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Prazo para pagar segunda parcela do IPVA começa segunda (23)

Atenção, brasiliense proprietário de veículos: o pagamento da segunda parcela do IPVA de 2026, para quem optou por dividir o imposto, deve ser feito a partir desta segunda-feira (23). Neste dia, a quitação é exigida para automóveis, motos e comerciais leves e pesados cujas placas têm final 1 ou 2. O calendário segue até sexta-feira (27) para os automotores com placas de final 9 e 0 (veja quadro abaixo). Arte: Seec-DF A Secretaria de Economia (Seec-DF) reforça que já enviou a cobrança pelos Correios para os proprietários. Mas a impressão do boleto está disponível no portal da Receita do DF, na aba Emitir o IPVA. Basta copiar o código de barras e pagar no banco de preferência. Para este ano, não houve mudanças nas alíquotas. Elas permanecem em 1% para veículos de carga com lotação acima de 2.000 kg, caminhões-tratores, micro-ônibus, ônibus e tratores de esteira, de rodas ou mistos; 2% para ciclomotores, motocicletas, motonetas, quadriciclos e triciclos; e 3% para automóveis, caminhonetes e utilitários (SUVs). A variação de valores dos veículos ocorre, portanto, em decorrência do mercado, considerando o ano e a marca do modelo, por exemplo. [LEIA_TAMBEM]A Fundação Fipe analisa o valor de mercado do veículo com base em estudo técnico regionalizado, elaborado pela própria instituição, considerando exclusivamente os preços praticados no Distrito Federal. Assim, eventual pesquisa generalizada realizada no site da Fipe não reflete o valor venal adotado na tabela oficial do imposto no DF. O IPVA de 2026 tem variação média de 1,72%. Esse percentual corresponde à valorização do valor venal dos veículos, conforme pesquisa realizada pela Fipe entre setembro de 2024 e setembro de 2025. Isso significa que um automóvel cotado no mercado por R$ 80 mil pagará um IPVA de R$ 2,4 mil. A Seec estima que a arrecadação com o IPVA em 2026 será de R$ 2,14 bilhões. *Com informações da Secretaria de Economia (Seec-DF)

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Abas (Nota Legal)

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População terá nove horas de ônibus e metrô de graça neste sábado (21)

Entre as 12h e as 21h deste sábado (21), os ônibus e o metrô da capital vão circular com catracas livres para toda a população. Serão nove horas de gratuidade das passagens, oferecida pelo GDF por causa da partida de futebol da final do Candangão 2026. Jogo entre Gama e Sobradinho será às 16h de sábado | Foto: Arquivo/Agência Brasília [LEIA_TAMBEM]A final do Campeonato Candango de 2026 será entre Gama e Sobradinho, partida inédita no Estádio Nacional Mané Garrincha marcada para as 16h de sábado, com expectativa de público de 70 mil pessoas. Devido ao fluxo de passageiros, a Secretaria de Transporte e Mobilidade (Semob-DF) determinou que as operadoras ofereçam viagens extras, mediante demanda, especialmente para atender ao deslocamento das torcidas. “A atenção será redobrada nas linhas de Sobradinho e do BRT, que deverão ser utilizadas para deslocamento das torcidas das equipes finalistas, mas as passagens serão gratuitas em todas as linhas do DF e no metrô”, detalha o titular da Semob-DF, Zeno Gonçalves. À meia noite de sábado para domingo (22), começa o Vai de Graça normal de todo fim de semana, com o transporte público coletivo do DF operando sem cobrança de tarifa dos usuários por 24 horas.  *Com informações da Secretaria de Transporte e Mobilidade

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Ouvidoria-Geral do DF é premiada por iniciativa que fortalece a tomada de decisão do governo

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Odontologia hospitalar especializada do Hospital da Criança de Brasília garante maior estabilidade clínica e qualidade de vida aos pacientes

