Com campos novos e poço artesiano, Complexo Esportivo do Cruzeiro leva esporte e lazer à população
O Complexo Esportivo do Cruzeiro comemora um ano de duas grandes reformas realizadas para apoiar o esporte na região. Entre elas, destacam-se a instalação do poço artesiano, a reforma de um campo sintético e a construção do outro. As melhorias trazem benefícios a longo prazo para toda a comunidade. A reestruturação do primeiro campo sintético contou com uma reforma completa incluindo a recuperação da base do campo e do alambrado, troca do gramado e a colocação de traves. O segundo campo, construído do zero, substituiu a prática de esporte em um descampado por um local seguro e capaz de atender todas as necessidades dos usuários. Os campos do Complexo Esportivo do Cruzeiro são procurados por crianças em busca de atividade física e de diversão | Foto: Divulgação/Administração Regional do Cruzeiro O local é conhecido por oferecer diversas atividades físicas, além de acolher grupos de amigos que fazem do esporte uma prática de confraternização. Gildo Seixas, fundador da escolinha de futebol Sambola, trabalha dando aulas no complexo esportivo e relata que “o campo é perfeito para as crianças. Os benefícios são múltiplos, é a felicidade da nossa comunidade”. [LEIA_TAMBEM]Outra novidade é a instalação do poço artesiano, acolhendo as demandas do local de uma forma sustentável, garantindo autonomia hídrica. Além disso, há economia, pois, com o tempo, não haverá mais a necessidade de utilizar água tratada. O Estádio Odilon Aires, localizado nas dependências do complexo, tem sido beneficiado com a aquisição, demonstrando uma evolução significativa do gramado. O administrador regional do Cruzeiro, Gustavo Aires, entende que os benefícios são estruturais, mas também têm o intuito de apoiar a prática esportiva. “ As crianças que poderiam estar no ócio, tendo um local bem equipado, são atraídas colocando energia em práticas que mudam vidas. Isso é trasformador”, relatou Gustavo. *Com informações da Administração Regional do Cruzeiro
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✍🏼🚨👩🏽🦱Abertas inscrições para ciclo de palestras dos Consegs voltado à prevenção da violência doméstica em Planaltina
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Hospital Regional de Ceilândia promove mutirão de implantação de DIU
No mês de comemoração do Dia Internacional da Mulher, a Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF) realiza ações em prol da saúde feminina. No Hospital Regional de Ceilândia (HRC), profissionais do centro obstétrico da unidade organizaram uma força-tarefa de implantação do dispositivo intrauterino (DIU) em pacientes e servidoras do hospital. Esta foi a última ação do projeto iniciado pela equipe de enfermagem do HRC, em que ao todo foram atendidas 227 mulheres desde novembro do ano passado, sendo 145 moradoras de Ceilândia e Sol Nascente. Além da aplicação do DIU de cobre, o projeto teve um componente educacional: até o momento foram habilitadas 16 enfermeiras da Região de Saúde Oeste na inserção e retirada do dispositivo. Também participaram acadêmicas de enfermagem da Universidade de Brasília (UnB), que realizaram horas complementares no projeto, atuando no acolhimento das mulheres, esclarecimento de dúvidas e organização da agenda dos profissionais. A certificação dos profissionais e acadêmicas é feita pela Associação Brasileira de Obstetrizes e Enfermeiros Obstetras do Distrito Federal (Abenfo-DF). O DIU é um aliado importante na redução de gestações não planejadas e mortalidade materna | Fotos: Sandro Araújo/Agência Saúde DF Uma das coordenadoras e a idealizadora do projeto, a enfermeira obstetra do HRC, Raquel Diógenes, ressalta que o intuito da iniciativa é promover a autonomia feminina sobre a decisão de engravidar ou não. “Essa é uma ação de empoderamento feminino e nosso interesse é que a mulher realmente possa planejar quando e como ela quer ter essa gravidez. O motivo pelo qual iniciamos a ampliação dessas ações foi termos observado que, muitas vezes, há gestações não planejadas e, infelizmente, não desejadas. A conexão entre o bebê e a mãe acontece desde a vida intrauterina e, se a gravidez não foi desejada, isso vai se refletir na vida daquela criança”. A coordenadora reforça que o acesso aos métodos contraceptivos é um direito reprodutivo fundamental das mulheres. “O DIU é um método extremamente eficaz e tem um papel muito importante nas políticas públicas de saúde. Ampliar o acesso a esse método contribui não apenas para o planejamento familiar, mas também para a redução de gestações não planejadas e, consequentemente, para a redução da mortalidade materna”. A enfermeira supervisora do centro obstétrico do HRC, Suely de Jesus Cotrim, enfatiza que o projeto reafirma o compromisso institucional com a educação permanente, a valorização dos profissionais e a qualificação da assistência em saúde. “A ação reforça nosso compromisso com a promoção da saúde da mulher e com a valorização das profissionais que atuam diariamente no cuidado da população”. Atendimento a pacientes e servidoras do HRC Ao todo 227 mulheres receberam o DIU na ação do HRC, que acontece desde novembro do ano passado Uma das pacientes atendidas no último sábado (7), a estudante de enfermagem e mãe de duas crianças Nayane Stoffel ressaltou a importância do projeto. “Minha primeira gestação foi planejada, tudo tranquilo. Já a segunda, não: eu descobri fazendo um exame de rotina. Quando vi o resultado, tinha lá um bebezinho”, relembra. Outra a ser atendida foi Aline Fernandes, atualmente desempregada e também mãe de duas crianças. Ela elogiou a ação e o trabalho da equipe de enfermagem do HRC. “Quando cheguei aqui, eu não sabia que tinha todo esse aparato de consulta, de acompanhamento. Posteriormente, a equipe entra em contato com a gente, agenda retorno para ver se o dispositivo está bem posicionado. Achei tudo muito organizado, passaram as informações sobre medicação, hoje mais cedo fizeram uma palestra explicando o tempo de duração do DIU — que dura 12 anos. Essa ação da secretaria ajuda muito no planejamento familiar e financeiro da pessoa. A gente vê que o SUS funciona”, enfatiza. Além das pacientes, as próprias profissionais do HRC tiveram acesso ao método contraceptivo. A enfermeira da unidade, Nathália Faris, foi uma das servidoras beneficiadas. A ação evidencia o cuidado da instituição com o servidor. O projeto foi iniciativa de uma colega nossa e isso valoriza o nosso trabalho, fortalece a nossa identidade dentro da secretaria, melhora o nosso astral, o nosso desempenho", relata. *Com informações da SES-DF
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Seleção para médicos oferece salários de até R$ 22,6 mil
O Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF) abriu inscrições para processos seletivos simplificados destinados à formação de cadastro reserva para médicos em seis especialidades. As oportunidades são para as áreas de cirurgia vascular, neonatologia, anestesiologia, clínica médica hospitalar, terapia intensiva pediátrica e medicina de emergência. Vagas se destinam a diversas modalidades da medicina; todas oferecem benefícios institucionais | Foto: Divulgação/IgesDF Os editais contemplam diferentes modalidades de contratação, que podem ser determinadas, indeterminadas ou intermitentes, conforme a necessidade das unidades administradas pelo instituto. As remunerações variam entre R$ 16.030,94 e R$ 22.644,60, com cargas horárias mínimas entre 24 e 30 horas semanais. Todas as vagas oferecem benefícios institucionais, como auxílio-transporte, alimentação conforme acordo coletivo de trabalho e jornada, clube de benefícios com descontos em estabelecimentos parceiros, abono semestral e folga no mês de aniversário. Médico cirurgião vascular O Edital nº 009/2026 prevê cadastro reserva para médico cirurgião vascular. A remuneração bruta é de R$ 16.030,94, com carga horária mínima de 24 horas semanais. Para participar do processo seletivo, o candidato deve possuir graduação em medicina com diploma reconhecido pelo Ministério da Educação (MEC), registro no Conselho Regional de Medicina (CRM) e residência médica concluída ou em fase de conclusão até março deste ano, ou título de especialista em cirurgia bascular emitido pela Associação Médica Brasileira (AMB) ou pela Sociedade Brasileira de Angiologia e Cirurgia Vascular. Também é exigida experiência mínima de seis meses como médico cirurgião vascular. Médico neonatologista O Edital nº 010/2026 destina-se à seleção de médico neonatologista, com remuneração bruta de R$ 18.115,68 para carga mínima de 24 horas semanais. Entre os requisitos obrigatórios estão graduação em medicina reconhecida pelo MEC, registro no CRM e residência médica ou título de especialista em pediatria. Também é exigida experiência mínima de seis meses como médico neonatologista, atuação em centro obstétrico com recém-nascidos de alto risco e experiência em Unidade de Terapia Intensiva Neonatal (UTI Neonatal). Médico anestesiologista O Edital nº 011/2026 prevê seleção para médico anestesiologista, também com remuneração de R$ 18.115,68 para carga horária mínima de 24 horas semanais. Os candidatos devem possuir diploma em medicina reconhecido pelo MEC, registro no CRM e residência médica ou título de especialista em anestesiologia. Também é exigida experiência mínima de seis meses na área. Cursos de aperfeiçoamento em manejo de via aérea difícil, tratamento da dor aguda ou crônica e subespecializações em áreas da anestesiologia são considerados diferenciais no processo seletivo. Médico rotineiro O Edital nº 012/2026 prevê cadastro reserva para médico rotineiro, com remuneração bruta de R$ 22.644,60, a maior entre os editais, para carga horária mínima de 30 horas semanais. A função é voltada ao acompanhamento clínico de pacientes internados e à assistência hospitalar nas unidades da rede. Para participar, é necessário possuir residência ou título de especialista em clínica médica e experiência mínima de seis meses em ambiente hospitalar de média ou alta complexidade ou em serviços de urgência e emergência. Médico intensivista pediátrico O Edital nº 013/2026, para médico intensivista pediátrico, oferece remuneração de R$ 18.115,68 e carga mínima de 24 horas semanais. Entre os requisitos estão residência médica ou certificação em área de atuação em medicina intensiva pediátrica emitida pela Associação de Medicina Intensiva Brasileira (Amib) ou pela Associação Médica Brasileira (AMB), além de experiência mínima comprovada na área. Certificações como Pediatric Advanced Life Support (Pals) e cursos de ultrassonografia à beira do leito (Pocus) são considerados diferenciais. Médico emergencista [LEIA_TAMBEM]O Edital nº 014/2026 é destinado à seleção de médico emergencista, com remuneração de R$ 18.115,68 para carga mínima de 24 horas semanais. Os candidatos devem possuir graduação em medicina reconhecida pelo MEC, registro no CRM e residência médica ou título de especialista em medicina de emergência emitido pela Associação Brasileira de Medicina de Emergência. Também é exigida experiência mínima de seis meses como médico emergencista. Inscrições e validade As inscrições para todos os processos seletivos devem ser feitas exclusivamente pelo site oficial do IgesDF, onde também estão disponíveis os editais completos e as orientações para envio da documentação. Os processos seletivos têm como objetivo a formação de cadastro reserva. A validade das seleções varia, permitindo que o instituto convoque profissionais conforme a necessidade assistencial das unidades da rede. Com os novos editais, o IgesDF reforça a estratégia de ampliar e qualificar o banco de profissionais da saúde, garantindo maior capacidade de resposta às demandas assistenciais da população do Distrito Federal. *Com informações do IgesDF
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Acolhe DF já realizou 500 abordagens a pessoas em situação de rua no Distrito Federal desde julho de 2025
A política pública de cuidado e acolhimento às pessoas em situação de rua no Distrito Federal ganhou novo impulso com a reestruturação do programa Acolhe DF. Coordenada pela Secretaria de Justiça e Cidadania (Sejus-DF), a iniciativa já realizou 500 abordagens desde julho de 2025, com foco especial em pessoas que enfrentam dependência de álcool e outras drogas. Do total de pessoas atendidas pelas equipes, 190 aceitaram ser encaminhadas para unidades terapêuticas conveniadas e fiscalizadas pelo Governo do Distrito Federal, onde recebem acompanhamento especializado para o tratamento da dependência química e apoio na reconstrução de vínculos sociais. O Acolhe DF oferece atendimento integral para pessoas em situação de rua, levando em conta fatores como dependência química, vulnerabilidade social e rompimento de vínculos familiares | Foto: Divulgação/Sejus-DF A nova fase do programa foi oficializada pelo Decreto nº 47.423, que marcou um novo momento na política do DF voltada ao atendimento da população em situação de rua. A reestruturação fortaleceu a atuação integrada entre diferentes órgãos do governo e ampliou as estratégias de abordagem social, escuta qualificada e encaminhamento para serviços públicos. Segundo a secretária de Justiça e Cidadania, Marcela Passamani, o objetivo do programa é oferecer alternativas reais de cuidado e tratamento, sempre respeitando a dignidade e a autonomia das pessoas atendidas. “A política pública precisa ir além da assistência imediata. O Acolhe DF trabalha para oferecer caminhos de recuperação e reinserção social, especialmente para quem enfrenta a dependência química. Nosso compromisso é garantir acolhimento, cuidado e oportunidades para que essas pessoas possam reconstruir suas vidas”, afirma. [LEIA_TAMBEM]Escuta da comunidade Além das abordagens realizadas diretamente nas ruas, o programa também tem intensificado o diálogo com moradores das regiões administrativas do DF para apresentar o trabalho das equipes e esclarecer dúvidas da população. A estratégia começou pelo Plano Piloto, região que concentra a maior parte das pessoas em situação de rua. Segundo o censo mais recente realizado pelo governo, cerca de 3.500 pessoas vivem atualmente nessa condição no Distrito Federal. Desde o início desses encontros comunitários, mais de 100 moradores já participaram das reuniões promovidas pela Sejus-DF. Durante essas agendas, a equipe do programa monta uma tenda itinerante em pontos estratégicos próximos às quadras onde ocorrem os encontros. No local, são oferecidas orientações à população, além da realização de abordagens sociais e encaminhamentos de pessoas que precisam de atendimento. Para a advogada Ana Cláudia Ribeiro, síndica de um bloco na Asa Norte e participante de um dos encontros, a iniciativa tem contribuído para aproximar a comunidade do trabalho realizado pelo governo. “Essas reuniões são muito importantes porque esclarecem como o programa funciona e mostram que existe uma equipe preparada para lidar com essa situação de forma humana e responsável. A comunidade passa a entender melhor o processo e também se sente parte da solução”, destaca. O programa tem intensificado o diálogo com moradores das regiões administrativas do DF para apresentar o trabalho das equipes e esclarecer dúvidas Busca ativa e respeito à legislação De acordo com o subsecretário de Enfrentamento às Drogas (Subed) da Sejus-DF, Diego Moreno, grande parte das pessoas em situação de rua enfrenta algum tipo de dependência química, o que exige uma abordagem especializada e contínua. “As equipes fazem a busca ativa e oferecem atendimento e encaminhamento para tratamento. No entanto, a legislação não permite a retirada involuntária dessas pessoas das ruas. Por isso, nosso trabalho é baseado na escuta, no acolhimento e na oferta permanente de serviços para que elas possam aceitar ajuda no momento em que estiverem prontas”, explica. Segundo ele, mesmo quando o encaminhamento para tratamento não é aceito no primeiro contato, as equipes mantêm o acompanhamento e retornam ao local para novas abordagens. Rede de atendimento O Acolhe DF atua de forma articulada com diferentes áreas do GDF, incluindo saúde, assistência social e segurança pública. Dependendo da situação identificada durante a abordagem, as equipes podem encaminhar as pessoas para unidades de saúde, serviços de assistência social ou comunidades terapêuticas. A estratégia busca garantir atendimento integral, considerando que a realidade da população em situação de rua envolve múltiplos fatores, como dependência química, vulnerabilidade social e rompimento de vínculos familiares. *Com informações da Secretaria de Justiça e Cidadania (Sejus-DF)
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👩🏼👩🏽🦱Protagonismo feminino nos Consegs é ressaltado em encontro promovido no mês das mulheres
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Edital ampliará atividades infantojuvenis nas unidades de conservação do DF
O Instituto Brasília Ambiental realizará, no dia 16, às 10h, na sala de reuniões do quarto andar do seu edifício-sede, o lançamento do edital para seleção de organizações da sociedade civil (OSCs) interessadas em desenvolver atividades infantojuvenis nas unidades de conservação administradas pela autarquia. A iniciativa busca ampliar ações de educação ambiental, recreação e sensibilização de crianças e adolescentes nos parques e demais áreas protegidas do Distrito Federal, fortalecendo a relação da população com os espaços naturais e promovendo a conscientização sobre a preservação ambiental. A iniciativa busca ampliar ações de educação ambiental, recreação e sensibilização de crianças e adolescentes nos parques e demais áreas protegidas do Distrito Federal | Foto: Divulgação/Brasília Ambiental “Temos iniciativas educativas que, às vezes, não conseguem alcançar todos que precisamos. Com o apoio dessas OSCs, podemos ampliar a consciência ambiental de toda a comunidade, porque o jovem passa a se posicionar dentro do seu ambiente familiar e também a ensinar os mais velhos. Além disso, há o benefício do bem-estar, uma vez que aprender dentro dos parques, na prática, é uma excelente experiência”, afirmou o presidente do Instituto Brasília Ambiental, Rôney Nemer. [LEIA_TAMBEM]No evento de lançamento, que marca a abertura do processo, será realizada a apresentação do edital, voltado a organizações, coletivos e grupos interessados em participar da seleção. A reunião será marcada também pelo repasse das orientações sobre o processo de inscrição, incluindo critérios, etapas e documentação necessária. O momento será dedicado ainda ao esclarecimento de dúvidas dos interessados, incentivando a participação de organizações que desenvolvam projetos voltados ao público infantojuvenil, especialmente nas áreas de educação ambiental, cultura, esporte e lazer em contato com a natureza. O Brasília Ambiental destaca que a participação das organizações da sociedade civil é essencial para fortalecer as atividades educativas nas UCs e ampliar as oportunidades de formação e contato com a natureza para crianças e adolescentes do Distrito Federal. *Com informações do Brasília Ambiental
