Agências do trabalhador fecham a semana com 522 vagas de emprego disponíveis
As agências do trabalhador do Distrito Federal fecham a semana, nesta sexta-feira (17), com 522 vagas disponíveis para quem procura um emprego. As oportunidades contemplam candidatos de diferentes níveis de escolaridade, com e sem experiência. Os salários chegam a R$ 3 mil. O posto com maior remuneração é o de técnico de refrigeração (instalação), na Asa Norte. Ao todo, são 2 vagas para profissionais com experiência, e a oportunidade não exige escolaridade mínima. Outros dois cargos destacam-se pela quantidade de oportunidades oferecidas: açougueiro e ajudante de açougueiro, com 40 vagas cada, além de operador de caixa, também com 40 vagas disponíveis. As funções não exigem experiência e oferecem salários a partir de R$ 1.621, podendo chegar a R$ 1.700. Todos os postos oferecem benefícios. Para participar dos processos seletivos, basta cadastrar o currículo no aplicativo da Carteira de Trabalho Digital (CTPS) ou ir a uma das 16 agências do trabalhador, das 8h às 17h, durante a semana. Mesmo que nenhuma das chances do dia seja atraente ao candidato, o cadastro vale para oportunidades futuras, já que o sistema cruza dados dos concorrentes com o perfil que as empresas procuram. Empregadores e empreendedores que desejem ofertar vagas ou utilizar o espaço das agências do trabalhador para as entrevistas podem se cadastrar pessoalmente nas unidades ou pelo e-mail gcv@sedet.df.gov.br. Pode ser utilizado, ainda, o Canal do Empregador, no site da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda (Sedet).
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CEU das Artes de Ceilândia promove ação de combate ao bullying com atividades culturais
Nesta quinta-feira (16), cerca de 140 crianças e adolescentes de 5 a 13 anos participaram de atividades no Centro de Artes e Esportes Unificados (CEU das Artes) e nas Praças dos Direitos de Ceilândia Norte, em alusão ao mês de combate ao bullying e à violência nas escolas. Promovida pela Secretaria de Justiça e Cidadania (Sejus-DF), em parceria com o Instituto para o Desenvolvimento da Criança e do Adolescente pela Cultura e Esporte (Idecace), a ação posiciona a arte como aliada no enfrentamento ao tema, ao abordá-lo de forma prática e próxima da realidade dos jovens. Segundo a gerente do CEU das Artes, Sara Santana, a iniciativa é importante por integrar escola e comunidade na formação cidadã das crianças e adolescentes. “Aqui, eles aprendem mais sobre combate ao bullying, cidadania e inclusão social, sempre de forma acolhedora e participativa”, explica. Ela destaca ainda o engajamento do público nas atividades. “A adesão é muito boa. Os alunos participam bastante, são ativos e gostam muito das atividades”, afirma. “A proposta é proporcionar um momento de aprendizado dinâmico, com troca de experiências. É uma forma de mostrar, na prática, que o bullying não é algo positivo e precisa ser combatido”, completa. As crianças participaram de uma programação diversificada, que incluiu a palestra | Foto: Tony Oliveira/Agência Brasília A proposta segue a metodologia do DNA do Brasil, alinhada à Base Nacional Comum Curricular (BNCC), que utiliza a arte e o esporte como ferramentas de desenvolvimento integral, estimulando habilidades socioemocionais, senso de pertencimento e construção de identidade entre os participantes. Nesse contexto, a arte se torna um instrumento de escuta, expressão e transformação social. As crianças participaram de uma programação diversificada, que incluiu a palestra “Bullying, não curto essa ideia”; apresentação teatral dos alunos da oficina de teatro, com a peça Os Frutos do Futuro; show do artista MC Carioca; roda de capoeira com alunos; e apresentações de danças urbanas. A iniciativa reuniu diferentes linguagens, como rap, dança e teatro, com a participação de artistas locais e estudantes do projeto. Quem curtiu a programação foi a estudante Fernanda Coimbra, 9 anos. Para ela, a iniciativa tem um significado especial. “Para mim, é muito bom, porque tem alguns colegas que fazem bullying comigo na sala. Isso me deixa mal, triste. Por isso, essa palestra é importante para conscientizar todo mundo”, contou. O estudante Matheus de Sousa, 7 anos, também destacou o aprendizado durante as atividades. “Bullying não é certo, porque deixa o coleguinha triste. A gente aprende aqui que não pode fazer isso com ninguém. Gostei da palestra”, disse. Já Mariana Abreu, 9 anos, reforçou a importância da mensagem trabalhada ao longo do evento. “É importante não praticar bullying com os colegas. O evento de hoje está muito legal e é muito importante para a gente”, afirmou.
