Agências do trabalhador oferecem mais de mil vagas nesta terça (30)
As agências do trabalhador do Distrito Federal oferecem, nesta terça (30), 1.011 vagas para quem procura emprego. As oportunidades contemplam candidatos de diferentes níveis de escolaridade, com e sem experiência prévia. Os salários chegam a R$ 4,5 mil, valor oferecido para o cargo de mecânico de câmbio, com uma vaga aberta no Paranoá. A oportunidade é a de maior remuneração do dia e exige ensino fundamental completo e experiência comprovada. Entre os cargos com maior oferta de oportunidades, o de operador de caixa se destaca, com 142 vagas. A função oferece salário de até R$ 1,7 mil, além de benefícios. Para participar dos processos seletivos, basta cadastrar o currículo no aplicativo da Carteira de Trabalho Digital (CTPS) ou ir a uma das 16 agências do trabalhador, das 8h às 17h, durante a semana. Mesmo que nenhuma das oportunidades do dia seja atraente ao candidato, o cadastro vale para oportunidades futuras, já que o sistema cruza dados dos concorrentes com o perfil que as empresas procuram. Empregadores e empreendedores que desejem ofertar vagas ou utilizar o espaço das agências do trabalhador para as entrevistas podem se cadastrar pessoalmente nas unidades ou pelo e-mail gcv@sedet.df.gov.br. Pode ser utilizado, ainda, o Canal do Empregador, no site da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda (Sedet-DF).
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Brasília recebe mais de 360 atletas na abertura do Campeonato Brasiliense de Canoa Havaiana
O Lago Paranoá será palco, neste sábado (27) e domingo (28), da primeira etapa do Track&Field Experience Campeonato Brasiliense de VA'A Maratona, reunindo mais de 360 atletas no Iate Clube de Brasília. Organizada pela Federação Brasiliense de VA'A (FebVaa), a competição reforça o protagonismo da capital como um dos principais polos brasileiros da canoa havaiana em águas doces. Após sediar o campeonato brasileiro da modalidade no primeiro semestre, Brasília volta a receber uma das principais competições do calendário esportivo nacional. O evento deve reunir cerca de 500 pessoas por dia entre atletas, equipes técnicas, familiares e espectadores, além de contar com transmissão ao vivo pelo canal da Confederação Brasileira de VA'A no YouTube. Mais do que cenário para competições, o Lago Paranoá tem se consolidado como espaço de convivência, lazer e prática esportiva. As condições favoráveis de navegação e a crescente comunidade de praticantes transformaram Brasília em referência para a modalidade, que alia atividade física, contato com a natureza e preservação de uma tradição milenar. O secretário de Esporte e Lazer do Distrito Federal, Renato Junqueira, destaca a importância da utilização do Lago Paranoá para atividades esportivas e de lazer. "O Lago Paranoá é um recurso do Distrito Federal muito importante. Iniciativas que promovam lazer e esportes no espelho d'água são essenciais para a sociedade brasiliense. A canoa havaiana cumpre bem esse papel, trabalhando a inclusão com pessoas de várias idades, homens e mulheres praticando esse esporte." A competição contempla categorias que vão do Infantil (até 12 anos) ao Master 70+, além de provas destinadas a paratletas, evidenciando o caráter inclusivo da modalidade | Foto: Divulgação SEL/DF Modalidade reúne atletas de todas as idades A competição contempla categorias que vão do Infantil (até 12 anos) ao Master 70+, além de provas destinadas a paratletas, evidenciando o caráter inclusivo da modalidade, que registra crescimento contínuo no Distrito Federal. Conhecida internacionalmente como VA'A, a canoa havaiana tem origem nos povos polinésios, que utilizavam a embarcação para percorrer longas distâncias pelo Oceano Pacífico há mais de três mil anos. Atualmente, a modalidade se expandiu para diversos países, preservando características tradicionais e promovendo a integração entre esporte, cultura e meio ambiente. "O Lago Paranoá é um recurso do Distrito Federal muito importante. Iniciativas que promovam lazer e esportes no espelho d'água são essenciais para a sociedade brasiliense. A canoa havaiana cumpre bem esse papel, trabalhando a inclusão com pessoas de várias idades, homens e mulheres praticando esse esporte" Renato Junqueira, secretário de Esporte e Lazer Segurança reforçada A Federação Brasiliense de VA'A adotará uma série de protocolos de segurança durante toda a competição. Será obrigatório o uso de colete salva-vidas, apito, remo reserva e balde em todas as embarcações. O evento contará ainda com quatro embarcações de apoio motorizadas, equipes de resgate aquático, ambulância e suporte do Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal. Para o presidente da FebVaa, João Marcelo Marins, o número de participantes demonstra a consolidação da modalidade na capital. "Tanto a categoria infantil quanto a categoria estreante estão maiores do que nunca, demonstrando o forte crescimento do VA'A no Distrito Federal. Isso é motivo de alegria e orgulho e aumenta nossa responsabilidade como comunidade em manter elevados os protocolos de segurança. A ocupação do Lago deve ser democrática, positiva e segura." Serviço Track&Field Experience Campeonato Brasiliense de VA'A 2026 – Maratona Data: 27 e 28 de junho Local: Iate Clube de Brasília Entrada: Gratuita *Com informações da Secretaria de Esporte e Lazer do DF
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Festa junina da psiquiatria do Hospital de Base ajuda a reduzir estigmas
"Olha a chuva! É mentira!" O coro típico das festas juninas ecoou pela ala de psiquiatria do Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF) nesta sexta-feira (26). O dia ensolarado e o clima agradável ajudaram a criar o cenário ideal para um arraiá marcado por canjica, bolos, música, dança e, principalmente, acolhimento, humanização e muitos sorrisos. Festa junina da ala de psiquiatria do Hospital de Base: além da diversão, festa proporcionar sensação de normalidade aos pacientes | Fotos: Ualisson Noronha/IgesDF Organizada pela equipe de psiquiatria em parceria com o Serviço Auxiliar de Voluntários (SAV), a celebração proporcionou um momento de convivência entre pacientes, familiares, profissionais de saúde e colaboradores do hospital. "Muitas vezes, oportunidades como essa representam um primeiro passo para uma recuperação bem-sucedida” Sérgio Cabral Filho, chefe do Núcleo de Saúde Mental do HBDF O chefe do Núcleo de Saúde Mental do HBDF, Sérgio Cabral Filho, explica que atividades lúdicas e encontros coletivos contribuem significativamente para o tratamento dos pacientes. “É como se eles pudessem esquecer, por um momento, que estão internados. Muitas vezes, oportunidades como essa representam um primeiro passo para uma recuperação bem-sucedida”, afirma. Para a presidente do SAV, Vandelícia Dias, além da diversão, a festa busca proporcionar uma sensação de normalidade aos pacientes. “É um momento em que eles podem se sentir iguais a todo mundo, sem o estigma associado ao transtorno mental", observa. "Trouxemos roupas típicas para que pudessem se arrumar, deixar um pouco de lado a roupa hospitalar e usar acessórios. É uma oportunidade para todos se sentirem felizes”, comemora. Presidente do Serviço Auxiliar de Voluntários, Vandelícia Dias puxa o cordão: “É um momento em que eles podem se sentir iguais a todo mundo, sem o estigma associado ao transtorno mental" Cuidado integrado Durante o arraiá, os pacientes dançaram quadrilha, brincaram com estalinhos e aproveitaram música ao vivo em um ambiente leve e descontraído. O psicólogo Igor Santiago destaca que experiências de socialização são fundamentais para a saúde mental. "Este tipo de celebração cria oportunidades de interação, permitindo que todos conversem e construam vínculos como pessoas, e não apenas como profissionais e pacientes ”Igor Santiago, psicólogo “Apesar de necessária, a internação provoca um rompimento na rotina e no convívio social dos pacientes. Esse tipo de celebração cria oportunidades de interação, permitindo que todos conversem e construam vínculos como pessoas, e não apenas como profissionais e pacientes”, explica Santiago. As festas juninas também despertam lembranças afetivas para muitas pessoas. Segundo a assistente social Lara Nunes Limberger, o evento foi planejado para transmitir acolhimento e cuidado em cada detalhe. “A alimentação tem um papel muito importante. Geralmente, as dietas deles seguem orientações específicas, mas hoje puderam experimentar diferentes comidas típicas e isso os deixa muito felizes”, comenta. O paciente Mário Silva (nome fictício), internado na unidade, conta que aguardava ansiosamente pela comemoração. “Já comi salgado, canjica e várias outras coisas. A decoração está linda, a música está ótima e a dança foi muito divertida. Estou muito satisfeito, foi maravilhoso”, celebra. Atenção em todos os detalhes Equipe da Psiquiatria: oficinas terapêuticas para que os pacientes ajudassem a confeccionar bandeirinhas com papéis coloridos Toda a festa foi realizada de forma colaborativa. Os alimentos foram preparados pelos próprios colaboradores e por familiares dos pacientes, que também foram convidados para participar do evento. A decoração recebeu atenção especial. Oficinas terapêuticas foram promovidas com antecedência para que os pacientes ajudassem a confeccionar bandeirinhas com papéis coloridos. "A equipe de psiquiatria e os voluntários estão fazendo de tudo para integrar todos. É um momento de união, paz e amor. É muito gratificante ver isso acontecendo” Simone, mãe de uma paciente internada Um cenário representando uma igreja antiga e cactos foi produzido manualmente, enquanto os ramos de milho que ornamentaram o caminho até a festa foram plantados e colhidos pelos próprios pacientes na horta cultivada por eles. Para Vandelícia, a participação na montagem da festa alegra os pacientes. “Eles passaram dias ajudando a preparar tudo e estavam ansiosos para ver o resultado final. Agora podem perceber que o esforço de cada um deixou a nossa festa ainda mais bonita”, ressalta. Festa para todos O arraiá da psiquiatria foi aberto a todos que desejavam participar. Familiares compareceram para prestigiar a celebração, aproveitar as comidas típicas e dançar quadrilha ao lado dos pacientes. Simone, mãe de uma paciente internada, relata que a iniciativa trouxe benefícios visíveis para a filha. “Isso está fazendo muito bem para ela. A equipe de Psiquiatria e os voluntários estão fazendo de tudo para integrar todos. É um momento de união, paz e amor. É muito gratificante ver isso acontecendo”, agradece. Para os organizadores, manter a festa aberta à participação de colaboradores e familiares também ajuda a desconstruir preconceitos relacionados aos serviços de saúde mental. “É uma oportunidade para que as pessoas entendam que a realidade é muito diferente daquela mostrada em filmes e novelas. Aqui é um lugar de acolhimento”, destaca Vandelícia. “É muito importante que todos percebam que não precisam ter medo e que podem conviver e confraternizar normalmente com os nossos pacientes”, observa Sérgio. *Com informações da IgesDF
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Estudo revela que população de capivaras do DF não é transmissora da febre maculosa
O Instituto Brasília Ambiental apresentou, nesta sexta-feira (26), o relatório do Projeto Monitoramento e Manejo de Capivaras e Carrapatos no Distrito Federal ao Ministério Público do Distrito Federal dos Territórios (MPDFT) e à população em geral interessada. A apresentação aconteceu na sede do próprio MPDFT. Os resultados trazem como destaque a informação que a população de capivaras do DF não é transmissora da febre maculosa. “Resultados preliminares descartaram a circulação da bactéria responsável pela transmissão da febre maculosa brasileira (FMB), a mesma causadora de diversos óbitos na Região Sudeste ao longo dos anos. Estamos nos aprofundando na pesquisa, mas tudo indica que a presença de outras bactérias da mesma família, mas sem a patogenicidade da FMB nas populações de capivaras que circulam pelo DF, impede que a bactéria mais nociva se instale na região”, explicou a coordenadora da execução do projeto, bióloga e professora da Universidade Católica de Brasília (UCB), Morgana Bruno. O projeto é uma parceria do Instituto com a UCB e as secretarias de Meio Ambiente e de Saúde do DF e tem como objetivo promover o equilíbrio entre a conservação da fauna local e a segurança da saúde pública na orla do Lago Paranoá e outras regiões do DF. Os estudos foram divididos em seis eixos. Morgana Bruno explicou que os principais focos desses eixos incluem: monitoramento e pesquisa; saúde pública e zoonoses; e educação ambiental. Os estudos foram divididos em seis eixos. Os resultados destacam a informação que a população de capivaras do DF não é transmissora da febre maculosa | Foto: Tony Oliveira/Agência Brasília No que se refere ao monitoramento e à pesquisa, o projeto trata do estudo do comportamento e quantificação da população de capivaras, mapeando índices de abundância e identificando possíveis rotas e áreas de maior incidência para prevenir acidentes no trânsito. No tocante à saúde pública e zoonoses, a atividade visa coletar dados sobre a saúde dos animais e a presença de carrapatos, visando a prevenção e o controle de doenças, como a febre maculosa. E na área de educação ambiental, o objetivo é conscientizar a população sobre os riscos zoonóticos e a convivência pacífica com a fauna nativa. Os dados indicam, segundo a coordenadora, que a territorialidade das capivaras tem sido uma barreira ímpar, servindo como cordão sanitário natural para toda a população humana do Distrito Federal. O estudo teve início em 2025 e se estende até 2027. “A expectativa é que ao final tenhamos protocolos prontos para trabalhar com as capivaras, que tenhamos subsídios para a adoção de políticas públicas que ensejem um convívio harmônico entre a população humana e os indivíduos da fauna silvestre”, ressaltou a pesquisadora. Presenças O evento contou com as presenças do superintendente de Unidades de Conservação, Biodiversidade e Água do Brasília Ambiental, Marcos João da Cunha, que na oportunidade representou o presidente da autarquia, Gutemberg Gomes; do chefe da Gerência de Fauna do Instituto, Rodrigo Santos; e da promotora de justiça de defesa do meio ambiente e do patrimônio cultural (Prodema) do MPDFT, Luciana Medeiros Costa. *Com informações do Brasília Ambiental
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Agendamento Evae 2º semestre de 2026
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GDF na Sua Porta investe R$ 6,6 milhões em infraestrutura no Riacho Fundo II
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Cartão Prato Cheio de julho tem mais 8,9 mil famílias contempladas
A Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF) divulgará, nesta segunda-feira (29), a lista dos contemplados do Cartão Prato Cheio de julho. Entre as 8,9 mil famílias contempladas, 75 receberão o auxílio pela primeira vez e devem retirar o cartão do BRB em até dois meses. O Cartão Prato Cheio atende, atualmente, cerca de 100 mil famílias, garantindo crédito mensal de R$ 250 para compra de alimentos por 18 meses. Crédito da próxima parcela do Cartão Benefício está previsto para 1º de julho | Foto: Divulgação/Sedes-DF Para verificar se foi contemplado, o local para retirada do novo cartão, ou se voltou a participar do programa Prato Cheio, o beneficiário deve acessar o site do GDF Social. As pessoas que estão retornando ao programa deverão continuar utilizando o mesmo cartão para receber o auxílio. O crédito da parcela está previsto para 1º de julho. [LEIA_TAMBEM]“Com a inclusão de novos beneficiários e o retorno de famílias que ainda necessitam desse auxílio, reafirmamos o compromisso do Governo do Distrito Federal de assegurar o acesso à alimentação e oferecer proteção social a quem mais precisa”, afirma a secretária de Desenvolvimento Social, Giselle Ferreira. “Orientamos os novos contemplados a retirarem seus cartões dentro do prazo para que possam usufruir desse importante benefício.” Devido ao ponto facultativo de segunda-feira, as agências do BRB atenderão o público, neste dia, das 9h às 12h. O beneficiário tem dois meses para retirar e desbloquear o seu cartão. Caso perca o prazo, haverá o desligamento no programa e ele terá de passar por um novo atendimento socioassistencial. Para ser incluída no Cartão Prato Cheio ou pedir renovação do benefício, a família deve, obrigatoriamente, ser atendida em alguma unidade do Centro de Referência de Assistência Social (Cras). O atendimento deve ser agendado pelo telefone 156 ou pelo site da secretaria. *Com informações da Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF)
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Adolescentes de até 19 anos podem se vacinar contra o HPV no sábado (27)
Adolescentes de 15 a 19 anos, de ambos os sexos, que nunca se vacinaram contra o papilomavírus humano (HPV) podem garantir a proteção neste sábado (27). É o último final de semana para aproveitar a ampliação da faixa etária: em 1º de julho, essa vacina volta a ser ofertada apenas a jovens entre 9 e 14 anos. A Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF) terá 48 locais de atendimento. A lista completa está disponível no site da pasta. Não haverá imunização no domingo (28) e, por conta do jogo do Brasil na segunda-feira (29), as salas de vacina reabrem apenas na terça-feira (30). No sábado, além da vacinação contra o HPV, haverá outras doses disponíveis para pessoas de todas as faixas etárias, aplicadas conforme diretrizes estabelecidas. Por exemplo: para gestantes, idosos a partir de 60 anos e outros grupos prioritários é oferecido o imunizante em combate à gripe. Já crianças e adolescentes de 10 a 14 anos podem receber a proteção contra a dengue. No sábado, além da vacinação contra o HPV, haverá outras doses disponíveis para pessoas de todas as faixas etárias, aplicadas conforme diretrizes estabelecidas | Foto: Jhonatan Cantarelle/Agência Saúde DF Outra vacina da lista é a da febre amarela: o esquema padrão é de uma dose aos 9 meses de idade e um reforço aos 4 anos. Já os adultos até 59 anos, que nunca se imunizaram antes, tomam uma dose única. Adultos também recebem a tríplice viral, que protege contra sarampo, caxumba e rubéola: é indicada para pessoas de 12 meses a 59 anos. Em todos os casos, a SES-DF orienta levar documento de identificação válido e com foto e a caderneta vacinal. Caso tenha perdido esta última, a pessoa ainda assim deve comparecer a um dos locais de atendimento para uma análise vacinal. Já quem fizer parte de grupos profissionais previstos para a vacinação contra a gripe, caso de professores, trabalhadores da saúde, caminhoneiros, dentre outros, precisa levar algum documento que comprove o exercício da ocupação, como crachá ou contracheque. Por fim, gestantes e pessoas com deficiências ou comorbidades previstas para a vacinação precisam levar exames, relatório médico ou outro tipo de comprovação. *Com informações da Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF)
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Blitz educativa encerra semana de programação especial pelo Dia Internacional de Combate às Drogas
A prevenção ao uso de álcool e outras drogas ganhou as ruas de Brasília na manhã desta sexta-feira (26), com a realização de uma blitz educativa promovida pela Secretaria de Justiça e Cidadania (Sejus-DF), por meio da Subsecretaria de Enfrentamento às Drogas (Subed), em parceria com o Detran-DF. A ação, realizada atrás da Torre de TV, em frente à Funarte, marcou o encerramento da programação especial em alusão ao Dia Internacional de Combate às Drogas, celebrado em 26 de junho. Durante a blitz, mais de 100 veículos foram abordados, alcançando mais de 130 pessoas. Motoristas e passageiros receberam materiais informativos e orientações sobre os riscos da combinação entre álcool, drogas e direção, além de informações sobre os serviços oferecidos pelo Acolhe DF, programa do Governo do Distrito Federal coordenado pela Sejus-DF que oferece atendimento psicossocial gratuito a pessoas com dependência química e seus familiares. A mobilização integrou uma série de ações desenvolvidas ao longo da semana pela secretaria com foco na prevenção, conscientização e promoção da saúde, reafirmando o compromisso do Governo do Distrito Federal (GDF) com a construção de uma cultura de cuidado, informação e responsabilidade. “O enfrentamento às drogas passa, acima de tudo, pela prevenção e pelo acesso à informação. Quando levamos essa mensagem para as ruas, para as escolas e para os espaços de convivência, aproximamos os serviços públicos da população e fortalecemos a rede de proteção e acolhimento do Distrito Federal”, destacou o secretário de Justiça e Cidadania interino, Jaime Santana. O subsecretário de Enfrentamento às Drogas, Diego Moreno, ressaltou que a programação foi planejada para alcançar diferentes públicos e ampliar o acesso às políticas públicas: “Nosso objetivo é mostrar que prevenir é cuidar. Cada conversa, orientação e ação educativa representa uma oportunidade de evitar que mais pessoas desenvolvam problemas relacionados ao uso de substâncias psicoativas e, ao mesmo tempo, mostrar que existe uma rede preparada para acolher quem precisa de ajuda por meio do Programa Acolhe DF”. “O enfrentamento às drogas passa, acima de tudo, pela prevenção e pelo acesso à informação. Quando levamos essa mensagem para as ruas, para as escolas e para os espaços de convivência, aproximamos os serviços públicos da população e fortalecemos a rede de proteção e acolhimento do Distrito Federal” Jaime Santana, secretário de Justiça e Cidadania interino Segurança cidadã e conscientização Entre os motoristas abordados durante a blitz, a especialista em segurança pública Márcia de Alencar, de 60 anos, elogiou a iniciativa e destacou seu impacto social. “Esta iniciativa faz com que a prevenção se constitua de uma forma cidadã. Isso aqui é segurança cidadã. Isso aqui é contribuir para que a gente tenha um futuro seguro e em paz”, afirmou. Entre os motoristas abordados durante a blitz, a especialista em segurança pública Márcia de Alencar, de 60 anos, elogiou a iniciativa: "Isso aqui é segurança cidadã. Isso aqui é contribuir para que a gente tenha um futuro seguro e em paz.” | Foto: Divulgação Sejus-DF O corretor de imóveis Vanderlei Putti, de 72 anos, também ressaltou a importância das abordagens educativas. “A gente sabe da importância desse tema no dia a dia, mas, se ninguém aborda você para falar sobre isso, acaba caindo no esquecimento, vira paisagem. Essas intervenções na rua despertam a atenção das pessoas. Sempre é bom, nunca é demais e não incomoda de forma nenhuma”, disse. Além de conscientizar sobre os riscos da associação entre álcool, drogas e direção, a blitz reforçou a divulgação dos canais de atendimento do programa Acolhe DF, ampliando o acesso da população às informações sobre os serviços gratuitos de acolhimento e acompanhamento psicossocial oferecidos pela Sejus. Semana de mobilização A blitz educativa encerrou uma programação iniciada na terça-feira (24), quando cerca de 100 adolescentes em cumprimento de medida socioeducativa participaram de um evento na Unidade de Internação Provisória de São Sebastião. A atividade abordou o uso de álcool e outras drogas na adolescência e a reintegração social, promovendo um espaço de escuta, acolhimento e reflexão sobre escolhas, projeto de vida, autoestima e prevenção de comportamentos de risco. Na quinta-feira (25), as ações seguiram com a palestra “O esporte e a cultura como instrumentos de prevenção ao uso de álcool e outras drogas”, realizada no Colégio Supere, em Samambaia, reunindo 85 estudantes do 8º e 9º anos do ensino fundamental. O encontro destacou o papel do esporte, da cultura e da participação comunitária na construção de trajetórias saudáveis e na prevenção ao uso de substâncias psicoativas. Também na quinta-feira, mais de 100 crianças da educação infantil participaram de uma atividade pedagógica em Nova Betânia, em São Sebastião. Conduzida por servidores da Subed, a iniciativa trabalhou educação emocional, habilidades socioemocionais, autocuidado e fortalecimento da resiliência desde os primeiros anos de vida, reforçando a importância da prevenção iniciada ainda na infância. [LEIA_TAMBEM] Acolhe DF Coordenado pela Sejus-DF, o Acolhe DF é a principal política pública do GDF voltada para o acolhimento e à reinserção social de pessoas com dependência de álcool e outras drogas. A iniciativa oferece atendimento psicossocial gratuito aos usuários e seus familiares, realiza encaminhamentos voluntários para comunidades terapêuticas e promove ações integradas de cuidado e fortalecimento dos vínculos familiares. Além do tratamento, o programa busca ampliar as oportunidades de reinserção social por meio da articulação com outras políticas públicas, reforçando o compromisso do GDF com a prevenção, o cuidado e a recuperação da cidadania. *Com informações da Sejus-DF
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Orla do Lago de Brazlândia recebe encerramento do projeto Primeira Infância em Foco
O Teatro de Arena da Orla do Lago de Brazlândia recebe, neste sábado (27), às 16h, a apresentação de encerramento do projeto Primeira Infância em Foco: Contos de Encantamento, com entrada gratuita e aberta ao público. A iniciativa foi realizada com recursos da Secretaria de Cultura e Economia Criativa (Secec-DF), por meio do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal (FAC-DF). Com foco na inclusão, a apresentação de encerramento contará com intérprete de Libras e audiodescrição, garantindo que todos possam vivenciar a experiência de forma plena. O espetáculo resgata a tradição oral e os contos de encantamento transmitidos entre gerações, utilizando a ludicidade como ferramenta para estimular o desenvolvimento afetivo, cognitivo e social do público infantil. Com foco na inclusão, a apresentação de encerramento contará com intérprete de Libras e audiodescrição, garantindo que todos possam vivenciar a experiência de forma plena | Foto: Divulgação/Edite Neiva Para a coordenadora do projeto, Aldanei Menegaz, promover o encontro entre as novas gerações e as narrativas populares é uma forma de fortalecer a identidade cultural desde a infância: "Criar pontes entre as memórias da nossa cultura popular e a primeira infância é essencial. Levar esse encerramento para um espaço público e tão simbólico quanto a Orla do Lago, com acessibilidade garantida, reforça o nosso compromisso de que a arte deve ser para todos". O secretário de Cultura e Economia Criativa do DF, Fernando Modesto, destaca: “O acesso à cultura começa na infância. Quando um projeto ocupa escolas, instituições da comunidade e, depois, chega a um espaço público com recursos de acessibilidade, ele amplia as oportunidades de encontro das crianças com a leitura, a imaginação e as tradições que ajudam a formar nossa identidade cultural”. Idealizado pelo Instituto Cultural Paepalanthus, o projeto percorreu, entre os dias 12 e 26 deste mês, instituições de educação da primeira infância em Brazlândia, levando narrativas tradicionais a crianças da região.