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Força-tarefa aplica 25 toneladas de asfalto e remove 64 toneladas de entulho em Ceilândia
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Brasília Ambiental lançará edital para ampliar atividades infanto-juvenis nas UC’s
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Aberto processo seletivo para preceptoria em programas de residência médica
Entre os dias 16 e 20 deste mês, servidores efetivos da Secretaria de Saúde (SES-DF) interessados em atuar como preceptores nos programas de residência médica da rede pública poderão se inscrever no processo seletivo aberto pela pasta. O edital publicado prevê 65 vagas, distribuídas entre diferentes especialidades e unidades de saúde da rede pública do Distrito Federal. Profissionais selecionados vão acompanhar e orientais médicos residentes durantea formação | Foto: Jhonatan Cantarelle/Agência Saúde-DF A seleção é destinada exclusivamente a servidores efetivos do quadro da SES-DF, que vão desenvolver atividades de ensino em serviço nos cenários de prática da rede pública de saúde. Os profissionais selecionados terão como principal função acompanhar e orientar médicos residentes durante o processo de formação, contribuindo diretamente para o aprimoramento da qualificação profissional e para o fortalecimento da assistência no Sistema Único de Saúde (SUS). As vagas para preceptoria de ensino em residência médica estão detalhadas no Anexo I do edital, com indicação do número da vaga, programa de residência, especialidade médica, Comissão de Residência Médica (Coreme), unidade de saúde, local de execução das atividades e período de atuação. Os profissionais selecionados receberão a Gratificação pela Atividade de Preceptoria (GAP), conforme a função exercida dentro do programa de residência. [LEIA_TAMBEM]A coordenadora de cursos de pós-graduação lato sensu e extensão da Escola de Saúde Pública do DF (ESP/DF), Vanessa Campos, lembra que que a novidade para essa seleção é a disponibilização de vagas para preceptores dos novos programas de cardiologia integrada, neurologia integrada, medicina de família e comunidade na atenção domiciliar. “Também teremos vagas em aberto de programas antigos”, anuncia. Como se inscrever As inscrições serão feitas exclusivamente de forma eletrônica, por meio de link que estará disponível no endereço eletrônico ESP em Andamento, no site da Fundação de Ensino e Pesquisa e Ciências da Saúde (Fepecs). Toda a documentação necessária deverá ser digitalizada e reunida em um único arquivo, que deverá ser anexado no campo indicado do formulário de inscrição online, devidamente preenchido e assinado. O processo seletivo será realizado por meio de prova de títulos, de caráter classificatório e eliminatório, conforme os critérios de pontuação estabelecidos no formulário disponível no Anexo II do edital. A avaliação dos candidatos ficará a cargo de banca examinadora designada pela Direção-Geral da Esp/DF. De acordo com o cronograma, o resultado final está previsto para 2 de abril. Já a designação dos preceptores começa em 3 de abril. *Com informações da Fepcs
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Solenidade entrega Medalha Mulher Mais Segura a cerca de 500 profissionais e instituições do DF
A Secretaria de Segurança Pública (SSP-DF) realiza, nesta terça-feira (10), a solenidade de entrega da Medalha Mulher Mais Segura. A honraria representa o reconhecimento oficial do Governo do Distrito Federal a profissionais das forças de segurança, integrantes do sistema de Justiça, gestores públicos, representantes da rede de proteção e lideranças comunitárias que contribuem para o enfrentamento qualificado à violência doméstica e familiar. [LEIA_TAMBEM]Nesta edição, cerca de 500 agraciados receberão a medalha em uma cerimônia que simboliza o fortalecimento das políticas públicas voltadas à proteção das mulheres e a valorização das boas práticas institucionais desenvolvidas no DF. Serviço Evento: solenidade de Entrega da Medalha Mulher Mais Segura Data: terça-feira (10) Horário: 9h Local: Teatro Pedro Calmon – Setor Militar Urbano *Com informações da Secretaria de Segurança Pública (SSP-DF)
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Equipes do GDF trabalham na implantação de vigas do Viaduto de Planaltina e na terceira faixa da BR-020
Aguardada há décadas pela população, a obra do Viaduto de Planaltina saiu do papel este ano e atualmente está na fase de implantação das vigas. Executado pelo Departamento de Estradas de Rodagem do Distrito Federal (DER-DF), o projeto tem um investimento do Governo do Distrito Federal (GDF) em torno de R$ 45,5 milhões e contempla intervenções no Km 22,6 da BR-020, no entroncamento com a DF-128. As etapas incluem terraplenagem, pavimentação, sinalização vertical e horizontal, obras complementares, urbanismo, acessibilidade, paisagismo, drenagem, contenções, execução de obras de arte especial e implantação de ciclovia. A diretora de Obras do DER, Paula Almeida, detalhou o estágio atual da intervenção e informou que a estrutura já conta com vigas no canteiro de obras. Cerca de 90 mil motoristas passam pelo viaduto diariamente e serão beneficiados pela obra | Fotos: Joel Rodrigues/Agência Brasília “Estamos concretando as vigas travessas e depois vamos fazer as vigas longarinas. Todas as 100 vigas já estão no canteiro, e teremos a instalação de 40 até o final de março. Já foram feitos terraplanagem, fundação, blocos, pilares e cabeceiras. Temos mais da metade da obra concluída e, em seguida, vem a parte do viário, com acessibilidade e 1,3 km de ciclovia e calçadas, finalizando a obra”, explicou. A diretora falou sobre os motivos que levaram à execução do projeto na região, por onde passam cerca de 90 mil motoristas por dia: “Começamos com o viaduto do Comper, depois veio a terceira faixa na BR-020 e agora essa intervenção. A região atende Planaltina, Arapoanga e, em Goiás, Planaltina de Goiás e Formosa. [A obra] vai trazer mais segurança, mais fluidez e mais rapidez no trânsito. Era uma área de interseção com muito congestionamento. Então, a expectativa é reduzir os engarrafamentos”. Mais segurança e fluidez Yago Amorim comemora que poderá chegar de forma mais segura e pontualmente a compromissos Além do viaduto e da implantação da terceira faixa na BR-020, a ampliação das faixas nos dois sentidos visa a ampliar em 50% a capacidade de fluxo da rodovia, uma das principais vias de ligação da região norte do DF. O investimento é de R$ 25 milhões, com recursos do GDF e financiamento junto ao Banco do Brasil. A obra prevê o alargamento da rodovia em 8,6 km no sentido Sobradinho/Planaltina e 5,7 km no sentido contrário, entre o Complexo Viário Padre Jonas Vettoraci (conhecido como Viaduto do Comper) e a DF-230. O projeto contempla três faixas de rolamento, com previsão de implantação futura de uma quarta faixa destinada a corredor exclusivo de ônibus. [LEIA_TAMBEM]A atendente de bar Francisca Gomes, de 56 anos, trabalha em Planaltina e avalia que a estrutura pode contribuir para a redução de atrasos e acidentes:“Vai ser bom porque vai desafogar o trânsito. As pessoas vão chegar mais no horário e também podem diminuir os acidentes nesses retornos, porque o trânsito é muito carregado. Vai trazer mais segurança”. Por sua vez, o jardineiro Yago Amorim, 26, trabalha em uma floricultura próxima à obra da BR-020. Ele reforçou os impactos da construção na rotina de quem trabalha na região e enfrenta congestionamentos diariamente: “A movimentação aqui é enorme, com carreta, caminhão e ônibus. Tem muito acidente por causa dos retornos, que são difíceis de acessar. Com o viaduto, a mobilidade vai ficar mais fácil, rápida e leve. O trânsito costuma nos atrasar, então vai melhorar até no deslocamento para o trabalho”.
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Resultado Preliminar do Processo Seletivo para Bolsas de Estudo ou Pós-Graduação 1o semestre 2026.
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Audiência pública discute atualização do Plano de Recursos Hídricos
A Agência Reguladora de Águas, Energia e Saneamento Básico do Distrito Federal (Adasa) realizou a Audiência Pública nº 002/2026, em formato presencial e virtual, com o objetivo de obter subsídios e contribuições referentes ao relatório final e resumo executivo da atualização do Plano de Gerenciamento Integrado de Recursos Hídricos do Distrito Federal (PGIRH/DF). Durante o encontro, realizado em 26 de fevereiro, os consultores da Profill Engenharia e Ambiente S.A., Sidnei Agra e Carlos Bortoli, e o consultor independente Leonardo Mitre apresentaram os principais pontos da terceira edição do plano. Previsto na Lei nº 2.725/2001, o PGIRH é instrumento central da Política Distrital de Recursos Hídricos e orienta o uso, a proteção e a gestão das águas no DF. O plano consolida diagnósticos e prognósticos, atualiza diretrizes dos instrumentos de gestão e estabelece um conjunto estruturado de ações para os próximos anos | Foto: Divulgação/Adasa Desenvolvido ao longo de dois anos, com recursos da própria Adasa e participação das instâncias colegiadas, o plano consolida diagnósticos e prognósticos, atualiza diretrizes dos instrumentos de gestão — como outorga, cobrança e sistema de informações — e estabelece um conjunto estruturado de ações para os próximos 5, 10 e 15 anos. Ao todo, são previstas 28 ações de gestão e 8 ações estratégicas voltadas à segurança hídrica, além de manuais que detalham a implementação das medidas prioritárias. “Essa atualização reafirma um ponto fundamental: a segurança hídrica do Distrito Federal depende não apenas da expansão da oferta, mas também do fortalecimento institucional, do aperfeiçoamento regulatório e do uso eficiente e sustentável dos recursos hídricos”, destacou o superintendente de Recursos Hídricos da Adasa, Gustavo Carneiro. O diretor-presidente da Adasa, Raimundo Ribeiro reforçou a importância da participação social em todo processo: “Esse é um componente indispensável que permite transparência, legitimidade e aprimoramento técnico das decisões que refletem a condução rigorosa e responsável do trabalho”. As contribuições apresentadas na audiência serão analisadas para subsidiar a consolidação da versão final do plano, fortalecendo o planejamento e a gestão integrada dos recursos hídricos no Distrito Federal. *Com informações da Adasa
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Aberta consulta pública do Projeto de Lei do Plano Diretor de Transporte Urbano do DF
A população do DF já pode dar sugestões sobre a lei que vai fixar as políticas públicas para o futuro da mobilidade urbana do Distrito Federal. A minuta do Projeto de Lei (PL) foi publicada pela Secretaria de Transporte e Mobilidade (Semob-DF) e ficará disponível para leitura e manifestações escritas no site do Plano Diretor de Transporte Urbano do DF (PDTU) até o dia anterior à audiência pública presencial, que será realizada em 28 de março. O conjunto de ações e obras que o GDF precisa realizar para melhorar a mobilidade urbana do DF, nos próximos dez anos, é elaborado pelos técnicos da Semob-DF e do LabTrans da Universidade Federal de SC. Eles fazem a atualização do Pdtu e a criação do Plano de Mobilidade Urbana Sustentável do Distrito Federal (Pmus). De acordo com a minuta do Projeto de Lei, os dois planos serão unificados num só planejamento estratégico, e passarão a ser chamados de Plano Diretor de Transporte e Mobilidade do Distrito Federal (PDTM). O projeto prevê ainda que o novo PDTM tenha respaldo orçamentário para que os objetivos, as estratégias, os programas e as ações previstas no documento sejam efetivados. A minuta do PL prevê que a nova lei estabeleça a compatibilidade entre o Plano de Transporte e Mobilidade e os instrumentos de planejamento e orçamento do DF, como o Plano Plurianual (PPA), a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) e a Lei Orçamentária Anual (LOA). O projeto prevê ainda que o novo PDTM tenha respaldo orçamentário para que os objetivos, as estratégias, os programas e as ações previstas no documento sejam efetivados | Foto: Divulgação/Semob-DF Entre diversas diretrizes previstas para o Plano de Transporte e Mobilidade do DF, o PL deverá estabelecer a integração do PDTM também com as políticas de desenvolvimento territorial, como o Pdot e os planos setoriais. O objetivo é promover um desenvolvimento alinhado às estratégias de uso e de ocupação do solo e comprometido com a preservação ambiental. O titular da Semob-DF, Zeno Gonçalves, explica que a consulta online e a audiência pública presencial são etapas importantes para consolidar o projeto do PDTU e criar o novo PDTM. “Queremos ouvir a população, os representantes de entidades civis, servidores e técnicos de outras secretarias e órgãos públicos do DF, para que o projeto de lei possa ser aprimorado antes de ser encaminhado pelo GDF à Câmara Legislativa. Por isso, é importante que todos acessem o documento no portal do PDTU e participem também da audiência pública presencial, se manifestando sobre o futuro da mobilidade urbana do Distrito Federal”, diz o secretário. Como participar Para se manifestar por escrito sobre a minuta do projeto de lei, basta acessar o site da Semob e clicar em PDTU (à direita do menu principal) ou diretamente no endereço do site do PDTU. Ao abrir a página, abaixo da foto principal, estão publicados um link para que a pessoa leia e opine sobre a minuta do projeto de Lei do PDTU/Pmus, e outro sobre a convocação para a 4ª Audiência Pública — ambos com o botão clique aqui. Clicando para acessar a minuta, o cidadão terá opções de incluir novo artigo no PL, manter o artigo como está ou sugerir alteração. Ao clicar para digitar a manifestação, será necessário fazer um breve cadastro com CPF para pessoa física ou CNPJ para pessoa jurídica, registrando também uma senha para o caso de desejar acessar o documento outras vezes. *Com informações da Semob-DF
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Março Mais Mulher reforça visibilidade e inclusão de mulheres com deficiência no DF
Dentro da programação do Março Mais Mulher, que reúne mais de 170 ações voltadas ao fortalecimento dos direitos femininos no Distrito Federal, a Secretaria da Mulher (SMDF) participou, nesta segunda-feira (9), de um simpósio promovido pelo Conselho de Defesa dos Direitos da Pessoa com Deficiência do DF (Coddede). A iniciativa teve como foco ampliar o debate sobre inclusão, acessibilidade e políticas públicas para mulheres com deficiência. Encontro no Coddede teve como um dos temas de destaque a ampliação da garantia de direitos às mulheres com deficiência | Fotos: Samuel Marques/SMDF O Coddede é um colegiado composto por representantes do poder público e entidades da sociedade civil, o que fortalece o diálogo e a construção conjunta de políticas voltadas às pessoas com deficiência no Distrito Federal. Durante o simpósio, a SMDF participou das discussões e reforçou a importância da articulação entre diferentes áreas do governo para ampliar a inclusão e garantir direitos às mulheres com deficiência. De acordo com dados apresentados no encontro, 65,1% das pessoas com deficiência no DF são mulheres, o que evidencia a necessidade de políticas públicas específicas voltadas a esse público. “Cuidar das mulheres é uma prioridade do nosso governo”, afirma a vice-governadora Celina Leão. “Trabalhamos para fortalecer cada vez mais as políticas públicas que promovem acolhimento, respeito e oportunidades. Nosso compromisso é garantir que todas as mulheres tenham acesso aos serviços e às ações que promovem autonomia, dignidade e inclusão.” Inclusão A secretária da Mulher, Giselle Ferreira, apresentou os equipamentos, programas e projetos desenvolvidos pela pasta e reforçou o compromisso da secretaria com um atendimento cada vez mais inclusivo. A gestora também mostrou dados sobre os equipamentos da secretaria e falou sobre ações que têm se consolidado como diferenciais nas políticas públicas voltadas às mulheres no Governo do Distrito Federal (GDF). “Todos os equipamentos públicos da SMDF estão preparados para atender todas as mulheres, sem exceção, incluindo aquelas com algum tipo de deficiência”, ressaltou a secretária. “Trabalhamos para garantir acessibilidade, acolhimento humanizado e atendimento qualificado, porque inclusão também significa garantir que os serviços públicos estejam preparados para todas.” Flávio Santos, presidente do Coddede: “O diálogo com instituições como a Secretaria da Mulher é extremamente importante, porque fortalece essa pauta, amplia a inclusão das mulheres e facilita o acesso aos serviços e às políticas públicas” Um dos principais desafios apontados no encontro foi a empregabilidade, considerando que muitas mulheres com deficiência ainda enfrentam barreiras para ingressar e se manter no mercado de trabalho. Outro ponto destacado foi a maior vulnerabilidade dessas mulheres à violência doméstica. Dados nacionais apontam que 65,4% dos casos de violência contra mulheres com deficiência são cometidos por cuidadores ou familiares, cenário que evidencia a necessidade de ampliar a rede de proteção e os serviços especializados de acolhimento. Ações articuladas [LEIA_TAMBEM]O presidente do Coddede, Flávio Pereira dos Santos, enfatizou a importância da articulação entre governo e sociedade civil para garantir avanços na defesa dos direitos das pessoas com deficiência. “A atuação dos órgãos públicos é fundamental para garantir atendimento adequado a esse público, especialmente dentro da perspectiva da acessibilidade e da construção de atitudes verdadeiramente inclusivas”, enfatizou. “O diálogo com instituições como a Secretaria da Mulher é extremamente importante, porque fortalece essa pauta, amplia a inclusão das mulheres e facilita o acesso aos serviços e às políticas públicas.” Ana Paula Batista, ativista de causas ligadas à deficiência física: “Quando as instituições se unem para discutir inclusão, ampliam-se as possibilidades de criar políticas públicas mais sensíveis às diferentes realidades das mulheres” A programação também contou com a participação de mulheres com deficiência, que compartilharam experiências e reforçaram a importância da representatividade e do acesso às políticas públicas. “Quando as instituições se unem para discutir inclusão, ampliam-se as possibilidades de criar políticas públicas mais sensíveis às diferentes realidades das mulheres”, observou Ana Paula Batista, que atua em causas ligadas à deficiência física. “Esse tipo de iniciativa também fortalece a comunicação entre as redes de atendimento e contribui para que os profissionais estejam cada vez mais preparados para acolher e atender um público diverso”, declarou Ana Paula. “Além disso, amplia o debate na sociedade e ajuda a garantir que mais mulheres tenham acesso à informação, aos serviços e aos seus direitos.” *Com informações da Secretaria da Mulher