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População tem até 23 de abril para sugerir como o orçamento do DF será usado em 2027
Moradores do Distrito Federal têm até o dia 23 de abril para enviar sugestões que ajudem a definir as prioridades do orçamento de 2027. O prazo foi aberto após a apresentação do Projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias (PLDO) em audiência pública realizada na tarde desta quinta-feira (16) pela Secretaria de Economia (Seec-DF). O cidadão conta com diversos canais para colaborar, como o ParticipaDF, as unidades físicas da Ouvidoria (localizadas em secretarias, autarquias ou fundações), e a central telefônica 162, de segunda a sexta-feira, das 7h às 21h, e, nos fins de semana, das 8h às 18h. O conteúdo da apresentação está disponível no canal da Seec-DF no YouTube. Qualquer morador pode sugerir iniciativas relacionadas à contratação de servidores (ou propostas de reajustes), bem como à aplicação e à destinação de recursos. O Projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias (PLDO) foi apresentado em audiência pública realizada na tarde desta quinta (16) | Foto: Divulgação/Seec-DF “Todas as questões apresentadas serão devidamente respondidas pelos nossos técnicos”, prometeu o secretário-executivo de Finanças, Orçamento e Planejamento da Secretaria de Economia, Thiago Conde. “Não estamos apenas cumprindo uma obrigação legal: queremos ouvir a população para definir a linha que vai nortear a administração distrital na elaboração do plano de governo.” O chefe da Unidade de Processo e Monitoramento Orçamentários da Seec, Luiz Paulo de Carvalho Moraes, lembrou que o PLDO é uma ferramenta intermediária que reúne informações estratégicas para a construção do Projeto de Lei Orçamentária Anual (Ploa). “Esta é a lei que define a execução orçamentária e será enviada à Câmara Legislativa do DF”, afirmou. “Assim, quanto mais a sociedade participar, melhor”. [LEIA_TAMBEM]O subsecretário de Orçamento Público da Seec-DF, André Moreira, ressaltou, durante a apresentação, os pontos mais relevantes para o controle social do PLDO, que, segundo ele, é uma importante ferramenta de poder para a população. O documento em discussão detalha metas e prioridades, define metas fiscais e avalia o cumprimento das metas relativas ao exercício do ano anterior. “Nele, também se discute a margem de expansão do orçamento, as receitas e despesas previdenciárias e até a renúncia tributária”, reforçou. Rafaela Corado, coordenadora da elaboração do PLDO, aproveitou a audiência pública para destacar as principais datas até que o documento seja sancionado e apresentado à população. Até o dia 23 de abril, permanece aberto o período para recebimento das demandas da população. “Mesmo quem não está online neste momento pode usar nossos canais e propor”, afirmou. O dia 15 de maio é a data-limite para o encaminhamento do PLDO/2027 à Câmara Legislativa, com a disponibilização de todos os anexos. Para 3 de junho está prevista a realização de audiência pública sobre o tema na CLDF. Em 16 de junho, devem ser divulgados os resultados da audiência pública na internet, com expectativa de aprovação na CLDF em 30 de junho. Em meados de agosto, a LDO/2027 deve ser publicada. *Com informações da Secretaria de Economia (Seec-DF)
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Na Hora Cidades – Recanto das Emas (Colapsável (com imagem))
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Eape vai à Escola – 1º 2026
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Modelo (Na Hora – Rodoviária) (Colapsável (com imagem))
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Tribunal Superior Eleitoral SUSPENSO - Sub-itens
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Secretaria de Econômia do DF - Sub-itens
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Sedes-DF - Sub-itens
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Seape-DF - Sub-itens
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Procon-DF - Sub-itens
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Polícia Rodoviária Federal - Sub-itens
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Policia Civil - Sub-itens
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NeoEnergia (antiga CEB) - Sub-itens
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Detran-DF - Sub-itens
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Defensoria Pública da União SUSPENSO - Sub-itens
