica e de enfermeiros”.  Procedimentos [LEIA_TAMBEM]Com uma condição que afeta o sistema imunológico atacando a comunicação entre nervos e músculos (miastenia), o morador de Águas Lindas (GO) Ronaldo Juraci da Conceição foi encaminhado ao HRL com problemas na coluna. Há um mês internado, sob os cuidados da equipe da ele segue para a cirurgia. “Eu me emociono porque estou sendo muito bem-acompanhado e tratado”, afirma ele. “Meus dias aqui foram especiais, cheios de carinho. Não me sinto um paciente, mas como parte da família deles.”   Como nos casos de Ronaldo e Edison, a força-tarefa pretende diminuir a quantidade de pacientes internados no HRL, e, ainda, resgatar aqueles que aguardavam em casa por cirurgias, ampliando o atendimento e restaurando a qualidade de vida dessas pessoas.  Na rede pública, o HRL é referência em procedimentos de traumas em geral, ginecológicos e ortopédicos, como as cirurgias de coluna vertebral e de mão.   *Com informações da Secretaria de Saúde    

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Santa Luzia ganha mais iluminação pública e se prepara para receber asfalto e rede de esgoto

A comunidade de Santa Luzia, na Cidade Estrutural, alcança um novo ciclo de urbanização com a chegada de iluminação pública, rede de esgoto, drenagem e asfalto. Durante visita à região, a governadora Celina Leão destacou o pacote de reformas estruturantes do Governo do Distrito Federal (GDF), voltado à ampliação da infraestrutura urbana e à melhoria da qualidade de vida de milhares de moradores de uma das áreas mais vulneráveis do DF. Segundo a chefe do Executivo, a expansão da iluminação pública já representa uma transformação concreta para a população, enquanto as demais obras estruturantes começam a avançar. “A Chácara Santa Luzia está sendo transformada. Uma área que não tinha perspectiva de regularização fundiária agora começa a receber melhorias concretas, como iluminação, esgoto, drenagem e, em breve, asfalto”, afirmou Celina Leão. A governadora Celina Leão destacou o pacote de reformas estruturantes do Governo do Distrito Federal (GDF) | Fotos: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília Transformação urbana Santa Luzia está no centro de um conjunto de intervenções voltadas para urbanização e regularização da comunidade. A implantação da rede de esgoto e da drenagem vai melhorar as condições sanitárias e reduzir problemas históricos relacionados ao escoamento da água da chuva. Já a futura pavimentação chegará em breve para melhorar a mobilidade local, facilitando o deslocamento de moradores, pedestres e veículos, especialmente em períodos chuvosos, quando as vias sofrem com lama e erosão. Para a governadora, as obras simbolizam um novo momento para a região. “As melhorias não chegam sozinhas. Chegam com infraestrutura, com dignidade e com a perspectiva de um futuro melhor para as famílias que vivem aqui”, reforçou Celina Leão. Para o padre Lourenço Ferronato, da Paróquia Jesus Bom Pastor, responsável pela Capela Santa Luzia, a chegada da iluminação representa mais segurança para a comunidade, especialmente no período noturno Iluminação pública A CEB Iluminação Pública e Serviços (CEB IPes) já iniciou a implantação do novo sistema de iluminação em LED na comunidade. Ao todo, serão instalados cerca de 750 postes, em investimento de aproximadamente R$ 700 mil. A governadora ressaltou que essa era uma demanda histórica da comunidade: “É uma alegria para essa população que esperava há anos ter iluminação pública, ou seja, poder chegar em casa sem estar no escuro”.   Segundo o presidente da CEB IPes, Elie Chidiac, parte da instalação já foi concluída e a expectativa é finalizar toda a comunidade nos próximos dias. “São 750 postes e um investimento na ordem de R$ 700 mil. Esperamos que entre 20 e 30 dias toda a comunidade esteja completamente iluminada”, afirmou. De acordo com ele, a nova iluminação vai ampliar a sensação de segurança e melhorar o cotidiano de trabalhadores, estudantes e famílias da região: “Isso, certamente, vai trazer qualidade de vida, sensação de segurança e bem-estar para a população”. Para o padre Lourenço Ferronato, da Paróquia Jesus Bom Pastor, responsável pela Capela Santa Luzia, a chegada da iluminação representa mais segurança para a comunidade, especialmente no período noturno. “A iluminação, sobretudo, trará segurança. As pessoas muitas vezes são obrigadas a voltar para casa à noite, depois do trabalho ou de outras atividades, e a escuridão traz insegurança muito grande”, destacou. Segundo ele, a intervenção também beneficiará os frequentadores da igreja, cujas celebrações ocorrem à noite. “Mesmo para participar das missas, as nossas celebrações são à noite. Para poderem se deslocar de casa até a igreja e depois voltar, eles terão mais proteção estando iluminados”, completou.

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GDF investe mais de R$ 14 milhões para ampliar cirurgias ginecológicas na rede pública

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Aberta consulta pública sobre política de prevenção de acidentes elétricos com animais silvestres

A Secretaria do Meio Ambiente (Sema-DF) abriu consulta pública para receber contribuições sobre a criação da Política Distrital de Prevenção de Acidentes Elétricos com Animais Silvestres. O aviso foi publicado nesta quarta-feira (17), no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF), e integra o processo de construção de um marco normativo voltado à proteção da fauna silvestre afetada pela infraestrutura de transmissão e distribuição de energia elétrica. Lobo-guará é solto na natureza: meta da Sema-DF é aprimorar prevenção de acidentes com animais que se aproximam de ambientes urbanos | Foto: Arquivo/Agência Brasília  A proposta busca estabelecer diretrizes para prevenir acidentes envolvendo animais silvestres e reduzir os impactos causados por redes, postes e demais equipamentos do sistema elétrico. A iniciativa também pretende fortalecer mecanismos de monitoramento, prevenção e mitigação de ocorrências que resultem em ferimentos ou mortes de espécies presentes no território do Distrito Federal. “Estamos construindo uma política pública que une proteção ambiental, conhecimento técnico e participação social”, aponta o secretário do Meio Ambiente, Rafael Santana. “O objetivo é reduzir os impactos sobre a fauna silvestre e ampliar as medidas de prevenção em áreas onde a infraestrutura elétrica representa risco para os animais.” Desenvolvimento sustentável [LEIA_TAMBEM]A consulta pública permanecerá aberta até 11 de julho, período em que cidadãos, pesquisadores, representantes do setor elétrico e organizações da sociedade civil poderão encaminhar sugestões ao texto em discussão. As contribuições recebidas servirão de subsídio para o aperfeiçoamento da proposta antes das próximas etapas de tramitação. “O desenvolvimento sustentável exige planejamento e responsabilidade”, enfatiza a governadora Celina Leão. “Estamos trabalhando para construir soluções que conciliem o crescimento da infraestrutura com a conservação dos recursos naturais e da fauna do Distrito Federal.” Os documentos submetidos à consulta estão disponíveis no portal da Secretaria do Meio Ambiente. As manifestações poderão ser encaminhadas aos endereços eletrônicos asbio@sema.df.gov.br e gedoc@sema.df.gov.br até as 23h59 de 11 de julho. Após o encerramento da consulta, as contribuições serão analisadas pela equipe técnica da secretaria. A expectativa é que as sugestões auxiliem na consolidação de uma política pública capaz de ampliar a proteção dos animais silvestres e reduzir os riscos associados à operação da rede elétrica no Distrito Federal.    *Com informações da Secretaria do Meio Ambiente

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No Dia Mundial da Doença Falciforme, Hemocentro entrega carteirinhas de identificação a pacientes

Em alusão ao Dia Mundial de Conscientização sobre a Doença Falciforme, celebrado nesta sexta-feira (19), a Fundação Hemocentro de Brasília (FHB) vai realizar a entrega oficial de novas carteirinhas de identificação para pacientes do Distrito Federal. O evento social ocorrerá a partir das 14h30, no Auditório do Hemocentro, reunindo usuários e familiares. O documento foi estruturado para funcionar como uma ferramenta de segurança clínica nas portas de urgência e emergência da rede pública de saúde.  Nesta semana, o Hemocentro promoveu capacitação técnica para aprimorar o acolhimento imediato de pessoas com doença falciforme | Foto: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília A iniciativa consolida o papel da FHB como o órgão coordenador da política de atenção integral a esse público no âmbito do Distrito Federal. Nesta nova etapa, foram confeccionadas 229 carteirinhas para os usuários que cumpriram os requisitos institucionais estabelecidos. A distribuição ocorre em um encontro presencial que contará também com dinâmicas conduzidas pelas equipes de enfermagem e psicologia da fundação.  "Pessoas com doença falciforme podem apresentar complicações agudas, como crises intensas de dor, infecções e anemia grave, que exigem intervenção precoce. A carteira contribui para que as equipes identifiquem rapidamente a condição clínica e adotem as condutas apropriadas" Marcelo Jorge Carneiro, hematologista do Hemocentro de Brasília O lançamento do documento complementa o esforço de integração da rede iniciado na quarta-feira (17), quando o Hemocentro promoveu uma capacitação técnica no auditório da Fundação de Ensino e Pesquisa em Ciências da Saúde (Fepecs). Na ocasião, gestores e profissionais de saúde da Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF), do Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF) e do Hospital da Criança de Brasília (HCB) debateram estratégias para aprimorar e acelerar o acolhimento imediato desses pacientes nas linhas de frente dos hospitais e das UPAs. Tecnologia e segurança no socorro imediato  A nova versão da carteirinha reuniu diretrizes específicas de classificação de risco e possui um QR code que direciona o médico plantonista diretamente a protocolos de urgência e manuais técnicos. A ferramenta visa subsidiar as equipes de saúde na tomada de decisões rápidas e qualificadas durante episódios críticos da patologia. O chefe da Unidade Técnica e hematologista do Hemocentro de Brasília, Marcelo Jorge Carneiro, ressalta que o documento foi desenhado para mitigar os impactos das intercorrências mais comuns da doença. "Pessoas com doença falciforme podem apresentar complicações agudas, como crises intensas de dor, infecções e anemia grave, que exigem intervenção precoce. A carteira contribui para que as equipes identifiquem rapidamente a condição clínica e adotem as condutas apropriadas", explica o especialista.  A fonoaudióloga Luana Carolina Martins valida a experiência: ela é uma das coordenadoras da Associação Brasiliense de Pessoas com Doença Falciforme e recebeu a carteirinha pioneira em um projeto-piloto em 2021  "A carteirinha vai ajudar as pessoas com doença falciforme quando chegarem à UPA ou a outras emergências, auxiliando a equipe médica a verificar os protocolos pelo QR code e a ter um norte para saber cuidar" Luana Carolina Martins, fonoaudióloga e uma das coordenadoras da Associação Brasiliense de Pessoas com Doença Falciforme  No Distrito Federal, a assistência clínica é descentralizada e gerida pela SES-DF, sendo o diagnóstico precoce realizado na triagem neonatal pelo Teste do Pezinho. O HCB é a referência para o tratamento de crianças e adolescentes, enquanto adultos recebem o acompanhamento nos Núcleos de Hematologia e Hemoterapia dos hospitais regionais como Hospital Regional da Asa Norte (Hran), Hospital Regional de Ceilândia (HRC), Hospital Regional do Gama (HRG), Hospital Regional de Sobradinho (HRS) e Hospital Regional de Taguatinga (HRT). O papel direto do Hemocentro envolve o suporte transfusional especializado de sangue fenotipado.  O que é a doença falciforme De natureza genética e hereditária, a doença falciforme altera o formato das hemácias, que assumem a forma de foice ou meia-lua, obstruindo os vasos sanguíneos e reduzindo o transporte de oxigênio pelo organismo. Essa condição gera crises de vaso-oclusão, dores agudas e vulnerabilidade a infecções. Atualmente, a Rede SES-DF possui mais de mil pacientes com a patologia cadastrados e sob acompanhamento especializado. A confecção das novas carteirinhas ocorreu em parceria com a Associação Brasiliense de Pessoas com Doença Falciforme (Abradfal). [LEIA_TAMBEM]A fonoaudióloga Luana Carolina Martins, que convive com a condição e atua como uma das coordenadoras da Associação Brasiliense de Pessoas com Doença Falciforme (Abradfal), recebeu sua carteirinha pioneira em um projeto-piloto em 2021 e hoje valida a importância da ampliação do documento para toda a rede pública. "A carteirinha vai ajudar as pessoas com doença falciforme quando chegarem à UPA ou a outras emergências, auxiliando a equipe médica a verificar os protocolos pelo QR code e a ter um norte para saber cuidar. O Hemocentro é um grande parceiro da nossa luta para divulgar mais sobre a doença", afirma. Luana aproveita a relevância da data para reforçar a importância da adesão rigorosa ao tratamento contínuo fornecido pela rede pública. "Com 47 anos, posso olhar para a minha vida e dizer que é possível conviver bem com a doença, desde que receba todos os cuidados. Minha vida mudou para melhor depois do tratamento adequado. Fica o convite para os pacientes não abandonarem os medicamentos, manterem as consultas regulares e fazerem o autocuidado, porque se a gente não se conhece, não sabe como enfrentar a doença", conclui.  *Com informações do Hemocentro   

