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GDF entregou 14 escolas de ensino fundamental e médio entre 2020 e 2025

Com o ano letivo iniciado há três semanas, a infraestrutura das escolas públicas do Distrito Federal ganhou papel central no acolhimento, na segurança e na qualidade do ensino de estudantes e profissionais da educação. Entre 2020 e 2025, o Governo do Distrito Federal, através da Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil (Novacap), em parceria com a Secretaria de Educação do Distrito Federal (SEEDF), realizou um esforço coordenado de planejamento e execução voltado a 14 unidades de ensino fundamental e médio da rede pública. As unidades atendidas abrangem diferentes modelos educacionais. As escolas classe (ECs) são voltadas ao ensino fundamental I, do 1º ao 5º anos, enquanto os centros de ensino fundamental (CEFs) atendem ao fundamental II, do 6º ao 9º anos. Já os centros de ensino médio (CEMs) concentram os estudantes do ensino médio. Também integram a rede os centros educacionais (CEDs) e os centros de ensino médio integrados à educação profissional (Cemis). O investimento total nas obras somou R$ 106.075.565,38. As unidades atendidas abrangem diferentes modelos educacionais. O investimento total nas obras somou R$ 106.075.565,38 | Fotos: Divulgação/Novacap Escolas entregues Em 2020, destacam-se a construção da Escola Classe (EC) JK, no Sol Nascente, com investimento de R$ 7 milhões, e a reforma e ampliação da Escola Classe (EC) 01 do Porto Rico, em Santa Maria, que recebeu R$ 1,5 milhão. No ano de 2021, foi concluída a reconstrução do Centro de Ensino Fundamental (CEF) 01 da Vila Planalto, no Plano Piloto, com aporte de R$ 7,16 milhões. Já em 2022, a Escola Classe (EC) 52 de Taguatinga passou por reconstrução completa, com investimento de R$ 8,3 milhões, além da reforma da Escola Classe (EC) 408 de Samambaia. Em 2023, foi entregue a construção da Escola Classe (EC) Itapoã Parque, na quadra 502, com recursos de R$ 9,4 milhões. Em 2024, a Novacap concluiu a construção da Escola Classe (EC) da quadra 203 do Itapoã, com investimento de R$ 10,46 milhões. No mesmo ano, também foram implantados bloco padrão e vestiários nos Centros de Ensino Médio (CEM) JK, na Candangolândia, e no 01 de Planaltina, como parte do Programa de Ensino Médio em Tempo Integral (EMTI), com investimentos de R$ 1,11 milhão e R$ 1,98 milhão, respectivamente. As entregas de 2025 incluíram a reforma do Centro de Ensino Médio (CEM) 10 de Ceilândia, no valor de R$ 8,8 milhões; a construção do Centro Educacional (CED) Jardins Mangueiral, no Jardim Botânico, com investimento de R$ 15,3 milhões; a reconstrução da Escola Classe (EC) 425 de Samambaia; a construção da Escola Classe (EC) Itapoã Parque, na quadra 401, com aporte de R$ 9,4 milhões; e a construção do Centro de Ensino Fundamental (CEF) do Mangueiral, também no Jardim Botânico, que recebeu R$ 14,1 milhões. As ações tiveram como objetivo ampliar vagas e modernizar espaços Com o objetivo de ampliar vagas e modernizar os espaços, as ações incluíram a instalação de novas salas de aula, implantação de módulos escolares provisórios ou permanentes, adequações elétricas e hidrossanitárias, recuperação de coberturas, melhorias em acessibilidade, reformas de áreas comuns, além de serviços de urbanização e adequação dos espaços externos. Segundo o diretor de Planejamento e Projetos da Novacap, Carlos Spies, as intervenções respeitam as demandas específicas de cada unidade. “Atuamos conforme a necessidade de cada escola, seja na ampliação de espaços, na atualização das estruturas ou na modernização das instalações. O objetivo é entregar a solução mais adequada, com excelência técnica”, explicou. Para a secretária de Educação do Distrito Federal, Hélvia Paranaguá, os investimentos em infraestrutura são parte essencial da política educacional. “A infraestrutura escolar é central para garantir condições reais de aprendizagem, segurança para a comunidade escolar e um atendimento compatível com o tamanho e a complexidade da nossa rede”, destacou. Já o presidente da Novacap, Fernando Leite, destacou a relevância do compromisso da companhia com a preparação das unidades escolares. “A atuação da Novacap na educação é essencial, pois envolve planejamento, execução e fiscalização para entregar escolas que impactam diretamente o dia a dia de milhares de estudantes do Distrito Federal”, afirmou. Moradora de Samambaia, Raphaela Trindade, de 42 anos, acompanha de perto as melhorias na região. “Quando a escola está bem cuidada, isso faz diferença no dia a dia. Minhas filhas ficam mais motivadas a estudar, e eu me sinto mais tranquila sabendo que o ambiente está seguro e organizado”, relatou.   *Com informações da Novacap

