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Programa Conexão Cultura DF é retomado após Decisão do TCDF. Inscrições serão prorrogadas até o dia 21/05

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Liberados R$ 35 milhões para pagamento do Cartão Prato Cheio e DF Social

A Secretaria de Desenvolvimento Social do Distrito Federal (Sedes-DF) liberou na segunda-feira (4) e nesta quarta-feira (6), R$ 35,2 milhões para o pagamento do Cartão Prato Cheio e do DF Social. A maior parte desse montante, R$ 24,7 milhões, foi investida no Prato Cheio, com crédito de R$ 250, utilizado para compra de alimentos. O auxílio é pago em ciclo de 18 parcelas para 130 mil famílias em situação de insegurança alimentar e nutricional.  O Cartão Prato Cheio teve 3.018 novas famílias contempladas em maio. Destas, 1.209 entraram no programa pela primeira vez e devem buscar seus cartões nas agências do Banco Regional de Brasília (BRB). As famílias que retornam ao programa devem utilizar o cartão que já possuem. Para pagamento do DF Social, o Governo do Distrito Federal (GDF) investiu R$ 10,5 milhões, beneficiando 70 mil famílias. Entre os contemplados do programa, 272 famílias abriram as contas sociais digitais para receber o benefício mensal. O Cartão Prato Cheio teve 3.018 novas famílias contempladas em maio | Foto: Divulgação/Sedes-DF “É importante que as pessoas que solicitaram entrada no Prato Cheio consultem no site se foram contempladas. Às vezes muitos cartões ficam à espera dos beneficiários nas agências, tirando a possibilidade de outras famílias estarem no programa. Se houver dúvida de como fazer a consulta, vá até a recepção do Cras, nos acione no 162 ou até mesmo nas redes sociais”, explicou a secretária de Desenvolvimento Social interina, Jackeline Canhedo. Consulta A consulta para retirada dos cartões nas agências do Banco de Brasília (BRB) é verificada no site do GDF Social. No portal, o cidadão pode obter informações sobre a agência do BRB onde vai retirar o cartão, devendo fazer a busca pelo nome do titular do auxílio, mediante a apresentação de documento oficial com foto e CPF.   *Com informações da Sedes-DF

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Edição da Revista Com Censo celebra 65 anos da rede pública do DF

A Secretaria de Educação do DF (SEEDF) lançou a edição 44 da Revista Com Censo, publicação científica que reúne pesquisa, análise e experiências da rede. O novo volume chega marcado por um especial que percorre os 65 anos de história do ensino público na capital e projeta desafios para os próximos anos. Produzida pela Escola de Formação Continuada dos Profissionais da Educação (Eape), a revista organiza o conteúdo em torno de um eixo claro, conectando memória, identidade e perspectivas. A proposta editorial aparece também na escolha da capa, assinada por Athos Bulcão, artista cuja obra se confunde com a própria paisagem de Brasília. O novo volume da Com Censo reúne artigos que resgatam a história da educação local e apontam caminhos para o futuro “O Athos Bulcão representa o pioneiro, o fundador. O Caio Bonfim traz a juventude e a referência no esporte. O especial vem para comemorar tudo isso”, afirmou o editor-chefe da publicação, André Almeida Cunha Arantes. “A revista procurou uma capa que representasse Brasília, a fundação de Brasília, que fosse, de certa maneira, a cara de Brasília, e o Athos Bulcão é exatamente isso”. Além do conteúdo comemorativo, a edição mantém o perfil acadêmico da revista. Artigos, relatos de experiência e resenhas abordam temas centrais da educação contemporânea, como inclusão, formação docente, mediação de conflitos e inovação pedagógica. Em um cenário marcado por tensões sociais, os textos defendem a escola como espaço de escuta, convivência e construção de soluções coletivas.  A edição está disponível gratuitamente no portal de periódicos da Secretaria de Educação do Distrito Federal. *Com informações da Secretaria de Educação  

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Faixa da DF-004 será interditada para obra de ciclovia

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Abertas inscrições para novas turmas de cursos na Escola Pública de Trânsito

