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Ceilândia completa 55 anos com festa, cultura e shows gratuitos

Ceilândia completa 55 anos no dia 27 de março com uma programação que promete atrair milhares de pessoas. A Administração Regional, em parceria com a Secretaria de Turismo (Setur-DF) e entidades culturais, preparou uma agenda extensa de atividades gratuitas, que seguem até o próximo dia 29, com esporte, cultura, lazer e grandes shows. “Ceilândia chega aos 55 anos como símbolo de luta, trabalho e identidade cultural. É uma cidade construída pelo seu povo, com muita história e orgulho. Essa programação foi pensada para valorizar cada morador e celebrar tudo o que somos”, destacou o administrador regional, Dilson Resende. Para abrir oficialmente as comemorações, neste domingo (22), a partir das 9h, a Administração Regional de Ceilândia recebe uma ação especial de grafite. A iniciativa será conduzida pelos artistas locais Rivas e Elon, reconhecidos pelo trabalho com arte de rua e intervenções urbanas, reforçando a importância do grafite como expressão cultural, identidade e valorização dos espaços públicos. Ceilândia comemora seus 55 anos no dia 27 de março com programação para toda a família | Foto: Joel Rodrigues/Agência Brasília Corte do bolo e desfile cívico Um dos momentos mais esperados da festa será o tradicional corte do bolo, que ocorre no próprio aniversário da cidade, dia 27, a partir das 9h, na Praça do Trabalhador. Já no dia seguinte, a população poderá acompanhar o desfile cívico-militar, reunindo escolas, forças de segurança e a comunidade na Via M1 (em frente à Administração Regional). [LEIA_TAMBEM]A celebração também será marcada por grandes apresentações musicais na Praça do Trabalhador, reunindo artistas locais e nacionais. Um dos destaques é a cantora Jú Marques, que ganhou projeção nacional e retorna à cidade onde iniciou sua trajetória. “Cantar em Ceilândia é voltar às minhas raízes, é muito emocionante celebrar essa história junto com o meu povo. Foi aqui que tudo começou”, observou. A agenda inclui, ainda, campeonatos esportivos, batalhas de hip-hop, oficinas culturais, encontros automotivos e eventos comunitários, reforçando o papel da cidade como um dos principais centros culturais do DF. Entre os destaques estão o campeonato brasiliense de motocross; o circuito de lazer com breaking, graffiti e DJ; torneios esportivos (vôlei, beach soccer e boxe); eventos de hip-hop na Casa do Hip-Hop e Olimpíadas de Ceilândia. Confira a programação completa na rede social da Administração Regional de Ceilândia. *Com informações da Administração Regional de Ceilândia

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Governador Ibaneis Rocha participa de evento de conscientização contra a violência de gênero