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Mesmo silencioso, o câncer de rim pode ser identificado precocemente com exames de rotina

O câncer de rim costuma evoluir de forma silenciosa e, na maioria dos casos, só apresenta sintomas quando a doença já está em estágio avançado. Por isso, exames de rotina podem fazer toda a diferença para identificar o problema precocemente e aumentar as chances de tratamento. O alerta é do urologista Guilherme Coaracy, do Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF). Nesta quinta-feira (18), é lembrado o Dia Mundial de Conscientização do Câncer de Rim. Segundo o especialista, muitos tumores são descobertos durante exames de imagem realizados por outros motivos, antes mesmo de o paciente perceber qualquer alteração. "Quando o corpo começa a apresentar os sintomas, significa que o câncer já está em estado avançado", explica. Tabagismo, sedentarismo, alimentação não balanceada e consumo de álcool estão entre os principais fatores de risco para o câncer de rim | Fotos: Divulgação/IgesDF Foi exatamente assim que Carolina (nome fictício, a pedido da entrevistada), de 62 anos, descobriu a doença. Sem histórico de problemas renais, ela não imaginava que os sintomas estivessem relacionados ao câncer. "Nunca tinha tido problemas no rim antes. Então, nem desconfiei. Comecei a sentir uma dor muito forte no abdômen e ter sangue na urina, então minhas filhas decidiram me trazer para o hospital", relembra. A paciente está internada no Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF), unidade administrada pelo Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF), onde será submetida a um procedimento cirúrgico. Além da detecção precoce, Guilherme Coaracy destaca a importância da prevenção. Tabagismo, sedentarismo, alimentação não balanceada e consumo de álcool estão entre os principais fatores de risco para a doença. A predisposição genética também merece atenção. Em pessoas com histórico familiar, a recomendação é manter acompanhamento médico periódico. Entre 2024 e 2025, o HBDF realizou 122 procedimentos para tratamento de câncer de rim [LEIA_TAMBEM]O principal tratamento para tumores malignos é a cirurgia. Entre 2024 e 2025, o HBDF realizou 122 procedimentos para tratamento de câncer de rim. "Quando se retira o nódulo, você garante que ele não evolua e nem se espalhe. Dependendo do tamanho e da localização, é preciso retirar todo o rim, e o paciente pode ou não precisar de diálise depois", detalha. O Hospital de Base é referência no Distrito Federal para cirurgias urológicas, incluindo o tratamento do câncer de rim. Em caso de suspeita, a orientação é procurar uma Unidade Básica de Saúde (UBS) para avaliação médica. Se houver confirmação da doença, o paciente poderá ser encaminhado para atendimento especializado na unidade. *Com informações do IgesDF  

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Blitz educativa comemora Dia do Orgulho Autista

Das 9h40 às 11h desta quinta-feira (18), o Departamento de Trânsito do Distrito Federal estará com uma blitz educativa em homenagem ao Dia do Orgulho Autista, na ligação da W3 Norte e Sul.  Além de orientações sobre os cuidados para uma acessibilidade segura às pessoas com autismo, agentes do Detran vão alertar para os riscos de dirigir sob influência de álcool |  Na ação, serão entregues o cordão do autista, material adesivo "Detran-DF amigo do autista", e os condutores receberão orientações sobre os cuidados necessários para garantir uma acessibilidade segura às pessoas com autismo. Lei Seca Os educadores de trânsito do Detran-DF vão aproveitar as abordagens também para relembrar os riscos de dirigir sob influência de álcool, tendo em vista que nesta sexta-feira (19), além de ser o aniversário da Lei Seca, haverá o jogo do Brasil pela Copa do Mundo Fifa de 2026.  *Com informações do Detran-DF 

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Taguatinga e Paranoá recebem ação de acolhimento à população em situação de rua nesta sexta (19) 

Pessoas que se encontram instaladas em 31 endereços irregulares em Taguatinga e no Paranoá receberão, nesta sexta-feira (19), a oferta de acolhimento e assistência social de representantes do Governo do Distrito Federal (GDF). A ação começa às 9h. Entre os serviços oferecidos está o transporte de itens pessoais a lugares que possam ser indicados pelos ocupantes | Foto: Agência Brasília Coordenada pela Casa Civil, a iniciativa envolve as secretarias de Desenvolvimento Social (Sedes-DF), de Saúde (SES-DF), de Educação (SEEDF), de Segurança Pública (SSP-DF), de Proteção da Ordem Urbanística (DF Legal), de Justiça e Cidadania (Sejus-DF) e de Desenvolvimento Econômico,Trabalho e Renda (Sedet-DF), bem como o Serviço de Limpeza Urbana (SLU), a Novacap, a Codhab, o Detran-DF, a Polícia Militar, a Polícia Civil, o Corpo de Bombeiros Militar e o Conselho Tutelar.   As pessoas em situação de rua vão receber oferta de diversos serviços em áreas como saúde, educação e assistência social, além de orientação sobre cuidados com animais domésticos e benefícios como deslocamento interestadual. Também será oferecido um auxílio excepcional de R$ 600 para aqueles sem condições de pagar aluguel. Igualmente estarão disponíveis vagas em abrigos, programas de qualificação profissional – como o RenovaDF – e o cadastro para unidades habitacionais. Após o atendimento, a DF Legal fará o desmonte das estruturas das pessoas em situação de rua e o transporte dos pertences ao local regular indicado pelo ocupante. Em último caso, o governo levará os objetos pessoais ao depósito da pasta (SIA Trecho 4, lotes 1380/1420, para retirada em até 60 dias, sem qualquer custo para o responsável. No decorrer da semana, o GDF atuou em abordagens sociais prévias, mapeando o público que será atendido e suas demandas. Veja, abaixo, os pontos de ação programados para esta sexta.  Taguatinga  ⇒  Imediações do Centro Pop ⇒ Área verde em frente ao pronto-socorro do Hospital Regional de Taguatinga ⇒ QNC, muro lateral do HRT, próximo à entrada do Banco de Leite Humano e à Promotoria de Justiça de Taguatinga ⇒ QNC/QNF 1, área de mata localizada acima do campo de futebol de terra e próximo ao Senai ⇒ QND 21/23, marquise da calçada em frente ao comércio local ⇒ QNH Área Especial 178 ⇒ QNM 36, Setor M Norte ⇒ QNM 34/36, em frente ao Bom Preço ⇒ QNL 13 Bloco H ⇒ QNL 4, Bloco D, próximo ao Edifício Braz Viana ⇒ Ponto de captação de água, córrego cortado, margem da Avenida Elmo Serejo ⇒ CNB 3, marquise do Templo Budista ⇒ Biblioteca Pública na Avenida Comercial ⇒ C12, atrás do Lote 13 ⇒ Quadra C7, marquise das Casas Bahia ⇒ Quadra C5, marquise do Lote 6 ⇒ Quadra C3, marquise da Caixa Econômica ⇒ Setor Hoteleiro ⇒ Avenida Samdu Sul, na altura da QSB 12/13 ⇒ QSD 22/32, área de mata atrás da 3ª Igreja Presbiteriana de Taguatinga ⇒ CSG 13, atrás do Super Adega. Paranoá ⇒ PEC ao lado da administração regional ⇒ Quadra 6 ⇒ Quadra 14, Conjunto G ⇒ Praça central, no coreto ⇒ Paranoá Parque, Quadra 2, Conjunto 1, atrás da UPA ⇒ Paranoá Parque, atrás da Paróquia Anchieta ⇒ Quadra 33, Lote 4, estacionamento ao lado da delegacia ⇒ Quadra 32, Conjunto M, próximo ao Setor de Oficinas ⇒ Quadra 30, Conjunto 22, atrás do comércio ⇒ Quadra 28, Conjunto K.   *Com informações da DF Legal

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Mais de 14 mil famílias podem perder Tarifa Social de Energia Elétrica por falta de atualização cadastral