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Agências do trabalhador têm vagas com salários de até R$ 3,8 mil nesta quarta-feira (11)

As agências do trabalhador do Distrito Federal oferecem, nesta quarta-feira (11), 528 vagas para quem procura um emprego. As oportunidades contemplam candidatos de diferentes níveis de escolaridade, com e sem experiência. Os salários chegam a R$ 3,8 mil. O posto com maior remuneração é o de mecânico de motor a diesel, no Setor Habitacional Vicente Pires. Há uma vaga aberta e os candidatos precisam ter ensino fundamental completo e experiência prévia na função. Já o cargo com mais oportunidades disponíveis é o de servente de obras, em Samambaia Sul, com 50 vagas. Os interessados precisam ter ensino fundamental completo, mas não há exigência de experiência. Para participar dos processos seletivos, basta cadastrar o currículo no aplicativo da Carteira de Trabalho Digital (CTPS) ou ir a uma das 16 agências do trabalhador, das 8h às 17h, durante a semana. Mesmo que nenhuma das oportunidades do dia seja atraente ao candidato, o cadastro vale para oportunidades futuras, já que o sistema cruza dados dos concorrentes com o perfil que as empresas procuram.

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Rede Feminina transforma dor em acolhimento com doação de perucas a pacientes oncológicos