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Codhab - Sub-itens
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CBMDF Ouvidoria - Sub-itens
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Caesb - Sub-itens
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BRB - Sub-itens
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Modelo (Na Hora – Brazlândia) (Colapsável (com imagem))
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Modelo (Na Hora – Brazlândia) (Colapse)
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Justiça Federal - rodapé
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Justiça Federal - colapsável
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Afastamento Remunerado para Estudos – Resultado Preliminar Documental
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TRIBUNAL REGIONAL ELEITORAL
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Na Hora Cidades – São Sebastião COMPARTILHAR - colaps
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Com novas regras, programa Aluguel Social amplia proteção a mulheres em situação de violência
O Governo do Distrito Federal (GDF) deu mais um passo no fortalecimento da rede de proteção às mulheres ao publicar, nesta quinta-feira (16), nova portaria que moderniza o programa Aluguel Social. A iniciativa, coordenada pela Secretaria da Mulher (SMDF), amplia direitos, aprimora processos e fortalece o acompanhamento das beneficiárias, com foco na autonomia e na superação da violência doméstica. "É sobre garantir dignidade, acolhimento e a oportunidade de reconstruir a própria história com o apoio do Estado" Governadora Celina Leão “Cada avanço que construímos nessa política chega à ponta, à vida real de mulheres que estão recomeçando. É sobre garantir dignidade, acolhimento e a oportunidade de reconstruir a própria história com o apoio do Estado”, destacou. Entre as principais atualizações está a simplificação dos procedimentos relacionados à comprovação do aluguel. A nova regra estabelece a apresentação do contrato de locação ou de declaração do proprietário nos primeiros 45 dias, tornando o processo mais ágil e acessível para as beneficiárias. A portaria também incorpora a autodeclaração como mecanismo para comprovação de renda e residência, alinhando o programa às dinâmicas reais do mercado e ampliando o alcance da política pública. Outro avanço é a adoção de um modelo mais eficiente de acompanhamento dos benefícios. O novo formato permite ajustes e regularizações com o suporte da equipe técnica, fortalecendo a atuação da rede de proteção e garantindo maior continuidade no atendimento. Uma das atualizações no programa foi a de aceitar autodeclaração como mecanismo para comprovação de renda e residência | Fotos: Divulgação/SMDF O programa também passa a reforçar seu papel como instrumento de autonomia. Para a prorrogação do auxílio após os seis meses iniciais, será necessária a inscrição em, pelo menos, dois cursos de capacitação, qualificação profissional ou empreendedorismo, incentivando a construção de novas oportunidades para as beneficiárias. Além disso, a norma consolida o caráter temporário do benefício, com duração de seis meses prorrogáveis por igual período e reforça a atuação integrada da rede de atendimento no apoio às mulheres na superação do ciclo da violência. As regras relacionadas ao cadastro na Companhia de Desenvolvimento Habitacional do Distrito Federal (Codhab-DF) e no CadÚnico também foram organizadas de forma mais clara, contribuindo para maior segurança e entendimento por parte das beneficiárias. A portaria garante ainda uma transição segura para as atuais participantes do programa. Os benefícios já concedidos serão mantidos até o término dos prazos originais, com possibilidade de aplicação imediata das condições mais vantajosas previstas na nova regulamentação. "O objetivo é garantir que cada mulher atendida tenha acesso à proteção, a oportunidades e a condições reais de reconstruir sua trajetória com autonomia" Giselle Ferreira, secretária da Mulher De acordo com a secretária da Mulher, Giselle Ferreira, a reformulação fortalece uma política pública já consolidada no DF. “Estamos qualificando uma política que já apresenta resultados concretos, ampliando sua capacidade de atendimento e integração com outras ações da rede. O objetivo é garantir que cada mulher atendida tenha acesso à proteção, a oportunidades e a condições reais de reconstruir sua trajetória com autonomia”, afirmou. Gestão dos benefícios A publicação da portaria marca ainda a criação da Coordenação de Benefícios (Coben), nova unidade vinculada à Subsecretaria de Enfrentamento à Violência Contra as Mulheres. A estrutura passa a concentrar a gestão dos principais programas de transferência direta da pasta: o Aluguel Social e o programa Acolher Eles e Elas, voltado para o atendimento de órfãos do feminicídio no Distrito Federal. A iniciativa busca integrar ações, aprimorar a gestão e ampliar o alcance das políticas públicas, consolidando o DF como referência na proteção às mulheres e suas famílias. *Com informações da Secretaria da Mulher
