Conselho de Cultura abre inscrições para representantes da sociedade civil nas unidades regionais do DF
O Conselho de Cultura do Distrito Federal (CCDF) abriu as inscrições para a seleção de representantes da sociedade civil que vão compor os conselhos regionais de cultura (CRCs) em 11 regiões administrativas do DF. A chamada pública, regulamentada pelo Edital nº 01/2026, prevê a formação dos conselhos para o triênio 2026–2029 e busca ampliar a participação direta da comunidade nas decisões sobre políticas culturais locais. Ao todo, serão preenchidas nove vagas por região, sendo oito destinadas a representantes da sociedade civil com atuação na área cultural e uma a lideranças comunitárias. Entre as cadeiras, o edital assegura uma vaga específica para acessibilidade cultural, que pode ser ocupada por pessoa com deficiência ligada à arte e cultura inclusiva ou por agente com experiência comprovada em políticas afirmativas. As regiões contempladas nesta etapa são Água Quente, Águas Claras, Arniqueira, Lago Sul, Núcleo Bandeirante, Paranoá, Park Way, Planaltina, SIA, Sobradinho II e Vicente Pires. Além dos candidatos, o edital estabelece as regras para habilitação de eleitores, que poderão votar de 25 a 28 de julho | Foto: Divulgação/Secec-DF As inscrições das candidaturas são gratuitas e devem ser feitas exclusivamente pela internet, por meio da página eletrônica do Conselho de Cultura do DF, entre esta terça (2) e o dia 30 deste mês. Para concorrer, é necessário comprovar, entre outros critérios, pelo menos três anos de atuação cultural na região administrativa escolhida, residência mínima de dois anos no Distrito Federal e idade igual ou superior a 18 anos. Servidores da Secretaria de Cultura e Economia Criativa (Secec-DF), das administrações regionais e ocupantes de cargos em gabinetes parlamentares não podem participar do processo. Os conselheiros regionais de cultura não estão impedidos de participar dos editais e demais mecanismos de fomento do Fundo de Apoio à Cultura (FAC), podendo acessar esses recursos em conformidade com as normas e critérios estabelecidos para sua concessão. Além dos candidatos, o edital estabelece as regras para habilitação de eleitores, que poderão votar de 25 a 28 de julho. Podem participar brasileiros maiores de 18 anos, com residência comprovada na região administrativa onde os candidatos concorrem. Cada eleitor poderá votar em até nove candidatos de sua região administrativa. Os CRCs são instâncias fundamentais de participação social, responsáveis por acompanhar, propor e fortalecer as políticas culturais nos territórios. A expectativa do CCDF e da Secec é que o processo amplie a escuta da comunidade e fortaleça a gestão cultural descentralizada no Distrito Federal. O cronograma completo, formulários e demais orientações estão disponíveis no site da secretaria. *Com informações da Secec-DF
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Jardim Botânico e Gama têm fornecimento de energia interrompido para obras nesta quinta (4)
Nesta quinta-feira (4), a Neoenergia fará operações de modernização na rede elétrica e poda de árvores em algumas regiões do Distrito Federal. Para garantir a segurança das equipes que executam os serviços, será necessária a interrupção de energia. No Jardim Botânico, a interrupção ocorre das 10h às 16h, para poda de árvores. Os locais afetados são os condomínios Serrana e Solaris. Já no Gama, a interrupção ocorrerá das 9h às 15h para que as equipes executem serviços de modernização da rede elétrica. O local afetado será o Núcleo Rural Ponte Alta, Chácara 139 A. Caso o trabalho termine antes do previsto, a rede voltará a ser energizada. Além dos desligamentos programados, pode ocorrer a interrupção de energia em alguma região, sem comunicação prévia. Nesses casos, a população pode registrar a ocorrência pelo telefone 116. Clientes com deficiência auditiva e de fala podem acessar o atendimento pelo 0800 701 01 55, desde que utilizem aparelho adaptado.
