Alunos da Escola Classe 66 de Ceilândia recebem doação de 3,7 mil itens arrecadados em corrida de rua
A Escola Classe (EC) 66 de Ceilândia recebeu, na última semana, uma doação expressiva do Ministério da Educação (MEC). Ao todo, 3.698 itens, entre materiais escolares e tênis, foram entregues à unidade, resultado da arrecadação promovida durante a Corrida e Caminhada MEC 95 Anos. A iniciativa representou um alívio importante para a comunidade escolar, que atende estudantes em situação de vulnerabilidade social. Vice-diretora da escola e servidora há 13 anos na Secretaria de Educação (SEEDF), Andreia Alves Lisboa destacou o impacto da ação. “Trabalhamos em uma área de vulnerabilidade social e temos muitos estudantes carentes que necessitam desse apoio”, afirmou. Para Andreia, parcerias são essenciais para garantir que os alunos tenham acesso a recursos básicos. “Conseguimos receber e repassar doações, auxiliando principalmente aqueles que precisam de material escolar e calçados para frequentar as aulas”, explicou. A escolha pela EC 66 para receber os itens considerou o contexto da comunidade atendida. De acordo com a chefe da Unidade de Gestão Articuladora da Educação Básica (Unigaeb/Subeb), Claudimary Pires de Oliveira, a escola está localizada em uma região com dificuldades de acesso a materiais escolares e a calçados adequados. “Esta doação é um reforço importante para que os estudantes tenham condições adequadas de estudo e vivenciem um ambiente escolar mais positivo”, avaliou. A ação representou um alívio importante para a comunidade escolar, que atende estudantes em situação de vulnerabilidade social | Foto: Mary Leal/Ascom SEEDF Impacto social A Corrida e Caminhada MEC 95 Anos foi realizada em 28 de setembro na Esplanada dos Ministérios e foi um momento especial para celebrar quase um século de história do Ministério da Educação. O evento reuniu servidores, estagiários, terceirizados e suas famílias, criando um espaço de integração e valorização de todos que fazem parte do dia a dia do MEC. A parceria entre o MEC e a Secretaria de Educação do DF mostra como eventos esportivos podem gerar impacto social direto. Os itens arrecadados durante a celebração dos 95 anos do ministério agora chegam às mãos de quem mais precisa, contribuindo para reduzir desigualdades no acesso à educação. *Com informações da Secretaria de Educação
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GDF reforça manutenção de vias rurais no Jardim Botânico antes do período chuvoso
Para reduzir os impactos das chuvas na vida de quem mora em áreas rurais, o GDF Presente Polo Sudoeste e a Administração Regional do Jardim Botânico promoveram uma força-tarefa de manutenção em vias não pavimentadas dos núcleos da região. Na última semana, foram aplicadas 30 toneladas de Resíduos da Construção Civil (RCC), doadas pelo Serviço de Limpeza Urbana (SLU), no Núcleo Tororó. Segundo o administrador do Jardim Botânico, Aderivaldo Cardoso, a manutenção das vias não pavimentadas é fundamental para garantir mais mobilidade e segurança para quem vive na região. “Esse trabalho ajuda a diminuir os impactos das chuvas, melhora o escoamento e evita transtornos para a comunidade. Nosso compromisso é seguir cuidando da região e garantindo mais qualidade de vida para todos”, afirma. Por causa das chuvas, as vias não pavimentadas se danificam com mais facilidade e abrem pontos de atoleiro. Por isso, antes do Tororó, as equipes fizeram manutenções durante o período de estiagem no Barreiros I, Barreiros II, Mansões Fazendária, Itaipu, São Gabriel, João Cândido, Mansões Fazendarias, Nova Betânia e Altiplano Leste. Ao todo, foram utilizadas aproximadamente 110 toneladas de RCC, doadas pelo SLU. O material de RCC doado pelo SLU é reaproveitado em diversas obras e projetos de infraestrutura, como a recuperação de estradas rurais, a pavimentação de vias e melhorias na própria Unidade de Recebimento de Entulhos (URE). A prática integra a política de gestão de resíduos do DF, que incentiva a reciclagem e o reaproveitamento de materiais, fortalecendo a economia circular e a sustentabilidade ambiental. Trabalho contínuo De acordo com a administração regional, há um cronograma para que todos esses locais recebam manutenções novamente após o período chuvoso. Há também um monitoramento constante nas áreas para garantir que estejam sempre transitáveis. Esse é um trabalho conjunto que envolve vários órgãos, como a Secretaria de Agricultura, Abastecimento e Desenvolvimento Rural (Seagri-DF), o Departamento de Estradas e Rodagem (DER-DF), administração regional e o Polo Sudoeste, com o intuito de minimizar os impactos nas vias não pavimentadas durante as chuvas, segundo o coordenador do GDF Presente Polo Sudoeste, Leandro Cardoso. Ele explicou que há diversas vias no Jardim Botânico, sobretudo em áreas rurais que concentram escoamento de produção e grandes granjas, como a região do Engenho das Lajes. “É um trabalho importante também para o transporte público escolar: o programa Caminho da Escola busca minimizar os transtornos causados pelo período chuvoso com esse trabalho preventivo”, explica. Segundo ele, essa é uma orientação do governo, que busca melhorias, não apenas nas áreas urbanas, mas também na zona rural, para beneficiar toda a população e garantir que o direito de ir e vir seja o mais viável possível.