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Divulgação do curso “Escrever e Falar Bem”
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Resultado Final Afastamento Remunerado para Estudos nº 1/2026 – 1ª Etapa
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Adasa doa equipamentos de informática a escolas públicas do DF
A Agência Reguladora de Águas, Energia e Saneamento Básico do Distrito Federal (Adasa) realizou, no dia 27 de fevereiro, a entrega de 403 equipamentos de informática a escolas públicas do Distrito Federal. A iniciativa contemplou oito unidades de ensino, fortalecendo a infraestrutura tecnológica e ampliando as condições de aprendizagem para estudantes da rede pública. Foram doados computadores completos, incluindo CPUs, monitores, teclados e mouses. As escolas atendidas abrangem desde a educação infantil até o ensino médio, além de centros interescolares de línguas (CILs), que ofertam cursos de idiomas à comunidade estudantil. [LEIA_TAMBEM]No Centro Educacional Osório Baquim, localizado no Núcleo Rural Jardim Morumbi, em Planaltina (DF), o diretor Danilo Mendonça Soares destacou a importância da iniciativa. “A doação das máquinas representa um recurso de grande utilidade para nossos alunos. Com esses computadores, poderemos oferecer novas ferramentas para o aprendizado”, afirmou. Já no Centro Interescolar de Línguas 01 de Planaltina, o vice-diretor André Freitas Pereira enfatizou os avanços proporcionados pelas doações. “A substituição dos computadores antigos já trouxe melhorias significativas. Com a segunda remessa, vamos transformar nossa biblioteca em uma sala multimídia, ampliando o acesso dos estudantes às atividades pedagógicas”, destacou. A ação reforça o compromisso institucional da Adasa com a responsabilidade socioambiental e com o apoio a iniciativas que promovam a inclusão digital e a melhoria das condições de ensino no Distrito Federal. *Com informações da Agência Reguladora de Águas, Energia e Saneamento Básico do Distrito Federal (Adasa)
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Feira do Trabalho e do Campo incentiva protagonismo feminino no Riacho Fundo
Entre os dias 9 e 14 de março, o Riacho Fundo será palco da Feira do Trabalho e do Campo, iniciativa voltada à qualificação profissional, geração de renda e valorização da produção local. O evento será realizado ao lado da administração regional e contará com uma programação diversificada com cursos, palestras, oficinas e exposição de produtos. Realizada durante a Semana Internacional da Mulher, a feira também celebra a contribuição feminina para o empreendedorismo, a economia solidária e o desenvolvimento das comunidades. A proposta do evento é fortalecer o empreendedorismo e ampliar oportunidades para trabalhadores urbanos e rurais, pequenos produtores, artesãos e microempreendedores da região, incentivando a geração de renda e o desenvolvimento local. Durante a programação, o público terá acesso a capacitações nas áreas de gestão de negócios, vendas, identidade visual, sustentabilidade, economia solidária, tecnologias sociais e desenvolvimento pessoal. Além das atividades formativas, a feira também contará com espaços para comercialização de produtos da agricultura familiar e do artesanato regional, estimulando a circulação de renda na própria comunidade. Café da manhã Como parte da programação da Semana Internacional da Mulher, no dia 10 de março será realizado o Café da Manhã de Mulheres, um momento especial de encontro, acolhimento e celebração da força, da resiliência e da inspiração das mulheres da comunidade. A atividade busca valorizar o protagonismo feminino e fortalecer redes de apoio entre mulheres empreendedoras, trabalhadoras e lideranças locais. Legenda Campanha solidária Durante toda a feira, também acontecerá uma campanha solidária em apoio à população de Juiz de Fora-MG, com arrecadação de: • roupas em boas condições; • alimentos não perecíveis; • água potável; • materiais de higiene. Os pontos de coleta serão na Feira do Trabalho e do Campo – Riacho Fundo I e na sede do Instituto Acolher. PROGRAMAÇÃO Feira do Trabalho e do Campo – Riacho Fundo I De 9 a 14 de março de 2026 Programação sujeita a alterações Segunda-feira (9): • 9h às 17h – Visitação aberta; • 14h às 16h – Oficina 1: Oficina de Reaproveitamento e Upcycling. Terça-feira (10): • 9h às 19h – Feira de Produtos Rurais e Artesanato; • Café da Manhã de Mulheres – programação especial da Semana Internacional da Mulher; • 14h às 16h – Oficina 3: Oficina de Embalagem Sustentável; • 15h às 16h – Palestra 1: Bem viver como modelo econômico. Quarta-feira (11): • 9h às 19h – Feira de Produtos Rurais e Artesanato; • 10h30 às 12h30 – Oficina 2: Oficina de Feiras Solidárias; Quinta-feira (12): • 9h às 19h – Feira de Produtos Rurais e Artesanato; • 9h às 11h – Oficina 4: A Força do Coletivo; Sexta-feira (13): • 9h às 19h – Feira de Produtos Rurais e Artesanato; • 9h às 11h – Oficina 5: Tecnologias Sociais Locais; • 11h às 13h – Oficina 6: Educação Financeira e Finanças Pessoais. Sábado (14): • 9h às 18h – Visitação aberta; • 10h às 11h – Entrega de certificados; • 11h às 13h – Apresentações artísticas; • 14h às 16h – Palestra 2: Saberes e Cultura como Potência. ______________ Serviço Feira do Trabalho e do Campo De 9 a 14 de março de 2026 Riacho Fundo – ao lado da administração regional Entrada gratuita A Feira do Trabalho e do Campo é uma realização do Instituto Acolher, em parceria com o programa Economia Solidária da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda do DF (Sedet-DF), e conta com apoio da Administração Regional do Riacho Fundo. Mais informações: @instituto_acolherdf *Com informações da Sedet-DF
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Encontro pedagógico integra educação ambiental e patrimonial no DF
A Secretaria de Educação (SEEDF) iniciou, neste mês, o I Encontro Pedagógico de Educação Ambiental e Educação Patrimonial, reunindo educadores, especialistas e parceiros institucionais em uma agenda de formação e intercâmbio pedagógico. A abertura ocorreu na Escola da Natureza, no Parque da Cidade Sarah Kubitschek, com a participação de educadores das Escolas Parque da Natureza e representantes de instituições parceiras. A programação segue com palestras, formações, visitas técnicas e atividades de integração em diferentes territórios culturais e ambientais do Distrito Federal, ampliando as possibilidades de aprendizagem fora da sala de aula. Encontro se divide em atividades diversificadas, com foto em educação ambiental e patrimonial | Fotos: André Amendoeira/SEEDF “Momentos como esse reafirmam a relevância da integração entre a educação patrimonial e a ambiental”, pontuou a chefe do Núcleo de Educação Ambiental, Cibele Lima. “Quando articulamos essas duas frentes, fortalecemos a compreensão do território, da identidade, da sustentabilidade e do pertencimento, garantindo que as ações dialoguem de forma estratégica com as políticas públicas educacionais já em andamento.” Fazem parte da programação visitas ao Parque Ecológico Sucupira, à Estação Ecológica de Águas Emendadas, ao Museu Nacional da República, ao Memorial dos Povos Indígenas, ao Museu do Catetinho, ao Cine Brasília e ao Monumento Natural Dom Bosco, além dos parques ecológicos de Águas Claras e Saburo Onoyama e dos parques Três Meninas e Riacho Fundo. Vivências pedagógicas A participação dos pontos focais das coordenações regionais de ensino (CREs) foi um dos eixos centrais do encontro. “A presença dos pontos focais é imprescindível para apoiar, acompanhar e potencializar esse trabalho”, explicou Cibele. “Eles garantem o alinhamento e a continuidade das ações, com iniciativas mais adequadas às suas realidades”. O encontro também apresentou experiências pedagógicas desenvolvidas pelas escolas parque da Natureza do Núcleo Bandeirante e de Brazlândia. O destaque foi uma oficina vivencial de reconhecimento do espaço da Escola da Natureza, marcando o início das atividades práticas da semana pedagógica, que seguirá com visitas técnicas e intercâmbios em parques ecológicos, unidades de conservação e espaços culturais do DF. Educação patrimonial Durante a programação, a chefe substituta do Núcleo de Memórias da Educação e Arte-Educação, Michelle Cheibub, apresentou a cartilha do projeto Territórios Culturais, iniciativa desenvolvida em parceria entre as secretarias de Educação e de de Cultura e Economia Criativa (Secec-DF). Michelle Cheibub, chefe substituta do Núcleo de Memórias da Educação e Arte-Educação: “O diferencial do projeto é fazer a ponte entre o estudante e o patrimônio cultural da sua cidade, conectando memória, identidade e pertencimento, para que ele se reconheça como sujeito que se relaciona com esses espaços e com a história do lugar onde vive” O projeto amplia o uso pedagógico de equipamentos culturais da cidade, transformando esses espaços em ambientes de aprendizagem por meio de visitas mediadas com estudantes da rede pública. [LEIA_TAMBEM]Atualmente, as atividades ocorrem em espaços como o Cine Brasília, o Museu do Catetinho, o Museu Nacional da República e o Memorial dos Povos Indígenas. “O diferencial do projeto é fazer a ponte entre o estudante e o patrimônio cultural da sua cidade, conectando memória, identidade e pertencimento, para que ele se reconheça como sujeito que se relaciona com esses espaços e com a história do lugar onde vive”, ressaltou Michelle. Parceiros institucionais O encontro também promoveu diálogo com parceiros estratégicos que desenvolvem ações junto à rede pública de ensino. Participaram representantes da Agência Reguladora de Águas, Energia e Saneamento Básico do Distrito Federal (Adasa), da Neoenergia Brasília, da Companhia de Saneamento Ambiental do Distrito Federal (Caesb) e do Instituto Alana. Representantes de outras instituições acompanharam a programação, como o Jardim Botânico de Brasília, o Sesi Lab e o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan). “Quando trabalhamos de forma integrada, ampliamos o impacto dessas iniciativas e consolidamos uma política pública mais efetiva e transformadora”, avaliou Cibele Lima. Durante o encontro também foi anunciada a abertura da consulta pública para contribuições ao documento Diretrizes Pedagógicas para Educação Ambiental. A participação está aberta até o dia 15, envolvendo profissionais da educação, estudantes e a comunidade escolar a colaborar com o aprimoramento do material. *Com informações da Secretaria de Educação
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Atendimento itinerante para questões relacionadas à energia elétrica passa por cidades do DF nesta semana
A Neoenergia inicia, nesta segunda-feira (9), um novo ciclo de atendimento itinerante nas administrações regionais do Distrito Federal. A ação segue até sexta-feira (13) e tem como objetivo ampliar o acesso da população a serviços técnicos e comerciais, com atendimento presencial e sem necessidade de agendamento. Durante o período, os clientes poderão resolver demandas como parcelamento de débitos, troca de titularidade, solicitação de nova ligação, pedidos de reparo por danos elétricos e orientações sobre segurança, consumo consciente e regularização da energia elétrica. Com atendimento itinerante, concessionária facilita acesso da população a serviços essenciais | Foto: Divulgação/Neoenergia A iniciativa reforça a estratégia da distribuidora de estar cada vez mais próxima da comunidade, levando soluções diretamente às regiões administrativas e facilitando a resolução de demandas do dia a dia. Confira o cronograma da semana. Segunda-feira (9) · 8h às 12h: Seduh-DF · 14h às 18h: Varjão [LEIA_TAMBEM]Terça-feira (10) · 8h às 14h: Santa Maria · 14h às 18h: Sobradinho II Quarta-feira (11) · 8h às 12h: Sobradinho · 14h às 18h: Seduh-DF Quinta-feira (12) · 8h às 12h: Núcleo Bandeirante · 14h às 18h: Candangolândia Sexta-feira (13) · 8h às 12h: Sol Nascente · 14h às 18h: Ceilândia. Além do atendimento itinerante, a distribuidora mantém pontos fixos em Paranoá, Planaltina, São Sebastião, Samambaia e Lago Sul, bem como sete unidades do Na Hora, todas com atendimento espontâneo. A agenda semanal completa pode ser consultada no site da Neoenergia. *Com informações da Neoenergia
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Ação de acolhimento à população em situação de rua ocorre no Plano Piloto na terça e na quarta-feira
O Governo do Distrito Federal (GDF) fará a oferta de acolhimento e assistência social a pessoas que estão instaladas em 16 endereços do Plano Piloto. A ação está prevista para ter início às 9h desta terça-feira (10), é coordenada pela Casa Civil e envolve as secretarias de Desenvolvimento Social (Sedes-DF), de Saúde (SES-DF), de Educação (SEEDF), de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda (Sedet-DF), de Segurança Pública (SSP-DF), de Proteção da Ordem Urbanística (DF Legal) e de Justiça e Cidadania (Sejus-DF), o Serviço de Limpeza Urbana (SLU), a Novacap, a Codhab, o Detran-DF, a Polícia Militar, a Polícia Civil, o Corpo de Bombeiros Militar e o Conselho Tutelar. As pessoas em situação de rua receberão a oferta de diversos serviços em áreas como saúde, educação e assistência social, além de orientação sobre cuidados com animais domésticos e benefícios como deslocamento interestadual. Também será oferecido um auxílio excepcional de R$ 600 para aqueles sem condições de pagar aluguel. Vagas em abrigos, programas de qualificação profissional, como o RenovaDF, e o cadastro para unidades habitacionais também estarão disponíveis. As pessoas em situação de rua receberão a oferta de diversos serviços em áreas como saúde, educação e assistência social | Foto: Divulgação/Agência Brasília Após todo o atendimento, a DF Legal fará o desmonte das estruturas das pessoas em situação de rua e o transporte dos pertences ao local regular indicado pelo ocupante. Em último caso, o governo levará os objetos pessoais ao depósito da pasta (SIA Trecho 4, lotes 1.380/1.420), para retirada em até 60 dias, sem qualquer custo para o responsável. No decorrer de toda a semana, as secretarias realizaram abordagens sociais e atendimentos prévios nos locais, mapeando o público que será atendido e suas demandas. Pontos de ação no Plano Piloto para terça-feira (10) e quarta-feira (11): Via de acesso à SGAN 908/909, do balão à via W5; SGAN 909 e 910, entre a quadra e o Parque Burle Marx; SGAN 913, entre o colégio Anjo da Guarda e a mesquita; SGAN 915, ao lado da escola Sagrada Família Menino Deus; SHCGN 716, entre os blocos G e H; SQNW 702/703, área verde; Setor Comercial Sul; SHCS CLS 102 Bloco A, ao lado da Drogasil; Orla da Ponte JK; SES 803, em frente à Embaixada da Venezuela; SES 807, próximo à Embaixada da Alemanha; CLS 409, ao lado do Bloco A; CLS 209, próximo ao Bloco C; Eixo Rodoviário Sul, altura da 107/108; CLS 415 Bloco D, lateral da loja 20; EQS 214/215, próximo à Escola Parque da 214 Sul. *Com informações da DF Legal
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Detran-DF flagra 63 condutores alcoolizados no fim de semana
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Fim de semana teve 63 condutores flagrados alcoolizados
