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Ruas sinalizadas garantem mais segurança em São Sebastião

Duas avenidas de grande fluxo de veículos em São Sebastião agora estão mais seguras e sinalizadas. Equipes do Detran e do GDF Presente passaram por lá esta semana e executaram lombadas, sinalização vertical e horizontal. Ações pedidas pela comunidade local e por comerciantes como uma medida para evitar a alta velocidade de automóveis que passam na via. Placas de sinalização e quebra-molas têm o objetivo de impedir a alta velocidade dos veículos em vias muito movimentadas | Fotos: Renato Araújo/Agência Brasília Quatro quebra-molas foram construídos e pintados na Avenida Comercial, dois em cada sentido da pista. Placas de sinalização instaladas pelo Detran agora apontam a existência dos redutores de velocidade. A alta velocidade dos automóveis era uma constante por ali. É o que conta a comerciante e moradora do Setor Tradicional, Alana Xavier, 22 anos, que tem uma loja próxima à avenida. Segundo a moça, acidentes já foram registrados na região. “É uma via de 40 quilômetros por hora, mas a maioria dos carros passa muito acima dessa velocidade. Com a sinalização, acredito que vai ajudar muito”, diz Alana Xavier “É uma via de 40 quilômetros por hora, mas a maioria dos carros passa muito acima dessa velocidade. É perigoso e já presenciamos atropelamentos aqui na porta do comércio”, lamenta Alana. “Com a sinalização, acredito que vai ajudar muito. Espero que o pessoal tenha mais cuidado ao dirigir por aqui e possa notar a presença de pedestres, de pessoas que pegam o ônibus”, alerta. Ainda no Setor Tradicional, a Avenida Principal também ganhou quebra-molas. O trecho em que foi construído o obstáculo fica perto do Centro de Ensino Fundamental (CEF) Cerâmica São Paulo e o serviço foi realizado pelas equipes da administração regional e do Polo Central do GDF Presente. Na região central – próximo ao BRB -, após o serviço de recapeamento da pista, os operários também aumentaram a lombada do local. Para complementar os reparos, foi executada a correção de pavimento asfáltico em vários pontos da quadra 104. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”esquerda”] Faixas de pedestre De acordo com o coordenador do polo, Leandro Cardoso, estão sendo mapeados outros pontos para melhorias de sinalização viária na região administrativa. “Estamos percorrendo a cidade e levantando pontos onde é necessária a pintura de faixa de pedestres também. Pedidos de novas faixas normalmente são encaminhados ao Detran”, explica Leandro. “A sinalização e os novos quebra-molas são uma prioridade nossa. Ali na Comercial, por exemplo, não havia nenhum e agora temos dois de cada lado”, explica o administrador, Ataliba Rodrigues. “Temos diversos pedidos via Ouvidoria e vamos atender também outros pontos da cidade”, conclui.

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Terra retirada em obras é aproveitada em outras construções no DF