Mais de 14 mil famílias do Distrito Federal correm o risco de perder os benefícios da Tarifa Social de Energia Elétrica (TSEE) nos próximos meses por não manter os dados atualizados. O alerta é da Neoenergia Brasília, que orienta os consumidores a regularizar as informações junto ao Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico) e à distribuidora. Além desse grupo, levantamento da empresa aponta que outras 107.783 famílias têm perfil para receber a TSEE ou o Desconto Social de Energia Elétrica (DSEE), mas ainda não estão incluídas nos programas. A Tarifa Social de Energia Elétrica assegura gratuidade nos primeiros 80 kWh consumidos mensalmente | Foto: Divulgação/Neoenergia A concessão dos benefícios ocorre após o cruzamento das informações cadastradas no CadÚnico ou no Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), para beneficiários do Benefício de Prestação Continuada (BPC/Loas), com os registros da distribuidora. Por isso, a atualização dos dados é fundamental para garantir o acesso aos descontos. [LEIA_TAMBEM]A Tarifa Social de Energia Elétrica assegura gratuidade nos primeiros 80 quilowatts-hora (kWh) consumidos mensalmente. Já o DSEE concede redução de 13,6% sobre os primeiros 120 kWh utilizados. Caso o consumo ultrapasse esses limites, a diferença será cobrada pela tarifa convencional. Quem tem direito à TSEE Famílias inscritas no CadÚnico com renda mensal de até meio salário mínimo por pessoa, incluindo indígenas e quilombolas Idosos e pessoas com deficiência que recebem o BPC/Loas Famílias cadastradas no CadÚnico residentes em sistemas isolados, sem conexão ao Sistema Interligado Nacional Núcleos familiares com renda de até três salários mínimos que tenham integrante com doença ou condição de saúde que exija o uso contínuo de equipamentos elétricos indispensáveis à manutenção da vida Quem pode receber o DSEE Famílias inscritas no CadÚnico com renda mensal superior a meio salário mínimo e de até um salário mínimo por pessoa, incluindo indígenas e quilombolas Moradores de sistemas isolados cadastrados no CadÚnico  *Com informações da Neoenergia  

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Câncer renal tem no diagnóstico precoce um dos maiores desafios

Doença silenciosa, o câncer renal é um dos principais desafios para a saúde pública. A ausência de sintomas nas fases iniciais dificulta o diagnóstico; quando surgem, podem ser facilmente confundidos com outras condições. O alerta é de Gustavo Ribas, chefe da Assessoria de Política de Prevenção e Controle do Câncer da Secretaria de Saúde (SES-DF). O Hospital Regional da Asa Norte (Hran) é uma das unidades de saúde do DF que atuam com cirurgia oncológica  | Foto: Sandro Araújo/Agência Saúde-DF “Mais da metade dos tumores renais é descoberta durante exames realizados por outros motivos, como ultrassonografia ou tomografia do abdômen”, explica o médico. “Por não existir programa de rastreamento populacional e, por frequentemente [o câncer] não causar sintomas iniciais, muitos casos podem permanecer silenciosos por anos.” “Quando identificado ainda localizado no rim, o câncer renal apresenta altas taxas de controle e cura, geralmente por meio de tratamento cirúrgico” Gustavo Ribas, chefe da  Assessoria de Política de Prevenção e Controle do Câncer da Secretaria de Saúde Com cerca de 400 mil diagnósticos e 170 mil mortes no mundo registrados em 2020, o câncer renal está entre os 13 tipos mais incidentes da doença — que, no Brasil, é responsável por quase 12 mil casos e representa cerca de 2% a 3% dos tumores mais frequentes em adultos. No Distrito Federal, são registradas aproximadamente 45 ocorrências anuais. O câncer renal ocorre quando células anormais passam a se multiplicar de forma desordenada nos rins. O carcinoma de células renais é o mais comum, representando cerca de 90% dos tumores que se originam nesse órgão. Sintomas e prevenção Os sintomas mais comuns do câncer renal incluem sangue na urina (hematúria), dor lombar persistente, massa palpável na região abdominal ou lombar, perda de peso sem explicação, fadiga, febre prolongada sem causa aparente e anemia.  Para identificar o problema, são feitos diferentes exames: ultrassonografia abdominal, tomografia computadorizada com contraste (principal exame para avaliação), ressonância magnética em situações específicas, testes laboratoriais de sangue e urina e biópsia, quando indicada. A detecção precoce é fundamental, aponta Gustavo Ribas. “Quando identificado ainda localizado no rim, o câncer renal apresenta altas taxas de controle e cura, geralmente por meio de tratamento cirúrgico”, reforça. Tratamento [LEIA_TAMBEM]A escolha do tratamento adequado seguirá a orientação de um especialista, que poderá se basear no tamanho do tumor de acordo com o estágio e indicar entre imunoterapia, radioterapia, crioterapia e, principalmente, cirurgia. É possível que os procedimentos sejam realizados separadamente ou combinados. A porta de entrada preferencial para os serviços da SES-DF na identificação da doença é a Unidade Básica de Saúde (UBS). A partir da primeira consulta, são solicitados exames de rastreio, e, a depender do caso, o paciente é direcionado ao serviço especializado para uma investigação mais aprofundada. Na rede pública, há quatro hospitais regionais com atividade em cirurgia oncológica: os de Sobradinho (HRS), Ceilândia (HRC), Gama (HRG) e Asa Norte (Hran). Além disso, no Centro de Alta Complexidade em Oncologia (Cacon), no Hospital de Base (HBDF), há duas unidades de assistência de alta complexidade em oncologia (Unacons), no Hospital Universitário de Brasília (HUB) e no Regional de Taguatinga (HRT).   *Com informações da Secretaria de Saúde      

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Estudos apontam relação entre violência doméstica, tráfico de drogas e vulnerabilidade social

Representantes das forças de segurança pública, do sistema de justiça e da administração regional reuniram-se na última segunda-feira (15), no Recanto das Emas, para discutir estratégias integradas de enfrentamento à violência doméstica e familiar contra a mulher. Participaram equipes do Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT), da Polícia Civil (PCDF), da Administração Regional do Recanto das Emas, da Secretaria de Justiça e Cidadania (Sejus-DF) e da Subsecretaria de Enfrentamento às Drogas. O encontro teve como base dois estudos técnicos desenvolvidos pelo Programa de Prevenção Orientada à Violência Doméstica (Provid), da Polícia Militar (PMDF), que revelam a forte correlação entre os crimes de gênero, o tráfico de drogas, o consumo abusivo de substâncias psicoativas e fatores de vulnerabilidade social presentes na região. Representantes das forças de segurança, do MPDFT, da Sejus-DF e da Administração Regional do Recanto das Emas debateram o tema | Foto: Divulgação/PMDF Os levantamentos apresentados pela PMDF fornecem um panorama detalhado da dinâmica da violência doméstica no Recanto das Emas e reforçam a necessidade de ações coordenadas entre diferentes órgãos públicos para interromper ciclos de agressão e reduzir fatores de risco associados à criminalidade. Provid O primeiro estudo identificou uma significativa convergência espacial entre os registros de violência doméstica e os pontos com maior incidência de tráfico de entorpecentes. A análise demonstrou que grande parte das ocorrências enquadradas na Lei Maria da Penha está concentrada nas mesmas áreas em que há intensa atuação do tráfico, evidenciando a influência de contextos marcados pela criminalidade, pela vulnerabilidade social e pela circulação de drogas sobre a ocorrência de agressões contra mulheres. Nível de reincidência entre agressores, muitos dos quais têm antecedentes criminais foi um dos dados que mais chamou a atenção no estudo   Já o segundo levantamento, baseado nos atendimentos realizados pelo Provid entre 2023 e 2025, apontou um crescimento expressivo da demanda por acolhimento e acompanhamento de vítimas. O estudo revelou ainda que o consumo abusivo de álcool, cocaína, maconha e crack figura como o principal fator associado aos casos mais graves acompanhados pelo programa, incluindo lesões corporais, violência sexual, ameaças de morte e tentativas de feminicídio. Outro dado que chamou a atenção foi o elevado índice de reincidência entre agressores. Muitos dos autores de violência doméstica analisados possuem antecedentes criminais, envolvimento com atividades ilícitas e histórico de descumprimento de medidas protetivas de urgência, circunstâncias que aumentam significativamente o risco para as vítimas e dificultam a interrupção do ciclo de violência. Atuação integrada Os estudos também destacaram os impactos indiretos da violência doméstica sobre crianças e adolescentes inseridos nesses ambientes. A exposição frequente a situações de agressão, abuso de substâncias e conflitos familiares foi apontada como fator de risco para problemas emocionais, evasão escolar, reprodução de comportamentos violentos e maior vulnerabilidade social. Diante das evidências apresentadas, os representantes dos órgãos participantes convergiram no entendimento de que a repressão criminal, embora necessária, não é suficiente para enfrentar de forma efetiva o problema. O consenso foi que o combate à violência doméstica exige uma atuação multidisciplinar e integrada, envolvendo segurança pública, assistência social, saúde, educação e políticas públicas de prevenção. [LEIA_TAMBEM]Entre as principais propostas debatidas durante a reunião, destacou-se a implantação de um Centro de Atenção Psicossocial Álcool e Drogas (Caps AD) no Recanto das Emas, iniciativa considerada estratégica para ampliar o atendimento a pessoas com transtornos decorrentes do uso de substâncias psicoativas e reduzir fatores associados à violência intrafamiliar. Também foram discutidas medidas voltadas para o fortalecimento da rede de proteção às vítimas, para a ampliação do atendimento a dependentes químicos, para o combate qualificado ao tráfico de drogas, para a intensificação da fiscalização sobre a comercialização de bebidas alcoólicas e para a implementação de melhorias na infraestrutura urbana, especialmente em áreas identificadas como mais vulneráveis. Ao final do encontro, a Polícia Militar do Distrito Federal reafirmou seu compromisso com a produção de conhecimento técnico aplicado à segurança pública e com o desenvolvimento de ações fundamentadas em evidências, fortalecendo a integração entre instituições e a construção de soluções capazes de promover mais segurança, proteção às mulheres e qualidade de vida para a população do Distrito Federal.   *Com informações da Polícia Militar do DF

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HRSM utiliza 253 câmeras para ampliar a segurança de pacientes e profissionais

Mais de 71 mil pessoas passaram pela portaria central do Hospital Regional de Santa Maria (HRSM) entre janeiro e abril deste ano. O intenso fluxo de pacientes, acompanhantes, visitantes e profissionais exige uma estrutura permanente de monitoramento para reforçar a segurança na unidade. Desse total, 40.525 acessos foram de acompanhantes, 14.685 de visitantes e 16.433 classificados como trânsito geral, o que representa uma média de quase 600 pessoas por dia passando pelo principal acesso do hospital. Para atender a essa demanda, a unidade, administrada pelo Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF) conta com uma estrutura de videomonitoramento formada por 253 câmeras, sendo 20 delas equipadas com recursos de inteligência artificial. Os equipamentos estão instalados em pontos estratégicos e acompanham a movimentação em áreas de circulação e acessos, auxiliando na prevenção de ocorrências e dando suporte às equipes responsáveis pela proteção do patrimônio e das pessoas. Para ampliar a eficiência desse monitoramento, uma cooperação técnica entre a Superintendência de Operações (Suope) do IgesDF e a Secretaria de Segurança Pública do Distrito Federal (SSP-DF) permite o compartilhamento de registros, contribuindo para a análise de situações ocorridas tanto dentro quanto no entorno da unidade. Na prática, os recursos tecnológicos têm se mostrado importantes aliados das equipes de vigilância patrimonial. De acordo com o chefe do Núcleo de Segurança do HRSM, Antônio Araújo, a ferramenta desempenha papel fundamental na apuração de ocorrências. Os equipamentos estão instalados em pontos estratégicos e acompanham a movimentação em áreas de circulação e acessos | Foto: Divulgação/IgesDF "Recebemos com frequência relatos de objetos esquecidos e casos de furtos de celulares. Com o apoio das câmeras, conseguimos rastrear movimentações, verificar o que aconteceu e reunir informações que auxiliam na apuração dos fatos", explica. Além do registro de ocorrências, a plataforma utiliza recursos de análise inteligente capazes de identificar movimentações incomuns, invasões de perímetro e aglomerações, ampliando a capacidade de prevenção e de resposta das equipes. Monitoramento em tempo real Para o chefe do Núcleo de Monitoramento Remoto (Numor) do IgesDF, Daniel Rabelo, o videomonitoramento vai além da vigilância e se tornou uma ferramenta estratégica para a gestão hospitalar. "Ter uma visão ampla do que acontece nos diferentes espaços faz a diferença. O acompanhamento em tempo real contribui para que todos se sintam mais seguros durante sua permanência no hospital", afirma. A sensação de segurança também é percebida por quem frequenta a unidade. Entre eles está Regina da Silva, que acompanha a mãe, Rosalina da Silva, internada há duas semanas. "A gente sempre fica atento aos nossos pertences, mas saber que existe uma estrutura acompanhando o ambiente traz mais tranquilidade", relata. Todo o processo é coordenado pela Gerência Operacional do IgesDF e segue protocolos rigorosos de sigilo e está em conformidade com a Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD), garantindo que o monitoramento ocorra de forma responsável e alinhada às normas vigentes. *Com informações do Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF)