O governador Ibaneis Rocha participou, na manhã deste sábado (21), do pré-lançamento do evento Correndo ou Pedalando Contra o Feminicídio, na Floresta Nacional de Brasília (Flona), em Taguatinga Sul. A iniciativa, marcada para agosto, visa unir o esporte à conscientização sobre a importância do combate à violência contra a mulher. “São duas bandeiras que me preocupam muito. Uma é a questão do esporte, pela importância no combate às drogas, na melhoria da saúde, da qualidade de vida e do psicológico. E a outra pauta que me preocupa muito, e com a qual não fiquei apenas na preocupação, fui para a ação, é a questão da violência doméstica”, destacou o chefe do Executivo. O governador Ibaneis Rocha esteve no pré-lançamento do evento Correndo ou Pedalando Contra o Feminicídio, na manhã deste sábado (21): "É uma bandeira que tem que ser defendida" | Fotos: Renato Alves/Agência Brasília Na sequência, Ibaneis Rocha elencou algumas das ações do Governo do Distrito Federal (GDF) para o enfrentamento dos crimes de violência de gênero, como a criação da Secretaria da Mulher, a construção de Casas da Mulher Brasileira em diferentes regiões e a tarifa gratuita em ônibus e metrô para mulheres vítimas de violência. “E fiz uma coisa que eu não gostaria de [precisar] ter feito, que foi criar uma pensão para os filhos das vítimas de feminicídio. Infelizmente, hoje nós temos centenas de crianças nessa situação, para vocês saberem o tamanho da gravidade. Então, é uma preocupação muito grande, é uma bandeira que tem que ser defendida”, ressaltou. Pedalada e caminhada A ação esportiva é organizada pelos grupos Pedal Cor de Rosa, Brutas e Pedal do Zeca. No encontro deste sábado, houve café da manhã, sorteio de brindes e camisetas do evento oficial, além da distribuição de inscrições gratuitas para os que chegaram primeiro. “É uma luta à qual precisamos dar voz e visibilidade. É um evento novo, inédito, que vai ocorrer em agosto, no Parque da Cidade, e o objetivo é o enfrentamento ao feminicídio”, apontou Jessica Cytrus, fundadora do Brutas. “A ideia nasceu depois que eu fui vítima de violência doméstica em casa e quase morri. Então resolvi ampliar meu objetivo de vida, unindo o projeto Brutas ao enfrentamento do feminicídio, depois do que vivi”, acrescentou. Jessica Cytrus, fundadora do grupo Brutas: "É uma luta à qual precisamos dar voz e visibilidade. É um evento novo, inédito, que vai ocorrer em agosto, no Parque da Cidade, e o objetivo é o enfrentamento ao feminicídio" As participantes também exaltaram a importância da iniciativa. “A gente está aqui hoje para promover essa pauta do feminicídio, para trazer um olhar para a importância desse assunto na nossa sociedade. E fortalecendo as mulheres, promovendo esse encontro para que elas se fortaleçam, se sintam encorajadas a denunciar, a falar se estiverem passando por esse tipo de situação ou então apoiar outras que possam estar passando por isso”, defendeu a analista de TI Dayane Freire. “As mulheres precisam ocupar mais espaços e com segurança. A gente precisa estar onde deve estar e onde quer estar — no esporte, na vida, no trabalho, nas nossas profissões —, e a gente precisa fazer isso livre, sem se sentir ameaçada”, emendou a personal trainer Thaís Than. No encontro, houve café da manhã, sorteio de brindes e camisetas, além da distribuição de inscrições gratuitas para o Correndo ou Pedalando Contra o Feminicídio Proteção à mulher O Distrito Federal conta hoje com um Plano Distrital de Combate à Violência contra a Mulher. Previsto na Lei nº 14.899/2024, o plano reúne metas, ações e projetos estratégicos voltados à prevenção e ao enfrentamento da violência doméstica e familiar, além de outras formas de violência que atingem mulheres e meninas, como a violência sexual, patrimonial, institucional e a violência política de gênero. De acordo com o Observatório de Violência contra a Mulher e Feminicídio, somente no primeiro semestre do ano passado foram prestados 24.983 atendimentos psicossociais, com o acolhimento de 11.226 mulheres em situação de vulnerabilidade no DF. O observatório reúne dados sobre saúde, escolaridade, emprego, programas sociais e segurança pública, servindo de base para a formulação de políticas públicas cada vez mais eficazes e alinhadas à realidade das mulheres do Distrito Federal.

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GDF conclui obras de infraestrutura no Núcleo Rural Sobradinho, no Itapoã, com investimento de R$ 32 milhões

