EAPE promove debate sobre proteção das infâncias e adolescências no DF no Maio Laranja
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Programa Atendimento em Movimento chega ao Sol Nascente/Pôr do Sol
Instituído pela Secretaria de Atendimento à Comunidade (Seac), o projeto Atendimento em Movimento esteve presente nesta segunda-feira (11) no Sol Nascente/Pôr do Sol. A estrutura, montada na Avenida Trem Bão (Trecho 3), realizou mais de 20 atendimentos com o propósito central de facilitar o acesso da população aos serviços oferecidos pelo Governo do Distrito Federal (GDF). Iniciado em 2024, o projeto já se consolidou como um canal direto entre governo e cidadão. Até o momento, registrou mais de 10 mil atendimentos, refletindo a importância de uma política pública baseada no diálogo e na presença territorial. O foco é levar informação, acolhimento e soluções imediatas à população. Serviço ouve cidadãos em todas as 35 regiões administrativas do DF | Fotos: Divulgação / Seac-DF Com uma equipe uniformizada e estrutura móvel composta por vans adaptadas, o projeto desloca-se até pontos estratégicos, garantindo agilidade e eficácia. A proposta é simples: estar onde o cidadão está. Serviços Oferecidos pela Seac: - Atendimento direto ao cidadão; - Esclarecimentos sobre serviços públicos; - Coleta de informações e demandas locais; - Encaminhamento de casos e articulação com outros órgãos do GDF. Com atuação em todas as 35 Regiões Administrativas (RAs) do DF, o Atendimento em Movimento busca solucionar demandas por meio de articulações interinstitucionais, promovendo inclusão social e participação cidadã. “O Atendimento em Movimento representa o compromisso do governo em estar presente onde a população mais precisa. Cada visita é uma oportunidade de ouvir, acolher e construir soluções junto à comunidade. Nosso trabalho é guiado pelo respeito às realidades locais”, afirma a secretária de Atendimento à Comunidade, Clara Roriz. Gestão Participativa Essa atuação em campo permite que o governo tenha um panorama realista das necessidades locais, atuando com base na escuta ativa e no mapeamento de demandas para a construção de soluções personalizadas. [LEIA_TAMBEM] Para João Antônio, morador da região, o serviço é fundamental: “É muito esclarecedor. Facilita o contato da comunidade com os órgãos do governo para tirar dúvidas essenciais. É uma forma de o governo mostrar que está mais perto da gente”. A administradora regional interina da RA, Michelle Aires, também destacou a iniciativa: “Nós da administração estamos sempre prontos para atender à comunidade; é nosso dever. Projetos como esse são fundamentais para mostrar que o GDF não só está presente, como busca aprimorar constantemente a prestação de serviços à população”. **Com informações da Administração Regional do Sol Nascente/Pôr do Sol e da Seac-DF
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Vistoria técnica avalia melhorias em feiras de Ceilândia
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Transporte Escolar
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Ceilândia recebe força-tarefa com obras, tapa-buracos e recolhimento de lixo
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Reforço da PMDF amplia segurança no centro de Ceilândia
A Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF), por meio do 8º Batalhão da Polícia Militar, intensificou o policiamento ostensivo e preventivo na região central de Ceilândia, com foco especial nas áreas da CNM 1 e CNM 2. A ação foi realizada em atendimento a uma demanda oficial encaminhada pela Administração Regional de Ceilândia e tem como objetivo ampliar a sensação de segurança, reforçar a presença das forças de segurança e proporcionar mais tranquilidade para moradores, comerciantes e trabalhadores que circulam diariamente pela região. A medida integra a estratégia de presença contínua da PMDF em áreas de grande movimentação comercial, garantindo maior cobertura operacional e resposta mais ágil às demandas da população. “O trabalho conjunto entre a administração regional e a Polícia Militar tem sido fundamental para fortalecer a segurança em Ceilândia. A PMDF atende prontamente às solicitações da comunidade e dos comerciantes, consolidando um ambiente mais seguro e acolhedor para todos”, destaca o administrador regional de Ceilândia, João Marcelo Ferreira de Souza. *Com informações da Administração Regional de Ceilândia