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Agências do trabalhador oferecem vagas com salários de até R$ 4,5 mil nesta quinta-feira (18)

As agências do trabalhador do Distrito Federal oferecem, nesta quinta-feira (18), 2.505 vagas para quem procura emprego. As oportunidades contemplam candidatos de diferentes níveis de escolaridade, com e sem experiência prévia. Os salários chegam a R$ 4,5 mil, valor oferecido para o cargo de subencarregado de terraplenagem, em São Sebastião. Com duas vagas abertas, a função se destaca como a oportunidade com a maior remuneração do dia. Outro cargo que também se destaca pela quantidade de vagas é o de operador de caixa, com 305 oportunidades abertas. A remuneração oferecida é de R$ 1,7 mil, além de benefícios. Para participar dos processos seletivos, basta cadastrar o currículo no aplicativo da Carteira de Trabalho Digital (CTPS) ou ir a uma das 16 agências do trabalhador, das 8h às 17h, durante a semana. Mesmo que nenhuma das oportunidades do dia seja atraente ao candidato, o cadastro vale para oportunidades futuras, já que o sistema cruza dados dos concorrentes com o perfil que as empresas procuram. Empregadores e empreendedores que desejem ofertar vagas ou utilizar o espaço das agências do trabalhador para as entrevistas podem se cadastrar pessoalmente nas unidades ou pelo e-mail gcv@sedet.df.gov.br. Pode ser utilizado, ainda, o Canal do Empregador, no site da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda (Sedet-DF).

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Atuação que faz a diferença rende medalha a líderes comunitários  

A Secretaria de Atendimento à Comunidade (Seac-DF) realiza, nesta sexta-feira (19), às 10h, no auditório da Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF), a cerimônia de entrega da Medalha Mérito Líder Comunitário 2026. A homenagem reconhece cidadãos que se destacam pelo trabalho desenvolvido em suas comunidades, atuando na promoção da cidadania, do desenvolvimento social e na interlocução entre a população e o poder público.  Instituída pelo Governo do Distrito Federal, a honraria valoriza lideranças que exercem papel fundamental na construção de comunidades mais fortes, participativas e organizadas. Nesta edição, 300 líderes comunitários serão agraciados, representando as diversas regiões administrativas do Distrito Federal.  Cerimônia de entrega da Medalha Mérito Líder Comunitário 2026 ocorrerá nesta sexta-feira (19), às 10h, no Auditório da Câmara Legislativa A Medalha Mérito Líder Comunitário está amparada pela Lei nº 4.910, de 21 de agosto de 2012, que instituiu o Dia do Líder Comunitário no Distrito Federal, e pelo Decreto nº 44.703, de 5 de julho de 2023, que reforça o reconhecimento oficial dessas lideranças. Para a secretária de Atendimento à Comunidade, Clara Roriz, a solenidade representa um momento de valorização daqueles que dedicam seu tempo e esforço à transformação social.  [LEIA_TAMBEM]“A Medalha Mérito Líder Comunitário é uma forma de reconhecer pessoas que fazem a diferença todos os dias em suas comunidades. São lideranças que conhecem de perto as necessidades da população, promovem iniciativas que transformam vidas e contribuem para aproximar o poder público da sociedade. Essa homenagem é um gesto de gratidão e valorização do trabalho que realizam em prol do Distrito Federal”, destaca Clara Roriz.  Desde a criação, a Medalha Mérito Líder Comunitário vem ampliando o reconhecimento às lideranças comunitárias do Distrito Federal e se consolidando como uma importante iniciativa de valorização da participação social. Em 2023, foram homenageados 236 líderes; em 2024, 300; e, em 2025, outros 249 receberam a honraria. Com os 300 agraciados desta edição, a medalha alcançará a marca de 1.085 líderes comunitários reconhecidos pelo Governo do Distrito Federal.  Mais do que uma homenagem, a Medalha Mérito Líder Comunitário simboliza o reconhecimento do Governo do Distrito Federal ao compromisso, à dedicação e ao trabalho de cidadãos que contribuem diariamente para melhorar a qualidade de vida nas comunidades e fortalecer os laços entre governo e população.  *Com informações da Seac-DF

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População está convidada a opinar sobre saúde pública no DF 

Começou nesta terça-feira (16), no campus da UDF na Asa Sul, o ciclo de conferências regionais de saúde do Distrito Federal. Até o dia 1º de julho, serão sete encontros para reunir usuários do Sistema Único de Saúde (SUS), trabalhadores da área e gestores da Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF), com foco em debater prioridades e propostas a serem apresentadas na 12ª Conferência Distrital de Saúde, que ocorre em 2027. A participação nesses encontros regionais é livre para toda a população.  Ciclo das conferências de saúde reúne gestores do Sistema Único de Saúde, trabalhadores e usuários | Fotos: Foto: Divulgação/SES-DF "É um espaço extremamente importante e cada vez mais necessário. É um dos raros momentos em que usuários, trabalhadores e gestores se reúnem para refletir, para dialogar e para construir coletivamente os caminhos da saúde pública" Jaíra Ramos, moradora da Vila Planalto que participa dos debates desde os anos 1990 É o caso de Jaíra Ramos, moradora da Vila Planalto, de 67 anos, que participa desde a primeira Conferência Distrital de Saúde, no início dos anos 1990. "É um espaço extremamente importante e cada vez mais necessário. É um dos raros momentos em que usuários, trabalhadores e gestores se reúnem para refletir, para dialogar e para construir coletivamente os caminhos da saúde pública", afirma. Esta primeira conferência regional teve mais de 200 inscritos, dos três segmentos de participantes, da Região Central de Saúde, hoje formada por Plano Piloto, Cruzeiro, Sudoeste, Lago Norte, Lago Sul e Varjão. Cada conferência regional debate a realidade de sua região, elabora propostas específicas e elege as pessoas delegadas que irão representá-la na etapa distrital. Principal gestor da SES-DF na área, o superintendente da Região Central de Saúde, Paulo Roberto da Silva Júnior, destaca a relevância do diálogo proposto no encontro. "É muito importante debater ideias e trazer as melhores propostas para o fortalecimento do SUS. Os usuários estão cada vez mais precisando de atendimento e precisamos expandir, por exemplo, a área de saúde mental", observa.   Etapas regionais da Conferência Distrital de Saúde discutem realidades locais no DF para elaboração de propostas "Quando a SES-DF apoia esse processo de conferências está apoiando que os cidadãos efetivamente participem das decisões. É a materialização do compromisso previsto na Constituição, em que a população é parte integrante das decisões do planejamento de saúde" Ab-Diel Andrade, chefe da Assessoria de Transparência e Controle Social da SES-DF Representante do segmento de trabalhadores, e atualmente membro do Conselho de Saúde do Distrito Federal e coordenadora da 12ª Conferência do DF, a técnica em enfermagem Fátima Rôla sublinha a participação da sociedade civil organizada. "Nas conferências, é possível achar caminhos para até mesmo formular políticas públicas que melhorem os nossos serviços e a qualidade do atendimento", acrescenta.   Da opinião à política pública O chefe da Assessoria de Transparência e Controle Social da SES-DF, Ab-Diel Andrade, ressalta o papel da Secretaria para apoiar a realização dos eventos. "Quando a SES-DF apoia esse processo de conferências, apoia a participação social, está apoiando que os cidadãos efetivamente participem das decisões. É a materialização do compromisso previsto na Constituição, em que a população é parte integrante das decisões do planejamento de saúde", explica. [LEIA_TAMBEM]Essas etapas regionais representam o primeiro passo no processo de participação social do SUS, que pode resultar em medidas com efeitos em todo o país. Em cada uma das sete etapas regionais haverá discussão de propostas que vão compor um único documento e serão levadas à 12ª Conferência Distrital de Saúde, que ocorrerá em 2027. Essas diretrizes e propostas já vão servir como subsídios para instrumentos orçamentários e de gestão, como o Plano Plurianual (PPA) e o Plano Distrital de Saúde (PDS). Em seguida, as contribuições do Distrito Federal estarão presentes no Relatório Consolidado Nacional, que também contará com as propostas e diretrizes de todos os estados. Este documento será levado para a 18ª Conferência Nacional de Saúde, prevista para ocorrer daqui a pouco mais de um ano, em julho de 2027.   Confira a agenda das próximas etapas regionais ♦ Região Norte • Planaltina, Arapoanga, Sobradinho I, Sobradinho II e Fercal • Data: 25/06/2026 (quinta-feira) • Horário: 8h às 18h • Local: Teatro de Sobradinho • Inscrições: https://forms.gle/TSHsGGbmHXa29ego6 ♦ Região Oeste • Brazlândia, Ceilândia e Sol Nascente/Pôr do Sol • Data: 25/06/2026 (quinta-feira) • Horário: 8h às 18h • Local: Universidade do Distrito Federal Jorge Amaury (UnDF) Ceilândia • Inscrições: https://forms.gle/D6LDZDtJmCnCjznP8 ♦ Região Centro-Sul • Candangolândia, Estrutural, Guará, Park Way, Núcleo Bandeirante, Riacho Fundo I, Riacho Fundo II, Setor de Indústria e Abastecimento (SIA) e Setor Complementar de Indústria e Abastecimento (SCIA) • Data: 26/06/2026 (sexta-feira) • Horário: 8h às 18h • Local: Clube da Saúde • Inscrições: https://forms.gle/GrQ87aHjzp786ZjZ9 ♦ Região Leste • Paranoá, Itapoã, São Sebastião e Jardim Botânico • Data: 27/06/2026 (sábado) • Horário: 8h às 18h • Local: Escola Técnica do Paranoá • Inscrições: https://forms.gle/SdCgUJFiVBJ3GfZm7 ♦ Região Sul • Gama e Santa Maria • Data: 30/06/2026 (terça-feira) • Horário: 8h às 18h • Local: Auditório do Hospital Regional de Santa Maria • Inscrições: https://forms.gle/XRJG5xGS6su8HNsMA ♦ Região Sudoeste • Águas Claras, Recanto das Emas, Samambaia, Taguatinga, Vicente Pires e Água Quente • Data: 01/07/2026 (quarta-feira) • Horário: 8h às 18h • Local: Faculdade Estácio de Taguatinga • Inscrições: https://forms.gle/Fmn3frorKUnmkZR27  *Com informações da SES-DF  