O Departamento de Trânsito do Distrito Federal (Detran-DF) está com inscrições abertas para novas turmas de cursos oferecidos pela Escola Pública de Trânsito (EPT), voltados à capacitação e atualização de condutores. Entre as opções disponíveis está o curso Noções de Mecânica para Mulheres, com aulas de 18 a 22 de maio, das 18h30 às 22h. A capacitação é gratuita, possui carga horária de 20 horas-aula e é destinada a mulheres habilitadas que desejam ampliar os conhecimentos sobre o funcionamento de veículos de quatro rodas. As aulas ocorrerão na unidade da 706/906 Sul. São oferecidas 20 vagas. Também está disponível o curso Especializado de Motofrete, com aulas de 18 a 22 e no dia 25 de maio, das 8h às 12h20, na EPT da 913 Sul. A formação tem carga horária de 30 horas-aula e oferece 15 vagas. Para participar, é necessário ter no mínimo 21 anos, habilitação na categoria “A” há pelo menos dois anos e não estar com o direito de dirigir suspenso, cassado ou impedido judicialmente. O curso é gratuito para mulheres, dentro do programa Mulheres que Dirigem Vão Mais Longe, e para homens inscritos no CadÚnico. Os demais interessados podem se inscrever mediante pagamento de taxa no valor de R$ 234. Entre as opções disponíveis está o curso Noções de Mecânica para Mulheres, com aulas de 18 a 22 de maio, das 18h30 às 22h | Foto: Detran-DF/Divulgação Outra oportunidade é o curso Especializado para Condutores de Veículos de Emergência (CVE), com aulas de 20 de maio a 10 de junho, das 13h30 às 17h50, também na EPT da 913 Sul. Com carga horária de 50 horas-aula e 10 vagas disponíveis, o curso é obrigatório para quem deseja conduzir veículos de emergência. Podem participar condutores habilitados nas categorias A, B, C, D ou E, com no mínimo 21 anos e CNH válida, sem restrições. As inscrições são gratuitas para mulheres participantes do programa Mulheres que Dirigem Vão Mais Longe e para homens inscritos no CadÚnico. Os demais interessados poderão se inscrever mediante pagamento de taxa no valor de R$ 390. As inscrições para todos os cursos devem ser realizadas presencialmente na Escola Pública de Trânsito, mediante agendamento prévio pelo aplicativo Detran-DF Digital ou pelo Portal de Serviços do Detran-DF. Mais informações podem ser obtidas pelo e-mail nufor@detran.df.gov.br. *Com informações do Departamento de Trânsito do Distrito Federal (Detran-DF)

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Eventos Meskla 2026 e Porão do Rock oferecem 100 vagas para ambulantes

A Secretaria Executiva das Cidades publicou editais de chamamento público para o trabalho de ambulantes nos eventos Festival Meskla 2026 e Festival Porão do Rock 2026. O credenciamento para o trabalho será realizado na segunda (11), das 9h às 17h, no auditório do edíficio-sede do Detran, no SAM Lote A, Bloco B, Asa Norte. Cada evento terá 20 vagas na modalidade de barraca e 30 de caixeiro, num total de 100 disponíveis.  O Festival Meskla será realizado no dia 16 de maio. Já o Porão do Rock ocorre nos dias 22 e 23 deste mês, ambos no gramado central do Eixo Cultural Ibero-Americano, no Setor de Divulgação Cultural.  Para a inscrição é preciso apresentar original e cópia de documento pessoal com foto e comprovante de endereço no nome do ambulante ou declaração de residência. Caso o número de inscrições seja maior que a quantidade de vagas ofertadas, será realizado sorteio pelo aplicativo Sorteio Fácil, imediatamente após o término do horário previsto para as inscrições. A divulgação do resultado do chamamento com os nomes dos vendedores ambulantes contemplados será divulgada no dia 12 de maio, no período da tarde, no site da Secretaria de Governo (Segov-DF). As licenças do Festival Meskla serão entregues no dia 15 e do Porão do Rock no dia 21 de maio, no Anexo do Palácio do Buriti, das 9h às 16h, onde serão repassadas orientações sobre o trabalho nos eventos.  Mais informações podem ser conferidas nos editais.   *Com informações da Segov-DF

