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Quarta do Cidadão oferece serviços diversificados à população

A Defensoria Pública do Distrito Federal (DPDF) promove a 17ª edição da Quarta do Cidadão nesta quarta-feira (25), das 8h às 14h, em frente à Biblioteca Nacional de Brasília, localizada na Esplanada dos Ministérios. Ação é promovida sempre na última quarta-feira de cada mês | Foto: Divulgação/DPDF A iniciativa oferece diversos serviços à população em situação de vulnerabilidade. Embora o foco seja o público masculino, a ação é inclusiva e garante que outras pessoas também sejam beneficiadas. Desde a primeira edição, em agosto de 2024, a Quarta do Cidadão já registrou mais de 9,3 mil atendimentos. Durante a ação, a DPDF e seus parceiros oferecerão assistência jurídica gratuita, orientação sobre pensão alimentícia, reconhecimento de paternidade e exames de DNA, além de assistência social, serviços de saúde e bem-estar, corte de cabelo, orientações quanto a serviços bancários e habitacionais, entre outros. “A cada edição, buscamos fortalecer parcerias e ampliar a oferta de serviços, garantindo acolhimento, orientação e encaminhamentos efetivos para quem mais precisa”  Celso Murilo de Britto, coordenador do projeto “Ao reunir diversos serviços em um único espaço, conseguimos atender de forma mais eficiente a população em situação de vulnerabilidade, facilitando o acesso à Justiça e a outras políticas públicas essenciais”, afirma o defensor público-geral, Celestino Chupel. “A cada edição, buscamos fortalecer parcerias e ampliar a oferta de serviços, garantindo acolhimento, orientação e encaminhamentos efetivos para quem mais precisa”, reforça o coordenador do projeto, Celso Murilo de Britto. Veja, abaixo, os serviços oferecidos durante a Quarta do Cidadão.  Defensoria Pública do DF . Assistência jurídica . Atendimento psicossocial . Exames de DNA gratuitos Secretaria de Justiça e Cidadania (Sejus-DF) . Serviços do Na Hora Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda (Sedet-DF) . Vagas de emprego . Cesta do Trabalhador . Atendimento ao empregador . CTPS Digital . Inscrições e orientações para cursos ofertados pela Sedet-DF . Programa Prospera (microcrédito) . Seguro-desemprego . Orientação profissional Secretaria de Turismo (Setur-DF) . Emissão de carteiras de artesão e de manualista Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) . Emissão da Carteira de Identidade Nacional (CIN) Escola de Barbeiros Roberto Ramos . Corte de cabelo . Corte de barba Caesb . Distribuição de água potável para a população Secretaria de Saúde (SES-DF) . Vacinação: antitetânica-DT, hepatite B, tríplice viral, covid-19, febre amarela. Para o atendimento, é necessário levar o cartão de vacinação ou ter o aplicativo Meu SUS Digital no celular Neoenergia . Solicitação de serviços Companhia de Desenvolvimento Habitacional do DF (Codhab) . Eixo Morar Bem . Programas habitacionais promovidos pelo GDF . Regularização de imóveis no Distrito Federal Detran-DF . Ações educativas de trânsito Instituto de Cultura, Cidadania e Desenvolvimento Social (Incide) — Projeto Visão para Todos . Exames de vista Defensoria Pública da União (DPU) . Auxílios do governo federal: INSS, BPC, Loas.   *Com informações da Defensoria Pública do DF

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Casamento comunitário realiza sonho de mais de 100 casais no DF

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Mais de 100 casais oficializam união no primeiro Casamento Comunitário de 2026