“Eu pensei que a queda de cabelo não seria tão rápida, por isso me surpreendi. Eu não estava preparada”, relatou Lúcia Saboia, de 67 anos. Com um lenço cobrindo as últimas mechas de cabelo, ela chegou ao Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF), unidade administrada pelo Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF), acompanhada pelos filhos, para enfrentar uma das etapas mais delicadas do tratamento contra o câncer de mama: raspar a cabeça e escolher um dos modelos de peruca disponíveis. Lúcia Saboia experimenta uma peruca: “Já me sinto bem melhor e mais leve. Cercada de tanto carinho, não tem como não me sentir bem. Agora vou viver um dia de cada vez” | Fotos: Divulgação/IgesDF Diagnosticada em maio do ano passado, Lúcia iniciou a quimioterapia na última semana e logo enfrentou um dos efeitos mais temidos do tratamento: a queda de cabelo. Com o coração apertado, ela procurou a Rede Feminina de Combate ao Câncer na manhã desta terça-feira (10), data em que se celebra o Dia Mundial da Peruca, em busca de acolhimento e apoio para enfrentar esse momento delicado. “É uma fase muito doída, você perde algo que te representa; então, conseguir transformar esse momento de dor em esperança, ajudar as pessoas a se verem refletidas no espelho é muito especial” Larissa Bezerra, coordenadora da Rede Feminina de Combate ao Câncer A Rede Feminina atua há duas décadas no Hospital de Base oferecendo gratuitamente perucas a pacientes em tratamento oncológico. Somente no último ano, cerca de 250 peças foram entregues a mulheres atendidas na unidade. A coordenadora da Rede, Larissa Bezerra, explica que a perda de cabelo costuma ser um dos impactos mais sensíveis do tratamento, especialmente para as mulheres:  “É uma fase muito doída, você perde algo que te representa; então, conseguir transformar esse momento de dor em esperança, ajudar as pessoas a se verem refletidas no espelho é muito especial”. O que começou como um momento marcado pela insegurança logo deu lugar a gestos de carinho e leveza. A cada novo modelo experimentado, o sorriso de Lúcia voltava aos poucos. Acostumada aos cabelos claros, ela se divertiu ao se ver morena, ruiva e com estilos diferentes. “Já me sinto bem melhor e mais leve”, relatou. “Cercada de tanto carinho, não tem como não me sentir bem. Agora vou viver um dia de cada vez.” A peruca, disse ela, vai ajudar a enfrentar o tratamento de cabeça erguida até que os cabelos voltem a crescer novamente. Apoio que conecta Érica Silva: “Coloquei na minha cabeça que isso faz parte do processo de cura, e isso é algo que eu preciso passar” A Rede Feminina recebe doações de cabelo e de perucas ao longo de todo o ano e mantém uma oficina no ambulatório do Hospital de Base. “Nós estamos abertos todos os dias para receber doações e entregar perucas — é só chegar, experimentar e escolher a que mais gostar”, explica Larissa. [LEIA_TAMBEM]A paciente Érica Bonfim Silva, 35, viveu esse momento de duas formas: como receptora e como doadora. Diagnosticada com leucemia em dezembro do ano passado, ela começou a perder os cabelos após a terceira sessão de quimioterapia e decidiu cortar os fios enquanto ainda podia. “Quando me olhei no espelho, senti um impacto muito forte”, relembrou. Mãe de um menino de 3 anos, Érica contou que optou por usar peruca para preservar a rotina com o filho: “Coloquei na minha cabeça que isso faz parte do processo de cura, e isso é algo que eu preciso passar”. Acolhimento Entre muitas histórias está a de Sirley Freitas de Almeida, que faz quimioterapia no Hospital de Base após passar por uma mastectomia para tratar um câncer de mama. Ela procurou a oficina de perucas com um objetivo especial: participar do casamento da sobrinha. Sirley Almeida procurou uma peruca para participar de um casamento: “Eu não me importo de estar careca, mas durante essa ocasião especial, não quero que as pessoas fiquem me olhando” “Eu não me importo de estar careca, mas durante essa ocasião especial, não quero que as pessoas fiquem me olhando”, disse. “Quero dançar, quero curtir, quero fazer tudo o que eu faria se não tivesse câncer.” As pacientes podem escolher entre perucas sintéticas ou naturais. As sintéticas exigem menos manutenção e possuem estrutura mais resistente. Já as naturais, feitas com cabelos humanos, permitem alisamento, coloração e hidratação. A voluntária Mylena Batista acompanha as mulheres durante a escolha e observa que o momento exige sensibilidade e escuta: “Muitas chegam fragilizadas e se emocionam ao se ver no espelho com cabelo novamente. Eu sempre tento respeitar esse momento, ouvir as histórias e acolher a dor delas”. Para muitas mulheres em tratamento, a peruca representa mais do que um acessório: é um gesto de acolhimento em um dos momentos mais delicados da vida.   *Com informações do IgesDF

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Revisão normativa e novo portal consolidam avanços da política de dados abertos no DF 