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Litro do diesel no DF pode cair até R$ 1,20

A governadora do Distrito Federal, Celina Leão, sancionou nesta terça-feira (5) a Lei nº 7.865, que autoriza o DF a aderir à cooperação financeira com a União para subsidiar o preço do diesel. Com a medida, o governo local poderá abrir mão de até R$ 11,6 milhões, em dois meses, para viabilizar uma redução de até R$ 1,20 por litro nas bombas. "A adesão do DF à proposta do governo federal é uma estratégia importante para conter o aumento do preço do óleo diesel no Distrito Federal" Governadora Celina Leão O diesel importado foi impactado por tensões internacionais recentes, com alta acumulada em torno de 20%. “A adesão do DF à proposta do governo federal é uma estratégia importante para conter o aumento do preço do óleo diesel no Distrito Federal”, afirmou a governadora. Na prática A iniciativa integra o Regime Emergencial de Abastecimento Interno de Combustíveis e permite ao DF cooperar financeiramente com a União na subvenção econômica a importadores e distribuidores de diesel rodoviário. O programa prevê redução de até R$ 1,20 por litro de diesel importado, dividido igualmente entre a União e os entes federativos que aderirem à proposta. Serão R$ 0,60 pagos pelas unidades da Federação (de forma voluntária) e R$ 0,60 pela União. A participação do DF ocorrerá por meio de retenções no Fundo de Participação dos Estados e do Distrito Federal (FPE). *Com informações da Secretaria de Economia  

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Dia da Matemática: quando o medo dá lugar à celebração