Entre sexta-feira (6) e domingo (8), o Departamento de Trânsito do Distrito Federal (Detran-DF) promoveu ações de fiscalização nas regiões de Brazlândia, Paranoá, Recanto das Emas, Riacho Fundo e Taguatinga. Blitz no Túnel Rei Pelé, em Taguatinga: fiscalização segue rigorosa também nos fins de semana | Foto: Divulgação/Detran-DF Durante as operações, 324 condutores foram abordados, tendo sido registradas 154 infrações. Foram 63 motoristas autuados por dirigir sob a influência de álcool e 22 por conduzir veículo sem possuir Carteira Nacional de Habilitação (CNH). As equipes também registraram 15 autuações por escapamento irregular e outras 54 por infrações diversas. Crimes de trânsito No sábado (7), durante patrulhamento no Recanto das Emas, agentes do Detran-DF flagraram um veículo Fiat Mobi circulando em alta velocidade, fazendo manobras em zigue-zague e ultrapassagens perigosas. Durante a abordagem foi constatado que o condutor não possuía habilitação e que a direção do veículo havia sido entregue a ele pelo passageiro, proprietário do automóvel. O motorista foi submetido ao teste do etilômetro, que registrou 0,35 miligrama de álcool por litro de ar alveolar, configurando crime de trânsito, conforme o Código de Trânsito Brasileiro (CTB). Os agentes constataram ainda que o último licenciamento do veículo é de 2020. Além das autuações administrativas, o condutor e o passageiro foram encaminhados à 27ª Delegacia de Polícia. [LEIA_TAMBEM]De acordo com o CTB, dirigir após o consumo de álcool é uma infração gravíssima, com multa no valor de R$ 2.934,70 e suspensão do direito de dirigir por um ano. Quando constatada a concentração igual ou superior a 0,3 miligrama de álcool por litro de ar alveolar, a conduta é considerada crime, com pena prevista de seis meses a três anos de detenção, multa e suspensão ou proibição de se obter a permissão ou a habilitação para dirigir veículo automotor. Entregar a direção do veículo a pessoa não habilitada também é infração gravíssima, com penalidade de multa de R$ 880,41 e sete pontos na CNH. Além disso, permitir, confiar ou entregar a direção a pessoa não habilitada ou sem condições de conduzir o veículo com segurança — por seu estado de saúde, física ou mental, ou por embriaguez — configura crime de trânsito, com pena de detenção de seis meses a um ano, ou multa. *Com informações do Detran-DF
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Rede de Hortos Agroflorestais do DF recebe visita de órgão da ONU
A Rede de Hortos Agroflorestais Medicinais e Biodinâmicos (RHAMB) do Distrito Federal, instalada na Unidade Básica de Saúde (UBS) 3 da Asa Norte, na Vila Planalto, recebeu a visita de um organismo internacional na última quinta-feira (5). Em meio à 39ª Conferência Regional da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) para a América Latina e o Caribe (Larc 39), a iniciativa da Secretaria de Saúde (SES-DF) despertou o interesse de autoridades estrangeiras. Marcos Trajano, gerente de Práticas Integrativas da Secretaria de Saúde: "A rede de hortos é a projeção de uma contribuição da pasta para o mundo" | Foto: Matheus Oliveira/Agência Saúde DF O serviço da rede pública é reconhecido como uma experiência bem-sucedida na área de segurança alimentar e nutricional. Segundo a vice-presidente do Comitê de Segurança Alimentar Mundial (CSA), Jhenifer Mojica, e a secretária do CSA, Chiara Cirulli, os hortos eram justamente o exemplo que procuravam para apresentar ao mundo. "Estamos buscando ser mais concretos em nossas propostas. Por isso, queremos exemplos que mostrem que as recomendações de políticas não são abstratas, mas sim ações que já existem e que podem ser replicadas", afirma Cirulli. [LEIA_TAMBEM]A 39ª edição da Conferência Regional da FAO ocorreu ao longo da semana, entre os dias 2 e 6 de março, no Palácio do Itamaraty. O CSA é a principal plataforma internacional e intergovernamental na área de segurança alimentar e nutrição, responsável por desenvolver e endossar recomendações científicas e orientações políticas. Projeção internacional Para o gerente de Práticas Integrativas em Saúde (PIS) da SES-DF, Marcos Trajano, o interesse demonstrado pelo órgão da FAO representa mais do que o reconhecimento da RHAMB como uma prática bem-sucedida: "É a projeção de uma contribuição da pasta para o mundo". A RHAMB foi instituída por meio da Portaria nº 137, de 15 de abril de 2025. A iniciativa promove o cultivo comunitário de plantas para a melhoria dos serviços de saúde e o bem-estar das comunidades atendidas. O monitoramento é de responsabilidade da Gerência de Práticas Integrativas em Saúde (Gerpis). Desde 2018, já foram implementadas quase 40 unidades e capacitados mais de cem profissionais da rede pública do DF. A expansão é fruto de parceria com a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) Brasília. *Com informações da Secretaria de Saúde (SES-DF)
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GDF entrega títulos de regularização fundiária para 500 famílias em Arapoanga
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Água Quente: de RA caçula a cidade em construção acelerada
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Vagas Remanescentes ! Inscrições para os percursos do 1º semestre
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Mulheres são maioria no serviço público do DF e ampliam presença na liderança do governo
As mulheres são maioria no serviço público do Distrito Federal. Elas representam 54,62% dos servidores efetivos do Governo do Distrito Federal (GDF): 66.459 profissionais em um universo de 121.679 servidores. A presença feminina também avança em cargos de liderança e na formulação de políticas públicas. Além de predominar na força de trabalho do governo, as mulheres também ampliam presença em postos estratégicos da gestão pública. Das 33 secretarias de Estado do DF, seis são ocupadas por mulheres no primeiro escalão da administração, incluindo a vice-governadora Celina Leão e cinco secretárias de Estado, o equivalente a cerca de 18% das posições nesse nível da estrutura governamental. Para a vice-governadora Celina Leão, promover o desenvolvimento das mulheres não é apenas uma pauta social. “É uma agenda estratégica de crescimento, de competitividade e de futuro para o país. Quando ampliamos oportunidades para as mulheres, fortalecemos a economia, impulsionamos a inovação e construímos uma sociedade mais justa. As mulheres não estão pedindo espaço. Estão demonstrando todos os dias que sabem ocupá-lo com competência, coragem, sensibilidade e responsabilidade. A presença feminina nos espaços de decisão amplia o olhar sobre os desafios e torna as escolhas públicas mais humanas, mais eficientes e mais conectadas com a realidade das pessoas”, afirma. Para a vice-governadora Celina Leão, promover o desenvolvimento das mulheres não é apenas uma pauta social. “É uma agenda estratégica de crescimento" | Foto: Tony Oliveira/Agência Brasília A participação feminina também aparece nas administrações regionais. Atualmente, cinco das 35 regiões administrativas do DF são comandadas por mulheres, cerca de 14% das chefias locais da estrutura governamental. Presença majoritária em áreas estratégicas Em áreas essenciais da administração pública, como educação, saúde e assistência social, a presença feminina é ainda mais expressiva. Na Secretaria de Educação do Distrito Federal (SEEDF), as mulheres representam 68,51% do quadro de servidores: 22.431 profissionais entre os 32.742 trabalhadores da pasta. Nos cargos comissionados da secretaria, a participação feminina também é majoritária. Das 4.474 funções de gestão, 2.977 são ocupadas por mulheres, o equivalente a 66,54% do total. A maior concentração feminina está em cargos de supervisão, vice-direção, direção e chefia de secretaria. Para a secretária de Educação, Hélvia Paranaguá, tantas mulheres em posições de liderança na educação pública do Distrito Federal são motivo de orgulho. “São profissionais que conduzem a gestão com sensibilidade, dedicação e competência, transformando, dia após dia, a realidade das nossas escolas”, afirma. Na Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes), a participação feminina também se consolidou nos últimos anos. As mulheres representam 62,8% do quadro de servidores da pasta: 1.113 profissionais entre 1.771 trabalhadores. Entre os cargos de chefia, elas ocupam 60,5% das funções de liderança, com 178 mulheres em 294 postos. Segundo a secretária Ana Paula Marra, ampliar a presença feminina na gestão fortalece a qualidade das políticas públicas. “Quando uma mulher ocupa um cargo de liderança, ela não sobe sozinha. Ela leva consigo repertório, escuta, vivência e compromisso com quem está na base”, afirma. Segundo a secretária de Desenvolvimento Social Ana Paula Marra, ampliar a presença feminina na gestão fortalece a qualidade das políticas públicas | Foto: Tony Oliveira/Agência Brasília A presença feminina também cresce em áreas tradicionalmente ocupadas por homens. Na segurança pública, a Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF) é comandada pela coronel Ana Paula Barros Habka, enquanto as mulheres representam cerca de 15% do efetivo da corporação. Na Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF), a participação feminina também aumenta. Hoje, as mulheres correspondem a cerca de 30% do efetivo, ocupando funções como delegadas, peritas e papiloscopistas. O movimento também aparece em áreas ligadas à inovação e gestão pública. Na Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação do Distrito Federal, as três subsecretarias são ocupadas por mulheres, responsáveis por áreas como administração, desenvolvimento tecnológico e inclusão digital. A presença feminina também cresce em áreas tradicionalmente ocupadas por homens. Na segurança pública, a Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF) é comandada pela coronel Ana Paula Barros Habka | Foto: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília Formação e qualificação O protagonismo feminino também aparece na qualificação do serviço público. Na Escola de Governo do Distrito Federal (Egov), cerca de 70% dos servidores atendidos nos programas de capacitação são mulheres. Para a diretora-executiva da instituição, Juliana Tolentino, o dado reflete a crescente participação feminina na formação da administração pública. “Sob a direção de mulheres, a Escola de Governo consolida um modelo de gestão orientado por competência técnica, sensibilidade social e compromisso com a equidade”, afirma. A ampliação da presença feminina no serviço público do Distrito Federal reflete mudanças graduais na gestão pública e maior diversidade na tomada de decisões. Com presença crescente em diferentes áreas da administração, as mulheres participam diretamente da formulação e execução de políticas públicas que impactam a vida da população do DF.
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DF registra prisão de um agressor por violência doméstica a cada uma hora e meia
Estudo da Secretaria de Segurança Pública do Distrito Federal (SSP-DF) aponta que, em média, um agressor foi preso a cada uma hora e meia no Distrito Federal por crimes de violência doméstica. O relatório detalhado refere-se ao período de 2025 e mostra que 5.588 agressores foram presos. Os dados foram analisados pela Subsecretaria de Gestão da Informação (SGI), da SSP-DF, e revelam também características importantes das ocorrências, como os períodos de maior incidência dos crimes, o perfil das vítimas e dos autores, além dos índices de reincidência. No mesmo período, foram registradas 23.066 ocorrências de agressões contra mulheres no DF. O estudo refere-se ao ano de 2025, comparado com 2024. Para a vice-governadora Celina Leão, compreender a dinâmica desses crimes é essencial para fortalecer as políticas públicas de proteção e incentivar a denúncia de agressões. “O estudo detalhado do perfil das vítimas e dos agressores tem sido uma ferramenta fundamental para aperfeiçoar as políticas de proteção às mulheres no Distrito Federal. A partir dessas análises, conseguimos compreender melhor como a violência acontece, identificar padrões e direcionar ações mais eficazes de prevenção. Para que esse trabalho seja efetivo, a denúncia é um passo indispensável. É por meio dela que as forças de segurança conseguem agir, investigar e prender os agressores, interrompendo o ciclo de violência e assegurando que os responsáveis sejam levados à justiça”, afirma a vice-governadora Celina Leão. Para o secretário de Segurança Pública, Sandro Avelar, o enfrentamento à violência contra a mulher é tratado como prioridade estratégica na política de segurança pública do Distrito Federal. “Nossas ações são baseadas em dados, em evidências. Com isso, conseguimos compreender melhor as circunstâncias em que esses crimes ocorrem e podemos atuar para proteger essas mulheres e prender os agressores que insistem nessa prática. Nosso trabalho envolve ações integradas voltadas tanto à redução da violência quanto ao fortalecimento da proteção às vítimas.” A secretária da Mulher, Giselle Ferreira, destaca que o enfrentamento à violência exige uma atuação articulada entre diferentes áreas do governo e uma rede de acolhimento estruturada. "A rápida atuação é essencial para que a rede de proteção às mulheres seja cada vez mais eficaz no combate à criminalidade e no fortalecimento das ações de prevenção à violência doméstica". O relatório detalhado refere-se ao período de 2025 e mostra que 5.588 agressores foram presos | Fotos: Divulgação/SSP-DF Dinâmica da violência A análise dos registros mostra que os finais de semana concentram um maior número de ocorrências, sendo responsáveis por 36% dos casos, principalmente durante o período da noite. O domingo se destaca e concentra 19% dos casos. Outro dado relevante é que a grande maioria dos episódios de violência ocorre dentro das próprias residências. No período, 69,4% das ocorrências foram registradas no ambiente doméstico, o que evidencia o caráter íntimo e, muitas vezes, silencioso desse tipo de crime. Os registros também indicam que a violência física esteve presente em 29,3% das ocorrências. A violência psicológica prevaleceu em 77% dos casos. Perfil das vítimas e autores Os dados mostram que a violência doméstica atinge mulheres de todas as idades, mas há maior concentração entre as mais jovens. Mulheres entre 18 e 29 anos representam 32,3% das vítimas, sendo que 30,9% dos registros envolvem mulheres na faixa de 30 a 39 anos. O estudo mostra, ainda, que todas as ocorrências tiveram autoria identificada, resultando em 20.160 autores distintos. No conjunto dessas investigações, a maioria absoluta das ocorrências elucidadas — 89,5% (18.036 casos) — apresenta agressores do sexo masculino, enquanto, em 10,5% (2.124 casos), foram identificadas agressoras do sexo feminino como sujeitas ativas dos crimes. Outro ponto identificado pelo levantamento é a recorrência dos casos. Durante o período analisado, em 2025, dos 23.066 registros de violência doméstica ou familiar, foram identificadas 20.572 vítimas do sexo feminino, sendo que 2.628 dessas ofendidas registraram dois ou mais registros ao longo do ano, o que representa 12,8% do grupo analisado. Esse dado evidencia a persistência da violência para uma parcela significativa das vítimas, indicando situações de maior vulnerabilidade e recorrência para esse grupo específico. Os dados mostram que a violência doméstica atinge mulheres de todas as idades, mas há maior concentração entre as mais jovens Denúncia é fundamental A denúncia continua a ser instrumento essencial para interromper ciclos de violência e garantir proteção às vítimas. No Distrito Federal, além das delegacias circunscricionais e das Delegacias Especializadas de Atendimento à Mulher (Deam I e Deam II), também é possível registrar ocorrências por meio da plataforma Maria da Penha Online, que permite, inclusive, solicitar medidas protetivas de urgência. Por meio da plataforma, também é possível preencher o questionário de avaliação de risco, representar contra o autor da violência, solicitar acolhimento em Casa Abrigo, autorizar intimações por meios tecnológicos e anexar documentos, vídeos e imagens. Avelar reforça que a participação da sociedade é fundamental. “Esta é uma luta que envolve toda a sociedade. É essencial que a população denuncie qualquer situação de violência para que possamos agir rapidamente na proteção das vítimas.” As denúncias podem ser feitas à Polícia Civil do DF pela denúncia online, pelo e-mail denuncia197@pcdf.df.gov.br, pelo telefone 197 (opção zero) ou pelo WhatsApp (61) 98626-1197. Em casos de emergência, a orientação é acionar a Polícia Militar pelo 190. Medida protetiva No período objeto da análise, o Distrito Federal apontou um aumento de 17,3% nos casos de descumprimento de medida protetiva deferida judicialmente, o que reforça a importância dos programas de proteção da SSP-DF: o Viva Flor e o Dispositivo de Proteção à Pessoa. Os instrumentos são estratégicos para a política de proteção da SSP-DF e utilizam tecnologia de georreferenciamento. No caso do DPP, a vítima recebe um dispositivo de alerta e o agressor passa a usar tornozeleira eletrônica. Quando há violação da área de exclusão determinada judicialmente, o sistema emite alerta imediato e aciona as forças de segurança. Atualmente, 627 pessoas são monitoradas ativamente, sendo 553 vítimas e 74 agressores, pela diretoria. Já o Viva Flor permite que a mulher acione rapidamente a rede de proteção diante de qualquer situação de ameaça ou risco. Atualmente, o Viva Flor atende 1.734 mulheres em todo o Distrito Federal. Em agosto de 2025, o Programa Viva Flor passou a ser implementado também em delegacias circunscricionais. O projeto já funcionava em caráter piloto nas Delegacias Especializadas de Atendimento à Mulher (Deam) localizadas na Asa Sul e na Ceilândia e passou a atender também nas delegacias do Paranoá, Planaltina, Gama, Santa Maria e Brazlândia. A escolha das unidades levou em conta os dados de incidência de violência doméstica das regiões e a necessidade de oferecer resposta rápida às vítimas. Rede de proteção O enfrentamento à violência contra a mulher no DF também envolve uma rede integrada de atendimento e proteção, coordenada pelo Governo do Distrito Federal. Entre os serviços disponíveis estão a Casa da Mulher Brasileira, os Espaços Acolher, os Centros Especializados de Atendimento e Proteção à Mulher e os comitês de proteção à mulher distribuídos nas regiões administrativas. A rede também oferece mecanismos de apoio social às vítimas, como o Aluguel Social para mulheres em situação de violência e o programa Acolher Eles e Elas, que garante assistência financeira a órfãos do feminicídio. *Com informações da Secretaria de Segurança Pública do Distrito Federal (SSP-DF)
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Desfile Tecidas de Histórias dá visibilidade a mulheres que reconstruíram suas trajetórias