Luciana Tavares esperou cinco anos para realizar o sonho antigo de casar. A doméstica, moradora de Planaltina, conta que adiou o casamento por dificuldades financeiras, mas, neste domingo (22), a espera chegou ao fim. “Desde menininha eu sempre sonhei em me casar assim: com vestido branco e de véu. Agora, parece que está passando um filme na minha cabeça, voltei lá atrás: meu sonho está se realizando hoje”, disse, emocionada. Assim como Luciana, mais de 100 casais do Distrito Federal disseram “sim” neste domingo (22), na primeira edição de 2026 do Casamento Comunitário promovido pela Secretaria de Justiça e Cidadania (Sejus-DF). A cerimônia ocorreu às 17h, no Museu Nacional da República, e reuniu participantes de diferentes regiões administrativas. Mais de 100 casais do Distrito Federal participaram da primeira edição de 2026 do Casamento Comunitário, neste domingo (22) | Fotos: Joel Rodrigues/Agência Brasília “Mais de 1.500 casais já estiveram conosco nessa celebração, mas a emoção é sempre a mesma. É a realização de um sonho e uma tarde muito feliz e especial para a gente. Sabemos que a maioria desses casais, quando quer formalizar essa união, enfrenta entraves financeiros, porque há um custo de aproximadamente R$ 1 mil para que cada casal possa oficializar o casamento”, afirmou a secretária de Justiça e Cidadania, Marcela Passamani. O programa é voltado para casais em situação de vulnerabilidade e oferece a oficialização gratuita da união civil, com uma estrutura completa para a cerimônia: vestido de noiva, terno, maquiagem e cabelo, transporte, decoração, fotos e cerimonial. Para participar, os noivos precisam ter 18 anos ou mais, morar no DF e comprovar hipossuficiência de renda, conforme os critérios do Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico). A renda familiar por pessoa deve ser de até meio salário mínimo, e não pode haver impedimentos legais “O nosso cadastro é aberto sempre dentro da Secretaria de Justiça e Cidadania. Quando não dá tempo de conseguirem formalizar todos os documentos para a edição, eles já ficam em uma fila de espera para a próxima. Neste ano, possivelmente teremos mais três edições”, esclareceu a gestora. para casar. Luciana Tavares, doméstica: “Desde menininha eu sempre sonhei em me casar assim: com vestido branco e de véu” Antes da cerimônia, a movimentação começou cedo. A partir das 9h30, as noivas começaram a se apronta no Senac 903 Sul e na Casa do Maranhão, na Asa Sul, com toda a produção de cabelo e maquiagem. Enquanto se arrumava para a celebração, Monique da Silva, de 32 anos, pensava nos dois filhos, de 10 e 4 anos. “Eles estão muito ansiosos. Meu filho sempre me chama de rainha, então, quando me ver, vai ficar emocionado. Além da aparência, eles vão ficar muito felizes porque vão ver o pai e a mãe deles se casando”, afirmou a moradora de Santa Maria. Também emocionada, Letícia Ramos, de 20 anos, contou que conheceu o projeto depois que a cunhada se casou por ele no ano passado. “Com esse projeto do GDF, muitas pessoas de baixa renda conseguem realizar o sonho de casar. Eu e meu noivo moramos juntos há um ano e temos um filho de 7 meses, então só faltava o casamento”, disse a dona de casa, moradora de Ceilândia. Para participar do Casamento Comunitário, os noivos precisam ter 18 anos ou mais, morar no DF e comprovar hipossuficiência de renda Desde 2021, a iniciativa já beneficiou mais de 1.500 famílias no Distrito Federal. Somente em 2025, foram realizadas quatro edições, com cerca de 400 casais atendidos. “A formalização da família é sempre muito importante. A gente sabe que, até pelo Código Civil, há uma equiparação agora da união estável com o casamento, mas, quando há a formalização, estamos falando de segurança jurídica e também de um pertencimento muito grande que temos aqui nas famílias no DF”, finalizou Marcela Passamani.

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Descarte irregular de roupas e calçados em Ceilândia aumenta risco de alagamentos

Uma situação de descarte irregular chamou a atenção de moradores em Ceilândia. Após se mudar de uma residência onde funcionava um bazar na QNQ 03, uma moradora descartou grande quantidade de roupas, calçados e outros itens diretamente em uma avenida principal da região, ocupando parte da via pública e gerando preocupação na comunidade. Além do impacto visual e dos transtornos para pedestres e motoristas, o descarte inadequado representa um risco significativo, principalmente neste período de chuvas. Isso porque materiais como tecidos e plásticos podem ser facilmente arrastados pela água e levados às bocas de lobo, provocando entupimentos e, consequentemente, alagamentos em diferentes pontos da cidade. Descarte irregular de roupas e sapatos em via pública chamou a atenção para o risco de alagamento em Ceilândia | Foto: Divulgação/Administração de Ceilândia Assim que a situação foi identificada, equipes da Administração Regional de Ceilândia acionaram a DF Legal e o Serviço de Limpeza Urbana (SLU), que realizou a retirada de todo o material, evitando que os resíduos se espalhassem e causassem maiores prejuízos à população. O administrador regional de Ceilândia, Dilson Resende, destacou a importância da conscientização da população quanto ao descarte correto de resíduos: “É fundamental que cada cidadão faça a sua parte. O descarte irregular, além de prejudicar a cidade, pode causar sérios problemas, principalmente com a chegada das chuvas. A orientação é sempre buscar o destino adequado, seja por meio do SLU ou de serviços autorizados. Essa prática pode gerar multa”, afirmou o administrador. [LEIA_TAMBEM]De acordo com as normas vigentes no Distrito Federal, o descarte irregular de lixo em vias públicas é passível de multa, que pode variar de aproximadamente R$ 2 mil a mais de R$ 20 mil, dependendo da quantidade e da gravidade da infração. Moradores da região também manifestaram indignação com a situação. “Isso é um desrespeito com quem mora aqui. Cada um precisa ter consciência dos seus atos”, reclamou Maria das Graças Coutinho. A Administração reforça que a destinação correta de resíduos é de responsabilidade de cada cidadão. Em casos como esse, o recomendado é contratar serviços adequados de transporte ou acionar os canais oficiais para orientações. A população também pode colaborar denunciando casos de descarte irregular, ajudando a manter a cidade limpa, organizada e preparada para enfrentar o período chuvoso com mais segurança. *Com informações da Administração Regional de Ceilândia

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