Toneladas e mais toneladas de terra retiradas das obras do Distrito Federal têm atualmente uma destinação adequada. O montante escavado em obras grandiosas como o Túnel de Taguatinga e o Viaduto da Epig, na entrada do Sudoeste, é aproveitado em outras construções. É uma prática ambientalmente correta, ao evitar jogar montanhas de terra na natureza, e que gera economia aos cofres públicos. [Olho texto=”“Nosso objetivo é usar a maior sustentabilidade possível em nossas construções, além de eficiência orçamentária. Não se produz solo, é preciso comprar em jazidas, minerar esse solo”” assinatura=”Aldo Fernandes, subsecretário de Acompanhamento Ambiental da Secretaria de Obras” esquerda_direita_centro=”direita”] A quantidade é bastante alta, mas órgãos do Governo do Distrito Federal (GDF) têm hoje mapeados pontos de armazenamento do solo escavado para que esse material passe longe do desperdício. Ele pode ser reaproveitado na própria obra da qual foi retirado ou usado na construção de rodovias, na terraplanagem, para dar sustentação a alças de viadutos, entre outras destinações. A Secretaria de Obras criou uma ferramenta online, o Sistema de Gestão de Solo de Escavação (SGSE), para gerenciar esse processo. A obra do viaduto do Itapoã retirou muita terra, que está sendo usada na duplicação da rodovia DF-250 | Foto: Tony Oliveira/Agência Brasília Implantado no primeiro semestre, o sistema monitora a terra arrecadada e a coloca à disposição de órgãos do GDF interessados. “Nosso objetivo é usar a maior sustentabilidade possível em nossas construções, além de eficiência orçamentária. Não se produz solo, é preciso comprar em jazidas, minerar esse solo”, explica o subsecretário de Acompanhamento Ambiental da Secretaria de Obras, Aldo Fernandes. “Na construção do túnel sob o Balão do Aeroporto [inaugurado em 2014], por exemplo, uma quantidade enorme de terra ficava acumulada ali ao lado da obra. Não temos mais isso.” Reaproveitar no Túnel de Taguatinga  O moderno Túnel de Taguatinga – maior obra viária em execução no país – vai beneficiar cerca de 135 mil motoristas diariamente. Até o momento, cerca de 285 mil toneladas de solo foram cavadas na reforma. Essa quantidade corresponde a 86% de um total de 330 mil toneladas que serão retiradas dali. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”esquerda”] Segundo levantamento da Secretaria de Obras, mais de 20 mil viagens de caminhão foram feitas para transportar parte do material até o 3º Distrito do Departamento de Estradas de Rodagem (DER), que é o ponto de armazenamento. Todavia, a pasta calcula que 47% do total de terra cavada, segundo o sistema, vai permanecer na estrutura da própria obra. Ela será reaproveitada no reaterro de lajes ou na construção do boulevard, que integra o projeto do túnel. Para toda essa engenharia, as construtoras cavam pelo método tradicional ou usando uma técnica que se chama escavação invertida. Trânsito entre obras vizinhas O DER também reaproveita a terra escavada nas reformas, transportando-a para outras obras. Seus oito distritos espalhados pela capital também guardam a terra. “Temos uma obra que é emblemática – o viaduto do Itapoã, com suas trincheiras, gerou muita terra. Esse material está sendo usado na duplicação da rodovia DF-250, que dá acesso ao próprio elevado”, explica o superintendente técnico do departamento, Plínio Fragassi. No Setor Policial Militar, já foram retiradas 150 mil toneladas de terra | Foto: Lúcio Bernardo Jr/Agência Brasília De acordo com ele, o insumo é muito usado para fazer a base e a sub-base da pavimentação de estradas, em aterros nas construções e na compactação dos paredões que sustentam viadutos. “O DER hoje transporta a terra de uma obra nossa para outra, mas o material também está disponível para outros órgãos. Temos a Novacap, que precisa muito, e as administrações regionais, caso precisem”, pontua Plínio. “Há uma preocupação com a degradação de áreas verdes e, também, é uma forma de diminuir o descarte na Unidade de Recebimento de Entulho [URE]”, explica o engenheiro, ao se referir ao equipamento gerido pelo Serviço de Limpeza Urbana (SLU) e que também recebe a terra. Trata-se de uma gestão feita em parceria pelos executores de obras no DF e que viabiliza o uso sustentável de um elemento natural, indispensável nas construções. Arte: Agência Brasília

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Mais de 11 mil transfusões de sangue já realizadas este ano no DF