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GDF na Sua Porta: Samambaia recebe pacote de obras que reforçam infraestrutura urbana
A Novacap mantém em andamento um conjunto de obras e serviços em Samambaia que promete transformar a infraestrutura urbana e ampliar os espaços de convivência da população. As intervenções integram o programa GDF na Sua Porta e somam mais de R$ 12,5 milhões em investimentos destinados à recuperação de equipamentos públicos, melhorias viárias e ampliação das áreas de lazer. Entre os serviços executados pela Diretoria de Obras está a reforma e construção de calçadas na 1ª Avenida Norte. As equipes concluíram a concretagem do passeio público em um dos trechos e iniciaram uma nova frente de serviço. A obra é orçada em R$ 3,12 milhões. Diretoria de Cidades da Novacap está empenhada na construção de 60 parquinhos | Foto: Divulgação/Novacap “Nosso compromisso é com o dia a dia de quem vive na cidade” André Vaz, diretor de Obras da Novacap Também seguem em andamento os trabalhos de reposição e instalação de meios-fios, com investimento de R$ 87,5 mil, além da reforma e desobstrução de bocas de lobo, serviço essencial para melhorar o escoamento das águas pluviais e reduzir os riscos de alagamentos, com aporte de R$ 300 mil. “Nosso compromisso é com o dia a dia de quem vive na cidade”, afirma o diretor de Obras da Novacap, André Luiz Oliveira Vaz. Espaços de integração Já a Diretoria das Cidades coordena a recuperação e instalação de equipamentos de lazer e convivência. O maior investimento está na reforma e reconstrução de 60 parquinhos infantis, que recebem recursos de mais de R$ 3 milhões. Parte dos equipamentos já se encontra em fase de fabricação. [LEIA_TAMBEM]As ações também contemplam a manutenção de bases de pontos de encontro comunitário (PECs), recuperação de equipamentos de ginástica e implantação de novos mobiliários urbanos. Somadas, as iniciativas ultrapassam R$ 6,3 milhões em investimentos. “Os equipamentos públicos são espaços de encontro e integração social”, pontua o diretor das Cidades da Novacap, Raimundo Silva. “A recuperação de parquinhos, PECs e áreas de convivência permite que crianças, jovens e idosos tenham ambientes adequados para lazer, esporte e convivência, promove o bem-estar e pertencimento à cidade.” Morador de Samambaia há mais de duas décadas, o motorista de aplicativo José Carlos Ferreira, de 48 anos, comemora: “Quando a gente vê uma calçada nova, os parquinhos recuperados e os espaços públicos recebendo melhorias percebe que a cidade recebe cuidados. Essas obras fazem diferença no dia a dia de quem mora aqui e ajudam a valorizar o bairro”. *Com informações da Novacap
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Diabetes gestacional exige diagnóstico precoce para proteger mãe e bebê
Encerrando a série de orientações em alusão ao Dia Nacional do Diabetes, celebrado em 26 de junho, especialistas chamam atenção para um tipo da doença que exige acompanhamento ainda mais cuidadoso: o diabetes gestacional. A condição pode surgir durante a gravidez, muitas vezes sem provocar sintomas, e aumenta o risco de complicações para a mãe e o bebê quando não é identificada e tratada precocemente. Na maioria dos casos, o diagnóstico é feito durante o pré-natal, por meio dos exames de rotina realizados ao longo da gestação. Por isso, manter o acompanhamento médico e realizar todos os exames recomendados é fundamental para identificar precocemente alterações nos níveis de glicose e iniciar o tratamento quando necessário. Embora muitas gestantes não apresentem sintomas, algumas podem perceber sinais como sede excessiva, aumento da frequência urinária, cansaço intenso, visão embaçada, tonturas e inchaço. Ana Caroline da Silva faz parte dessa estatística. Na quarta gestação, foi a primeira vez que recebeu o diagnóstico, aos sete meses de gravidez. "Comecei a inchar muito e sentir tonturas. Procurei atendimento médico e, no exame da curva glicêmica, o resultado veio alterado", relata. Moradora do Pedregal, no Novo Gama (GO), Ana Caroline está internada no Hospital Regional de Santa Maria (HRSM), referência no atendimento a gestantes de alto risco da região Sul do Distrito Federal e Entorno. Ela permanece sob os cuidados da equipe médica, que avalia a melhor conduta para o caso. Na maioria dos casos, o diagnóstico é feito durante o pré-natal, por meio dos exames de rotina realizados ao longo da gestação | Foto: Divulgação/IgesDF A ginecologista e obstetra do pré-natal de alto risco da unidade, Ana Carolina Ramiro, alerta que manter os níveis de glicose elevados durante a gestação pode comprometer a saúde da mãe e do bebê. "Os bebês podem sofrer com a redução da oxigenação ainda dentro do útero. Em situações mais graves, infelizmente, há risco de morte fetal. Além disso, essas mulheres têm maior chance de desenvolver diabetes tipo 2 ao longo da vida", explica. Segundo a especialista, o diabetes gestacional ocorre principalmente devido à ação de hormônios produzidos pela placenta, que aumentam a resistência à insulina durante a gravidez. Como consequência, o pâncreas precisa trabalhar mais para manter o equilíbrio da glicose no organismo. Em algumas mulheres, porém, essa compensação não acontece de forma suficiente, provocando o aumento do açúcar no sangue. O diagnóstico pode ser realizado por meio da glicemia de jejum ainda no primeiro trimestre da gestação ou entre a 24ª e a 28ª semana, com a realização do teste oral de tolerância à glicose, conhecido como exame da curva glicêmica. Hábitos saudáveis ajudam na prevenção Embora possa acometer qualquer gestante, algumas mulheres apresentam maior predisposição para desenvolver diabetes gestacional. Entre os principais fatores de risco estão idade materna avançada, excesso de peso, histórico familiar de diabetes, hipertensão durante a gravidez, síndrome dos ovários policísticos e gestação múltipla. Adotar hábitos saudáveis ajuda a reduzir os riscos e contribui para uma gravidez mais segura. "Atividades como caminhada, hidroginástica ou dança podem fazer toda a diferença durante a gestação. Também é importante manter uma alimentação equilibrada, reduzir o consumo de açúcar, dormir bem, controlar o estresse e comparecer a todas as consultas do pré-natal. São cuidados simples que ajudam a proteger a saúde da mãe e do bebê", orienta Ana Carolina. Atendimento especializado para gestantes de alto risco Para garantir esse cuidado, o ambulatório do HRSM, unidade administrada pelo Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF), realiza diariamente atendimentos voltados ao pré-natal de alto risco. O acesso ao serviço tem início nas unidades básicas de saúde (UBSs), responsáveis pelas avaliações iniciais e pelos encaminhamentos para consultas e exames especializados. Após essa etapa, as solicitações são inseridas no Sistema de Regulação (Sisreg), da Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF), que organiza o acesso às vagas disponíveis. Segundo a ginecologista e obstetra Ana Carolina Ramiro, o diabetes gestacional costuma regredir após o parto. "Mesmo assim, essas mulheres devem manter acompanhamento médico, porque apresentam maior risco de desenvolver diabetes tipo 2 ao longo da vida. O seguimento no pós-parto é fundamental para monitorar a glicemia, identificar precocemente possíveis alterações e adotar medidas que contribuam para a manutenção da saúde da mãe", orienta. *Com informações do Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF)
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Funcionamento do Detran-DF nesta segunda-feira (29)
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Novas viaturas vão reforçar capacidade operacional da segurança pública do DF
A Secretaria de Segurança Pública (SSP-DF) fez a entrega de 13 novas viaturas nesta sexta-feira (26). Os veículos passam a integrar a frota da Subsecretaria de Operações Integradas (Sopi), responsável pelo planejamento, coordenação e execução das principais operações integradas de segurança pública no Distrito Federal. Foram entregues dez veículos Corolla Cross e três caminhonetes Fiat Titano, adquiridos com recursos do Fundo Nacional de Segurança Pública (FNSP), geridos por meio do Fundo de Segurança Pública do Distrito Federal (FUSP-DF). O investimento soma R$ 2.259.000. Novas viaturas passam a integrar a frota da Subsecretaria de Operações Integradas (Sopi), que é responsável pelo planejamento, coordenação e execução das principais operações integradas de segurança pública no Distrito Federal | Foto: Divulgação SSP-DF Para o secretário de Segurança Pública, Alexandre Patury, o investimento representa mais um avanço na política permanente de modernização da segurança pública. “Investir em equipamentos modernos aumenta a capacidade de resposta do Estado. Essas viaturas fortalecem a atuação da SSP-DF, ampliam as condições de trabalho das equipes, da capacidade de mobilidade e resposta das equipes da Sopi e garantem mais eficiência ao planejamento e à execução das operações conjuntas. Oferecer às forças de segurança os recursos necessários para que continuem prestando um serviço cada vez mais qualificado à população é um compromisso do Governo do Distrito Federal”. "Essas viaturas fortalecem a atuação da Secretaria de Segurança Pública, ampliam as condições de trabalho das equipes, da capacidade de mobilidade e resposta das equipes da SOPI e garantem mais eficiência ao planejamento e à execução das operações conjuntas" Alexandre Patury, secretário de Segurança Pública Os investimentos fazem parte de um conjunto de aquisições aprovadas pelo Conselho de Administração do Fundo de Segurança Pública do Distrito Federal (Cafusp), após identificação das necessidades operacionais das forças de segurança. Os recursos são originários do Fundo Nacional de Segurança Pública, repassados ao Distrito Federal para fortalecimento das políticas de segurança. "A incorporação dessas novas viaturas amplia a capacidade operacional da subsecretaria responsável pelas ações integradas da Secretaria de Segurança Pública, garantindo mais agilidade, mobilidade e eficiência no planejamento e na coordenação das operações. O reforço da frota dará suporte ao monitoramento de grandes eventos, às ações integradas de preservação da ordem pública e às operações realizadas em conjunto com as forças de segurança e demais órgãos do GDF. É um investimento que fortalece a atuação do Estado e gera reflexos diretos na segurança e na qualidade de vida da população”, destacou Paulo André Vieira Monteiro, secretário-executivo de Segurança Pública. Até o final de novembro, a previsão é de entrega de outras 115 viaturas e oito aeronaves remotamente pilotadas (drones), destinadas à Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF) e ao Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal (CBMDF). Entre os equipamentos previstos, estão 42 caminhonetes Mitsubishi L200, 25 motocicletas e duas viaturas de patrulhamento para a PMDF, além de 36 ambulâncias e dez caminhonetes Mitsubishi L200 para o CBMDF. *Com informações da SSP-DF
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UnDF lança 2ª edição do Programa Institucional de Bolsas de Extensão Universitária (Pibex)
A Universidade do Distrito Federal Professor Jorge Amaury Maia Nunes (UnDF), por meio da Pró-Reitoria de Extensão e Cultura, publicou o edital da 2ª edição do Programa Institucional de Bolsas de Extensão Universitária (Pibex). O programa oferecerá até 60 bolsas de extensão, no valor mensal de R$ 700, para estudantes regularmente matriculados nos cursos de graduação da UnDF. As bolsas serão distribuídas entre até 43 projetos de extensão universitária com duração inicial de 12 meses. O Pibex fortalece a política de extensão da UnDF: na atual edição, os projetos serão organizados em três grupos, conforme a necessidade de estudantes bolsistas | Foto: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília As inscrições para submissão dos projetos estarão abertas de 6 de julho a 2 de agosto de 2026 e deverão ser realizadas exclusivamente por meio do sistema eletrônico disponibilizado no portal da UnDF. "A segunda edição do Pibex representa o amadurecimento vivo das políticas de extensão da UnDF. Por meio do fomento aos projetos, o programa vem gerando cada vez mais movimento na relação entre universidade e sociedade" Edson Beserra, pró-reitor de Extensão e Cultura da UnDF O Pibex fortalece a política institucional de extensão da universidade, promovendo a integração entre ensino, pesquisa e extensão e incentivando o desenvolvimento de projetos voltados às demandas da sociedade. As propostas poderão contemplar as oito áreas temáticas da Política Nacional de Extensão Universitária: Comunicação, Cultura, Direitos Humanos e Justiça, Educação, Meio Ambiente, Saúde, Tecnologia e Produção e Trabalho. Nesta edição, os projetos serão organizados em três grupos, conforme a necessidade de estudantes bolsistas, permitindo que iniciativas de diferentes portes contem com apoio compatível com sua complexidade e abrangência. Segundo o pró-reitor de Extensão e Cultura da UnDF, Edson Beserra, o Pibex consolida a extensão universitária como um dos pilares da formação acadêmica da instituição: "A segunda edição do Pibex representa o amadurecimento vivo das políticas de extensão da UnDF", avalia. "Por meio do fomento aos projetos, o programa vem gerando cada vez mais movimento na relação entre universidade e sociedade, alargando os terrenos de formação dos estudantes e contribuindo para o desenvolvimento social dos territórios onde a UnDF se torna presente, por meio do fluxo constante entre os saberes acadêmicos e as sabenças das comunidades." [LEIA_TAMBEM]Além da relevância acadêmica e social das propostas, o edital valoriza as iniciativas com potencial de transformação da realidade, a integração entre ensino, pesquisa e extensão, a viabilidade de execução e a continuidade das ações extensionistas já desenvolvidas pela universidade. Os projetos serão avaliados por uma Comissão Docente de Avaliação Técnico-Científica composta exclusivamente por docentes da UnDF, assegurando a análise técnica e impessoal das propostas. Quem pode participar Poderão submeter projetos os docentes da carreira do Magistério Superior da UnDF, docentes da Escola Superior de Ciências da Saúde (Escs) e, excepcionalmente, servidores da universidade, nas hipóteses previstas no edital. Cada projeto poderá contar com um, dois ou três estudantes bolsistas, conforme seu enquadramento e a classificação obtida no processo seletivo. Serviço: → 2ª edição do Programa Institucional de Bolsas de Extensão Universitária (Pibex) → Inscrições para submissão dos projetos: de 6 de julho a 2 de agosto de 2026 → Valor da bolsa: R$ 700 mensais → Duração das bolsas: até 12 meses → Quantidade: até 60 bolsas distribuídas entre até 43 projetos de extensão O edital completo, os anexos e todas as orientações para participação estão disponíveis no portal da Universidade do Distrito Federal. *Com informações da Fepecs
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Encontro de mães atípicas fortalece diálogo e acolhimento às famílias no DF
A Chefia Executiva de Integração e Inovação Social (Ceiis) promoveu, nesta quinta-feira (25), o II Encontro de Mães Atípicas, reafirmando o compromisso do Governo do Distrito Federal (GDF) com o fortalecimento de políticas públicas voltadas à inclusão, ao acolhimento e ao cuidado das famílias atípicas. Liderado pela consultora-chefe da Ceiis, Adriana Pinheiro, o encontro proporcionou um espaço de escuta qualificada, diálogo e troca de experiências entre mães que vivenciam diariamente os desafios do cuidado com filhos atípicos. A programação contou com a participação das subsecretárias de Saúde Mental, Fernanda Falcomer, e de Ações Temáticas, Dayanne Timóteo, que ouviram de perto os relatos, demandas e necessidades apresentadas pelas participantes. O momento também permitiu a troca de informações sobre serviços públicos, políticas de apoio e caminhos para o fortalecimento da rede de atendimento às famílias. Durante o encontro, as mães compartilharam experiências relacionadas aos desafios do acesso aos serviços de saúde, inclusão, desenvolvimento infantil e suporte emocional, contribuindo para a construção de um diálogo mais próximo entre o poder público e a população. O encontro proporcionou um espaço de escuta qualificada, diálogo e troca de experiências entre mães que vivenciam diariamente os desafios do cuidado com filhos atípicos | Foto: Divulgação/Ceiis Adriana Pinheiro destacou a importância de criar espaços permanentes de escuta: "Quando ouvimos quem vive essa realidade todos os dias, conseguimos compreender melhor suas necessidades e construir políticas públicas mais humanas, acolhedoras e eficientes. Nosso compromisso é fortalecer esse diálogo e ampliar a rede de apoio às famílias atípicas". A iniciativa integra as ações da Ceiis voltadas à promoção da inclusão social, da cidadania e da articulação entre diferentes áreas do GDF, buscando aproximar os serviços públicos das necessidades reais da população. O II Encontro de Mães Atípicas reforça o compromisso da Ceiis em promover espaços de acolhimento e participação social, reconhecendo que a escuta ativa é um passo essencial para a construção de políticas públicas mais eficazes e sensíveis às diferentes realidades das famílias do Distrito Federal. *Com informações da Chefia Executiva de Integração e Inovação Social (Ceiis)
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Convênio amplia fiscalização do setor elétrico no Distrito Federal
O Governo do Distrito Federal (GDF) deu mais um passo para fortalecer a fiscalização dos serviços de energia elétrica. Nesta sexta-feira (26), em cerimônia no Salão Nobre do Palácio do Buriti, a governadora Celina Leão assinou o Convênio de Cooperação nº 01/2026 entre a Agência Reguladora de Águas, Energia e Saneamento Básico do Distrito Federal (Adasa) e a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). “Com esse convênio, conseguimos reforçar a fiscalização e dar uma resposta mais rápida para o cidadão”, declarou a governadora Celina Leão, durante a cerimônia de assinatura do acordo | Fotos: Tony Oliveira/Agência Brasília O acordo amplia a atuação da Adasa em atividades de fiscalização e regulação do setor elétrico no DF, por meio da descentralização de competências da Aneel. O instrumento prevê que a Adasa passe a executar atividades complementares relacionadas ao setor elétrico em regime de gestão associada de serviços públicos. Serviço qualificado Raimundo Ribeiro, presidente da Adasa: “Temos servidores altamente qualificados e a consciência de que estamos aqui para prestar mais esse serviço à sociedade” “Com esse convênio, conseguimos reforçar a fiscalização e dar uma resposta mais rápida para o cidadão”, enfatizou a governadora. “A gente traz essa responsabilidade de fiscalizar para a Adasa, que já tem estrutura e profissionais habilitados.” De acordo com o documento, a Adasa fica responsável pela execução das atividades, sempre em conformidade com as normas regulatórias federais e os requisitos técnicos e legais definidos pela Aneel. O presidente da Adasa, Raimundo Ribeiro, avaliou que a agência está preparada para enfrentar o desafio: “Estamos assinando o primeiro passo. Em breve, assinaremos um plano de metas que vai especificar as atividades a serem desenvolvidas e a estrutura necessária para atingir os objetivos do convênio. Temos servidores altamente qualificados e a consciência de que estamos aqui para prestar mais esse serviço à sociedade”. Cooperação Sandoval Feitosa, diretor-geral da Aneel: “Vamos atuar em conjunto para fortalecer a fiscalização e melhorar cada vez mais o serviço prestado à população” Mesmo com a descentralização das atividades, a Aneel segue como instância superior e recursal das decisões adotadas no exercício das competências delegadas. A agência nacional também ficará responsável por acompanhar os requisitos do convênio, compartilhar avaliações institucionais e promover a interlocução com agentes do setor elétrico, consumidores e órgãos públicos. [LEIA_TAMBEM]Para o diretor-geral da Aneel, Sandoval Feitosa, a parceria permitirá ampliar o trabalho já desenvolvido em benefício da população do DF. “Temos agora a etapa de definir os trabalhos que serão feitos, e serão muitos”, anunciou. “Vamos atuar em conjunto para fortalecer a fiscalização e melhorar cada vez mais o serviço prestado à população”. Com a formalização do acordo, o Distrito Federal passou a integrar o grupo de 16 unidades da Federação que mantêm convênios de cooperação com a Aneel. O modelo já é adotado em Alagoas, Amapá, Ceará, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Pará, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, São Paulo e Sergipe.