Mais infraestrutura para os moradores do Núcleo Rural Sobradinho, no Itapoã. O governador Ibaneis Rocha participou, na manhã deste sábado (21), da cerimônia de entrega das obras de drenagem, pavimentação, construção de calçadas e acessibilidade na região. O investimento total foi de R$ 32 milhões. “As pessoas aqui viviam com o pé na lama, com o pé na poeira, não tinham tranquilidade, e nós fizemos todo o trabalho de asfalto, drenagem, ligamos todas as redes de esgoto e estamos fazendo essa avenida que vai se tornar a avenida principal do Itapoã”, afirmou Ibaneis Rocha. O Núcleo Rural Sobradinho, no Itapoã, passou por obras de drenagem, pavimentação e construção de calçadas, ganhando mais segurança e acessibilidade | Foto: Renato Alves/Agência Brasília Ao todo, foram pavimentados 9,61 km de vias, além da recuperação de 1,87 km de pavimento após serviços de drenagem. Também foram executados 18,56 km de meios-fios, 4.136 m² de calçadas, 4,4 km de cordão para calçadas, 8.725 metros de rede de drenagem para captação de água da chuva e 123 bocas de lobo duplas, além do plantio de 14.580 m² de grama. Os serviços foram executados pela Companhia Urbanizadora da Nova Capital (Novacap). “Essa obra tem uma função estratégica. A Avenida Brasil deslocou o centro da cidade para nós, passou a ser a avenida mais importante da nossa cidade. Então, aqui começou a construção desse fórum, tivemos essa praça, abrimos a rede de drenagem. Essas quadras não tinham infraestrutura nenhuma. Foi feita drenagem, asfalto, calçada e meio-fio. São 18 quadras aqui, além das quadras da Avenida Brasil. Isso deu dignidade a esses moradores”, comemora o diretor-presidente da Novacap, Fernando Leite. Para Dilson Bulhões, administrador do Itapoã, as obras representam melhorias significativas para os moradores e para a urbanização da região: “Isso aqui era um lixão e tinha uma invasão muito grande. Hoje, nós temos urbanização. Essas quadras, desde o início do Itapoã, nunca foram asfaltadas. Além de fazer o asfalto nessa região, foi feita também a drenagem. Essa Avenida Brasil vai chegar lá na DF-001, atravessando o Itapoã Parque”. As obras contemplaram os condomínios Mandala e Del Lago II; as quadras 361 a 375; e a quadra 378, conjuntos N, O, P, Q e K, bem como a Avenida Brasil. Leonilson Andrade, morador do Itapoã: "Nós vivíamos na base do atoleiro. Hoje é um dia de festa. Estamos comemorando a pavimentação das cinco quadras que restavam e da Avenida Brasil" | Foto: Joel Rodrigues/Agência Brasília Leonilson Andrade é um dos moradores da região há 17 anos. E lembra bem das dificuldades antes das obras: “Nós vivíamos na base do atoleiro. Os caminhões e carros sempre atolavam. A comunidade descia a pé até lá embaixo, na lama, para pegar ônibus de madrugada, sendo assaltada. Hoje é um dia de festa. Estamos comemorando a pavimentação das cinco quadras que restavam e da Avenida Brasil”.

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CrisDown é referência no atendimento a pessoas com a síndrome

Neste sábado (21) é celebrado o Dia Internacional da Síndrome de Down — também denominada trissomia 21 (T21). A data busca conscientizar sobre o tema e valorizar as pessoas com a condição. A alteração genética é causada pela presença de uma terceira cópia do cromossomo 21, o que acarreta características físicas específicas e atraso no desenvolvimento intelectual do indivíduo. No Distrito Federal, o Centro de Referência Interdisciplinar em Síndrome de Down (CrisDown), localizado no Hospital Regional da Asa Norte (Hran), acompanha cerca de 2,7 mil famílias. Mensalmente, uma equipe composta por 25 profissionais realiza 1,5 mil atendimentos a pessoas com T21. São fisioterapeutas, fonoaudiólogos, terapeutas ocupacionais, pediatras, hebiatras, clínicos gerais, nutricionistas e psicólogos. O CrisDown acompanha aproximadamente 2,7 mil famílias e realiza até 1,5 mil atendimentos mensais | Foto: Yuri Freitas/Agência Saúde DF A coordenadora do CrisDown, Carolina Valle, lembra que a unidade completa 13 anos de funcionamento em 2026 e que muitas vidas foram transformadas ao longo desse período. “O centro começou com apenas dez servidores. O intuito era que as pessoas que precisavam de auxílio não precisassem fazer uma peregrinação em busca de atendimento, que encontrassem profissionais com um olhar diferenciado às questões que impactam seu desenvolvimento", conta. Pessoas de todas as idades podem ser atendidas no CrisDown, desde gestantes que receberam o diagnóstico de T21 no feto até recém-nascidos, crianças, adolescentes, adultos e idosos com a síndrome. “Passamos por todas as idades, o que nos dá uma noção do desenvolvimento ao longo de todos os ciclos de vida. Conseguimos identificar as particularidades e as necessidades de cada fase. É um processo bonito de ver. Aquele indivíduo tornando-se uma pessoa mais autônoma, capaz de produzir, trabalhar, ganhar a sua renda”, comemora Valle. Com uma equipe composta por 25 profissionais, o Centro de Referência atende pessoas de todas as faixas etárias Atendimento integral O brasiliense Antônio Claudio da Silva é pai da alegre Bárbara da Silva, 23 anos, que frequenta o grupo de jovens do CrisDown desde o ano passado. Ele conta que o centro oferece ações voltadas tanto à socialização dos indivíduos quanto ao acesso a outros serviços do Sistema Único de Saúde (SUS). [LEIA_TAMBEM]“Toda quinta-feira, a Bárbara faz acompanhamento aqui. Ela já passou por uma bateria de exames, um check-up completo pelo CrisDown. Eles nos dão toda a assistência, não só psicológica, mas também em todas as outras áreas da saúde", elogia Antônio. O progresso da filha na unidade é acompanhado de perto pelo pai. "Sempre recomendo o serviço do centro. É visível como a Bárbara melhorou. Hoje, está menos agitada e consegue dormir a noite inteira; antes, isso era impossível de acontecer", celebra. "A Bárbara melhorou muito no CrisDown. É visível”, comemora o pai, Antônio Claudio da Silva Como acessar o serviço O CrisDown integra a rede da Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF). As famílias podem procurar assistência diretamente na unidade, sem necessidade de encaminhamento. O agendamento deve ser feito pelo WhatsApp (61) 99448-0691, com atendimentos realizados às sextas-feiras.

