✍🏼🚨👩🏽🦱Abertas inscrições para ciclo de palestras dos Consegs voltado à prevenção da violência doméstica em Planaltina
Ler mais...
Hospital Regional de Ceilândia promove mutirão de implantação de DIU
No mês de comemoração do Dia Internacional da Mulher, a Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF) realiza ações em prol da saúde feminina. No Hospital Regional de Ceilândia (HRC), profissionais do centro obstétrico da unidade organizaram uma força-tarefa de implantação do dispositivo intrauterino (DIU) em pacientes e servidoras do hospital. Esta foi a última ação do projeto iniciado pela equipe de enfermagem do HRC, em que ao todo foram atendidas 227 mulheres desde novembro do ano passado, sendo 145 moradoras de Ceilândia e Sol Nascente. Além da aplicação do DIU de cobre, o projeto teve um componente educacional: até o momento foram habilitadas 16 enfermeiras da Região de Saúde Oeste na inserção e retirada do dispositivo. Também participaram acadêmicas de enfermagem da Universidade de Brasília (UnB), que realizaram horas complementares no projeto, atuando no acolhimento das mulheres, esclarecimento de dúvidas e organização da agenda dos profissionais. A certificação dos profissionais e acadêmicas é feita pela Associação Brasileira de Obstetrizes e Enfermeiros Obstetras do Distrito Federal (Abenfo-DF). O DIU é um aliado importante na redução de gestações não planejadas e mortalidade materna | Fotos: Sandro Araújo/Agência Saúde DF Uma das coordenadoras e a idealizadora do projeto, a enfermeira obstetra do HRC, Raquel Diógenes, ressalta que o intuito da iniciativa é promover a autonomia feminina sobre a decisão de engravidar ou não. “Essa é uma ação de empoderamento feminino e nosso interesse é que a mulher realmente possa planejar quando e como ela quer ter essa gravidez. O motivo pelo qual iniciamos a ampliação dessas ações foi termos observado que, muitas vezes, há gestações não planejadas e, infelizmente, não desejadas. A conexão entre o bebê e a mãe acontece desde a vida intrauterina e, se a gravidez não foi desejada, isso vai se refletir na vida daquela criança”. A coordenadora reforça que o acesso aos métodos contraceptivos é um direito reprodutivo fundamental das mulheres. “O DIU é um método extremamente eficaz e tem um papel muito importante nas políticas públicas de saúde. Ampliar o acesso a esse método contribui não apenas para o planejamento familiar, mas também para a redução de gestações não planejadas e, consequentemente, para a redução da mortalidade materna”. A enfermeira supervisora do centro obstétrico do HRC, Suely de Jesus Cotrim, enfatiza que o projeto reafirma o compromisso institucional com a educação permanente, a valorização dos profissionais e a qualificação da assistência em saúde. “A ação reforça nosso compromisso com a promoção da saúde da mulher e com a valorização das profissionais que atuam diariamente no cuidado da população”. Atendimento a pacientes e servidoras do HRC Ao todo 227 mulheres receberam o DIU na ação do HRC, que acontece desde novembro do ano passado Uma das pacientes atendidas no último sábado (7), a estudante de enfermagem e mãe de duas crianças Nayane Stoffel ressaltou a importância do projeto. “Minha primeira gestação foi planejada, tudo tranquilo. Já a segunda, não: eu descobri fazendo um exame de rotina. Quando vi o resultado, tinha lá um bebezinho”, relembra. Outra a ser atendida foi Aline Fernandes, atualmente desempregada e também mãe de duas crianças. Ela elogiou a ação e o trabalho da equipe de enfermagem do HRC. “Quando cheguei aqui, eu não sabia que tinha todo esse aparato de consulta, de acompanhamento. Posteriormente, a equipe entra em contato com a gente, agenda retorno para ver se o dispositivo está bem posicionado. Achei tudo muito organizado, passaram as informações sobre medicação, hoje mais cedo fizeram uma palestra explicando o tempo de duração do DIU — que dura 12 anos. Essa ação da secretaria ajuda muito no planejamento familiar e financeiro da pessoa. A gente vê que o SUS funciona”, enfatiza. Além das pacientes, as próprias profissionais do HRC tiveram acesso ao método contraceptivo. A enfermeira da unidade, Nathália Faris, foi uma das servidoras beneficiadas. A ação evidencia o cuidado da instituição com o servidor. O projeto foi iniciativa de uma colega nossa e isso valoriza o nosso trabalho, fortalece a nossa identidade dentro da secretaria, melhora o nosso astral, o nosso desempenho", relata. *Com informações da SES-DF
Ler mais...
