Eventos alteram o trânsito neste fim de semana no DF
Em razão de eventos esportivos e culturais programados para este fim de semana, o Detran-DF fará intervenções no trânsito em áreas do Plano Piloto, Guará e Setor de Clubes Esportivos Sul (SCES). Veja, abaixo, as principais alterações. Eixo Monumental A partir das 23h59 desta sexta (26), haverá intervenções nas imediações da Arena Mané Garrincha, onde será realizado, no sábado (27), o show Djavanear 50 anos — Só Sucessos, do cantor Djavan. Imagens: Divulgação/Detran-DF Na Via N1, na altura do Planetário, e na via de contorno do Estádio Nacional de Brasília (ENB), a sinalização vai orientar a travessia de pedestres e o estacionamento. Na entrada principal de automação da Arena Mané Garrincha será sinalizada uma área destinada aos táxis. Na rotatória próxima ao Colégio Militar de Brasília (CMB), haverá sinalização para desviar o fluxo de veículos. Durante o evento, agentes do Detran-DF atuarão em pontos fixos e em patrulhamento com o foco em garantir a fluidez do tráfego, auxiliar a travessia de pedestres e coibir infrações. Também serão utilizados painéis eletrônicos de mensagens em locais estratégicos para orientar condutores e pedestres. Eixo Monumental – Corrida Tá no Sangue No sábado, quando ocorre a corrida Tá no Sangue, as interdições vão contemplar trechos das vias S1 e N1 do Eixo Monumental. A prova terá percursos de 3 km e 6 km, com largada e chegada no Memorial dos Povos Indígenas. A partir das 17h, nas vias S1 e N1, as três faixas mais próximas ao canteiro central serão interditadas, do Ulysses Centro de Convenções até as proximidades da Catedral Rainha da Paz. O tráfego de veículos permanecerá liberado nas demais faixas. Durante o evento, as equipes de fiscalização atuarão no controle do tráfego para garantir a segurança viária. A previsão é que as interdições ocorram até as 20h. Eixo Monumental – Marcha Atópica Brasília No domingo (28), o Detran-DF fará interdições no Eixo Monumental em função da Marcha Atópica Brasília, que contará com percursos de 5 km e 10 km. A largada e a chegada ocorrerão na Praça do Cruzeiro. A partir das 6h30, nas vias S1 e N1, no trecho entre o Ulysses Centro de Convenções e a via de ligação N1/S1, próxima ao viaduto Renato Russo, as três faixas mais próximas ao canteiro central serão interditadas. As demais faixas permanecerão liberadas para o tráfego de veículos. A previsão é que as interdições ocorram até as 10h. Esplanada dos Ministérios e Via Palácio Presidencial Também no domingo, a Esplanada dos Ministérios será movimentada pela corrida Circuito das Estações — Etapa Inverno, com percursos de 5 km e 10 km pelas vias S1, N1 e Palácio Presidencial. A largada e a chegada dos participantes ocorrerão na Via N1, na altura do Bloco O. A partir das 6h30, a Via S1 será bloqueada na altura do Museu da República, com desvio do fluxo de veículos para a via L2 Sul. Os motoristas que seguirem pela L2 Sul, no sentido Esplanada, serão direcionados para o Buraco do Tatuí. O acesso ao estacionamento da Catedral de Brasília será permitido apenas pelo túnel da Cúria, na Via S2. Na Esplanada, a faixa da direita da S1 será destinada à saída de veículos dos ministérios. O fluxo seguirá até a altura do Palácio do Itamaraty, onde será desviado para a via S2. Na via N1, os acessos pelas vias Palácio Presidencial e L4 Norte estarão fechados. O bloqueio começa no quartel do Corpo de Bombeiros Militar (CBMDF) e vai até a via de ligação N1/S1, na altura do Museu da República. A faixa mais à direita será destinada à saída de veículos de emergência do CBMDF, enquanto as demais faixas serão utilizadas pelos participantes do evento. As equipes do Detran-DF também interditarão o acesso à Via Palácio Presidencial, no sentido Palácio do Jaburu, com o desvio do fluxo de veículos para a Estrada Parque das Nações (via L4). Painéis eletrônicos de mensagens também serão utilizados em pontos estratégicos para orientar motoristas. A previsão é que as vias sejam liberadas a partir das 10h. Guará II Por causa da Rua do Lazer, no Guará, os acessos à Avenida Central do Guará II