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Pontes para o Mundo 2026 tem nova data para prova de línguas estrangeiras

Atenção, estudantes inscritos no Pontes para o Mundo 2026. A Secretaria de Educação do Distrito Federal (SEEDF) publicou, nesta quarta-feira (17), a retificação do cronograma do processo seletivo do programa de intercâmbio estudantil do Governo do Distrito Federal (GDF). Com a alteração, a prova de conhecimentos em línguas estrangeiras será realizada nos dias 27 e 28 de junho. O documento, publicado no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF), também atualiza os prazos das próximas etapas da seleção. A atualização foi oficializada por meio da retificação do Edital nº 14/2026, que regulamenta a seleção de estudantes do ensino médio regular e do ensino médio integrado ou concomitante à Educação Profissional e Tecnológica (EPT). A iniciativa faz parte dos investimentos do GDF na ampliação de oportunidades educacionais para jovens da rede pública de ensino. "Entendemos que esse prazo adicional é importante para que as escolas envolvidas possam se organizar com mais segurança. Queremos que os estudantes façam a prova em um ambiente bem preparado e que todo o processo ocorra da melhor forma possível para todos os participantes", explica o coordenador do programa, David Nogueira. Com a mudança na avaliação de conhecimentos em inglês, espanhol e francês, as próximas etapas do processo seletivo também tiveram as datas ajustadas. O cronograma atualizado inclui novos prazos para divulgação de resultados, apresentação de recursos e entrega da documentação exigida dos candidatos classificados. Prova de conhecimentos em línguas estrangeiras do Pontes para o Mundo 2026 será realizada nos dias 27 e 28 de junho | Foto: Jotta Casttro/SEEDF Os demais critérios e regras previstos no edital permanecem inalterados. A orientação da SEEDF é que os estudantes acompanhem os canais oficiais da secretaria para não perder os prazos das próximas etapas da seleção. Atravessar fronteiras O Pontes para o Mundo é uma iniciativa do Governo do Distrito Federal executada pela Secretaria de Educação para proporcionar aos estudantes da rede pública uma experiência acadêmica e cultural no exterior. Os participantes selecionados terão uma imersão de 13 a 16 semanas, com atividades desenvolvidas integralmente na língua do país de destino e convivência com estudantes de diferentes nacionalidades. Em 2025, 101 estudantes participaram do intercâmbio no Reino Unido. Na edição atual, foram ampliadas para 400 as vagas ofertadas, além da expansão dos destinos. Os selecionados poderão realizar a vivência acadêmica na Inglaterra, Escócia, País de Gales, Irlanda do Norte, Espanha, Canadá ou França. *Com informações da Secretaria de Educação do Distrito Federal (SEEDF)

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6º Batalhão vai ganhar sede definitiva no centro de Brasília

Em um passo decisivo para a modernização da segurança pública, a Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF) e a Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil (Novacap) formalizaram uma parceria de grande alcance. Por meio da Portaria Conjunta nº 04, publicada no Diário Oficial do DF, foi autorizada a descentralização orçamentária de R$ 12 milhões para o início das obras da sede definitiva do 6º Batalhão (6º BPM) e suas unidades associadas, no Setor de Administração Federal Norte (SAFN), Quadra 4. Conhecido como o "Batalhão dos Poderes", o 6º BPM abrange a Esplanada dos Ministérios, a Praça dos Três Poderes e a Vila Planalto. A unidade é responsável por salvaguardar a alta cúpula dos poderes Executivo, Legislativo e Judiciário, além de gerir a segurança em grandes manifestações e no intenso fluxo de transeuntes da Estação Rodoviária de Brasília (ERB). A nova sede é estratégica para reduzir o tempo de resposta a crises e eventos de grande escala, protegendo a continuidade democrática e mitigando vulnerabilidades. Projeto do novo "Batalhão dos Poderes", o 6º BPM, que abrange a Esplanada dos Ministérios, a Praça dos Três Poderes e a Vila Planalto | Arte: PMDF  A obra, viabilizada pelo Fundo de Modernização da PMDF, adotará o modelo de contratação integrada pelo Consórcio NOVAPM. Alinhada aos padrões urbanísticos de Brasília, a nova estrutura trará benefícios fundamentais para a corporação: O complexo oferecerá alojamentos modernos, áreas de treinamento físico e tático, auditório e salas de instrução, refletindo diretamente no bem-estar da tropa e na prestação de um serviço mais eficiente. O espaço funcionará como um centro de comando moderno, preparado para receber sistemas avançados de videomonitoramento, salas de crise e comunicação integrada, otimizando o policiamento ostensivo e de Choque (POCM). "A liberação dos recursos formaliza o compromisso do GDF com a infraestrutura de segurança" Fernando Leite, diretor-presidente da Novacap A localização tática otimizará a capilaridade das viaturas e o patrulhamento preventivo, atendendo tanto a segurança institucional da área central quanto as demandas comunitárias da Vila Planalto. "A liberação dos recursos formaliza o compromisso do GDF com a infraestrutura de segurança. O Consórcio NOVAPM assume a execução total da obra e a Novacap atuará lado a lado para garantir que os policiais militares recebam uma estrutura de trabalho digna, multifuncional e altamente qualificada", destacou o diretor-presidente da Novacap, Fernando Leite. A materialização deste projeto reafirma os valores de hierarquia, disciplina e respeito aos direitos humanos, consolidando o compromisso da PMDF em preservar a ordem pública no coração da República. *Com informações da PMDF

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Evento reúne 85 órgãos para discutir e fortalecer a gestão de riscos e a integridade pública no GDF

A Controladoria-Geral do Distrito Federal (CGDF) reuniu, no dia 11 de junho, representantes de 85 órgãos e entidades do GDF para tratar de gestão de riscos e de programas de integridade na administração pública. O encontro contou com a participação de 130 servidores e teve como foco o compartilhamento de boas práticas, a orientação técnica e o aprimoramento da governança pública.  A iniciativa busca reforçar o uso da gestão de riscos como ferramenta de apoio à tomada de decisão e ao alcance dos objetivos estratégicos dos órgãos públicos. Na prática, isso significa fortalecer a capacidade da administração de identificar desafios, prevenir problemas e monitorar fatores que possam comprometer a entrega de resultados à população.  Uma das formas de desdobramento dessas ações é o apoio consultivo prestado pela CGDF voltado à aplicação da gestão de riscos nos planos estratégicos institucionais. A proposta é integrar a técnica de gerenciamento de riscos à estratégia, ampliando a capacidade de antecipação, resposta e acompanhamento de eventos que possam impactar a execução das políticas públicas. A ação também contribui para o cumprimento das diretrizes estabelecidas pelo Decreto Distrital nº 39.736/2019, que orienta a aplicação da gestão de riscos na formulação, implementação e monitoramento das estratégias institucionais. A iniciativa busca reforçar o uso da gestão de riscos como ferramenta de apoio à tomada de decisão e ao alcance dos objetivos estratégicos dos órgãos públicos | Foto: Divulgação/CGDF Integridade nas contratações  Durante a reunião técnica, a CGDF também apresentou duas cartilhas de integridade voltadas às contratações públicas. Uma publicação foi elaborada para orientar agentes públicos e a outra é destinada a licitantes e contratados. Os materiais apresentam orientações sobre princípios, normas e padrões de conduta aplicáveis às contratações públicas, além de reforçar a importância da transparência, da governança, da gestão de riscos e do compromisso com o interesse público. As cartilhas também destacam as responsabilidades dos envolvidos nos processos licitatórios e as sanções administrativas, cíveis e criminais previstas para agentes públicos, empresas e particulares que descumprirem as regras de integridade. Como denunciar  Qualquer cidadão pode denunciar irregularidades, fraudes, desvios de conduta, assédio, discriminação ou violações aos princípios da Administração Pública por meio dos canais oficiais do Governo do Distrito Federal.  As denúncias podem ser registradas pelo site participa.df.gov.br, pelo telefone 162 ou em qualquer ouvidoria dos órgãos e entidades do GDF.   *Com informações da Controladoria-Geral do DF

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DER-DF completa 66 anos de história e serviços prestados à população

O Departamento de Estradas de Rodagem do Distrito Federal (DER-DF) comemorou, nesta quarta-feira (17), 66 anos de existência, marcados por trabalho, evolução e compromisso com a população brasiliense. Para celebrar a trajetória de seis décadas e meia de serviços prestados, a instituição realizou uma solenidade especial no Parque Rodoviário, em Sobradinho, reunindo cerca de 500 pessoas entre servidores atuais, colaboradores, ex-gestores e autoridades. A programação começou às 8h, com um café da manhã que reuniu todos os presentes em um clima de confraternização e reconhecimento. Em seguida, foram realizadas cerimônias religiosas, missa e culto em ação de graças, para agradecer pelos anos de atividades, pelas conquistas e pela dedicação de todos que já passaram pelo DER ou ainda fazem parte do órgão. Também houve apresentação do Coral Fé e Obras, composto por servidores e colaboradores do órgão. Durante seu discurso, o presidente do DER-DF, Fauzi Nacfur Júnior, ressaltou o valor humano como o grande patrimônio da instituição. “Agradeço mais uma vez a todos os servidores, colaboradores e a Diretoria Colegiada pelo comprometimento em realizar um trabalho de excelência e servir à população do DF. O Departamento de Estradas é reconhecido, nacional e internacionalmente, pelas ações e obras realizadas. Mas, nada disso seria possível sem cada um que integra a história deste órgão”, destacou Nacfur, reforçando o orgulho de fazer parte dessa trajetória de mais de 60 anos. Fiscalização O ex-diretor do departamento, Luiz Gonzaga, marcou presença. Além dele, Rui Vieira, esteve presente, representando a Associação Brasileira dos Departamentos Estaduais de Estradas de Rodagem (ABDER). Com mais de seis décadas e meia, o DER-DF segue como peça fundamental para Brasília, no que se refere à engenharia, educação e fiscalização de trânsito, voltados para a preservação de vidas e carregando em sua história o compromisso de evoluir. A programação começou às 8h, com um café da manhã que reuniu todos os presentes em um clima de confraternização e reconhecimento | Foto: Divulgação/DER-DF A agente de trânsito rodoviário, Jucianne Nogueira, enalteceu, entre outros fatores, o ambiente saudável que existe na autarquia. “Nesses 13 anos de DER-DF, olho para trás e vejo uma trajetória marcada não apenas por conquistas profissionais, mas por um profundo aprendizado humano. Mais do que um local de trabalho, o DER-DF tornou-se uma grande família, onde construí laços de amizade e respeito”, concluiu. A assessora da Corregedoria do DER, Genielda Estácio, disse que “poder trabalhar aqui é fazer parte da rotina de milhares de pessoas que, mesmo sem saberem, nos fazem perceber a importância de detalhes valorosos no dia a dia em comunidade. No DER, não temos só uma rotina de trabalho, não falamos só de pavimento ou concreto, educação ou fiscalização de trânsito, construímos melhorias e entregamos qualidade de vida para as pessoas”. Depois de 43 anos de trabalho na autarquia, Antônio Magno, recém-aposentado, agradece ao DER por possibilitar tantas realizações e conquistas. "Eu comecei fazendo limpeza de rodovia e, com o passar do tempo, consegui fazer a graduação de técnico de informática, depois eu fiz pós-graduação. Tudo isso, graças ao meu tempo de casa e também ao meu esforço. Sou muito grato ao DER”, concluiu Magno. O secretário Valter Casimiro parabenizou a todos do Departamento pelo aniversário do órgão. “A família DER, da qual me sinto parte, está de parabéns pelo trabalho que realiza porque traz grandes resultados de infraestrutura e bem-estar para a população do Distrito Federal”, finalizou. *Com informações do Departamento de Estradas de Rodagem do Distrito Federal (DER-DF)