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Bancos de leite humano do DF precisam de frascos de vidro para armazenamento de doações
Os bancos (BLHs) e os postos de cleta de leite humano (PCLHs) da Secretaria de Saúde (SES-DF) convidam a população a doar frascos de vidro de boca larga com tampa plástica, como os modelos utilizados na venda de café solúvel. Os recipientes são essenciais para armazenamento, transporte e processamento do leite materno coletado. As doações podem ser entregues diretamente no banco ou posto de coleta mais próximo. É possível, ainda, solicitar o recolhimento dos frascos pelo telefone 160, opção 4, informando à equipe que possui recipientes disponíveis para doação. Não é necessário higienizar os potes antes da entrega, uma vez que todos passam por rigorosos processos de limpeza, desinfecção e esterilização. Os frascos de vidro com tampa plástica desempenham papel estratégico em toda a cadeia de coleta do leite materno. São esses recipientes que permitem às doadoras armazenar o leite coletado em seus domicílios de forma segura, garantindo a qualidade do produto até sua chegada aos BLHs | Foto: Divulgação/Agência Saúde DF Embora a SES-DF esteja conduzindo o processo de aquisição desses materiais, as doações são fundamentais para assegurar a continuidade das atividades até a conclusão da compra e a reposição dos estoques. Item essencial Os frascos de vidro com tampa plástica desempenham papel estratégico em toda a cadeia de coleta do leite materno. São esses recipientes que permitem às doadoras armazenar o leite coletado em seus domicílios de forma segura, garantindo a qualidade do produto até sua chegada aos BLHs. Alimento que salva O leite humano doado é destinado, principalmente, aos recém-nascidos internados em unidades neonatais, especialmente prematuros e bebês de baixo peso que, por diferentes razões, não podem ser amamentados diretamente por suas mães. Reconhecido como alimento essencial para a recuperação e o desenvolvimento desses bebês, o leite materno contribui significativamente para a redução de infecções, complicações neonatais, tempo de internação e mortalidade infantil, sendo um importante aliado na assistência aos recém-nascidos mais vulneráveis. *Com informações da Secretaria de Saúde do DF
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Com mais de R$ 73,9 milhões, Novacap, pelo GDF na Sua Porta, amplia obras nas regiões administrativas
A Novacap segue desempenhando papel estratégico na execução do programa GDF na Sua Porta e promovendo melhorias estruturais em diversas regiões administrativas do Distrito Federal. Por meio da Diretoria de Obras, a companhia já executou e prepara novas intervenções que somam R$ 73.964.479,40 em investimentos, contemplando Itapoã, Paranoá, Riacho Fundo II, Samambaia, 26 de Setembro, Ceilândia, Planaltina, Arapoanga e Plano Piloto. Criado pela governadora Celina Leão para aproximar o Governo do Distrito Federal (GDF) da população, o programa reúne diversos órgãos em ações integradas que levam serviços, obras e atendimento direto às comunidades. A iniciativa permite identificar demandas prioritárias pelas regiões administrativas, acelerando soluções para problemas que impactam diretamente o cotidiano dos moradores. Itapoã foi a primeira cidade a receber o programa: campo de grama sintética já está sendo concluído | Fotos: Divulgação/Novacap Nas regiões já contempladas, a Novacap executa importantes intervenções de infraestrutura urbana. No Itapoã, primeira cidade a receber o programa, a companhia concluiu a construção de um campo de grama sintética no Itapoã Parque. Mobilidade e esporte Ações no Paranoá incluíram a construção e a recuperação de meios-fios No Paranoá, a Novacap está recuperando a Ponte Sobradinho dos Melos, uma antiga demanda da comunidade, melhorando as condições de mobilidade e segurança para quem utiliza a estrutura diariamente. A construção da Feira Permanente da cidade também já começou, e se aproxima de 10% de execução de obra. No Riacho Fundo II, os serviços incluem a reforma das calçadas do Caub I e II, que seguem em obras. Já em Samambaia, as equipes atuam na reforma e construção de calçadas, na reposição e instalação de meios-fios, além da recuperação e desobstrução de bocas de lobo. “Essa quadra vai mudar os nossos finais de tarde, porque vamos chegar da escola, do estágio e poder bater uma bolinha. Vai ser bom demais!” Matias Correia, morador da 26 de Setembro Na 26 de Setembro, a população será beneficiada com a implantação de uma quadra poliesportiva. As obras já foram iniciadas. “Essa quadra vai mudar os nossos finais de tarde, porque vamos chegar da escola, do estágio e poder bater uma bolinha. Vai ser bom demais!”, comemora o estudante Matias Correia, de 19 anos. Acessibilidade Em Ceilândia, as ações são amplas e contemplam retornos e acessos exclusivos, pavimentação de vias e estacionamentos, recuperação de rotatórias, obras de drenagem, reforma de calçadas e ciclovias, recuperação de erosões, manutenção de bocas de lobo, implantação de meios-fios, recuperação de calçadas em pedras portuguesas e construção de campo de grama sintética. “O GDF na Sua Porta representa uma nova forma de fazer gestão pública: mais próxima das pessoas e mais eficiente na entrega de resultados”, avalia o diretor-presidente da Novacap, Fernando Leite. “A Novacap tem atuado de maneira integrada para garantir que as obras saiam do papel e cheguem rapidamente à população, melhorando a infraestrutura urbana e a qualidade de vida nas regiões administrativas.” Em Planaltina, haverá obras de implantação e reforma de calçadas, recuperação e desobstrução da drenagem pluvial, implantação de dissipador de águas pluviais, serviços de contenção e recuperação de erosão no acesso à ponte, recuperação asfáltica, conserto de buracos e construção de um campo de grama sintética com aproximadamente 3 mil metros quadrados. Reformas urbanas [LEIA_TAMBEM]No Arapoanga, dentro da edição de Planaltina, os serviços incluem recuperação e desobstrução da drenagem pluvial, reforma das calçadas da Avenida Erasmo de Castro, recuperação asfáltica localizada e reparos em buracos, proporcionando mais segurança para motoristas e pedestres. Já no Plano Piloto, a atuação da Novacap será uma das mais abrangentes do programa. Estão previstos reparos asfálticos em cerca de 30 quilômetros de vias internas, além do recapeamento de mais de sete quilômetros de vias com fresagem. As equipes também irão aplicar aproximadamente 1.100 toneladas de massa asfáltica em consertos de buracos, reformar 41 mil metros quadrados de calçadas — o equivalente a 21 quilômetros de passeios públicos — e executar melhorias na drenagem urbana, incluindo recomposição de redes, reposição de tampas e estruturas pré-moldadas, desobstrução de aproximadamente 10 quilômetros de rede de drenagem e manutenção de cerca de 300 bocas de lobo. Está ainda prevista a recomposição de mais de seis quilômetros de meios-fios em diversos pontos da região. “Nosso compromisso é entregar intervenções que atendam às necessidades das regiões administrativas e contribuam para o desenvolvimento urbano e a melhoria da qualidade de vida da população” André Vaz, diretor de Obras da Novacap As ações executadas pela Diretoria de Obras reforçam a proposta do programa, que concentra esforços em diferentes frentes de trabalho para acelerar a solução das demandas e promover melhorias permanentes nas regiões atendidas. Infraestrutura Segundo o diretor de Obras da Novacap, André Vaz, a diversidade das intervenções demonstra a capacidade técnica da companhia em atuar simultaneamente em diferentes áreas da infraestrutura urbana. “Nosso compromisso é entregar intervenções que atendam às necessidades das regiões administrativas e contribuam para o desenvolvimento urbano e a melhoria da qualidade de vida da população”, afirma. Os resultados já são percebidos pelos moradores das regiões beneficiadas. Em Ceilândia, a auxiliar administrativa Maria de Fátima Oliveira elogia os benefícios das intervenções de drenagem e recuperação das bocas de lobo próximas à sua residência. “Quando chovia forte, a água acumulava na rua e chegava perto das calçadas”, lembra. “Era difícil passar a pé e até de carro. Depois que a Novacap fez a recuperação das bocas de lobo e melhorou a drenagem, a situação mudou bastante. Hoje a água escoa melhor e a gente se sente mais seguro. É importante ver que o governo está olhando para a nossa região e trazendo soluções que realmente fazem diferença no dia a dia dos moradores.” *Com informações da Novacap
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Fercal terá primeira creche pública
A governadora Celina Leão assinou, nesta sexta-feira (26), um acordo de cooperação técnica entre o Governo do Distrito Federal (GDF) e empresas de cimento para a construção da primeira creche pública da Fercal. O termo foi firmado pela administração regional da cidade com as empresas Cimento Planalto - Ciplan S/A e Pedreira Contagem. Conforme o documento, a unidade de educação infantil será erguida exclusivamente com recursos privados, com fornecimento de materiais, maquinário e mão de obra. O acordo foi celebrado durante visita da chefe do Executivo à fábrica da Ciplan, localizada no km 2,5 da DF-205. Para ela, a parceria entre o governo e iniciativa privada é fundamental para atender aos anseios da população em quesitos como infraestrutura, geração de renda e emprego. “Hoje foi um dia de conhecer quem produz, quem trabalha e de receber essa doação da creche com muito carinho. A comunidade da Fercal fica muito feliz”, afirmou. “Hoje foi um dia de conhecer quem produz, quem trabalha, e de receber essa doação da creche com muito carinho. A comunidade da Fercal fica muito feliz”, declarou a governadora Celina Leão | Fotos: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília “Soubemos pelo responsável da empresa que há a possibilidade de ampliação daqui. Se isso acontecer, são mais de 600 milhões investidos e mais empregos sendo gerados. Isso é muito importante porque aqui tem um produto fundamental para as nossas obras, que é o cimento”, comentou Celina Leão, citando também uma possível parceria no processamento de resíduos. O pavimento rígido está presente nas vias mais movimentadas do DF, como a Estrutural e a Hélio Prates. Para viabilizar a construção da creche, cabe à Administração Regional da Fercal a disponibilização do terreno e a garantia do acesso das equipes das empresas durante a vigência da obra, assegurar a celeridade no licenciamento edifício e ambiental e a execução das obras de acabamento, já na fase final, após a entrega da estrutura base, assegurando as condições necessárias para o funcionamento pedagógico da unidade. O administrador regional da Fercal, Fernando Madeira, salientou que a cidade recebeu uma série de investimentos ao longo dos últimos anos, beneficiando os mais de 9 mil moradores. “Nos últimos sete anos e meio, foram mais de 100 obras entregues à população, pavimentação em frente às escolas rurais, agora vindo a construção da creche”, comemorou. O acordo foi celebrado durante visita da governadora à fábrica da Ciplan A visita à fábrica da Ciplan ocorreu após a inauguração de um trecho de 2,7 km da DF-205, que beneficia mais de 10 mil pessoas diariamente, além de facilitar o deslocamento de veículos pesados e o escoamento rural. Durante a solenidade, a governadora autorizou, ainda, a pavimentação de 1,7 km da DF-326, na comunidade Lobeiral, e a reforma do Centro Comunitário do Alto da Bela Vista. Prestes a completar 70 anos, em 11 de setembro deste ano, a Fercal ocupa área de 15.438,01 hectares e reúne mais de 9 mil habitantes. Dos moradores, mais de 50% são do sexo masculino e a idade média é de 30 anos. Os dados são da Pesquisa Distrital por Amostra de Domicílios (Pdad) 2024.
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Aberto chamamento público para gestão do Serviço Veterinário Público do DF
A Secretaria Extraordinária de Proteção Animal do Distrito Federal (Sepan-DF) publicou o Edital de Chamamento Público nº 01/2026 para seleção de Organização da Sociedade Civil (OSC) responsável pela operacionalização do Serviço Veterinário Público (HVEP). O processo tem como objetivo a celebração de Termo de Colaboração para execução do serviço, que contempla a prestação gratuita de assistência veterinária a cães e gatos, incluindo atendimentos clínicos gerais, procedimentos diagnósticos, cirurgias eletivas e procedimentos especializados. A atuação da organização selecionada ocorrerá nas instalações já utilizadas pelo Serviço Veterinário Público, localizadas em Taguatinga, além da unidade móvel responsável por atendimentos itinerantes à população, garantindo a continuidade do atendimento em diferentes regiões do Distrito Federal. As propostas deverão ser enviadas exclusivamente por meio da Plataforma de Parcerias do Governo do Distrito Federal (GDF), dentro do prazo estabelecido no edital. O processo de seleção seguirá etapas de análise, classificação de propostas e fase de habilitação, conforme critérios técnicos definidos no documento. Entre os requisitos previstos, as organizações interessadas deverão comprovar experiência na execução de serviços compatíveis com o objeto da parceria, além de atender às exigências legais, fiscais e administrativas estabelecidas no edital. O processo tem como objetivo a celebração de Termo de Colaboração para execução do serviço, que contempla a prestação gratuita de assistência veterinária a cães e gatos | Foto: Divulgação/Sepan-DF Após a etapa de seleção, a organização classificada será convocada para apresentação de documentação de habilitação e posterior elaboração do plano de trabalho, que será analisado pela administração pública antes da formalização da parceria. Segundo o secretário de Proteção Animal, Cristiano Cunha, a iniciativa reforça a estruturação das políticas públicas de proteção e cuidado animal no Distrito Federal. “O chamamento público reforça o compromisso da Sepan com a organização e a continuidade do serviço veterinário público, garantindo que a execução do HVEP seja feita com base em critérios técnicos e legais”, afirmou o secretário. O edital completo está disponível no site da Sepan e na Plataforma de Parcerias do GDF. *Com informações da Secretaria Extraordinária de Proteção Animal do Distrito Federal (Sepan-DF)
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Governadora inaugura pavimentação da DF-205 na Fercal
Mais mobilidade para a população da Fercal: a governadora Celina Leão inaugurou, nesta sexta-feira (26), a pavimentação de 2,7 km da DF-205 Oeste, na região do Catingueiro, que beneficia mais de 10 mil pessoas diariamente. Na ocasião, a chefe do Executivo assinou a ordem de serviço para a pavimentação da DF-326, na comunidade Lobeiral, com investimento previsto de R$ 2 milhões, e a reforma do Centro Comunitário do Alto Bela Vista. As intervenções integram o conjunto de investimentos do Governo do Distrito Federal (GDF) para fortalecer a infraestrutura das áreas rurais, facilitar o acesso às comunidades, às escolas e ao escoamento da produção agrícola. “São entregas relevantes, principalmente as obras nas proximidades da escola, que são fundamentais para nós, pois garantem mais dignidade para que crianças e profissionais da educação possam chegar ao local com segurança e melhores condições”, ressaltou a governadora. Governadora Celina Leão: “São entregas relevantes, principalmente as obras nas proximidades da escola, que são fundamentais para nós, pois garantem mais dignidade para que crianças e profissionais da educação possam chegar ao local com segurança e melhores condições” | Foto: Lúcio Bernardo Jr / Agência Brasília O presidente do DER-DF, Fauzi Nacfur, destacou a importância das obras de pavimentação para o desenvolvimento da região, que reúne comunidades rurais e grandes indústrias de cimento. “Estamos praticamente a 50 quilômetros do centro da capital, em uma área rural e industrial. Entregamos 2,7 km pavimentados e, quando toda a ligação até Brazlândia estiver pronta, conseguiremos retirar boa parte dos caminhões que hoje passam pelo centro de Brasília”, afirmou. O trecho inaugurado contemplou serviços de terraplenagem, pavimentação, drenagem, sinalização horizontal e vertical, além de ciclovia, com investimento de mais de R$ 5,6 milhões. Segundo o presidente, a obra avança de forma gradual. “É uma obra cara e grande, mas estamos fazendo de pedacinho em pedacinho. A cada dois quilômetros, atendemos comunidades rurais e avançamos nessa importante ligação entre as regiões Norte e Oeste do Distrito Federal”, explicou Nacfur. "Entregamos 2,7 km pavimentados e, quando toda a ligação até Brazlândia estiver pronta, conseguiremos retirar boa parte dos caminhões que hoje passam pelo centro de Brasília” Fauzi Nacfur, presidente do DER Impacto Com investimento de R$ 2 milhões, a pavimentação de outra via, a DF-326, atenderá equipamentos públicos essenciais para a população: a Unidade Básica de Saúde (UBS) da região, o Centro de Ensino Fundamental Queima Lençol e a Escola Classe Lobeiral. A obra contempla 1,7 km da via, incluindo os serviços de terraplenagem, pavimentação, drenagem, sinalização horizontal e vertical, com recursos e maquinários do DER-DF. A pavimentação da estrada era aguardada há anos pela comunidade do Lobeiral. A diretora da Escola Classe Lobeiral, Samira Santana, afirma que a obra vai impactar diretamente a rotina dos 230 alunos da educação infantil e do ensino fundamental recebidos na unidade. “Hoje atendemos crianças que moram próximo da escola, mas também de comunidades mais distantes, como Engenho Velho e Queima Lençol. Todas dependem do transporte escolar, então a pavimentação vai ser muito importante para elas”, conta a diretora, que revela que os alunos já perceberam as mudanças da DF-205. “Algumas crianças já passaram pela DF-205, que foi pavimentada, e acharam excelente. Agora elas esperam o mesmo aqui.” Dona de casa, Tereza Souza, 52 anos, afirma que a pavimentação na DF-326 é a realização de um sonho antigo [LEIA_TAMBEM] Moradora da região há mais de 20 anos, a dona de casa Tereza Souza, 52 anos, afirma que a pavimentação na DF-326 é a realização de um sonho antigo. “Essa pavimentação representa tudo para a gente, era esperada há muitos anos. Tenho uma filha que faz faculdade e é muito difícil para ela por causa da poeira”, comentou. “A comunidade recebe essa obra de braços abertos. É um orgulho ver a nossa estrada asfaltada. Vamos poder caminhar com tranquilidade, sem poeira no rosto, sem o cabelo ficar duro de poeira.” Quem também comemora a autorização da obra é a artesã Aline Amaral, 36, que mora na comunidade desde que nasceu. Ela reforçou o benefício para a saúde e segurança dos moradores. “Tem muita poeira. Os carros passam o tempo todo e mal dá para enxergar a estrada. É muito ruim, prejudica a nossa saúde, a garganta fica ardendo por causa da poeira e a gente acaba adoecendo”, comentou Aline, que também costuma utiliza a DF-205. “Lá melhorou muito. Acabou boa parte da poeira, os carros passam com tranquilidade e não tem mais aqueles buracos. É essa melhora que a gente espera para a DF-326.” Ponto de convivência Com a autorização para reforma, o Centro Comunitário do Alto Bela Vista deve voltar a ser um ponto de encontro para a comunidade da região. O espaço foi construído há mais de uma década pelos próprios moradores, mas acabou abandonado ao longo dos anos. Neste ano, a comunidade doou o equipamento para a administração regional da cidade, que vai contratar empresa especializada para executar a reforma. A transferência do Centro Comunitário do Alto Bela Vista para a Administração Regional da Fercal foi oficializada por meio do Diário Oficial do Distrito Federal, publicado em 6 de maio deste ano. Após a incorporação do imóvel ao patrimônio público, a administração elaborou o projeto de reforma e iniciou o processo de contratação da empresa especializada para execução dos serviços. Localizado no km 12 da DF 150, o centro comunitário vai voltar a ser palco de reuniões, cursos, oficinas, atividades culturais e ações voltadas ao fortalecimento da comunidade Alto Bela Vista.