estarão fechados das 6h às 17h, no trecho entre a 4ª Delegacia de Polícia e o Edifício Consei, na EQ 31/33. Setor de Clubes Esportivos Sul Nesta sexta e no sábado, em razão do evento Na Praia Festival, o Detran-DF e a Polícia Militar (PMDF) farão alterações no trânsito na região do Setor de Clubes Esportivos Sul (SCES). Na SCES Trecho 2, quatro retornos serão interditados. Apenas o retorno nas proximidades da Associação dos Servidores do Banco Central (Asbac) permanecerá aberto. A rotatória, na altura do acesso ao evento, também será fechada. Além da sinalização viária, painéis eletrônicos de mensagens serão utilizados para orientar os condutores. Nas proximidades do Na Praia Parque, haverá áreas de estacionamento destinadas a pessoas com deficiência (PcD), idosos, táxis e veículos de transporte de passageiros por aplicativo. Durante o evento, as ações de fiscalização e controle do tráfego serão executadas pela PMDF. *Com informações do Detran-DF
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Eventos alteram o trânsito neste fim de semana
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PGDF passa a representar o Distrito Federal em ação judicial envolvendo o BRB
A Procuradoria-Geral do Distrito Federal (PGDF) obteve importante vitória junto ao Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios (TJDFT) para que a advocacia pública ingresse na ação judicial movida pelo Banco de Brasília (BRB) contra o Banco Master, seu executivo Daniel Vorcaro e outros réus, como assistente litisconsorcial, ou seja, como um ente interessado na conclusão do caso. Com o reconhecimento do Distrito Federal como parte interessada e participante do processo, o caso deixa de ser acompanhado pela 13ª Vara Cível de Brasília, onde corria, e será direcionado a uma das varas da Fazenda Pública — unidades de Justiça especializadas em julgar disputas relacionadas à Fazenda Distrital. Com a decisão, o TJDFT reconhece que o conflito judicial e as suas consequências são de interesse coletivo, uma vez que se referem a patrimônio, direitos, atribuições e obrigações públicas. A procuradora-geral do Distrito Federal, Diana de Almeida Ramos, aponta que a decisão reforça o papel institucional da advocacia pública na proteção dos interesses estratégicos do Distrito Federal. "O reconhecimento da nossa participação neste processo demonstra que questões envolvendo ativos de relevância para o desenvolvimento econômico distrital exigem uma atuação coordenada e alinhada ao interesse público. Nossa presença assegura que os reflexos dessa demanda sejam analisados sob a perspectiva da coletividade e da preservação daquilo que pertence a todos", destacou. Atuação da PGDF Conforme a Lei Complementar n° 395/2001, cabe exclusivamente à PGDF a representação judicial dos entes da Administração Direta — como secretarias; além de autarquias e fundações. Porém, o BRB é uma sociedade de economia mista, já que seu capital tem origem pública e privada; e isso o classifica como parte da Administração Indireta. Nesses casos, a defesa judicial cabe ao ente, que costuma ter uma diretoria jurídica própria. Porém, a lei prevê que a Procuradoria-Geral pode chamar para si a responsabilidade de representação, ou intervir como assistente de uma das partes quando determinado pelo governador, ou quando verificado que há interesse público. A decisão é resultado da atuação da Procuradoria do Contencioso em Matéria de Licitações e Contratos, Responsabilidade Civil e Matéria Residual (Procad) na defesa do patrimônio público. O procurador Gustavo Assis de Oliveira apontou que "o trabalho da PGDF reafirma o compromisso de resguardar os interesses públicos envolvidos e garantir a segurança jurídica necessária para a preservação desse ativo tão relevante para a população distrital. Mais do que proteger uma instituição, estamos protegendo um ativo coletivo que desempenha papel fundamental na promoção do crescimento econômico e na execução de políticas em benefício da sociedade". *Com informações da PGDF
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Educação e acolhimento fazem parte do tratamento para diabetes no HCB