Seleção para médicos oferece salários de até R$ 22,6 mil
O Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF) abriu inscrições para processos seletivos simplificados destinados à formação de cadastro reserva para médicos em seis especialidades. As oportunidades são para as áreas de cirurgia vascular, neonatologia, anestesiologia, clínica médica hospitalar, terapia intensiva pediátrica e medicina de emergência. Vagas se destinam a diversas modalidades da medicina; todas oferecem benefícios institucionais | Foto: Divulgação/IgesDF Os editais contemplam diferentes modalidades de contratação, que podem ser determinadas, indeterminadas ou intermitentes, conforme a necessidade das unidades administradas pelo instituto. As remunerações variam entre R$ 16.030,94 e R$ 22.644,60, com cargas horárias mínimas entre 24 e 30 horas semanais. Todas as vagas oferecem benefícios institucionais, como auxílio-transporte, alimentação conforme acordo coletivo de trabalho e jornada, clube de benefícios com descontos em estabelecimentos parceiros, abono semestral e folga no mês de aniversário. Médico cirurgião vascular O Edital nº 009/2026 prevê cadastro reserva para médico cirurgião vascular. A remuneração bruta é de R$ 16.030,94, com carga horária mínima de 24 horas semanais. Para participar do processo seletivo, o candidato deve possuir graduação em medicina com diploma reconhecido pelo Ministério da Educação (MEC), registro no Conselho Regional de Medicina (CRM) e residência médica concluída ou em fase de conclusão até março deste ano, ou título de especialista em cirurgia bascular emitido pela Associação Médica Brasileira (AMB) ou pela Sociedade Brasileira de Angiologia e Cirurgia Vascular. Também é exigida experiência mínima de seis meses como médico cirurgião vascular. Médico neonatologista O Edital nº 010/2026 destina-se à seleção de médico neonatologista, com remuneração bruta de R$ 18.115,68 para carga mínima de 24 horas semanais. Entre os requisitos obrigatórios estão graduação em medicina reconhecida pelo MEC, registro no CRM e residência médica ou título de especialista em pediatria. Também é exigida experiência mínima de seis meses como médico neonatologista, atuação em centro obstétrico com recém-nascidos de alto risco e experiência em Unidade de Terapia Intensiva Neonatal (UTI Neonatal). Médico anestesiologista O Edital nº 011/2026 prevê seleção para médico anestesiologista, também com remuneração de R$ 18.115,68 para carga horária mínima de 24 horas semanais. Os candidatos devem possuir diploma em medicina reconhecido pelo MEC, registro no CRM e residência médica ou título de especialista em anestesiologia. Também é exigida experiência mínima de seis meses na área. Cursos de aperfeiçoamento em manejo de via aérea difícil, tratamento da dor aguda ou crônica e subespecializações em áreas da anestesiologia são considerados diferenciais no processo seletivo. Médico rotineiro O Edital nº 012/2026 prevê cadastro reserva para médico rotineiro, com remuneração bruta de R$ 22.644,60, a maior entre os editais, para carga horária mínima de 30 horas semanais. A função é voltada ao acompanhamento clínico de pacientes internados e à assistência hospitalar nas unidades da rede. Para participar, é necessário possuir residência ou título de especialista em clínica médica e experiência mínima de seis meses em ambiente hospitalar de média ou alta complexidade ou em serviços de urgência e emergência. Médico intensivista pediátrico O Edital nº 013/2026, para médico intensivista pediátrico, oferece remuneração de R$ 18.115,68 e carga mínima de 24 horas semanais. Entre os requisitos estão residência médica ou certificação em área de atuação em medicina intensiva pediátrica emitida pela Associação de Medicina Intensiva Brasileira (Amib) ou pela Associação Médica Brasileira (AMB), além de experiência mínima comprovada na área. Certificações como Pediatric Advanced Life Support (Pals) e cursos de ultrassonografia à beira do leito (Pocus) são considerados diferenciais. Médico emergencista [LEIA_TAMBEM]O Edital nº 014/2026 é destinado à seleção de médico emergencista, com remuneração de R$ 18.115,68 para carga mínima de 24 horas semanais. Os candidatos devem possuir graduação em medicina reconhecida pelo MEC, registro no CRM e residência médica ou título de especialista em medicina de emergência emitido pela Associação Brasileira de Medicina de Emergência. Também é exigida experiência mínima de seis meses como médico emergencista. Inscrições e validade As inscrições para todos os processos seletivos devem ser feitas exclusivamente pelo site oficial do IgesDF, onde também estão disponíveis os editais completos e as orientações para envio da documentação. Os processos seletivos têm como objetivo a formação de cadastro reserva. A validade das seleções varia, permitindo que o instituto convoque profissionais conforme a necessidade assistencial das unidades da rede. Com os novos editais, o IgesDF reforça a estratégia de ampliar e qualificar o banco de profissionais da saúde, garantindo maior capacidade de resposta às demandas assistenciais da população do Distrito Federal. *Com informações do IgesDF
Ler mais...