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Apoio técnico fortalece protagonismo feminino no campo no DF

A força feminina está presente no campo do Distrito Federal: 35% dos quase 22,5 mil produtores rurais cadastrados na Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater-DF) são mulheres. Além disso, das cerca de 18 mil propriedades rurais cadastradas, 6.543 têm mulheres como proprietárias ou coproprietárias. São elas que cuidam de plantações, semeiam o futuro e transformam a matéria-prima em produtos que ganham o mundo, em programas de compras institucionais, feiras e festivais de agropecuária.  Rozelita Urany Camargo, a Rosinha, exibe sobre uma mesa guloseimas que produz na agroindústria familiar, com assistência da Emater-DF | Fotos: Divulgação/Emater-DF O trabalho conta com apoio direto da Emater-DF, com assistência técnica completa, do planejamento à comercialização dos produtos in natura e da agroindústria, cursos sobre empreendedorismo e atividades não agrícolas, além de atividades comunitárias voltadas à inclusão social e cidadania. Nos primeiros seis meses deste ano, foram promovidos 29.929 atendimentos a 3.781 produtoras rurais nas áreas social, ambiental e econômica.  “Atuamos desde o acesso às políticas públicas até a comercialização. O objetivo é que essas mulheres tenham autonomia econômica e consigam crescer com segurança” Aécio Prado, extensionista da Emater-DF “Atualmente, grande parte das propriedades são gerenciadas por mulheres, e a Emater-DF atua não só na parte produtiva, ensinando a produzir, na agricultura e na pecuária, mas também de forma social, prezando pelo desenvolvimento sociofamiliar, com a ampliação da nossa oferta de cursos e treinamentos, que vão desde empreendedorismo, panificação, ao cuidado com a saúde”, explica o presidente da Emater-DF, Cleison Duval. “O encontro distrital é o coroamento desse trabalho, em que enfatizamos como acreditamos nessas mulheres e damos espaço para que possam construir relações e trocar experiências.” Com o apoio técnico, a confeiteira Rozelita Urany Camargo, 54 anos, conseguiu expandir a produção e os canais de venda. Filha de produtores rurais, ela aprendeu a mexer com a terra ainda criança, mas encantou-se pela cozinha e hoje produz bolos, pães, tortas e biscoitos. “Os meus pais nos sustentaram com tudo daqui da terra. Plantavam milho, mandioca, faziam farinha e rapadura”, diz.  Rosinha, como é chamada por amigos e familiares, começou a ter suporte direto da Emater-DF em 2021, por indicação de uma irmã. “Meus pais tinham essa chácara há muito tempo, eu nasci aqui, e eles já tinham assistência desde aquela época. Depois que minha mãe faleceu, eu estava perdida, até que o Aécio chegou aqui, provou meus biscoitos e falou: 'Onde é que você estava escondida?'. Foi aquela luzinha no final do túnel”, recorda. [LEIA_TAMBEM]Aécio Prado, a quem ela se refere, é o extensionista responsável por prestar assistência a Rosinha e a outras propriedades de Samambaia. “Atuamos desde o acesso às políticas públicas até a comercialização. O objetivo é que essas mulheres tenham autonomia econômica e consigam crescer com segurança”, afirma ele. “Temos profissionais especializados para atuar em todas as etapas da produção, desde a infraestrutura até o produto final”.  No caso de agroindústrias familiares como a de Rosinha, o acompanhamento começa ainda na fase de planejamento, incluindo orientação para obtenção de licenças, adequação às normas sanitárias, elaboração de projetos, capacitações e acesso a mercados institucionais. “Se a pessoa não tem estrutura, a gente começa pela planta baixa, acompanha a aprovação do projeto, a construção da agroindústria e todo o processo de regularização”, explica.  Atualmente, Rosinha participa do Programa de Aquisição de Alimentos (PAA), fornecendo bolos para entidades socioassistenciais atendidas pelo governo, e já foi beneficiada pelo Programa de Fomento Rural do Ministério do Desenvolvimento Social, que oferece R$ 4,6 mil em duas parcelas para projetos de inclusão produtiva de famílias rurais em situação de pobreza. “Hoje a Emater-DF é uma família para mim, são meus anjos da guarda”, complementa Rosinha.  Produtora rural, Michelly tem acompanhamento no cultivo: a orientação vai desde a escolha das sementes até a comercialização dos alimentos  Protagonismo  e variedade de culturas  Outra frente do suporte da Emater-DF é o acompanhamento do cultivo, com orientação desde a escolha das sementes à comercialização dos alimentos. “Na parte de assistência técnica, trabalhamos com o plantio, irrigação, adubação, todo o trato da cultura, mas também mostrando como participar de programas de compras institucionais”, explica Prado. “Incentivamos o policultivo, em que o produtor trabalha com mais de uma cultura para oferecer variedade e evitar nuances de mercado, ganhando mais segurança financeira”. Foi assim que a produtora rural Michelly Priscilla Campos aumentou a variedade de culturas cultivadas no Núcleo Rural Boa Esperança, em Ceilândia. “Sempre plantamos hortaliças, mas há uns três anos começamos com o açaí e o café, com apoio da Emater-DF. Agora também estamos com o jiló, o maxixe e o quiabo”, explicou ela, acrescentando que a ampliação possibilitará a criação de uma agrofloresta na propriedade, mantida por ela e a família, com apoio de dois funcionários.  “Ponho a mão na massa mesmo. Já tem 15 anos que estou aqui, colhendo e plantando todos os dias. A roça é a minha paixão” Michelly Priscilla Campos, produtora rural Para dar conta da demanda, Michelly começa o dia ainda de madrugada e divide os cuidados entre a própria chácara e as plantações do sogro. “Ponho a mão na massa mesmo. Já tem 15 anos que estou aqui, colhendo e plantando todos os dias. A roça é a minha paixão”, afirma. “A Emater-DF está sempre aqui com a gente, qualquer dúvida mandamos mensagem e rapidamente nos respondem”. Os resultados das colheitas de Michelly são direcionados ao Programa de Aquisição de Alimentos do governo federal e à Feira do Produtor de Ceilândia. “A minha vida é a roça. Nos dias de feira, acordo às 3h da manhã, organizo as coisas, dou café da manhã para os trabalhadores e já começamos as vendas. Na segunda e na sexta, é dia de colher, enquanto na terça colocamos adubo em tudo. E assim a gente continua trabalhando e vivendo da terra”, completa. Linha de crédito exclusiva para mulheres A governadora Celina Leão sancionou uma linha de crédito para mulheres do campo, em maio deste ano, com o objetivo de garantir autonomia e condições adequadas de trabalho ao público feminino. A modalidade faz parte do Fundo de Desenvolvimento Rural (FDR), da Secretaria de Agricultura, Abastecimento e Desenvolvimento Rural (Seagri-DF). Desde 2019 até maio deste ano, foram aprovados mais de R$ 67 milhões em crédito rural para 1.262 mil projetos elaborados pela Emater-DF. Com diferentes modalidades de financiamento, os recursos foram destinados ao fortalecimento da agricultura familiar e da produção rural, atendendo produtores individuais, associações e cooperativas, sobretudo aqueles que participam de programas de compras governamentais, como o Programa Nacional de Alimentação Escolar (Pnae) e o Programa de Aquisição da Produção da Agricultura (Papa-DF). Dois programas de crédito são mantidos pelo GDF: o Prospera, por meio da Secretaria de Desenvolvimento Econômico Trabalho e Renda (Sedet-DF), e o FDR, da Seagri-DF. As iniciativas de âmbito nacional englobam o Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf), e o Fundo Constitucional de Financiamento do Centro-Oeste (FCO), entre outras. Além da assistência técnica, a Emater-DF oferece cursos, oficinas e treinamentos voltados à gestão, liderança, empreendedorismo e processamento de alimentos. As capacitações são realizadas tanto nos escritórios locais quanto no Centro de Capacitação Tecnológica e Desenvolvimento Rural (Cepol). Outra iniciativa é o Encontro Distrital de Mulheres Rurais, que reúne moradoras de diversas regiões administrativas para um dia totalmente voltado à interação e à troca de conhecimento, com realização a cada dois anos.  