O tratamento do diabetes vai muito além da aplicação de insulina e da medição de glicose na ponta do dedo. Por trás desse controle diário, existe uma realidade invisível para a maioria das pessoas. São noites sem dormir, medo constante de uma crise de hipoglicemia, receio dos julgamentos sociais ao usar um sensor ou aplicar o medicamento em público e o peso de lidar com uma condição crônica que não tira férias. Por isso, no Hospital da Criança de Brasília José Alencar (HCB), o Dia Nacional do Diabetes, celebrado em 26 de junho, ganha um significado que vai muito além do ambiente de consultório. Paola Brugnera, endocrinologista pediátrica e médica responsável técnica do Programa de Diabetes do HCB, explica que o hospital atende os pacientes de forma individualizada. Cada criança possui uma rotina, necessidades e hábitos alimentares específicos, demandando um plano de tratamento individualizado que inclui desde os bebês até adolescentes atendidos. "O diferencial do Hospital da Criança de Brasília é ter uma equipe multidisciplinar. O paciente passa por diferentes áreas: endocrinologia, psicologia, enfermagem e técnico de enfermagem que faz o acolhimento, assistência social e nutrição”, destaca Brugnera, reforçando: "Não adianta a gente só entregar a receita de insulina, se não atendermos o paciente nas suas individualidades". Uma das etapas do acompanhamento é a educação nutricional, que funciona como um meio de libertação e não de privação. A nutricionista clínica do HCB, Ana Rosa Arruda, ressalta que o foco do trabalho não é impor restrições severas, mas sim ensinar o que compõe cada alimento e como fazer escolhas inteligentes. "A educação nutricional no diabetes não é só o que eu vou comer e o que eu não posso comer. Vai muito além, vai de saberem do que os alimentos são feitos, de quais alimentos vão poder comer com uma certa frequência, quais os alimentos vão ter que comer com pouca frequência; como podem transformar esses alimentos em mais saudáveis”. O HCB organiza palestras de contagem de carboidratos para explicar como ajustar a dose de insulina à quantidade exata de alimento que vai ser consumido, garantindo liberdade para participar de festas e lidar com mudanças de rotina. A nutricionista orienta não só a saúde nutricional da criança, mas da família também. “O alimento de toda a família deve ser saudável; não precisa comprar dois tipos de iogurte, não precisa comprar dois tipos de biscoitos. Também não é porque a criança é diabética que a alimentação dela é diferente da outra na faixa etária dela, no gênero dela”, afirma Arruda. Ela também incentiva o consumo de alimentos minimamente processados em vez de ultraprocessados. Rafaela Silva, mãe de Fernanda da Silva (foto), 10 anos, relata que o acompanhamento multidisciplinar do Hospital faz uma grande diferença na vida da filha | Foto: Ana Carolina Magela/HCB Além das consultas e palestras, a equipe do HCB realiza o Dia ABCD, que significa “Aprendendo Brincando Com o Diabetes”. É um evento em que os pacientes passam o dia inteiro com a equipe multidisciplinar, participando de jogos e dinâmicas lúdicas voltadas ao aprendizado da condição, que também permitem a criação de laços de amizade entre as crianças e adolescentes. "Às vezes, a criança não conhece outra pessoa que também tem diabetes, que vive a mesma realidade dela. Essa troca, esse se enxergar no outro faz toda a diferença", relata a médica Paola Brugnera. Os responsáveis também participam do Dia ABCD, simulando a rotina de medições e aplicações dos filhos. "Os pais são colocados no lugar dos seus filhos de medir glicemia, de aplicar insulina. Nisso, conseguimos perceber algumas barreiras de empatia, porque quando nos colocamos no lugar do outro, passamos até a entender um pouquinho da nossa postura de cobrança, de brigar", afirma Brugnera. Rafaela Silva, mãe de Fernanda da Silva, 10 anos, relata que o acompanhamento multidisciplinar do Hospital faz uma grande diferença na vida da filha. “Esse atendimento multidisciplinar para ela fez muito efeito, com a nutricionista, junto com