A Controladoria-Geral do Distrito Federal (CGDF) lançou o Guia de Dados Abertos, material didático e acessível que explica o que são dados abertos, como utilizá-los e de que forma a sociedade pode participar ativamente da agenda de transparência no Distrito Federal. A iniciativa marca o Dia Internacional dos Dados Abertos e reforça o compromisso do GDF com a transparência pública, o controle social e a inovação baseada em dados. A agenda de dados abertos é fundamental para o fortalecimento da transparência e para o aprimoramento dos serviços públicos. “O Distrito Federal avança ao modernizar sua política e suas plataformas, ampliando o acesso da sociedade a informações de qualidade e estimulando o controle social”, afirma o controlador-geral do DF, Daniel Lima. O guia está disponível online e responde a questões como "o que são dados abertos?" | Foto: Divulgação/CGDF “Mas, afinal, o que são dados abertos?” Essa e outras perguntas são respondidas na publicação, que define dados abertos como “informações públicas disponibilizadas em formato digital, que qualquer pessoa pode acessar, usar, compartilhar e reutilizar livremente, respeitada apenas a exigência de citação da fonte. Guia acessível sobre dados abertos O guia reúne conceitos essenciais, princípios, formatos recomendados e orientações práticas voltadas a cidadãos, servidores públicos, pesquisadores, jornalistas, desenvolvedores e organizações da sociedade civil. Um dos principais diferenciais do material é a acessibilidade. O guia foi desenvolvido para ser 100% acessível, garantindo que pessoas com deficiência possam acessar e utilizar as informações. Para isso, conta com descrição de imagens compatível com leitores de tela, contraste adequado de cores e tamanho de fonte ajustado para pessoas com baixa visão. Entre os conteúdos apresentados estão: o que são dados abertos e os critérios que os caracterizam; princípios como acessibilidade, não discriminação, atualidade, legibilidade por máquina, completude e uso de licenças abertas; passo a passo para navegação e uso do Portal de Dados Abertos do DF; e exemplos de bases abertas nas áreas de mobilidade, orçamento, segurança pública, educação e saúde. Os dados abertos permitem reutilização, cruzamento de bases, pesquisas, análises e o desenvolvimento de soluções tecnológicas O material também ressalta a importância da transparência ativa, destacando que dados abertos vão além da simples divulgação de informações, pois permitem reutilização, cruzamento de bases, pesquisas, análises e o desenvolvimento de soluções tecnológicas. Modernização da política de dados abertos do DF Ao longo de 2025 e no início de 2026, a CGDF intensificou ações estratégicas para consolidar um novo ciclo de modernização da política de dados abertos do Distrito Federal. Entre os principais avanços está a revisão colaborativa da Política de Dados Abertos (Decreto nº 38.354/2017). Para isso, a CGDF estabeleceu parceria técnica com a Open Knowledge Brasil (OKBR), com o objetivo de aprimorar as regras de abertura de dados, tornando as informações públicas mais organizadas, seguras e fáceis de usar. Entre as inovações previstas na minuta revisada está o novo modelo de Plano de Dados Abertos, que deixa de ser estático e passa a ser atualizado de forma contínua. O modelo prevê reavaliação anual das bases não abertas; catálogo abrangente de todas as bases, abertas ou restritas; transparência da motivação para eventuais restrições; padronização técnica e adoção de metadados reconhecidos. Outro avanço relevante foi o fortalecimento da governança, da proteção de dados e da inovação. A nova política incorpora diretrizes específicas sobre a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) e anonimização, estimula a realização de hackathons, parcerias com universidades e incentiva que novos sistemas já sejam projetados com capacidade de publicação em formato aberto. "Ao modernizar a política, fortalecer a participação social e disponibilizar materiais educativos como o guia, ampliamos a capacidade da sociedade de utilizar informações públicas para transformar realidades e fortalecer o controle social" Rejane Vaz, subcontroladora de Transparência e Controle Social da CGDF Os dados abertos são um dos pilares da transparência ativa no Distrito Federal. A subcontroladora de Transparência e Controle Social da CGDF, Rejane Vaz, destaca a importância da iniciativa: “Ao modernizar a política, fortalecer a participação social e disponibilizar materiais educativos como o guia, ampliamos a capacidade da sociedade de utilizar informações públicas para transformar realidades e fortalecer o controle social.” Novo Portal de Dados Abertos do DF Outro marco em andamento é o desenvolvimento do Novo Portal de Dados Abertos do Distrito Federal, conduzido pela CGDF com recursos do Profisco II – DF. O portal atual, que reúne cerca de 150 conjuntos de dados de 28 órgãos e entidades, está sendo totalmente reformulado para oferecer maior usabilidade e estabilidade; seções de notícias, análises especiais (data stories) e painéis temáticos; ferramentas de participação social, como enquetes e avaliações; destaque para bases mais acessadas e atualizadas; e páginas institucionais dinâmicas, FAQ e possibilidade de solicitação de novas bases. Segundo o subcontrolador de Tecnologia da Informação e Comunicação da CGDF, Jefferson Paravidine, o novo portal foi concebido para ser mais fácil de usar, rápido e estável: “Nosso objetivo é oferecer um portal que fortaleça a transparência, amplie a participação da sociedade e apoie o desenvolvimento de soluções baseadas em dados”. *Com informações da CGDF  

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Núcleo de Controle de Atividades Especiais – Nucae 2

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Parque Ecológico Águas Claras recebe visita de gestores da área ambiental de Nilópolis