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Projeto Vozes contra a Violência fortalece autoestima e segurança da população LGBTQIAPN+ no DF

Mais do que ensinar técnicas de defesa pessoal, o projeto Vozes contra a Violência tem transformado vidas ao fortalecer a autoestima, a autoconfiança e o sentimento de segurança da população LGBTQIAPN+ do Distrito Federal. Desenvolvida pela Secretaria de Justiça e Cidadania do Distrito Federal (Sejus-DF), por meio da Coordenadoria de Políticas de Proteção e Promoção de Direitos e Cidadania LGBT (CoorLGBT), em parceria com a Academia Newhit, a iniciativa já atendeu mais de 100 pessoas desde outubro do ano passado. As aulas são realizadas gratuitamente todos os sábados, a partir das 9h, na sede da academia, localizada na QE 21, Conjunto F, Casa 01, no Guará II. Cada turma reúne cerca de dez participantes que encontram no tatame um espaço de acolhimento, aprendizado e fortalecimento pessoal. As aulas acontecem gratuitamente todos os sábados, a partir das 9h, na sede da academia, localizada na QE 21, conjunto F, casa 01, no Guará II | Fotos: Divulgação/SEJUS A Academia Newhit tornou-se pioneira ao criar o primeiro e único tatame LGBT do país, um ambiente pensado exclusivamente para receber e capacitar pessoas LGBTQIAPN+, promovendo inclusão por meio do esporte e da defesa pessoal. Entre os participantes está Rodrigo de Melo Holmes, de 43 anos. Para ele, o principal legado do projeto é a confiança adquirida dentro e fora das aulas. “Antes, eu tinha muito medo de situações de conflito. A gente acredita que nunca vai conseguir se defender e isso gera insegurança. No projeto, aprendemos que nem tudo é força, que muitas coisas são técnicas. Isso nos dá uma autoconfiança muito grande. Hoje consigo andar na rua com mais tranquilidade e menos medo. Foi isso que mais mudou na minha vida”, relata. "No projeto, aprendemos que nem tudo é força, que muitas coisas são técnicas. Isso nos dá uma autoconfiança muito grande. Hoje consigo andar na rua com mais tranquilidade e menos medo. Foi isso que mais mudou na minha vida” Rodrigo de Melo Holmes, aluno do projeto   A experiência de Rodrigo reflete um dos objetivos centrais da iniciativa: oferecer ferramentas para que a população LGBTQIAPN+ se sinta mais preparada para lidar com situações de vulnerabilidade e violência, realidade que ainda afeta muitas pessoas em razão da discriminação e da intolerância. Um sonho que nasceu da experiência pessoal As aulas são ministradas pelo professor Francisco Mesquita Júnior, de 42 anos, treinador de boxe e de diversas modalidades de artes marciais, além de faixa-preta de jiu-jitsu há mais de 20 anos. Idealizador do tatame LGBT, ele conta que a inspiração para o projeto surgiu a partir de uma experiência familiar marcante. Segundo Francisco, a ideia nasceu há mais de duas décadas, quando sua irmã, após se declarar homossexual, enfrentou episódios de rejeição e insegurança. Na época, ele passou a ensiná-la técnicas de defesa pessoal voltadas para situações de violência urbana. Anos depois, durante a pandemia, o sonho ganhou novo impulso. “O projeto começou a tomar forma quando alguns amigos LGBTQIAPN+ passaram a frequentar os treinos que eu realizava em casa. Eles se interessaram pelas aulas e me incentivaram a colocar em prática esse desejo antigo de criar um espaço seguro para ensinar defesa pessoal à comunidade. Quando me tornei proprietário da academia, consegui transformar esse sonho em realidade e criar um tatame exclusivo e inclusivo para esse público”, explica. Desde então, a iniciativa vem reunindo participantes de diferentes perfis, criando uma rede de apoio baseada no respeito, na convivência e na promoção da cidadania. O alcance do projeto ganhou ainda mais força a partir da parceria com a Sejus, que incorporou a iniciativa ao projeto Vozes contra a Violência. Com isso, foi possível ampliar o número de beneficiários e fortalecer uma ação que alia prevenção à violência, inclusão social e promoção dos direitos da população LGBTQIAPN+. Iniciativa vem reunindo participantes de diferentes perfis, criando uma rede de apoio baseada no respeito, na convivência e na promoção da cidadania   Para o coordenador de Políticas de Proteção e Promoção de Direitos e Cidadania LGBT da Sejus-DF, Eduardo Fonseca, o projeto representa uma importante ferramenta de prevenção à violência e fortalecimento da comunidade LGBTQIAPN+. “O Vozes contra a Violência vai além da prática esportiva. É uma ação que promove autonomia, autoestima e pertencimento. Quando oferecemos conhecimento, acolhimento e oportunidades de fortalecimento pessoal, contribuímos para que essas pessoas ocupem os espaços da sociedade com mais segurança e confiança.” O secretário de Justiça e Cidadania interino, Jaime Santana, destaca que a iniciativa reforça o compromisso da Sejus-DF com a promoção dos direitos humanos e o enfrentamento à discriminação. “Nosso compromisso é construir uma sociedade mais justa, inclusiva e segura para todos. O projeto Vozes contra a Violência demonstra como as políticas públicas podem transformar vidas, fortalecendo a cidadania e criando ambientes de acolhimento, respeito e proteção para a população LGBTQIAPN+.”   *Com informações da Sejus-DF

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Mais de 900 famílias são atendidas durante o GDF na Sua Porta em Ceilândia

A Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF) prestou 970 atendimentos a famílias entre os dias 1º e 12 deste mês, durante a sexta edição do programa GDF na Sua Porta, em Ceilândia. Entre os serviços mais procurados pela população estiveram solicitações do Cartão Prato Cheio (504), agendamento de atendimento nos postos de Cadastro Único (256) e 186 consultas sobre a situação cadastral do programa Bolsa Família. Atendimento da sexta edição do programa foi prolongado por causa do feriado de Corpus Christi | Foto: Divulgação/Sedes-DF [LEIA_TAMBEM]“Com o feriado de Corpus Christi, foi possível estender um pouco mais nossa participação em Ceilândia, o que possibilitou atender mais de 100 pessoas por dia e bater o recorde de atendimentos”, enfatizou a secretária de Desenvolvimento Social, Giselle Ferreira. “Esse projeto foi idealizado pela governadora Celina Leão e tem possibilitado que os atendimentos da assistência social estejam em diferentes locais, um trabalho em conjunto que cuida da população.” A Sedes-DF está presente em todas as edições do GDF na Sua Porta, com atendimento das 9h às 16h, mediante distribuição de senhas. Os serviços oferecidos são orientações e consultas socioassistenciais, agendamento para atualização do Cadastro Único nos postos parceiros, abertura de prontuário no Sistema Integrado de Desenvolvimento Social (Sids), emissão de isenção de taxa para segunda via de identidade, emissão da Carteira do Idoso e avaliação e inclusão no programa Cartão Prato Cheio.   *Com informações da Secretaria de Desenvolvimento Social

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FAPDF publica edital de chamamento para servidores do GDF

A Fundação de Apoio à Pesquisa do Distrito Federal (FAPDF) publicou o Edital de Chamamento Público de Servidores, voltado a servidores efetivos do Governo do Distrito Federal (GDF) interessados em atuar na fundação. A seleção tem como objetivo reforçar a equipe da FAPDF, de acordo com as necessidades do serviço, para o desempenho de atividades técnicas e administrativas. A escolha dos servidores levará em conta a formação, a área de interesse, a experiência profissional e a carga horária no órgão de origem. As inscrições são gratuitas e poderão ser feitas desta quarta-feira (22) a 22 de julho, por meio de formulário disponível no site da FAPDF. No momento da inscrição, o servidor deverá informar a área em que tem interesse de atuar, conforme as opções disponíveis. Podem participar servidores efetivos do quadro de pessoal do GDF que atendam aos requisitos previstos no edital. Entre as exigências estão não responder a processo administrativo disciplinar, estar em dia com as obrigações eleitorais, não ter previsão de licenças nos próximos 12 meses e apresentar autorização favorável do órgão onde trabalha atualmente. Como a FAPDF atua em diferentes áreas ligadas ao fomento à ciência, tecnologia e inovação, o edital prevê a participação de servidores com ensino superior completo em direito, administração, ciências contábeis, ciências da computação, gestão pública ou áreas relacionadas. Também é indicado que os interessados tenham conhecimento sobre normas ligadas à ciência, tecnologia, inovação e parcerias com organizações da sociedade civil. Etapas da seleção As inscrições são gratuitas e poderão ser feitas até 22 de julho | Foto: Divulgação/FAPDF O processo será realizado em três etapas: inscrição, avaliação curricular e entrevista individual. Na avaliação curricular, serão analisadas a formação acadêmica, a formação técnica, as competências e as experiências profissionais do servidor. Já a entrevista individual terá como base as informações apresentadas no currículo e buscará avaliar se o perfil do candidato está alinhado às atividades da fundação. Os servidores selecionados para a entrevista serão convocados por e-mail, conforme o endereço informado no momento da inscrição. Os aprovados atuarão na sede da FAPDF, localizada no Parque Tecnológico de Brasília, na Granja do Torto. A área de atuação será definida de acordo com o perfil do servidor, sua experiência profissional e a disponibilidade de vagas nas unidades administrativas da Fundação. De acordo com o edital, é possível concorrer a mais de uma área, conforme o perfil do servidor e as opções disponíveis no formulário de inscrição. Os servidores selecionados atuarão na FAPDF até, pelo menos, 31 de dezembro deste ano. Esse prazo poderá ser renovado, caso haja interesse do órgão de origem e da fundação. Oportunidades de desenvolvimento Os servidores que passarem a atuar na FAPDF poderão participar, conforme as regras internas, a disponibilidade orçamentária e o interesse institucional, de ações de capacitação e desenvolvimento promovidas pela fundação. Entre as possibilidades estão cursos de aperfeiçoamento, capacitação em língua estrangeira, participação no programa de incentivo à pós-graduação e jornada de trabalho de sete horas corridas diárias, sem intervalo para refeição, conforme a legislação vigente e as normas internas da FAPDF. O acesso a essas oportunidades depende da autorização da chefia imediata, das necessidades do serviço e da disponibilidade da fundação. Clique aqui e acesse o edital.   *Com informações da FAPDF

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Com rede ampliada pelo GDF, unidades do Cras atenderam 205,3 mil famílias em 2025