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Sala Lilás é inaugurada e programa Viva Flor é ampliado no DF
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Sala Lilás é inaugurada e programa Viva Flor é ampliado no DF
A Secretaria de Segurança Pública do Distrito Federal (SSP-DF) inaugurou, nesta sexta-feira (26), um novo espaço destinado ao atendimento humanizado de mulheres em situação de violência doméstica e familiar, a Sala Lilás, que passa a funcionar no Centro Integrado de Operações de Brasília (Ciob). Durante a solenidade, foi anunciada a expansão do Programa Viva Flor, que passará a atender mulheres em mais seis delegacias do Distrito Federal, o que amplia o acesso à tecnologia de proteção e fortalece a rede de enfrentamento à violência de gênero. A expansão leva o atendimento especializado a 8ª DP na Cidade Estrutural; 21ª DP em Taguatinga Sul; 26ª DP em Samambaia; 33ª DP em Santa Maria; 35ª DP Sobradinho; e 30ª DP em São Sebastião. O serviço já era oferecido, além das Delegacias Especiais de Atendimento à Mulher (Deams) I e II, na 6ª DP no Paranoá; na 16ª DP em Planaltina; na 18ª DP em Brazlândia; na 20ª DP no Gama; e na 27ª DP no Recanto das Emas. Desta forma, as vítimas de violência doméstica podem solicitar a inclusão imediata de mulheres no Programa Viva Flor durante o registro da ocorrência. Com a descentralização do atendimento, as mulheres em situação de risco deixam de depender exclusivamente das Deams para ingressar no programa e podem sair da delegacia já protegidas pelo sistema de monitoramento da SSP-DF. A escolha das novas unidades foi baseada em estudos técnicos da pasta, que identificaram regiões com maior incidência de violência doméstica e familiar e necessidade de ampliar a capacidade de resposta do Estado. Durante a solenidade, que contou com a presença de autoridades, foi anunciada a expansão do Programa Viva Flor | Fotos: Divulgação/SSP-DF O secretário de Segurança Pública, Alexandre Patury, afirmou que a inauguração da Sala Lilás e a ampliação do Programa Viva Flor representam um novo passo na qualificação do atendimento e no fortalecimento da prevenção à violência. “Temos um programa que salva vidas, mas entendemos que a tecnologia, por si só, não basta. Era preciso garantir que as mulheres fossem acolhidas com dignidade, privacidade e respeito no momento em que mais precisam do Estado. A Sala Lilás nasce com esse propósito e a expansão do Viva Flor para mais delegacias aproxima essa proteção das vítimas, permitindo que elas saiam da unidade policial já amparadas. São avanços construídos a partir da escuta das mulheres e do compromisso permanente de aperfeiçoar as políticas públicas de enfrentamento à violência contra a mulher”. A secretária da Mulher, Jackeline Aguiar, ressaltou que as medidas reforçam a atuação integrada da rede de proteção. “A proteção das mulheres se fortalece quando as instituições atuam de forma integrada. A Sala Lilás e a expansão do Viva Flor representam esse compromisso conjunto de oferecer acolhimento humanizado, resposta rápida e políticas públicas cada vez mais acessíveis para quem mais precisa da atuação do Estado.” Representando a governadora Celina Leão, a ex-comandante-geral da PMDF, coronel Ana Paula Habka, que atualmente é assessora especial da Governadoria, ressaltou que a integração entre os órgãos têm ampliado a capacidade de proteção do Estado. “A inauguração da Sala Lilás e a expansão do Viva Flor demonstram que a proteção das mulheres exige firmeza, mas também humanidade, acolhimento e trabalho integrado. São políticas públicas que fortalecem a atuação do Estado e fazem a diferença na vida de quem mais precisa.” "Era preciso garantir que as mulheres fossem acolhidas com dignidade, privacidade e respeito no momento em que mais precisam do Estado. A Sala Lilás nasce com esse propósito e a expansão do Viva Flor para mais delegacias aproxima essa proteção das vítimas, permitindo que elas saiam da unidade policial já amparadas" Alexandre Patury, secretário de Segurança Pública do DF Já o comandante-geral da PMDF, Rômulo Palhares, destacou a importância da atuação integrada entre as instituições e da participação da sociedade no enfrentamento à violência de gênero. “O enfrentamento à violência contra a mulher é um compromisso permanente da Polícia Militar e de toda a rede de proteção. Seguiremos atuando com prioridade, sensibilidade e integração para garantir respostas rápidas às vítimas, fortalecendo uma política pública que depende também da participação de toda a sociedade”. O Viva Flor é destinado às mulheres em situação de violência doméstica e familiar que possuem medidas protetivas ou são classificadas em situação de risco durante o atendimento realizado pela Polícia Civil do Distrito Federal. Após essa avaliação, a vítima é incluída no programa, que funciona por meio de um aplicativo instalado no telefone celular e utilizado como botão de emergência. O titular do Juizado de Violência Doméstica e Familiar Contra as Mulheres do Núcleo Bandeirante, juiz Ben-Hur Viza, destacou que o Viva Flor se consolidou como uma referência nacional na prevenção à violência. “O Distrito Federal tem construído políticas públicas que se tornaram referência no enfrentamento à violência contra a mulher. Quando vemos histórias como a da vítima que deu o depoimento hoje, percebemos que esse trabalho faz diferença porque salva vidas. É o resultado da atuação integrada entre o sistema de Justiça, a segurança pública e toda a rede de proteção.” Para a defensora pública do DF, Antônia Carneiro, as medidas fortalecem ainda mais o atendimento às vítimas. “O Viva Flor é um programa que salva vidas e se tornou referência para o Distrito Federal e para o país. A inauguração da Sala Lilás representa mais um avanço dessa política pública, qualificando o acolhimento das mulheres e fortalecendo uma atuação integrada que tem produzido resultados concretos na prevenção do feminicídio.” Uma das beneficiárias do Programa Viva Flor há quase um ano, contou que o dispositivo devolveu a tranquilidade para reconstruir a vida após anos de violência doméstica. Segundo ela, o atendimento rápido das forças de segurança foi decisivo para evitar uma tragédia. “No dia em que acionei o Viva Flor, achei que não sairia viva. A Polícia Militar chegou em questão de segundos e mudou a minha história. Hoje eu consigo sair de casa com meus filhos sabendo que, se eu precisar, o Estado estará ao meu lado. Esse programa me devolveu a segurança, a liberdade e a esperança de recomeçar.” Ao ser acionado, o chamado recebe prioridade máxima no Ciob, possibilitando o envio imediato de equipes da Polícia Militar do Distrito Federal. “A expansão do Viva Flor significa levar proteção para mais perto de quem precisa. Hoje, a mulher já pode sair da delegacia com acesso imediato ao programa, recebendo atendimento prioritário sempre que estiver em situação de risco. É uma política pública construída em rede que salva vidas e devolve às mulheres a segurança para retomarem suas vidas”, ressaltou a secretária-executiva Institucional e de Políticas de Segurança Pública, Regilene Siqueira. Também inaugurada nesta sexta-feira, a Sala Lilás passa a integrar a estrutura do Ciob como espaço permanente de acolhimento às mulheres em situação de violência doméstica e familiar Nos casos em que o aparelho celular não seja compatível com o aplicativo, a Secretaria disponibiliza um Dispositivo de Proteção à Pessoa (DPP), garantindo o mesmo nível de monitoramento e prioridade no atendimento. Desde 2018, 3.276 mulheres já foram atendidas pelas tecnologias de proteção da SSP-DF. Atualmente, 2.031 mulheres permanecem vinculadas ao programa. Os resultados reforçam a efetividade da iniciativa: nenhuma mulher assistida pelo Viva Flor foi vítima de feminicídio enquanto esteve sob proteção do programa. Atendimento humanizado "Hoje eu consigo sair de casa com meus filhos sabendo que, se eu precisar, o Estado estará ao meu lado. Esse programa me devolveu a segurança, a liberdade e a esperança de recomeçar" Depoimento de beneficiária do programa Viva Flor Também inaugurada nesta sexta-feira, a Sala Lilás passa a integrar a estrutura do Ciob como espaço permanente de acolhimento às mulheres em situação de violência doméstica e familiar. O ambiente foi planejado para oferecer atendimento reservado, humanizado e qualificado às mulheres que procuram a Secretaria de Segurança Pública para acessar políticas como o Viva Flor e o Dispositivo de Proteção à Pessoa. A unidade funcionará 24 horas por dia, todos os dias da semana, incluindo finais de semana e feriados, garantindo atendimento ininterrupto às mulheres em situação de vulnerabilidade. A estrutura conta com recepção, sala de atendimento individualizado para escuta qualificada, ambiente reservado para acolhimento e brinquedoteca, proporcionando maior conforto às mulheres acompanhadas de seus filhos durante o atendimento. Além do acolhimento realizado pelas equipes da SSP-DF, a Sala Lilás também foi estruturada para ampliar o acesso aos serviços da rede de proteção, com a oferta de orientações nas áreas jurídica, psicológica e de assistência social, por meio de parcerias institucionais e Acordos de Cooperação Técnica com instituições de ensino superior. *Com informações da SSP-DF
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AVISO DIA 29 - PONTO FACULTATIVO PERÍCIA MÉDICA
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GDF investe R$ 36,9 milhões em novo bloco de doenças raras do Hospital de Apoio de Brasília
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Fim de semana terá provas de línguas estrangeiras do programa Pontes para o Mundo
A Secretaria de Educação (SEEDF) realiza, neste fim de semana, a prova de conhecimentos em línguas estrangeiras do programa Pontes para o Mundo 2026. Ao todo, 1.177 estudantes foram convocados para esta etapa da seleção, que será aplicada no sábado (27) e no domingo (28), em diferentes locais e horários. No dia da prova, é obrigatório apresentar documento oficial com foto. Estudantes foram orientados a chegar com, pelo menos, 30 minutos de antecedência | Foto: Divulgação/SEEDF “A prova tem duração de uma hora e o resultado será divulgado no dia 6 de julho” David Nogueira, coordenador do programa O coordenador do programa, David Nogueira, orienta os candidatos a verificar com antecedência o dia, o horário e o local da prova. As informações foram enviadas para o e-mail institucional de cada um dos inscritos e também estão disponíveis no site da SEEDF. Segundo David Nogueira, a maior parte das avaliações será realizada no sábado para facilitar a participação dos estudantes e de suas famílias. Já as provas de domingo são destinadas aos candidatos que, por motivos religiosos ou necessidades específicas, não poderão fazer a avaliação no primeiro dia. Confira o local da prova aqui. “No dia da prova, é obrigatório apresentar um documento oficial com foto. Sem ele, não será possível realizar a avaliação. Também recomendamos chegar com pelo menos 30 minutos de antecedência, já que cada candidato foi convocado para um horário específico. A prova tem duração de uma hora e o resultado será divulgado no dia 6 de julho”, explicou o coordenador. [LEIA_TAMBEM]As provas serão aplicadas em dois turnos, pela manhã e à tarde. Os horários de cada candidato estão disponíveis na lista de convocados. Em todas as etapas, a entrada na sala será permitida 30 minutos antes do início, e os portões serão fechados 15 minutos após o horário previsto. Vagas ampliadas Criado em 2025, o Pontes para o Mundo levou 102 alunos da rede pública para um intercâmbio de três meses em instituições de ensino do Reino Unido. Em 2026, o programa foi ampliado, o número de participantes subiu para 400 estudantes e, além dos países que compõem o Reino Unido, também haverá instituições no Canadá, na França e na Espanha. O programa do Governo do Distrito Federal (GDF), promovido por meio da SEEDF, amplia as oportunidades de aprendizagem de idiomas e oferece experiências educacionais e culturais aos estudantes da rede pública. Até agora, os candidatos foram avaliados por critérios documentais. A partir desta etapa, o conhecimento do idioma escolhido passa a ser o principal critério para definir os 400 selecionados que irão ao intercâmbio. Os alunos aprovados terão uma imersão de 13 a 16 semanas no exterior, com atividades promovidas exclusivamente na língua do país de destino e convivência com estudantes de diferentes nacionalidades. Cronograma Após a prova de idiomas, o cronograma prevê a divulgação do resultado preliminar em 6 de julho, com prazo para recursos entre 7 e 8 de julho. O resultado final será divulgado em 29 de julho. Para mais informações, os candidatos podem acessar a página do programa. *Com informações da SEEDF
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Divulgação do programa: Luz,câmara e formação!
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Projeto apoiado pela FAPDF desenvolve tecnologia para controle de voo de foguetes
A Fundação de Apoio à Pesquisa do Distrito Federal (FAPDF) incentiva o desenvolvimento de uma tecnologia considerada estratégica para o setor aeroespacial brasileiro: o sistema de vetorização de empuxo para motores de foguetes. A pesquisa é realizada na Universidade de Brasília (UnB), no Laboratório de Propulsão Química (CPL), sob coordenação do professor Olexiy Shynkarenko. O projeto "Desenvolvimento e teste do sistema de vetorização de empuxo para motores de foguetes” foi contemplado pelo edital Demanda Espontânea, na modalidade de pesquisa tecnológica, com investimento de R$ 140 mil. A proposta tem como objetivo desenvolver e testar um sistema compacto de vetorização de empuxo em nível de maturidade tecnológica TRL 4, que corresponde à validação de componentes em ambiente de laboratório. Na prática, o empuxo é a força de propulsão gerada pelo motor para impulsionar o foguete. O sistema de vetorização de empuxo permite controlar a direção dessa força, corrigindo e orientando a trajetória durante o voo. Essa tecnologia é fundamental para veículos suborbitais, foguetes de sondagem e futuras aplicações em sistemas espaciais mais complexos. Segundo o professor Olexiy Shynkarenko, coordenador do projeto e do Laboratório de Propulsão Química da UnB, a equipe já dominava estudos de propulsão híbrida em motores de pequeno porte. O desenvolvimento do sistema de vetorização de empuxo, conhecido pela sigla TVC, foi o passo seguinte para avançar da propulsão estática para o controle ativo de voo. “A capacidade de controlar a trajetória é o que viabiliza veículos espaciais guiados”, destaca o pesquisador. A tecnologia tem importância estratégica porque o controle de voo é uma das etapas mais sensíveis do desenvolvimento aeroespacial. Em situações de baixa velocidade ou em ambientes de vácuo, por exemplo, o controle por superfícies aerodinâmicas não é suficiente. Nesses casos, direcionar o empuxo do motor se torna essencial para manter a trajetória planejada. O projeto "Desenvolvimento e teste do sistema de vetorização de empuxo para motores de foguetes” foi contemplado pelo edital Demanda Espontânea, na modalidade de pesquisa tecnológica, com investimento de R$ 140 mil | Fotos: Divulgação/FAPDF Além do impacto científico, o domínio dessa tecnologia também contribui para a soberania tecnológica do país. De acordo com o pesquisador, sistemas desse tipo costumam ter acesso restrito no mercado internacional, o que reforça a necessidade de desenvolver soluções nacionais para reduzir a dependência de fornecedores externos. Da simulação ao teste em laboratório O projeto envolve diferentes etapas de pesquisa, desenvolvimento e validação. O trabalho começa com cálculos estruturais e simulações computacionais, usados para prever o comportamento do fluxo de gases, das temperaturas e dos esforços mecânicos envolvidos. Depois, a equipe desenvolve a parte mecânica do sistema, realiza a prototipagem e faz testes de integração com eletrônica e atuadores. Na etapa final, o sistema é acoplado a um motor de foguete em bancada de testes, permitindo a realização de ensaios em condições próximas às necessárias para validar a tecnologia em ambiente laboratorial. Esse processo é o que caracteriza o avanço do projeto para o TRL 4, nível que indica a validação de um componente em laboratório. Outro ponto importante é a preocupação em utilizar materiais, componentes e capacidades industriais disponíveis no Brasil. A equipe priorizou componentes comerciais, ligas metálicas de fácil acesso e processos convencionais de fabricação, de forma a tornar o sistema mais viável para produção nacional e reduzir gargalos de importação. Impacto para o Distrito Federal e para o setor aeroespacial O desenvolvimento do sistema de vetorização de empuxo pode fortalecer a posição do Brasil no setor aeroespacial ao permitir que projetos nacionais avancem da fabricação de componentes isolados para a engenharia de sistemas integrados. A pesquisa também pode abrir oportunidades para empresas nacionais, startups e indústrias de alta tecnologia. Isso porque o sistema envolve áreas como atuadores eletromecânicos, aquisição de dados, algoritmos de controle e integração mecatrônica, conhecimentos que também podem ser aplicados em automação, robótica e sistemas de posicionamento de precisão. Para o Distrito Federal, o projeto contribui diretamente para a formação de recursos humanos qualificados, especialmente na área de Engenharia Aeroespacial da UnB. A proposta também tem potencial para ampliar a produção científica, gerar cooperações com empresas do setor e fortalecer o ecossistema de ciência, tecnologia e inovação local. Sistema de vetorização de empuxo desenvolvido para controle de voo de foguetes. O apoio da FAPDF foi essencial para que a pesquisa avançasse. O fomento possibilitou a ampliação da infraestrutura do Laboratório de Propulsão Química da UnB e inseriu o Distrito Federal em atividades práticas de desenvolvimento de subsistemas aeroespaciais. Para o professor Olexiy, o investimento permitiu elevar a pesquisa a um novo patamar. “O fomento da FAPDF viabilizou a infraestrutura necessária para elevar a pesquisa de vetorização de empuxo à fase de testes físicos”, afirma. Segundo o pesquisador, atualmente a UnB se destaca por trabalhar com sistemas de vetorização de empuxo de dois graus de liberdade, o que amplia a capacidade de controle e coloca a universidade em posição relevante entre instituições brasileiras que atuam na área. Estratégia para o setor O avanço da pesquisa também se conecta a um movimento mais amplo de fortalecimento do setor aeroespacial no Distrito Federal. Na última semana, foi lançado oficialmente o hub de Inovação Aeroespacial do Parque Científico e Tecnológico da Universidade de Brasília (PCTec/UnB), durante o SpaceBR Show 2026, realizado em São Paulo. A iniciativa, que tem a FAPDF e a Agência Espacial Brasileira (AEB) entre os parceiros, busca ampliar o protagonismo de Brasília no desenvolvimento de soluções voltadas à economia espacial, à inteligência territorial e à soberania nacional. O hub foi criado como uma plataforma de articulação entre governo, universidades, centros de pesquisa, empresas, startups, investidores e organismos internacionais. Entre os principais eixos de atuação estão inteligência artificial aplicada, monitoramento territorial, drones, nanossatélites, segurança cibernética, tecnologias de uso dual e desenvolvimento de startups deep tech. A proposta reforça o ambiente de inovação no qual pesquisas como a de vetorização de empuxo estão inseridas, contribuindo para consolidar o Distrito Federal como um dos polos estratégicos do setor aeroespacial no país. Próximos passos A base técnica desenvolvida no projeto já começa a ser incorporada em novas pesquisas do laboratório. Um dos desdobramentos é o projeto SARA v3, apoiado pelo CNPq, que prevê um motor híbrido de 1 kN f, ou seja, com força de propulsão equivalente, aproximadamente, ao peso de 100 kg na Terra. A experiência acumulada com o apoio da FAPDF permitiu que esse novo motor fosse concebido já com suporte estrutural para vetorização de empuxo, preparando a tecnologia para futuras etapas de qualificação em bancada e integração em veículos experimentais. *Com informações da Fundação de Apoio à Pesquisa do Distrito Federal (FAPDF)
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Moradores da Fercal terão multas por ligações de água substituídas por advertências
Mais de 2 mil famílias da Fercal serão beneficiadas por novas medidas de regularização do abastecimento de água anunciadas nesta sexta-feira (26), durante agenda da governadora Celina Leão na região administrativa. A iniciativa do Governo do Distrito Federal (GDF), por meio da Companhia de Saneamento Ambiental (Caesb), prevê a substituição de multas por advertências, limite para cobrança do consumo retroativo e parcelamento da dívida em até 36 meses. A Caesb também passará a oferecer condições mais acessíveis para que os moradores regularizem as ligações de água, em uma ação que busca ampliar a segurança hídrica, reduzir perdas e garantir atendimento regular à população. A medida foi possível após atualização normativa da Agência Reguladora de Águas, Energia e Saneamento Básico do Distrito Federal (Adasa), que passou a permitir a substituição das multas por advertências em casos específicos de irregularidades históricas no abastecimento. A governadora Celina Leão destacou que a ação leva dignidade à população da Fercal | Fotos: Lúcio Bernardo Jr./ Agência Brasília “Não tem nada que indigna mais as pessoas do que conta, principalmente quem quer pagar em dia. Essa ação da Caesb está tirando essas multas da população. É uma decisão que dá dignidade para a pessoa chegar em casa e falar assim: ‘Eu não devo mais essa dívida’. E isso é muito importante para as pessoas daqui, são mais de 2 mil famílias”, defendeu Celina Leão. A mudança beneficia principalmente moradores que aguardavam a regularização formal das ligações de água. Em muitos casos, a rede de abastecimento já havia sido instalada, mas sem a colocação dos hidrômetros, o que levou famílias a realizarem ligações irregulares enquanto aguardavam a medição oficial. Além da retirada das multas, a cobrança do consumo retroativo terá um teto e poderá ser parcelada em até 36 meses. Para a maioria dos moradores da Fercal, enquadrados na Tarifa Social, o valor devido ainda será reduzido em 50%. A advertência não gera custo adicional ao morador Segundo a companhia, a advertência não gera custo adicional ao morador. Com isso, o usuário passa a pagar apenas pelo consumo medido, considerando a tarifa mínima, com parcelamento facilitado ao longo de até três anos. A medida beneficia famílias que vêm aderindo ao processo de regularização e faz parte das políticas públicas definidas pelo Executivo local para assegurar e reforçar a universalização do saneamento básico no DF e de levar mais segurança ao abastecimento de água na região. A iniciativa também contribui para reduzir perdas de água e combater o desperdício, garantindo que toda comunidade seja atendida de forma regular e segura. Regularização em andamento O presidente da Caesb, Luís Antônio Reis, explicou que o processo de regularização na Fercal vem sendo conduzido desde o ano passado e já resultou em mais de mil ligações regularizadas em toda a região administrativa, que inclui localidades como Bela Vista e Queima Lençol. A expectativa do presidente da Caesb, Luís Antônio Reis, é zerar as pendências em contas da cidade até o fim deste ano “As pessoas acabaram fazendo ligações irregulares nas suas casas aguardando a instalação dos hidrômetros. Com a atualização da norma da Adasa, essas multas deixam de ser aplicadas e passam a ser substituídas por advertências, o que permite uma regularização mais justa para a comunidade”, afirmou. [LEIA_TAMBEM]Segundo ele, a expectativa é zerar as pendências até o fim de 2026. Para isso, a companhia mantém um ponto fixo de atendimento na Fercal e equipes em campo realizando visitas porta a porta para orientar os moradores sobre o processo de regularização. “Hoje mesmo tem uma tenda da Caesb, um ponto de atendimento na Fercal, e estamos chamando a comunidade, passando de porta em porta, para que isso aconteça de forma tranquila e segura”, destacou. A ação também está alinhada ao programa Água Legal, iniciativa da Caesb voltada para a ampliação do acesso regular à água em comunidades mais vulneráveis e em áreas de ocupação consolidada no Distrito Federal. *Com informações da Caesb
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Como aproveitar as festas juninas sem parar na emergência
O cheiro de milho cozido, a canjica fumegante, as fogueiras acesas e o som do forró fazem parte das lembranças mais afetivas das festas juninas. Mas, para algumas pessoas, a celebração termina de forma bem diferente: em uma sala de emergência. Olho maior que a barriga: tenha cuidado com alimentos ricos em açúcar, gordura e sódio | Fotos: Divulgação/IgesDF Queimaduras provocadas por fogueiras e fogos de artifício, intoxicações alimentares, crises hipertensivas, aumento da glicemia e agravamento de doenças respiratórias estão entre os problemas de saúde que costumam se tornar mais frequentes durante o período junino. A combinação entre temperaturas mais baixas, consumo excessivo de alimentos ricos em açúcar, gordura e sódio, além do uso inadequado de artefatos com fogo, exige atenção redobrada. “Sou diabética e não me colocava limites. Comia canjica, pamonha, bolo, cachorro-quente, sem pensar nas consequências. Até que passei mal durante um arraial e precisei procurar atendimento de emergência” Elenice Mendes, aposentada Há dois anos, a aposentada Elenice Mendes, 71 anos, descobriu isso da pior maneira. Apaixonada pelas tradições juninas, ela aproveitava os arraiais sem se preocupar com os impactos da alimentação sobre a própria saúde. “Sou diabética e, por muito tempo, não me colocava limites. Comia canjica, pamonha, bolo, cachorro-quente, sem pensar nas consequências. Até que passei mal durante um arraial. Fiquei enjoada, com a visão embaçada e muito tonta, e precisei procurar atendimento de emergência. Foi um susto que serviu de aprendizado. Hoje sei que preciso me controlar”, relata. De acordo com o médico clínico e gastroenterologista Álvaro Modesto, profissional que atua no Hospital Cidade do Sol (HSol), unidade gerida pelo Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do DF (IgesDF), pessoas com doenças crônicas não devem encarar as festas juninas como um período de exceção. “Quem convive com diabetes, hipertensão ou outras doenças em que a alimentação faz parte do tratamento precisa manter os cuidados mesmo durante as comemorações. O diabético continua precisando controlar a ingestão de açúcares e carboidratos, enquanto o hipertenso deve evitar o excesso de alimentos ricos em sódio”, explica. Cuidado com fogueiras e fogos de artifício: acidentes podem causar queimaduras profundas, lesões oculares e sequelas permanentes Queimaduras ainda são um dos principais perigos Outro risco associado aos festejos juninos está relacionado ao uso de fogueiras e fogos de artifício. As crianças merecem atenção especial, já que acidentes podem causar queimaduras profundas, lesões oculares e sequelas permanentes. “Com alguns cuidados simples, é possível aproveitar as tradições, saborear as comidas típicas e celebrar com a família sem colocar a saúde em risco” Álvaro Modesto, médico clínico e gastroenterologista A orientação é manter distância segura das chamas, não permitir brincadeiras próximas às fogueiras e nunca utilizar álcool ou outros líquidos inflamáveis para acender o fogo. Caso ocorra uma queimadura, o primeiro socorro deve ser feito apenas com água corrente em temperatura ambiente. “Não devem ser aplicados gelo, manteiga, pasta de dente, borra de café ou qualquer outro produto caseiro sobre a lesão. Essas práticas podem piorar a queimadura e dificultar o tratamento”, orienta Modesto. O frio também pode representar um risco Além das comidas típicas e das fogueiras, as baixas temperaturas características desta época do ano também merecem atenção. O frio favorece a circulação de vírus respiratórios e provoca alterações no funcionamento do organismo, aumentando os riscos para crianças, idosos e pessoas com doenças crônicas, como hipertensão e problemas cardiovasculares. [LEIA_TAMBEM]Segundo o especialista, a queda da temperatura provoca uma contração natural dos vasos sanguíneos, o que pode elevar a pressão arterial e aumentar a chance de complicações em pacientes hipertensos. Outro fator que preocupa é a redução da ingestão de líquidos. “O frio não aumenta apenas os casos de gripes e resfriados. Ele também provoca alterações no funcionamento do organismo, favorecendo a elevação da pressão arterial e exigindo cuidados extras com a hidratação, principalmente entre pessoas mais vulneráveis.” Quando é hora de procurar ajuda? Em casos de urgência e emergência, a população pode procurar as unidades de pronto atendimento (UPAs) da rede ou os serviços hospitalares de referência. A recomendação é buscar atendimento médico diante de sinais como: → Falta de ar ou dificuldade para respirar; → febre persistente; → vômitos e diarreia intensos; → queimaduras extensas ou profundas; → dor no peito; → alterações importantes da pressão arterial; → sintomas de hiperglicemia, como visão turva, tontura e mal-estar. “Com alguns cuidados simples, é possível aproveitar as tradições, saborear as comidas típicas e celebrar com a família sem colocar a saúde em risco”, orienta o gastroenterologista. *Com informações da IgesDF