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Agências do trabalhador abrem a semana com 1.184 vagas de emprego disponíveis

As agências do trabalhador do Distrito Federal abrem a semana, nesta segunda-feira (23), com 1.184 vagas disponíveis para quem procura um emprego. As oportunidades contemplam candidatos de diferentes níveis de escolaridade, com ou sem experiência. Os salários chegam a R$ 3 mil. O posto com maior remuneração é o de coordenador de eventos, no Park Way. Para concorrer à única vaga, é preciso ter experiência comprovada e ensino médio completo. Outro destaque é o cargo de vendedor interno, que concentra 200 vagas na Asa Sul. Para concorrer, não é necessário ter experiência comprovada, mas é exigido ensino médio incompleto. O salário é de R$ 1.621, além de benefícios, o que torna a função uma das principais portas de entrada para o mercado de trabalho na região. Para participar dos processos seletivos, basta cadastrar o currículo no aplicativo da Carteira de Trabalho Digital (CTPS) ou ir a uma das 16 agências do trabalhador, das 8h às 17h, durante a semana. Mesmo que nenhuma das oportunidades do dia seja atraente ao candidato, o cadastro vale para oportunidades futuras, já que o sistema cruza dados dos concorrentes com o perfil que as empresas procuram. Empregadores e empreendedores que desejem ofertar vagas ou utilizar o espaço das agências do trabalhador para as entrevistas podem se cadastrar pessoalmente nas unidades ou pelo e-mail gcv@sedet.df.gov.br. Pode ser utilizado, ainda, o Canal do Empregador, no site da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda (Sedet-DF).

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Engasgos frequentes podem indicar problema de saúde e acendem alerta para condição pouco conhecida

A dificuldade para engolir alimentos e líquidos pode parecer um incômodo passageiro, mas, em alguns casos, está associada a riscos importantes à saúde quando não é identificada e tratada corretamente. Nesta sexta-feira (20), pacientes atendidos no Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF) receberam orientações sobre a disfagia, condição que muitas vezes passa despercebida, mas pode levar a complicações graves. A ação marcou o Dia Nacional de Atenção à Disfagia e teve como objetivo ampliar a conscientização sobre o tema entre usuários e acompanhantes da unidade. Aproveitando o fluxo de atendimento, as equipes esclareceram dúvidas e orientaram sobre os sinais de alerta. Pacientes do Hospital de Base foram orientados a respeito da disfagia | Fotos: Divulgação/IgesDF Além do atendimento habitual, os profissionais explicaram que a disfagia pode ter diferentes causas. Entre elas, estão fatores mecânicos, como traumas e cirurgias na região da laringe e da cavidade oral, além de causas neurológicas. A condição pode atingir pessoas de todas as idades, embora seja mais frequente em idosos. A fonoaudióloga do Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF), Ana Patrícia Queiroz, destaca que a disfagia também é comum em crianças com paralisia cerebral e síndromes, em pessoas que sofreram acidente vascular cerebral (AVC) e em pacientes em tratamento oncológico. "Quem tiver engasgos com frequência deve procurar uma avaliação médica, já que existe risco de broncoaspiração" Ana Patrícia Queiroz, fonoaudióloga “Quem tiver engasgos com frequência deve procurar uma avaliação médica, já que existe risco de broncoaspiração, que é quando alimentos entram no pulmão. Outro risco são os engasgos noturnos, que costumam ser confundidos com refluxo e acontecem durante a apneia do sono. Geralmente são tosses secas, com sensação de acidez na garganta e de afogamento salivar”, explica. Nos quadros mais graves, a disfagia pode levar a complicações sérias, como obstrução das vias aéreas por engasgos e até pneumonia, causada pela entrada de alimentos nos pulmões. Ainda assim, a condição pode ser controlada com acompanhamento especializado e exercícios de reabilitação conduzidos por fonoaudiólogos. “A reabilitação ajuda a trazer qualidade de vida e tranquilidade para o paciente. Ele pode não voltar a conseguir comer carnes de churrasco, por exemplo, mas poderá se alimentar com consistências mais seguras para a deglutição”, completa a especialista. A doença pode ser controlada com acompanhamento e exercícios conduzidos por fonoaudiólogos Entre os pacientes orientados durante a ação estava a aposentada Eliene Morgado Bembem Alves, de 70 anos. Ela conta que não conhecia a disfagia, apesar de já ter enfrentado episódios frequentes de engasgo. “Nunca tinha ouvido falar disso. Achei muito interessante e vou pesquisar melhor para ver se procuro um profissional”, relata. Quando procurar atendimento [LEIA_TAMBEM]Em caso de suspeita de disfagia, a recomendação é buscar avaliação profissional. No Distrito Federal, o primeiro passo é procurar uma Unidade Básica de Saúde (UBS). Após essa avaliação inicial, se houver indicação, o paciente é inserido no sistema de regulação da Secretaria de Saúde e encaminhado para atendimento especializado, que pode envolver gastroenterologista, otorrinolaringologista ou fonoaudiólogo. *Com informações do IgesDF  