O desfile Tecidas de Histórias transformou a Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF) em um palco de protagonismo feminino nessa sexta-feira (6). A iniciativa integrou a programação da campanha Março Mais Mulher 2026, da Secretaria da Mulher (SMDF), e reuniu mulheres atendidas pelos Comitês de Proteção à Mulher para celebrar trajetórias de superação, fortalecer a autoestima e reafirmar a autonomia feminina. Ao todo, 25 mulheres assistidas pelos Comitês de Proteção à Mulher participaram da iniciativa e desfilaram na passarela. Mais do que uma apresentação, o momento simbolizou uma manifestação de superação e fortalecimento pessoal, resultado do acolhimento e do acompanhamento oferecidos pelos comitês. A participação marcou a reconstrução de trajetórias e evidenciou a força de mulheres que encontraram na rede de proteção o suporte necessário para recomeçar. A rede de apoio também tem ampliado o alcance do atendimento às mulheres no Distrito Federal. Apenas nos dois primeiros meses deste ano, os Comitês de Proteção à Mulher registraram 446 atendimentos. Criadas pelo Governo do Distrito Federal (GDF), as estruturas integram a política pública de fortalecimento da rede de enfrentamento à violência contra a mulher. Para a vice-governadora Celina Leão, o desfile representa uma ferramenta de empoderamento e autoexpressão dentro das ações do Março Mais Mulher 2026. “O nosso trabalho é contínuo para transformar o DF no melhor lugar para se nascer menina e crescer mulher. Ações como esta reforçam a eficiência das políticas públicas no atendimento integral às mulheres.” Implantados nas regiões administrativas e vinculados à Secretaria da Mulher (SMDF), os Comitês de Proteção à Mulher funcionam como pontos de acolhimento, orientação e encaminhamento de casos de violência doméstica e familiar. Entre as participantes do desfile, Laureci Alves, 47 anos, mãe de dois filhos, compartilhou parte de sua trajetória após viver por 11 anos em um ciclo de violência: “Esse momento é libertador. Conseguir sair desse ciclo, me sentir linda, feliz, acolhida e determinada a não passar mais pelo que passei”, afirmou. A iniciativa também reforça o trabalho desenvolvido pela Secretaria da Mulher (SMDF) no fortalecimento da rede de proteção e acolhimento às mulheres no Distrito Federal. Por meio de ações integradas e da atuação dos Comitês de Proteção à Mulher nas regiões administrativas, a pasta tem ampliado o acesso ao atendimento, à orientação e ao suporte necessário para mulheres que buscam romper ciclos de violência e reconstruir suas trajetórias. Ao todo, 25 mulheres assistidas pelos Comitês de Proteção à Mulher participaram da iniciativa e desfilaram na passarela | Foto: Divulgação/SMDF Para a secretária da Mulher do DF, Giselle Ferreira, o desfile representa mais do que um momento simbólico: é a demonstração de que o trabalho da rede de proteção tem transformado vidas. “Cada mulher que atravessa essa passarela carrega uma história de coragem e reconstrução. Os Comitês de Proteção à Mulher foram criados justamente para garantir acolhimento, orientação e acompanhamento a quem precisa romper ciclos de violência”, afirmou. A secretária também destacou que iniciativas como o desfile reforçam a importância das políticas públicas voltadas à proteção e ao fortalecimento das mulheres no Distrito Federal. “Ver essas mulheres hoje, confiantes e celebrando suas trajetórias, mostra que o acolhimento e o suporte oferecidos pela rede fazem a diferença. Nosso compromisso é continuar ampliando esse atendimento para que cada vez mais mulheres encontrem apoio para recomeçar”, destacou a secretária. Visibilidade e propósito de vida O desfile também se destacou como uma ação estratégica de política pública voltada ao fortalecimento e à valorização das mulheres. A passarela foi ocupada por mulheres assistidas pelos Comitês de Proteção à Mulher, muitas delas vítimas de violência, além de convidadas especiais. Cada entrada representou mais do que um momento estético: simbolizou identidade, pertencimento e o reconhecimento de trajetórias marcadas pela superação. A subsecretária de Proteção à Mulher, Luana Maia, destacou que o evento promove a igualdade de gênero e evidencia histórias de recomeço. “Essas mulheres passaram por situações muito difíceis. Muitas foram vítimas de violência, mas decidiram dar a volta por cima e reescrever suas trajetórias com força e determinação. Elas merecem estar aqui e estão prontas para conquistar seus sonhos e ser felizes novamente”, afirmou. Na passarela, foram apresentadas coleções assinadas pelo estilista Fernando Cardoso e pela Estilosa Boutique. O evento contou com o apoio da Agência Sprint, do Correio Braziliense, da Publicidade e Marketing, da 3M Casting e da Purble Acervo, parceiros que contribuíram para a realização da iniciativa e para a valorização do protagonismo feminino. Mais do que um desfile, o Tecidas de Histórias reafirmou o protagonismo feminino e evidenciou o impacto das políticas públicas voltadas à proteção, ao acolhimento e à valorização das mulheres no Distrito Federal. *Com informações da Secretaria da Mulher do Distrito Federal (SMDF)
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Empoderamento feminino: diversidade marca cargos estratégicos na TCB
Quando chegou à Sociedade de Transportes Coletivos de Brasília (TCB), em 2019, Maria Cecília Martins encontrou um cenário comum no setor: nas reuniões de gestão, era a única mulher. “Quando entrei, ainda como assessora jurídica, a diretoria e o conselho de administração eram compostos exclusivamente por homens”, lembra. A TCB, fundada em 8 de maio de 1961, já tinha tradição de inovação: nos anos 1970, foi considerada modelo nacional e pioneira na implementação do câmbio automático em seus veículos. Essa tradição de pioneirismo também passou a se refletir na ampliação da liderança feminina ao longo dos anos. Na TCB, Maria Cecília passou por diferentes funções, de gerente de projetos especiais a chefe de gabinete, até assumir a presidência, em maio de 2025. “Ter recebido a confiança do governador para dirigir uma empresa de um setor historicamente masculino revela uma visão contemporânea de gestão pública, baseada em mérito e credibilidade”, reconhece. Segundo ela, essa mudança também está presente no cotidiano da empresa. Hoje, dois dos três principais cargos da alta direção são ocupados por mulheres — a diretora-presidente e a diretora técnica. Na TCB, Maria Cecília passou por diferentes funções, de gerente de projetos especiais a chefe de gabinete, até assumir a presidência, em maio de 2025 | Foto: Joel Rodrigues/Agência Brasília “Pela primeira vez, todos os contratos da empresa são assinados por mulheres. Foi o chefe do jurídico quem chamou minha atenção para esse fato, e foi um momento de orgulho. A TCB se tornou um espaço em que as mulheres ocupam posições de liderança com naturalidade e competência”, comemora Maria Cecília Martins. A diretoria técnica, ocupada por Lilian Carolina Borges, também desempenha papel estratégico na condução da empresa. “A presença feminina em uma área historicamente masculina reafirma que a gestão técnica se sustenta na competência e no preparo”, ressalta. Outro destaque é o Conselho Fiscal formado totalmente por mulheres. O colegiado é responsável por acompanhar e fiscalizar a gestão econômico-financeira da empresa. “É a abertura de um caminho concreto para que outras mulheres ocupem espaços de decisão e controle, sempre com base em competência técnica e independência”, destaca a conselheira-presidente Ivanise Machado. Mulheres no volante A presença feminina na empresa vai além dos gabinetes. No transporte escolar supervisionado pela TCB, há equipes com motoristas, monitoras e gestoras formadas exclusivamente por mulheres, graças ao projeto Mulheres no Volante. “Decidimos valorizar as profissionais e mostrar que as mulheres têm plena capacidade técnica e emocional para atuar no transporte. Ver mulheres na presidência e na diretoria é inspirador — mostra que podemos estar tanto na operação quanto na gestão”, explica a gerente administrativa, Mozzana Araújo. Para a diretora-presidente, a experiência da TCB mostra que mulheres podem ocupar espaços estratégicos com firmeza, sensibilidade e alegria. “Para as mulheres fora da empresa, a mensagem é de encorajamento. Ocupação de espaços estratégicos exige preparo, constância e coragem, mas não precisa significar isolamento ou endurecimento”, finaliza Maria Cecília Martins.
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Mulheres são 13% dos condutores envolvidos em sinistros fatais no DF
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Acesso à Escola Classe Jardim dos Ipês, em Arapoanga, é asfaltado com investimento de R$ 1,1 milhão
A rotina de estudantes, pais e funcionários da Escola Classe Jardim dos Ipês, em Arapoanga, não mais terá os sacolejos do ônibus, os riscos de acidentes pelos buracos, a lama e a poeira. Isso porque a estrada de 800 metros que leva à unidade acaba de ser asfaltada por meio do programa Caminho das Escolas, do Governo do Distrito Federal (GDF). A obra, que contou com investimento de R$ 1,1 milhão, foi entregue neste sábado (7), em cerimônia com presença do governador Ibaneis Rocha. “Esse é um dos programas mais bonitos que temos. Ele foi criado no início do primeiro governo, em 2019, com o objetivo de dar mais qualidade de vida para todas essas pessoas que moram e estudam nas regiões rurais. E é isso que a gente vê aqui, famílias e funcionários beneficiados com uma estrada asfaltada e crianças indo à escola com a qualidade e o conforto que merecem”, afirmou o chefe do Executivo. Para a vice-governadora Celina Leão, o GDF tem um olhar diferenciado para o campo. “As pessoas que querem se fixar no campo, elas precisam de ter acesso à educação. O campo hoje no Distrito Federal conta com investimento em insumos, maquinário, canais de irrigação e treinamentos. A gente agora também faz esse trabalho com a educação, que para mim é prioridade. Você trazer uma escola com qualidade para que as pessoas possam ter acesso a esse ensino em lugares um pouco mais remotos. A gente fica muito feliz de entregar para a pessoa do campo uma escola de qualidade, com dignidade, que é o asfalto até a porta da escola”, afirmou. A obra, que contou com investimento de R$ 1,1 milhão, foi entregue neste sábado (7), em cerimônia com presença do governador Ibaneis Rocha | Foto: Renato Alves/Agência Brasília A pavimentação do trecho de cerca de 800 metros vai beneficiar, além dos funcionários, as famílias das 115 crianças que estudam no local. "O Caminho das Escolas, se eu tiver que definir uma palavra, é dignidade. Porque o estudante chega limpinho, as monitoras estão felizes porque ficavam cheias de poeira, os motoristas, os donos dos ônibus porque atolavam, quebravam. Então, é ganho para todos, é dignidade. Esse é um governo que dá dignidade aos estudantes", enfatiza a secretária de Educação, Hélvia Paranaguá. Que o diga a pequena Evellyn Silva, 10 anos, aluna do 5º ano. "Antes, quando não tinha asfalto, o ônibus balançava muito, às vezes a gente ficava um pouco tonto. Também demorava para chegar, porque tinha vários buracos e, quando chovia, era difícil ir por causa do barro. Agora, com o asfalto novo, a gente vai bem mais rápido, não fica balançando e não atrasa quando tem chuva", elenca. Avó de Evellyn, a cozinheira Michele Alves, 48, acompanhou bem a transformação que a escola passou. "No tempo dos meus filhos, eles sofreram muito, porque iam a pé ou de carroça, não tinha transporte. Hoje tem o ônibus e o asfalto, que foi uma coisa que meus filhos não tiveram no passado. Tinha que botar sacola no pé para poder chegar limpo na escola, totalmente diferente do que minha neta tem hoje. Agora ela está em um mar de rosas", resume. Estudantes do 5º e do 2º ano, respectivamente, os irmãos Miguel, 10, e Isabella Leal, 7, são outros que também vão viver esse "mar de rosas". "É bom ter o asfalto, antes era difícil chegar, o ônibus demorava. Eu tossia bastante, espirrava, porque eu tenho crise de asma e de vez em quando eu ficava ruim", lembra Miguel. "O ônibus balançava muito e entrava muita poeira, dava agonia, entrava poeira nos olhos. Agora não fica mais", emenda Isabella. Mãe dos dois, a orientadora educacional Cristiane Leal, reforça o discurso e ainda acrescenta uma outra questão, a da segurança que uma pista asfaltada traz: "Fico em paz sabendo que meus filhos vão poder ir e voltar bem". Programa O Caminho das Escolas nasceu para reduzir o tempo de deslocamento e facilitar o transporte escolar. Além disso, o acesso asfaltado minimiza os transtornos causados por poeira e lama, e promove melhores condições para a população. Desde a criação do programa, em 2019, já foram pavimentados mais de 50 quilômetros, com investimento superior a R$ 41 milhões. Em 2025, nove escolas foram atendidas, com mais 20 quilômetros de vias e aproximadamente R$ 27,8 milhões em investimentos.
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Quinhentas famílias do Arapoanga recebem escrituras de moradia neste sábado (7)
O governador Ibaneis Rocha entregou, neste sábado (7), 500 escrituras a moradores de Arapoanga, em Planaltina, em mais uma etapa do programa Regulariza DF. Desde 2019, o Governo do Distrito Federal (GDF) emitiu 6.419 títulos e documentos de regularização fundiária. A cerimônia foi na Quadra 12 de Arapoanga, onde também está instalada a Carreta da Regularização, estrutura itinerante utilizada pela Companhia de Desenvolvimento Habitacional do Distrito Federal (Codhab) para atendimento à população e recebimento da documentação necessária à titulação dos imóveis. Na solenidade, o governador destacou que a regularização da área encerra um processo iniciado há décadas. “Eu conheço Arapoanga há mais de 30 anos. Quando essa ocupação começou, não havia ruas, documentação ou qualquer estrutura. Hoje temos a oportunidade de entregar as escrituras e garantir segurança jurídica às famílias que construíram suas casas aqui ao longo desse tempo”, afirmou. Segundo ele, o processo exigiu medidas administrativas e legislativas para permitir a titulação. “O governo desapropriou a área e levou o projeto para aprovação na Câmara Legislativa, que previa isenção aos moradores de débitos de IPTU e do imposto de transferência. Isso possibilitou que essas escrituras fossem entregues de forma gratuita. O trabalho continua. Ao final do processo, mais de 8 mil escrituras serão entregues aqui. Nosso governo tem trabalhado para ampliar o acesso à moradia e garantir tranquilidade às famílias”, defendeu Ibaneis Rocha. Desde 2019, o Governo do Distrito Federal (GDF) emitiu 6.419 títulos e documentos de regularização fundiária | Fotos: Renato Alves/Agência Brasília A vice-governadora Celina Leão ressaltou que a titulação também consolida o reconhecimento da cidade. “Durante muitos anos, Arapoanga foi tratada apenas como um bairro. Hoje é uma cidade reconhecida, que recebe investimentos e melhorias. A escritura representa segurança para as famílias que vivem aqui”, afirmou. De acordo com o diretor-presidente da Codhab-DF, Marcelo Fagundes Gomide, a entrega marca o início da titulação definitiva dos imóveis. “Ao todo, cerca de 2.800 imóveis da região passarão pelo processo de regularização”, explicou. Para quem recebe até cinco salários mínimos tem a regularização feita gratuitamente. Além disso, houve perdão dos débitos de IPTU acumulados ao longo dos anos. Já para aqueles que têm renda acima desse limite, há descontos progressivos. Atendimento em Arapoanga Na região, a coleta de documentos e o atendimento aos moradores ocorreram com apoio da Carreta da Regularização, programa itinerante da Codhab voltado à orientação da população e à abertura dos processos de titulação. Para quem recebe até cinco salários mínimos tem a regularização feita gratuitamente A estrutura possui oito guichês de atendimento, instalações acessíveis e funcionamento de segunda a sexta-feira, das 8h às 18h, além de atendimento aos sábados pela manhã. O investimento na iniciativa é de R$ 4,58 milhões para 12 meses de operação. A carreta já passou por regiões como São Sebastião, Brazlândia, Riacho Fundo II, Gama, Samambaia, Vila Planalto, Candangolândia, Planaltina e Setor Primavera. Somente no Arapoanga, os atendimentos ocorreram em diferentes períodos entre fevereiro de 2025 e fevereiro de 2026, permitindo a entrega de documentos e o avanço das etapas da regularização. Vida nova Entre os beneficiados está a dona de casa Nessi Gomes Ribeiro, de 58 anos, moradora da região há 25 anos. “Eu construí minha casa do nada e esperei 25 anos por esse documento. Hoje estou muito feliz. Agora posso dizer que sou proprietária da minha casa”, contou. Segundo ela, a escritura traz segurança para a família e abre espaço para melhorias no imóvel. “Eu sempre quis ampliar a casa, fazer reformas, mas tinha medo porque não tinha documento. Agora posso fazer isso com tranquilidade.” Outra moradora beneficiada foi Auricélia Pereira da Cruz, de 42 anos, que vive na região desde 1998. “É uma alegria muito grande ter a escritura do imóvel. A gente vive muito tempo na incerteza, sem saber o que pode acontecer. Agora é um alívio. Agora vamos poder reformar e organizar a casa do nosso jeito. É uma conquista muito importante para a família”, acrescentou. As escrituras entregues neste sábado representam a etapa final de um trabalho iniciado com a convocação dos moradores pela Codhab e a organização da documentação necessária para a titulação dos imóveis. A ação integra um conjunto mais amplo de iniciativas do governo. Desde 2019, o Distrito Federal emitiu 6.419 títulos e documentos de regularização fundiária. A Carreta da Regularização já registrou 24.649 atendimentos em diferentes regiões administrativas. O projeto itinerante recebeu investimento de R$ 4,58 milhões para 12 meses de operação. Outras formas de regularização Além da titulação de imóveis urbanos, o governo também atua na regularização de ocupações em áreas públicas e rurais por meio de instrumentos como a Concessão de Direito de Uso (CDU) e a Concessão de Direito Real de Uso (CDRU). Esses mecanismos permitem formalizar a ocupação e garantir segurança jurídica para moradores, produtores e empreendedores enquanto o processo definitivo é conduzido pelos órgãos responsáveis.
