Pregão Eletrônico n.º 13/2022
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Publicado resultado da 2ª Campanha de Castração de 2022
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GDF atende pedido da comunidade e constrói calçada em Taguatinga
Atendendo a reivindicações de comerciantes e moradores de Taguatinga, o Governo do Distrito Federal (GDF) está construindo uma nova calçada no Setor G Sul. A obra também vai beneficiar estudantes e funcionários da Universidade Católica de Brasília e prevê a criação de 250 vagas para veículos, com recuperação asfáltica, em 650 metros de extensão. Até o momento, 70% da obra foram concluídos: comerciantes, moradores, alunos e profissionais da Universidade Católica serão beneficiados | Foto: Divulgação/Administração de Taguatinga Até o momento, 70% da obra foram concluídos. As calçadas serão em concreto polido e terão acessibilidade. Para a realização dos serviços, foram investidos R$ 200 mil, por meio de emendas parlamentares do deputado distrital Jorge Vianna (Podemos). “Estamos com oito pessoas trabalhando diariamente com alguns equipamentos. Tivemos que fazer essa obra e melhorar a infraestrutura do local, pois agora também há casas. Antes era um setor exclusivamente industrial”, explica o coordenador de Licenciamento, Obras e Manutenção da Administração Regional de Taguatinga, André Sousa de Araújo. O então administrador de Taguatinga, Renato Andrade, que deixou o cargo recentemente para concorrer às próximas eleições, comenta sobre a importância da obra. “Posso dizer que a atual gestão do Governo do Distrito Federal conversa diretamente com a população e, sempre que possível, atende às demandas. E é isso que ocorre com o Setor G Sul de Taguatinga. Comerciantes, moradores, alunos e profissionais da Universidade Católica pediram a calçada e estamos tentando entregar da melhor forma. Nenhuma obra é feita sem necessidade”, afirma. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”esquerda”] Renato Andrade também acredita que a nova calçada será um bom local para a prática de atividade física. “Pode servir para melhorar a saúde das pessoas, pois teremos uma calçada em ótimo estado e com segurança. Ou seja, pode ser útil para quem precisa passar por lá e também virar um local que as pessoas utilizem para caminhar”, completa o ex gestor. Moradora do local, a corretora de imóveis Valéria Matioli, 51 anos, destaca que a região tem melhorado com a atual gestão. “Essa melhoria que a administração de Taguatinga está fazendo é para todos nós elogiarmos. Quem conhece essa área sabe como era a situação aqui. Não tinha essa limpeza, não era seguro andar por aqui. Está se tornando um ambiente muito mais familiar, melhorou a iluminação também por conta da poda das árvores”, enumera Valéria.
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RESULTADO PRELIMINAR – 2ª ETAPA DO PROCESSO SELETIVO PARA AFASTAMENTO REMUNERADO PARA ESTUDOS – 1º SEM. 2022
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Fiscalização multa empresa por descarte irregular de resíduos
Auditores fiscais do Instituto Brasília Ambiental estiveram, nesta sexta-feira (1), na Área de Transbordo e Triagem e Reciclagem (ATTR) do Riacho Fundo e constataram que a deposição de resíduos está sendo feita de forma indevida. A empresa responsável foi multada em R$ 48.269,92 e advertida a regularizar a situação no prazo máximo de cinco dias. A autorização ambiental concedida não permite que sejam colocados resíduos em área pública, calçadas ou fora do limite da propriedade | Foto: Divulgação/Brasília Ambiental A irregularidade registrada pela equipe de fiscalização foi o depósito de resíduos em desconformidade com a autorização ambiental concedida, que não permite que sejam colocados resíduos em área pública, calçadas ou fora do limite da propriedade. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] As ATTRs foram criadas pela resolução nº 307 do Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama) e regulamentadas pela Associação Brasileira de Nomas Técnicas (ABNT), em 2004. O objetivo das ATTRs é atuar junto com os aterros de inertes e as usinas de reciclagem de Resíduos da Construção Civil e Demolição (RCD). As áreas de transbordo e triagem atendem às necessidades dos municípios na gestão correta dos resíduos da construção civil e demolição. Elas fazem a triagem do material e, na maioria das vezes, complementam o trabalho das usinas de reciclagem de RCD e do aterro de inertes. *Com informações do Brasília Ambiental
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Podcast Papo Ambiente: Plano de Manejo
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2022
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Processos de apuração – 2022
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