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GDF lança edital de R$ 36,9 milhões para construção de Bloco de Doenças Raras do Hospital de Apoio
Começa a sair do papel o novo Bloco de Doenças Raras do Hospital de Apoio de Brasília (HAB), no Noroeste. A governadora Celina Leão assinou, na manhã desta sexta-feira (26), a ordem de serviço de lançamento do edital de licitação para a construção da área, com investimento previsto de R$ 36,9 milhões. O complexo vai funcionar dentro do HAB, com o objetivo de ampliar a capacidade de atendimento, suprir uma demanda reprimida antiga da população do Distrito Federal e acabar com a dispersão dos serviços. Estima-se que cerca de 13 milhões de pessoas convivam com doenças raras no Brasil, das quais cerca de 150 mil estão no DF. Emocionada, a governadora relembrou a história familiar e a própria trajetória em defesa das doenças raras. “O recurso para essa grande obra eu coloquei ainda quando era deputada federal. E é uma obra para que a gente tenha um lugar onde todas essas famílias se encontrem, um lugar onde todas sejam acolhidas. Nós temos os melhores profissionais dessa área, são eles que dividem o luto com as famílias, mas com a esperança de fazer algo diferente. Isso aqui para mim é muito simbólico. Isso faz parte da minha família. Eu tenho certeza que daqui vai sair pesquisa e conhecimento, mas, principalmente, aquilo que as famílias pedem, que é acolhimento. O fechamento do diagnóstico de uma pessoa que tem doença rara é muito difícil. O meu choro, hoje, não é choro de tristeza, meu choro é de emoção, de alegria. Porque se minha vida pública terminasse hoje, teria valido a pena”, destacou a chefe do Executivo. A governadora Celina Leão assinou, na manhã desta sexta-feira (26), a ordem de serviço de lançamento do edital de licitação para a construção da área, com investimento previsto de R$ 36,9 milhões | Fotos: Matheus Borges / Agência Brasília O valor máximo previsto para levantar o projeto é de R$ 36.897.301,22. Para dar mais agilidade e garantir a qualidade da entrega, a contratação será por meio do regime de contratação integrada. Isso significa que a mesma empresa ficará responsável por todas as etapas: a elaboração dos projetos básico e executivo (arquitetura e engenharia), a execução completa da obra e a instalação de todos os equipamentos, além dos testes e comissionamentos. Na prática, isso garante que o Governo do Distrito Federal (GDF) receberá a unidade em pleno funcionamento, pronta para começar a cuidar de quem mais precisa de acolhimento e diagnóstico especializado. “O recurso para essa grande obra eu coloquei ainda quando era deputada federal. E é uma obra para que a gente tenha um lugar onde todas essas famílias se encontrem, um lugar onde todas sejam acolhidas" Governadora Celina Leão Criado para ser um verdadeiro centro de excelência, o novo bloco terá uma área construída de 4.005,72 m². O espaço foi pensado para garantir um cuidado integral — desde o diagnóstico até o tratamento e o aconselhamento genético. O projeto contempla ambientes humanizados e acessíveis, adaptados para pacientes crônicos, crianças, pessoas com deficiência e familiares. Hoje, a Unidade de Genética do HAB já é habilitada pelo Ministério da Saúde como Serviço de Referência em Doenças Raras e é um polo estratégico para toda a região Centro-Oeste. No entanto, devido às limitações de espaço físico, a unidade ainda depende do suporte de outras unidades da rede pública para complementar a assistência prestada aos pacientes. Com a implantação do novo prédio, o cenário muda. A estrutura vai concentrar em uma única unidade as atividades que atualmente estão distribuídas em diferentes hospitais. Isso reduz os deslocamentos dos pacientes, qualifica os fluxos de atendimento e integra ambulatórios, laboratórios e salas de infusão. A Novacap é responsável pelo processo licitatório e pela execução da obra O secretário de Saúde, Juracy Lacerda, destacou a importância do centro também para a pesquisa científica. “Pacientes com doença rara e familiares hoje têm uma grande dificuldade de chegar ao diagnóstico. São os invisíveis. Tenho a certeza que esse bloco vai ser muito focado em toda a linha de cuidado, desde o diagnóstico e todo o acompanhamento dos pacientes. Nós vamos torná-los visíveis e vamos ser um centro de referência nacional para isso. E eu tenho certeza também que isso vai fomentar muito a pesquisa. Com os profissionais daqui, com os equipamentos de ponta que aqui estarão, nós vamos fomentar muito novas linhas de tratamento e, quem sabe, estudos que sairão daqui poderão produzir medicamentos para a nossa população e para o mundo”, projetou. Impacto real A importância dessa centralização ganha vida com o impacto humano gerado pelo hospital. Naiane Aparecida, de 30 anos, mãe do pequeno Levi, 3, ilustra o valor imensurável desse atendimento integrado. Levi foi diagnosticado com galactosemia clássica — uma condição perigosa em que o corpo apresenta níveis baixos da enzima responsável por metabolizar o açúcar — logo nos primeiros dias de vida, por meio do teste do pezinho. Graças à Unidade de Genética do HAB, que atua como Serviço de Referência, a moradora de Sobradinho encontrou não apenas o diagnóstico rápido, mas todo o amparo psicológico e o suporte contínuo para o tratamento do filho, desde médicos e exames até o fornecimento de leites especiais. “Desde o começo, eu sempre fui bem amparada, bem acolhida. Eu sempre falo que é um hospital de referência, um hospital muito bom”, afirma Naiane, animada com o novo bloco. “Fiquei mais feliz ainda, porque a gente já é muito bem recebido, ampliando vai ficar melhor ainda. Eu estou super feliz por isso”, comemora a dona de casa. Naiane Aparecida com o filho Levi: “Fiquei mais feliz ainda, porque a gente já é muito bem recebido, ampliando vai ficar melhor ainda. Eu estou super feliz por isso” [LEIA_TAMBEM]Inovação e cuidado humanizado A obra será executada pela Novacap. Para o presidente Fernando Leite, a construção do novo bloco tem relevância histórica e social. “Essa obra é muito importante para todo mundo que conhece a história do Distrito Federal e se preocupa com a questão da saúde. Esse é um bloco que a gente chama de centro de referência de doenças raras, que é cobrado e reivindicado há mais de 10 anos. A Novacap é responsável pelo processo licitatório e pela execução da obra. É uma obra grandiosa pela sua importância. Para quem conhece a história, para quem tem familiares com esses problemas, hoje é um dia de comemorar", celebrou o presidente. A edificação será dividida estrategicamente em três níveis para otimizar o funcionamento: Pavimento semienterrado: será a linha de frente do atendimento ao público, com os consultórios e as salas de infusão. Pavimento térreo: o coração científico e administrativo, onde ficarão os laboratórios especializados, a recepção de amostras, a área administrativa e um auditório. Pavimento técnico: andar destinado aos equipamentos e sistemas necessários para manter a unidade funcionando perfeitamente. Entre os serviços de excelência que estarão no novo centro, destacam-se a genética clínica, biologia molecular, citogenética, oncogenética, neurogenética, tratamento de doenças metabólicas e a triagem neonatal ampliada. Os pacientes também terão à disposição um atendimento multiprofissional especializado. Além da parte clínica, o projeto reserva espaços importantes para a educação permanente, a pesquisa e a articulação da rede de saúde. Para o diretor do HAB, Alexandre Lira, a assinatura do edital representa o fim de uma longa espera e o marco de uma nova fase para milhares de famílias. "A gente já faz o diagnóstico de 62 doenças por meio da triagem neonatal. Somos o maior da América Latina, não só do Brasil. Estamos na referência mundial. Então, a gente já dá o diagnóstico desses pacientes e, agora com um centro de referência, a gente vai dar o diagnóstico e tratar esses pacientes aqui dentro do hospital em Brasília. É um local em que a gente vai acolher os pacientes, vai fazer consulta e tratar esses pacientes", comemorou o diretor. "A gente já faz o diagnóstico de 62 doenças por meio da triagem neonatal. Somos o maior da América Latina, não só do Brasil. Estamos na referência mundial" Alexandre Lira, diretor do HAB Novos exames A governadora Celina Leão aproveitou a assinatura para visitar e inaugurar a nova sala de densitometria óssea do HAB. Segundo o diretor do hospital, o equipamento vai fortalecer a rede não só do DF, mas também do Entorno. “Esse aparelho dá o diagnóstico de doenças metabólicas e da osteoporose. Como a população está envelhecendo, ou seja, a proporção de tempo para esse paciente com osteoporose é maior. A osteoporose causa fraturas e com esse aparelho é possível atender os pacientes, dar um diagnóstico precoce e tratar e prevenir a osteoporose. Com isso, melhora a qualidade de vida desses pacientes. Isso é de grande importância. Tem uma fila grande para a densitometria óssea, tem poucos aparelhos em Brasília”, afirmou.
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Aviário de imersão do zoológico é fechado temporariamente para bem-estar de araras em período reprodutivo
O aviário de imersão do Zoológico de Brasília estará temporariamente fechado para visitação a partir desta sexta-feira (26). A medida foi adotada pela equipe técnica da instituição após a confirmação de que um casal de araras-vermelhas iniciou o período de reprodução e já possui ovos no ninho. Com a visitação suspensa, araras-vermelhas podem aproveitar sem estresse o período de incubação dos ovos | Foto: Divulgação/FJZB O fechamento tem como principal objetivo garantir mais tranquilidade e privacidade às aves durante essa fase, considerada extremamente sensível para o sucesso do desenvolvimento dos filhotes. A redução da circulação de visitantes no ambiente contribui para minimizar possíveis situações de estresse, favorecendo o comportamento natural do casal. [LEIA_TAMBEM]Além de proporcionar uma experiência imersiva e aproximar o público das aves em um ambiente que promove a educação ambiental, o aviário de imersão tem como prioridade absoluta o bem-estar dos animais que vivem no local. Sempre que necessário, as atividades de visitação podem ser suspensas para assegurar as melhores condições aos indivíduos sob cuidados da instituição. O Zoológico de Brasília informará, por meio de seus canais oficiais, quando o aviário de imersão estiver apto para receber novamente os visitantes. Enquanto isso, o público poderá conhecer as demais atrações da instituição, que seguem funcionando normalmente. *Com informações da Fundação Jardim Zoológico de Brasília (FJZB)
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Aviário de Imersão do Zoo é fechado temporariamente para bem-estar de araras em período reprodutivo
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Peça teatral com parceria do GDF homenageia o artista Alexandre Ribondi
Quando um artista parte, o que fica é o que ele construiu. No caso de Alexandre Ribondi, ficou muito: um jeito de fazer teatro, uma escola de formação de atores, uma luta por direitos que mudou histórias e uma cidade que, em certa medida, aprendeu a se ver no palco graças a ele. No próximo domingo (28), às 19h, o Teatro Mapati (707 Norte), em Brasília, recebe a estreia de Felicidade invisível, um espetáculo que traz à cena a intimidade, as contradições e a generosidade de um homem que ajudou a construir as bases do teatro brasiliense. Viabilizada em parceria com a Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal (Secec-DF), com recursos da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura (PNAB), a montagem é uma criação da Cia Ruiva de Teatro Ribondiano — Casa dos Quatro e nasce de uma pesquisa aprofundada sobre a vida e a obra de Ribondi. O espetáculo e sua narrativa foram construídos a partir de textos não dramatúrgicos: recortes do último livro do homenageado, publicações em blogs, falas em entrevistas, depoimentos prestados à Comissão da Verdade da UnB e memórias da convivência artística e pessoal com o teatrólogo. O resultado foi surpreendente: uma dramaturgia adaptada que transforma a palavra escrita e falada em presença cênica. “Preservar a memória de artistas que ajudaram a construir a identidade cultural do Distrito Federal é parte do papel das políticas públicas de cultura. Quando uma obra como Felicidade invisível revisita a trajetória de Alexandre Ribondi, ela amplia o acesso da população a um legado que marcou o teatro brasiliense, a formação de artistas e a defesa dos direitos humanos”, afirma o secretário de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal, Fernando Modesto. A montagem é uma criação da Cia Ruiva de Teatro Ribondiano — Casa dos Quatro e nasce de uma pesquisa aprofundada sobre a vida e a obra de Ribondi | Foto: Divulgação/Secec-DF Mais do que uma homenagem, Felicidade invisível é também um ato político e afetivo: recolocar em cena um nome que moldou a cultura da capital federal, mas que ainda não ocupa o espaço que merece na memória coletiva da cidade. Quem foi Alexandre Ribondi Ribondi foi uma figura central na história cultural do Distrito Federal — teatrólogo, ator, diretor, professor e jornalista. Atuou como repórter do jornal Lampião e de outros periódicos, e teve papel decisivo na consolidação de um teatro genuinamente brasiliense. Em 2013, fundou a Oficina do Ribondi, espaço de formação de atores que segue ativo até hoje, mantido por Morillo Carvalho e Irina Buss após sua morte, em 2023. Ribondi também foi fundador do Beijo Livre, o primeiro grupo organizado de luta pelos direitos LGBTQIA+ do Distrito Federal, tornando-se uma referência incontornável na história dos direitos humanos na cidade. Felicidade Invisível Data: 28 de junho de 2026 (domingo) Horário: 19h Local: Teatro Mapati – SHCGN 707, Bloco K, Casa 05, Asa Norte, Brasília/DF Classificação indicativa: 14 anos Ingressos neste link Realização: Cia Ruiva de Teatro Ribondiano – Casa dos Quatro *Com informações da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal (Secec-DF)
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Zoológico de Brasília estará fechado na segunda-feira (29) e reabre normalmente na terça (30)
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Trabalho da Escs ganha destaque na 4ª edição do Prêmio Paulo Freire de Educação
O projeto "Educação médica como prática transformadora: 25 anos da Escola Superior de Ciências da Saúde (Escs) na formação crítica para o SUS" foi reconhecido na 4ª edição do Prêmio Paulo Freire de Educação, promovido pela Comissão de Educação e Cultura da Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF). A cerimônia foi realizada no dia 18 deste mês e premiou iniciativas pedagógicas que contribuem para a promoção do direito à educação, da gestão democrática e das diretrizes do Plano Distrital de Educação. A coordenadora do projeto, Cynthia Bettini, e o primeiro diretor da Escs, Mourad Ibrahim Belaciano | Foto: Divulgação/Fepecs "Este prêmio celebra a trajetória da Escs e também o compromisso permanente de docentes, estudantes, gestores e trabalhadores da saúde com uma formação crítica, humanizada e voltada para o fortalecimento do SUS" Cynthia Bettini, coordenadora do projeto e docente do curso de medicina da Escs Coordenado por Cynthia Bettini, egressa e docente do curso de medicina da Escs, o projeto contou com a participação de integrantes e ex-integrantes da direção, da coordenação da instituição, além de docentes e estudantes, incluindo representantes do Centro Acadêmico de Medicina da Escs. Para a coordenadora do projeto, a homenagem representa o reconhecimento de uma trajetória construída coletivamente ao longo de mais de duas décadas. "Receber esta homenagem é uma grande honra, especialmente por representar uma proposta educacional inovadora e desafiadora”, disse Cynthia. "Este prêmio celebra a trajetória da Escs e também o compromisso permanente de docentes, estudantes, gestores e trabalhadores da saúde com uma formação crítica, humanizada e voltada para o fortalecimento do SUS. É um reconhecimento a todos que ajudaram a construir essa história". Segundo Cynthia Bettini, o reconhecimento reforça o papel da Escs como referência na formação médica e na integração entre ensino, serviço e comunidade, reafirmando seu compromisso com uma educação crítica, humanizada e alinhada aos princípios e às necessidades do Sistema Único de Saúde (SUS). Os autores dos trabalhos premiados receberam uma moção de louvor em reconhecimento às suas contribuições para a educação no Distrito Federal. Cynthia Bettini e Mourad Ibrahim Belaciano, primeiro diretor da Escs e um dos principais responsáveis pela estruturação e implementação do projeto pedagógico da Escs, representaram a escola na cerimônia. *Com informações da Fepecs
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Aviso empresarial dia 29
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Aviso unidades dia 29
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Confira o funcionamento dos serviços públicos no DF durante o ponto facultativo de segunda (29)
Com o ponto facultativo decretado para segunda-feira (29), em razão da classificação da Seleção Brasileira para a fase mata-mata da Copa do Mundo de 2026, alguns órgãos públicos e serviços do Distrito Federal terão o funcionamento alterado. Veja abaixo o que abre e o que fecha durante o dia. Transporte Foto: Tony Oliveira/Agência Brasília Para facilitar o deslocamento dos torcedores, o Metrô-DF funcionará normalmente, das 5h30 às 23h30. A Secretaria de Transporte e Mobilidade (Semob-DF) confirmou que haverá reforço nas linhas do transporte público coletivo do Distrito Federal nesta segunda-feira. Para atender à concentração de demanda, a Semob determinou que as operadoras façam viagens extras começando três horas antes do início do jogo. Dessa forma, o reforço operacional terá início às 11h em todo o DF, permitindo que os usuários cheguem aos seus destinos com tranquilidade antes do início do jogo. A secretaria manteve a operação com tabela horária de dia útil. O reforço temporário será principalmente nas linhas de ligação entre o Plano Piloto e as regiões administrativas do DF. As linhas com percurso exclusivo para a Esplanada dos Ministérios e para a Universidade de Brasília (UnB) poderão ter flexibilização de horários. Educação Na rede pública de ensino, cada instituição educacional poderá optar pela manutenção ou suspensão das aulas na segunda-feira. A adesão ao ponto facultativo não é obrigatória. Nos casos em que houver suspensão das atividades, a reposição deverá ocorrer conforme o calendário escolar, para garantir o cumprimento dos dias letivos previstos em lei. Saúde Samu – O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu DF) atende 24 horas, todos os dias, pelo telefone 192. Emergências – As emergências dos hospitais regionais, as unidades de pronto atendimento (UPAs) e a Casa de Parto de São Sebastião atendem de forma ininterrupta, em plantão 24 horas. UBSs – As unidades básicas de saúde (UBSs) estarão fechadas na segunda-feira (29), voltando ao atendimento normal na terça (30). Saúde bucal – A assistência de saúde bucal nas UBSs e nos centros de especialidades odontológicas (CEOs) não terão atendimento na segunda (29), voltando ao atendimento normal na terça (30). A urgência odontológica do Hospital Regional da Asa Norte (Hran) funciona em plantão 24 horas, todos os dias. No Hospital Regional do Gama (HRG), o serviço atende na segunda (29) das 18h à 0h. Caps – Os centros de atenção psicossocial (Caps) do tipo III e os centros de atenção psicossocial álcool e outras drogas (Caps AD) III funcionam 24 horas, todos os dias. Já os Caps tipos I e II e os centros de atenção psicossocial infantojuvenil (Capsi) permanecerão fechados no fim de semana e na segunda-feira (29), voltando ao atendimento normal na terça (30). Para atendimentos emergenciais em psiquiatria, as referências são o Hospital São Vicente de Paulo (HSVP) e o Hospital de Base (HBDF). Farmácias de alto custo – As unidades do Componente Especializado da Assistência Farmacêutica, popularmente chamadas de farmácias de alto custo, não abrem na segunda (29), tendo funcionamento normal no sábado (27) e na terça (30). Ambulatórios e policlínicas – Os ambulatórios e as policlínicas estarão fechados na segunda (29), voltando ao atendimento normal no dia seguinte. Vacinação - Não haverá atendimento vacinal no domingo (28) nem na segunda (29). Cidadania Na segunda-feira (29) não haverá atendimento nas unidades do Na Hora (exceto a Perícia Médica Federal), em razão do ponto facultativo. O Centro 18 de Maio, os conselhos tutelares e a Subsecretaria de Apoio a Vítimas de Violência estarão fechadas. Emergências podem ser resolvidas pelo telefone 125 ou no telefone direto da Subav (61 98382-0130. Trânsito Os postos de atendimento do Detran-DF e os guichês instalados nas unidades do Na Hora permanecerão fechados. Os serviços de fiscalização, engenharia e educação de trânsito funcionarão normalmente. Os serviços digitais continuarão disponíveis por meio do Portal de Serviços, do aplicativo Detran-DF Digital e do Balcão Virtual. Bancos As agências do BRB atenderão o público das 9h às 12h. Segurança pública Foto: Vinicius de Melo/Seec-DF Os serviços essenciais de segurança pública funcionarão normalmente. A Polícia Militar manterá o atendimento ininterrupto, 24 horas por dia. Na Polícia Civil, todas as delegacias circunscricionais permanecerão em regime de plantão 24 horas, assim como as delegacias de atendimento à mulher (Deam I e II) e as delegacias da criança e do adolescente (DCA I e II). As centrais de flagrante e as demais delegacias também manterão atendimento conforme a escala habitual. Os registros de ocorrências poderão ser feitos presencialmente ou pelos canais eletrônicos da corporação. Defensoria Pública A Defensoria Pública do Distrito Federal (DPDF) manterá regime de plantão na segunda-feira. Durante o período, o atendimento às demandas urgentes será prestado pelos canais oficiais da instituição: telefone 129, site e WhatsApp (61) 99359-0015. Os serviços essenciais serão assegurados por meio do Núcleo de Assistência Jurídica de plantão. Limpeza urbana Foto: Samuel Ribeiro/SEL-DF O Serviço de Limpeza Urbana (SLU) manterá todos os trabalhos de limpeza pública. Durante o horário do jogo da Seleção Brasileira, as equipes atuarão em regime de plantão, com retomada integral das atividades logo após o término da partida. Serviços urbanos A Companhia Urbanizadora da Nova Capital (Novacap) manterá equipes de plantão para serviços emergenciais, como a retirada de árvores e galhos que ofereçam risco em vias públicas e áreas prioritárias. Já os canais de atendimento da CEB IPes funcionarão normalmente, 24 horas por dia, para registro de demandas de iluminação pública. Na Caesb, não haverá atendimento presencial na sede e nos escritórios segunda-feira. Mas as equipes de operação e manutenção da trabalharão normalmente e a central de atendimento está disponível 24 horas, pelo telefone 115 ou pelo WhatsApp (61) 3029-8115. Outra opção é usar o aplicativo da Caesb para celular ou entrar no site da companhia . Assistência social Os centros Pop, a Central de Vagas, as unidades de proteção social (UPSs) 24 horas, as unidades de acolhimento e o Hotel Social funcionarão normalmente. Os centros Pop atenderão o público das 7h30 às 17h, com oferta de banho, lavanderia e encaminhamento para vagas de acolhimento. As unidades do Centro de Referência de Assistência Social (Cras), Centro de Referência Especializado de Assistência Social (Creas) e Centro de Convivência (Cecon) permanecerão fechadas. Restaurantes comunitários Foto: Tony Oliveira/Agência Brasília Os restaurantes comunitários de Arniqueira, Brazlândia, Gama, Itapoã, Santa Maria, Recanto das Emas, Riacho Fundo II, São Sebastião, Sol Nascente/Pôr do Sol, Samambaia, Samambaia Expansão, Sobradinho, Varjão, Paranoá e Planaltina funcionarão normalmente, com café da manhã, almoço e jantar. A unidade do Restaurante DJ Jamaika, em Ceilândia, oferecerá apenas café da manhã e almoço. Já os restaurantes comunitários de Ceilândia Norte e da Estrutural permanecerão fechados temporariamente. Atendimento à mulher Foto: Arquivo Agência Brasília A Casa da Mulher Brasileira e a Casa Abrigo funcionarão normalmente, 24 horas por dia. Permanecerão fechados a sede da Secretaria da Mulher (no Palácio do Buriti), o Centro de Referência à Mulher Brasileira, os centros especializados de atendimento à mulher (Ceam), os espaços Acolher, os comitês de proteção à mulher e os espaços ProMulher. Lazer e cultura Os espaços administrados pela Secretaria de Cultura e Economia Criativa (Secec-DF), como bibliotecas, museus, centros culturais, o Cine Brasília e o Teatro Nacional Claudio Santoro, estarão fechados na segunda-feira. O Jardim Zoológico de Brasília e o Jardim Botânico também não abrirão para visitação. Já os parques ecológicos administrados pelo Brasília Ambiental funcionarão normalmente, nos horários habituais de cada unidade.
