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Feira impacta o trânsito em Sobradinho a partir desta quinta-feira (11)

Será realizada, desta quinta-feira (11) a domingo (14), a 26ª Feira de Exposição da Indústria, Comércio, Cultura e Turismo de Sobradinho (Feicotur), no estacionamento do Estádio Augustinho Lima. Para garantir a segurança viária e a fluidez do tráfego durante o evento, o Departamento de Trânsito do Distrito Federal (Detran-DF) fará intervenções nas vias próximas ao local.  Arte: Divulgação/Detran-DF A partir desta quinta-feira, será implantada sinalização nas vias entre o estádio e o Sobradinho Shopping para coibir o estacionamento irregular. Também haverá reforço da sinalização nas faixas de pedestres. Durante os dias de realização da Feicotur, a partir do meio-dia, agentes do Detran-DF atuarão na região com ações de patrulhamento e auxiliando a travessia de pedestres.  *Com informações do Detran-DF

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Governadora discute moradia regular e planejamento urbano com lideranças do setor imobiliário

A governadora Celina Leão se reuniu, nesta quarta-feira (10), com representantes da Associação de Empresas do Mercado Imobiliário do Distrito Federal (Ademi-DF) para tratar da ampliação da oferta de terrenos regulares, da atualização de normas urbanísticas e de parcerias para novos projetos habitacionais no Distrito Federal. O encontro reuniu integrantes do setor produtivo e representantes do Governo do Distrito Federal (GDF) ligados às áreas de desenvolvimento urbano, habitação e gestão de terras públicas. Participaram da reunião o secretário de Desenvolvimento Urbano e Habitação, Marcelo Vaz, o presidente da Terracap, Júlio César de Azevedo Reis, e o diretor-presidente da Companhia de Desenvolvimento Habitacional do Distrito Federal (Codhab-DF), Marcelo Fagundes. Entre os pontos tratados no encontro estiveram o aumento da oferta de lotes regularizados, a revisão de normas urbanísticas, a melhoria do fluxo de análise de projetos e medidas de enfrentamento à ocupação ilegal do solo. Celina Leão: "Viemos discutir legislações e formas de ampliar a oferta de terrenos, para que mais imóveis possam ser colocados à disposição e novos empreendimentos sejam viabilizados" | Fotos: George Gianni/GDF Segundo a chefe do Executivo, a interlocução com o setor contribui para identificar as necessidades habitacionais da população e criar condições para novos empreendimentos. “A Ademi desempenha um papel importantíssimo para a sociedade. São os associados que ofertam moradia no DF, responsáveis por comercializar, vender e compreender o perfil atual das necessidades habitacionais da população”, afirmou. “Viemos discutir legislações e formas de ampliar a oferta de terrenos, para que mais imóveis possam ser colocados à disposição e novos empreendimentos sejam viabilizados. Trata-se, também, de uma cadeia econômica muito importante para o DF.” Para Marcelo Vaz ressalta que o diálogo com o setor produtivo é parte da formulação das políticas públicas de desenvolvimento urbano: “Nós precisamos entender as demandas e de que forma o governo pode ajudar a solucionar. É óbvio que há um equilíbrio que a gente precisa alcançar para atender o que o governo precisa fazer e as demandas do setor”. O secretário citou como exemplos desse processo as discussões sobre o Plano Diretor de Ordenamento Territorial (Pdot) e as revisões da Lei de Uso e Ocupação do Solo (Luos). Infraestrutura antes da ocupação Júlio César Reis: "Nós temos que dotar a cidade de infraestrutura para que as pessoas possam habitar com segurança, não só jurídica, como também ambiental" | Foto: Lucio Bernardo Jr./Agência Brasília Presidente da Terracap, Júlio César de Azevedo Reis afirmou que a companhia tem trabalhado para associar a oferta de terrenos à execução de infraestrutura urbana. Segundo ele, a lógica é preparar os novos bairros com condições de transporte, saneamento e drenagem antes da chegada dos moradores. “Nós temos que dotar a cidade de infraestrutura para que as pessoas possam habitar com segurança, não só jurídica, como também ambiental”, afirmou. “É nesse sentido que a Terracap vem trabalhando.” Reis citou os viadutos do Jardim Botânico, feitos antes da comercialização do Aldeias do Cerrado, os acessos ao Setor Habitacional Noroeste e a nova quadra QS 60, no Guará, como exemplos dessa estratégia. Segundo ele, a companhia contratou a infraestrutura da QS 60 antes da comercialização dos lotes. O presidente da Terracap também mencionou o Setor Habitacional Tororó e o Setor Habitacional Jóquei Clube entre os projetos em perspectiva para o mercado imobiliário. No caso do Jóquei Clube, afirmou que a previsão é que a comercialização dos imóveis caminhe junto com as obras de infraestrutura.   Habitações de interesse social A reunião tratou, ainda, da participação da iniciativa privada na produção de moradias de interesse social. Para Marcelo Fagundes, da Codhab-DF, a política habitacional precisa integrar governo, setor produtivo e instrumentos públicos de financiamento e seleção de famílias. “A política habitacional não pode ser gerida tão somente pelo governo. A parceria com a iniciativa privada, com as construtoras e com aqueles que desejam construir imóveis de interesse social, tem que ser consolidada" Marcelo Vaz, secretário de Desenvolvimento Urbano e Habitação “A política habitacional não pode ser gerida tão somente pelo governo. O governo não tem braços para tocar sozinho uma demanda de mais de 100 mil pessoas”, afirmou. “A parceria com a iniciativa privada, com as construtoras e com aqueles que desejam construir imóveis de interesse social, tem que ser consolidada.” Segundo Fagundes, construtoras que antes não atuavam nesse segmento passaram a investir em habitação de interesse social no DF. O objetivo, afirmou, é ampliar a oferta de unidades com qualidade e preço compatível com a renda das famílias que buscam a casa própria. “Nós queremos que mais construtoras tenham confiança na Codhab e nos projetos de governo, para que a gente possa ofertar mais unidades para quem precisa”, disse. “Unidades de qualidade, com preço justo e compatível.” Setor produtivo O presidente da Ademi-DF, Celestino Fracon Júnior, afirmou que a oferta de terrenos regularizados é uma das formas de enfrentar a ocupação ilegal de áreas no Distrito Federal. Segundo ele, a entidade defende a criação de condições para que novos empreendimentos sejam feitos dentro da legalidade e com estrutura urbana adequada. [LEIA_TAMBEM]“Esse diálogo junto ao GDF é importantíssimo e tem que ser mantido. Os principais pilares são o combate diário à ocupação ilegal de terras e a oferta, pela Terracap, de mais terrenos legais para comercialização, porque isso faz frente diretamente à ocupação irregular”, defendeu. O presidente da entidade defendeu a atualização permanente das normas que regem o mercado imobiliário e o uso do solo. Para ele, o planejamento urbano deve considerar moradia, trabalho, serviços e lazer na mesma região, reduzindo a necessidade de grandes deslocamentos. “O planejamento urbano bem feito traz isso na sua essência. São criadas centralidades onde a pessoa vai ter trabalho, lazer e moradia na mesma região”, completou. “Brasília ganha com isso. O planejamento ordenado da nossa cidade traz benefícios para toda a população.”