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Mulheres são minoria dos condutores envolvidos em sinistros fatais no DF
No mês em que se comemora o Dia Internacional da Mulher, o Departamento de Trânsito do Distrito Federal divulga um estudo sobre a mulher no trânsito. Os dados apontam que, mesmo as mulheres (765.096) representando 42% do total de condutores habilitados (1.824.467) no DF, elas estiveram presentes em 13% do total de ocorrências fatais de 2025. Entre os 404 condutores envolvidos em sinistros com morte, 53 eram mulheres, 332 homens e 19 não tiveram o sexo identificado. Por outro lado, observa-se que houve um crescimento de 54% na quantidade de mulheres que perderam a vida em decorrência de sinistro de trânsito, passando de 33 em 2024 para 51 em 2025. “Apesar de figurar como minoria entre as vítimas, assusta-nos esse aumento. A mulher sempre foi exemplo de cuidado e respeito às regras de circulação, tanto como condutoras como em outros papéis no trânsito. No último ano, por exemplo, tivemos 12 motociclistas mortas, enquanto no ano anterior nenhuma motociclista tinha perdido a vida no trânsito. Esses dados vão nos ajudar a redirecionar nossas ações educativas voltadas para esse público específico”, explica o diretor-geral, Marcu Bellini. Entre os 404 condutores envolvidos em sinistros com morte, 53 eram mulheres, 332 homens e 19 não tiveram o sexo identificado | Foto: Divulgação/Detran-DF A presença da mulher entre as vítimas fatais (que representou 14% das 229 mortes em 2024) passou para 19% das 271 mortes de 2025. Enquanto em 2025 morreram 12 motociclistas do sexo feminino, em 2024 não havia morrido nenhuma. Por outro lado, em 2024 tinham morrido duas ciclistas e neste ano não houve morte de ciclista do sexo feminino. Perfil das vítimas Entre as 51 mulheres vitimadas, 21 eram pedestres, 10 passageiras e 20 condutoras, sendo a maioria motociclistas (12). O tipo de sinistro que mais vitimou as mulheres em 2025 foi o atropelamento, registrando um aumento de 47% em relação a 2024, quando morreram 15 pedestres do sexo feminino. Outra novidade em 2025 foi o registro de cinco condutoras sem habilitação e uma cuja habilitação não era adequada para a categoria de veículo conduzida. Apenas 14 das 20 mortas eram habilitadas. Em 2024, não houve nenhum registro do tipo. Local do sinistro Quanto ao local do sinistro, 20 mulheres morreram em vias urbanas e 31 em rodovias distritais e federais. As vias urbanas com maior quantidade de óbitos foram a Avenida Recanto das Emas e a Avenida Central do Gama, ambas com duas mortes cada. Entre as regiões administrativas, Plano Piloto se destacou com cinco ocorrências. Taguatinga, Recanto das Emas e Ceilândia registraram dois óbitos cada. Nas rodovias, a maior parte das ocorrências foram registradas na DF-001 (EPCT) com seis casos e três na BR 020. *Com informações do Departamento de Trânsito do Distrito Federal (Detran-DF)
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GDF e Senado firmam acordo para formação de professores em educação cidadã
A Secretaria de Educação do Distrito Federal (SEEDF) firmou, nesta sexta-feira (6), na sede da SEEDF, o Acordo de Cooperação com o Senado Federal para implantar a Oficina Legislativa em toda a rede pública de ensino. O projeto visa a capacitar os profissionais da educação para levarem a vivência democrática e o aprendizado prático de cidadania para dentro da sala de aula. Estiveram presentes na reunião a secretária de Estado de Educação do DF, Hélvia Paranaguá, a subsecretária de Educação Básica, Iêdes Braga, a diretora da Escola de Formação Continuada dos Profissionais da Educação (Eape), Linair Moura, além de representantes das Diretorias de Educação Infantil, Ensino Fundamental e Médio, da Diretoria da Educação de Jovens e Adultos e da Diretoria de Modalidades Especiais. Do Senado Federal, marcaram presença a diretora-geral da Casa, Ilana Trombka, o secretário-geral da Mesa, Danilo Aguiar, o diretor da Secretaria de Comissões, Marcos Melo, o coordenador-geral do Instituto Legislativo Brasileiro (ILB), Nilo dos Santos, e o coordenador do programa e-Cidadania, idealizador do projeto Oficina Legislativa e ex-aluno da rede pública do DF, Alisson Bruno. A Secretaria de Educação do Distrito Federal e o Senado Federal assinam o Acordo de Cooperação para a oferta do projeto Oficina Legislativa | Foto: Felipe de Noronha/SEEDF Prevista para iniciar no primeiro semestre de 2026, a Oficina Legislativa tem como objetivo capacitar os docentes a transformar as respectivas aulas e incentivar os estudantes a pensar em soluções para os problemas do cotidiano que afetam a população. A iniciativa busca auxiliar os professores na preparação dos jovens para o debate cívico e respeitoso, bem como estimular o desenvolvimento do senso crítico. A secretária de Educação, Hélvia Paranaguá, agradeceu a parceria e abordou alguns programas que já fazem parte do cotidiano da rede pública. “A Secretaria preza muito pelas parcerias, pois ninguém faz educação sozinho. Nós sabemos que para construir uma sociedade que gere bons frutos é necessário passar pela educação. Então aqui nós já trabalhamos diversas questões étnico-raciais, além de educação para a integridade com o Programa NaMoral, no qual abordamos honestidade, ética e cidadania, valores e virtudes. Tudo isso é importante para criar bons cidadãos e a gente abraça esses projetos com muita alegria”. A subsecretária Iêdes Braga reforçou o papel da formação continuada e também relembrou outros programas realizados em parceria com o Senado. “A formação não se esgota, precisamos formar nossos estudantes e continuamente formar nossos profissionais de educação. Construir um cidadão eticamente e politicamente correto. Essa parceria tende a se expandir e a se relacionar com os outros projetos da casa. Hoje, por exemplo, já temos Jovens Senadores que são vereadores e seguiram a carreira política”, disse ao fazer menção ao Programa Jovem Senador. Com a Subsecretaria de Educação Básica em peso na reunião, a subsecretária agradeceu a professora Susley, já aposentada, que iniciou a tratativa da parceria com o Senado, sendo de responsabilidade agora da professora Divaneide. Exemplo O coordenador do programa e-Cidadania, idealizador do projeto Oficina Legislativa, e ex-aluno da rede pública do DF, Alisson Bruno, explicou que a partir dessa vivência prática do processo legislativo, o estudante poderá elaborar ideias em sala de aula que podem ser transformadas em projeto de lei. Por meio do portal e-Cidadania, os estudantes podem cadastrar as ideias, que serão analisadas pelos professores da oficina, e talvez até virarem projeto de lei. A proposta é abarcar estudantes a partir dos 12 anos, sem limite de idade, pois a oficina será destinada também aos alunos da Educação de Jovens e Adultos (EJA) e Educação Especial. Estudante da Escola Classe (EC) 4, EC 6, Centro de Ensino Fundamental (CEF) 10 e Centro de Ensino Médio (CEM) 2 do Gama, o idealizador do projeto e servidor do Senado Federal, Alisson Bruno, ressalta a importância de iniciativas como essa. “Isso é uma grande oportunidade para os alunos terem contato direto com o Senado Federal. Eles serão partícipes do projeto. Meu sonho é ver a ideia de um aluno virar lei e colocarmos uma placa na escola - Lei idealizada pelo aluno tal -”. A diretora-geral do Senado, Ilana Trombka, já está no posto de comando da Casa há 11 anos. Ela destaca a valorização da cidadania em todos os ambientes. “A cidadania é fundamental para que tenhamos um estado democrático de direito, a proteção do nosso espaço público e a valorização do serviço público, e o agente de tudo isso é o professor. Então, instrumentalizar professores e disseminar conteúdo, não há momento mais adequado de fazer isso do que em ano de eleição”, disse, entusiasmada a diretora-geral, que agradeceu a recepção e a parceria com a Secretaria de Educação do DF. *Com informação da Secretaria de Educação do Distrito Federal (SEEDF)
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👩👩🦰Proteção das mulheres com rede integrada de acolhimento, prevenção e resposta rápida é prioridade para o GDF
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Docentes de inglês do DF podem se candidatar a vagas de intercâmbio nos EUA
Dar aulas de inglês no Distrito Federal e, alguns meses depois, vivenciar a rotina de uma universidade norte-americana. Essa é a oportunidade oferecida pelo programa Fulbright Distinguished Awards in Teaching (DAI) 2026–2027 aos professores de Língua Inglesa da rede pública de ensino do DF. As inscrições para a etapa distrital estão abertas até a próxima quarta-feira (11), e dois docentes serão selecionados para representar o DF nas fases seguintes do processo seletivo internacional. Acesse aqui o edital completo. Financiado pelo governo dos Estados Unidos, o Fulbright DAI é considerado uma das mais prestigiadas iniciativas internacionais de intercâmbio acadêmico e cultural do mundo. "O programa concede bolsas para professores de inglês aprimorarem sua formação, pesquisarem metodologias de ensino e trocarem experiências culturais em universidades no exterior. Uma oportunidade única de crescimento profissional e intercâmbio cultural", destaca Fernanda Cavalini, chefe do Núcleo de Língua Estrangeira da Secretaria de Educação do Distrito Federal (SEEDF). O Fulbright DAI é um programa de cooperação entre Brasil e Estados Unidos voltado ao desenvolvimento profissional de professores da educação básica. Durante aproximadamente cinco meses, os selecionados participam de atividades acadêmicas em uma universidade americana, com foco em formação pedagógica, pesquisa aplicada e intercâmbio cultural. Ao retornarem ao Brasil, os professores compartilham os conhecimentos adquiridos com colegas e com a comunidade escolar, multiplicando boas práticas e novas perspectivas pedagógicas | Foto: Mary Leal/Ascom SEEDF Segundo Fernanda, a experiência transforma diretamente a prática em sala de aula. "Durante o programa, os docentes têm contato com novas metodologias de ensino, participam de atividades em universidades e escolas dos Estados Unidos e trocam experiências com educadores de diferentes países, o que contribui diretamente para o aprimoramento da prática em sala de aula", explica. Os efeitos, porém, vão além do crescimento individual. Ao retornarem ao Brasil, os professores compartilham os conhecimentos adquiridos com colegas e com a comunidade escolar, multiplicando boas práticas e novas perspectivas pedagógicas. "Programas como esse mostram como a cooperação internacional pode contribuir para a valorização docente e para a melhoria da educação pública", reforça a chefe do núcleo. Requisitos Para concorrer, o professor precisa ser efetivo na SEEDF, com estágio probatório concluído, e estar em regência de Língua Inglesa em escola regular ou em um Centro Interescolar de Línguas (CIL). Também é necessário ter licenciatura na área concluída após 31 de dezembro de 2010, pelo menos cinco anos de prática de ensino de inglês após a graduação e, no mínimo, três anos de docência na rede pública. A candidatura deve ser enviada por processo SEI, no formato restrito, diretamente ao endereço SEE/UNITI/DEINT/GEAPLA/NELE. Os documentos exigidos são documento de identificação, ficha funcional gerada pelo SIGEP, currículo resumido em inglês com telefone e e-mail, diploma de licenciatura, certificado de proficiência em inglês, se houver, e o formulário de candidatura preenchido. Candidaturas enviadas fora do prazo ou em desacordo com as orientações não serão consideradas. O resultado da etapa distrital será divulgado no dia 13 de março, com comunicação individual feita pelo e-mail informado no momento da inscrição. Mais informações podem ser obtidas com o Núcleo de Língua Estrangeira pelo telefone (61) 3318-2935 ou pelo e-mail nele.subin@se.df.gov.br. *Com informações da SEEDF
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Rede pública de saúde oferece assistência especializada e acompanhamento integral para mulheres no DF
Neste domingo (8) é celebrado o Dia Internacional da Mulher, uma data que convida à reflexão sobre qualidade de vida, prevenção e acesso a esses serviços. No Distrito Federal, a Secretaria de Saúde (SES-DF) oferece uma rede de atendimento desde a atenção básica até unidades especializadas. A técnica administrativa Yanne Santos, 32 anos, começou o acompanhamento na Unidade Básica de Saúde (UBS) 2 da Asa Norte, onde descobriu que estava com diabetes gestacional. Por conta da condição, foi encaminhada ao Centro Especializado em Saúde da Mulher (Cesmu). Lá, a equipe composta por diversos profissionais cuida da mãe e do bebê. Yanne Santos: "Nós, mulheres, precisamos separar um instante, um dia, uma manhã, que seja, para cuidar da saúde, pois sem ela não conseguimos fazer nada" | Fotos: Jhonatan Cantarelle/Agência Saúde DF Yanne acredita que reservar um tempo para cuidar da própria saúde faz toda a diferença. “Muitas vezes, temos uma jornada dupla, trabalhando fora e em casa. Nós, mulheres, precisamos separar um instante, um dia, uma manhã, que seja, para cuidar da saúde, pois sem ela não conseguimos fazer nada”, reflete. Cuidado multidisciplinar Criado em 2020, o Cesmu tornou-se referência na rede pública para o atendimento de gestantes de risco intermediário, mulheres com câncer e vítimas de violência. A unidade oferece acompanhamento integral em ginecologia, mastologia, homeopatia, acupuntura, nutrição, psicologia e endocrinologia. As pacientes chegam ao centro por encaminhamento das UBSs, que funcionam como porta de entrada, garantindo que mulheres de todas as regiões administrativas tenham acesso aos serviços. O atendimento é exclusivo para o público feminino a partir dos 18 anos e funciona com base no Complexo Regulador de Saúde do DF. O Cesmu, destinado exclusivamente ao público feminino a partir dos 18 anos, tornou-se referência no atendimento de gestantes de risco intermediário, mulheres com câncer e vítimas de violência. Segundo a ginecologista e obstetra do Cesmu, Gisely Lima, o objetivo é oferecer um acompanhamento amplo e contínuo. “O setor especializado em saúde da mulher disponibiliza uma assistência abrangente, incluindo rastreio de pré-natal e cuidados com a saúde integral feminina”, explica. O centro conta, ainda, com farmácia própria e um núcleo de apoio às vítimas de violência. Dados do InfoSaúde mostram a relevância da unidade na rede pública do DF. Em 2025, o Cesmu realizou cerca de 29,7 mil procedimentos, considerando consultas especializadas e atendimentos gerais. Entre as especialidades mais procuradas estão a ginecologia e a mastologia. [LEIA_TAMBEM]Prevenção A unidade também atua na prevenção, diagnóstico e monitoramento de doenças que afetam a saúde feminina. Conforme Lima, pacientes com câncer ginecológico ou de mama, por exemplo, podem receber suporte e acompanhamento no local. “Realizamos exames ginecológicos e mamografias anuais, pois manter os exames de rotina em dia é uma das formas mais importantes de prevenir essas doenças e identificar alterações precocemente”, ressalta. O local funciona na entrequadra 514/515 Sul, de segunda a sexta-feira, das 7h às 12h, e das 13h às 18h, exceto aos feriados. A farmácia da unidade opera de segunda a sexta-feira, das 7h30 às 11h30 e das 13h30 às 17h. *Com informações da Secretaria de Saúde
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Agências do trabalhador abrem a semana com 734 vagas de emprego disponíveis nesta segunda (9)
As agências do trabalhador do Distrito Federal abrem a semana, nesta segunda-feira (9), 734 vagas disponíveis para quem procura um emprego. As oportunidades contemplam candidatos de diferentes níveis de escolaridade, com e sem experiência. Os salários chegam a R$ 3,8 mil. O posto com maior remuneração é o de gerente de hotel, em Sobradinho. Há uma vaga aberta, para pessoas com ensino médio completo e experiência comprovada. Outros cargos destacam-se pela quantidade de vagas disponíveis. Entre eles, o de servente de obras, em Samambaia Sul, com 50 oportunidades. A função não exige experiência comprovada, mas pede ensino fundamental completo. O salário é de R$ 1.639, além de benefícios. Para participar dos processos seletivos, basta cadastrar o currículo no aplicativo da Carteira de Trabalho Digital (CTPS) ou ir a uma das 16 agências do trabalhador das 8h às 17h, durante a semana. Mesmo que nenhuma das oportunidades do dia seja atraente ao candidato, o cadastro vale para oportunidades futuras, já que o sistema cruza dados dos concorrentes com o perfil que as empresas procuram. Empregadores e empreendedores que desejem ofertar vagas ou utilizar o espaço das agências do trabalhador para as entrevistas podem se cadastrar pessoalmente nas unidades ou pelo e-mail gcv@sedet.df.gov.br. Pode ser utilizado, ainda, o Canal do Empregador no site da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda (Sedet-DF).