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Posse das novas conselheiras marca novo mandato do Conselho dos Direitos da Mulher do DF
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Ação de acolhimento à população em situação de rua ocorre no Plano Piloto neste fim de semana
O Governo do Distrito Federal (GDF) fará a oferta de acolhimento e assistência social a pessoas que estão instaladas em 20 endereços distintos no Plano Piloto. A ação está prevista para ter início às 9h deste sábado (27), é coordenada pela Casa Civil e envolve as secretarias de Desenvolvimento Social (Sedes-DF), de Saúde (SES-DF), de Educação (SEEDF), de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda (Sedet-DF), de Segurança Pública (SSP-DF), de Proteção da Ordem Urbanística (DF Legal) e de Justiça e Cidadania (Sejus-DF), o Serviço de Limpeza Urbana (SLU), a Novacap, a Codhab, o Detran-DF, a Polícia Militar, a Polícia Civil, o Corpo de Bombeiros Militar e o Conselho Tutelar. A DF Legal fará o desmonte das estruturas das pessoas em situação de rua e o transporte dos pertences ao local regular indicado pelo ocupante. Em último caso, o governo levará os objetos pessoais ao depósito da pasta (SIA Trecho 4, lotes 1380/1420), para retirada em até 60 dias, sem qualquer custo para o responsável. As pessoas em situação de rua também serão encaminhadas para atendimento da Sedes. No decorrer de toda a semana, as secretarias realizaram abordagens sociais e atendimentos prévios nos locais, mapeando o público que será atendido e suas demandas. Veja abaixo os pontos de ação neste sábado (27) e domingo (28): 1. Eixo Rodoviário Norte (Eixão); 2. SQN 116, entrada da quadra; 3. Entre o Eixo W e o Eixão (em frente à 115/116 Norte); 4. Final do calçadão da Asa Norte, beira do lago; 5. DF-004, em frente ao Deck Norte; 6. SQN 416, Bloco M/Via L2; 7. SQN 216, ao lado do Bloco A e B; 8. SQN 406, Bloco M; 9. Setor Comercial Sul; 10. SHCS CLS 102 Bloco A, ao lado da Drogasil; 11. 303 Sul, atrás do Bloco D (loja Pepe Tintas); 12. Vias W5 e W4 Sul, extensão da 902 à 905 e da 702 à 705; 13. Centro Pop 903 Sul; 14. SHIGS 703/704, praça Galdino Jesus dos Santos; 15. Entrequadra SQS 303/304, área verde; 16. SHCS CLS 305, ao lado da Drogasil; 17. SCLS 412, ao lado da Drogasil; 18. SCLS 413, entre os blocos C e D; 19. CLS 415 Bl D, lateral da Loja 20; 20. SGAS 914, próximo à Casa do Maranhão. *Com informações da Secretaria de Proteção da Ordem Urbanística (DF Legal)
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Entenda o funcionamento dos alertas enviados aos celulares no DF pela Defesa Civil
Os alertas que aparecem diretamente na tela do celular acompanhados por um sinal sonoro fazem parte do sistema Defesa Civil Alerta (DCA), ferramenta utilizada para comunicar situações de risco à população de forma rápida e direcionada. No Distrito Federal, o sistema é coordenado pela Secretaria Executiva de Proteção e Defesa Civil, vinculada à Secretaria de Segurança Pública (SSP-DF), e envia mensagens georreferenciadas para aparelhos localizados em áreas previamente delimitadas. Sistema de monitoramento de onde são enviados os alertas aos celulares pela Defesa Civil | Fotos: Divulgação/Defesa Civil Desde o início do uso da ferramenta, o sistema foi acionado duas vezes no DF. Antes de entrar em operação definitiva, o DCA passou por testes obrigatórios, incluindo uma demonstração realizada em 27 de setembro de 2025, quando um alerta foi disparado às 15h para verificar o funcionamento da tecnologia e familiarizar a população com o som da sirene. Já em janeiro deste ano, a ferramenta foi utilizada durante a implosão do antigo Torre Palace Hotel, no Setor Hoteleiro Sul. O alerta integrou o plano de segurança da operação para orientar as pessoas que estavam na área afetada. “Enquanto o SMS permanece como ferramenta voltada para a prevenção e o monitoramento de eventos com maior antecedência, o DCA é destinado a ocorrências extremas, que demandam comunicação rápida, precisa e direcionada à população potencialmente afetada” Sandro Gomes Santos da Silva, secretário-executivo de Proteção e Defesa Civil De acordo com o secretário-executivo de Proteção e Defesa Civil, Sandro Gomes Santos da Silva, a utilização do sistema DCA representa uma evolução importante nos protocolos de comunicação de risco. “A tecnologia permite o envio simultâneo de mensagens para todos os dispositivos compatíveis localizados em uma área previamente delimitada, sem necessidade de cadastro prévio. Enquanto o SMS permanece como ferramenta voltada para a prevenção e o monitoramento de eventos com maior antecedência, o DCA é destinado a ocorrências extremas, que demandam comunicação rápida, precisa e direcionada à população potencialmente afetada”, destacou. Como funciona Os alertas podem ser emitidos somente por agentes da Defesa Civil previamente capacitados e cadastrados para operar a plataforma federal Idap. Antes de cada disparo, é realizado um processo de validação técnica que começa com a confirmação do risco por órgãos responsáveis pelo monitoramento ou por laudos especializados, dependendo da ocorrência. Após essa etapa, operadores habilitados definem o nível de severidade do evento, elaboram uma mensagem com orientações de autoproteção e delimitam geograficamente a área que receberá o aviso. Em seguida, a plataforma encaminha a mensagem às operadoras de telefonia, responsáveis pelo envio instantâneo por meio da tecnologia Cell Broadcast. Atualmente, a plataforma Idap ainda passa por testes e homologação de recursos de segurança. Por isso, a operação do sistema está sendo conduzida pelo Centro Nacional de Gerenciamento de Riscos e Desastres (Cenad). No Distrito Federal, o monitoramento das ocorrências é realizado por equipes de plantão da Defesa Civil no Centro Integrado de Operações de Brasília (Ciob). SMS ou alerta sonoro? No Brasil, o serviço de alertas começou a ser implantado em outubro de 2017 e já está em vigor em nove estados das regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste A Defesa Civil utiliza os sistemas de SMS e Defesa Civil Alerta de forma complementar. O SMS é empregado principalmente em ações preventivas e de monitoramento, como previsões de chuvas, ondas de calor, baixa umidade e outros fenômenos que permitem maior antecedência para preparação da população. Já o DCA é reservado para situações de maior gravidade, classificadas como severas ou extremas, incluindo tempestades intensas, enxurradas repentinas, risco de colapso de estruturas, deslizamentos, rompimentos de barragens e operações especiais que exigem ações imediatas e isolamento de áreas. [LEIA_TAMBEM]Uma das principais diferenças entre as ferramentas é que o DCA não exige cadastro prévio. A mensagem é enviada automaticamente para todos os celulares compatíveis localizados na área de risco, aparecendo em destaque na tela e podendo emitir som de sirene mesmo quando o aparelho está no modo silencioso. Além disso, o sistema permite delimitar com precisão a região afetada, evitando disparos desnecessários. Como cadastrar seu celular Para receber os alertas preventivos por SMS, é necessário fazer o cadastro junto à Defesa Civil do Distrito Federal. As orientações estão disponíveis na página da pasta, acessível por este link. O serviço começou a ser implantado no Brasil em outubro de 2017 e já está em vigor em nove estados das regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste. Os moradores do DF começaram a receber uma mensagem via SMS solicitando o cadastramento no serviço. Para fazer parte do sistema, basta responder à mensagem informando o CEP do interessado e, inclusive, é permitido cadastrar mais de um código postal. Os moradores que não receberem o contato podem enviar o CEP para o telefone da Defesa Civil Nacional, o 40199. Os alertas são gerados pelo Centro de Gerenciamento de Riscos e Desastres da Secretaria Nacional de Proteção e Defesa Civil (Sedec), do Ministério da Integração, em parceria com os órgãos de Defesa Civil de estados e municípios.
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Com mais cirurgias e menos espera, Opera DF devolve qualidade de vida a pacientes
Após cerca de um ano convivendo com dores e dormência na mão, a diarista Wilma Fabiano Leite, de 36 anos, procurou atendimento na rede pública e recebeu o diagnóstico de síndrome do túnel do carpo — que ocorre quando o nervo mediano é comprimido no canal do punho. Com sintomas que dificultavam a rotina de trabalho e afetam a qualidade de vida, ela passou por consultas, exames e foi encaminhada para cirurgia. Moradora do Itapoã, Wilma destacou que a agilidade no procedimento e o bom atendimento prestado pela equipe de saúde fizeram toda a diferença. “Eu achei muito rápido. Assim que o cardiologista me liberou, logo saiu a cirurgia. Foi excelente, fui muito bem atendida e me senti superacolhida. Agora estou confiante de que vou ficar bem, voltar ao normal e retomar meu trabalho”, relata. Trajetória semelhante foi vivida pelo microempreendedor Leonardo Alexandre de Souza Silva, 30, morador de Arapoanga. Após fraturar o escafoide — osso localizado no punho — durante uma partida de futebol, ele procurou uma Unidade Básica de Saúde (UBS) e foi encaminhado ao Hospital Regional do Paranoá, onde passou por acompanhamento e fez a cirurgia neste mês. Para ele, o acesso ao procedimento pela rede pública foi fundamental. “Eu gostei muito do atendimento e fui muito bem-recebido pela equipe. Eu não conseguiria arcar com essa cirurgia no particular. Agora é focar o pós-operatório e me recuperar o mais rápido possível”, afirma. O microempreendedor Leonardo Alexandre de Souza Silva fraturou o punho e foi encaminhado ao Hospital Regional do Paranoá, onde passou por acompanhamento e fez a cirurgia neste mês | Foto: Matheus Borges/Agência Brasília Histórias como as de Wilma e Leonardo refletem os esforços do Governo do Distrito Federal (GDF) para ampliar o acesso a cirurgias eletivas e reduzir o tempo de espera dos pacientes. Criado pela Secretaria de Saúde (SES-DF) em 2025, o programa OperaDF já registrou mais de 35 mil cirurgias entre setembro de 2025 e março deste ano, crescimento de 49% em relação ao mesmo período anterior, quando foram contabilizados em torno de 23,4 mil procedimentos. O avanço representa cerca de 11,6 mil cirurgias a mais na capital. No mesmo período, as cirurgias ambulatoriais passaram de cerca de 11,6 mil para 17,8 mil, alta de 54%, enquanto as cirurgias com internação cresceram de 11.866 para 17.264, aumento de 45%. Sobre o programa O OperaDF atua em duas frentes: a contratação de hospitais privados para procedimentos de pequena e média complexidade e o reforço da capacidade dos hospitais públicos, com contratação de anestesiologistas e ampliação das agendas cirúrgicas. Os pacientes são acompanhados pela rede pública e encaminhados conforme critérios técnicos do Complexo Regulador do Distrito Federal. A estratégia inclui consultas pré e pós-operatórias, avaliação cardiológica, acompanhamento pré-anestésico, exames, fornecimento de insumos e internação quando necessária. Segundo o secretário de Saúde, Juracy Lacerda, para reforçar a rede, foi feita a contratação de anestesiologistas para recompor o quadro dos centros cirúrgicos. “É isso que tem trazido esse resultado tão robusto para a nossa rede. O programa perpassa não só em volume, mas em qualificação também, capacitando servidores para um centro cirúrgico cada vez mais eficaz. É importante ressaltar que sempre teremos filas de cirurgias, pela necessidade das pessoas. O que buscamos é reduzir cada vez mais o tempo de espera”, afirma. O gestor acrescenta, ainda, que em 2025 o DF alcançou o maior volume de cirurgias da série histórica da rede pública, superando mais de 53 mil procedimentos. Ele reforça a importância de os interessados manterem os telefones atualizados, estarem atentos às notificações e confirmarem presença. “Estamos tendo uma fluidez muito grande na rede privada, com milhares de pacientes já chamados e operados. Fazemos um apelo para as pessoas, porque temos registrado faltas de pacientes que estavam com a cirurgia agendada e não compareceram, o que acaba impedindo que outra pessoa seja atendida naquela vaga”, alerta Lacerda. Especialidades A iniciativa também passou a incorporar novas especialidades, como a oftalmologia, ampliando a capacidade de atendimento da rede pública. Até o dia 1º deste mês, o programa contabilizava aproximadamente 10,3 mil cirurgias autorizadas na rede contratada e cerca de 3,8 mil concluídas. Entre os procedimentos contratados pelo OperaDF, a cirurgia de varizes bilateral lidera o número de atendimentos concluídos, com 1.290 operações. Na oftalmologia, a cirurgia de catarata por facoemulsificação concentra o maior volume de contratações, com 5.415 procedimentos, dos quais 643 já foram concluídos. O programa também contempla cirurgias como vasectomia, com mais de 1,2 mil operações contratadas, além de procedimentos como retirada da vesícula, tratamentos oftalmológicos, procedimentos na tireoide, correção de hérnias, cirurgias de próstata e retirada de cálculos urinários. Os dados fazem parte do balanço do OperaDF, que compara os períodos de setembro de 2024 a março de 2025 e setembro de 2025 a março de 2026. No caso das cirurgias contratadas, o levantamento considera a produção registrada até 1º de junho deste ano
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Plataformas digitais do GDF ampliam acesso da população ao serviço público
A digitalização dos serviços públicos tem mudado a forma como a população brasiliense acessa atendimentos e solicitações do Governo do Distrito Federal (GDF). Por meio de plataformas online, aplicativos e sistemas integrados, cidadãos conseguem resolver demandas relacionadas a saúde, trânsito, mobilidade, educação, acessibilidade e serviços urbanos sem enfrentar filas ou precisar se deslocar até unidades físicas. Uma das iniciativas é o GDF Digital, conjunto de plataformas criadas para modernizar a prestação de serviços públicos. Entre elas está a Administração Regional Digital 24 Horas, ferramenta que permite solicitar serviços, como poda de árvores e limpeza urbana, além de acompanhar o andamento das demandas em tempo real pelo Portal Cidadão. O sistema também inclui o EducaDF Digital, voltado para a gestão escolar; e o E-Protocolo, que possibilita o envio eletrônico de documentos para órgãos do governo. O sistema Farmácia Digital acompanha todo o processo a ser cumprido nas Farmácias de Alto Custo | Foto: Tony Oliveira/Agência Brasília Na área da saúde, a Secretaria de Saúde do DF (SES-DF) lançou, em maio deste ano, a Farmácia Digital, sistema de gestão de medicamentos de alto custo. A ferramenta acompanha todo o processo, desde a aprovação da solicitação até a entrega dos medicamentos, sendo integrada ao Cartão Nacional de Saúde. "Usamos a tecnologia para reduzir as filas de espera e aproximar a saúde do cidadão" Juracy Lacerda, secretário de Saúde Além de permitir o agendamento eletrônico para retirada dos remédios, o sistema mantém toda a documentação em formato digital, facilita o controle de estoque e possibilita o acompanhamento clínico dos pacientes. “Mais do que implantar um sistema inovador, o propósito da Farmácia Digital é humanizar o atendimento e valorizar o tempo de quem mais precisa. Usamos a tecnologia para reduzir as filas de espera e aproximar a saúde do cidadão", destacou o secretário de Saúde, Juracy Lacerda. No dia 22 deste mês, a Companhia de Saneamento Ambiental do Distrito Federal (Caesb) oficializou o lançamento da Iná, plataforma de inteligência artificial voltada para o atendimento ao cidadão. O sistema tem elevado nível de autonomia no relacionamento com os usuários. Pela Iná, o consumidor pode solicitar a emissão de segunda via de contas, pedir a revisão de faturas, visualizar gráficos de consumo e solicitar abertura de serviços usando apenas a linguagem natural, em formato de conversa livre. Pela Iná, inteligência artificial da Caesb, o consumidor pode solicitar a emissão de segunda via de contas, pedir a revisão de faturas, visualizar gráficos de consumo e solicitar abertura de serviços | Foto: Reprodução A tecnologia interpreta o contexto e a necessidade do cliente sem obrigá-lo a navegar por menus engessados ou sistemas complexos. Para garantir a segurança e a privacidade, o acesso às informações ligadas ao CPF é feito unicamente mediante login no sistema gov.br. "A gente está muito orgulhoso, porque foi feita totalmente pela equipe interna da Caesb. Ficou muito fácil para o usuário. Você pergunta sem precisar complicar, sem nada: 'Ah, eu quero a segunda via da minha fatura de dezembro de 2025', aparece; 'Ah, eu quero minha média de consumo dos últimos dois anos', aparece; 'Eu quero um gráfico da minha média', aparece. Ela faz tudo sozinha", comenta o presidente da Caesb, Luis Antonio Reis. Mobilidade Para facilitar acesso a serviços como segunda via do Cartão Mobilidade ou consultar o extrato, o BRB Mobilidade conta com o serviço de chatbots | Foto: Arquivo/ Agência Brasília No transporte público, os usuários contam com os serviços digitais do BRB Mobilidade. Pelo aplicativo e pelo site é possível fazer recargas via Pix, consultar saldo, extrato e validade dos créditos, acessar itinerários e solicitar segunda via do cartão, entre outros serviços. A plataforma também oferece atendimento por chatbot. Embora os canais digitais concentrem boa parte das demandas, permanecem disponíveis 512 pontos de atendimento para recarga em todo o DF, incluindo estabelecimentos credenciados e equipamentos instalados nos terminais rodoviários. Atualmente, mais de 790 mil usuários utilizam o Cartão Mobilidade. O Departamento de Trânsito do Distrito Federal (Detran-DF) também ampliou a oferta de serviços digitais. Entre as ferramentas disponíveis está o Balcão Virtual, que permite ao cidadão protocolar solicitações, enviar documentos e acompanhar processos de forma totalmente online, sem necessidade de comparecimento presencial. O acesso pode ser feito pelo Portal de Serviços, na aba “Atendimento”, ou diretamente pelo endereço eletrônico, mediante login pelo Gov.br, com conta prata ou ouro. Além disso, o aplicativo e o site da autarquia permitem consultar a pontuação da CNH, verificar a situação do veículo e acompanhar resultados de exames e bancas examinadoras. Nos últimos anos, o número de serviços acessados ultrapassou 4 milhões. "O Balcão Virtual possibilita ao cidadão acessar diversos serviços com mais praticidade, segurança e comodidade, sem sair de casa" Marcu Bellini, diretor-geral do Detran-DF “Nosso compromisso é servir cada vez melhor a população do Distrito Federal. O Balcão Virtual possibilita ao cidadão acessar diversos serviços com mais praticidade, segurança e comodidade, sem sair de casa. Queremos continuar evoluindo, ampliando soluções digitais e tornando o atendimento cada vez mais simples, acessível e eficiente”, declarou o diretor-geral do Detran-DF, Marcu Bellini. Acessibilidade A tecnologia também tem ampliado a acessibilidade nos serviços públicos. Desde dezembro de 2023, o Distrito Federal conta com o DF Libras - CIL Online, sistema de interpretação em Libras por videochamada disponível 24 horas por dia. Por meio de um QR Code, pessoas surdas podem acionar intérpretes em tempo real durante atendimentos realizados em unidades públicas. O DF Libras pode ser acessado de UBSs, UPAs, hospitais públicos e órgãos da segurança | Foto: Matheus Borges/Agência Brasília O serviço está presente em unidades básicas de saúde (UBSs), unidades de pronto atendimento (UPAs), hospitais públicos, Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), ouvidorias da Controladoria-Geral do Distrito Federal (CGDF) e órgãos da segurança pública, incluindo delegacias e viaturas da Polícia Militar (PMDF). A iniciativa segue em expansão e deverá chegar também ao metrô, ao Detran-DF, ao Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal (CBMDF) e a escolas públicas. Após cada atendimento, os usuários podem avaliar a experiência, que registra média de satisfação de 4,4 em uma escala de 1 a 5. O secretário da Pessoa com Deficiência, William Cunha, afirma que a pasta tem atuado de forma estratégica para ampliar o acesso e garantir mais autonomia às pessoas com deficiência no Distrito Federal: “O DF Libras é uma iniciativa que traduz esse compromisso ao oferecer interpretação em Libras em tempo real, 24 horas por dia, conectando o cidadão aos serviços públicos com mais acessibilidade e eficiência. Os resultados já demonstram o impacto positivo da ação, com alta avaliação dos usuários e expansão contínua para novos pontos de atendimento”.