a psicóloga, junto com o médico, isso fez total diferença no tratamento dela". Fernanda, que completou quatro anos de diagnóstico na mesma semana em que é comemorado o Dia Nacional do Diabetes, exibe com orgulho o aprendizado adquirido nos momentos passados no HCB: "Eu aprendo como controlar a minha glicemia, fazer contagem de carboidrato, controlar a minha meta. No meu diário alimentar, eu anoto tudo que eu como, a quantidade que como, peso e quantos copos de água eu bebo no dia". A mãe, Rafaela, destaca que as palestras são essenciais para democratizar o conhecimento, servindo como um porto seguro para mães que não têm acesso a cursos externos de capacitação. O impacto emocional do diagnóstico é outra frente de batalha silenciosa que recebe atenção redobrada. A psicóloga hospitalar do HCB, Natália Paz, explica que o cuidado com as emoções é tão fundamental para o tratamento quanto a própria medicação. “Percebemos o impacto emocional neles em relação à dificuldade de aceitação do diagnóstico, de adaptação na rotina, de adesão ao tratamento, às orientações. Não é só medir glicose e aplicar insulina. Tem que cuidar da alimentação, tem que fazer escolhas mais de 100 vezes do que uma pessoa que não tem diabetes. Tem que pensar no que vai comer antes, tem que organizar a rotina. Quando sair precisa levar um kit de insulina, porque se passar mal precisa estar com aquele suporte”, explica a profissional. Paz reforça que essa necessidade de estar atento afeta tanto as crianças quanto seus familiares e cuidadores. Utilizando recursos lúdicos e jogos temáticos desenvolvidos especialmente para a diabetes, a equipe de Psicologia ajuda as crianças a expressarem suas emoções de forma mais leve. Nas palestras, são abordados temas como ansiedade, depressão e autocuidado. “Fazemos uma roda de conversa, um momento com os pais para eles poderem também compartilhar seus desafios, dar suporte emocional e também trabalhar isso com as crianças, para que elas consigam expressar as emoções, verem que não estão sozinhas”, conta Paz. A equipe utiliza essa abordagem para mostrar que, quando se tem um suporte, é possível lidar com o tratamento de forma mais fácil. "O nosso principal objetivo aqui é promover independência, autonomia desses pacientes e liberdade, acima de tudo", explica a psicóloga. O jovem Victor Ferreira, que completou 18 anos em 2026, passou pelo tratamento no Hospital da Criança de Brasília e, agora, se prepara para dar continuidade aos cuidados em outro hospital da rede pública de saúde — preparação iniciada em 2025, quando participou da “formatura” organizada pelo Programa de Diabetes do HCB. Ele destaca que o apoio recebido no Hospital foi essencial para encarar a condição sem limitações e entender que, com a tecnologia atual e a informação correta, as portas estão abertas para qualquer objetivo. “O Dia do Diabetes é muito importante para conscientizar que não é por você ter diabetes que você se limita a algo", afirma. Victor lembra também de atletas profissionais que competem em alto nível mundial que convivem com a condição: “Há duas ou três semanas, um tenista ganhou o primeiro título de Grand Slam, que é o torneio mundial de tênis. Ele tem diabetes tipo 1 e já perdeu diversas oportunidades na carreira por falar que tem diabetes, ter passado por diversas situações — mas hoje o diabetes não é impeditivo para nada que você venha fazer na sua vida. É mais para inspirar, até mesmo outras pessoas que não têm diabetes, a seguir um padrão de vida saudável”. O Dia Nacional do Diabetes traz um papel importante para a condição que muitas vezes permanece invisível aos olhos da sociedade. Além de celebrar as vitórias diárias e a autonomia conquistada pelos pacientes, a data serve como um alerta para que a população saiba identificar os sinais iniciais do diabetes tipo 1, como sede excessiva, perda de peso involuntária, fraqueza e aumento da frequência urinária. Identificar os sintomas precocemente por meio de um exame simples pode evitar complicações graves e salvar vidas. *Com informações do Hospital da Criança de Brasília José Alencar (HCB)