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Obras das calçadas e ciclovia da M2 entram na fase de concretagem em Ceilândia

As obras de implantação das novas calçadas e da ciclovia da M2 seguem em ritmo acelerado em Ceilândia. Após a retomada dos serviços nas últimas semanas, os trabalhos já alcançaram uma nova etapa, com a fase de concretagem sendo executada em diversos trechos da via. A intervenção faz parte do conjunto de investimentos realizados pelo Governo do Distrito Federal (GDF) para ampliar a acessibilidade, garantir mais segurança aos pedestres e incentivar a mobilidade sustentável na cidade. Equipes da empresa responsável pela obra atuam simultaneamente em diferentes pontos, promovendo a execução das bases, instalação de meios-fios e aplicação do concreto nas áreas destinadas à circulação de pedestres. Além de melhorar o deslocamento diário da população, a obra contempla infraestrutura adequada para ciclistas, fortalecendo o uso da bicicleta como alternativa de transporte e lazer. A iniciativa beneficia diretamente moradores, comerciantes e usuários que circulam pela região, oferecendo mais conforto, acessibilidade e segurança. Para quem acompanha de perto as mudanças, os benefícios já são motivo de expectativa. As novas calçadas seguem os padrões de acessibilidade, incluindo espaços adequados para pessoas com deficiência e mobilidade reduzida. Além de trazer mais segurança para quem pedala, a ciclovia vai deixar a região mais organizada e melhorar a circulação de moradores e trabalhadores que passam pelo local diariamente. Além de melhorar o deslocamento diário da população, a obra contempla infraestrutura adequada para ciclistas, fortalecendo o uso da bicicleta como alternativa de transporte e lazer | Foto: Divulgação/Administração Regional de Ceilândia Com os serviços em andamento e a concretagem já visível em alguns trechos, a população começa a acompanhar de perto a transformação de uma área que por muito tempo aguardava por melhorias. "Estamos acompanhando de perto a execução dos serviços para garantir que a população receba uma infraestrutura de qualidade. Essa obra representa mais segurança, acessibilidade e qualidade de vida para quem vive e circula em Ceilândia", destacou o administrador regional de Ceilândia, Renato Santana. A expectativa é que, com as próximas etapas, a cidade passe a contar com um corredor mais seguro, acessível e adequado às necessidades de pedestres e ciclistas, reforçando o compromisso do GDF com a mobilidade urbana. *Com informações da Administração Regional de Ceilândia