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Áreas do Plano Piloto ficam sem energia para manutenção na rede nesta terça (18)
O fornecimento de energia elétrica será suspenso no Plano Piloto nesta terça-feira (18), para manutenção e melhorias na rede de distribuição. O desligamento ocorre das 9h às 17h para garantir a segurança das equipes de trabalho e da população. Serão afetadas residências e comércios da CLN 113, SQN 313, SGAN 911 Bloco F e SQN 211 Bloco E. Caso o trabalho termine antes do previsto, a rede voltará a ser energizada sem aviso prévio. Além dos desligamentos programados, pode ocorrer de acabar a energia em alguma região, sem comunicação prévia. Nesses casos, a população pode registrar a ocorrência pelo telefone 116. Clientes com deficiência auditiva e de fala podem acessar o atendimento pelo 0800 701 0155, desde que utilizem aparelho adaptado.
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Vigilância Sanitária publica guia sobre escrituração de medicamentos controlados
A Vigilância Sanitária da Secretaria de Saúde (SES-DF) divulgou, nesta segunda-feira (17), o Guia de Orientação sobre a Escrituração de Medicamentos Sujeitos a Controle Especial. O documento orienta os serviços de saúde públicos, privados e militares sobre as boas práticas na escrituração, seja manuscrita ou informatizada, desses tipos de medicamentos. O material reúne os principais questionamentos recebidos pelas unidades de saúde e traz informações técnicas e orientações práticas para apoiar o cumprimento da legislação sanitária vigente. De acordo com a gerente de Medicamentos e Correlatos da SES-DF, Flávia Roberta Santos, o guia reforça o compromisso da Vigilância Sanitária com o diálogo e o suporte técnico ao setor regulado. “A Vigilância Sanitária está atenta às demandas dos serviços de saúde. Este guia busca esclarecer dúvidas recorrentes e potenciais relacionadas à escrituração manuscrita e à homologação de sistemas informatizados, além de contribuir para o fortalecimento das boas práticas na prestação dos serviços”, destacou. Medicamentos sujeitos a controle especial são aqueles que podem causar dependência física ou psíquica, como ansiolíticos, antidepressivos, opioides, entre outros | Foto: Jhonatan Cantarelle/Agência Saúde-DF O Guia de Orientação sobre a Escrituração de Medicamentos Sujeitos a Controle Especial está disponível para consulta no site da Secretaria de Saúde, neste link. Controle especial A escrituração de medicamentos é um registro cronológico das movimentações de entradas, saídas e perdas desses produtos. Trata-se de um instrumento essencial para o controle, rastreabilidade e segurança do uso dessas substâncias, prevenindo desvios e garantindo o uso racional. Os medicamentos sujeitos a controle especial são aqueles listados na Portaria nº 344/98 SVS/MS e podem causar dependência física ou psíquica, exigindo controle de fabricação, prescrição, dispensação e uso. Entre eles, estão substâncias como ansiolíticos, antidepressivos, opioides e estimulantes do sistema nervoso central, que requerem acompanhamento rigoroso para garantir o uso seguro e responsável. *Com informações da Secretaria de Saúde (SES-DF)
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Vandalismo em placas de endereçamento gera prejuízo ao patrimônio público em Ceilândia
A Administração Regional de Ceilândia alerta para o aumento no número de casos de vandalismo, furto e depredação de placas de endereçamento em diversas ruas e conjuntos da maior cidade do Distrito Federal. A prática, além de ilegal, provoca prejuízos financeiros ao GDF e compromete a organização urbana, afetando diretamente a vida da população. Placas amassadas, pichadas ou arrancadas têm sido vistas com frequência em Ceilândia; administração adverte que depredação leva prejuízo a toda a sociedade | Foto: Divulgação/Administração Regional de Ceilândia “As placas de endereçamento são fundamentais para o bom funcionamento da cidade. Precisamos da colaboração da população para denunciar e evitar