Acolhe DF já realizou 500 abordagens a pessoas em situação de rua no Distrito Federal desde julho de 2025
A política pública de cuidado e acolhimento às pessoas em situação de rua no Distrito Federal ganhou novo impulso com a reestruturação do programa Acolhe DF. Coordenada pela Secretaria de Justiça e Cidadania (Sejus-DF), a iniciativa já realizou 500 abordagens desde julho de 2025, com foco especial em pessoas que enfrentam dependência de álcool e outras drogas. Do total de pessoas atendidas pelas equipes, 190 aceitaram ser encaminhadas para unidades terapêuticas conveniadas e fiscalizadas pelo Governo do Distrito Federal, onde recebem acompanhamento especializado para o tratamento da dependência química e apoio na reconstrução de vínculos sociais. O Acolhe DF oferece atendimento integral para pessoas em situação de rua, levando em conta fatores como dependência química, vulnerabilidade social e rompimento de vínculos familiares | Foto: Divulgação/Sejus-DF A nova fase do programa foi oficializada pelo Decreto nº 47.423, que marcou um novo momento na política do DF voltada ao atendimento da população em situação de rua. A reestruturação fortaleceu a atuação integrada entre diferentes órgãos do governo e ampliou as estratégias de abordagem social, escuta qualificada e encaminhamento para serviços públicos. Segundo a secretária de Justiça e Cidadania, Marcela Passamani, o objetivo do programa é oferecer alternativas reais de cuidado e tratamento, sempre respeitando a dignidade e a autonomia das pessoas atendidas. “A política pública precisa ir além da assistência imediata. O Acolhe DF trabalha para oferecer caminhos de recuperação e reinserção social, especialmente para quem enfrenta a dependência química. Nosso compromisso é garantir acolhimento, cuidado e oportunidades para que essas pessoas possam reconstruir suas vidas”, afirma. [LEIA_TAMBEM]Escuta da comunidade Além das abordagens realizadas diretamente nas ruas, o programa também tem intensificado o diálogo com moradores das regiões administrativas do DF para apresentar o trabalho das equipes e esclarecer dúvidas da população. A estratégia começou pelo Plano Piloto, região que concentra a maior parte das pessoas em situação de rua. Segundo o censo mais recente realizado pelo governo, cerca de 3.500 pessoas vivem atualmente nessa condição no Distrito Federal. Desde o início desses encontros comunitários, mais de 100 moradores já participaram das reuniões promovidas pela Sejus-DF. Durante essas agendas, a equipe do programa monta uma tenda itinerante em pontos estratégicos próximos às quadras onde ocorrem os encontros. No local, são oferecidas orientações à população, além da realização de abordagens sociais e encaminhamentos de pessoas que precisam de atendimento. Para a advogada Ana Cláudia Ribeiro, síndica de um bloco na Asa Norte e participante de um dos encontros, a iniciativa tem contribuído para aproximar a comunidade do trabalho realizado pelo governo. “Essas reuniões são muito importantes porque esclarecem como o programa funciona e mostram que existe uma equipe preparada para lidar com essa situação de forma humana e responsável. A comunidade passa a entender melhor o processo e também se sente parte da solução”, destaca. O programa tem intensificado o diálogo com moradores das regiões administrativas do DF para apresentar o trabalho das equipes e esclarecer dúvidas Busca ativa e respeito à legislação De acordo com o subsecretário de Enfrentamento às Drogas (Subed) da Sejus-DF, Diego Moreno, grande parte das pessoas em situação de rua enfrenta algum tipo de dependência química, o que exige uma abordagem especializada e contínua. “As equipes fazem a busca ativa e