Em alusão ao Dia Mundial da Saúde Bucal, comemorado nesta sexta-feira (20), o Hospital da Criança de Brasília José Alencar (HCB) reforça um princípio fundamental do Sistema Único de Saúde (SUS): a saúde começa pelo cuidado integral. No HCB, um hospital de alta complexidade pediátrica, a atenção à saúde bucal ultrapassa o campo preventivo e assume papel de assistência complementar essencial na segurança clínica, na qualidade de vida e na continuidade do tratamento de crianças e adolescentes atendidos. Desde sua implantação, em 2011, o serviço de odontologia do HCB foi estruturado para responder a uma demanda crescente e altamente especializada. Crianças em tratamento oncológico, pacientes imunossuprimidos, com doenças crônicas e raras, necessitam de uma abordagem odontológica diferenciada, integrada e resolutiva, característica central da Atenção Terciária à Saúde. Enquanto uma unidade da rede da Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF), o HCB iniciou a implementação do atendimento odontológico a partir da parceria com o Hospital de Apoio de Brasília (HAB), refletindo a evolução de uma assistência que transcende o consultório convencional para se tornar um pilar essencial no tratamento de pacientes crônicos. "Havia uma demanda crescente de crianças acometidas por neoplasias malignas que precisavam ser recebidas em um ambiente acolhedor, exclusivamente dedicado a elas e com tratamento odontológico especializado e humanizado", relembra a primeira odontopediatra da instituição e atual supervisora da Odontologia Hospitalar do HCB, Flávia de Passos. O atendimento à saúde bucal das crianças, que começou com a operação compartilhada com o HAB, se consolidou em uma estrutura robusta. Com a inauguração dos consultórios próprios em 2012 e a posterior ampliação com o Bloco 2 do Hospital da Criança (internação), a equipe acompanhou o crescimento da complexidade dos atendimentos prestados à população pediátrica. Odontóloga Teresa Villamarin em atendimento e aplicação de laserterapia no leito da internação | Foto: Divulgação/HCB Atualmente, o corpo clínico é composto por cirurgiões-dentistas com pós-graduação em áreas como odontopediatria, pacientes com necessidades especiais, endodontia e odontologia hospitalar, além de técnicas em saúde bucal. Essa composição multidisciplinar e altamente especializada é fundamental para enfrentar o desafio de atender pacientes que, muitas vezes, chegam à primeira infância sem histórico de cuidados bucais, apresentando quadros que podem agravar o estado de saúde. “Os cuidados odontológicos são necessários para eliminar e/ou evitar infecções de origem odontogênica [origem da formação dentária] que podem contribuir para o agravamento das doenças sistêmicas relacionadas à condição base da saúde da criança, bem como para tratar as manifestações orais secundárias ao tratamento medicamentoso, quimioterápico e radioterápico”, explica a supervisora do serviço. Tecnologia e técnicas que ampliam a segurança assistencial A jornada do cuidado odontológico das crianças atendidas no HCB começa com acolhimento e análise criteriosa. Além da precisão técnica e formação qualificada dos profissionais, há, no HCB, uma premente estratégia institucional da busca pelo aperfeiçoamento tecnológico, inovação e humanização do cuidado assistencial.  O uso de aparelhos de raios-X e equipos odontológicos portáteis permite que o atendimento ocorra diretamente no leito de internação, Unidade de Terapia Intensiva ou mesmo, no centro cirúrgico, minimizando o estresse do paciente com deslocamentos. Procedimentos como extrações dentárias, raspagens, controle de infecções e intervenções em lesões orais são realizados com segurança, evitando o deslocamento de pacientes críticos e garantindo continuidade assistencial. Outro diferencial do HCB está no uso sistemático e na implementação de protocolos atualizados de fotobiomodulação, a laserterapia, uma tecnologia segura e eficaz amplamente utilizada no suporte a pacientes oncológicos. Trata-se de uma radiação não ionizante, com propriedades analgésicas, anti-inflamatórias e cicatrizantes, aplicada tanto de forma preventiva quanto terapêutica. A aplicação dessa técnica tem papel central na prevenção e no tratamento da mucosite oral (complicação frequente e dolorosa da quimioterapia) e de infecções oportunistas em pacientes com baixa na imunidade. Sarah Dantas (16) é a filha caçula de João Dantas Filho e está internada para tratamento oncológico no Hospital da Criança de Brasília. Em uma sessão de atendimento com a odontologia, ela passou por avaliação e aplicação de laserterapia com finalidades preventivas e terapêuticas. "É muito melhor ser atendida no leito, porque tem vezes que a gente toma a quimioterapia e o nosso corpo fica mais debilitado, a gente fica enjoada, a gente fica mais fraca. E eles virem aqui atender a gente é bem melhor que a gente ter que ir. E o laser não tem nenhuma dor, nenhum incômodo", afirma Sarah. Conforme a odontóloga do HCB, Teresa Villamarin, "a laserterapia é importante porque algumas quimioterapias são muito agressivas para a mucosa oral e gastrointestinal, provocando a mucosite oral, que são úlceras extremamente dolorosas que dificultam a alimentação e a fala".  