esse tipo de vandalismo” Dilson Resende, administrador de Ceilândia Atualmente, é possível observar placas pichadas, adesivadas, amassadas ou até mesmo arrancadas à força, impedindo que cumpram sua função essencial de orientar moradores, visitantes, serviços de entrega, Correios, motoristas, motociclistas, ciclistas e pedestres. Outro ponto que tem chamado a atenção é o crescimento do vandalismo por meio de adesivos colados sobre informações importantes das placas, dificultando a identificação correta dos endereços e comprometendo a mobilidade urbana. “As placas de endereçamento são fundamentais para o bom funcionamento da cidade”, lembra o administrador de Ceilândia, Dilson Resende. “Quando alguém depreda ou arranca uma placa, prejudica milhares de pessoas. Além disso, gera custos desnecessários ao Estado. Precisamos da colaboração da população para denunciar e evitar esse tipo de vandalismo.” Prática criminosa [LEIA_TAMBEM]Além da depredação, a compra, venda ou receptação de placas de endereçamento também constitui crime, conforme o Código Penal, podendo enquadrar os envolvidos no delito de receptação. Quem comercializa esse tipo de item ou o adquire sabendo de sua procedência irregular também está sujeito a pena de detenção e multa. O vandalismo contra placas de endereçamento é crime conforme o artigo 163 do Código Penal Brasileiro, onde está escrito que “destruir, inutilizar ou deteriorar coisa alheia” pode resultar em pena de detenção de um a seis meses ou multa. Quando o dano é cometido contra o patrimônio da União, do Estado, de municípios, de autarquias, fundações públicas ou empresas concessionárias de serviço público, a pena aumenta para detenção de seis meses a três anos, além de multa. A Administração Regional de Ceilândia reforça que fiscalizações continuarão sendo feitas e destaca a importância da denúncia pela população, contribuindo para a preservação de um espaço urbano mais organizado, seguro e acessível a todos. *Com informações da Administração de Ceilândia
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Projeto Todos Contra a Fome é lançado e amplia a atuação do novo Banco de Alimentos no DF
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Brazlândia define cozinheiras semifinalistas do concurso Sabor de Escola
A cozinha esteve a todo vapor na etapa regional de Brazlândia do concurso Sabor de Escola, realizada na última quinta-feira (13), no Centro de Educação Profissional (CEP) — Escola Técnica de Brazlândia (ETB). O evento reuniu 11 cozinheiras que elevaram os sabores afetivos da merenda escolar, proporcionando um momento emocionante para o público e um desafio aos jurados que avaliaram as refeições. A edição foi marcada pelo entusiasmo dos alunos dos Centros de Atenção Integral à Criança e ao Adolescente (Caic) Professor Benedito Carlos de Oliveira, do Centro de Ensino Infantil (CEI) 03, dos centros de ensino fundamental (CEFs) 01 e 03, do Centro Educacional (CED) 04, do Centro de Ensino Médio (CEM) 01 e das escolas classe (ECs) 03 e Maria da Torre de Brazlândia. As vencedoras da etapa regional do concurso Sabor de Escola, em Brazlândia, foram as merendeiras Aldenice Lino da Silva (à esquerda) e Lauriane de Lima | Fotos: Felipe de Noronha/SEEDF Entre as 11 participantes, as vencedoras da etapa foram Aldenice Lino da Silva e Lauriane de Lima, ambas do Caic de Brazlândia. Aldenice apresentou um rocambole com salada cremosa — a merendeira inovou ao utilizar uma massa de arroz fresca para enrolar a proteína, criando texturas agradáveis em uma refeição balanceada e nutritiva. “Experiência única e maravilhosa. Eu tinha a sensação de que ia ganhar. Que bom que todo mundo gostou! É uma receita realmente maravilhosa! Quero ir para a final e ganhar os 15 mil reais”, afirmou a cozinheira. [LEIA_TAMBEM]Lauriane conquistou os jurados com um lombo suíno ao molho imperial agridoce. “Estou muito feliz de estar aqui. É a terceira vez que participo e estou confiante de que, desta vez, posso vencer. Estou muito feliz mesmo”, celebrou a