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Defesa do patrimônio de todos: PGDF passa a representar o Distrito Federal em ação judicial envolvendo o BRB
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Região Oeste debate prioridades para fortalecer SUS em Conferência Regional de Saúde
Como parte da programação das Conferências Regionais de Saúde do Distrito Federal, a Região Oeste realizou seu encontro nesta quinta-feira (25). Usuários do Sistema Único de Saúde (SUS), trabalhadores da área e gestores da Secretaria de Saúde (SES-DF) discutiram os principais desafios da saúde pública na área que abrange Brazlândia, Ceilândia e Sol Nascente/Pôr do Sol. O superintendente e presidente da Conferência Regional da Região Oeste, Cézar Renk, ressalta que a construção coletiva é essencial para ampliar a qualidade da assistência prestada à população. “O avanço da saúde pública depende da construção conjunta entre todas as frentes. É esse diálogo que fortalece a região Oeste e ajuda a enfrentar nossos desafios", avalia. As propostas construídas durante os debates serão apresentadas na 12ª Conferência Distrital de Saúde (CDS), que ocorre em 2027. Com o tema “Saúde, Democracia, Soberania e SUS: Cuidar do Povo é Cuidar do Brasil”, as conferências regionais ocorrem até 1º de julho nas sete Regiões de Saúde do DF | Foto: Jhonatan Cantarelle / Agência Saúde DF Participação social Com o tema “Saúde, Democracia, Soberania e SUS: Cuidar do Povo é Cuidar do Brasil”, as conferências regionais ocorrem até 1º de julho nas sete Regiões de Saúde do DF. Nessa etapa, a participação é livre para toda a população. Representando os usuários do SUS, Eduardo Fleury reforça que o espaço permite levar as experiências e as necessidades da população para o centro das discussões. “A participação da sociedade é essencial, pois é dela que surgem contribuições para melhorar a nossa saúde. Quando compartilhamos, ajudamos a apontar caminhos para aperfeiçoar os serviços." “A participação da sociedade é essencial, pois é dela que surgem contribuições para melhorar a nossa saúde. Quando compartilhamos, ajudamos a apontar caminhos para aperfeiçoar os serviços" Eduardo Fleury, representante dos usuários do SUS Na região Oeste os três segmentos de participantes se dividiram em grupos para discutir quatro eixos temáticos: democracia, direito à saúde e soberania nacional; financiamento do SUS; desafios relacionados às emergências climáticas e à justiça socioambiental; e modelos de atenção, gestão e cuidado integral. “O envolvimento dos três segmentos é fundamental para construir propostas viáveis. É ouvindo quem utiliza os serviços que conseguimos apontar prioridades para a saúde pública”, afirma a coordenadora-adjunta da 12ª CDS e membro do Conselho de Saúde do Distrito Federal, Fátima Rôla. Para o representante dos trabalhadores e presidente do Conselho de Saúde de Brazlândia, Jefferson Júnior, quem atua diariamente na assistência também tem papel decisivo nesse processo. “O profissional está na linha de frente do atendimento, orienta a população e contribui diretamente para o funcionamento do SUS. Sua participação é indispensável nessa etapa”, aponta. Próximas etapas Após a aprovação do Relatório Final da 12ª CDS, o documento é oficialmente enviado à Comissão Organizadora Nacional, onde as diretrizes aprovadas no DF são integradas aos relatórios dos demais estados, compondo o Relatório Consolidado Nacional. Esse instrumento serve de base para as deliberações e votações da 18ª Conferência Nacional de Saúde (18ª CNS), prevista para julho de 2027. *Com informações da SES/DF
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SLU capacita equipes que atuam na orientação sobre resíduos no DF