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GDF inicia obras de infraestrutura no Parque do Guará
O Parque Ecológico Ezechias Heringer, localizado no Guará, e administrado pelo Instituto Brasília Ambiental, em breve ganhará mais infraestrutura. As primeiras medidas para isso já estão em pleno andamento. A área 27 da unidade de conservação recebe as primeiras intervenções para passar a contar com equipamentos públicos. As intervenções iniciais incluem a construção de um Ponto de Encontro Comunitário (PEC), um parquinho infantil e uma ciclovia. "As nossas unidades de conservação (UCs) são locais de grande importância que, além de proteger a fauna e a flora, promovem lazer em contato com a natureza. Por isso, investimos na infraestrutura, garantindo espaços públicos de qualidade para todos. Cuidar do meio ambiente é cuidar da qualidade de vida e do futuro do Distrito Federal”, vice-governadora Celina Leão. O presidente do Brasília Ambiental, Rôney Nemer, destacou que dar infraestrutura às UCs é fundamental. “A importância está em transformar áreas naturais protegidas em espaços funcionais, seguros e sustentáveis. Criar infraestrutura no segundo módulo do parque do Guará significa atrair mais moradores locais para visitar o parque. Isso é fundamental porque aumenta o sentimento de pertencimento da comunidade, que, afinal de contas, é a quem esses espaços pertencem”, lembrou. O superintendente de unidades de conservação do Brasília Ambiental, Marcos João Cunha, ressalta que a ocupação do espaço, chamado segundo módulo do parque, vai oferecer mais oportunidades de convivência e lazer para a comunidade. “Futuramente ainda temos a previsão da construção na área 27 do memorial Ezechias Heringer, além de quadra poliesportiva, estacionamento e trilhas”, ressalta. O parque ecológico Ezechias Heringer, situado na QE 23 do Guará 2, é formado por uma área de 306 hectares | Foto: Divulgação/Brasília Ambiental O parque ecológico Ezechias Heringer, situado na QE 23 do Guará 2, é formado por uma área de 306 hectares. Foi criado em 1998 para proteger o córrego do Guará e o Cerrado nativo. Em seu primeiro módulo, oferece trilhas, orquidário, parquinho e equipamentos de ginástica, sendo um importante espaço de lazer, natureza e preservação da fauna local. O nome da Unidade de Conservação homenageia o agrônomo Ezechias Paulo Heringer, pioneiro no estudo das orquídeas e do Cerrado. O parque está aberto diariamente das 6h às 21h. *Com informações do Brasília Ambiental
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Mulheres representam mais de 74% da força de trabalho no IgesDF
Em muitos momentos, a melhora de um paciente começa com uma decisão silenciosa: permanecer um pouco mais ao seu lado, ouvir com atenção ou dedicar tempo para explicar a situação. Nem sempre esse tipo de cuidado aparece nos protocolos ou nos fluxos assistenciais. Na maioria das vezes, ele se manifesta em atitudes simples, repetidas diariamente por profissionais que enxergam no trabalho algo que vai além de uma função. Neste 8 de março, três histórias ajudam a mostrar como atitudes do cotidiano contribuem para consolidar não apenas os princípios do Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF), mas também uma cultura institucional baseada no compromisso com o paciente. Quando essa postura se transforma em prática diária, a instituição se fortalece e a assistência à população se qualifica. Atualmente, o IgesDF conta com 11.343 colaboradores ativos. Desse total, 8.423 são mulheres, o que representa 74,26% da força de trabalho. Mais do que um dado estatístico, o número revela a presença feminina em plantões, corredores hospitalares, setores administrativos, obras, áreas técnicas e em decisões que impactam diretamente o atendimento prestado à população do Distrito Federal. Alessandra Lopes: "Me engrandece saber que estou ajudando na recuperação de alguém e trazendo mais tranquilidade para a família" | Fotos: Divulgação/IgesDF Na sala vermelha da Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Samambaia, um adolescente de 16 anos deu entrada com cetoacidose diabética, complicação grave da doença que exige intervenção imediata. O diagnóstico surgiu naquele momento, em meio ao sofrimento. Para iniciar o atendimento, era necessário explicar a situação ao paciente e à família. No entanto, o jovem resistia. Foi então que a técnica de enfermagem Alessandra Lopes percebeu que, antes de qualquer procedimento, era preciso construir confiança. “Fui conversando no tempo dele, respeitando o espaço. Aquilo o acalmou. Ele começou a confiar em mim e o tratamento fluiu melhor”, conta. Alessandra relata que decidiu trabalhar em uma UPA após a morte da mãe, por acreditar que poderia contribuir no cuidado com outras pessoas. “Me engrandece saber que estou ajudando na recuperação de alguém e trazendo mais tranquilidade para a família”. Quando transportar é acolher Raiane Sousa: "Às vezes, o paciente só precisa ser ouvido. A gente leva para um exame e volta com uma história" No Hospital Regional de Santa Maria (HRSM), o trabalho de Raiane Sousa começa conduzindo pacientes entre setores, exames e, muitas vezes, até o momento da alta hospitalar. Como maqueira, sua rotina exige agilidade, atenção e resistência física. Mas, para ela, o trabalho vai além da locomoção. “Às vezes, o paciente só precisa ser ouvido. A gente leva para um exame e volta com uma história”, ressalta. Em um dos plantões, a colaboradora acompanhou uma senhora que receberia alta, mas não tinha acompanhante. Raiane a levou até a portaria, ajudou a acionar o transporte e aguardou até que estivesse acomodada no carro. Antes de ir embora, a paciente pediu para fazer uma oração por ela. “Ela agradeceu pelo cuidado. Aquilo me marcou. No dia a dia, no meio dos trajetos, surgem conversas e laços que a gente nem imagina”, lembra. No Núcleo de Mobilidade (Numob), onde atua, Raiane destaca que o trabalho em equipe faz diferença na rotina. “O apoio entre as colegas ajuda muito. Isso aparece no clima da equipe e também na forma como os pacientes se despedem”, diz. Cuidado antecipado Nathalia Casagrande: "Cada entrega é mais que uma obra concluída, é uma etapa vencida na construção de um hospital mais preparado para quem precisa" Nos bastidores das unidades de saúde, também há profissionais que contribuem diretamente para o funcionamento da assistência. É o caso das equipes responsáveis por obras, reformas e adequações estruturais. Engenheira civil do Núcleo de Manutenção e Infraestrutura do Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF), Nathalia Casagrande esteve à frente das adequações necessárias para a instalação de novos tomógrafos na unidade. “Quando vemos o equipamento pronto para atender, sabemos que aquilo vai beneficiar muita gente. É gratificante enxergar o resultado físico do nosso trabalho e entender que ele impacta diretamente na assistência”, afirma. Nathalia conta que, no início da carreira, enfrentou resistência em um ambiente ainda predominantemente masculino. “Persisti porque o que me motiva é ver as coisas funcionando, saber que contribuí para algo que melhora o atendimento. Cada entrega é mais que uma obra concluída, é uma etapa vencida na construção de um hospital mais preparado para quem precisa", completa. Para o presidente do IgesDF, Cleber Monteiro, esse tipo de postura fortalece a identidade da instituição. “Neste 8 de março, reconhecemos que são essas escolhas cotidianas, repetidas em diferentes setores, por milhares de colaboradoras, que sustentam a assistência. Um legado silencioso que segue, plantão após plantão, obra após obra, fazendo da saúde pública um compromisso vivido na prática”, destaca. *Com informações do IgesDF
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Vigilância Sanitária intensifica fiscalização de clínicas de estéticas no DF
Com a proximidade do Dia Internacional da Mulher, comemorado no domingo (8), a Vigilância Sanitária da Secretaria de Saúde (SES-DF) intensificou, nesta semana, as vistorias em clínicas de estética no Distrito Federal. A ação busca garantir que os serviços sejam oferecidos com segurança e qualidade. “O objetivo é proteger a saúde e o bem-estar das mulheres do DF. Nesse sentido, a iniciativa foi realizada em conjunto com os núcleos de inspeção, abrangendo todas as regiões administrativas”, explica a diretora da Vigilância Sanitária do DF, Márcia Olivé. Vigilância Sanitária fiscalizou mais de 400 clínicas de estética nesta semana; ação foi intensificada por conta da proximidade do Dia das Mulheres | Foto: Matheus Oliveira/Agência Saúde DF Durante quatro dias de operação, 424 estabelecimentos foram inspecionados. A fiscalização verificou quesitos como conformidade técnica dos procedimentos, segurança do paciente e adequação da infraestrutura física e documental dos locais. Para a proprietária de uma das clínicas fiscalizadas, Marianne Moncaio, a atuação da vigilância é importante tanto para o negócio quanto para as clientes: “É uma preocupação que mostra ao consumidor que o estabelecimento está cumprindo todas as normas. Isso passa confiança”. Das 424 clínicas, 66 foram autuadas e 31 interditadas. Também foram apreendidos 811 produtos irregulares, como medicamentos e cosméticos. Durante quatro dias de operação, foram apreendidos mais de 800 produtos irregulares, como preenchedores, canetas emagrecedoras e toxinas botulínicas Procedimentos estéticos Realizar procedimentos estéticos em locais seguros e com profissionais qualificados é fundamental para evitar infecções e prevenir problemas graves. Ambientes adequados seguem protocolos de biossegurança, como esterilização e uso de materiais descartáveis e de qualidade. [LEIA_TAMBEM]O problema surge quando as pessoas não atentam para essas questões ao buscar serviços de beleza e estética. Como ressalta Olivé, é necessário sempre verificar se o local escolhido possui licenciamento da Vigilância Sanitária, além de analisar as condições do espaço e dos produtos e equipamentos utilizados. “Também é importante se informar sobre a formação e o registro do profissional que atua na clínica, perguntar sobre os produtos, verificar se estão íntegros e se possuem registro da Anvisa [Agência Nacional de Vigilância Sanitária], além de pedir um orçamento claro e detalhado dos serviços e checar se a clínica oferece suporte após o procedimento”, elenca. *Com informações da Secretaria de Saúde (SES-DF)
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Força-tarefa aplica 25 toneladas de asfalto e remove 64 toneladas de entulho em Ceilândia
Uma força-tarefa de manutenção urbana realizada ao longo da semana em Ceilândia resultou na aplicação de mais de 25 toneladas de massa asfáltica e na retirada de 64 toneladas de entulho descartado irregularmente em diferentes pontos da cidade. As ações ocorreram entre segunda (2) e sexta-feira (6), uma parceria entre a Administração Regional de Ceilândia, Novacap e o Serviço de Limpeza Urbana (SLU) que teve como objetivo reforçar a infraestrutura e manter a cidade organizada. Os serviços de recuperação asfáltica foram executados em diversas vias, entre elas QNN 27; QNN 37; QNM 23, Conjunto A; Via N3 Norte; Via O4; Via Leste, parte sul; Via P3 Sul; lateral da QNN 9 e na via de acesso aos conjuntos da QNN 4. As intervenções visam melhorar as condições de tráfego e aumentar a segurança de motoristas e pedestres. Mais de 25 toneladas de massa asfáltica foram aplicadas em vias de Ceilândia ao longo da semana | Foto: Divulgação/Administração de Ceilândia Na área de limpeza urbana, as equipes retiraram resíduos e entulho descartados irregularmente em locais como QNM 30, Via M-3 Sul, QNN 14 e ADE do P Sul. A remoção desses materiais também ajuda a evitar o entupimento da rede de drenagem e a reduzir riscos de alagamentos durante o período chuvoso. A semana também contou com serviços de manutenção da rede de drenagem pluvial, incluindo desobstrução de tubulações com hidrojato e reposição de tampas de bocas de lobo em vias importantes, como as avenidas Hélio Prates e Elmo Serejo. [LEIA_TAMBEM]Outras melhorias incluíram a implantação de estacionamento na QNM 10, a construção de calçada na Via M-2 Sul, e a recuperação de áreas com assoreamento no Setor P Sul e na EQNP 06/10, ao lado do Centro de Ensino Médio 02, em Ceilândia Norte. Além disso, foi feita poda de árvores, roçagem, limpeza de praças e manutenção no Estádio Regional de Ceilândia (Abadião). Segundo o administrador regional de Ceilândia, Dilson Resende, o trabalho conjunto entre os órgãos permite ampliar o atendimento das demandas da cidade. “Estamos atuando diariamente em várias frentes para melhorar a infraestrutura de Ceilândia. A parceria com a Novacap e o SLU fortalece esse trabalho e garante mais qualidade de vida para a população”, destacou. A Administração Regional também reforça o pedido para que a população evite o descarte irregular de lixo e entulho em áreas públicas, prática que pode provocar entupimento da rede de drenagem e alagamentos. *Com informações da Administração Regional de Ceilândia
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Programa Meninas em Ação incentiva protagonismo feminino entre estudantes da rede pública de ensino
A Secretaria de Educação do Distrito Federal (SEEDF) promoveu, nesta sexta-feira (6), um encontro com estudantes participantes do programa Meninas em Ação, iniciativa voltada ao incentivo do protagonismo feminino entre alunas da rede pública. A ação foi organizada em parceria com as secretarias da Mulher (SMDF), de Justiça e Cidadania (Sejus-DF) e de Relações Internacionais (Serinter-DF). A atividade reuniu jovens para debater igualdade de gênero, representatividade e enfrentamento à violência contra a mulher. Durante a programação, as estudantes participaram de palestras, rodas de conversa e atividades voltadas à orientação sobre vocações profissionais e à aproximação com mulheres que ocupam posições de liderança no setor público e em outras áreas da sociedade. Encontro tem como objetivo orientar as estudantes sobre vocações profissionais e aproximá-las de mulheres que ocupam posições de liderança | Foto: Mary Leal/SEEDF Participaram do encontro alunas do Centro de Ensino Médio (CEM) Setor Oeste, do Centro de Ensino Médio Integrado (Cemi) do Gama e do CEM 1 de Planaltina. Durante o encontro, a chefe de gabinete da Educação, Ana Paula Veloso, falou sobre a importância do protagonismo estudantil feminino na promoção de debates sobre igualdade e enfrentamento à violência contra a mulher no ambiente escolar. Segundo ela, as jovens selecionadas para o programa têm o papel de levar reflexões e atitudes positivas para suas comunidades escolares, atuando como exemplo de respeito, liderança e diálogo entre os colegas. “Vocês foram escolhidas para serem meninas em ação. Isso significa que são referência dentro da comunidade escolar. É importante levar essas discussões sobre violência contra a mulher, namoro abusivo e relações respeitosas para a escola e para os colegas. Vocês não estão aqui por acaso, foram selecionadas para viver essa experiência e inspirar outras meninas. Aproveitem cada oportunidade que a educação pública oferece e lembrem-se que vocês podem ganhar o mundo e ser o que quiserem”, afirmou. “O Meninas em Ação vem com a ideia de promover o empoderamento feminino para as meninas, ainda antes da fase adulta, com foco nas escolas locais, onde elas despertam o senso crítico, discutem e compartilham o dia a dia e as suas preparações para o futuro. É relevante despertar o sentimento de pertencimento a este lugar, para que se sintam representadas nestas cadeiras, nestes cargos, e vejam que é possível alcançá-los", comenta o secretário de Relações Internacionais, Paco Britto. Representatividade e inclusão Camila Ferreira de Oliveira Santiago (à direita): "Quando conheci o programa, no segundo ano, achei interessante, porque ele fala sobre o empoderamento das mulheres e mostra como elas podem crescer em suas carreiras" Entre as participantes estava a estudante Camila Ferreira de Oliveira Santiago, de 17 anos, do 3º ano do ensino médio no CEM 1 de Planaltina, participou das atividades e disse que o programa contribui para fortalecer a confiança das colegas da sala de aula e ampliar o debate sobre empoderamento e representatividade dentro e fora da escola. “Quando conheci o programa, no segundo ano, achei interessante, porque ele fala sobre o empoderamento das mulheres e mostra como elas podem crescer em suas carreiras. Eu também penso muito sobre representatividade. Quando era criança, quase não via mulheres negras na TV e isso me fazia sentir deslocada. Hoje eu tenho muito orgulho da minha identidade e do meu cabelo, que é uma parte muito importante de quem eu sou”, contou. Combate à violência de gênero Durante o encontro, a subsecretária de Apoio a Vítimas de Violência da Secretaria de Justiça e Cidadania, Uiara Couto de Mendonça, ressaltou que o enfrentamento à violência contra a mulher passa pela informação e pelo fortalecimento das redes de apoio. Segundo ela, o trabalho desenvolvido pela subsecretaria busca orientar e acolher vítimas, oferecendo suporte para que consigam romper ciclos de violência e reconstruir suas trajetórias. “Romper o ciclo da violência começa dentro de cada um de nós. Quando levamos informação, coragem e determinação, conseguimos transformar realidades e salvar vidas. Esse trabalho vai além de uma função, pois é uma missão de cuidar das pessoas e mostrar que cada uma de vocês também pode ocupar espaços de liderança e fazer a diferença na sociedade”, afirmou. [LEIA_TAMBEM]O programa O Meninas em Ação é uma iniciativa voltada ao empoderamento feminino entre estudantes da rede pública do Distrito Federal. A proposta oferece às jovens a oportunidade de acompanhar, por um dia, mulheres que ocupam cargos de liderança no Governo do Distrito Federal, em embaixadas ou no setor empresarial. Além dessa experiência prática, o programa promove ao longo do ano palestras, encontros e momentos de troca entre as participantes, incentivando o desenvolvimento pessoal, a construção de redes de contato e o conhecimento sobre diferentes áreas profissionais. A iniciativa busca aproximar as estudantes de espaços que, historicamente, ainda são majoritariamente ocupados por homens. Durante a preparação para cada edição, as alunas recebem orientações sobre o funcionamento das atividades, calendário e também sobre etiqueta e comportamento institucional. A seleção das participantes começa nas próprias escolas, com apoio da Secretaria de Educação, e passa por uma etapa final conduzida pelas secretarias parceiras do projeto. “Quando a estudante ocupa o lugar de uma mulher que já alcançou sucesso profissional, ela passa a enxergar que também pode chegar lá. Esse espelhamento é fundamental para mostrar que elas têm espaço e podem conquistar o que desejarem”, explica a assessora especial da Secretaria de Relações Internacionais, Ana Beatriz de Souza Guimarães. *Com informações da Secretaria de Educação
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Servidoras da educação pública do DF ocupam dois terços dos cargos de liderança na rede
