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Concretagem do piso do Túnel de Taguatinga avança e já chega a quase 50%

A maior obra viária urbana em execução no Brasil segue em ritmo acelerado e dá mais um avanço. Chegou nesta terça-feira (19) a 47% a concretagem da laje de fundo do Túnel de Taguatinga, que é sobre onde passarão os carros nos dois sentidos, Ceilândia e Plano Piloto. Serão aplicados em toda a obra 90 mil metros cúbicos de concreto, o equivalente a 12 mil caminhões truck cheios dessa massa de cimento, pedras e areia | Fotos: Renato Alves/Agência Brasília O piso em todo esse percurso – de pouco mais de 900 metros – é de 50 cm de espessura. Concluída essa etapa, mais 17 cm de pavimento rígido, em média, serão aplicados para reforçar e aumentar a sustentação do piso – que não levará asfalto. [Olho texto=”“As obras não param e em todos os dias temos operários trabalhando aqui, em média 400 nos horários de pico”” assinatura=”Luciano Carvalho, secretário de Obras” esquerda_direita_centro=”direita”] A escavação invertida segue também nos dois sentidos por onde as paredes laterais e o teto já foram concretados. O processo é feito de 20 m a 20 m, incluindo a retirada de terra e a concretagem dos pisos. Por falar em concreto, serão aplicados em toda a obra 90 mil metros cúbicos do material – o equivalente a 12 mil caminhões truck cheios dessa massa de cimento, pedras e areia. “As obras não param e em todos os dias temos operários trabalhando aqui, em média 400 nos horários de pico”, conta o secretário de Obras, Luciano Carvalho. Equipes impermeabilizam o local da pista destinado à circulação do BRT Também nesta semana os operários deram início ao processo de impermeabilização do boulevard por onde vai passar o BRT. Na primeira camada é aplicada o primer, uma espécie de tinta preta com cola que dá aderência para as placas de manta asfáltica. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] Sobre ela, então, virá uma proteção mecânica de concreto, com 10 cm em média de espessura. Só então o vão que se formou entre o teto do túnel e a superfície das vias já existentes de Taguatinga será coberto por uma nova camada de concreto, com cerca de 15 cm a 25 cm, dependendo do trecho. “Todo esse processo de impermeabilização serve para evitar infiltrações e gotejamentos, além aumentar a vida útil do túnel”, explica Bruno Almeida, engenheiro civil responsável pela fiscalização das obras. Entre as pistas de passagem do BRT haverá um canteiro de grama e jardins. Enquanto isso, seguem sendo erguidas as muretas de proteção nos dois corredores do Túnel de Taguatinga. Elas dão proteção às paredes da obra de arte de possíveis impactos.

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Passeio ciclístico em comemoração do 62º aniversário de Brasília

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Publicidade DODF 2022

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Primeiro crematório do DF prestes a ser concluído

[Olho texto=”“Com a pandemia do coronavírus, existia a preocupação da secretaria em oferecer um novo meio para realizar sepultamentos no DF. E o crematório virá suprir essa lacuna” – José Carlos Medeiros, subsecretário de Assuntos Funerários da Sejus” assinatura=”” esquerda_direita_centro=”direita”] O Distrito Federal vai ganhar em breve seu primeiro crematório, no complexo do cemitério Campo da Esperança da Asa Sul: um espaço de 289 m² que servirá como opção aos seis cemitérios existentes na capital. As obras atingiram o estágio de 90% de execução e são de responsabilidade da concessionária que administra os cemitérios. O custo da edificação é de R$ 406 mil. O crematório passará a funcionar imediatamente após o término das obras e contará com câmara fria, câmara ardente, depósito de resíduos, sanitário com acessibilidade e uma sala de despedida com capacidade para 40 pessoas. Com um espaço de 289 m², o crematório do Campo da Esperança terá câmara fria, câmara ardente, depósito de resíduos, sanitário com acessibilidade e uma sala de despedida com capacidade para 40 pessoas | Fotos: Joel Rodrigues / Agência Brasília Em formato octogonal, possui aberturas e janelas em todas as fachadas, o que propicia a entrada de luz para o momento da despedida do ente querido. A edificação segue o mesmo princípio da concepção que o urbanista Lúcio Costa adotou para o desenho do cemitério, que é formado por uma espiral definida a partir do octógono. “Essa é uma grande conquista da gestão do governador Ibaneis Rocha”, ressalta a então secretária de Justiça e Cidadania, Marcela Passamani. “Não queremos mais que a população daqui precise se deslocar até Formosa ou Valparaíso para cremar seus familiares e pessoas próximas”, diz. “Com a pandemia do coronavírus, existia a preocupação da secretaria em oferecer um novo meio para realizar sepultamentos no DF. E o crematório virá suprir essa lacuna”, explica o subsecretário de Assuntos Funerários da Sejus, José Carlos Medeiros. Expectativa por aumento nas cremações Além disso, o crematório ajudará num problema que se revela: o pouco espaço disponível nos cemitérios locais para novos jazigos. Segundo dados da pasta, a unidade da Asa Sul, que abrigará a edificação, tem atualmente uma vida útil de aproximadamente sete anos. O DF, por sua vez, realiza uma média de 1.046 sepultamentos mensais. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] “Com esse novo serviço, a expectativa é de que em cinco anos cerca de 45% das inumações (sepultamentos) ocorram por meio de cremações”, prevê Medeiros. Árvores do local preservadas A licença para a construção do espaço dentro do cemitério, localizado na 916 Sul, foi emitida no final de outubro após aprovação do Conselho de Planejamento Territorial Urbano (Conplan), órgão colegiado da Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Habitação (Seduh). De acordo com a concessionária, não haverá retirada de nenhuma árvore existente na obra em execução.

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