De janeiro a maio de 2022, os hospitais administrados pelo Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (Iges-DF) realizaram 11.195 transfusões de sangue. Dessas, 9.485 foram realizadas pelo Hospital de Base do DF (HBDF), responsável pela maior parte dos procedimentos e referência em atendimento de alta complexidade. As demais 1.710 transfusões sanguíneas foram feitas no Hospital Regional de Santa Maria (HRSM), que tem menor porte. O Dia Mundial do Doador de Sangue, nesta terça-feira (14), foi instituído para agradecer aos doadores e incentivar novas pessoas a contribuírem com esse ato que salva vidas | Fotos: Davidyson Damasceno/Iges-DF O balanço oficial foi divulgado nesta terça-feira (14), em alusão ao Dia Mundial do Doador de Sangue, data instituída para agradecer aos doadores e incentivar novas pessoas a contribuírem com esse ato que salva vidas. Mariela Souza de Jesus, diretora-presidente do instituto, aproveita a data para elogiar a atuação dos bancos de sangue das unidades. “O perfeito funcionamento das unidades é fundamental para que as equipes médicas possam salvar vidas que precisam de transfusão de sangue, e os profissionais das unidades atuam com excelência”, comemora a gestora. A chefe do Serviço de Hematologia e Hemoterapia do HBDF, Miriam Scaggion, explica que as doações de sangue são coletadas na Fundação Hemocentro de Brasília (FHB). Após o processamento, são encaminhadas para as agências transfusionais, que ficam localizadas nos hospitais que redistribuem aos pacientes. “A doação de sangue é um ato de amor. Cada bolsa de sangue doado pode ajudar vários pacientes, porque são gerados quatro hemocomponentes: o concentrado de hemácias, o plasma, as plaquetas e o crioprecipitado. Esses insumos são usados em situações diversas, como perdas de sangue ou em pacientes com dificuldade de coagulação”, diz. Scaggion explica que a pandemia da covid-19 reduziu muito as doações de sangue em razão da adoção de novos critérios para garantir a segurança do sangue, como análise do histórico de covid-19, e ter tido contato com pessoas doentes. “Muitos deixaram de doar nesse período por não atenderam aos requisitos. Tem sido difícil. Por isso, pedimos que todas as pessoas que estejam saudáveis e atendam aos critérios ajudem na doação”, diz. Com o maior Banco de Sangue do Distrito Federal, o Hospital de Base é uma das unidades de saúde que mais dependem das doações de sangue para garantir o atendimento de pacientes. “É natural que o HBDF demande uma grande quantidade de transfusões, já que é referência no DF para atendimento de traumas e realização de procedimentos de alta complexidade, como cirurgias cardíacas e transplantes, além de concentrar o atendimento da maioria dos pacientes oncológicos e onco-hematológicos”, explica a chefe do Serviço de Hematologia e Hemoterapia da unidade. No HBDF, há duas agências transfusionais que cuidam do armazenamento das bolsas de sangue e hemocomponentes. Uma unidade atende aos pacientes do ambulatório, principalmente pacientes em quimioterapia. Essa agência também atende ao prédio de internação, que tem 12 andares. Já a agência transfusional do pronto-socorro prepara as transfusões utilizadas no centro cirúrgico, UTIs e o próprio pronto-socorro. Ela funciona 24 horas por dia para atender todas as urgências dos diversos setores do hospital. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] No HRSM, a chefe do Núcleo de Hemoterapia, Gisele Lorranna Silva Santos, explica que “58% das transfusões são destinadas a pacientes da UTI, 25% da internação (maternidade, ortopedia, nefrologia, clínica médica, pronto-socorro) e 17% centro cirúrgico (geral/obstétrico). Além disso, cerca de 80% de todas essas transfusões são realizadas na modalidade urgência/emergência, ou seja, o paciente deve ser atendido em no máximo três horas para urgência e imediatamente para emergência, para que não haja agravo no quadro clínico. Desta forma, é muito importante manter o estoque estratégico de hemocomponentes no hospital, pois em muitos casos é preciso atender imediatamente o paciente”. Como doar? As doações são agendadas previamente pelo site agenda.df.gov.br. Interessados em doar sangue devem ter idade entre 16 anos completos (com autorização dos pais) e 69 anos. É necessário pesar mais de 50 quilos e apresentar documento de identidade original com foto. Não precisa estar em jejum. Quanto aos demais critérios de doação e outras informações, basta consultar em https://www.fhb.df.gov.br/. O Hemocentro de Brasília fica no Setor Médico Hospitalar Norte, Conjunto A, Bloco 3, e funciona de segunda a sábado, das 7h às 18h. *Com informações do Iges-DF  

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Mais 2,5 mil pessoas ganham novas oportunidades no RenovaDF