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Ação de acolhimento à população em situação de rua ocorre nesta 3ª e 4ª no Plano Piloto
O Governo do Distrito Federal (GDF) fará a oferta de acolhimento e assistência social a pessoas que estão instaladas em 23 endereços distintos no Plano Piloto. A ação está prevista para ter início às 9h desta terça-feira (12), é coordenada pela Casa Civil e envolve as secretarias de Desenvolvimento Social (Sedes-DF), de Saúde (SES-DF), de Educação (SEE-DF), de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda (Sedet-DF), de Segurança Pública (SSP-DF), de Proteção da Ordem Urbanística (DF Legal) e de Justiça e Cidadania (Sejus-DF), o Serviço de Limpeza Urbana (SLU), a Novacap, a Codhab, o Detran-DF, a Polícia Militar, a Polícia Civil, o Corpo de Bombeiros Militar e o Conselho Tutelar. As pessoas em situação de rua receberão a oferta de diversos serviços em áreas como saúde, educação e assistência social, além de orientação sobre cuidados com animais domésticos e benefícios como deslocamento interestadual. Também será oferecido um auxílio excepcional de R$ 600 para aqueles sem condições de pagar aluguel. Vagas em abrigos, programas de qualificação profissional – como o RenovaDF – e o cadastro para unidades habitacionais também estarão disponíveis. Após todo o atendimento, a DF Legal fará o desmonte das estruturas das pessoas em situação de rua e o transporte dos pertences ao local regular indicado pelo ocupante. Em último caso, o governo levará os objetos pessoais ao depósito da pasta, no SIA Trecho 04, Lotes 1380/1420, para retirada em até 60 dias, sem qualquer custo para o responsável. No decorrer de toda a semana, as secretarias realizaram abordagens sociais e atendimentos prévios nos locais, mapeando o público que será atendido e suas demandas. Pontos de ação no Plano Piloto para terça-feira (12) e quarta-feira (13): Eixão Norte, altura da 107, 110, 114 e 115; Entre o Eixo W e o Eixão (em frente 115/116 Norte); SQN 116, entrada da quadra; SQN 216, ao lado do bloco A; SQN 416, bloco M/Via L2; Final do calçadão da Asa Norte, beira do lago; DF-004 em frente Deck Norte; L3 Norte, altura da 611 e adjacências; 601 Norte; L2 Norte, na altura da 602, abaixo do Serpro; Próximo a Torre de TV; Torre de TV, subsolo; Buraco do Rato; Setor Comercial Sul; SGAS 603, fundos da Escola Superior do Ministério Público da União; SES 803, em frente à Embaixada da Venezuela; SGAS 609, área verde em frente à Embaixada da Bélgica; SHIGS 703/704, praça Galdino Jesus dos Santos; SHIGS 706 entre os blocos I e J; Centro POP 903 Sul Via W5 e W4 Sul, extensão da 902 a 905 e 702 a 705; SGAS 908, em frente à escola do Parque da Cidade; SGAS 914, próximo à Casa do Maranhão. *Com informações da DF Legal
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Hospital de Base realiza força-tarefa para identificar doença genética ligada ao colesterol alto
Dor no peito, falta de ar durante esforços físicos e colesterol persistentemente alto podem ser sinais de um problema mais complexo do que parece. Em alguns casos, esses sintomas indicam a hipercolesterolemia familiar (HF), uma doença genética que faz com que o colesterol permaneça elevado desde o nascimento e aumente o risco de infartos e acidentes vasculares cerebrais (AVCs) precoces. Apesar de ser considerada relativamente frequente entre as doenças hereditárias, a condição ainda é pouco diagnosticada. Muitos pacientes convivem durante anos sem saber da doença e acabam descobrindo o problema apenas após complicações graves. Com o objetivo de ampliar o diagnóstico precoce e facilitar o acesso ao tratamento especializado, o Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF) realizou, na última sexta-feira (8), uma força-tarefa voltada à identificação de pacientes com suspeita da doença. A hipercolesterolemia familiar aumenta os riscos de infartos e AVCs precoces | Foto: Divulgação/IgesDF A iniciativa reuniu pacientes atendidos anteriormente na rede pública de saúde que apresentavam alterações importantes nos exames de colesterol. Após análise dos prontuários, pessoas com sinais indicativos da condição foram convidadas a comparecer ao HBDF, unidade administrada