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Zoológico de Brasília lança especial Missão Zoo
Quem estiver procurando uma opção de lazer para aproveitar o feriado desta quinta-feira (4) já tem destino certo. O Zoológico de Brasília preparou uma programação especial para toda a família com o lançamento do projeto Missão Zoo, uma experiência imersiva e interativa que promete transformar a visita ao parque em uma verdadeira aventura pelo universo da fauna. Experiência imersiva é aberta ao público em geral, sem classificação indicativa | Foto: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília A atração tem início nesta quarta-feira (3) e segue até domingo (14), oferecendo ao público uma jornada educativa, sensorial e divertida. A proposta é aproximar crianças, jovens e adultos dos animais e da importância da conservação da biodiversidade por meio de atividades que estimulem a curiosidade, o conhecimento e a conexão com o meio ambiente. [LEIA_TAMBEM]Cada ambiente da Missão Zoo foi planejado para proporcionar experiências envolventes, permitindo que os visitantes descubram aspectos fascinantes da vida animal de forma lúdica e participativa. Gratuita e em cartaz das 9h às 16h30, a programação é indicada para todas as idades. Para participar, basta adquirir o ingresso de entrada do zoológico, conforme a política de acesso vigente em cada dia. “O Zoológico de Brasília busca constantemente novas formas de aproximar as pessoas da natureza e despertar a consciência ambiental”, aponta o diretor-presidente da Fundação Jardim Zoológico de Brasília (FJZB), Wallison Couto. “A Missão Zoo é mais uma ferramenta de educação para a conservação que chega ao parque para proporcionar conhecimento de forma divertida e interativa”, afirma. Nosso objetivo é trazer sempre novidades para os visitantes, tornando cada experiência no zoológico única e enriquecedora.” *Com informações da Fundação Jardim Zoológico de Brasília
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Feriado com aprendizado: Zoológico de Brasília lança programação especial "Missão Zoo"
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Projeto Conexão Para Todos certifica 130 alunos em capacitação tecnológica
A Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti-DF), em parceria com o Instituto Bem Viver DF (IBVDF), certificou, nesta segunda-feira (1º), mais 130 participantes do projeto Conexão Para Todos. A iniciativa promove inclusão digital, capacitação tecnológica e qualificação profissional para jovens do Distrito Federal e já soma mais de 350 alunos certificados desde o início das atividades. Voltado para a formação em áreas estratégicas para o mercado atual, o projeto oferece cursos gratuitos que desenvolvem competências digitais e estimulam o protagonismo dos participantes por meio do acesso à tecnologia e ao conhecimento. O projeto disponibiliza 30 computadores para serem usados nos cursos de informática, design gráfico e videomaker | Foto: Divulgação/Secti-DF A estrutura do projeto conta com 30 computadores destinados aos cursos de informática, design gráfico e videomaker, além de dez computadores gamers. Atualmente, as turmas atendem 40 alunos no período matutino e outros 40 no período vespertino, ampliando o alcance das ações de formação tecnológica. Para o aluno Luiz Fernando Campos Simplício, de 13 anos, a experiência proporcionou novos aprendizados e perspectivas para o futuro. “Apliquei muito do que aprendi no meu dia a dia. Ter vários cursos agrega na rotina, na mentalidade e em tudo. Eu pretendo aprender ainda mais sobre informática”, destacou. “Quando oferecemos acesso ao conhecimento e às ferramentas tecnológicas, estamos incentivando talentos, despertando vocações e contribuindo para a construção de um futuro com mais oportunidades para todos” Leandro Reis, secretário-executivo da Secti-DF Para o secretário-executivo da Secti-DF, Leandro Reis, investir na formação tecnológica dos jovens é uma forma concreta de gerar oportunidades e fortalecer o desenvolvimento social. “Preparar nossos jovens para o mercado de trabalho por meio da educação digital é abrir portas para novas possibilidades. Quando oferecemos acesso ao conhecimento e às ferramentas tecnológicas, estamos incentivando talentos, despertando vocações e contribuindo para a construção de um futuro com mais oportunidades para todos”, afirmou. Além da certificação, o projeto fortalece acesso à educação tecnológica, contribuindo para a democratização do conhecimento e para a formação de profissionais mais preparados para os desafios da economia digital. *Com informações da Secti-DF
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Assista à cerimônia que homenageia Brasília como a capital mais segura do país
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Teste de DNA-HPV na rede pública ajuda na prevenção do câncer de colo do útero