oferecem atendimento e encaminhamento para tratamento. No entanto, a legislação não permite a retirada involuntária dessas pessoas das ruas. Por isso, nosso trabalho é baseado na escuta, no acolhimento e na oferta permanente de serviços para que elas possam aceitar ajuda no momento em que estiverem prontas”, explica. Segundo ele, mesmo quando o encaminhamento para tratamento não é aceito no primeiro contato, as equipes mantêm o acompanhamento e retornam ao local para novas abordagens. Rede de atendimento O Acolhe DF atua de forma articulada com diferentes áreas do GDF, incluindo saúde, assistência social e segurança pública. Dependendo da situação identificada durante a abordagem, as equipes podem encaminhar as pessoas para unidades de saúde, serviços de assistência social ou comunidades terapêuticas. A estratégia busca garantir atendimento integral, considerando que a realidade da população em situação de rua envolve múltiplos fatores, como dependência química, vulnerabilidade social e rompimento de vínculos familiares. *Com informações da Secretaria de Justiça e Cidadania (Sejus-DF)
Ler mais...
👩🏼👩🏽🦱Protagonismo feminino nos Consegs é ressaltado em encontro promovido no mês das mulheres
Ler mais...
Edital ampliará atividades infantojuvenis nas unidades de conservação do DF
O Instituto Brasília Ambiental realizará, no dia 16, às 10h, na sala de reuniões do quarto andar do seu edifício-sede, o lançamento do edital para seleção de organizações da sociedade civil (OSCs) interessadas em desenvolver atividades infantojuvenis nas unidades de conservação administradas pela autarquia. A iniciativa busca ampliar ações de educação ambiental, recreação e sensibilização de crianças e adolescentes nos parques e demais áreas protegidas do Distrito Federal, fortalecendo a relação da população com os espaços naturais e promovendo a conscientização sobre a preservação ambiental. A iniciativa busca ampliar ações de educação ambiental, recreação e sensibilização de crianças e adolescentes nos parques e demais áreas protegidas do Distrito Federal | Foto: Divulgação/Brasília Ambiental “Temos iniciativas educativas que, às vezes, não conseguem alcançar todos que precisamos. Com o apoio dessas OSCs, podemos ampliar a consciência ambiental de toda a comunidade, porque o jovem passa a se posicionar dentro do seu ambiente familiar e também a ensinar os mais velhos. Além disso, há o benefício do bem-estar, uma vez que aprender dentro dos parques, na prática, é uma excelente experiência”, afirmou o presidente do Instituto Brasília Ambiental, Rôney Nemer. [LEIA_TAMBEM]No evento de lançamento, que marca a abertura do processo, será realizada a apresentação do edital, voltado a organizações, coletivos e grupos interessados em participar da seleção. A reunião será marcada também pelo repasse das orientações sobre o processo de inscrição, incluindo critérios, etapas e documentação necessária. O momento será dedicado ainda ao esclarecimento de dúvidas dos interessados, incentivando a participação de organizações que desenvolvam projetos voltados ao público infantojuvenil, especialmente nas áreas de educação ambiental, cultura, esporte e lazer em contato com a natureza. O Brasília Ambiental destaca que a participação das organizações da sociedade civil é essencial para fortalecer as atividades educativas nas UCs e ampliar as oportunidades de formação e contato com a natureza para crianças e adolescentes do Distrito Federal. *Com informações do Brasília Ambiental
Ler mais...
Força-tarefa aplica 25 toneladas de asfalto e remove 64 toneladas de entulho em Ceilândia
Ler mais...
Brasília Ambiental lançará edital para ampliar atividades infanto-juvenis nas UC’s
Ler mais...