A rede pública de assistência social do Distrito Federal atendeu 205.337 famílias nos Centros de Referência de Assistência Social (Cras) em 2025, segundo a Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF). O dado integra o balanço de uma estrutura que hoje conta com 32 unidades em funcionamento e reforçou a presença dos serviços em regiões como Sol Nascente, Recanto das Emas, Porto Rico e Itapoã Parque. Desde 2019, a rede recebeu unidades no Sol Nascente, Recanto das Emas II, Porto Rico e Itapoã Parque, além do Cras Móvel, criado para levar atendimento a áreas rurais, assentamentos e localidades de difícil acesso. Esses novos equipamentos atenderam diretamente 30.369 famílias. Considerando toda a rede, foram 214.182 pessoas atendidas, média mensal de aproximadamente 17,8 mil usuários. Para a secretária de Desenvolvimento Social, Giselle Ferreira, o reforço da estrutura responde ao aumento da procura por proteção social, em um cenário que ainda reflete os efeitos econômicos e sociais da pandemia. “A pandemia e a recessão econômica que veio na esteira dela causaram impactos muito severos que ainda vão perdurar por muito tempo nos mais vulneráveis, não só no DF, mas no Brasil inteiro e no mundo também. Nesse sentido, a Sedes-DF inaugurou novas unidades justamente para ampliar o atendimento e suprir as demandas das famílias que mais precisam de serviços socioassistenciais e benefícios. E este é um compromisso da governadora Celina Leão, o de seguir abrindo novos Cras, Creas e Cecons nas localidades que mais precisam de proteção social”, afirma. A rede pública de assistência social do Distrito Federal atendeu 205.337 famílias nos Centros de Referência de Assistência Social (Cras) em 2025, segundo a Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF) | Fotos: Arquivo/Agência Brasília Atendimento ampliado A ampliação da estrutura ocorre em um período de crescimento acelerado dos atendimentos. Em 2017, os Cras do DF registraram 58.871 atendimentos pelo Serviço de Proteção e Atendimento Integral à Família (Paif). Em 2025, foram 472.629, cerca de oito vezes mais. Os atendimentos particularizados também cresceram, segundo a Sedes: passaram de 120.363, em 2019, para 472.629, em 2025. No intervalo, foram 169.249 atendimentos em 2020, 284.089 em 2021, 407.072 em 2022, 305.250 em 2023 e 333.899 em 2024. Segundo a Sedes, o crescimento dos atendimentos está associado a fatores como desemprego, insegurança alimentar, perda de renda e necessidade de orientação sobre serviços socioassistenciais. As demandas mais frequentes envolvem o Programa Prato Cheio, o Bolsa Família e benefícios eventuais. Porta de entrada O Cras é a porta de entrada da assistência social. É na unidade que famílias em situação de vulnerabilidade recebem orientação sobre benefícios, atualização do Cadastro Único, encaminhamentos para outros serviços públicos e acompanhamento pelo Paif. No Itapoã Parque, o Cras inaugurado em 2024 ajuda a organizar a chegada de milhares de famílias a um bairro ainda em consolidação. A unidade foi a primeira do bairro e a segunda da região administrativa, com capacidade para atender 5 mil famílias em situação de vulnerabilidade social. Agente social há 17 anos, Rodrigo Menezes trabalha na unidade desde a inauguração. Ele conta que o Cras aproximou o atendimento das famílias que chegaram ao Itapoã Parque vindas de outras regiões e também abriu as portas da assistência social para moradores que nunca tinham buscado esse tipo de serviço. “Muitas famílias nunca tinham pisado em um Cras. Chegam para pedir uma informação, perguntar sobre o Prato Cheio, sobre o Cadastro Único, e ali a gente faz uma escuta para entender qual é a necessidade daquela família”, explica. “Tem gente que acha que, por não ter direito ao Bolsa Família, não se enquadra em nenhum programa local. Muitas vezes, depois da orientação, a família percebe que pode acessar algum benefício ou serviço”, explica o servidor. Segundo a Sedes, o crescimento dos atendimentos está associado a fatores como desemprego, insegurança alimentar, perda de renda e necessidade de orientação sobre serviços socioassistenciais Segundo Rodrigo, o primeiro atendimento começa na recepção, com a abertura ou atualização do prontuário da família. A partir daí, o usuário recebe orientação sobre Cadastro Único, benefícios sociais e programas do GDF. Quando há necessidade, o caso segue para especialistas, como assistentes sociais e psicólogos. “A assistência social não é só para quem está na miséria. É para quem precisa dela e se enquadra nos critérios. Uma família pode estar estável hoje e, por desemprego ou pela perda de renda, precisar de apoio depois. Por isso, ter um Cras perto de casa faz diferença”, observa. Recomeço Foi esse apoio que ajudou o nigeriano José (nome fictício), que veio ao Brasil em 2019 para fazer doutorado em química na Universidade de Brasília (UnB). Casado, ele viu a trajetória acadêmica e familiar ser afetada pela pandemia, pela interrupção das atividades presenciais e pelo fim da bolsa durante parte da formação. Depois de concluir o doutorado, em 2024, passou por um período de instabilidade até buscar apoio no Cras. “Entrei em contato com o Cras e, por lá, consegui entrar no Prato Cheio e receber auxílio vulnerabilidade. O Cras me ajudou bastante, principalmente para comprar coisas para a minha casa. Além disso, já recebemos cesta básica. Essas ajudas fizeram muita diferença para a minha família”, conta. Para José, o atendimento social funciona como uma ponte para que a família volte a se organizar. “A ajuda social é muito boa para quem está em situação de vulnerabilidade. Ela ajuda a pessoa a sair dessa situação e voltar à normalidade financeira. É isso que busco agora. Dependendo da situação da família, pode ajudar muito. Isso pode fazer parte do recomeço”, diz. Cadastro Único A expansão dos Cras acompanha o crescimento do Cadastro Único no DF. Em dezembro de 2019, havia 170.094 famílias cadastradas. Em abril de 2026, esse número chegou a 429.881, aumento superior a 150%. Desse total, 281.142 famílias tinham renda per capita de até meio salário mínimo, segundo dados da Sedes. A procura relacionada ao Bolsa Família também segue alta. Entre junho de 2025 e maio de 2026, foram registrados 121.255 procedimentos ligados ao programa, incluindo atualizações cadastrais e novas inclusões. Além das unidades fixas, o Cras Móvel amplia o acesso aos serviços em regiões rurais, assentamentos e áreas com baixa densidade populacional. A estrutura oferece orientações sobre direitos, atualização do Cadastro Único, acesso ao Programa Prato Cheio, benefícios eventuais e encaminhamentos para outras políticas públicas. De acordo com a Sedes, novas unidades estão previstas para este ano: Cras Pôr do Sol, Cras Ceilândia QNN 12 e Cras Ceilândia Norte EQNO 12/14.

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Obra de construção do Hospital Regional do Recanto das Emas utiliza tecnologia inovadora

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Riacho Fundo II recebe novos parquinhos infantis

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Justiça climática e igualdade de gênero são tema de debate com participação do GDF 

Representantes da Secretaria da Mulher (SMDF) participaram, nesta quarta (17), da plenária Mulheres e Juventudes nos Biomas Pós-COP30 – Etapa Cerrado, no Instituto de Ciências Biológicas da Universidade de Brasília (UnB). O encontro reuniu mulheres, jovens e profissionais de diferentes setores para debater estratégias e ações voltadas à justiça climática, à igualdade de gênero e à participação social nos territórios do Cerrado. O encontro teve como foco a importância da participação feminina nos debates sobre desenvolvimento sustentável | Foto: Divulgação/SMDF “Ao discutirmos o futuro dos nossos territórios, a sustentabilidade e os caminhos para uma sociedade mais equilibrada, vemos que não há futuro possível sem a participação efetiva das mulheres” Jackeline Aguiar, secretária da Mulher interina A iniciativa é fruto de parceria do Ministério das Mulheres em parceria com a Secretaria-Geral da Presidência da República, por meio da Secretaria Nacional de Juventude, com apoio do Fundo de População das Nações Unidas (Unfpa), do Conselho Nacional da Juventude (Conjuve) e da Jovem Campeã Climática da Presidência da COP30 (PYCC). A atividade encerrou o ciclo de plenárias promovidas nos seis biomas brasileiros e integrou uma agenda de diálogo sobre os impactos das mudanças climáticas e a construção de políticas públicas mais inclusivas. Durante o encontro, a secretária da Mulher interina, Jackeline Aguiar, falou sobre a importância da participação feminina nos debates sobre desenvolvimento sustentável e apresentou reflexões sobre os desafios e as demandas das mulheres que vivem e atuam no Cerrado. Conquistas [LEIA_TAMBEM]“Ao discutirmos o futuro dos nossos territórios, a sustentabilidade e os caminhos para uma sociedade mais equilibrada, vemos que não há futuro possível sem a participação efetiva das mulheres”, enfatizou a secretária. “Esse movimento não representa apenas uma conquista das mulheres, representa um avanço da própria sociedade.” Para a ministra das Mulheres, Márcia Lopes, a participação da sociedade e do governo é fundamental para o avanço das pautas ambientais e sociais. “É essencial o Ministério das Mulheres estar neste plano, porque aqui temos os diretos e os sonhos das pessoas”, afirmou. “Não existe vida sem entender como funciona a natureza, pois as mulheres estão em todos os lugares e em todas as políticas públicas. Elas são as mais impactadas com os desafios ambientais”. A programação contou com espaços de diálogo entre representantes locais e nacionais, com foco no fortalecimento da participação social nos debates sobre clima e desenvolvimento sustentável. As discussões priorizaram a escuta, a articulação e a construção coletiva de propostas para políticas públicas ambientais e sociais. *Com informações da Secretaria da Mulher

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Trecho da via S2 será interditado nesta quinta-feira (18)

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Estudantes participam de blitz educativa sobre prevenção de queimadas

A preservação ambiental ganhou outro capítulo para além da sala de aula, quando estudantes da Escola Classe (EC) 03 de Ceilândia participaram, na última sexta-feira (12), de uma blitz educativa voltada para a prevenção de incêndios florestais e a conscientização da população sobre os cuidados necessários durante o período de estiagem. A atividade integrou ações do programa GDF na Sua Porta e aproximou os alunos de temas relacionados à preservação ambiental. A ação da Secretaria de Educação(SEEDF) foi realizada em parceria com a Secretaria do Meio Ambiente (Sema-DF) e faz parte de uma série de atividades educativas voltadas para a prevenção de incêndios florestais na capital.  Durante a blitz, realizada na área central de Ceilândia, os alunos conversaram com motoristas, distribuíram materiais informativos e compartilharam orientações sobre como prevenir queimadas e agir ao identificar focos de incêndio | Foto: Divulgação/SEEDF Durante a blitz, realizada na área central de Ceilândia, os alunos conversaram com motoristas, distribuíram materiais informativos e compartilharam orientações sobre como prevenir queimadas e agir ao identificar focos de incêndio. A iniciativa permitiu que os estudantes colocassem em prática os conhecimentos trabalhados em sala de aula, tornando esses alunos multiplicadores de informações.  A secretária de Educação do DF, Iêdes Braga, compareceu à blitz e falou sobre a importância de experiências que unem aprendizado e participação cidadã. "Aqui eles aprendem sobre a prevenção de incêndios florestais e sobre a preservação ambiental. Os estudantes levam esse conhecimento para suas famílias e ajudam a conscientizar a comunidade", afirmou. [LEIA_TAMBEM] Conscientização ambiental A ação reforçou a importância da preservação do Cerrado e estimulou o protagonismo estudantil, mostrando como a educação pode contribuir para a construção de comunidades mais conscientes com o meio ambiente. Segundo a coordenadora do Plano de Prevenção e Combate aos Incêndios Florestais (Ppcif), Carolina Schubart, os discentes participaram de momentos de orientação antes da atividade prática, aprendendo sobre os impactos das queimadas e as formas de prevenção.  "Eles tiveram a oportunidade de compartilhar essas informações diretamente com a população, contribuindo para ampliar a conscientização ambiental", explicou.   *Com informações da SEEDF  

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Desligamento temporário de energia afetará Lago Norte nesta segunda (22), para podas

Uma área do Lago Norte terá o fornecimento de energia interrompido nesta segunda-feira (22) para a execução de serviços de poda de árvores. O desligamento está programado para ocorrer das 10h às 16h e afetará a Granja do Torto, nas casas 13, 17, 18, 20, 21 e 22, além do Lote 23. Caso o trabalho termine antes do previsto, a rede voltará a ser energizada. Além dos desligamentos programados, pode ocorrer a interrupção de energia em alguma região, sem comunicação prévia. Nesses casos, a população pode registrar a ocorrência pelo telefone 116. Clientes com deficiência auditiva e de fala podem acessar o atendimento pelo 0800 701 01 55, desde que utilizem aparelho adaptado.

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Operação Sossego aborda 160 motociclistas em Taguatinga

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