O Parque Ecológico Águas Claras, administrado pelo Instituto Brasília Ambiental, recebeu, na manhã desta terça-feira (10), a visita técnica de comitiva da cidade de Nilópolis (RJ), que integra a região metropolitana do Rio de Janeiro e a Baixada Fluminense. O objetivo do grupo, formado por gestores, assessores e parlamentares ligados à área ambiental, foi conhecer e coletar informações sobre a unidade de conservação para aplicá-las, dentro do possível, no Parque Natural Municipal do Gericinó Prefeito Farid Abrão, localizado na cidade fluminense. A visita foi motivada pelo fato de os gestores do parque de Nilópolis considerarem o Parque Ecológico Águas Claras modelo por conseguir equilibrar a função ecológica com o oferecimento de espaço para a prática de esporte e lazer. Eles conheceram toda a infraestrutura da unidade de conservação, como a sede administrativa, quadras poliesportivas, quadras de areia, pista de caminhada, Ponto de Encontro Comunitário (PEC), entre outros equipamentos públicos, além de toda a parte ecológica e o espaço dedicado à educação ambiental. A comitiva do Rio de Janeiro considera o Parque Ecológico Águas Claras modelo por equilibrar consciência ecológica e lazer | Fotos: Divulgação/Brasília Ambiental O secretário de Meio Ambiente de Nilópolis, Dean Senra, explicou que o Parque Ecológico Águas Claras tem muitas semelhanças com o Parque Natural Farid Abrão. “Aqui tem muito do mix que temos em nosso parque de Nilópolis. É um espaço para as pessoas entrarem e fazerem essa experiência de contato com a natureza e também poderem ter um lazer. É um entretenimento, mas com consciência ecológica”, afirmou. Senra exemplificou: “Já observamos que temos no parque de Águas Claras muitas áreas verdes frutíferas, e que têm a ver com a história da cidade. Essa é uma experiência que pretendemos replicar lá”. O presidente do Fundo de Meio Ambiente de Nilópolis, Eduardo Maruche, informou que o Parque Natural Farid Abrão tem uma área de um milhão de metros quadrados. “É considerado o pulmão de Nilópolis, que é uma cidade pequena, mas muito povoada. O parque tem uma visitação de mais de cem mil pessoas por mês. São nilopolitanos e pessoas de toda a Baixada Fluminense. Acredito que o Brasília Ambiental e a Prefeitura de Nilópolis podem trocar muitas experiências positivas e salutares sobre gestão e uso de seus parques”, considerou. “A visita não só reforça a importância do trabalho que realizamos aqui, no Cerrado, como também nos mostra que estamos no caminho certo ao compartilhar a forma como gerimos as nossas unidades de conservação” Celina Leão, vice-governadora do DF A vice-governadora do DF, Celina Leão, reforçou a importância do intercâmbio: “Essa troca de experiências é fundamental para a preservação dos biomas. A visita não só reforça a importância do trabalho que realizamos aqui, no Cerrado, como também nos mostra que estamos no caminho certo ao compartilhar a forma como gerimos as nossas unidades de conservação. Dessa forma, levamos as boas práticas que desenvolvemos para serem replicadas em outros locais, contribuindo ativamente para a preservação ambiental”. O presidente do Brasília Ambiental, Rôney Nemer, destacou que todas as unidades de conservação administradas pelo instituto estão de portas abertas para compartilhar experiências. “Fortalecemos a proteção ambiental ao disseminar boas práticas. Essa troca permite maior efetividade na conservação da biodiversidade, soluções conjuntas para conflitos e integração entre conhecimentos técnicos, elevando a qualidade de vida das populações que usufruem desses espaços”, justificou. O Parque Ecológico Águas Claras é um grande refúgio verde de 95,4 hectares, inaugurado em 2000. O local oferece trilhas, lagoas, quadras de esportes, áreas de lazer e o programa Parque Educador. Funciona diariamente das 6h às 22h, sendo ideal para caminhadas, piqueniques e contato com a natureza. *Com informações do Brasília Ambiental  

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Ação de acolhimento à população em situação de rua ocorre no Plano Piloto na terça e na quarta-feira

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Parque Ecológico Águas Claras recebe visita de gestores da área ambiental de Nilópolis

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