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Com investimento de mais de R$ 10 milhões, GDF organiza a reforma do Cine Itapuã, no Gama
Fechado desde 2005 por problemas estruturais, o Cine Itapuã, no Gama, passa por uma ampla obra de reforma para devolver à população um dos mais tradicionais espaços culturais da região. Inaugurado em 1961, o cinema terá uma nova estrutura, acessibilidade, equipamentos audiovisuais modernos e ampliação da capacidade de público para 500 pessoas. Serviços começaram pela infraestrutura, adequando as instalações a normas de acessibilidade | Fotos: Matheus Borges/Agência Brasília Com investimento total de aproximadamente R$ 10,5 milhões, a obra está na fase de infraestrutura, com atualização das instalações e adequação às normas de acessibilidade. “A população vai encontrar uma sala de cinema absolutamente equipada, com o melhor que se possa imaginar hoje dentro da tecnologia” Rosa Carla de Oliveira, presidente do Conselho de Cultura do DF Rosa Carla Monteiro de Oliveira, presidente do Conselho de Cultura do Distrito Federal (CCDF), da Secretaria de Cultura e Economia Criativa (Secec-DF), lembra que o processo de retomada ganhou força a partir de 2023, após avaliações técnicas e readequações dos projetos. A proposta, explica, é transformar o espaço em um centro de convivência e produção cultural para o Gama e outras regiões do DF. “A população vai encontrar uma sala de cinema absolutamente equipada, com o melhor que se possa imaginar hoje dentro da tecnologia”, afirma. “Vai ter uma ampliação para 500 lugares, em vez de 400, e será um espaço de convivência onde várias leituras culturais vão poder se apresentar. Também haverá acessos que não existiam antes, como rampas e adaptações previstas na legislação atual.” Memória afetiva O professor Rodrigo Reis comemora os trabalhos: “Aqui eu assisti ao meu primeiro filme, vi grandes atores, como Antonio Banderas e Tom Hanks, tenho muitas lembranças boas. A reinauguração vai além da expectativa de simples produções cinematográficas, porque traz de volta uma parte da nossa história” Além da modernização tecnológica, o projeto busca preservar o valor simbólico do espaço para a comunidade. Morador do Gama há décadas, o professor Rodrigo Reis, de 45 anos, lembra que assistiu no Cine Itapuã ao primeiro filme da vida, ainda na adolescência: Filadélfia, de 1993. Para o professor, a reabertura permitirá que novas gerações construam suas próprias memórias no local. [LEIA_TAMBEM]“O Cine Itapuã vai além de um cinema”, enfatiza. “Ele traz recordações, faz a gente voltar um pouco no tempo. Aqui eu assisti ao meu primeiro filme, vi grandes atores, como Antonio Banderas e Tom Hanks, tenho muitas lembranças boas. A reinauguração vai além da expectativa de simples produções cinematográficas, porque traz de volta uma parte da nossa história. E isso também amplia o acesso à cultura, porque escolas, institutos e a população vão poder aproveitar esse espaço novamente.” A expectativa pela reabertura também é compartilhada pela comunidade local. A administradora regional do Gama, Thábata Almeida, ressalta que a obra representa a recuperação de um patrimônio que marcou gerações de moradores. “São mais de 20 anos de espera por essa obra”, contabiliza. “Há muitas crianças e gerações que não conhecem o Cine Itapuã, apenas ouviram histórias sobre ele. Eu mesma tenho lembranças da infância aqui. Muitos casais se encontraram neste espaço, muitos casamentos começaram aqui. É uma memória afetiva do gamense e será muito celebrado o dia da reabertura.”
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Diabetes é a principal causa de amputações no Brasil
O diabetes mellitus é uma doença causada por problemas na produção ou resistência à absorção de insulina, hormônio que regula a glicose (açúcar) no sangue e garante energia para o organismo. Essa deficiência pode resultar em uma série de complicações de saúde, que vão de disfunções cardiovasculares — afetando coração e vasos sanguíneos — a neuropatias diabéticas — problemas no sistema nervoso periférico, danificando nervos sensitivos e motores. As consequências do quadro podem ser graves. “O diabetes é a principal causa de amputações no Brasil, provocadas pela síndrome do pé diabético, uma complicação crônica da doença”, afirma a enfermeira Samaya Ribeiro, responsável pelo Ambulatório do Pé Diabético do Centro Especializado em Diabetes, Obesidade e Hipertensão Arterial (Cedoh), da Secretaria de Saúde (SES-DF). De acordo com o Ministério da Saúde, cerca de 85% das amputações de membros inferiores são feitas em pacientes com pé diabético. A síndrome é caracterizada pelo aparecimento de feridas de difícil cicatrização, que gradativamente evoluem para úlceras e infecções mais graves, resultado dos níveis elevados de açúcar no sangue ou da circulação sanguínea deficiente nas extremidades do corpo. “Em geral, o usuário que chega ao Cedoh já sofreu vários níveis de acometimento. Nos pés, além do dano vascular, também há o comprometimento nervoso. O paciente descompensado apresenta uma irrigação sanguínea cada vez mais deficiente e, ao mesmo tempo, a alteração neurológica: ele perde completamente a sensibilidade dos membros. Esse é um processo gradativo. Muitas vezes ele só percebe uma lesão quando o trauma já evoluiu e a área já está necrosando. Com esse grau de comprometimento, infelizmente, nossa intervenção acaba por ficar bastante limitada”, comenta Samaya. O diabetes pode provocar disfunções cardiovasculares e neuropatias, originando a síndrome do pé diabético | Foto: Matheus Oliveira/Agência Saúde-DF Diabetes tipo 2 e primeiros sintomas A enfermeira do Cedoh ressalta que a maioria dos pacientes com complicações nos pés enfrentam o diabetes tipo 2, ocasionado a partir de condições como sobrepeso, sedentarismo, alimentação inadequada e hipertensão. “Essa é uma doença que se desenvolve ao longo de muitos anos. Se o usuário é diagnosticado na idade adulta, geralmente já idoso, é porque ele já desenvolve a doença há, no mínimo, cinco anos”, afirma. Dos primeiros sinais até a necessidade de amputação do membro, decorre um longo caminho. Por parecer inofensivo, o primeiro sintoma costuma ser ignorado: o ressecamento dos pés. “O nome disso é ‘xerodermia’ e, nesse caso, significa que já existe um comprometimento das fibras nervosas que estimulam a produção de suor e sebo no pé. Então, o paciente vai ter sempre os pés ressecados independentemente de hidratá-los com creme. O ressecamento evolui rapidamente para fissuras; às vezes pegamos pacientes que chegam praticamente sem andar, porque há verdadeiras ‘crateras’ nos pés”, conta Samaya. Outro sintoma simultâneo é a diminuição do tato em mãos e pés, afetando a chamada sensibilidade protetora, que é uma sensibilidade extremamente fina, sutil. Esse sentido avisa — ao se calçar um sapato, por exemplo — se há a presença de alguma pedrinha ou se a palmilha está dobrada, se há algo de estranho. Em seguida o paciente perde a sensibilidade à dor, à pressão, à vibração — enfim, a pessoa perde a capacidade de discernir a temperatura. “Temos casos de pacientes que quiseram fazer um escalda-pés em casa, mas como não sentiam que a água estava quente demais, chegam aqui com queimaduras de segundo grau, porque enfiaram os pés em água fervente”, relata a enfermeira. É nesse estágio do pé diabético que as lesões têm mais chances de se agravar, ao ponto de haver necrose no local. Mesmo a retirada de calos, se feita sem a devida higienização ou por alguém que não seja profissional de saúde, pode levar a infecções graves, tornando necessária a amputação do membro. Arte: Agência Saúde DF Acompanhamento contínuo A aposentada Maura Aleixo, de 77 anos, conhece bem essa história. Em tratamento no Ambulatório do Pé Diabético do Cedoh, ela relata sofrer com os efeitos do diabetes há mais de 40 anos. “Acho que estava com uns 30 anos quando começou. Surgiu um problema aqui no meu pé esquerdo, parecendo um calo. Fui num médico da minha cidade, em Unaí [MG], e ele me mandou fazer um exame de glicose no sangue. Deu 380 miligramas por decilitro, muito alto”, lembra. Embora o diagnóstico já tenha mais de quatro décadas, a síndrome do pé diabético é uma condição que não tem cura, apenas tratamento. “Desde lá venho tratando, e não sara. É assim: o pé melhora, mas quando fica bom torna a inchar, o ferimento abre de novo”, conta. A situação foi ainda pior na perna direita, em que Maura precisa utilizar hoje uma prótese ortopédica abaixo do joelho. “Tudo começou por causa de um bicho-de-pé. Foi minha filha que tirou, daí esse pé foi inchando, foi apodrecendo, no fim tive que amputar a perna. Isso foi em 1996, tudo por causa do diabetes”. *Com informações da Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF)
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Eventos alteram o trânsito neste fim de semana no DF
Em razão de eventos esportivos e culturais programados para este fim de semana, o Detran-DF fará intervenções no trânsito em áreas do Plano Piloto, Guará e Setor de Clubes Esportivos Sul (SCES). Veja, abaixo, as principais alterações. Eixo Monumental A partir das 23h59 desta sexta (26), haverá intervenções nas imediações da Arena Mané Garrincha, onde será realizado, no sábado (27), o show Djavanear 50 anos — Só Sucessos, do cantor Djavan. Imagens: Divulgação/Detran-DF Na Via N1, na altura do Planetário, e na via de contorno do Estádio Nacional de Brasília (ENB), a sinalização vai orientar a travessia de pedestres e o estacionamento. Na entrada principal de automação da Arena Mané Garrincha será sinalizada uma área destinada aos táxis. Na rotatória próxima ao Colégio Militar de Brasília (CMB), haverá sinalização para desviar o fluxo de veículos. Durante o evento, agentes do Detran-DF atuarão em pontos fixos e em patrulhamento com o foco em garantir a fluidez do tráfego, auxiliar a travessia de pedestres e coibir infrações. Também serão utilizados painéis eletrônicos de mensagens em locais estratégicos para orientar condutores e pedestres. Eixo Monumental – Corrida Tá no Sangue No sábado, quando ocorre a corrida Tá no Sangue, as interdições vão contemplar trechos das vias S1 e N1 do Eixo Monumental. A prova terá percursos de 3 km e 6 km, com largada e chegada no Memorial dos Povos Indígenas. A partir das 17h, nas vias S1 e N1, as três faixas mais próximas ao canteiro central serão interditadas, do Ulysses Centro de Convenções até as proximidades da Catedral Rainha da Paz. O tráfego de veículos permanecerá liberado nas demais faixas. Durante o evento, as equipes de fiscalização atuarão no controle do tráfego para garantir a segurança viária. A previsão é que as interdições ocorram até as 20h. Eixo Monumental – Marcha Atópica Brasília No domingo (28), o Detran-DF fará interdições no Eixo Monumental em função da Marcha Atópica Brasília, que contará com percursos de 5 km e 10 km. A largada e a chegada ocorrerão na Praça do Cruzeiro. A partir das 6h30, nas vias S1 e N1, no trecho entre o Ulysses Centro de Convenções e a via de ligação N1/S1, próxima ao viaduto Renato Russo, as três faixas mais próximas ao canteiro central serão interditadas. As demais faixas permanecerão liberadas para o tráfego de veículos. A previsão é que as interdições ocorram até as 10h. Esplanada dos Ministérios e Via Palácio Presidencial Também no domingo, a Esplanada dos Ministérios será movimentada pela corrida Circuito das Estações — Etapa Inverno, com percursos de 5 km e 10 km pelas vias S1, N1 e Palácio Presidencial. A largada e a chegada dos participantes ocorrerão na Via N1, na altura do Bloco O. A partir das 6h30, a Via S1 será bloqueada na altura do Museu da República, com desvio do fluxo de veículos para a via L2 Sul. Os motoristas que seguirem pela L2 Sul, no sentido Esplanada, serão direcionados para o Buraco do Tatuí. O acesso ao estacionamento da Catedral de Brasília será permitido apenas pelo túnel da Cúria, na Via S2. Na Esplanada, a faixa da direita da S1 será destinada à saída de veículos dos ministérios. O fluxo seguirá até a altura do Palácio do Itamaraty, onde será desviado para a via S2. Na via N1, os acessos pelas vias Palácio Presidencial e L4 Norte estarão fechados. O bloqueio começa no quartel do Corpo de Bombeiros Militar (CBMDF) e vai até a via de ligação N1/S1, na altura do Museu da República. A faixa mais à direita será destinada à saída de veículos de emergência do CBMDF, enquanto as demais faixas serão utilizadas pelos participantes do evento. As equipes do Detran-DF também interditarão o acesso à Via Palácio Presidencial, no sentido Palácio do Jaburu, com o desvio do fluxo de veículos para a Estrada Parque das Nações (via L4). Painéis eletrônicos de mensagens também serão utilizados em pontos estratégicos para orientar motoristas. A previsão é que as vias sejam liberadas a partir das 10h. Guará II Por causa da Rua do Lazer, no Guará, os acessos à Avenida Central do Guará II estarão fechados das 6h às 17h, no trecho entre a 4ª Delegacia de Polícia e o Edifício Consei, na EQ 31/33. Setor de Clubes Esportivos Sul Nesta sexta e no sábado, em razão do evento Na Praia Festival, o Detran-DF e a Polícia Militar (PMDF) farão alterações no trânsito na região do Setor de Clubes Esportivos Sul (SCES). Na SCES Trecho 2, quatro retornos serão interditados. Apenas o retorno nas proximidades da Associação dos Servidores do Banco Central (Asbac) permanecerá aberto. A rotatória, na altura do acesso ao evento, também será fechada. Além da sinalização viária, painéis eletrônicos de mensagens serão utilizados para orientar os condutores. Nas proximidades do Na Praia Parque, haverá áreas de estacionamento destinadas a pessoas com deficiência (PcD), idosos, táxis e veículos de transporte de passageiros por aplicativo. Durante o evento, as ações de fiscalização e controle do tráfego serão executadas pela PMDF. *Com informações do Detran-DF
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Eventos alteram o trânsito neste fim de semana
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PGDF passa a representar o Distrito Federal em ação judicial envolvendo o BRB
A Procuradoria-Geral do Distrito Federal (PGDF) obteve importante vitória junto ao Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios (TJDFT) para que a advocacia pública ingresse na ação judicial movida pelo Banco de Brasília (BRB) contra o Banco Master, seu executivo Daniel Vorcaro e outros réus, como assistente litisconsorcial, ou seja, como um ente interessado na conclusão do caso. Com o reconhecimento do Distrito Federal como parte interessada e participante do processo, o caso deixa de ser acompanhado pela 13ª Vara Cível de Brasília, onde corria, e será direcionado a uma das varas da Fazenda Pública — unidades de Justiça especializadas em julgar disputas relacionadas à Fazenda Distrital. Com a decisão, o TJDFT reconhece que o conflito judicial e as suas consequências são de interesse coletivo, uma vez que se referem a patrimônio, direitos, atribuições e obrigações públicas. A procuradora-geral do Distrito Federal, Diana de Almeida Ramos, aponta que a decisão reforça o papel institucional da advocacia pública na proteção dos interesses estratégicos do Distrito Federal. "O reconhecimento da nossa participação neste processo demonstra que questões envolvendo ativos de relevância para o desenvolvimento econômico distrital exigem uma atuação coordenada e alinhada ao interesse público. Nossa presença assegura que os reflexos dessa demanda sejam analisados sob a perspectiva da coletividade e da preservação daquilo que pertence a todos", destacou. Atuação da PGDF Conforme a Lei Complementar n° 395/2001, cabe exclusivamente à PGDF a representação judicial dos entes da Administração Direta — como secretarias; além de autarquias e fundações. Porém, o BRB é uma sociedade de economia mista, já que seu capital tem origem pública e privada; e isso o classifica como parte da Administração Indireta. Nesses casos, a defesa judicial cabe ao ente, que costuma ter uma diretoria jurídica própria. Porém, a lei prevê que a Procuradoria-Geral pode chamar para si a responsabilidade de representação, ou intervir como assistente de uma das partes quando determinado pelo governador, ou quando verificado que há interesse público. A decisão é resultado da atuação da Procuradoria do Contencioso em Matéria de Licitações e Contratos, Responsabilidade Civil e Matéria Residual (Procad) na defesa do patrimônio público. O procurador Gustavo Assis de Oliveira apontou que "o trabalho da PGDF reafirma o compromisso de resguardar os interesses públicos envolvidos e garantir a segurança jurídica necessária para a preservação desse ativo tão relevante para a população distrital. Mais do que proteger uma instituição, estamos protegendo um ativo coletivo que desempenha papel fundamental na promoção do crescimento econômico e na execução de políticas em benefício da sociedade". *Com informações da PGDF
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Educação e acolhimento fazem parte do tratamento para diabetes no HCB
O tratamento do diabetes vai muito além da aplicação de insulina e da medição de glicose na ponta do dedo. Por trás desse controle diário, existe uma realidade invisível para a maioria das pessoas. São noites sem dormir, medo constante de uma crise de hipoglicemia, receio dos julgamentos sociais ao usar um sensor ou aplicar o medicamento em público e o peso de lidar com uma condição crônica que não tira férias. Por isso, no Hospital da Criança de Brasília José Alencar (HCB), o Dia Nacional do Diabetes, celebrado em 26 de junho, ganha um significado que vai muito além do ambiente de consultório. Paola Brugnera, endocrinologista pediátrica e médica responsável técnica do Programa de Diabetes do HCB, explica que o hospital atende os pacientes de forma individualizada. Cada criança possui uma rotina, necessidades e hábitos alimentares específicos, demandando um plano de tratamento individualizado que inclui desde os bebês até adolescentes atendidos. "O diferencial do Hospital da Criança de Brasília é ter uma equipe multidisciplinar. O paciente passa por diferentes áreas: endocrinologia, psicologia, enfermagem e técnico de enfermagem que faz o acolhimento, assistência social e nutrição”, destaca Brugnera, reforçando: "Não adianta a gente só entregar a receita de insulina, se não atendermos o paciente nas suas individualidades". Uma das etapas do acompanhamento é a educação nutricional, que funciona como um meio de libertação e não de privação. A nutricionista clínica do HCB, Ana Rosa Arruda, ressalta que o foco do trabalho não é impor restrições severas, mas sim ensinar o que compõe cada alimento e como fazer escolhas inteligentes. "A educação nutricional no diabetes não é só o que eu vou comer e o que eu não posso comer. Vai muito além, vai de saberem do que os alimentos são feitos, de quais alimentos vão poder comer com uma certa frequência, quais os alimentos vão ter que comer com pouca frequência; como podem transformar esses alimentos em mais saudáveis”. O HCB organiza palestras de contagem de carboidratos para explicar como ajustar a dose de insulina à quantidade exata de alimento que vai ser consumido, garantindo liberdade para participar de festas e lidar com mudanças de rotina. A nutricionista orienta não só a saúde nutricional da criança, mas da família também. “O alimento de toda a família deve ser saudável; não precisa comprar dois tipos de iogurte, não precisa comprar dois tipos de biscoitos. Também não é porque a criança é diabética que a alimentação dela é diferente da outra na faixa etária dela, no gênero dela”, afirma Arruda. Ela também incentiva o consumo de alimentos minimamente processados em vez de ultraprocessados. Rafaela Silva, mãe de Fernanda da Silva (foto), 10 anos, relata que o acompanhamento multidisciplinar do Hospital faz uma grande diferença na vida da filha | Foto: Ana Carolina Magela/HCB Além das consultas e palestras, a equipe do HCB realiza o Dia ABCD, que significa “Aprendendo Brincando Com o Diabetes”. É um evento em que os pacientes passam o dia inteiro com a equipe multidisciplinar, participando de jogos e dinâmicas lúdicas voltadas ao aprendizado da condição, que também permitem a criação de laços de amizade entre as crianças e adolescentes. "Às vezes, a criança não conhece outra pessoa que também tem diabetes, que vive a mesma realidade dela. Essa troca, esse se enxergar no outro faz toda a diferença", relata a médica Paola Brugnera. Os responsáveis também participam do Dia ABCD, simulando a rotina de medições e aplicações dos filhos. "Os pais são colocados no lugar dos seus filhos de medir glicemia, de aplicar insulina. Nisso, conseguimos perceber algumas barreiras de empatia, porque quando nos colocamos no lugar do outro, passamos até a entender um pouquinho da nossa postura de cobrança, de brigar", afirma Brugnera. Rafaela Silva, mãe de Fernanda da Silva, 10 anos, relata que o acompanhamento multidisciplinar do Hospital faz uma grande diferença na vida da filha. “Esse atendimento multidisciplinar para ela fez muito efeito, com a nutricionista, junto com a psicóloga, junto com o médico, isso fez total diferença no tratamento dela". Fernanda, que completou quatro anos de diagnóstico na mesma semana em que é comemorado o Dia Nacional do Diabetes, exibe com orgulho o aprendizado adquirido nos momentos passados no HCB: "Eu aprendo como controlar a minha glicemia, fazer contagem de carboidrato, controlar a minha meta. No meu diário alimentar, eu anoto tudo que eu como, a quantidade que como, peso e quantos copos de água eu bebo no dia". A mãe, Rafaela, destaca que as palestras são essenciais para democratizar o conhecimento, servindo como um porto seguro para mães que não têm acesso a cursos externos de capacitação. O impacto emocional do diagnóstico é outra frente de batalha silenciosa que recebe atenção redobrada. A psicóloga hospitalar do HCB, Natália Paz, explica que o cuidado com as emoções é tão fundamental para o tratamento quanto a própria medicação. “Percebemos o impacto emocional neles em relação à dificuldade de aceitação do diagnóstico, de adaptação na rotina, de adesão ao tratamento, às orientações. Não é só medir glicose e aplicar insulina. Tem que cuidar da alimentação, tem que fazer escolhas mais de 100 vezes do que uma pessoa que não tem diabetes. Tem que pensar no que vai comer antes, tem que organizar a rotina. Quando sair precisa levar um kit de insulina, porque se passar mal precisa estar com aquele suporte”, explica a profissional. Paz reforça que essa necessidade de estar atento afeta tanto as crianças quanto seus familiares e cuidadores. Utilizando recursos lúdicos e jogos temáticos desenvolvidos especialmente para a diabetes, a equipe de Psicologia ajuda as crianças a expressarem suas emoções de forma mais leve. Nas palestras, são abordados temas como ansiedade, depressão e autocuidado. “Fazemos uma roda de conversa, um momento com os pais para eles poderem também compartilhar seus desafios, dar suporte emocional e também trabalhar isso com as crianças, para que elas consigam expressar as emoções, verem que não estão sozinhas”, conta Paz. A equipe utiliza essa abordagem para mostrar que, quando se tem um suporte, é possível lidar com o tratamento de forma mais fácil. "O nosso principal objetivo aqui é promover independência, autonomia desses pacientes e liberdade, acima de tudo", explica a psicóloga. O jovem Victor Ferreira, que completou 18 anos em 2026, passou pelo tratamento no Hospital da Criança de Brasília e, agora, se prepara para dar continuidade aos cuidados em outro hospital da rede pública de saúde — preparação iniciada em 2025, quando participou da “formatura” organizada pelo Programa de Diabetes do HCB. Ele destaca que o apoio recebido no Hospital foi essencial para encarar a condição sem limitações e entender que, com a tecnologia atual e a informação correta, as portas estão abertas para qualquer objetivo. “O Dia do Diabetes é muito importante para conscientizar que não é por você ter diabetes que você se limita a algo", afirma. Victor lembra também de atletas profissionais que competem em alto nível mundial que convivem com a condição: “Há duas ou três semanas, um tenista ganhou o primeiro título de Grand Slam, que é o torneio mundial de tênis. Ele tem diabetes tipo 1 e já perdeu diversas oportunidades na carreira por falar que tem diabetes, ter passado por diversas situações — mas hoje o diabetes não é impeditivo para nada que você venha fazer na sua vida. É mais para inspirar, até mesmo outras pessoas que não têm diabetes, a seguir um padrão de vida saudável”. O Dia Nacional do Diabetes traz um papel importante para a condição que muitas vezes permanece invisível aos olhos da sociedade. Além de celebrar as vitórias diárias e a autonomia conquistada pelos pacientes, a data serve como um alerta para que a população saiba identificar os sinais iniciais do diabetes tipo 1, como sede excessiva, perda de peso involuntária, fraqueza e aumento da frequência urinária. Identificar os sintomas precocemente por meio de um exame simples pode evitar complicações graves e salvar vidas. *Com informações do Hospital da Criança de Brasília José Alencar (HCB)