Para a especialista, a intervenção preventiva com radiação não ionizante é crucial para evitar a interrupção de ciclos de quimioterapia ou a necessidade de inserção de sondas nasogástricas devido à perda de apetite ou dores na boca, por exemplo. A inovação também se expressa na adaptação das tecnologias muito próprias do "universo pediátrico". Um exemplo é a recente incorporação do azul de metileno na forma de pirulito, que ampliou a aceitação das crianças ao tratamento e potencializa os efeitos terapêuticos da laserterapia. "A interação e troca com todas as equipes de assistência do HCB faz parte da nossa busca constante por compreender as necessidades dos nossos pacientes e cuidar de forma integral e humanizada. O fotossensibilizante azul de metileno que utilizávamos em forma de líquido, e que era parcialmente aceito por crianças de tenra idade, agora é disponibilizado em forma de pirulito, com a mesma eficiência e com uma forma de apresentação mais lúdica", destaca Passos. Educação em saúde e continuidade do cuidado No ambiente de terapia intensiva e internações, a atuação odontológica é pautada, também, pela vigilância epidemiológica e controle de infecções. A odontóloga do HCB, Nathalia Machado, explica que evidências científicas corroboram a ligação entre "bactérias da cavidade oral, que se tornam mais patogênicas durante a internação, e a pneumonia associada à ventilação mecânica". Nesses cenários, a equipe realiza procedimentos de alta complexidade beira-leito, incluindo extrações dentárias de urgência em pacientes intubados e raspagens periodontais, garantindo que o foco infeccioso oral não comprometa o pulmão ou a corrente sanguínea. Portanto, principalmente quando da alta hospitalar, a parceria com as famílias se constitui como o elo mais especial e sofisticado dessa corrente. Para mães como Maria Sebastiana Aguiar, de Marajó-Goiás, que dedica 24 horas ao cuidado da filha Luara, paciente com condição neurológica complexa, o suporte hospitalar vai além do técnico. "A gente vem atrás da saúde dos nossos filhos, procura a melhoria, e aqui fomos muito bem recebidos. Ela foi bem cuidada", relata Maria. Complementarmente ao atendimento assistencial, o hospital desempenha papel fundamental na educação e continuidade do cuidado sobre saúde bucal na infância e adolescência. A orientação aos pais e cuidadores é considerada parte essencial da jornada do cuidado no HCB. "Oferecemos orientação sobre cuidados de higiene oral e alimentos potencialmente causadores de cárie em todas as consultas ambulatoriais; higiene oral supervisionada realizada pelas técnicas em saúde bucal na sala de escovação; orientações e higiene oral beira-leito para pacientes internados; atividades lúdicas no hall central com temas relacionados à saúde bucal; temos impresso guia de saúde bucal para pacientes e familiares; participamos da elaboração da cartilha da oncologia e hematologia", destaca Flávia de Passos.  Mesmo que o atendimento do HCB seja dedicado ao paciente de alta complexidade, do ponto de vista odontológico, a Atenção Primária é imprescindível para acolher e promover a saúde bucal aos usuários que não fazem parte do perfil de atendimento do hospital, ou mesmo aqueles que passam pela transição de cuidado para outras unidades de saúde quando atingem a maioridade. Vale ressaltar que o êxito do tratamento no HCB depende de uma engrenagem integrada. O acesso à atenção hospitalar especializada no SUS é realizado via regulação e, em Brasília, o Complexo Regulador em Saúde do Distrito Federal (CRDF) possui essa atribuição. Apenas crianças e adolescentes com condições crônicas e raras de saúde são encaminhados para tratamento no Hospital da Criança de Brasília. Aqueles usuários com necessidades de menor complexidade são referenciados para a Atenção Primária à Saúde, as Unidades Básicas de Saúde (UBS), fortalecendo o fluxo e a integração no âmbito do SUS. *Com informações do Hospital da Criança de Brasília José Alencar (HCB)