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Aniversario Nahora

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Festival del Mundo Hispano movimenta o CIL do Riacho Fundo II

O Centro Interescolar de Línguas (CIL) do Riacho Fundo II promoveu uma imersão na cultura hispânica, no início deste mês, com o Festival del Mundo Hispano. O evento pedagógico incluiu uma programação com musicais, danças típicas, oficinas temáticas, exposições, palestras com representações diplomáticas e diversas atividades desenvolvidas por estudantes e professores, além de praça de alimentação com comidas típicas. A aluna Alícia Alves participou de uma das oficinas do festival: “A gente vai se inteirando da cultura de outros países, e isso alimenta a curiosidade de buscar outras informações para aprender mais” | Foto: Jotta Casttro/SEEDF Participaram do festival o assessor técnico do Escritório de Educação da Embaixada da Espanha, Pablo Tenés Brenot, e o encarregado de Assuntos Políticos, Imprensa e Meios de Comunicação da Embaixada do México,  Raúl Mendonza Gallo. Eles palestraram sobre costumes, cultura, política, economia, esportes, turismo e outras curiosidades dos respectivos países de origem. [LEIA_TAMBEM]Uma das atrações do festival foi a apresentação de salsa cubana com o dançarino Melquiades Hernández, graduado pela Escuela de Espetáculo Musical de Cuba. Também se destacaram as oficinas “Pan de muerto para los vivos”, “Fileteado porteño”, “El mundo mágico de los alebrijes”, “Aprende jergas a través de películas”, “Buenos Aires a través de tus ojos” e “Danza bachata: cultura, ritmo y expresión”. Alícia Gonçalves Moreira Alves, de 16 anos, participou da oficina “Pan de muerto para los vivos” e contou que sua opção pelo idioma tem raízes na infância, quando ela assistia a novelas e ouvia músicas de origem hispânica. “Eu gostei bastante, porque juntou vários costumes”, disse a jovem, que quer cursar uma faculdade na Espanha. “A gente vai se inteirando da cultura de outros países, e isso alimenta a curiosidade de buscar outras informações para aprender mais”.  Socialização Alícia avaliou a socialização proporcionada pelo festival como benefício do estudo no centro de línguas. “Quando comecei a estudar espanhol, não falava com ninguém porque era muito tímida, mas, aos poucos, fui perdendo a timidez, conversando com professores, e hoje consigo conversar com todo mundo; então, o CIL me ajudou muito”, lembrou. “Fazer um evento assim serve para mostrar a cultura dos países que falam aquele idioma que eles estão aprendendo e para eles verem que é possível acessar” Hilandra de Souza, vice-diretora do CIL do Riacho Fundo II Para a vice-diretora do CIL do Riacho Fundo II, Hiandra Pereira de Souza, a adesão dos alunos às atividades foi além das expectativas. “O número de inscritos em algumas oficinas superou o de vagas oferecidas, e foi necessário fazer remanejamento para outras”, relatou.  “Fazer um evento assim serve para mostrar a cultura dos países que falam aquele idioma que eles estão aprendendo e para eles verem que é possível acessar”, reforçou. “Hoje estão comendo o pan de los muertos aqui; pode ser que um dia estejam comendo no México. E o conhecimento pode motivar cada um a buscar, a correr atrás.”   *Com informações da Secretaria de Educação    

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Biblioteca Pública de Samambaia recebe mobiliário e livros para ampliar atendimento à comunidade