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Região Oeste debate prioridades para fortalecer SUS em Conferência Regional de Saúde
Como parte da programação das Conferências Regionais de Saúde do Distrito Federal, a Região Oeste realizou seu encontro nesta quinta-feira (25). Usuários do Sistema Único de Saúde (SUS), trabalhadores da área e gestores da Secretaria de Saúde (SES-DF) discutiram os principais desafios da saúde pública na área que abrange Brazlândia, Ceilândia e Sol Nascente/Pôr do Sol. O superintendente e presidente da Conferência Regional da Região Oeste, Cézar Renk, ressalta que a construção coletiva é essencial para ampliar a qualidade da assistência prestada à população. “O avanço da saúde pública depende da construção conjunta entre todas as frentes. É esse diálogo que fortalece a região Oeste e ajuda a enfrentar nossos desafios", avalia. As propostas construídas durante os debates serão apresentadas na 12ª Conferência Distrital de Saúde (CDS), que ocorre em 2027. Com o tema “Saúde, Democracia, Soberania e SUS: Cuidar do Povo é Cuidar do Brasil”, as conferências regionais ocorrem até 1º de julho nas sete Regiões de Saúde do DF | Foto: Jhonatan Cantarelle / Agência Saúde DF Participação social Com o tema “Saúde, Democracia, Soberania e SUS: Cuidar do Povo é Cuidar do Brasil”, as conferências regionais ocorrem até 1º de julho nas sete Regiões de Saúde do DF. Nessa etapa, a participação é livre para toda a população. Representando os usuários do SUS, Eduardo Fleury reforça que o espaço permite levar as experiências e as necessidades da população para o centro das discussões. “A participação da sociedade é essencial, pois é dela que surgem contribuições para melhorar a nossa saúde. Quando compartilhamos, ajudamos a apontar caminhos para aperfeiçoar os serviços." “A participação da sociedade é essencial, pois é dela que surgem contribuições para melhorar a nossa saúde. Quando compartilhamos, ajudamos a apontar caminhos para aperfeiçoar os serviços" Eduardo Fleury, representante dos usuários do SUS Na região Oeste os três segmentos de participantes se dividiram em grupos para discutir quatro eixos temáticos: democracia, direito à saúde e soberania nacional; financiamento do SUS; desafios relacionados às emergências climáticas e à justiça socioambiental; e modelos de atenção, gestão e cuidado integral. “O envolvimento dos três segmentos é fundamental para construir propostas viáveis. É ouvindo quem utiliza os serviços que conseguimos apontar prioridades para a saúde pública”, afirma a coordenadora-adjunta da 12ª CDS e membro do Conselho de Saúde do Distrito Federal, Fátima Rôla. Para o representante dos trabalhadores e presidente do Conselho de Saúde de Brazlândia, Jefferson Júnior, quem atua diariamente na assistência também tem papel decisivo nesse processo. “O profissional está na linha de frente do atendimento, orienta a população e contribui diretamente para o funcionamento do SUS. Sua participação é indispensável nessa etapa”, aponta. Próximas etapas Após a aprovação do Relatório Final da 12ª CDS, o documento é oficialmente enviado à Comissão Organizadora Nacional, onde as diretrizes aprovadas no DF são integradas aos relatórios dos demais estados, compondo o Relatório Consolidado Nacional. Esse instrumento serve de base para as deliberações e votações da 18ª Conferência Nacional de Saúde (18ª CNS), prevista para julho de 2027. *Com informações da SES/DF
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SLU capacita equipes que atuam na orientação sobre resíduos no DF
O Serviço de Limpeza Urbana (SLU) promoveu uma capacitação com as equipes de mobilização social que atuam diretamente nas ruas, residências e comércios do Distrito Federal, orientando a população sobre a separação correta dos resíduos e a participação na coleta seletiva. A atividade reuniu profissionais de mobilização das empresas responsáveis pela execução dos serviços de limpeza urbana no DF e também mobilizadores das 22 cooperativas de catadores que atuam na coleta seletiva. O encontro teve como objetivo alinhar diretrizes, procedimentos e boas práticas da mobilização social, além de fortalecer a atuação conjunta entre poder público, empresas e cooperativas. A programação abordou o papel estratégico dessas equipes na política de gestão de resíduos sólidos do Distrito Federal, com foco na padronização das orientações repassadas à população e no fortalecimento da comunicação direta com os cidadãos. Durante o treinamento, foram apresentados conceitos básicos da gestão de resíduos, como a diferenciação entre lixo, resíduos e rejeitos, além de orientações sobre a hierarquia prevista na Política Nacional de Resíduos Sólidos, que prioriza a não geração, redução, reutilização, reciclagem e tratamento antes da disposição final. O encontro teve como objetivo alinhar diretrizes, procedimentos e boas práticas da mobilização social, além de fortalecer a atuação conjunta entre poder público, empresas e cooperativas | Foto: Divulgação/SLU Também foram reforçadas informações sobre o funcionamento da coleta seletiva no DF, que depende da separação correta dos resíduos em duas frações: recicláveis secos e orgânicos/rejeitos. As equipes atuam diretamente na sensibilização da população sobre o descarte adequado e sobre os dias e horários da coleta em cada região administrativa, com apoio do aplicativo SLU Coleta DF. Para o diretor-presidente substituto do SLU, Cleilson Gadelha, a capacitação reforça a integração entre as equipes. “A mobilização social é uma etapa importante do sistema de limpeza urbana. Quando há alinhamento entre as equipes que executam o serviço e aquelas que orientam a população, o resultado aparece na ponta, com mais eficiência na coleta e mais participação da sociedade”, afirmou. Outro ponto apresentado foi o funcionamento da estrutura operacional do sistema de limpeza urbana, que inclui unidades como a Usina de Tratamento Mecânico-Biológico (UTMB) do P Sul e da Asa Sul, responsáveis pelo processamento de parte dos resíduos orgânicos e pela produção de composto destinado à agricultura, além da Unidade de Recebimento de Entulho (URE), que realiza o tratamento de resíduos da construção civil. “A mobilização social é uma etapa importante do sistema de limpeza urbana. Quando há alinhamento entre as equipes que executam o serviço e aquelas que orientam a população, o resultado aparece na ponta, com mais eficiência na coleta e mais participação da sociedade” Cleilson Gadelha, diretor-presidente substituto do SLU O gerente de Educação Ambiental do SLU, Allyson Silva, destacou o papel das equipes de mobilização como elo entre o serviço público e a população. “As equipes estão todos os dias em contato direto com os moradores e comerciantes. O objetivo da capacitação é garantir que as orientações sejam claras, padronizadas e alinhadas, para que a população receba a informação correta e consiga participar melhor da coleta seletiva e da gestão dos resíduos no Distrito Federal”, afirmou. Segundo ele, a atuação desses profissionais vai além da orientação pontual. “Esse trabalho contribui para mudanças de comportamento ao longo do tempo. Quando a informação chega de forma simples e consistente, a adesão da população às práticas corretas de descarte tende a aumentar”, completou. O SLU conta com três empresas contratadas para execução dos serviços de limpeza urbana no Distrito Federal, além de 53 contratos com 31 cooperativas de catadores que atuam na coleta seletiva e na triagem dos materiais recicláveis. A atuação integrada dessas equipes é considerada estratégica para ampliar os índices de reciclagem e fortalecer a gestão sustentável dos resíduos sólidos no DF. A capacitação integra o conjunto de ações permanentes do SLU voltadas à educação ambiental e à qualificação das equipes envolvidas na operação dos serviços, com foco na melhoria contínua da limpeza urbana e no incentivo à participação da população. *Com informações do Serviço de Limpeza Urbana
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GDF na Sua Porta acelera obras e aproxima serviços da população do Paranoá
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Semana termina com mais de mil vagas de emprego nas agências do trabalhador
As agências do trabalhador do Distrito Federal oferecem, nesta sexta-feira (26), 1.034 vagas de emprego para quem procura uma chance no mercado de trabalho. As oportunidades contemplam candidatos de diferentes níveis de escolaridade, com e sem experiência prévia. A maior remuneração do dia é de R$ 3,9 mil, valor oferecido para o cargo de gerente de loja de supermercado, que conta com duas vagas abertas e se destaca como a oportunidade com o maior salário. Pessoas em busca de emprego em uma Agência do Trabalhador | Foto: Joel Rodrigues/Agência Brasília Já o cargo com o maior número de vagas é o de vendedor interno, com 140 oportunidades abertas distribuídas por diversas regiões do Distrito Federal. Os salários variam de R$ 1,6 mil a R$ 2,4 mil, e as vagas exigem experiência comprovada e ensino médio completo. Para participar dos processos seletivos, basta cadastrar o currículo no aplicativo da Carteira de Trabalho Digital (CTPS) ou ir a uma das 16 agências do trabalhador, das 8h às 17h, durante a semana. Mesmo que nenhuma das oportunidades do dia seja atraente ao candidato, o cadastro vale para oportunidades futuras, já que o sistema cruza dados dos concorrentes com o perfil que as empresas procuram. Empregadores e empreendedores que queiram ofertar vagas ou utilizar o espaço das agências do trabalhador para as entrevistas podem se cadastrar pessoalmente nas unidades ou pelo e-mail gcv@sedet.df.gov.br. Pode ser utilizado, ainda, o Canal do Empregador, no site da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda (Sedet-DF).
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Novas titulares do Conselho dos Direitos da Mulher tomam posse para biênio 2026/2028
A governadora Celina Leão empossou, nesta quinta-feira (25), as novas titulares do Conselho dos Direitos da Mulher do Distrito Federal (CDM/DF) para o biênio 2026/2028, em cerimônia no Salão Branco do Palácio do Buriti. O colegiado reúne 26 titulares, com representação paritária do Governo do Distrito Federal (GDF) e da sociedade civil, com o objetivo de fortalecer a construção, acompanhamento e aprimoramento das políticas públicas destinadas ao público feminino. “Essa posse é muito especial porque nós temos mulheres quilombolas, mulheres indígenas, mulheres LGBTQIA+, com uma representatividade muito grande. Todas elas com um objetivo único: cuidar de mulheres, melhorar a ambiência para que as mulheres possam viver com liberdade, sem violência e com oportunidades”, destacou Celina Leão, após assinar o decreto de posse das conselheiras. “As mulheres não precisam e nós não queremos privilégios. Nós temos capacidade para mostrarmos que temos competência. Mas se não tiver uma oportunidade, como é que a gente faz isso? Essas mulheres estão prontas para nos ajudar a construir ainda mais políticas públicas para o GDF”, completou. Durante o discurso, a governadora ressaltou a importância da pesquisa “Panorama da violência contra a mulher no Distrito Federal” para nortear ações de combate à violência de gênero e ao machismo. O estudo inédito do Instituto de Pesquisa e Estatística (IPEDF) foi feito a partir de questionários com 5.093 homens e mulheres em 80 pontos de grande circulação e entrevistas em profundidade com 39 homens em cumprimento de pena por feminicídio de parceiras íntimas. Durante o discurso, a governadora ressaltou a importância da pesquisa “Panorama da violência contra a mulher no Distrito Federal” para nortear ações de combate à violência de gênero e ao machismo | Foto: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília Questionada sobre como pretende atuar para combater o feminicídio, Celina Leão respondeu: “A primeira coisa é continuar com os nossos programas. E a segunda questão é a oportunidade financeira para as mulheres. A pesquisa foi muito clara nesse sentido, mostrou que muitas delas não saem da violência por conta do medo, da falta de oportunidade. E, para isso, nós estamos ampliando as ações. Então, passa pela educação e pela oportunidade de sair de uma ambiência de violência.” Articulação estratégica Criado em 1998, o Conselho dos Direitos da Mulher do DF é formado por 13 representantes do poder público local e 13 de entidades da sociedade civil. O órgão é vinculado à Secretaria da Mulher (SMDF) e tem natureza consultiva e deliberativa. Além das titulares, também foram nomeadas 26 suplentes, totalizando 52 novas representantes. A secretária da Mulher interina, Jackeline Aguiar, reforçou que o CDM/DF é um espaço estratégico de diálogo entre governo e sociedade civil. “O conselho é paritário justamente para que a gente possa unir forças em prol das pautas da mulher. É a sociedade civil junto com o governo propondo políticas públicas, melhorando os nossos atendimentos, fazendo com que a gente possa cada vez mais trabalhar com mais efetividade e eficiência nesta pauta”, ressaltou. As representantes da sociedade civil foram escolhidas por meio de processo seletivo público regulamentado pelo Edital de Convocação nº 01/2026 da SMDF, abrangendo etapas de inscrição, habilitação documental e eleição entre as entidades habilitadas. No total, 47 organizações da sociedade civil participaram da seleção — 37 para ampla concorrência e dez para vagas reservadas à representação de segmentos específicos. Os postos reservados contemplaram entidades representativas de mulheres negras, indígenas, quilombolas, ciganas e povos e comunidades tradicionais, mulheres com deficiência, idosas e mulheres lésbicas, bissexuais e transexuais. A secretária da Mulher interina, Jackeline Aguiar, reforçou que o CDM/DF é um espaço estratégico de diálogo entre governo e sociedade civil Para a conselheira titular Lúcia Bessa, representante do Fórum de Mulheres do Mercosul, o conselho se consolidou como parceiro das cidadãs e impulsiona a criação de soluções concretas para problemas coletivos. “Esse conselho tem uma história de luta e vitória com as mulheres do Distrito Federal. Há anos vem contribuindo para que as mulheres vivam e vivam plenamente, é verdadeiramente a voz de todas as mulheres que necessitam de um órgão forte, de um conselho independente, eficaz e extremamente importante”, pontuou. As conselheiras exercem função de forma voluntária e não remunerada. Representante da Associação Comercial do Distrito Federal, a conselheira Ivonice Campos explicou que o órgão atua com base em uma agenda transversal. “Nós temos todos os temas: educação, saúde, especialmente segurança, mas também a sustentabilidade”, disse. Por parte do poder público distrital, o colegiado é composto por representantes das secretarias da Mulher (SMDF), de Saúde (SES-DF), de Educação (SEEDF), da Pessoa com Deficiência (SEPD), de Economia (Seec-DF), de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda (Sedet-DF), de Justiça e Cidadania (Sejus-DF), de Segurança Pública (SSP-DF), de Desenvolvimento Social (Sedes-DF), de Governo (Segov) e a Casa Civil, além da Defensoria Pública do DF e do Instituto de Pesquisa e Estatística (IPEDF). Entidades da sociedade civil eleitas Associação Comercial do Distrito Federal Ação de Mulheres pela Equidade Assistência Social Casa Azul Associação Internacional Maylê Sara Kalí Central Única dos Trabalhadores Estruturação Federação das Mulheres da Habitação do Distrito Federal Fórum de Mulheres do Mercosul Grupo Mulheres do Brasil DF Instituto Acolher Instituto Reciclando o Futuro Instituto Viva Mulher União Brasileira de Mulheres (UBM)
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Lago Oeste recebe blitz educativa de prevenção a incêndios florestais nesta sexta-feira (26)
A 5ª Blitz Educativa de Prevenção aos Incêndios Florestais de 2026 será realizada nesta sexta-feira (26), das 8h às 12h, em frente ao Centro Educacional (CED) Carlos Mota, na EPCT DF-001, km 11, no Lago Oeste. A ação é coordenada pela Secretaria do Meio Ambiente do Distrito Federal (Sema-DF) e tem como objetivo conscientizar motoristas, passageiros e moradores sobre os riscos e a proibição da queima de lixo e de restos de poda, principais causas dos incêndios florestais registrados no Distrito Federal. Durante a operação, os veículos que trafegarem pelo local serão abordados por equipes do Departamento de Estradas de Rodagem do Distrito Federal (DER-DF). Representantes de órgãos ambientais e instituições parceiras orientarão a população sobre práticas que favorecem o surgimento de queimadas e os impactos causados ao meio ambiente, à saúde pública e à qualidade de vida. A ação contará com a participação de 30 estudantes do 5º ano do Centro Educacional (CED) Carlos Mota. Além de contribuir para a conscientização dos motoristas e passageiros, os alunos atuam como multiplicadores de informações ambientais em suas famílias e comunidades. Muitos deles vivem em áreas rurais e ajudam a disseminar práticas de prevenção aos incêndios florestais. A governadora do Distrito Federal, Celina Leão, destacou a importância das ações de conscientização para reduzir os incêndios florestais e fortalecer a proteção ambiental durante o período de estiagem. “A prevenção é a ferramenta mais eficaz no combate aos incêndios florestais. Ao levar informação e conscientização diretamente à população, fortalecemos a proteção do nosso Cerrado e dos recursos naturais do Distrito Federal. A participação dos estudantes, dos órgãos públicos e da comunidade demonstra que a preservação ambiental é uma responsabilidade compartilhada e que cada cidadão tem um papel fundamental na redução das queimadas e na construção de um futuro mais sustentável para as próximas gerações”, afirmou. Além de contribuir para a conscientização dos motoristas e passageiros, os alunos atuam como multiplicadores de informações ambientais em suas famílias e comunidades | Foto: Divulgação/Sema-DF Segundo o secretário do Meio Ambiente, Rafael Santana, a participação da população é essencial para fortalecer as ações de prevenção durante o período de estiagem. “Essas ações educativas são fundamentais para o fortalecimento da prevenção aos incêndios florestais e da proteção ao Cerrado. Quando unimos poder público, estudantes e população, conseguimos ampliar a conscientização ambiental e reduzir práticas que colocam em risco nossas áreas de preservação”, afirma. “A prevenção é a ferramenta mais eficaz no combate aos incêndios florestais. Ao levar informação e conscientização diretamente à população, fortalecemos a proteção do nosso Cerrado e dos recursos naturais do Distrito Federal" Governadora Celina Leão A atuação integrada dos órgãos participantes contribui para a redução dos focos de incêndio e das áreas queimadas na região, visando proteger principalmente o Parque Nacional de Brasília e a Área de Proteção Ambiental (APA) do Planalto Central. A blitz integra as ações do Plano de Prevenção e Combate aos Incêndios Florestais do Distrito Federal (Ppcif), coordenado pela Sema-DF. Participam da atividade representantes da Sema-DF, do Instituto Brasília Ambiental, do Batalhão de Polícia Militar Ambiental (BPMA), do Departamento de Estradas de Rodagem do Distrito Federal (DER-DF), do Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal (CBMDF), da Companhia de Saneamento Ambiental do Distrito Federal (Caesb), do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio). O Ppcif reúne ainda instituições como a Secretaria de Saúde, a Defesa Civil, a Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF), a Companhia Urbanizadora da Nova Capital (Novacap), a Marinha do Brasil, a Aeronáutica, a Fundação Jardim Zoológico de Brasília, a Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Distrito Federal (Emater-DF), a Secretaria de Agricultura, Abastecimento e Desenvolvimento Rural (Seagri-DF), o Jardim Botânico de Brasília (JBB), o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o Serviço de Limpeza Urbana (SLU), a Fazenda Água Limpa da Universidade de Brasília (UnB) e o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), que atuam de forma integrada na prevenção e no combate aos incêndios florestais no Distrito Federal. Serviço Blitz Educativa de Prevenção aos Incêndios Florestais Data: Sexta (26) Horário: das 8h às 12h Local: em frente ao Centro Educacional (CED) Carlos Mota, EPCT DF-001, km 11, Lago Oeste (DF) *Com informações da Sema-DF
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