cozinheira. Apesar de não terem chegado à semifinal, as demais participantes também enriqueceram a competição com ideias que contam histórias e remetem à identidade cultural de Brazlândia, muito ligada à produção do morango. Luzia Cristiane dos Santos, cozinheira da EC Maria da Torre, apresentou a tilápia ao “beijo de morango”. O nome é simbólico: exalta tanto a afetividade envolvida na relação entre cozinheiras e estudantes quanto destaca o morango, símbolo da região e ingrediente essencial da agricultura familiar local. A cozinheira relatou que os morangos utilizados vêm de cooperativas locais, contribuindo para o fortalecimento da economia regional e, ao mesmo tempo, alimentando os estudantes. “Muitas vezes, os produtos são dos pais dos estudantes, que são produtores locais. Então, é comum as crianças desfrutarem de um morango que é fruto do trabalho dos próprios pais”, destacou a merendeira. Estudantes da rede pública de Brazlândia estiveram presentes e apoiaram as merendeiras de suas escolas Educação e alimentação integral Os Caics são centros de ensino integral inspirados nos Centros Integrados de Educação Pública (Cieps), idealizados pelo antropólogo Darcy Ribeiro e implantados no Rio de Janeiro na década de 1980. Esses modelos tornaram-se referência nacional na educação de tempo integral e influenciaram a criação dos Caics, que se espalharam pelo país a partir dos anos 1990. Como escolas de referência em ensino integral, os Caics têm como proposta formar cidadãos completos. Os alunos estudam os conteúdos curriculares básicos e participam de atividades complementares importantes para o desenvolvimento humano, incluindo práticas artísticas e esportivas. Esses centros também têm um papel fundamental na alimentação escolar, oferecendo refeições do café da manhã ao jantar, sendo cinco refeições por dia para cada estudante e servindo, em média, duas mil refeições diárias em cada unidade. Ana Maria Santiago, diretora do Caic de Brazlândia, destacou o papel desempenhado pelas merendeiras no âmbito da educação integral do Distrito Federal. “Sem o profissionalismo aliado ao carinho das nossas cozinheiras, os gêneros alimentícios seriam apenas itens sem atrativo para os alunos. Elas estão sempre dispostas a encontrar a melhor forma de fazer a criança consumir, evitando o desperdício", observou. *Com informações da Secretaria de Educação (SEEDF)
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Metrô-DF divulga primeiro inventário de emissões de gases de efeito estufa
A emissão de gases poluentes pela Companhia do Metropolitano do Distrito Federal (Metrô-DF) foi seis vezes menor do que a registrada por ônibus urbano a diesel, e até 50 vezes inferior à liberada pelos automóveis. Uma matemática favorável ao meio ambiente e para os brasilienses, que só reforça a importância do sistema metroviário para a construção de uma mobilidade urbana de baixo carbono. Esses são apenas alguns dados que constam no primeiro Inventário de Emissões de Gases de Efeito Estufa (GEE), referente ao ano-base de 2024, elaborado pelo Metrô-DF e publicado esta semana. O documento quantifica e qualifica as emissões diretas e indiretas associadas às atividades da companhia, reunindo dados de manutenção, transporte, consumo de energia, gestão de resíduos, deslocamento de pessoal e serviços administrativos. “O inventário é um marco para o Metrô-DF. Pela primeira vez, temos um retrato detalhado de nossas emissões, o que nos permite planejar ações concretas para reduzir impactos e reforçar nosso compromisso com a agenda climática do Distrito Federal. O transporte metroviário já se mostra uma alternativa sustentável e de baixo carbono, e queremos avançar cada vez mais nesse caminho”, afirmou Handerson Cabral, presidente do Metrô-DF. O levantamento é um passo fundamental para fortalecer a gestão ambiental e para subsidiar as decisões estratégicas futuras do Metrô-DF. “A partir deste diagnóstico, será possível aprimorar processos internos, repensar contratos e adotar medidas que visem à redução