A rede pública de saúde do Distrito Federal já opera com o novo teste de DNA-HPV. O exame, mais moderno e sensível, é capaz de detectar 14 genótipos do papilomavírus humano (HPV) associados ao alto risco oncogênico, permitindo maior agilidade no diagnóstico precoce e no tratamento de lesões precursoras e do câncer de colo do útero. Atualmente, o exame é feito nas unidades básicas de saúde (UBSs) das regiões administrativas de Brazlândia, Ceilândia e Sol Nascente/Pôr do Sol e será ampliado para as demais regiões gradualmente. Letícia dos Santos fez a coleta, recebeu resultado negativo e pôde ampliar o intervalo entre os exames: “Agora, não vou precisar fazer o exame todo ano, vou poder fazer só daqui a cinco anos” | Foto: Matheus Oliveira/Agência Saúde-DF “A longo prazo, vejo que vamos conseguir detectar com mais rapidez e precisão os casos de câncer, o que vai permitir o início mais rápido do acompanhamento oncológico e o tratamento” Luiz Fabiano Barbosa, enfermeiro A nova tecnologia apresenta maior sensibilidade diagnóstica em comparação ao exame citopatológico convencional, reduzindo a necessidade de avaliações complementares e intervenções desnecessárias. Além disso, quando o resultado é negativo, o intervalo entre as coletas pode ser ampliado, proporcionando mais conforto, segurança e rastreamento mais qualificado às pacientes. Foi o caso de Letícia dos Santos, de 42 anos, que fez a coleta da amostra na UBS 8 de Samambaia durante exame de rotina.“O enfermeiro me explicou direitinho como funciona,e eu achei ótimo”, lembra. “Agora, não vou precisar fazer o exame todo ano, vou poder fazer só daqui a cinco anos”. O enfermeiro Luiz Fabiano Barbosa ressalta que, além de proporcionar mais conforto às mulheres, o teste de DNA-HPV oferece maior precisão e rapidez na identificação de alterações. “A longo prazo, vejo que vamos conseguir detectar com mais rapidez e precisão os casos de câncer, o que vai permitir o início mais rápido do acompanhamento oncológico e o tratamento; é um grande avanço”, avalia. Estratégia O teste de DNA-HPV integra a estratégia de enfrentamento ao câncer do colo do útero baseada em três pilares principais: vacinação, rastreamento organizado e tratamento oportuno das lesões precursoras. “Com o teste de DNA-HPV, os protocolos de rastreamento tornam-se mais objetivos, organizados e padronizados, facilitando a compreensão tanto pelas usuárias quanto pelos profissionais de saúde” Simone Lacerda, gerente de Apoio à Saúde da Família da SES-DF A meta é alcançar 90% de cobertura vacinal entre adolescentes até 2030, além de garantir que 70% das mulheres entre 25 e 64 anos façam o rastreamento periódico, ampliando a detecção precoce e reduzindo a mortalidade pela doença. “Trata-se de um conjunto de ações integradas voltadas à eliminação dessa doença”, explica a gerente de Apoio à Saúde da Família da Secretaria de Saúde (SES-DF), Simone Lacerda. “O câncer de colo do útero ainda representa um importante problema de saúde pública, sendo um dos tipos de câncer mais frequentes entre as mulheres brasileiras”, aponta. “Além disso, destaca-se por ser um dos tipos de câncer passíveis de prevenção e detecção precoce por meio da vacinação, do rastreamento organizado e do tratamento oportuno das lesões precursoras.” A gerente também explica que o exame citopatológico convencional, apesar de ter sido fundamental ao longo dos anos na prevenção do câncer do colo do útero, frequentemente gerava dúvidas quanto à periodicidade correta de realização, levando muitas mulheres a repetirem o procedimento anualmente, mesmo quando não havia indicação clínica ou necessidade conforme os protocolos vigentes. “Com o teste de DNA-HPV, os protocolos de rastreamento tornam-se mais objetivos, organizados e padronizados, facilitando a compreensão tanto pelas usuárias quanto pelos profissionais de saúde”, detalha. “Isso fortalece o fluxo assistencial na Atenção Primária, reduz exames e intervenções desnecessárias, amplia a segurança clínica e permite um acompanhamento mais qualificado das pacientes.” Fluxo do exame [LEIA_TAMBEM]A coleta da amostra é feita de forma semelhante ao exame citopatológico (Papanicolau), sendo o material encaminhado para análise molecular por técnica de PCR. Nos casos em que houver detecção dos tipos HPV 16 ou HPV 18 — associados ao maior risco oncogênico —, a paciente será encaminhada para colposcopia. Quando o resultado for negativo, a recomendação é repetir o exame após cinco anos, conforme protocolo vigente. Se for detectado outro tipo de HPV, será feita a citologia com a mesma amostra. As amostras são coletadas nas UBSs e encaminhadas ao Laboratório Central de Saúde Pública do Distrito Federal (Lacen-DF) para análise. Após a liberação dos resultados, as equipes da Atenção Primária à Saúde serão responsáveis pelo acompanhamento das pacientes, orientações e encaminhamentos necessários, conforme cada caso. *Com informações da Secretaria de Saúde
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GDF na Sua Porta leva serviços e atendimentos à população de Ceilândia
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