Pode-se dizer que a matemática é uma das disciplinas que mais assustam os alunos ao longo da vida acadêmica. Para mudar essa visão, foi instituído, em 2013, o Dia Nacional da Matemática, celebrado nesta quarta-feira (6), em homenagem ao nascimento de Malba Tahan, escritor e educador que dedicou a vida a mostrar que a matemática pode ser encantadora. E é justamente assim que algumas alunas da rede pública de ensino do Distrito Federal encaram a matéria.  Com o auxílio de professores das escolas públicas do DF, o medo deu lugar à paixão. Esse é um dos objetivos do projeto Vamos Estudar Matemática (VEM), do Centro de Ensino Fundamental (CEF) 213 de Santa Maria. "Nosso foco principal é despertar o interesse pela matemática e descobrir talentos nessa área", afirma Leonardo Gonçalves Martins, professor e coordenador do VEM. Desde 2015, o projeto incentiva estudantes a participar de olimpíadas científicas, especialmente na área de exatas. Ao longo dos anos, alguns desses talentos ganharam nome e medalhas.  Rafaela Iasmin Sampaio Castro, 13 anos, aluna do 8º ano do CEF 213, é um desses nomes. A relação com a matemática não era boa, mas isso mudou. "Eu não tinha muita facilidade", lembra. No sexto ano, ao participar pela primeira vez da Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas (OBMEP), passou da primeira fase e voltou da segunda com o bronze nacional e a prata regional. Pelo Projeto VEM, foi além, prata nacional e ouro regional no ano seguinte. "Eu gostaria de ir para a área de exatas e ser professora para ensinar os outros", diz.  Rafaela e o professor Leonardo, coordenador do projeto VEM Já a trajetória de Maria Clara Pereira de Freitas, 14 anos, do CEF Polivalente, começou antes mesmo de ela entrar na escola. "Quando eu era bem pequena, minha irmã tinha dificuldade em matemática. Aí, meu pai fez umas competições de decorar a tabuada. Fui decorando e foi crescendo esse amor", conta. No sexto ano, orientada pela professora Letícia Fiúsa, inscreveu-se pela primeira vez nas olimpíadas científicas. E, no futuro, ela vislumbra seguir na área da arquitetura ou engenharia.  Aluna do CEF 102 Norte, Emília Coelho Gunther, 14 anos, também tem facilidade com a matéria. "Desde o maternal, eu tenho essa facilidade", diz. Sua primeira OBMEP, no sexto ano, lhe rendeu a segunda maior nota da escola na primeira fase. Depois, vieram os estudos com o professor Rodolfo Ferreira e as medalhas.  Para o professor e pesquisador do Programa de Pós-Graduação em Educação da Universidade de Brasília, Geraldo Eustáquio Moreira, o medo da matemática foi construído socialmente. "Frases como 'isso não é pra mim' ou 'sou de humanas' reforçam bloqueios que se acumulam ao longo de toda a trajetória escolar, num efeito cascata. Quando mudamos a forma de ensinar, valorizando o erro como parte do processo e conectando a matemática à vida, esse medo vai dando lugar à curiosidade e à aprendizagem", avalia.  Universo masculino  As alunas são desbravadoras de um universo ainda considerado majoritariamente masculino. Estudos indicam que apesar do aumento da participação feminina em cursos de matemática, ciência e tecnologia, a maioria do ingresso é masculino. As próprias estatísticas da OBMEP mostram um quadro de diminuição da participação feminina nas premiações.  Os dados das premiações de 2025 das escolas públicas do DF indicam que, no Nível 1 (6º e 7º anos, alunos de 11 a 13 anos), as meninas representaram 47% dos premiados, praticamente empatando com os meninos. No entanto, essa participação cai para 34% no Nível 2 (8º e 9º anos, 13 a 15 anos) e para 31% no Nível 3 (ensino médio, 15 a 18 anos).  Por isso, referências são essenciais. Assim como Maria Clara, Emília destaca o convívio com a professora Rafaela Cordeiro. "Ela é mulher na matemática. Ela sabe dessa dificuldade e foi uma pessoa que me ajudou muito na minha jornada", ressalta.  Ceilândia: garimpo e fábrica de talentos Emily Súzany, Clara Luciana, o professor Marlon Santos e Ellen Ayla na Sala de Recursos Específica da EC 64 de Ceilândia A Escola Classe (EC) 64 de Ceilândia é uma das mais premiadas da rede pública do Distrito Federal em olimpíadas científicas. Por sua Sala de Recursos Específica (SRE), espaço dedicado a alunos com Altas Habilidades/Superdotação (AH/SD) para o desenvolvimento de atividades complementares, já passaram diversos prodígios em matemática, todos sob a orientação do professor Marlon Santos.  Emily Súzany dos Santos Nogueira, 15 anos, do 1º ano do ensino médio, é um dos prodígios matemáticos da EC 64 de Ceilândia. Entrou na SRE aos 8 anos, depois que a professora Daniela Leal identificou seu talento e a encaminhou para avaliação. As medalhas vieram em sequência, mas junto com cada conquista veio também uma percepção incômoda. "Eu sinto falta de uma presença feminina. Essa é a turma que mais tem menina, e só tem três", observa. Não à toa, o projeto que Emily desenvolveu no ano anterior homenageou grandes nomes femininos que ficaram na história. "Estou aqui justamente para inspirar outras meninas, e elas vão inspirar as próximas", diz. [LEIA_TAMBEM] Quem já foi inspirada por Emily foi a própria irmã. Ellen Ayla dos Santos Nogueira, 13 anos. O desenho foi a porta de entrada na Sala de Recursos Específica e a matemática veio depois. "Eu me apaixonei, achei muito legal. Aqui na SRE, você se sente acolhida e consegue desenvolver suas habilidades com pessoas que têm interesses parecidos com os seus."  Clara Luciana Brandão, 12 anos, do 7º ano, trilhou um caminho diferente, nunca precisou ser convencida. "Eu sempre gostei muito de matemática, porque achava muito fácil, mais fácil que as outras matérias. É calcular, lembrar, calcular." Ela entrou na SRE no quinto ano e avançou para a oficina de matemática específica no sexto. Quando formar-se, quer cursar medicina para atuar como pediatra.  As histórias das meninas são apenas uma amostra do que é possível quando o talento encontra oportunidade.  Para saber mais sobre como a SEEDF identifica e apoia estudantes com AH/SD, acesse o Observatório de Educação Inclusiva e Integral da SEEDF. *Com informações da Secretaria de Educação  

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