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Projeto de arqueologia apoiado pela FAPDF revela passado milenar indígena no DF
O Dia dos Povos Indígenas, celebrado em 19 de abril, convida à reflexão sobre a história, a cultura e a presença dos povos originários no Brasil — inclusive em territórios onde essa memória foi, ao longo do tempo, invisibilizada. No Distrito Federal, um projeto fomentado pela Fundação de Apoio à Pesquisa do Distrito Federal (FAPDF) vem contribuindo para resgatar essa história e lançar novos olhares sobre o passado da capital do Brasil. Desenvolvido por meio do edital Demanda Espontânea (2024), o projeto Arqueologia e História Indígena no Brasil Central (Phibra) é coordenado pelo professor Luis Cayón, do Departamento de Antropologia da Universidade de Brasília (UnB), e investiga vestígios arqueológicos que revelam a presença de povos indígenas no DF e no Entorno há milhares de anos. Professor Luis Cayón durante atividades de escavação na Gruta do Gentio II, um dos principais sítios arqueológicos investigados pelo projeto Phibra | Foto: Divulgação/FAPDF O apoio da FAPDF tem sido essencial para viabilizar as escavações, as análises laboratoriais e a formação de estudantes e pesquisadores envolvidos no projeto. “Sem o fomento da FAPDF, o Phibra não teria a escala e o impacto que tem hoje, especialmente na formação de novos pesquisadores na região”, destaca Cayón. O DF antes de Brasília Muito antes da construção de Brasília, o território do Distrito Federal já era ocupado por diferentes povos indígenas. No entanto, ao longo do tempo, essa presença foi sendo apagada, consolidando a ideia equivocada de que a região teria surgido como um espaço vazio. “A narrativa histórica oficial ainda negligencia a profundidade temporal e a complexidade das ocupações indígenas, reforçando a ideia de um território vazio que deveria ser colonizado”, explica Luis Cayón. Vista do interior da Gruta do Gentio II A pesquisa busca desconstruir essa visão, utilizando vestígios arqueológicos como evidências concretas de uma ocupação humana milenar. As escavações se concentram em áreas do Entorno do DF — com destaque para o município de Unaí, já no estado de Minas Gerais, onde está localizada a Gruta do Gentio II, um dos principais sítios estudados. No local, foram encontrados ossos humanos, objetos, sementes, cerâmicas e tecidos, que ajudam a revelar aspectos da vida desses povos ao longo de milhares de anos. Modo de vida de povos milenares A reconstrução desse passado é possível graças à integração de diferentes áreas do conhecimento. O projeto reúne uma equipe interdisciplinar e utiliza técnicas modernas para investigar os vestígios encontrados. "A arqueologia oferece ferramentas poderosas para acessar uma história não escrita, permitindo recuar milênios além dos documentos coloniais e seus vieses" Luis Cayón, professor e pesquisador Como iniciativa de pesquisa básica, o projeto está inserido nos níveis iniciais de maturidade tecnológica (TRL 1 a 3), voltados à produção de conhecimento científico e à ampliação das investigações sobre o passado. “A arqueologia oferece ferramentas poderosas para acessar uma história não escrita, permitindo recuar milênios além dos documentos coloniais e seus vieses”, afirma o pesquisador. Entre as abordagens empregadas, estão análises genéticas, geoquímicas e estudos de solo, além da investigação de pinturas rupestres — registros que podem indicar padrões relacionados à passagem do tempo, como possíveis calendários solares. Essas ferramentas permitem compreender, entre outros pontos, a dieta dessas populações — baseada no consumo de vegetais como tubérculos, frutos e sementes do Cerrado, além da caça de animais de pequeno e médio porte —, bem como as formas de ocupação do território, práticas culturais e relações entre diferentes grupos ao longo do tempo. Valorização do