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Glaucoma: diagnóstico precoce e acompanhamento são fundamentais para garantir saúde ocular

Rosimeire de Oliveira, 67 anos, aposentada, começou a perceber que algo não estava bem quando passou a ter dificuldades para enxergar, mesmo usando os óculos. “Eu sempre ia à ótica e fazia novos óculos”, relata. “Em um período de três meses, fiz três óculos, e a minha acuidade visual continuava diminuindo muito”. Rosimeire de Oliveira descobriu a doença em estágio avançado e fez cirurgias para tratamento: “Tenho a consciência de que não vou ganhar o que já perdi, mas espero que melhore bastante” |  Foto: Jhonatan Cantarelle/Agência Saúde-DF A virada de chave na vida da aposentada ocorreu durante uma tarde, enquanto ela ajudava a filha a pintar os cabelos. “Eu não tinha percepção dos cabelos dela”, lembra. “Eu só tinha perceptividade da cabeça, então me desesperei e fomos atrás de ajuda médica”. “Os exames oftalmológicos regulares são a principal estratégia para prevenir a perda visual” Frederico Lóss, médico oftalmologista A ausência de acompanhamento oftalmológico regular resultou em um diagnóstico tardio de glaucoma, já em estágio avançado. Com pressão ocular elevada e visão quase 100% comprometida, Rosimeire precisou passar por cirurgia no início deste mês.  “Tenho a consciência de que não vou ganhar o que já perdi, mas espero que melhore bastante, porque gosto de fazer atividades, de artesanato, e não estou podendo fazer nada”, conta. “Acredito no diagnóstico, mas, na minha cabeça, vou voltar a enxergar pelo menos mais de 30%.”  Glaucoma O caso de Rosimeire reforça a importância da conscientização sobre o glaucoma, tema destacado durante o mês de março. A doença é silenciosa e uma das principais causas de cegueira irreversível no mundo. Na maioria das vezes, não apresenta sintomas nas fases iniciais, o que faz com que muitas pessoas, como Rosimeire, só descubram o problema quando já há perda significativa da visão. [LEIA_TAMBEM]A doença provoca dano progressivo ao nervo óptico, estrutura responsável por levar as informações visuais ao cérebro. O comprometimento do nervo leva à perda gradual do campo visual e, em estágios avançados, pode causar cegueira permanente.  Os fatores de risco incluem histórico familiar de glaucoma, idade acima de 40 anos, pressão intraocular elevada, miopia em alto grau, diabetes, uso prolongado de medicamentos à base de corticoides e histórico de trauma ocular.  De acordo com o médico oftalmologista Frederico Lóss, referência técnica distrital (RTD) na área, a detecção antecipada evita sequelas graves. “Pessoas que apresentam um ou mais fatores de risco devem realizar avaliações oftalmológicas periódicas, pois o diagnóstico precoce e o tratamento adequado permitem controlar o glaucoma e preservar a qualidade de vida dos pacientes”, orienta. “Os exames oftalmológicos regulares são a principal estratégia para prevenir a perda visual.” *Com informações da Secretaria de Saúde  

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Medalha Mérito Social do GDF premia 100 nomes relevantes para as políticas de desenvolvimento social 

Foi realizada nesta quinta-feira (19) a segunda edição da Medalha Mérito Social do Governo do Distrito Federal (GDF). A honraria reconhece o trabalho de profissionais e instituições que se destacam nas políticas públicas de desenvolvimento social. Ao todo, 100 nomes foram agraciados pela Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF) durante cerimônia, no auditório da Academia de Bombeiros Militar. “Nosso maior desejo era poder entregar essa medalha a cada um dos servidores da assistência social que, no dia a dia, tornam realidade as políticas públicas nas áreas de assistência social e segurança alimentar e nutricional no Distrito Federal. Ainda que a honraria seja concedida a alguns, o reconhecimento se estende simbolicamente a todos os outros profissionais da casa”, destacou a secretária de Desenvolvimento Social, Ana Paula Marra. Entre os homenageados estava Viviane Rodrigues Viana Monteiro, gerente do Centro de Referência de Assistência Social (Cras) do Guará. Há seis anos, ela atua no equipamento que é a porta de entrada para a inclusão da população em situação de vulnerabilidade socioeconômica nos programas sociais do DF.  Viviane Monteiro recebeu a medalha pelo trabalho realizado à frente do Cras do Guará | Foto: Renato Raphael/Sedes-DF [LEIA_TAMBEM]“É um reconhecimento do nosso trabalho e da luta diária que é atuar na assistência social. Receber essa medalha nos fortalece e nos motiva a continuar”, destacou a servidora. Instituída em 2023 por meio do Decreto nº 45.073/2023, a Medalha Mérito Social GDF reconhece servidores públicos, instituições, autoridades e profissionais que tenham prestado serviços relevantes e excepcionais às políticas públicas de desenvolvimento social. Anualmente, são entregues pelo menos 100 medalhas e certificados aos participantes agraciados. *Com informações da Sedes-DF

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PREGÃO ELETRÔNICO  nº 90005/2026

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