O Serviço de Limpeza Urbana (SLU) promoveu uma capacitação com as equipes de mobilização social que atuam diretamente nas ruas, residências e comércios do Distrito Federal, orientando a população sobre a separação correta dos resíduos e a participação na coleta seletiva. A atividade reuniu profissionais de mobilização das empresas responsáveis pela execução dos serviços de limpeza urbana no DF e também mobilizadores das 22 cooperativas de catadores que atuam na coleta seletiva. O encontro teve como objetivo alinhar diretrizes, procedimentos e boas práticas da mobilização social, além de fortalecer a atuação conjunta entre poder público, empresas e cooperativas. A programação abordou o papel estratégico dessas equipes na política de gestão de resíduos sólidos do Distrito Federal, com foco na padronização das orientações repassadas à população e no fortalecimento da comunicação direta com os cidadãos. Durante o treinamento, foram apresentados conceitos básicos da gestão de resíduos, como a diferenciação entre lixo, resíduos e rejeitos, além de orientações sobre a hierarquia prevista na Política Nacional de Resíduos Sólidos, que prioriza a não geração, redução, reutilização, reciclagem e tratamento antes da disposição final. O encontro teve como objetivo alinhar diretrizes, procedimentos e boas práticas da mobilização social, além de fortalecer a atuação conjunta entre poder público, empresas e cooperativas | Foto: Divulgação/SLU Também foram reforçadas informações sobre o funcionamento da coleta seletiva no DF, que depende da separação correta dos resíduos em duas frações: recicláveis secos e orgânicos/rejeitos. As equipes atuam diretamente na sensibilização da população sobre o descarte adequado e sobre os dias e horários da coleta em cada região administrativa, com apoio do aplicativo SLU Coleta DF. Para o diretor-presidente substituto do SLU, Cleilson Gadelha, a capacitação reforça a integração entre as equipes. “A mobilização social é uma etapa importante do sistema de limpeza urbana. Quando há alinhamento entre as equipes que executam o serviço e aquelas que orientam a população, o resultado aparece na ponta, com mais eficiência na coleta e mais participação da sociedade”, afirmou. Outro ponto apresentado foi o funcionamento da estrutura operacional do sistema de limpeza urbana, que inclui unidades como a Usina de Tratamento Mecânico-Biológico (UTMB) do P Sul e da Asa Sul, responsáveis pelo processamento de parte dos resíduos orgânicos e pela produção de composto destinado à agricultura, além da Unidade de Recebimento de Entulho (URE), que realiza o tratamento de resíduos da construção civil. “A mobilização social é uma etapa importante do sistema de limpeza urbana. Quando há alinhamento entre as equipes que executam o serviço e aquelas que orientam a população, o resultado aparece na ponta, com mais eficiência na coleta e mais participação da sociedade” Cleilson Gadelha, diretor-presidente substituto do SLU O gerente de Educação Ambiental do SLU, Allyson Silva, destacou o papel das equipes de mobilização como elo entre o serviço público e a população. “As equipes estão todos os dias em contato direto com os moradores e comerciantes. O objetivo da capacitação é garantir que as orientações sejam claras, padronizadas e alinhadas, para que a população receba a informação correta e consiga participar melhor da coleta seletiva e da gestão dos resíduos no Distrito Federal”, afirmou. Segundo ele, a atuação desses profissionais vai além da orientação pontual. “Esse trabalho contribui para mudanças de comportamento ao longo do tempo. Quando a informação chega de forma simples e consistente, a adesão da população às práticas corretas de descarte tende a aumentar”, completou. O SLU conta com três empresas contratadas para execução dos serviços de limpeza urbana no Distrito Federal, além de 53 contratos com 31 cooperativas de catadores que atuam na coleta seletiva e na triagem dos materiais recicláveis. A atuação integrada dessas equipes é considerada estratégica para ampliar os índices de reciclagem e fortalecer a gestão sustentável dos resíduos sólidos no DF. A capacitação integra o conjunto de ações permanentes do SLU voltadas à educação ambiental e à qualificação das equipes envolvidas na operação dos serviços, com foco na melhoria contínua da limpeza urbana e no incentivo à participação da população. *Com informações do Serviço de Limpeza Urbana
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