patrimônio indígena O Phibra tem um lado formativo e social que vai além do científico Além da produção científica, o Phibra se destaca pelo seu caráter formativo e social. Desenvolvido no formato de sítio-escola, o projeto transforma o campo arqueológico em um espaço de ensino e construção coletiva do conhecimento. “Para os estudantes, é a oportunidade de aplicar a teoria na prática. Para as comunidades, cria-se um vínculo com o patrimônio, transformando moradores em guardiões da própria história”, afirma Cayón. A iniciativa promove a participação ativa de estudantes e comunidades locais nas escavações e análises, além de ações de educação patrimonial. *Com informações da FAPDF
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Ação reúne 260 estudantes em Sobradinho e fortalece cultura de paz nas escolas
A Secretaria de Segurança Pública do Distrito Federal (SSP-DF) promoveu, nesta quinta-feira (16), a 9ª edição do Programa Formativo de Promotores de Segurança Cidadã. O evento, que segue até sexta-feira (17), reuniu 260 estudantes da rede pública de ensino de Sobradinho no Teatro de Sobradinho. O objetivo é reforçar o protagonismo juvenil na construção de uma cultura de paz. A ação integra o eixo Escola Mais Segura, do programa DF – Segurança Integral, e dá continuidade a uma estratégia estruturante do Governo do Distrito Federal (GDF) voltada à redução de vulnerabilidades, ao fortalecimento de vínculos e à promoção de ambientes escolares mais seguros, acolhedores e inclusivos. “Investir na formação de jovens é uma das medidas mais estruturantes da política de segurança pública. Quando o Estado atua de forma preventiva, levando informação qualificada, fortalecendo vínculos e promovendo a cultura de paz dentro das escolas, estamos prevenindo as causas da violência de maneira consistente e duradoura. Essa é a essência da nossa política, por meio de atuação integrada, baseada em evidências”, ressalta o secretário de Segurança Pública interino, Alexandre Patury. “Investir na formação de jovens é investir diretamente na redução da violência. Ao levar informação qualificada e promover espaços de diálogo dentro das escolas, fortalecemos fatores de proteção e contribuímos para a construção de uma cultura de paz duradoura”, completa. O evento, que segue até sexta-feira (17), reuniu 260 estudantes da rede pública de ensino de Sobradinho no Teatro de Sobradinho. O objetivo é reforçar o protagonismo juvenil na construção de uma cultura de paz | Foto: Divulgação/SSP-DF Durante os dois dias de programação, os estudantes participam de palestras, oficinas e atividades interativas conduzidas por profissionais da segurança pública e instituições parceiras. Temas como bullying, cyberbullying, saúde emocional, violência contra crianças e adolescentes e valorização da vida, com foco na formação cidadã e na prevenção de conflitos no ambiente escolar, serão abordados durante as atividades. A programação também conta com atividades culturais, como a apresentação da Banda Show do Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal (CBMDF) e uma batalha de MCs. A secretária-executiva Institucional e de Políticas de Segurança Pública interina, Regilene Siqueira, ressalta o impacto da ação no fortalecimento das comunidades escolares. “Essa é uma atuação de base, contínua e integrada, que aproxima os estudantes das instituições públicas e estimula o desenvolvimento de atitudes mais conscientes. Os resultados se refletem diretamente na melhoria do ambiente escolar e na proteção dos nossos jovens”, afirma. A metodologia adotada também foi destacada por educadores que acompanharam a atividade. O educador social Yuri Turacchi, do Centro de Ensino Fundamental (CEF) 03 de Sobradinho, enfatizou a abordagem participativa da iniciativa. “A proposta de trazer os estudantes para o universo da segurança pública, com uma didática leve e centrada neles, facilita o aprendizado e amplia o interesse pelos temas trabalhados”, avalia. Entre os alunos, o retorno foi positivo e marcado pelo engajamento nas atividades. “Estou adorando participar. É um evento muito legal”, relatou o estudante Samuel Bispo. *Com informações da SSP-DF
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Plano de Transformação Digital do DF
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Simplifica PJ – Secretaria de Desenvolvimento Econômico
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Forpus coelestis
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