No Dia Internacional da Mulher, celebrado neste domingo (8), histórias de dedicação ajudam a mostrar a força da presença feminina na rede pública de ensino do Distrito Federal. Na Secretaria de Educação (SEEDF), mulheres são maioria entre os profissionais e também ocupam grande parte dos cargos de liderança. Conheça histórias de profissionais como Josicleide da Silva, que contribui diariamente para o cuidado com o ambiente escolar, e da supervisora pedagógica Fernanda Lopes Fernandes, que há mais de duas décadas atua na formação de estudantes. Organização e limpeza A pernambucana Josicleide chegou a Brasília ainda criança, com apenas 3 anos, acompanhando a família em busca de melhores oportunidades. Ela construiu sua vida no Distrito Federal, onde estudou em escola pública e criou o filho, atualmente com 29 anos. Hoje com 47 anos, Josicleide atua como auxiliar de serviços gerais na Escola Classe (EC) 314 Sul e destaca o orgulho que sente em contribuir para o ambiente escolar. Para a moradora do Sol Nascente, o cuidado com o espaço também faz parte do processo educativo. A auxiliar de serviços gerais Josicleide da Silva é uma das responsáveis pela limpeza da Escola Classe (EC) 314 Sul: "Eu tenho muito orgulho do meu trabalho. As crianças chegam, veem tudo organizado, limpinho, e isso faz diferença" | Foto: Mary Leal/SEEDF “Eu tenho muito orgulho do meu trabalho. A gente sabe que a limpeza da escola é importante para que os alunos se sintam bem e acolhidos. As crianças chegam, veem tudo organizado, limpinho, e isso faz diferença. Para mim também é muito especial estar ali todos os dias. No ano passado, eu perdi meu esposo, e o carinho das crianças e o apoio da escola me ajudaram muito a seguir em frente.” Josicleide também explica que, apesar das dificuldades que muitas mulheres enfrentam ao longo da vida, é possível seguir em frente com coragem e determinação. Ela finaliza homenageando suas colegas de trabalho Stefani Graf de Jesus, Raimunda Almeida da Silva e Celma Lopes dos Santos. [LEIA_TAMBEM]“A mulher, às vezes, pensa que não vai conseguir superar as dificuldades da vida, mas consegue, sim. Quero que todas as mulheres acreditem em si mesmas, em especial as minhas colegas de trabalho. Que vocês sejam guerreiras e consigam vencer todos os obstáculos da vida! Feliz Dia das Mulheres!” Presença feminina na rede A secretaria conta atualmente com um quadro de 22.431 servidoras em atividade, o que representa 68,51% do total de profissionais da rede, que somam 32.742 servidores. A presença feminina também é predominante nos cargos de liderança. Dos 4.474 cargos comissionados existentes na secretaria, 2.977 são ocupados por mulheres, o equivalente a 66,54% das funções. A maior concentração feminina está em cargos como supervisão, vice-direção, direção e chefia de secretaria — funções diretamente ligadas à organização pedagógica e administrativa das unidades escolares. Entre os cargos comissionados ocupados por mulheres, destacam-se 1.231 supervisoras, 488 vice-diretoras, 479 diretoras e 438 chefes de secretaria, além de outras posições de gestão, como assessoras, gerentes e coordenadoras regionais. Arte: SEEDF Para a secretária de Educação, Hélvia Paranaguá, a presença feminina é fundamental para o funcionamento e o desenvolvimento da rede pública de ensino. “A educação pública do Distrito Federal é construída diariamente pelo trabalho e pela dedicação de milhares de mulheres que atuam nas escolas e nas unidades administrativas. São profissionais que contribuem para garantir um ambiente acolhedor e uma educação de qualidade para nossos estudantes.” Um feito histórico para a educação no DF foi a nomeação da secretária Hélvia Paranaguá, na segunda-feira (2), para a presidência do Conselho Nacional de Educação. A conquista, justamente no início desse novo ciclo, reforça o papel do DF no cenário educacional brasileiro e amplia sua participação nas decisões que impactam diretamente as políticas públicas da área, destacando, mais uma vez, a presença e a liderança feminina em cargos de gestão. Paixão por ensinar Outra história que representa a presença feminina na educação pública é a da supervisora pedagógica Fernanda. Com 23 anos dedicados à educação, sendo dez deles na SEEDF, ela construiu sua trajetória movida pela paixão de ensinar. Formada em pedagogia e com início no magistério, a profissional conta que o interesse pela área surgiu ainda na infância, quando já demonstrava afinidade com o universo das crianças. Embora esteja fora da sala de aula há cerca de três anos, ela lembra com carinho da convivência diária com os estudantes: “Eu sempre fui apaixonada por crianças. Fiz magistério e depois segui para a Pedagogia, e esse caminho foi se confirmando ao longo da minha trajetória. O contato com os alunos é muito gratificante, porque acompanhamos o crescimento deles”. A supervisora pedagógica Fernanda Lopes Fernandes construiu sua trajetória na educação movida pela paixão de ensinar Para a servidora, a forte presença feminina na educação tem raízes históricas e culturais. “A presença majoritária de mulheres na educação, principalmente nas séries iniciais, tem muito de histórico e cultural. Durante muito tempo, a professora foi associada ao papel de cuidadora, algo próximo da figura da ‘tia’. Muitas mulheres entraram na área ainda na época do magistério, quando nem era exigido o ensino superior, e essa característica acabou mantendo-se ao longo dos anos.” A educadora também falou sobre os desafios da educação, que fazem parte da rotina nas escolas. “Um dos grandes desafios hoje é que muitas famílias acabam terceirizando para a escola responsabilidades que antes eram mais presentes dentro de casa, como ensinar valores, respeito e convivência. Isso torna o trabalho ainda mais complexo, porque além de ensinar os conteúdos, também precisamos educar para a vida.” Mesmo diante das dificuldades, Fernanda afirma que a motivação continua sendo o impacto da educação na vida dos estudantes. “O que me motiva todos os dias é saber que estamos ajudando a formar pessoas. A educação tem esse poder de transformar vidas, e acompanhar o desenvolvimento das crianças é algo que dá sentido ao nosso trabalho”, concluiu. *Com informações da Secretaria de Educação (SEEDF)
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Glaucoma evolui sem sintomas e já é a principal causa de cegueira irreversível no mundo
Renato Marques tinha 30 anos quando procurou um oftalmologista para uma consulta simples: medir o grau dos óculos. Após os exames, recebeu o diagnóstico de glaucoma. Sem entender a gravidade da doença, usou o colírio prescrito por apenas um mês e interrompeu o tratamento. “Achei que estava curado”, relembra. Renato Marques foi diagnosticado com glaucoma: “Se eu soubesse antes que era algo tão sério, teria cuidado melhor e talvez evitado essa situação. Agora faço exames todos os anos” | Fotos: Divulgação/IgesDF Seis anos depois, ao retornar ao consultório para uma nova avaliação, descobriu que a doença havia avançado: “O médico explicou a gravidade da doença. Se eu soubesse antes que era algo tão sério, teria cuidado melhor e talvez evitado essa situação. Agora faço exames todos os anos”. Considerado a principal causa de cegueira irreversível no mundo, o glaucoma provoca degeneração progressiva do nervo óptico e perda permanente da visão. O problema é que a doença costuma evoluir de forma silenciosa e, na maioria das vezes, sem apresentar sintomas nas fases iniciais. “A única forma de identificar a doença precocemente é por meio de consultas regulares com o oftalmologista” Edney Moura Filho, oftalmologista do Hospital de Base Segundo o oftalmologista Edney Resende Moura Filho, do Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF), unidade administrada pelo Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF), cerca de 90% dos pacientes não percebem sinais da doença no início. Entre os dias 8 e 14 deste mês é realizada a Semana Mundial do Glaucoma, iniciativa que busca ampliar a conscientização da população sobre os riscos da doença e reforçar a importância do diagnóstico precoce. Prevenção é fundamental O glaucoma é caracterizado pela lesão progressiva do nervo óptico, frequentemente associada ao aumento da pressão intraocular. Embora possa atingir pessoas de qualquer faixa etária, o risco aumenta com o avanço da idade. “A única forma de identificar a doença precocemente é por meio de consultas regulares com o oftalmologista”, explica Edney. Estimativas indicam que cerca de metade das pessoas com glaucoma no mundo não sabem que têm a condição. Por isso, especialistas recomendam atenção redobrada de pessoas que apresentam fatores de risco e devem manter acompanhamento oftalmológico regular. Entre os principais fatores estão histórico familiar, idade acima de 40 anos, uso prolongado de medicamentos à base de corticoide e traumas oculares prévios. A perda visual costuma ocorrer de forma gradual e silenciosa, o que contribui para o diagnóstico tardio. “Nem sempre começa obrigatoriamente pela visão periférica, mas é comum que o paciente já apresente perda de campo visual sem perceber, especialmente nas fases iniciais”, pontua o especialista. [LEIA_TAMBEM]Ao contrário da catarata, geralmente associada ao envelhecimento, o glaucoma pode surgir em qualquer idade, inclusive na infância. Foi o caso de Juliana Luzia de Souza, que nasceu com a doença devido a um fator genético. A suspeita surgiu ainda nos primeiros dias de vida, quando médicos perceberam alterações nos olhos da criança. Juliana passou pela primeira cirurgia aos três dias de vida e começou a usar óculos com apenas um mês. Hoje, aos 30 anos, já fez sete cirurgias e perdeu a visão do olho direito, mantendo apenas percepção de luz. “Como não tive a chance de fazer exames preventivos antes do diagnóstico, sei o quanto é importante realizar consultas regulares”, relata ela. “Assim é possível identificar a doença mais cedo e evitar que o quadro se agrave.” Acompanhamento contínuo A adesão ao tratamento é um dos principais desafios no controle do glaucoma. De acordo com o oftalmologista, a ausência de sintomas faz com que muitos pacientes interrompam o uso das medicações. Embora não tenha cura, o glaucoma pode ser controlado com acompanhamento médico e tratamento adequado. Doença pode ser controlada com tratamento e acompanhamento médico “Muitas pessoas param de usar o colírio por não perceberem melhora imediata ou por causa de efeitos colaterais, como irritação ocular; mesmo assim, o uso regular da medicação é essencial para evitar a progressão da doença”, orienta o médico. Atendimento Em caso de suspeita de glaucoma ou de qualquer alteração na visão, é importante procurar avaliação médica. No Distrito Federal, o primeiro passo é buscar atendimento em uma Unidade Básica de Saúde (UBS). Após a avaliação inicial, caso seja necessário, o paciente será inserido no sistema de regulação e encaminhado para atendimento especializado. Consultas oftalmológicas regulares são a principal forma de prevenir a perda de visão causada pelo glaucoma. O diagnóstico precoce permite controlar a doença e reduzir o risco de cegueira. *Com informações do IgesDF
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Em sete anos, governo entregou 7.968 apartamentos no Itapoã Parque
Criado a partir de ocupação urbana no fim dos anos 1990, o Itapoã passa por um processo de estruturação que transformou a infraestrutura e os serviços públicos da região administrativa. Entre as principais intervenções estão o Complexo Viário Saída Leste, que liga a DF-250 à DF-015 e beneficia cerca de 60 mil motoristas, e a construção da rodoviária da cidade, que atende mais de 30 mil moradores e ampliou o acesso ao transporte público. Obras de pavimentação e drenagem também eliminaram alagamentos e poeira em vias urbanas, consolidando a urbanização local. O avanço da infraestrutura foi acompanhado pela ampliação de equipamentos públicos. A inauguração do Centro de Ensino 502, com investimento superior a R$ 9 milhões, ampliou a oferta educacional, enquanto o novo Cras fortaleceu o atendimento social a milhares de famílias. O bairro planejado Itapoã Parque consolidou a expansão habitacional com infraestrutura completa. Com obras que vão da mobilidade à educação e à habitação, o Itapoã se firma como um dos principais vetores de crescimento urbano do Distrito Federal.
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Gama recebe a primeira creche, nova UPA e ainda ganha o Bezerrão e a UBS reformados
Uma das regiões administrativas mais tradicionais do Distrito Federal, o Gama passou a receber, a partir de 2019, um conjunto de obras públicas que mudou o dia a dia de mais de 133 mil moradores. A cidade também teve um ícone do esporte reformado: o Estádio Valmir Campelo Bezerra, o Bezerrão, foi reinaugurado em 2023. Na educação, a expectativa também era alta para a primeira creche pública do Gama. O Centro de Educação da Primeira Infância (Cepi) Jardim das Acácias levou ambiente acolhedor e tranquilidade para os pais que precisam deixar os filhos em tempo integral na escola enquanto trabalham. A área da saúde foi reforçada com a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do Gama. Inaugurada em 2021, a unidade já realizou mais de meio milhão de atendimentos até o ano passado. Outro destaque é a reforma da Unidade Básica de Saúde (UBS) 7, que recebeu mais de R$ 7,8 milhões em investimentos. A estrutura agora conta com consultórios ampliados e novos espaços de atendimento. A mobilidade também recebeu atenção. Vias importantes, como a DF-180 e a DF-290, passaram por obras de recapeamento e sinalização. Um esforço para que a infraestrutura e os serviços públicos se tornem motivo de orgulho para quem vive na região.
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QualificaDF Móvel oferece cursos profissionalizantes gratuitos no Sol Nascente/Pôr do Sol
Estão abertas, até a próxima quarta-feira (11), as inscrições para os cursos gratuitos de qualificação profissional do QualificaDF Móvel. As aulas terão início no mesmo dia da data limite de inscrição. O programa itinerante é realizado pelo Instituto Nacional de Empoderamento Social e Qualificação (Inesq), em parceria com a Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda (Sedet-DF) e apoio da administração regional. As aulas serão presenciais, de segunda a sexta-feira, em unidades móveis estacionadas em frente à Administração do Sol Nascente/Pôr do Sol (VC 311, Trecho 2). Os interessados podem optar por dois turnos: matutino (8h às 12h) e vespertino (14h às 18h). Com carga horária de 80 horas distribuídas em 20 dias, os cursos são destinados a pessoas acima de 16 anos. Ao final, os alunos recebem certificados emitidos pela Sedet-DF. Vale destacar que o material didático e o uniforme são fornecidos gratuitamente. As inscrições para os cursos gratuitos seguem até quarta-feira (11) | Foto: Divulgação/Administração Regional do Sol Nascente/Pôr do Sol Cursos Ofertados Nesta edição, serão oferecidas formações em: Trancista; Cabeleireiro; Manicure e pedicure; Redes sociais aplicadas ao empreendedorismo; Cerimonial de eventos. O administrador regional Cláudio Ferreira reforça a importância da ação: “Este projeto é uma excelente oportunidade para dar o primeiro passo rumo ao mercado de trabalho e conquistar renda própria. O GDF tem uma preocupação especial com a população em situação de vulnerabilidade”. Em três anos de atividade, o QualificaDF Móvel já capacitou mais de 10 mil pessoas, promovendo a empregabilidade em diversas regiões do Distrito Federal. As inscrições podem ser feitas presencialmente na unidade móvel, em frente à administração regional, de forma online ou pelo WhatsApp: (61) 98183-2753. *Com informações da Administração Regional do Sol Nascente/Pôr do Sol
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DF se prepara para receber 90 ônibus elétricos
Os 90 novos ônibus elétricos que vão reforçar a frota do sistema de transporte coletivo já estão sendo transportados para o Brasil e devem desembarcar no DF em maio deste ano. A montagem dos veículos foi feita na cidade chinesa de Qingdao, pela empresa chinesa CRRC (China Railway Rolling Stock Corporation), e o deslocamento está sendo feito de navio, com previsão de chegada ao porto de Vitória (ES) até o final deste mês. As obras da nova garagem da Piracicabana, empresa que adquiriu os novos ônibus, já foram iniciadas na Hípica, que fica próxima ao Zoológico. Estão em produção 18 carregadores de 240 kW e 3 transformadores de 1.750 kVA, o que vai possibilitar o início do processo de eletrificação da frota. Para o atendimento da nova demanda energética, estimada em 4.500 kVA (pico), também foi necessária a ampliação da subestação da Neoenergia, empresa de distribuição de energia elétrica do DF. Além disso, serão instalados quatro carregadores no Terminal da Asa Sul (TAS). Além de levar mais conforto ao brasiliense, a nova frota elétrica é sustentável e silenciosa | Fotos: Divulgação/Semob-DF Para o secretário de Transporte e Mobilidade do DF, Zeno Gonçalves, este é mais um passo importante para modernizar o transporte público, representando um avanço significativo para oferecer um serviço mais sustentável, silencioso e confortável para a população e para os rodoviários. “A eletrificação da frota é um compromisso do Governo do Distrito Federal com a inovação e com a redução das emissões de poluentes. É um investimento que melhora a qualidade do transporte e também contribui para a preservação ambiental”, afirma. Atendimento Com a chegada da nova frota, a previsão é que cerca de 60 mil passageiros sejam atendidos diariamente nas linhas que ligam a Rodoviária do Plano Piloto ao Terminal da Asa Sul, além da Esplanada dos Ministérios, Setor de Autarquias e Tribunais, UnB, Noroeste, W3, L2 Sul e Norte e o Aeroporto. Atualmente, o DF já conta com seis veículos elétricos que atendem as linhas 109.3 e 109.4, transportando mais de 100 mil passageiros por mês e já contribuindo para a redução de 3,2 mil toneladas de CO2 na atmosfera. [LEIA_TAMBEM]Sustentabilidade Ao serem impulsionados por motores elétricos e um sistema inteligente de baterias, os ônibus elétricos não emitem poluentes, o que, segundo o fabricante, equivale a evitar a emissão de 125 toneladas de CO2 por ano para cada ônibus, ou o plantio de 892 árvores. Cada ônibus elétrico representa um custo médio de R$ 3,4 milhões, um valor cerca de cinco vezes superior ao de um ônibus convencional e aproximadamente três vezes o custo de um veículo com tecnologia Euro 6. *Com informações da Semob-DF
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Ação de acolhimento à população em situação de rua ocorre no Plano Piloto neste fim de semana
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Zoológico de Brasília terá entrada gratuita neste sábado (7) somente para mulheres
Em celebração ao Dia Internacional da Mulher, comemorado em 8 de março, o Zoológico de Brasília preparou uma ação especial para o público feminino. Neste sábado (7), todas as mulheres terão entrada gratuita para visitar o parque. A iniciativa tem o objetivo também de incentivar momentos de lazer, convivência familiar e contato com a natureza. O diretor-presidente do Zoológico de Brasília, Wallison Couto, destaca que a ação busca valorizar e celebrar a presença feminina nos diversos espaços da sociedade. “O Dia Internacional da Mulher é uma data muito importante de reconhecimento e valorização. Queremos oferecer esse momento especial para que as mulheres possam aproveitar o zoológico, um espaço de lazer, educação ambiental e contato com a natureza, ao lado de suas famílias e amigos”, afirmou. Mulheres entram de graça no Zoológico de Brasília neste sábado (7) em homenagem ao Dia Internacional da Mulher, comemorado em 8 de março | Foto: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília Além da ação especial no sábado, o público também poderá aproveitar a visita ao parque no domingo (8). Nesse dia, a entrada será gratuita para todos os visitantes, como parte do programa Lazer para Todos, iniciativa do Governo do Distrito Federal que garante acesso livre ao zoológico aos domingos e feriados. Zoo Animado O fim de semana gratuito fica ainda mais especial com a programação do Zoo Animado no Teatro de Arena do Zoológico de Brasília. O evento reúne artesanato, pintura de rosto, teatro e brinquedos infláveis de forma gratuita de 5 a 8 de março. O Zoológico de Brasília é um dos principais espaços de lazer e educação ambiental do Distrito Federal, recebendo visitantes de todas as idades para conhecer de perto diversas espécies da fauna brasileira e mundial. *Com informações da Fundação do Jardim Zoológico de Brasília
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Termos de fomento em 2026
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