O 6º Ciclo do RenovaDF foi aberto nesta terça-feira (14), no ginásio regional de Ceilândia, na QNN 16, onde o governador Ibaneis Rocha desejou sucesso aos novos alunos | Fotos: Renato Alves / Agência Brasília O Governo do Distrito Federal (GDF), por intermédio da Secretaria de Trabalho, lançou nesta terça-feira (14) o 6º Ciclo do RenovaDF. A nova turma conta com a inclusão de 158 pessoas em situação de rua que vão ganhar uma oportunidade com o programa para se qualificar em jardinagem ou construção civil e receber uma bolsa e certificado pelo trabalho. Esse público será acompanhado por profissionais das unidades do Centro de Referência Especializado de Assistência Social (Creas) e do Centro de Referência Especializado para População em Situação de Rua (Centro Pop), geridos pela Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes). [Olho texto=”“É uma alegria muito grande ver esse ginásio cheio de pessoas buscando as condições que precisam para viver. Isso tudo foi feito para vocês. Esse é o programa da oportunidade, da inserção no mercado de trabalho. E teremos quase 200 pessoas em situação de rua participando dessa edição”” assinatura=”Governador Ibaneis Rocha” esquerda_direita_centro=”esquerda”] O lançamento ocorreu no ginásio regional de Ceilândia, na QNN 16, onde o governador Ibaneis Rocha desejou sucesso aos novos alunos. “É uma alegria muito grande ver esse ginásio cheio de pessoas buscando as condições que precisam para viver. Isso tudo foi feito para vocês. Esse é o programa da oportunidade, da inserção no mercado de trabalho. E teremos quase 200 pessoas em situação de rua participando dessa edição”, disse o governador. Ibaneis também destacou a queda do desemprego no DF. A taxa diminuiu de 19,6% para 15,9%, entre os meses de abril de 2021 e de 2022, atingindo um patamar que não era alcançado desde janeiro de 2016. “Tivemos uma redução do desemprego no DF, e o que a gente quer é qualificar as nossas pessoas para o trabalho, para que possam cada vez mais crescer, dando oportunidade a cada um e a cada uma das pessoas que estão aqui”, acrescentou o chefe do Executivo.   Ao todo são 2.500 alunos inscritos para o curso de qualificação profissional de Auxiliar de Manutenção, com noções de diferentes profissões, tais como: carpinteiro, jardineiro, eletricista, encanador, serralheiro e pedreiro. Esses novos alunos vão atuar em Ceilândia e Taguatinga. [Olho texto=”“Esse ciclo vai contemplar 2,5 mil alunos e, na próxima semana, eles já começam as aulas teóricas. A partir da próxima quinta-feira, vão iniciar os trabalhos em Ceilândia. A sala de aula deles serão os 230 equipamentos públicos que eles vão recuperar. O nosso turno noturno também está mantido, onde eles vão recuperar viadutos no Plano Piloto, Núcleo Bandeirante e na Via Estádio”” assinatura=”Thales Mendes, secretário do Trabalho” esquerda_direita_centro=”direita”] Lançado em 31 de maio de 2021, o RenovaDF já recuperou 621 equipamentos públicos em todo o DF e tem 102 em andamento. Mais de 4,2 mil alunos já foram formados, 3,4 mil estão cursando e 2,5 mil estão inscritos à espera do início das aulas. Dentro do escopo de formados, o RenovaDF qualificou mais de 200 imigrantes e 98 pessoas em situação de rua. “Esse ciclo vai contemplar 2,5 mil alunos e, na próxima semana, eles já começam as aulas teóricas. A partir da próxima quinta-feira, vão iniciar os trabalhos em Ceilândia. A sala de aula deles serão os 230 equipamentos públicos que eles vão recuperar. O nosso turno noturno também está mantido, onde eles vão recuperar viadutos no Plano Piloto, Núcleo Bandeirante e na Via Estádio”, afirma o secretário de Trabalho, Thales Mendes. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”esquerda”] Sobre o RenovaDF O RenovaDF é um programa de qualificação profissional da Secretaria de Trabalho, em parceria com a Secretaria de Governo, em atendimento às demandas das administrações regionais. Os cursos são de iniciação profissional e aplicados pelo Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial do Distrito Federal (Senai-DF), com duração de 240 horas (três meses), com quatro horas diárias. Os alunos recebem qualificação profissional, com noção básica na área de construção civil, com aulas de forma presencial e, enquanto se qualificam, os próprios alunos recuperam os espaços públicos das cidades. Eles recebem kit uniforme, com camiseta, bota, capa de chuva, garrafa d’água, boné, equipamento de proteção individual, lanche e bolsa benefício no valor de um salário mínimo, além de auxílio transporte e seguro contra acidentes pessoais.

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