pelo Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF), com exames laboratoriais para avaliação especializada. Durante o atendimento, os participantes passaram por investigação clínica, avaliação do risco de doenças cardiovasculares e orientação genética. “A hipercolesterolemia familiar é uma condição genética relativamente comum, mas ainda muito subdiagnosticada. Muitos pacientes sofrem infartos ou AVCs precoces sem saber a real causa e, consequentemente, sem acesso ao tratamento adequado. Esta força-tarefa busca justamente ampliar o conhecimento sobre a doença e facilitar o diagnóstico precoce”, explica a cardiologista do HBDF, Ana Cláudia Cavalcante Nogueira. Segundo a especialista, identificar o problema ainda nos primeiros anos de vida reduz significativamente os riscos de complicações cardiovasculares graves. Quando o colesterol vai além da alimentação A hipercolesterolemia familiar é causada por alterações genéticas que dificultam a eliminação do colesterol LDL, conhecido popularmente como “colesterol ruim”. Como consequência, os níveis permanecem elevados desde o nascimento, mesmo em pessoas que mantêm hábitos saudáveis. Na forma mais comum da doença, chamada heterozigótica, os sintomas costumam surgir no início da vida adulta e estão associados a colesterol acima de 190 mg/dL, além de dores no peito e falta de ar durante atividades físicas. Estima-se que essa forma afete uma em cada 250 pessoas. Já a forma homozigótica, considerada mais rara e agressiva, ocorre quando a alteração genética é herdada do pai e da mãe. Nesses casos, podem surgir ainda na infância lesões elevadas na pele chamadas xantomas, causadas pelo acúmulo de gordura e colesterol, principalmente nas mãos, cotovelos, joelhos e pés. Embora existam poucos casos oficialmente diagnosticados no Brasil, especialistas acreditam que a doença ainda seja amplamente subnotificada Embora existam poucos casos oficialmente diagnosticados no Brasil, especialistas acreditam que a doença ainda seja amplamente subnotificada, ou seja, com número de casos menor do que o realmente existente. Foi justamente por causa dessas lesões que Clayton Rodrigues, de 53 anos, finalmente descobriu o que carregava desde a adolescência. “Eu comecei a desenvolver xantomas (lesões amareladas na pele) nos braços aos 16 anos. Passei por vários médicos durante a vida, mas ninguém conseguia explicar o motivo”, relata. Clayton Rodrigues trata a doença no Hospital de Base: "Tinha gente que evitava até encostar em mim e eu nunca soube explicar o motivo. Hoje eu tenho esperança e qualidade de vida" O diagnóstico veio apenas em 2024, durante uma internação no HBDF para a realização de quatro cirurgias de ponte de safena. As lesões chamaram a atenção da equipe médica, que levantou a suspeita da forma mais grave da doença. O exame genético confirmou o diagnóstico. “Eu sempre sofri muito preconceito por causa dessas lesões. Tinha gente que evitava até encostar em mim, e eu nunca soube explicar o motivo. Hoje eu tenho esperança e qualidade de vida”, afirma. Diagnóstico que também protege famílias Após a confirmação do caso de Clayton, familiares também passaram por investigação. Foi assim que a filha dele, Daniele Rodrigues, descobriu que tinha a forma mais comum da doença aos 26 anos. “É muito bom saber disso cedo, porque agora consigo tomar os cuidados necessários para evitar complicações mais graves no futuro. E também podemos cuidar melhor do nosso pai. Antes, ele era uma bomba-relógio e nem sabíamos”, observa. Por ser hereditária, a identificação de um paciente costuma levar à investigação de outros membros da família, estratégia considerada essencial para reduzir mortes precoces associadas à doença. [LEIA_TAMBEM]Embora não tenha cura, a hipercolesterolemia familiar pode ser controlada com acompanhamento médico, alimentação equilibrada, prática de atividades físicas e uso contínuo de medicamentos específicos. A orientação dos especialistas é que pessoas com colesterol persistentemente elevado, histórico familiar de infarto precoce ou presença de xantomas procurem atendimento em uma Unidade Básica de Saúde (UBS), porta de entrada do Sistema Único de Saúde (SUS). Caso necessário, o paciente é encaminhado para avaliação especializada. *Com informações do IgesDF
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