de emissões, sobretudo, no uso de energia elétrica, que representa nosso principal insumo”, destaca o diretor técnico do Metrô-DF, Fernando Jorge Rodrigues. O levantamento é um passo fundamental para fortalecer a gestão ambiental e para subsidiar as decisões estratégicas futuras do Metrô-DF | Foto: Tony Oliveira/Agência Brasília Conduzido pela equipe técnica da companhia, o estudo evidencia a eficiência ambiental do transporte metroviário. Isso se deve ao fato de o Brasil ter uma matriz energética majoritariamente limpa, baseada em fontes renováveis como hidrelétricas, eólicas e solares. Assim, mesmo demandando grande quantidade de energia elétrica, o metrô apresenta baixo índice de emissões, o que contribui para a sustentabilidade e reforça o compromisso com a agenda climática e com a qualidade de vida da população. Ao todo, foi registrado um total de 3.835,2 toneladas de CO₂ em 2024 emitidas pelo Metrô-DF. A maior parcela (85,9%) está associada ao consumo de energia elétrica para a operação do sistema metroviário, abrangendo trens, estações e sede administrativa. Já as emissões indiretas, provenientes de fontes não controladas diretamente pela Companhia, representaram 10,5% do total, enquanto as emissões diretas corresponderam a 3,5%. Elaborado segundo a metodologia do Programa Brasileiro GHG Protocol, coordenado pelo Centro de Estudos em Sustentabilidade da Fundação Getulio Vargas (FGVces), o relatório do Metrô-DF foi publicado no Registro Público de Emissões (RPE) e recebeu o Selo Prata, concedido a organizações que reportam de forma completa escopos específicos. "Pela primeira vez, temos um retrato detalhado de nossas emissões, o que nos permite planejar ações concretas para reduzir impactos e reforçar nosso compromisso com a agenda climática do Distrito Federal" Handerson Cabral, presidente do Metrô-DF Para o diretor de Planejamento do Metrô-DF, João Maciel Claro, o Selo Prata concedido ao inventário reforça o compromisso e alinhamento do Metrô-DF com uma gestão mais eficiente e transparente. “Além disso, o inventário evidencia para a população de Brasília o quanto o transporte metroviário possui baixo impacto ambiental frente aos outros transportes, mostrando que é uma ferramenta estratégica no desenvolvimento e no planejamento mais limpo e eficaz, contribuindo para uma cidade mais verde e sustentável”, acrescenta. Cuidado com a eficiência energética Além da permanente vigilância em adotar ações que reforcem o metrô como um meio de transporte mais sustentável, a Companhia do Metropolitano do Distrito Federal (Metrô-DF) desenvolve uma série de projetos que visam ampliar a eficiência energética da empresa. Desde 2021, o Metrô-DF vem desenvolvendo iniciativas para ampliar a eficiência energética da Companhia, participando de Chamadas Públicas do Programa de Eficiência Energética, instituído pela Lei nº 9.991, de 24 de julho de 2000 e regulamentado pela Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL). Assim, é possível obter recursos para a execução de projetos com a finalidade de reduzir o consumo de energia elétrica, otimizar o uso dos recursos e mitigar os impactos ambientais decorrentes da geração e distribuição de eletricidade. Por meio desses chamamentos, foram substituídas mais de 3 mil lâmpadas e luminárias convencionais por tecnologia LED nas estações Águas Claras e Concessionárias, além de toda extensão do túnel da Asa Sul, em 2022. Nos dois últimos anos, o projeto foi expandido e foram trocadas as lâmpadas do Complexo Administrativo e Operacional – CAO do Metrô, além daquelas instaladas em salas administrativas, áreas comuns, vias de acesso e o Pátio Águas Claras, destinado às manobras, testes e limpeza dos trens. A redução do consumo de energia elétrica; a maior eficiência energética e luminosa; mais segurança para trabalhos noturnos e a ampliação da vida útil dos equipamentos em até 3 vezes foram alguns dos resultados alcançados com essas ações. *Com informações do Metrô-DF
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