A Biblioteca Pública de Samambaia recebeu, na última semana, novos mobiliários e livros que irão reforçar a estrutura de atendimento ao público e ampliar as condições de estudo e leitura oferecidas à comunidade. Foram destinados ao espaço 14 baias de estudo, seis estantes dupla face e diversos livros de literatura juvenil, materiais que estão em fase final de instalação na unidade. A iniciativa integra o trabalho de apoio técnico e operacional desenvolvido pela Biblioteca Nacional de Brasília (BNB) junto à Rede de Bibliotecas Públicas do Distrito Federal, que inclui a doação de livros, computadores, mobiliário e outros materiais específicos para bibliotecas. A rede é coordenada pela BNB e presta suporte às bibliotecas públicas das regiões administrativas do DF. A biblioteca recebeu 14 baias, seis estantes dupla face e diversos livros de literatura juvenil | Foto: Divulgação/Secec-DF De acordo com a diretora da biblioteca, Marmenha Rosário, o fortalecimento das unidades regionais é uma estratégia para ampliar o acesso da população aos serviços de leitura e pesquisa. “A Biblioteca Nacional de Brasília está sempre apoiando as bibliotecas públicas do Distrito Federal por meio de doação de livros, computadores, mobiliário e demais materiais específicos de bibliotecas. Nosso objetivo é fortalecer esses espaços para que cada biblioteca em sua região administrativa tenha condições de oferecer melhores serviços para sua comunidade”, afirma. "Fortalecer as bibliotecas das regiões administrativas é uma forma de garantir que o acesso ao livro, ao estudo e à informação esteja cada vez mais próximo das pessoas" Fernando Modesto, secretário de Cultura e Economia Criativa Para o secretário de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal, Fernando Modesto, investir na estrutura das bibliotecas públicas significa ampliar oportunidades de formação e acesso à cultura em todas as regiões do DF. “Fortalecer as bibliotecas das regiões administrativas é uma forma de garantir que o acesso ao livro, ao estudo e à informação esteja cada vez mais próximo das pessoas. Quando apoiamos esses espaços com melhores condições de funcionamento, estamos fortalecendo um serviço público essencial para a educação, a cultura e a convivência comunitária”, destaca. A chegada das novas baias de estudo, das estantes e do acervo de literatura juvenil contribuirá para ampliar a capacidade de atendimento da Biblioteca Pública de Samambaia e oferecer um ambiente mais adequado para estudantes, leitores e demais usuários. *Com informações da Secretaria de Cultura e Economia Criativa (Secec-DF)  

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Reciclotech é eleito um dos cinco melhores projetos de inovação da Ibero-América

Brasília conquistou mais um importante reconhecimento internacional. O Reciclotech, programa da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação do Distrito Federal (Secti-DF), foi eleito um dos cinco melhores projetos de inovação da Ibero-América durante o Fórum das Cidades 2026, realizado em Madri, na Espanha. A premiação, concedida pela União das Cidades Capitais Ibero-Americanas (UCCI), destaca iniciativas capazes de gerar impacto positivo e soluções inovadoras para os desafios urbanos. Além de promover o descarte adequado de equipamentos eletrônicos, o Reciclotech se consolidou como uma política pública que alia tecnologia, sustentabilidade e inclusão social. A iniciativa recupera computadores, capacita jovens e adultos para o mercado de trabalho e amplia o acesso à tecnologia em comunidades e instituições públicas. A premiação recebida pelo projeto da Secti-DF destaca iniciativas capazes de gerar impacto positivo e soluções inovadoras para os desafios urbanos | Foto: Divulgação/Secti-DF Desde sua criação, o programa já possibilitou o recondicionamento e a doação de 5.906 computadores, capacitou 2.917 pessoas e garantiu a destinação correta de 3.025 toneladas de resíduos eletrônicos no Distrito Federal. Os resultados refletem um modelo que transforma resíduos eletrônicos em oportunidades de desenvolvimento para a população.  Para o secretário de Ciência, Tecnologia e Inovação do Distrito Federal, Rafael Vitorino, o reconhecimento demonstra a capacidade de Brasília em desenvolver soluções com impacto real na vida das pessoas. “Receber esse reconhecimento em um dos mais importantes fóruns internacionais dedicados às cidades é motivo de grande orgulho para Brasília. O Reciclotech mostra que a inovação pública vai muito além da tecnologia. Ela acontece quando conseguimos transformar desafios sociais e ambientais em oportunidades reais para as pessoas. Este prêmio pertence a todos que acreditam que a ciência, a tecnologia e a inovação podem ser instrumentos de inclusão, sustentabilidade e desenvolvimento”, afirma. *Com informações da Secti-DF

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Mais de 65 toneladas de entulho recolhidas em Ceilândia

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