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Mutirão de colonoscopia reforça prevenção ao câncer de intestino

Como parte das ações do Março Azul, campanha de conscientização sobre o câncer de intestino, o Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF), unidade administrada pelo Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do DF (IgesDF), realizou nesta sexta-feira (20) um mutirão de colonoscopias. A iniciativa ampliou o acesso ao exame e beneficiou 30 pacientes regulados pela Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF). Para viabilizar a ação, a Sociedade Brasileira de Endoscopia Digestiva (Sobed) cedeu equipamentos que contribuíram para ampliar a capacidade assistencial da unidade, possibilitando a realização de todos os exames no mesmo dia. O câncer de intestino costuma evoluir de forma silenciosa, o que pode atrasar o diagnóstico | Foto: Divulgação/IgesDF A colonoscopia permite visualizar o interior do intestino grosso e do reto e é fundamental para identificar alterações e diagnosticar precocemente possíveis doenças. “O objetivo principal é reforçar para a população a importância da prevenção. A recomendação é que homens e mulheres comecem a realizar exames a partir dos 45 anos, mas essa orientação ainda não é amplamente seguida. Muitas pessoas acabam procurando atendimento apenas quando surgem os sintomas”, explica Ariana Costa Cadurin, endoscopista do IgesDF. O câncer de intestino costuma evoluir de forma silenciosa, o que pode atrasar o diagnóstico. Entre os sinais de alerta estão a presença de sangue nas fezes, perda de peso sem causa aparente, dor abdominal e alterações no funcionamento do intestino. "Fatores como sedentarismo, baixo consumo de frutas e verduras, ingestão de alimentos ultraprocessados, consumo excessivo de gordura animal e obesidade aumentam o risco da doença” Ariana Costa Cadurin, endoscopista A médica reforça que a prevenção está diretamente ligada aos hábitos de vida. "Fatores como sedentarismo, baixo consumo de frutas e verduras, ingestão de alimentos ultraprocessados, consumo excessivo de gordura animal e obesidade aumentam o risco da doença”, pontua. Estigma e acesso Apesar de ser um exame essencial para o cuidado com a saúde, a colonoscopia ainda enfrenta resistência por parte da população. Segundo a especialista, fatores como o preparo, a necessidade de acompanhante e o próprio desconhecimento contribuem para  o receio, especialmente entre os homens. “É um exame que exige preparo prévio e envolve uma equipe completa, o que pode gerar insegurança. Ainda existe muito preconceito e medo, o que acaba afastando as pessoas de um cuidado que pode salvar vidas”, destaca.  [LEIA_TAMBEM]Uma das pacientes atendidas durante o mutirão foi Jenulina Rodrigues Viana, de 62 anos. Ela relata que recebeu todas as orientações antes do exame e elogiou o atendimento da equipe. “Recebi todas as explicações necessárias e fui muito bem atendida. É muito importante ter esse exame disponível pelo SUS, porque nem todo mundo tem condições de pagar. Estou muito feliz de estar aqui”, afirma. *Com informações do IgesDF  

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Detran-DF recebe prêmio no 10º Concurso de Melhores Práticas em Ouvidoria

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